A Mulher do Viajante no Tempo

A Mulher do Viajante no Tempo Audrey Niffenegger




Resenhas - A Mulher do Viajante no Tempo


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Lori 03/08/2010

Viagem no tempo é um assunto recorrente nas artes em geral. Cada autor tem a sua regra de como deve ser e por que é. Deve ser por isso que é um assunto tão interessante, já que não existem regras impostas, logo se reinventa na mão de cada pessoa criativa. Em A Mulher do Viajante no Tempo, Niffenegger faz suas próprias regras, e como faz bem. Provavelmente é o que há de melhor no livro, como ela trabalha com a questão das viagens sem ser confusa. E não é somente por aquele que viaja, mas também pelos que são deixados para trás. O que mantém o livre é como ela trata sobre o assunto, e que bom que ela consegue fazer bem, se não seria só mais um romance.

O livro conta a história de Henry e Clare, desde o início (bem, os inícios de cada um) até o fim. O interessante de acompanhar os diferentes momentos deles em diferentes linhas temporais é ver como o relacionamento varia com as diferentes pessoas que eles eram. Clare ama o Henry de 33 anos que viveu no seu passado mais do que o Henry de 29 do seu presente. Isso se deve por que ele era mais maduro e responsável, pelo que ela esperava desde seus seis anos. Tem um momento que Henry do futuro fala para ela ter calma, por que ela que o transformaria no que ele seria que ela tanto amava. Que leva ao meu ponto preferido do livro – a perda do causa e feito.

Há um momento que se trabalha sobre isso, já que muito do que Henry sabe, aprendeu com ele mesmo do futuro. O Henry de 25 ensina ao Henry de 8 a furtar e abrir fechaduras. Então, acaba no clássico o ovo ou a galinha. Henry sabe no futuro por que sabia aos oito anos, sendo que este sabe por que no futuro já sabia. Novamente, as regras sobre viagem não existem mantém o assunto refrescante. Por exemplo, na série britânica Doctor Who, que se baseia em viagens do tempo, o personagem não pode encontrar com ele mesmo ou interferir nas suas linhas temporais. O que até me levou a estranha por um tempo, sempre pensando que não era assim.

O livro tem certos pontos negativos. Mesmo sendo um livro longo e contado pelos dois personagens, não dá para dizer com toda certeza que se conhece os personagens ao completo. Não acabei com a sensação de que poderia dizer como um personagem poderia agir em certas situações. Muitas vezes prefere focar nas descrições dos acontecimentos do que o sentimento de pessoas. Parece muito que o personagem só existe para o casal, não em um geral, não dá para saber como é fora dali. Contudo no geral, é um bom romance, sendo que eu não leio um há bom tempo, foi uma boa forma de revisitar a vida de um casal.

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http://depoisdaultimapagina.wordpress.com/
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And 10/09/2010

Perfect.
Amei o livro. Recomendo muuuito! *-*
VouConfessarQue chorei. ;B
HAHAHA
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sol 13/11/2010minha estante
Eu tbeeeemmmm!!! chorei em várias partes do livro, nossa... é muito emocionante, não queria que terminasse, fiquei triste qdo acabou




anabibinz 10/01/2010

Uma questão de escolha...
Quando comecei a ler o livro, achei super divertido e interessante, pois Henry sempre esteve “presente” na vida de Clare. Ela o conheceu aos 6 anos e até se encontrarem em tempo real quando ela já tem 20 anos, são 14 anos conhecendo (e ao mesmo tempo não, pois Henry não dava todas as informações a Clare com medo de mudar algo futuro) uma pessoa que vai ser seu companheiro para uma vida toda. É uma grande história de amor, e quem é que não gostaria de viver uma, não é?
No decorrer do livro, o que começou a me chamar a atenção, não foi essa grande história e sim como Clare passou a vida toda esperando por Henry. O conhece aos 6 anos e até os 20 anos, sua vida gira em torno dele, em torno de esperar que ele apareça. São 14 anos esperando por alguém. Depois que eles finalmente se encontram no tempo, a vida dela é esperar por ele enquanto ele viaja no tempo. E ai me deu uma pena tão grande dela, pq fiquei imaginado as milhões de possibilidades que a vida dela poderia ter sido, coisas que ela podia ter feito, pessoa que podia ter conhecido, se não soubesse desde sempre que um dia ela iria ficar com Henry. Lá pelo meio do livro comecei a achar Henry, ao invés do cara mais encantador do mundo, como no início do livro (a autora vai e volta no passado, presente e futuro, mas o leitor nunca fica perdido por Niffenegger nos situar com datas e idades dos personagens), e comecei a achá-lo o cara mais egoísta do mundo, pois ele nunca deu a ela a chance de uma vida “normal”.
Durante as 593 páginas, minha opinião mudou “trocentas” vezes, mas ao fim me decidi que Clare fez a escolha dela. E mais importante, ela fez essa escolha consciente, pois sabia como Henry era, e dos “problemas” que o envolviam. Ela sabia que ele viajava no tempo e ela ficaria sozinha por muitas vezes (quando ele estava no "passado" com ela, não estaria no "futuro"), sabia que essa condição genética rara poderia causar problemas no casamento e sabia que nunca teria uma vida “normal”. E mesmo assim quis ficar com ele e por isso enfrentou as consequências de suas escolha.
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Júlia da Mata 21/12/2010


A Mulher do Viajante do Tempo foi sem duvida nenhuma, o melhor livro que li esse ano – sem querer ofender aqueles outros maravilhosos que li esse ano. Audrey Niffenegger conseguiu transformar uma coisa complicada em algo bem simples de se entender. Entenda-me, viagem no tempo é algo bem complicado, pois qualquer coisa que você faz no passado, pode mudar todo o futuro e até acarretar a 3ª guerra mundial – como o próprio Henry diz em uma passagem.

A viajem no tempo para Henry é algo impossível de ser controlada, inesperada e é um peso em suas costas. A primeira vez que ele foi transportado ele tinha apenas 5 anos, e aquele tinha sido o melhor dia de sua vida. Ele perde a mãe algum tempo depois, em um acidente de carro. Esse fato é a chave para que ele viva a vida nas festas e sem se importar com nada.

Clary é, sem exceções, a minha personagem feminina preferida. Ela não é aquela totalmente idiota, mas também não é aquela fodona demais. Ela é uma mulher de verdade - #CharlieBrownJuniorFeelings. Ela passou a vida inteira vendo Henry ir e vir em sua vida. Desde os 6 anos ela recebe as visitas daquele homem que vem do futuro e que diz a conhecer lá.

A narração do livro foi um ponto forte. Você pode saber tudo do ponto de vista dos dois. Como Henry se sente quando percebe que vai ser transportado no tempo. Como Clare se sente a espera das visitas de Henry. Esse é o segundo livro que eu leio e que tem a narração desse jeito, entre os dois personagens principais, e tenho que dizer, ainda é meio difícil de se acostumar, mas não dificulta a leitura.

O livro é cheio de tiradas inteligentes, e te faz refletir se querer voltar no tempo para mudar o passado é mesmo o que você deseja. Você tem pode pensar que mudar aquilo que aconteceu pode ser bom. Mas que se mudar o passado, o futuro, aquele dia que foi tão bom para você, pode desaparecer.

Eu juro que esse foi o livro que mais me fez chorar esse ano. Foi tão bonito. A bastante tempo eu não acompanhava a vida e a morte de dois protagonistas em um livro mais maduro. Mas ler esse livro não significa que vou abandonar os meus bebês sobenaturais? Já tentou imaginar eu sem Percy Jackson? Não dá.

"O que há de irresistível na criação artística - ou na criação de qualquer coisa, suponho - é o momento em que a idéia vaga e insubstancial se concretiza, vira coisa, uma substancia num mundo de substancias. Circe, Nimue, Ártemis, Atena, todas as velhas feiticeiras: elas devem ter conhecido a sensação quando transformavam meros homens em criaturas fabulosas, roubavam os segredos dos mágicos, distribuíam exércitos: ah, olhe, lá está ele, o objeto novo. Chame de porco, guerra, loureiro. Chame de arte. A mágica que posso fazer é mágica pequena agora, mágica adiada. Todos os dias, eu trabalho, mas nada se materializa nunca. Me sinto como Penélope, tecendo e desmanchando."
A Mulher do Viajante No Tempo – Audrey Niffenegger. Pagina 242
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Tati 03/12/2010

RECOMENDO
Assisti ao filme que foi baseado no livor enquanto ainda o lia, devo dizer que o filme deixou a desejar, porque o livro é muito mais profundo, mais emocionante, é de morrer de chorar de tão lindo.
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Maria Fileto 02/01/2010

Uma historia de amor surpreendente... pode ser visto como amor impossivel, mas acho q mostra q devemos sempre lutar por aquilo q nos deixam felizes e q se obstaculos surgirem, devemos perceber q eles podem ser ultrapassados desde que tenhamos em quem nos apoiarmos...
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Emilio 03/01/2010

O livro é todo narrado em primeira pessoa, mas alternando entre os dois principais personagens, Henry, o viajante do tempo, e sua mulher, Clare. Isso dá ao leitor a experiência de conhecer os dois lados do casal, cada insegurança individual, bem como cada alegria, compartilhada e única. O estilo de escrita de Audrey Niffenegger, a autora, é bem leve e de fácil leitura, tornando-a, junto com a história cativante, uma leitura extremamente prazerosa.

É um romance muito bem escrito, com história bem amarrada, personagens bem construídos, e até mesmo uma teoria de espaço-tempo bem feita. Ah, e claro, muito romântico.

Mais em:
http://estou-sem.blogspot.com/2010/01/livro-mulher-do-viajante-do-tempo.html
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Michelly 14/03/2010

O final do livro é muito bom, mas em vários momentos durante a leitura eu senti falta de um "algo a mais".
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Aline 20/10/2017

Recomendado a todos que gostam de um bom romance
Em 26 de outubro de 1991, Henry tem 28 anos e Clare, 20. Nesse dia, Henry conhece a mulher responsável por mudar a sua vida. Ela, no entanto, já o conhecia há muito tempo – há quatorze anos, especificamente – e sabia que estava destinada a ser sua esposa.

Clare tinha seis anos quando viu Henry pela primeira vez. Ela estava brincando, sozinha, na enorme propriedade da família, no Michigan, quando notou a presença de um estranho. Lá estava Henry, com uns trinta e tantos anos, nu, escondido atrás de um arbusto e se dizendo um viajante no tempo. Esta foi, também, a primeira vez que Clare o viu desaparecer. Ao longo dos anos seguintes, os dois ainda se viram muitas vezes. Através desses encontros (que podiam variar de uma tarde a um período de três dias), Henry foi espectador ativo do desenvolvimento de Clare, acompanhando todas as suas fases, desde a infância, onde a auxiliava nos deveres de casa e jogos de xadrez, à adolescência, enquanto esquivava-se das investidas de uma Clare já crescida e apaixonada.

Henry tem, de fato, o dom (ou seria maldição?) de viajar no tempo. Atribuída a uma anomalia genética, essas viagens ocorrem de repente, sem Henry esperar ou planejar – basta apenas um momento de estresse ou euforia.

Apesar de ter um emprego estável (até onde possa ser possível) como bibliotecário e ser uma boa pessoa, Henry, como é de se imaginar, não leva uma vida fácil: tem uma relação tumultuada com seu pai e exagera, constantemente, no uso de drogas e álcool. Isso tudo muda quando, enfim, conhece Clare. O relacionamento dos dois tem uma influência positiva em Henry, que começa a amadurecer e transformar-se, aos poucos, no homem que irá visitar/visitava Clare no campo.

Assim como em qualquer casamento, a relação dos dois tem períodos complicados, dificultados ainda mais pela condição de Henry. Mesmo sabendo como seria sua vida, Clare sente-se, constantemente, solitária e preocupada. Henry some de repente, passa dias fora e, dependendo do período para onde foi, nunca se sabe as condições em que ele retornará. E, ao mesmo tempo, Henry sofre por deixá-la nessa situação.

Gostei bastante do livro. Apesar de ser a obra de estreia da americana Audrey Niffenegger, ela soube conduzir extremamente bem a história. Com uma narrativa em primeira pessoa, a história é intercalada entre os pensamentos de Clare e Henry, tornando-se, assim, muito mais profundo o envolvimento do leitor com ambos os protagonistas. É um livro relativamente denso, exigindo do leitor sua máxima atenção (os detalhes são muito importantes nessa narrativa) – a história prende e emociona até o fim. E quando acaba, vem aquele conhecido desejo de quero mais.

Confesso já tê-lo tentado ler, há alguns anos, e desistido logo no início. Dessa vez, me passou a mesma sensação de cansaço nas primeiras páginas. Entretanto, acabei insistindo e me apaixonando pelo livro, tornando-se um dos meus favoritos. Então, se você não gostar do início, dê uma chance; eu tenho certeza que não vai se arrepender.

site: https://cheirandohistorias.blogspot.com.br/
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Tayná Coelho 13/01/2014

Esperei demais...
Henry tem um distúrbio genético que o faz viajar no tempo. Assim, Clare o conhece quando tem 6 anos e ele 36, e passa toda sua infância e adolescência recebendo suas visitas, sempre o vendo com idades diferentes, até que ele a conhece, de fato, aos 28 anos, quando ela tem 20. Essa dinâmica me faz questionar todo o romance dos dois, quer dizer, ele a visita a vida inteira criando um vínculo permanente e quando ele a conhece, ela prova que eles já estão juntos, falando do distúrbio dele. Então, ele só se apaixona por ela porque, na verdade, ela já o descreve como assim sendo e ela só se apaixona por ele porque ele a visita a vida toda.

Não sei se fui clara, mas é que essa dinâmica é um pouco confusa mesmo. Esquecendo isso, é importante dizer que apesar de eu ter dificuldades para explicar o processo, a escritora o faz isso brilhantemente. Em momento nenhum as viagens ficam confusas para quem lê o livro, tudo é muito bem elaborado. O livro é uma espécie de diário de pensamentos dos personagens principais, onde Clare e Henry narram os acontecimentos.

"Mas o senhor não acha que é melhor ser extremamente feliz por pouco tempo, mesmo que se perca essa felicidade, do que passar a vida inteira apenas bem?"

Eu ganhei esse livro no meu aniversário de 22 anos de uma amiga que, por sua vez, tinha ganho um exemplar de um amigo e amou. Eu me empolguei logo de cara para ler por motivos variados: por ser um romance, por ter viagens no tempo, porque a capa é linda de viver, porque a personagem principal é ruiva… etc! A diagramação do livro é muito bem feita, o papel é amarelado e, como eu já disse, a capa é linda.

"Odeio estar onde ela não está, quando não está. No entanto, vivo partindo, e ela não pode vir atrás."

Um ponto interessante é que a maioria dos acontecimentos já é contada de antemão. Assim, ao longo da história, o leitor pode acompanhar como cada um deles acontece e a surpresa não está no acontecimento em si, mas os detalhes de como as coisas chegaram a tal ponto. Notei, também, que mesmo quando está descrevendo uma cena, a autora, às vezes, mais a sugere do que descreve. Nem sempre ela conta ao leitor com todas as letras o que está acontecendo, embora isso fique claro com a leitura.

A verdade é que eu tinha expectativas elevadas e o livro me desapontou um pouco. Eu o classificaria como um três estrelas: bom, mas nada demais. Não vou deixar claro o que me fez gostar menos do livro (nada de spoilers), mas digo que o final me decepcionou bastante :(

site: http://olhandoporai.com/2013/12/16/resenha-a-mulher-do-viajante-no-tempo-audrey-niffenegger/
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Mah 16/07/2010

Um dos melhores livros, que li neste ano... Lindo, lindo, uma história louca, um homem, viajante e uma mulher que sempre o espera voltar, escrito muito bem, não é confuso (assisti ao filme, "Te amarei para sempre", achei meio confuso, e acho que não entenderia, se não tivesse lido o livro antes.) Muitoo bom!

Trecho do livro

"Está escuro, agora e estou muito cansado. Amo você, sempre. O tempo não é nada."
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Thaís 14/06/2010


O Livro conta a história de amor mais misteriosa, bela e imutável que já li, um amor que suporta uma dor enorme, a da distância indeterminada e sem rumo, sem fronteiras, Henry sofre de um distúrbio raro, uma anomalia genética, que faz com que seja um Viajante do tempo, ele pode ir ao passado ou ao futuro, sem que qualquer desejo seu possa interferir no tempo, ele simplesmente desaparece deixando aonde quer que esteja apenas suas roupas e aparece pelado em outro tempo, em outra data, ele conhece o futuro que o aguarda, desconhece seus limites, e não tem cura.
Clare será seu grande amor, suportará a falta de Henry, enquanto ele viaja no Tempo? Poderá conviver com o incerto?


Meninas, mais um livro maravilhoso que leio, eu já havia visto o filme, claro, como sempre tem mudanças e um difere do outro, no livro Clare é ruiva, no filme morena, mas acho que os dois me foram uma experiência maravilhosa, e ambos me fizeram chorar, é muito lindo, uma história infinita de surpresas, belas e incertas, felizes e solitárias, um livro que retrata aquilo em que muitas passamos, mas que não seja o tempo que nos venha tirar o verdadeiro amor...
Querem um livro emocionante e inesquecível, recomendo com ênfase : A Mulher do Viajante No Tempo!
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Naiara 20/01/2010

O que tenho a dizer é. Quem achou apenas um bom livro. Não assista o filme, pois dá vontade de marcar como ruim.
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Priih 16/10/2014

Amei,amei e amei. Chorei demais.
O filme foi maravilhoso e o livro então foi mil vezes melhor, maravilhoso, incrível e sensacional. Que história de amor fora do normal, Henry e Clare estão no meu coração.
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