Endgame - A Chave do Céu

Endgame - A Chave do Céu Nils Johnson-Shelton
James Frey




Resenhas - Endgame


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PorEssasPáginas 18/11/2015

Resenha: Endgame - A Chave do Céu - Por Essas Páginas
Esse é um daqueles casos raros nos quais o segundo volume, surpreendentemente, é melhor que o primeiro. Sabe aquela história de “a maldição do segundo livro”? Pois é, ela definitivamente não existe aqui. Se em Endgame -O Chamado encontramos um livro inteligente, tenso e emocionante, a continuação Endgame – A Chave do Céu não só manteve o ritmo como deixou tudo ainda mais intenso e, por que não dizer, melhor!

Apesar de ter sido um livro fantástico, Endgame – O Chamado pecava por excesso: muitos personagens e, portanto, muitas histórias, muitas pessoas para conhecer, muitos fatos a apresentar. Em Endgame – A Chave do Céu isso foi superado: apesar de ainda termos vários personagens, já conhecemos a maioria deles, portanto o que se tem é um aprofundamento emocional e, por consequência, o envolvimento do leitor com eles é muito maior. Além de personagens amadurecidos, também existe uma clara evolução na narrativa, que se tornou mais dramática – mas ainda repleta de ação e momentos eletrizantes – e, por fim, um desenvolvimento muitíssimo bem-vindo da trama. O resultado? Um leitor ainda mais grudado nas páginas.

A leitura flui maravilhosamente bem, mesmo frente à densidade da história, os fatos históricos e concretos e as descrições precisas e às vezes até matemáticas de certos acontecimentos. São mais de 500 páginas que praticamente não dá para sentir, devorando capítulo após capítulo. As narrativas de vários pontos de vista dos Jogadores, intercaladas, também foram uma ótima estratégia para manter o leitor focado no livro; apesar de inicialmente frustrante ler o capítulo de um personagem, que inevitavelmente termina em um gancho repleto de tensão, e saber que aquele acontecimento só será desvendado muitos capítulos adiante, a estrutura é inteligente e mantém o leitor na ponta da cadeira, envolvido em diversas tramas e capturado pelas histórias, que se interligam em uma única trama: o Endgame.

“Somos um só. Um povo que pode e ficará unido para superar os desafios de um futuro incerto e inesperado. Somos um só. E vamos precisar contar com nossa boa vontade, nossa caridade, nosso amor, além de nossa humanidade, se quisermos ter uma chance de sobreviver a essa possível calamidade com algum grau de sucesso. Somos um só, meus amigos. Que Deus abençoe cada um de vocês. E que Deus abençoe o planeta Terra.” Página 178

Nesse volume, o jogo continua, ainda mais cruel. O próximo passo é encontrar a Chave do Céu, mas os Criadores foram além, numa jogada brutal contra a humanidade. Alguns Jogadores decidem parar o Endgame, mas quando finalmente descobrem como, percebem também que a solução vai além da sanidade e contra todo seu senso de humanidade. Isso resulta, é claro, numa caçada frenética que não poupará ninguém. Dica: não se apegue a nenhum personagem, todos podem morrer aqui.

Uma das melhores coisas nesse livro, ainda mais acentuada que no livro anterior, é o fato de ser impossível saber para quem “torcer”; todos os Jogadores cometem atos terríveis de violência, mas não é como se pudéssemos julgá-los. Até mesmo os “bons” cometem ações que podem resultar na destruição da humanidade ou ferir inocentes em busca dessa salvação.

A edição da Intrínseca está (quase) impecável: confortável, mesmo com o tamanho da obra, repleta de ilustrações que fazem parte do enigma do jogo e complementam a história (mas dessa vez não tive paciência para procurar, estava focada demais na trama). Mas por que “quase”? Bem, havia vários erros de revisão um tanto desconcertantes: conjugações erradas, palavras repetidas ou a mais, erros de digitação; deu para notar que foram erros de falta de atenção, mas foram em uma quantidade que incomodou um pouco. No entanto, a história estava tão boa, com uma narrativa tão intrigante e imersiva que, olha, nem liguei para esses probleminhas. Da outra vez fui exigente, dei 4,5 estrelas, mas… dessa vez merece 5. Do início ao fim, Endgame – A Chave do Céu foi um livro sensacional, empolgante e dramático, e me deixou numa expectativa sufocante pelo próximo volume. Vale muito a pena.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-endgame-a-chave-do-ceu
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Alex 18/11/2015

Excelente !
Como no primeiro, livro com uma história muito boa, elaborada e dinâmica. Não dá para enjoar nenhum momento. Nada de enrolação e muita ação. Mal posso esperar para ler o último livro.
Ju 18/11/2015minha estante
Exato! O melhor livro do ano! To morrendo de ansiedade para ler o último volume #VaiJago




Anderson 18/09/2016

Uns Jogam pela vida, outros pela morte!
Depois de Endgame - O Chamado, primeiro livro da série, fiquei extasiado com a história! Pensei que leria algo meio clichê do tipo: jovens lutando entre si onde só um sobrevirá... mas não, aí vem James Frey pra me mostrar que eu estava totalmente errado! Em A Chave do Céu o Jogo fica mais emocionante. Com muita ação, tiro, porrada e bomba os Jogadores estão lutando por suas linhagens, por suas vidas, mas o Jogo mudou... A escrita do autor é rápida, direta, assim como os acontecimentos na trama, gostei bastante disso. Outro ponto bacana a frisar em Endgame são os lugares onde se passa a história, a maioria eu não conhecia, então pesquisei, é claro. O autor quis mostrar os mistérios que envolvem alguns lugares pelo mundo afora como o Gobekli Tepe, que fica na Turquia, o Stonehenge, que fica na Inglaterra, o Tiwanaku, que fica na Bolívia, entre outros lugares misteriosos desse mundão. Agora é só esperar pelo terceiro e último livro!
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Our Brave New Blog 13/05/2016

RESENHA ENDGAME - A CHAVE DO CÉU - OUR BRAVE NEW BLOG
O Chamado não teve uma das maiores "notas" da minha estante, mas foi uma leitura bacana, que eu recomendo a quem curte o gênero e eu até quis ler a sequência para acompanhar a jornada de nossos Jogadores. Entretanto, A Chave do Céu não me agradou da mesma forma.

Antes de começarmos de fato, gostaria de dizer que, definitivamente, James Frey tem uma obsessão com alienígenas. E continuou agregando certas coisas de Os Legados de Lorien, como a existência de arcas, interferências do governo, mídia e essas coisas. Confesso que agora já me acostumei com isso. Só espero que em trabalhos futuros ele mude um pouco a fórmula né?!

Nesse livro, em minha opinião, conseguiram enrolar muito em comparação ao primeiro. Os acontecimentos demoraram um pouco mais a se desdobrarem e a ação não estava tão presente no decorrer da narrativa. Um fato que contribuiu para isso, foi que os autores jogaram MUITAS informações e carregaram mais as descrições, talvez para enriquecer um pouco mais a história e torná-la mais crível. Não digo que elas tenham sido desnecessárias, mas isso fez com que essa obra tenha sido um pouquinho arrastada. Novamente, não ocorreram muitas mortes. E lembram da reclamaçãozinha que eu fiz na primeira resenha? Continuei sentindo falta disso haha.

Além disso, outra coisa que me incomodou foi que eles inseriram muitos personagens novos. Você já tem nove "protagonistas" para dar conta, e ainda coloca mais umas pessoas. Para mim, ficou meio embolado e como diria o Victor: uma salada. Muita gente, muita informação, muita coisa para digerir.

Vale dizer, e não é spoiler, já que acontece bem no início que, a história do Abaddon (nome carinhoso do asteróide que vai colidir com a Terra e destruir tudinho, também conhecido como o Evento) tornou-se de conhecimento geral, porque um email de um cara da NASA vazou. Logo, a coisa toda tomou conta das mídias e o medo se instaurou nas pessoas. O que é bem compreensível né?! Isso nos é mostrado através de transcrições de transmissões de TV, que vez ou outra surgem entre capítulos. Eu gostei dessas partes e gostaria de tê-las visto mais ainda.

Uma galera do governo decidiu se meter na coisa toda também (e daí surgem os outros personagens). Alianças se estreitam mais ainda e cada um se agarra ao que pode. Alguns Jogadores colocaram na cabeça que podem parar o Endgame, bugar o sistema, trollar os Criadores. SERÁ?? E aí, gera mais discórdia né gente?! Uns querem sair matando todo mundo, outros querem ser mais pacíficos, conflitos ideológicos, ai ai...
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Mais uma vez capricharam na arte do livro. Já havia comentado que existem vários símbolos enigmas dentro da obra, mas dessa vez, eles são acompanhados de desenhos maravilhosos, que lembram muito as graphic novels. Eu fiquei apaixonada!! Outro ponto mega positivo é que os romances fora de hora não apareceram tanto quanto antes, YAY!!

​Os autores conseguiram criar uns ganchos bem legais.

RESENHA COMPLETA NO SITE: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/endgame-a-chave-do-ceu-serie-endgame-vol-2-por-james-frey-e-nils-johnson-shelton

site: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/endgame-a-chave-do-ceu-serie-endgame-vol-2-por-james-frey-e-nils-johnson-shelton
LetiLu 15/05/2016minha estante
Tem meses que estou parada n'O Chamado e, sinceramente, me brotam lágrimas toda vez que penso em continuar a leitura. Achei muito chato, entediante pra valer. A ideia é legal, mas o desenvolvimento dela foi péssimo... Tenho esperanças de trocar esse livro por qualquer outro que seja melhorzinho e assim nunca mais vê-lo na minha frente. E pensar que comprei com tanta expectativa...


Our Brave New Blog 17/05/2016minha estante
Poxa, que chato... Eu até gostei do primeiro. Tem umas coisinhas chatas sim, mas gostei, tanto que comprei o segundo, que é piorzinho hahaha. Mas como cheguei até aqui, vou ler o terceiro pra ver como eles fecham a história.




Thaty.Bazoni 08/02/2017

Endgame: A Chave do Céu
O mundo está se desintegrando, sucumbindo, enlouquecendo. Mas o jogo continua.
A Chave da Terra foi encontrada. Restam outras duas. E nove jogadores.
Apenas um pode vencer.

Queens, Nova York
Aisling Kopp acredita no impensável: interromper o Endgame. Mas, antes que consiga elaborar um plano, ela é encontrada pela CIA. Eles sabem sobre o Endgame. E têm as próprias estratégias para jogá-lo. Estratégias que nunca passaram pela cabeça de Aisling. Estratégias que podem mudar tudo.

Império de Axum, Etiópia.
Hilal ibn Isa al-Salt sobrevive a um ataque que o deixa quase completamente desfigurado. Mas ele segue em frente, agora em posse de uma informação que nenhum outro Jogador tem. Os axumitas guardam um segredo só compartilhado entre os membros de sua linhagem. Um segredo que pode redimir a humanidade - e talvez ajudar a destruir os seres por trás do Endgame.

Londres, Inglaterra
Sarah Alopay encontra a primeira chave. Ela está acompanhada de Jago - e os dois estão ganhando. Mas a garota teve que pagar um preço muito alto por isso. Ela nunca conseguirá se perdoar pelo que fez. E agora seus demônios teimam em atormentá-la. A única coisa que os mantem longe é jogar. Jogar para ganhar.

A Chave do Céu
Onde quer que esteja, o que quer que seja - é a próxima meta. E nada será capaz de deter os Jogadores.
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Lucas 15/01/2016

Endgame: A Chave do Céu (http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/)
Endgame: O Chamado, primeiro volume da série, entrou para a minha de lista de livros preferidos. Quando fiquei sabendo que o lançamento do segundo volume estava próximo, não consegui controlar a ansiedade para saber a continuação dessa distopia tão legal. Mas aquele "temor" da qualidade cair sempre está presente e, ainda bem, não foi o caso de Endgame: Chave do Céu. Foi uma experiência excelente, que só poderia ter sido melhor se minha memória fosse um pouco mais eficiente (vocês irão entender).

Em Endgame: A Chave do Céu, começamos exatamente de onde o primeiro livro terminou. Jogadores morreram, mas ainda existem nove lutanto por sua linhagem e evitando a rápida destruição do Planeta. Agora que a primeira chave foi encontrada, o jogo mudou. Antes eram apenas jovens em busca de uma chave, lutando apenas entre si, sem o conhecimento de outras pessoas sobre o que eles estavam fazendo. Mas agora as coisas estão diferentes. Além de lutarem entre si, a CIA tem conhecimento sobre o Endgame, o que não tornará as coisas mais fáceis.

Diferente do primeiro livro, os personagens estão bem mais focados e maduros depois de perceberem que o Endgame realmente é real e completamente letal caso eles se permitam falhar. Depois de todo o sangue derramado, o discernimento de cada um é afetado, permitindo a vingança adentrar em alguns corações dos que não estão focados o suficiente, causando uma sede de extermínio.

O livro continua da mesma forma: pontos de vista de personagens. Cada capítulo é sob o ponto de vista de cada um dos personagens (ou sob mais de um quando eles estão no mesmo lugar). Uma novidade é o ponto de vista de alguns personagens da CIA, que agora estão no meio do Endgame, como dito anteriormente.

Acredito que a sacada dos autores de envolver a polícia internacional nas páginas do livro foi incrível. As cenas de ação são ainda maiores e, por incrível que pareça, o livro consegue ser um pouco mais violento do que o outro, causando uma atmosfera ainda mais real. Se você tem estômago fraco, aqui está o meu aviso sobre a violência contida na série Endgame.

A minha experiência poderia ter sido ainda melhor se a minha memória fosse mais eficiente, como disse anteriormente. São vários acontecimentos, vários personagens, isso desde o primeiro livro, então são várias coisas para assimiliar e lembrar. No começo do livro, minha memória estava muito fraca, pois fazia um pouco de tempo que havia lido o primeiro volume, e não lembrava de quase nada. Mas, ao decorrer das páginas, a memória foi voltando, não especificadamente, mas foi o suficiente para o entendimento da obra, tanto que acabei devorando as mais de 500 páginas e praticamente dois dias.

A edição da Intrínseca segue o mesmo padrão do primeiro livro. A capa tem um efeito metálico vermelho e o símbolo do Endgame, ao ter algo refletido sobre ele, torna-se dourado, assim como o título. Vale lembrar que no meio das páginas, ainda possuímos o enigma real criado pelo autor, valendo dinheiro de verdade, mais especificadamente 500 mil dólares, composto por várias imagens, símbolos e frases. A interação com o leitor ainda continua e terminará somente no fim do enigma, que estará no terceiro e último livro da trilogia.

Não há mais o que falar sobre Endgame: A Chave do Céu. Você tem altas expectativas e os autores James Frey e Nils Johnson-Shelton conseguem ir além delas. Só uma coisa que acho que foi sacanagem foi acabar o livro daquele jeito sem existir o último livro ainda, agora sofrerei até pelo menos o fim do ano que vem e olhe lá, porque ainda não há previsão de lançamento. Endgame é uma trilogia que, infelizmente, não tem a fama que deveria ter, por conta da ótima qualidade, mas ainda acredito que isso possa mudar. Recomendo para qualquer um que adore um boa distopia, cheia de ação e disputa sem "ligar" muito para a violência envolvida.

site: http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/2016/01/resenha-endgame-chave-do-ceu.html
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Portal JuLund 06/01/2016

Endgame – A Chave do Céu, @intrinseca
Oioioi gente!!! Vim Contar pra vocês como é que tá o segundo livro da trilogia Endgame, publicada pela #parceira Intrínseca, eu já fiz a resenha do primeiro livro e você pode conferir AQUI, se você ainda não leu o primeiro livro pode encontrar alguns spoilers nesta resenha.

O que eu posso dizer pra vocês? Eu esperava muito desse livro, e não me decepcionei. Neste segundo volume da trilogia temos uma visão mais focada, menos jogadores, mais crueldade nos atos, o jogo se torna mais violento, mais intenso.

Leia resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/endgame-chave-do-ceu-intrinseca
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Nat 20/03/2018

Jogadores morreram para conseguir a Chave da Terra, mas ainda existem nove lutanto por sua linhagem. Antes, eles lutavam entre si em busca da mesma coisa. Agora, depois de perdas emocionais e físicas, os jogadores não estão dispostos a parar por nada em busca da Chave do Céu. O jogo agora mudou, pois as pessoas tem conhecimento do que eles estão fazendo e conhecem seus rostos e nomes. Então, além de lutarem entre si pela posse da segunda chave, eles também tem que lidar com outros que conhecem o jogo e não estão dispostos a tornar as coisas mais fáceis. Além disso, ainda tem aqueles que querem parar o Endgame.

O segundo volume da série Endgame não deixa nada a dever para o primeiro. Como a disputa agora mudou, a ação não para e os conflitos emocionais não são menos impactantes (principalmente no que diz respeito ao que fazer com a Chave do Céu). Além do que, não dá para escolher para quem torcer (eu só consegui escolher para quem não torcer) Eu não posso falar muito além disso, porque se não vou acabar dando todos os spoilers que não devo dar, e um livro desse é para ser saboreado. A única coisa contra que tenho a dizer é que, depois que soube que a Intrínseca não vai mais publicar o último livro, isso me desestimulou um pouco. Como, depois de um livro desse, eu vou ficar sem saber quem ganha esse jogo? Ou se alguém consegue finalmente pará-lo? Pois é, me decepcionei com essa.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2018/03/endgame-james-frey-e-nils-johnson.html
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barbara.sperand 27/05/2019

Um livro digno de maratona, mas ainda poderia ter sido melhor
Confesso que iniciei este livro sem muitas expectativas, pois a sinopse dele trás algumas informações que julguei que faria com que o livro se desviasse de sua essência.
Este livro se aprofunda melhor na história dos jogadores que não foram muito falados no anterior, o que é bom para a construção de todos os personagens. Entretanto, eu já tinha os meus favoritos e contava as páginas para que chegasse à parte deles.
Apesar deste possuir mais ação que o primeiro, deixou a desejar em seu final, quando os personagens tomaram atitudes que não eram de sua personalidade, apenas para que gerasse história para um próximo livro...
Mesmo assim ainda merece 4 estrelas, pois até este finalzinho foi muito bem desenvolvida e me prendendo durante horas (e olha que estava há bastante tempo sem encontrar uma literatura que realmente chamasse a minha atenção).
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Gêmeas Sperandi 10/03/2016

No primeiro volume de Endgame conhecemos os 12 jogadores. Agora, em Endgame 2 - A chavé do céu, são 8. Esses jogadores precisam encontrar a próxima chave, a Chave do céu. Só que não vai ser tão simples, porque essa chave é uma menininha, filha de uma das jogadoras. E ela e seu povo farão de tudo para proteger a criança;

Em Endgame 2 - A chavé do céu encontrei a mesma adrenalina que vi no primeiro volume da série. Cada capítulo, novamente narrado em terceira pessoa, conta a situação atual de cada um dos jogadores. Em toda a história percebi o mesmo ritmo - quando algo muito tenso acontece, o capítulo acaba e passa para outro jogador. Desse modo o leitor jamais tem vontade de parar de ler.

Como se não bastasse um jogador querendo matar o outro, agora o mundo inteiro sabe sobre o Endgame, e estão loucos para matar todos os jogadores, numa forma de impedir o fim do mundo.

Novamente os personagens me conquistaram. Sarah e Jago continuam sendo meus favoritos, apesar de, neste volume, Sarah estar bem mais emocionalmente afetada, devido aos acontecimentos no livro 1. Acho muito interessante os autores terem colocado ela nesta posição, mostra o lado mais humano do personagem, em vez da jogadora/assassina que ela deve ser. Além do mais, Jago descobre coisas sobre os antepassados de Sarah, e sabe que em algum momento do jogo deverá matá-la, mesmo estando apaixonado por ela.

Os outros personagens também me surpreenderam. Estão mais frios e calculistas como nunca, como Aisling que se juntou a um grupo especial (um tipo de CIA que tenta descobrir tudo sobre o Endgame) para tentar impedir que o Endgame aconteça. Outro personagem que continua surpreendendo é o An. Ele é muito doentio e bizarro, mas, por outro lado, talvez o jogador mais esperto do Endgame.

Também é muito legal observar como as pessoas reagem ao fim do mundo, e isso nos faz parar para pensar em como nós nos comportaríamos se realmente fosse acabar. Eu não faço ideia do que iria fazer, se caçaria os jogadores ou aproveitaria para fazer todas as coisas que sempre sonhei.

A capa do livro é maravilhosa, a Intrínseca optou por manter a mesma dos EUA. Infelizmente o terceiro livro ainda não foi lançado, e pelo visto vai demorar um pouco até que eu possa descobrir o que acontece na história.

Outro fato é que o jogo também continua para os leitores. O prêmio de $500 mil dólares ainda está valendo para o leitor que conseguir decodificar as mensagens que estão dentro do livro.

site: http://www.gemeasescritoras.com/2016/02/resenha-endgame-2-chave-do-ceu.html
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AndyinhA 28/11/2015

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Estava ansiosa para essa continuação, essa série que mistura Jogos Vorazes com a humanidade nos dias de hoje, aliens que comandam shows, adolescentes que sabem 139563428596 maneiras de matar, pistas estranhas durante o livro que poucos conseguem ver a relação e claro, não se apegue a ninguém, porque todo mundo vai morrer.

É, eu sei, só com a introdução você já ficou cansado ou ansioso e já começou a ler a série. Muito bom! Os autores realmente têm uma trama tão doida/insana que a gente simplesmente precisa saber mais. Mas antes de falar das coisas legais, vou fazer a minha reclamação sobre o livro; os autores começaram a mostrar seus personagens favoritos e isso não foi legal. Porque em muitas situações certos personagens teriam morrido, porque simplesmente a regra do jogo é pegar as Chaves e eliminar as outras linhagens, mas alguns sempre foram poupados e sinceramente isso foi muito chato, porque não foi uma vez, isso aconteceu em vários momentos.

Outro ponto negativo: gente colocar FBI na jogada ou qualquer serviço secreto simplesmente não foi legal e essas partes ficaram xoxas. Dava até desanimo quando chegava nisso, mas agora teremos de engolir essa gente =/

O problema disso é que começa a ficar aquela sensação de que o fulano é ‘imortal’, mesmo que ele seja decapitado ou algo assim, mesmo que ele seja imprudente, ele sairá vivo e sinceramente, é sem noção! E faz a história perder um pouco da graça e credibilidade.

Mas voltando para as coisas boas, neste livro, a segunda Chave precisa ser encontrada e vamos conhecendo um pouco mais de cada uma das linhagens restantes, quem eles eram, o que fizeram no passado e o que de fato pode ser a Chave e qual será o final da humanidade, caso a profecia/jogo seja de fato realizado.

Foi bom conhecer mais da história, no livro anterior teve muita correria ao estilo ‘Carmen Sandiego’, mas aqui, os jogadores restantes mostram um pouco mais quem são eles e suas culturas, começam a entender se o Endgame é algo benéfico ou maligno e qual seu verdadeiro propósito. Os jogadores praticamente se transforaram, alguns positivamente e outros em coisas ruins, mas eles sabem que apenas uma linhagem pode vencer.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2015/11/poison-books-chave-do-ceu-james-frey.html
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gasutono 01/08/2016

AINDATÔSEMPALAVRAS
MEUSDEUSESDETODOOUNIVERSO! Ainda não estou conseguindo acreditar como esse livro é bom. O primeiro livro só pode ser descrito com uma palavra: LACKLUSTER! Eu comprei aquele livro, lindo, cheio de ouro, tava esperando muito dele, e o livro é bem ruinzinho. Quando comprei esse vermelho, lindo, não esperava nada de diferente do primeiro. Várias pessoas que parecem legais correndo por ai, caçando coisas que não fazem sentido caçar. E principalmente aquela Sarah, que menina chata, ela conseguiu deixa o Jago chato. Chiyoko Takeda, a melhor personagem, morreu logo no primeiro livro. Por que eu comprei o segundo mesmo? Não sei. Mas ainda bem que comprei. O autor, ou melhor, os autores, pareciam muito crus na primeira obra. Mas nessa Chave do Céu... UAU. Ainda estou sem palavras pra descrever quantos níveis essa história subiu. Muito obrigado por me deixarem ansioso pelo próximo livro.
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Isabelle 24/07/2016

Endgame: A Chave do Céu
Oi, pessoal. Quanto tempo, não é? Hoje eu vou falar de Endgame, esse livro que está me enlouquecendo. A Chave do Céu, segundo livro da trilogia, começa alguns dias após os acontecimentos no Stonehenge. E Sarah está devastada. Mesmo com todo apoio de Jago (
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