Peter Pan Tem Que Morrer

Peter Pan Tem Que Morrer John Verdon




Resenhas - Peter Pan Tem Que Morrer


40 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Ysa 24/07/2015

Do conto de fadas ao mundo real
Em Peter Pan Tem Que Morrer conhecemos (pra quem começou a série por ele) ou revemos (pra quem já leu os outros livros da série) Dave Gurney :

Figurão detetive de homicídios da cidade grande. Investigações bem sucedidas […]. O sujeito que virou pelo avesso o caso do Bom Pastor e deixou todos os idiotas totalmente sem graça. (Pág.22)

Nesse livro, Dave encontra-se aposentado, com uma vida relativamente tranquila ao lado de sua esposa, Madeleine. O que traz o detetive experiente a ativa é um pedido de Jack Hardwick, velho ‘amigo’ de Dave. Um caso, que aparentemente já foi resolvido, apresenta furos na investigação e tudo leva Jack a crer que o “culpada” do caso, que está presa, é na verdade inocente.

A investigação em questão é o caso Spalter, onde Katherine Spalter é acusada,e até então culpada, pela morte de seu marido, Carl Spalter. Ele foi morto durante o enterro da mãe, atingido por uma bala de fuzil de alta potência e calibre baixo. Assim que foi baleado e caiu, as pessoas achavam que ele estava passando mal ou que havia tropeçado, só depois então foi observado o sangue escorrendo por sua cabeça. Assim que foi atingido Carl ficou paraplégico, chegando a morrer algum tempo depois.

Até então a acusação parece obvia : Katy estava traindo Carl, e contratou alguém para matar o marido com medo de que ele descobrisse. Além do fato de que seu bens iriam todos para Katy, após sua morte. Porém, com uma pesquisa mais aprofundada do caso, Jack descobriu vários furos na investigação, chegando mesmo a dizer uma das frases mais celebres do livro:

Dave,meu garoto, não precisa me convencer de que a teoria é uma bosta. Eu sei que é. Tem mais furos do que o braço de um viciado em heroína. (Pág.46)

Dave e Jack começam a investigar em cima do caso que, segundo a polícia e o mundo, já teve solução. Logo de cara, várias teorias e suspeitos aparecem. Dentre eles Jonah,seu irmão e Alyssa, sua filha. Vários outros crimes são descobertos, e parecem estar todos ligados a morte de Carl. E ao menos dois deles parecem deixar uma mensagem (da forma mais bizarra possível):

“Sem ver, sem ouvir, sem falar. Não ver o mal, não ouvir o mal, não falar o mal.”(Pág.208)

Para quem seria a mensagem e o que queria dizer com ela?

No decorrer da narrativa, mais um suspeito é descoberto e aí que o título do livro começa a fazer mais sentido para o leitor. Um ser de 1,50 (mais ou menos), apelidado de Peter Pan acaba se tornando o maior pesadelo de Dave. Tudo a respeito do suspeito é incerto : não sabem de onde veio, não sabem seu verdadeiro nome, muito menos sabem se é realmente um homem, ou se é uma mulher. A busca por ele trás uma trama intensa, que deixo o leitor maluco pra terminar o livro e saber como a história irá terminar.

E depois de tudo isso, o que posso dizer é que o final não é nada menos que fantástico! Uma das coisas que me da raiva, mas ao mesmo tempo faz com romances policiais sejam o meu gênero favorito, é que o autor está o tempo todo jogando na cara do leitor as provas do que realmente aconteceu e quando o livro acaba o detetive conta toda a verdade, você fica tipo “ESTAVA NA MINHA CARA O TEMPO TODO!”

Uma das coisas que eu amei nesse livro também foram as referencias ao meu querido e amado Sherlock Holmes. Em vários momentos em que Dave usa da dedução para chegar as suas conclusões, Jack o chama de Sherlock, como uma forma de ‘tirar onda’ com método usado pelo amigo.

– Não pretendo perder tempo nenhum.

– Como quiser, Sherlock. (Pág.71)

O livro é realmente muito bom e agora eu estou maluca para ler os três primeiros. Eu não comprei o livro físico, mesmo querendo muito. Li ele em ebook (mesmo odiando haha), mas pretendo comprar o livro mesmo logo logo (Também estou aceitando de presente hahaha).

site: https://heyysa.wordpress.com/2015/07/24/resenha-peter-pan-tem-que-morrer-do-john-verdon/
Hester 14/02/2016minha estante
Gostei da sua resenha. Acabei de ler o terceito livro "Nao brinque com fogo" e acho que já vou engatar este. Gosto muito deste autor. O genero policial é meu favorito, e os deste autor sao demais. Eu nunca consigo imaginar os verdadeiros culpados e imaginar os finais. Sao estórias muito bem elaboradas. O único senao para mim, sao as palavras vulgares, que eu particularmente detesto, mas vemos cada vez mais nos livros atualmente. Fica até parecendo coisa normal. Mas para mim nao será jamais.




Ju Oliveira 09/12/2015

O detetive Gurney está de volta e dessa vez com ainda mais ânsia de solucionar casos estranhos e aparentemente inexplicáveis. Detetive aposentado da Divisão de Homicídios da Polícia de Nova York, ele é convidado esporadicamente para fazer consultoria em casos de homícidios que causam alguma dúvida ou que sejam praticamente impossíveis de serem resolvidos.

Kay Spalter está presa, acusada de atirar no próprio marido. Mas Jack Hardwick, não está convencido da culpa da mulher. Ele acha que ela foi vítima de uma grande armação e agora precisa de ajuda para tentar anular o julgamento. Obviamente, a primeira pessoa que Jack pensa é em seu colega Gurney. Após analisar as pastas do processo, Gurney aceita prestar assessoria neste caso, mas como era de se esperar, ele não se contenta apenas em encontrar irregularidades no processo. Ele agora quer descobrir todos os detalhes do crime.

As divergências entre os novos fatos apurados e os que constam no relatório policial é impressionante. Muitas pessoas que teriam motivos para realmente terem contratado um atirador para acabar com a vida de Carl Spalter, nem sequer se tornaram suspeitas na investigação. Durante essas investigações aprofundadas no caso, Gurney acaba chegando a um suspeito inusitado. Uma pessoa com estatura de uma criança, não se consegue definir exatamente se é homem ou mulher, apelidado de Peter Pan. Conhecido no mundo do crime por sua crueldade e impiedade.

Peter Pan tem que morrer é o terceiro livro do autor John Verdon que leio. A narrativa tem seus altos e baixos, com momentos de ritmo intenso e outros quase se arrastando. Adoro o jeito como o detetive Gurney vai se afundando na investigação e só consegue submergir quando desvenda todos os mistérios. A trama em si é muito boa e me fez focar em um único culpado, o que mostrou que no fim eu estava completamente errada. O personagem Peter Pan é incrível, sua história de vida e seus métodos de extermínio são únicos. Uma das cenas de perseguição deste livro é fantástica, de perder o fôlego!

Para citar um defeito em todos os livro do autor que li, é o modo como o autor explora o lado pessoal do personagem. Na verdade eu gosto muito do jeito sisudo e direto do detetive Gurney, o que eu não suporto é a esposa dele, Madeleine. Ela é extremamente chata e irritante, boazinha demais pro meu gosto, isso me irrita profundamente. Chega até ser divertido ver ele se irritando com ela, mas fingindo que está tudo bem.

Enfim, é um livro policial muito bom, com um vilão inesquecível e com uma cena em um parque de diversões digna de Stephen King. Este é o quarto livro da série do detetive Dave Gurney, todos são histórias independentes, mas que trazem um gancho do livro anterior. Por isso recomendo que leia-os na ordem correta. Eu só não li “Não brinque com fogo” e senti algum desconforto por em alguns momentos não saber do que estavam falando. Mas nada muito relevante que pudesse interferir no decorrer da história. Indico para fãs de Thriller Policial. Leiam!

site: http://juoliveira.com/cantinho/
Andarilha Literária 09/12/2015minha estante
Olha, pela sua Resenha eu vou ler esse livro! rs




Letícia 02/08/2015

Cinco estrelas é pouco

Se você gosta de suspense e ótimas investigações policiais, esse é o livro certo para sua próxima leitura. Entrar na mente de David Gurney e mergulhar num emaranhado de crimes e assassinatos que num primeiro momento parecem totalmente desconexos é apenas um dos pontos altos do livro.

Eu nunca tinha lido nada do John Verdon, já tinha ouvido falar e ele estava na minha lista de leituras futuras, mas quando vi a capa e o título do livro, pensei: “Não posso adiar mais”. E eu não poderia ter feito uma escolha melhor, gostei muito da escrita do Verdon, como uma #HarlanLover amo livros policiais, e Verdon proporciona no livro uma abertura para criamos nossas próprias opiniões sobre o caso e para pensarmos junto com David qual será o próximo passo. Achei muito interessante cada capítulo do livro ter um título, e aquela mentira que contamos para nós mesmos: “Só mais um capítulo”, ganha um novo patamar quando eles têm títulos, já que dão um gostinho do que podemos esperar e vontade de avançar mais na leitura. Um ponto extremamente relevante para mim é o tamanho do capítulo, alguns livros tem capítulos longos demais e eu sou aquele tipo de leitora que gosta de parar de ler sempre no início do próximo capítulo e fiquei muito feliz por todos os capítulos terem o tamanho certo, alguns maiores outros menores, mas nenhum longo demais e por fim na parte estrutural do livro, ele é dividido em quatro partes grandes, como se fossem capítulos maiores juntando outros capítulos, eu acho essa estratégia muito válida, porque faz com que fiquemos mais animados pelo que vem pela frente e também ansiosos.

Como já falei anteriormente, esse foi meu primeiro livro do Verdon, então não conhecia o personagem principal, o detetive David Gurney. No início do livro ele é apresentado como um detetive aposentado do alto escalão da polícia de Nova York se aposentou depois de um grande caso, o do Bom Pastor, que ele cita durante todo o livro (e, claro fui pesquisar sobre e o caso do Bom Pastor está no livro: “Não Brinque Com o Fogo", lançado em 2013, pela Arqueiro e sim irei lê-lo), agora ele vive com sua esposa numa área rural e sua principal preocupação deveria ser cuidar de galinhas e do seu quintal, mas ele não consegue desligar sua mente e em todo momento fica se questionando sobre, por exemplo, se uma rocha na colina em frente a sua casa não seria uma ótima posição para um atirador.

Quando seu amigo, também policial, Jack Hardwick, chega a sua casa com uma proposta para que Gurney o ajude a libertar Kay Spalter, que estava presa pelo assassinato de seu marido Carl Sparter, segundo Jack injustamente. Gurney fica em dúvida sobre ajudar ou não, mas uma dívida que ele tinha com Hardwick, pois no passado ele havia se prejudicado para ajudar Gurney na resolução de um caso, pesa e Gurney resolve pelo menos dar uma olhada no caso.

Logo no início podemos perceber que Gurney é muito racional, a situação pode ser muito complexa, tensa ou perigosa, mas ele fica calmo, para e pensa em qual será seu próximo passo. Enquanto eu ficava bem nervosa em algumas situações, pensava: “Vai acontecer alguma coisa”, “Ele vai morrer” ou “Algum personagem legal vai morrer”, Gurney estava lá tranquilo e pensando: “Tudo tem uma explicação lógica, só preciso desvendá-la”:

“O resumo da ópera era o seguinte: por mais que racionalizasse e contemporizasse, não conseguia dar as costas a um desafio como o caso Spalter, assim como um alcoólatra não conseguiria se afastar de um martíni depois do primeiro gole.”

Mas quanto mais Gurney investiga, mais parece estar tudo errado. Nenhum dos fatos utilizados para incriminar Kay fazem sentido. Gurney e Hardwick chegam a um impasse, enquanto o primeiro quer encontrar a verdade, o verdadeiro assassino, o segundo quer apenas provar que o julgamento de Kay foi totalmente equivocado e que um policial corrupto tinha um intenso envolvimento no caso, mas Gurney e sua mente brilhante não conseguem se afastar de uma boa investigação. Manter sua mente em funcionamento é uma necessidade para Gurney, para ele cuidar de galinhas não basta.

Gurney mergulha então em sua própria investigação, em fatos, na caça de suspeitos e ao mesmo tempo em que parece que nada faz sentido, mais perto da verdade ele está chegando. E o inevitável parece ser a única solução: colocar sua própria vida em risco mais uma vez, mas dessa vez o mal assume uma forma inusitada, impossível de definir, mas que é totalmente letal, Peter Pan, levará Gurney ao lado mais sombrio que ele poderia chegar e nesse caminho muita destruição será a única saída.

Quando a sua vida está em risco e até mesmo a vida daqueles que ele mais ama, Gurney se questiona sobre fatos de seu passado que podem estar influenciando suas ações, mas nada faz com que ele pare e tudo faz com que o leitor queria ler mais e mais, para descobrir as respostas e as 398 páginas passam voando.

site: http://myronbolitarloversbr.blogspot.com.br/2015/08/resenha-da-semana-peter-pan-tem-que.html
comentários(0)comente



PorEssasPáginas 03/08/2015

Resenha: Peter Pan tem que morrer - Por Essas Páginas
Esse não foi o primeiro livro de John Verdon que li. Da mesma série do detetive David Gurney, também li Não Brinque com Fogo, que foi um livro bom, mas que não me conquistou a fundo. Nunca mais pensei no autor ou na série até ver… esse título. Confesso, foi um livro que me atraiu, primeiro, pelo título, depois, pela capa. Fui ler a sinopse e pronto, estava feito, eu queria ler. Mais uma chance para John Verdon e David Gurney e devo dizer: não me decepcionei. Esse livro conseguiu fazer o que seu antecessor não fez: me conquistar por completo e, até mesmo, me tocar.

Peter Pan tem que morrer é a continuação do já citado Não Brinque com Fogo, mas, como a maioria dos romances policiais, é um livro que pode ser lido independente da série. Há citações e ganchos que fazem mais sentido lendo os demais livros, mas a trama funciona sozinha, o que é ótimo para quem quer apenas ler um bom policial, sem compromisso com a série. No livro anterior tive problemas no início, com uma leitura um pouco arrastada, mas fico feliz em dizer que isso não ocorreu nesse novo livro: desde o começo a trama é interessante e logo somos apresentados ao caso, que impacta à primeira vista: o debochado e grosseiro (e hilário) Jack Hardwick, antigo parceiro de Gurney, saiu da polícia por conta de algumas armações contra ele e agora quer se vingar fazendo a apelação de um caso famoso, no qual a esposa de um ricaço figurão político foi condenada por seu assassinato (mas, antes, o cara passou por maus bocados, vivendo como vegetal após levar um tiro na cabeça). Mas, claro, para David Gurney não é uma questão de apenas reverter o processo, mas, sim, encontrar o verdadeiro assassino.

“Poucos comportamentos de outras pessoas são tão irritantes quanto aqueles que mostram nossas falhas de um modo pouco atraente.” Página 72

A narrativa de John Verdon continua consistente como antes; a trama é inteligente, ainda mais que o livro anterior, trazendo um hábil jogo perigoso entre caça e caçador, no qual você nunca sabe de que lado está. Gostei muito do fato de que, apesar de sabermos desde o começo quem realmente disparou o gatilho (só lendo a sinopse e olhando para capa se percebe isso), passamos o livro inteiro sedentos para descobrir quem realmente foi o mandante do atentado, e pode ser qualquer um, até mesmo a tal viúva que Hardwick tenta inocentar. É isso que deixa Gurney maluco, atrás de respostas em um dos casos mais difíceis e perigosos de sua carreira. E o desfecho é tão surpreendente que acredito que seja impossível adivinhar – e adorei ser surpreendida.

Mas algo que me agradou ainda mais nessa obra foi descobrir que David Gurney também é humano. Senti muita falta disso no livro anterior, e agora tivemos um pouco mais de envolvimento com a história dele, seus sentimentos, sua família, e até mesmo alguns momentos tocantes e um que trouxe lágrimas aos meus olhos. A explicação de porque Gurney se distanciou do filho Kyle (que continua um personagem muito interessante); porque o detetive, mesmo aposentado, continua se expondo ao perigo… tudo isso teve uma ótima explicação, o que humanizou o personagem e nos deixou ainda mais próximos dele. A torcida não foi apenas pela descoberta e captura do assassino, mas sim pelo próprio Gurney, por sua redenção. Madeleine, sua esposa, continua sendo ferramenta chave no livro e foi ainda mais importante nessa obra, uma personagem fascinante, o que me deixa bastante feliz, porque em alguns livros os (as) companheiros (as) dos policiais parecem meros espectadores e/ou vítimas, e isso não acontece com a esposa de Gurney, que realmente tem momentos brilhantes no livro.

“Você tem uma esposa. Que direito você tem de arriscar a vida do marido dela? Você tem um filho. Que direito você tem de arriscar a vida do pai dele?” Página 235

A edição da Arqueiro está ótima: uma capa instigante, papel e diagramação confortáveis (o papel dos livros da Arqueiro é um dos meus preferidos, na grossura certa para tornar a experiência de virar as páginas deliciosa). Encontrei alguns probleminhas de revisão incômodos, mas a trama estava tão boa que foram ignoradas no decorrer da leitura.

Tudo isso é coroado por um vilão fantástico e bizarro: Peter Pan, que chegou a me dar arrepios – especialmente por esse apelido notório, que tem um grande significado na história. O autor apenas de uma leve escorregada no final, com algumas sequências de ação um pouco confusas, mas o desfecho foi tão brilhante que mais uma vez ignorei o pequeno incômodo. Denso e inteligente, Peter Pan tem que morrer é uma leitura intensa, extremamente recomendada para fãs da boa literatura policial, com um desfecho impressionante e muita humanidade em seus personagens.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-peter-pan-tem-que-morrer
comentários(0)comente



Alyninha 30/08/2015

Hoje trago para vocês um livro que infelizmente não me agradou muito.
Eu tinha grandes expectativas em relação a Peter Pan Tem Que Morrer, pois adoro o John Verdon, acho a escrita dele deliciosa e seu protagonista, o detetive Gurney, sensacional, mas nesse volume o autor errou a mão e acabou sendo apenas mediano em algo no qual ele geralmente é incrível. Então deixo claro que não é que o livro seja ruim, mas ele não é tão bom quanto os anteriores do Verdon.

A princípio achei que haveria uma trama bem complexa, com várias história interligadas, como o autor costuma fazer, mas nesse livro a trama segue apenas uma linha de raciocínio, o que deixou o livro um pouco mais fácil, porém meno emocionante.
Apesar do pano de fundo ser muito interessante, o desenvolvimento da história em si não correu muito bem. Mesmo ficando curiosa a respeito do crime, eu me vi arrastando a leitura em muitas partes e confesso que isso se deve ao fato principalmente do autor ter se estendido em momentos que não eram relevantes para a trama. Confesso que as partes sobre a vida pessoal do detetive Gurney me irritaram muito.
Eu até gosto quando o autor desenvolve a vida pessoal do detetive, acho isso de extrema importância em um romance policial, pois com isso a gente cria uma conexão, um laço mais forte não só com o profissional, mas com a pessoa em si. Porém as partes abordadas aqui eram insignificantes, os diálogos de Gurney com a esposa eram chatos e cansativos, aliás Madeline, a esposa de Gurney, é muuuuuuiito chata, e isso me cansou e fez com que eu tirasse vários pontos na hora de avaliar o livro. Sério, que mulher irritante e cansativa.

A escrita do autor continua ótimas, mas foi sua forma de levar os acontecimentos que eu não gostei, prefiro seus livros anteriores. O desfecho foi um pouco previsível, mas eu gostei bastante da forma como a história se encerrou, acho que o autor foi bem coerente.

Embora a história tenha me aborrecido, eu ainda recomendo muito a leitura dos livros anteriores do Verdon se você gosta de romance policial, pois o autor tem uma genialidade incrível e seus enredos tomam grandes proporções e tornam suas histórias algo fantástico e memorável.

Espero que seu próximo livro traga um vilão bem inteligente e um enredo bem engenhoso para que o detetive Gurneynvolte a brilhar, afinal Dave é um protagonista e tanto e Verdon já tem meu coração, mesmo que não tenhamos nos entendido muito bem dessa vez. Apesar de tudo é um livro que vale principalmente pelo protagonista.

site: http://alinenerd.blogspot.com.br/2015/08/peter-pan-tem-que-morrer-john-verdon-ed.html
comentários(0)comente



Mayla Viviani 11/01/2016

Desde sua aposentadoria, o detetive Dave Gurney vive uma vida tranquila com sua esposa Madeleine no interior de Nova York, tranquilidade essa que logo é interrompida por um telefonema de seu ex-colega de trabalho Jack Hardwick.
Hardwick pede auxílio a Gurney para investigar o assassinato de Carl Spalter. O julgamento do caso sentenciou a ex-mulher de Spalter, Kay Spalter, como culpada do crime. Hardwick acredita que Kay é inocente, que quem realmente cometeu o crime armou para que Kay fosse presa.
Assim que Gurney começa a investigação ele encontra sérias irregularidades, uma série de fatos que foram deixados de lado. Descobre várias pessoas que teriam motivos para acabar com a vida de Spalter, pessoas que deveriam ter sido consideradas suspeitas no caso. Entre esses suspeitos estão o irmão e a filha de Spalter.

"Há uma coisa interessante com os olhos, pensou Gurney. Eles contêm e refletem, mesmo com o esforço de esconder, o resumo emocional de tudo o que já viram."

Conforme Gurney vai adentrando na investigação do caso muitas revelações são apresentadas e muitas hipóteses são formuladas. Gurney descobre novos assassinatos relacionados ao caso.
Gurney acaba chegando a um suspeito inusitado, um assassino profissional com aparência de criança apelidado de Peter Pan. O desafio de Gurney é descobrir quem contratou Peter Pan e o porque ele ainda continua matando.

"- Esse caminho me parece escorregadio, pessoal. Leva à responsabilidade zero, não é? Primeiro era "Satã me levou a fazer isso?". Depois foi "Minha infância com privações me levou a fazer isso." Agora temos esta novidade: "Meu tumor me obrigou a fazer isso." Quando essas desculpas vão parar?"

Gurney se vê de frente com o perigo, ele terá de ser rápido, antes que Peter Pan o encontre. Além disto Gurney terá de lutar contra uma triste tragédia que assombra seu passado.

"Aqui vai: suponha que você tenha que escolher. Você preferiria ser um assassino... Ou a vítima?"

Peter Pan Tem Que Morrer é o primeiro livro que leio de John Verdon, embora este seja o quarto livro da série do personagem Dave Gurney. O livro é narrado em terceira pessoa, sendo um thriller de suspense policial.
Embora goste deste gênero não gostei tanto da leitura, o início e o fim são bons, mas o desenrolar da história é arrastado e lento, por diversas vezes deixei o livro de lado. Há muitas cenas desnecessárias, que só deixaram a leitura cansativa.
No entanto o livro não têm apenas pontos negativos, há também pontos positivos, como por exemplo a solução do caso, foi inesperada e genial.
As cenas de suspense embora poucas também são muito bem escritas e nos deixam com aquela vontade de descobrir logo a solução do crime.
O personagem Peter Pan criado por John Verdon é extraordinário, as motivações de Peter Pan, a história de seu passado, tudo foi criado de uma forma primorosa.
A diagramação do livro está muito boa, a fonte possui um tamanho confortável para a leitura. Percebi alguns erros de concordância e algumas palavras escritas erradas, mas nada que prejudique o entendimento da história.
Se você gosta do gênero vai gostar da obra, embora eu acredite que ela não se tornará sua favorita, para quem não gosta muito do gênero acredito que a leitura não será tão prazerosa, mas recomendo a obra, pois embora o desenrolar da história seja um pouco maçante, o fim é ótimo.

site: http://www.tudoquemotiva.com/2016/01/peter-pan-tem-que-morrer-john-verdon.html *** http://www.aartedeescrever.com/2016/05/18/peter-pan-tem-que-morrer-john-verdon/
comentários(0)comente



Hester 07/01/2017

Mais um livro eletrizante. Adoro este autor e amei os quatro livros dele que li. Acho que os únicos editados no Brasil. Fui sendo puxada devagarzinho para o enredo e depois nao consegui largar. Espero que editem outros do autor.
comentários(0)comente



Gustavo 02/05/2016

Boa leitura
Mais uma historinha intrigante de David Gurney, livro bom de se ler, que te prende, dá vontade de descobrir tudo. Mas o ruim de se ler muito de um mesmo autor, principalmente quando se trata de um mesmo personagem, é que se o autor não inovar, as histórias acabam caindo na mesmice. Nada de surpreendente acontece, nada ousado, no final o detetive descobre tudo novamente com um insight, e continua com sua esposa chata que nenhum leitor deve entender o motivo dele ainda continuar com ela, quando é óbvio que ele não a suporta tanto quanto nós.
Adriana_Lis 07/09/2016minha estante
Qual você achou melhor dele?


Gustavo 08/09/2016minha estante
"Eu sei o que você esta pensando", disparadamente


Adriana_Lis 08/09/2016minha estante
Disparadamente é a palavra que resume mesmo. E gostei também do Feche bem os olhos. Os outros dois achei fraco.




C. Aguiar 31/12/2015

Durante o enterro de sua mãe um empresário rico sofre um atentado contra sua vida. A bala destrói boa parte do seu cérebro fazendo com que o homem fique em estado vegetativo e as suspeitas caem sobre sua infiel esposa. Katy Spalder é a única beneficiária e as evidências apontam para ela, mas será que foi ela quem cometeu esse terrível crime?

Katy foi vista saindo do local dos disparos e mesmo que várias coisas apontem para ela existem vários furos na história que fazem essa teoria muito suspeita. Com os investigadores certos e as provas necessárias o caso pode ser revertido. É nesse cenário que Hardwick procura Dave para ajudá-lo a provar que tem algo errado na história e que o caso pode ser revertido.

Dave é um detetive aposentado, mas ainda sim é muito bom no que faz, e vendo que o caso está cheio de furos ele decide entrar na situação e descobrir a verdade. Cada capítulo que passa, o personagem vai se aprofundando cada dia mais nesse mistério e as coisas nem sempre são o que parecem. Pelo visto terá muito pela frente até que tudo seja resolvido.

Nesse cenário cheio de mistério que eu me vi completamente perdida. Não consegui me apegar a leitura, os personagens não me chamaram tanto a atenção quanto eu gostaria e quando vi não conseguia ler uma página sequer do livro sem ficar com tédio.
A leitura foi completamente arrastada!

Romance policial não é um dos meus gêneros favoritos, mas uma vez ou outra eu leio e acabo descobrindo vários livros interessantes, porém não foi o caso com essa obra.
Eu fiquei atraída pela sinopse e a capa em si me deixou bem curiosa, mas o tédio durante a leitura foi tão grande que não consegui terminar o livro.

É bastante raro uma resenha de abandono literário, pois eu não gosto de abandonar livros, mas como não consegui me envolver com absolutamente nada na leitura eu acabei desistindo a muito contra gosto. Porém verdade seja dita, eu estava há alguns meses tentando a leitura e não saia muito coisa a não ser poucas páginas lidas ao dia. Não consegui chegar nem a metade do livro.

De qualquer forma, apesar de não ter funcionado para mim, o livro pode ser uma boa leitura.
A diagramação está boa e não me recordo de achar erro até onde eu li.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
comentários(0)comente



Yasmin 28/09/2015

Não ver o mal, não ouvir o mal, não falar o mal
Peter Pan Tem Que Morrer, quarto volume da saga do David Gurney de John Verdon, é mais um capítulo investigativo desse mundo suspense/policial. A diferença que nesse, John Verdon tenta seguir a mesma linha de pensamento dos outros três, mas acaba por seguir um caminho mais calmo e simples, perdendo um pouco do grande fator que diferenciava a estória do David Gurney dos outros romances policiais quaisquer.
David Gurney é um detetive aposentado do departamento de polícia de Nova York, ele passou a vida resolvendo os maiores casos do departamento e se aposentou depois de um caso um tanto traumático do "Papai Noel satânico", que infelizmente John Verdon nunca ousou focar totalmente nele. Nosso detetive é uma espécie de dr. House da polícia e que aparentemente não sabe o significado da palavra aposentadoria, desde a tal já resolveu três grandes casos, incluindo o último de grande âmbito do "Bom Pastor" e agora volta para recomeçar as investigações do caso Spalter como um favor pessoal ao seu velho amigo Jack Hardwick .
John Verdon segue uma linha padrão de policiais, com o protagonista totalmente empenhado no trabalho e com um vida social conturbada onde o trabalho entra em conflito com seu casamento e a relação com seu filho mais velho, mas o que realmente sempre diferenciou os casos de Gurney foram as situações completamente impensáveis e impossíveis, que envolvem o leitor num ambiente fantástico e fascinante.
Mas, neste volume, Verdon resolveu trocar o modus operandi genial até então, ele segue até um certo ponto o esquema do mistério complexo e questões perturbadoras, mostrando um potencial interessante, mas depois disso ele simplesmente nos entrega o caso, sem um reviravolta ou sem múltiplas opções, simples assim, por um certo ponto ele investe mais na caça do culpado do que no mistério, mas perde a parte fascinante, e é claro ainda temos David Gurney quase se matando, de novo.
Enfim, Peter Pan Tem Que Morrer é mais um romance policial padrão junto com os outros no mercado do que uma continuação da saga, ainda se destaca mas definitivamente é o mais fraco dos quatro, assim nem consegue se colocar na possibilidade de tentar superar o primeiro volume que simplesmente encontrou a perfeição, e provável que nenhum jamais conseguirá. Assim depois de ler os três primeiros não colocaria a mesma expectativa nesse, pode ser apenas um modo diferente de interceptação de John Verdon ou ele apenas já alcançou seu auge.
Lilhy 30/10/2015minha estante
Quer ganhar o livro O hobbit ou Objetos cortantes?Basta participar do blog como resenhista convidado
?Regras
? Seguir o blog e o ig
? Curtir a pagina do face
? Fazer uma resenha sobre qualquer livro que deseja, desde que ainda não tenha sido publicada no blog, resenha coerente ao livro e sem spoiler
? Residir em território brasileiro
? Será publicada 2 resenhas por mês, uma a cada 15 dias
? A resenha mais visualizada e comentada o resenhista ganhara um livro
? O resultado sai dia 01/12/15
? O ganhador terá 48hs para entrar em contato com o blog
? Cada resenhista terá 15 dias para bombar sua resenha e acumular visualizações e comentários.
Qualquer duvida entre em contato comigo




Fagner 30/01/2017

O que achei - Peter Pan tem que Morrer
Mais vídeo galera!!!

site: http://livrosetudomaisquegosto.blogspot.com.br/2017/01/peter-pan-tem-que-morrer-o-que-achei.html
comentários(0)comente



Silvana 06/08/2016

Depois de 25 anos servindo no Departamento de Polícia de Nova York, Dave Gurney resolveu se aposentar e aproveitar um pouco da vida junto de sua esposa Madeleine. Mas seu sossego parece que não vai durar muito. Seu amigo Jack Hardwick, vem procurá-lo porque precisa de sua ajuda em um caso. E ele não pode nem recusar, porque deve um favor a Jack, já que um dos motivos de Jack perder o emprego, foi ter ajudado Dave em um caso. E agora Jack está abrindo uma firma de detetives particulares e para conseguir seu primeiro caso, ele precisa usar o nome de Dave para atrair a cliente. A cliente em questão, foi condenada por matar o marido. Mas Jack tem certeza de que armaram para ela, e ela é inocente.

Mas como Dave sabe que Jack quer se vingar do sistema, não confia somente na palavra dele e antes de aceitar ajudar, ele quer estudar o caso. Ele começa a assistir as gravações do julgamento. No começo, a acusação era de tentativa de homicídio, porque Carl Spalter, que havia decidido se candidatar a governador, havia levado um tiro e estava vivendo praticamente através de aparelhos, mas ele morreu durante o julgamento e sua esposa Kay foi condenada por assassinato. E depois de se envolver no caso, Dave sabe que não pode mais parar até descobrir a verdade. Ele pode ter entrado nisso para pagar um favor, mas depois de ver uma foto de Carl com uma certa expressão no rosto e de ter conhecido Kay, ele sabe que vai ter que descobrir o que realmente aconteceu.

E as coisas são muito maiores do que as apresentadas no julgamento. Carl que iria se candidatar com um slogan contra os mafiosos, estava envolvido com eles. Tem também as motivações do investigador-chefe do caso Spalter, Mick Klempler, que estava dormindo com a filha da vítima, que no caso da condenação de Kay, é a herdeira direta. Tem o irmão de Carl, Jonah que vai ficar responsável pelos negócios da família. E analisando a cena do crime, Dave tem certeza de que ele não foi cometido da forma como disseram que foi. É praticamente impossível o crime ter sido cometido no local onde encontraram a arma do crime. E ainda surge em cena, uma pessoa que eles não sabem se é um homem ou se é uma mulher, só que é de estatura pequena e que atende pelo apelido de Peter Pan. E Carl pode não ter sido a única vítima.

Esse é mais um daqueles livros de séries que acompanham a vida de um personagem, no caso do Dave, mas que podem ser lidos fora de ordem, porque os casos tem começo meio e fim. O livro é dividido em quatro partes. Na primeira temos a apresentação do caso, na segunda conhecemos o assassino, na terceira parte temos uma visão da maldade que o ser humano é capaz, e na quarta temos o desfecho do caso. Eu nunca tinha lido nada do autor até agora, mas já tinha lido ótimas resenhas dos livros dele. E digo que gostei e vou ler outros livros dele. O livro é ótimo e só tenho um ponto negativo para abordar que foi o excesso de descrições utilizadas ao longo da história. Principalmente quando a cena é a casa em que eles estão vivendo. Eu queria saber dos fatos, não que ele descrevesse a aparência da propriedade cada vez que estava lá.

Mas fora isso, o livro é espetacular. Dos livros policiais que tenho lido, achei esse um pouco mais forte que os outros. Pode ser só esse em questão, por causa do assassino, mas creio que tem gente que vai achar um pouco forte. O assassino já é revelado logo no começo, mas o mistério é descobrir quem contratou ele e como as coisas realmente aconteceram. E além do foco no caso, temos também um foco na vida do detetive. E esse é um dos pontos do porque não gosto de ler livros de séries fora da sequencia. Ele está em um certo estado psicológico que vem dos livros anteriores e isso chega a interferir na história, mas como não li os outros não sei o que aconteceu. Mas dá para ser lido e apreciado mesmo assim.

Falando no Gurney, ele é um dos pontos fortes no livro. Adorei acompanhar seu raciocínio ao longo da história. Ele é o tipo de detetive que quer saber todos os detalhes do crime, o culpado não é seu foco, e sim montar o grande quebra cabeça que está a sua disposição. Eu amo o Poirot, mas Gurney ganhou um lugar especial no meu top de detetives. E o final? Fiquei de cara com a elucidação do caso. Todas as peças se encaixaram e as explicações foram coerentes. Não fiquei com nenhuma dúvida a respeito de nada. Sem dúvida vou ler outros livros do autor. A edição está muito bem feita e só tenho que mais uma vez elogiar a Arqueiro pelo capricho e cuidado na hora de publicar seus livros. recomendo com certeza para quem gosta do gênero.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2016/07/resenha-peter-pan-tem-que-morrer-john_19.html
comentários(0)comente



Escritora por um Acaso 25/02/2016

Peter Pan tem que morrer conta a história da investigação de um caso de assassinato que os dois detetives David Gurney e Jack Hardwick acreditam ter ocorrido de uma forma diferente da descrita pelo detetive responsável pelo caso.
David Gurney é aposentado, mas, por ser fascinado por casos de homicídio e quebras cabeças difíceis de serem solucionados, logo concorda em fazer parte desse caso e desmembrar cada situação ocorrida.

"Se Gurney fosse o tipo de homem que acreditava em presságios, talvez considerasse a imagem despedaçada um sinal da destruição que viria."

Quanto mais evidências descobre, mais complexas ficam as coisas. Ele se vê andando em círculos, sem sair do lugar.
Ele tem uma esposa adorável chamada Madeleine que não acha certo a forma como Gurney entra de cabeça nos casos.
Nesse livro, é possível acompanhar a busca interminável por pistas e evidências.

"Mas havia possibilidades de mais. Cruzamentos de mais."

Achei o livro muito interessante, pois nunca havia lido um livro policial ou de investigações.
É impressionante como as coisas se encaixam e fazem total sentido.
Gostei muito do livro e não posso classificá-lo com menos de cinco estrelinhas.
Achei brilhante e genial! É o primeiro livro que leio do John Verdon e já irei procurar por outros títulos do autor.

site: http://escritoraporumacaso.blogspot.com.br/2016/01/resenha-peter-pan-tem-que-morrer.html
comentários(0)comente



Vitória 11/12/2016

Inacreditável
Um homem pequeno com habilidades inacreditável, um homenzinho capaz de matar uma família inteira por um pequeno aborrecimento. Peter Pan é um adulto irreconhecível aos olhos humanos.
Ao se aposentar do Departamento de Polícia de Nova York o detetive David Gurney continua a colocar em pratica o que aprendeu durante toda sua vida, porém, todos os casos que ele acaba aceitando sempre vem com enigmas que não foram decifrados ou casos mãos resolvidos, um exemplo é o seu ultimo caso o Bom Pastor que fez com que Devid ficasse reconhecido por todos. Cento dia Gurney acaba recebendo uma ligação do seu amigo Jack Hardwick um policial grosseirão e debochado que não esconde seu desprezo pelas autoridades que lhe liga pedindo ajuda para resolver um caso mal resolvido.

O caso a ser resolvido é dos Spalter é um caso que envolve vários suspeitos da mesma família, porém as únicas vitimas é a Mary Spalter a mãe de Carl, o candidato ao governo do estado Carl Spalter que foi morto durante o enterro de sua mãe e Kay Spalter que está cumprindo pena por ter atirado no seu marido Carl, entretanto para Jack, o julgamento de Kay teve provas armadas para que ela fosse presa no lugar do verdadeiro assassino.

Durante a investigação dos dois amigos, novos suspeitos perigosos começão aparecer, suspeitos que revelam pistas do caso que além de ajudar complica tudo que eles já descobriram, a sorte é que David gosta bastante de casos complicados e é assim que ele acaba descobrindo que esses caras perigosos estão ligados ao falecido Carl Spalter (....)

Caso queiram terminar de ler essa resenha clique no link abaixo.
http://www.lapisliterario.com/single-post/2016/09/17/Dica-de-livro-Peter-Pan-tem-que-Morrer
comentários(0)comente



Daniel Moraes 22/11/2015

Peter Pan Tem Que Morrer
Ganhei o livro Peter Pan Tem Que Morrer em uma promoção no Twitter, do Skoob e da Editora Arqueiro e fiquei super feliz pois, não imaginava que poderia eu seria o premiado! Adorei!

A capa deste livro é super inteligente e instiga o leitor a querer iniciar a leitura logo que o tem em mãos. E foi justamente o que fiz. Inicialmente eu tinha grandes expectativas em relação a este livro, porém, achei um tanto quanto fraco em relação à outros que li com o mesmo gênero.

O detetive aposentado Dave Gurney é chamado para determinar a culpa a inocência de uma mulher condenada pela morte do próprio marido. Seu único papel era mostrar que houve erro na investigação e que a condenação deveria ser anulada, mas Gurney não quer apenas a anulação do julgamento, ele precisa descobrir a verdade sobre o crime.

Sendo assim, Guney batalha contra um investigador que por sinal é corrupto, um chefe da máfia, uma sedutora jovem, o irmão que é... uma cara bom, diga-se de passagem, bom demais, do falecido e um assassino estranho que tem os traços de uma criança... sendo então conhecido como Peter Pan.

Li e fiquei esperando o elemento surpresa, que tem, óbvio, mas a história em si ficou bem lenta e carregada onde o envolvimento com os personagens arrastou demais. Entendo que em alguns casos se faz necessário uma certa lentidão para deixar a trama mais atrativa, porém, acredito que faltou uma certa emoção envolto na história.

A curiosidade por descobrir a respeito do crime é evidente, mas em muitas partes me vi arrastando a leitura e o envolvimento com a vida pessoal do detetive Dave Gurney, por se tratar demasiadamente, achei desnecessário e ficou com aspeto de preenchimento de assuntos irrelevantes.

O autor John Vernon escreve muito bem, sua escrita prende o leitor, para descobrir o desfecho do livro, mesmo sendo previsível. Acredito que muita gente vai gostar deste livro, mesmo eu não tendo gostado tanto assim. Leiam e vejam se terão a mesma visão que a minha.

Ainda não li os demais livros de John Verdon que trata do mesmo gênero; policial e espero poder ler para retirar essa impressão que tive dos livros deste renomado escritor americano.

site: http://www.irmaoslivreiros.com/2015/11/peter-pan-tem-que-morrer.html
comentários(0)comente



40 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3