Os Três Mosqueteiros

Os Três Mosqueteiros Alexandre Dumas




Resenhas - Os Três Mosqueteiros


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Rai 20/01/2021

Surpreendente a leitura!
Como se não fosse o esperado, afinal o livro tem 690 páginas de pura surpresas. Apesar da quantidade, o livro conta com um enredo maravilhoso, durante a a leitura imaginava-me em uma cena de filme, e conseguia gravar cada momento da história na minha mente, levando-me a França e até pegar certas falas dos personagens! Haha
O clímax da trama acontece aproximadamente na metade do livro, o que faz o começo ser um pouco recluso, mas cada vez mais criando uma relação com os personagens.
Super indico para que leiam, por que com certeza será uma leitura que irá gravar em sua vida. :)
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Julio.Argibay 13/01/2021

Um p todos
D'Artagnan é um jovem que sonha em ser mosqueteiro igual ao seu pai a algum tempo atrás. Ele quer pertencer a guarda do rei Luis XIII, rei da França. O Sr Treville é um amigo fiel de seu pai e foram mosqueteiros na mesma época, atualmente o senhor é comandante geral dos mosqueteiros a quem o jovem deverá procurar em Paris. Então, chegou a hora, o rapaz, com o apoio de seu pai, segue para a capital. Porém, um incidente acontece no caminho, mas passado o primeiro obstáculo, ele acaba chegando a cidade. O jovem é recebido pelo comandante e tem o seu primeiro contanto com Athos, Porthos e Aramis. O encontro não foi muito amistoso, mas, vida que segue. O jovem teve muitos desentendimentos com os mosqueteiros, registradas em passagens infantis e cômicas, tipo vergonha alheia. Depois de vários incidentes, o jovem cabeça quente, torna-se mosqueteiro e os quatro agora são amigos. Os mosqueteiros, de modo geral, tretam com a guarda do Cardeal Richelieu, o poderoso ministro do rei, vilão da estória. Há uma conspiração do Cardeal contra a rainha Ana D?Áustria. Os amigos se comprometeram a ajudar a dita e sofrem um pouco, porém as coisas acabam tomando um rumo bem satisfatório. Algum tempo depois D'Artagnan percebe um movimento suspeito de uma dama, que depois ele descobre que a senhora trama para desgraçar a rainha e segue na espreita dela. O rapaz consegue descobrir as artimanhas da leide inglesa. Logo depois, começa a guerra contra a Inglaterra. O cardeal tenta ter o jovem sob seu controle, mas ele se recusa, já eh esperto, mas agora sua vida corre risco. Mais uma vez o mosqueteiro com muita astúcia consegue lidar com os seus inimigos e todos os mosqueteiros seguem seu rumo, de boa. E assim, finalizamos essa obra. Na minha opinião: se trata de um romance bem infantil, mas é legal, divertido, tipo seção da tarde.
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Pam 12/01/2021

Que livro maravilhoso!
Sem palavras pra esse livro. Recomendo muitissmo!

Alexandre Dumas é o cara!
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Morena.Santos 05/01/2021

Perfeito, amei cada detalhe, sem palavras.
Sou apaixonada por clássicos, e esse me deixou completamente mais apaixonada ainda.
Lolo 05/01/2021minha estante
Amo esse livro




Douglas.Augusto 31/12/2020

Um clássico
Prende bem a atenção, uma aventura atrás da outra, leitura rápida que vale a pena.
D'artagnam é o 4 mosqueteiro kk
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Kath 29/12/2020

Não gostei
Fortemente influenciado pelo seu pai, D'Artagnan viaja para Paris com o intuito de se tornar um mosqueteiro real. Munido de uma espada velha, uma mula mais velha que o pai e uma carta de recomendação, ele é ridicularizado por onde passa e, de pavio curto, não demora a arranjar confusão, mas sua falta de treinamento e jeito o levam na verdade e a enveredar em problemas maiores do que consegue resolver.

Da pior forma possível, ele acaba entrando no caminho de Porthos, Aramis e Athos, sem saber que eles são mosqueteiros do rei, seu jeito meio inocente causa problemas aos homens que o desafiam para um duelo, mas finda por D'Artagnan salvar-lhes as vidas quando os três são atacados por homens a serviço do cardeal, assim, ele é apresentado ao senhor de Tréville e aceito como aprendiz, além de ganhar nos três mosqueteiros leais amigos.

Com os conflitos acirrados entre a França e a Inglaterra, os quatro ainda precisam enfrentar os jogos de poder entre o cardeal e o rei Luís XIII. Enviados em missões arriscadas, os quatro se tornam alvos de Milady, uma assassina sob o comando do cardeal que almeja os quatro encrenqueiros trabalhando para ele. Uma intrincada conspiração envolvendo a rainha Ana da Áustria e o Duque de Buckingham, colocam o jovem gascão no caminho de Constança Bonacieux por quem se apaixona perdidamente.

Usando todas as suas armas e especialmente a confiança que depositam um no outro, os quatro amigos vão precisar de todos os recursos e a sua inteligência para sair das garras do cardeal e se livrar do perigo que Milady representa em suas vidas, além de salvar o futuro da França. O destino pode lhes reservar um amargo caminho pela frente.

Peguei esse livro emprestado de uma amiga, confesso que estava bem curiosa para ler, mesmo sendo uma versão adaptada do original de setecentas páginas. Mas confesso que não foi nada do que eu esperava, na verdade por vezes pensei que ia apenas desistir da leitura e esquecer que um dia ficara curiosa com a história.

Resumindo de forma quase simples, os três mosqueteiros se resumem a um grupo de amigos que bebe mais do que o juízo aconselha, vivem atrás de mulheres ricas, se apaixonam mais rápido que o papa léguas corre e arrumam confusão por qualquer besteira.

O plano de fundo histórico é até um bom atrativo para a história, há alguns recursos interessantes, mas em geral, não consegui me prender ao enredo e aos personagens. Não sei se pelo fato do texto ser adaptado ou algo assim, a coisa é que realmente não me satisfiz com o livro, tanto que não estou nem um pouco inclinada a buscar as duas sequências.
Rafa 20/01/2021minha estante
Você deveria ler o texto integral. Esse livro é maravilhoso!




Maria Fernanda 29/12/2020

Um por todos, todos por um
Que livro sensacional, Alexandre Dumas perfeito como sempre. Acho que se tornou meu novo livro preferido!

Apesar de o livro ser grande, a leitura flui facilmente, pois é dividido em muitos capítulos de no máximo 10 páginas, a história é muito envolvente e os personagens tem personalidades muito originais e únicas, não tem como não se entreter com cada um.

As aventuras são legais, há muitas cenas cômicas e tudo baseado em referenciais teóricos e inspirado em pessoas que realmente existiram. Além dos acontecimentos que nos faz sentir os mesmos sentimentos de determinados personagens. Me senti muitas vezes ali em meio dos mosqueteiros.

O autor muitas vezes se contradiz com determinadas citações (trocas de datas, nome de pessoas e acontecimentos), porém as notas de rodapé auxiliaram muito nessa edição.

Para quem tem interesse na literatura francesa, esse clássico é mais que recomendado!
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Mi 17/12/2020

Clássicos são sempre clássicos!
Obra incrível! Apesar de ter sentido a narrativa meio arrastada em determinado ponto do livro, em nada tira o brilho dessa história maravilhosa. Já conhecia os personagens por que estão presentes na cultura pop, mas ler a obra original é sem comparação.
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Thais.Menezes 08/12/2020

Os três mosqueteiros
É um clássico da literatura, dispensa muitos comentários... Eu achei algumas partes exageradas quando se falava da a qualidades do personagem principal, e mais pro final do livro, achei que era um livro da Milady de Winter e não dos três mosqueteiros...Mas enfim, valeu a leitura, muitas lições foram tiradas das frases do experiente Athos! Amei mesmo assim.
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Carous 05/12/2020

Gosto de pegar livros em que eu não vou com a cara do protagonista (no caso aqui, doS protagonistaS) de vez em quando, mas isso não me impede de apreciar a história.

Meu problema com D' Artagnan e os três mosqueteiros não é nada demais. É só que com os anos o comportamento deles ficou ultrapassado e o que restou é que eles são indiscutivelmente machistas. Além disso eu os achei profissionalmente bem irresponsáveis/levianos, muito malandros. Me incomodou um pouco como eles não encaravam o trabalho com seriedade. Estavam sempre endividados, bebendo, se metendo em confusões amorosas, brigando com os guardas do cardeal, fugindo de alguma trapalhada que tinham se metido, tirando proveito das amantes - principalmente para conseguir dinheiro para bancar o equipamento e a comida deles. - Eles também não têm nenhuma responsabilidade financeira ou emocional com suas amantes. Exploram muito seus empregados e não os pagam bem sequer os pagam bem.

Como eu escrevi acima: o comportamento deles envelheceu mal. Talvez se eu lesse 10 anos após a publicação original, não perceberia isso, mas outros tempos; outras eras.

No entanto, nada disso tornou a leitura desagradável para mim. Eu levei um tempo para terminar de ler porque é um livro com 788 páginas, tem muitos acontecimentos. Eu lia alternando com outros livros e acabei embolada com a minha TBR.

Mas li no meu ritmo, de acordo com o meu humor e minha disponibilidade de tempo. É assim que gosto e posso afirmar que aproveitei cada linha da história.

É a segunda obra do Alexandre Dumas que leio. Agora posso dizer que gosto do autor; gosto de suas histórias, de como escreve (apesar de não conhecer de fato o texto dele já que li os dois livros traduzidos), mas gosto de como ele desenvolve a trama, as críticas sutis à monarquia e a sociedade.
Apesar das minhas críticas aos protagonistas, eu tenho em mente que se eles fossem homens certinhos, religiosos, tementes a Deus, blá-blã-blá, não haveria história (ou ela seria muuuuito chata) para cobrir tantas páginas.

A edição da Zahar tá linda e bem feita. Eu encontrei uns erros de digitação (poucos), a tradução está perfeita, a revisão não deixa a desejar. As folhas do livro são bem mais grossas do que as de O conte de Monte Cristo, então a leitura foi mais confortável.
A edição de bolso de luxo da Zahar de O conde de Monte Cristo é maravilhosa, porém peca pelas folhas finas, quase transparentes que deixam o leitor enxergar as palavras na próxima página.
Então fui surpreendida ao encontrar uma folha diferente, de qualidade superior em outra edição de bolso de luxo

Porém, ainda é uma edição de bolso, então as páginas são abarrotadas de palavras com pouco respiro. A fonte é menor e não contém notas de rodapé. Não fez diferença pra mim isso e eu tinha ciência de tudo quando comprei o exemplar. Achei melhor do que comprar a edição de tamanho regular e carregar um pesado calhamaço pra cima e pra baixo. Essa versão menor é mais prática e confortável.

Na verdade, eu fiz uma releitura do livro. Mas nos tempos de colégio, eu li uma versão didática e anos depois quis ler o texto integral.
A diferença entre as leituras foi que na primeira vez eu simpatizei com todos os mosqueteiros e agora, não. Relendo, eu achei o caráter deles meio vacilante (porém são muito leais entre si).

Foi uma experiência legal porque já tinha esquecido muitos detalhes (óbvio, já li tantos livros depois desse...).
Minha maior curiosidade para ler este livro na primeira vez era entender por que o título falava de três mosqueteiros, mas havia sempre 4 personagens com destaque.

Também na primeira vez que li Os três mosqueteiros, achei que a história era 100% fictícia e agora já sei que muitos eventos, intrigas aconteceram e personagens existiram

É uma pena que as pouquíssimas mulheres relevantes neste livro sejam inimigas e a única interessante de verdade mais complexa é vilã. Ela tem um final justo - por ser vilã -, mas não feliz.
A sra. Bonacieux é corajosa, mas tem a profundidade de um pires e é um fantoche da rainha e de D' Artagnan na trama toda. Esperava mais dela, mas nem sei por quê. Personagens femininas escritas por homens não chegam nem perto de reproduzir a complexidade de uma mulher de verdade.
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Hugo 17/11/2020

O clássico dos clássicos. Não faltam ação, intrigas e amores proibidos
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Hugo 17/11/2020

O clássico dos clássicos. Não faltam ação, intrigas e amores proibidos
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Thiago 09/11/2020

História leve e com bom ritmo
Apesar de muitas questões culturais distintas da nossa realidade - como toda a situação de amantes - o livro é muito bom. A história é leve e o ritmo é frenético, sendo muito divertido. Os comentários e o contexto histórico ajudam muito o entendimento. Já estou com vontade de ler tanto a sequência quanto O Conde de Monte Cristo.
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Ester 02/11/2020

Épico
Em ambos sentidos da palavra, um clássico que vale a pena ser lido apenas pela ambientação que o autor cria. Exige uma certa maturidade literária, tentei ler mais nova e não consegui, mas se encaixou perfeitamente agora. Pretendo relê-lo!
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