Uma Jornada No Inverno

Uma Jornada No Inverno Toby Clements




Resenhas - Kingmaker: Uma Jornada no Inverno


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Paulera 19/07/2020

Se gosta de batalhas bem detalhadas, esse é seu livro
Claro que não acontecem batalhas o tempo todo, deixando a narrativa arrastada e repetitiva. Mas quando acontecem, você não quer que a batalha acabe, ao mesmo tempo que torce para que o herói atinja seu objetivo logo.

Gostei muito da ideia de usar o tempo verbal presente para narrar a história. São poucos os romances que encontrei assim.

E por fim foi bom ter conhecido mais sobre a Guerra das Rosas, evento que não conhecia praticamente nada.
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Nicolas 30/07/2015

Bom livro, li apenas um livro de Cornwell, O Rei do Inverno, achei a narrativa muito semelhante, porém preferi Kingmaker, além do plano de fundo ser muito bem retratado, os personagens principais, Thomas e Katherine são bem criados, reais e envolventes. Ambos são personagens emocionantes e apaixonantes, e portanto, estou muito ansioso para o segundo volume da série.
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Claudia 05/09/2015

Gostei mas não foi como Pilares da Terra, A Catedral do Mar ou Papisa Joana.... faltou mais envolvimentos pessoais, e tem cenas de batalhas demais, demais...cansa... mas retrata bem aquela época bárbara chamada Idade Média. Faltou suspense, aquilo que faz não querer largar. Bom, com umas 150 ou 200 págs. a menos teria ficado melhor.
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Cheiro de Livro 17/04/2017

Kingmaker – Uma Jornada no Inverno
Adoro um romance histórico, ainda mais se envolver realezas e suas guerras. “Kingmaker – Jornada no Inverno” de Toby Clements e tradução de Geni Hirata promete exatamente isso e entrega algo um pouco diferente. Se você espera um livro sobre todas as tramas palacianas, as articulações políticas e tudo mais que envolve a corte, esse não é o livro. Aqui a guerra e as decisões de reis e nobres são vividas pelas pessoas comuns.

A trilogia Kingmaker é toda passada durante a Guerra das Rosas e tem como proposta recriar todo o ambiente da época pelos olhos do povo. Nossos guias por uma das guerras mais sanguinárias da história são Thomas e Katherine dois religiosos expulsos de suas ordens religiosas que tem que sobreviver em meio a um país dividido e em guerra. O fato de nossos protagonistas terem vivido o isolamento das ordens religiosas facilita a vida do autor, é seu gancho para colocar na boca dos personagens as perguntas de seus leitores e as explicações sobre o que está acontecendo na Inglaterra. Mesmo com todas as explicações tudo é bem confuso e nada faz lá muito sentido, isso poderia ser um ponto fraco do livro, mas na verdade é como a maioria dos soldados entendiam e encaravam todas aquelas batalhas. Sabia-se o básico sobre a luta e os lados envolvidos e todos eram levados pelo turbilhão da guerra.

Thomas e Katherine se adaptam com uma facilidade espantosa as circunstâncias e Clements evita ao máximo tratar a situação das mulheres naquele tempo. Katherine rapidamente vira Kit e passa a viver como homem e mesmo quando volta a viver como mulher sua posição não muda, chega a ser um pouco estranho. A dupla, que como em qualquer romance quer ser um casal mas a vida interfere, cruza com uma série de personagens históricos e se envolve diretamente nas batalhas travadas ao longo da Guerra das Rosas.

Cada um dos protagonistas tem um mistério para solucionar: Katherine sobre quem a sustentava no priorado e Thomas sobre um livro que carrega. O problema é que Clements está mais interessado em recriar ambientes e, principalmente, batalhas do que focar no desenvolvimento de seus protagonistas. Um resumo do que acontece nesse primeiro volume da trilogia é: dois religiosos são expulsos de suas ordens religiosas e passam a lutar por Eduardo Plantageneta (já leu A Saga Platageneta? Recomendo). Sim, com mais de 500 páginas isso é tudo o que acontece no livro. A trama dos protagonistas não se desenvolve, o que é maravilhosamente descrito são todos os horrores das batalhas, a barbárie e a crueldade. São essas descrições que fazem o livro interessante, tudo é muito vivo, na batalha de Towton você se sente no meio da guerra, é incrível.

Já estou com o segundo volume na mão e espero que nele a história de Thomas e Katherine, especialmente, a história de Thomas com Katherine se desenvolva. Que tenhamos mais de criação de Clements misturada a reconstituição de época.

site: http://cheirodelivro.com/kingmaker-uma-jornada-no-inverno/
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SIMBRAS 29/08/2019

Eletrizante
A guerra das rosas, é um dos mais famosos conflitos da era medieval. O livro tem um enredo incrível que te prende do início ao fim. Estou indo para o segundo volume.
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MCoelho 24/06/2020

Sangue e romance na medida certa.
O autor cria dois personagens carismáticos demais, que sofrem tanto com o poder que a Igreja Católica tinha de fazer lavagem cerebral sobre religiosos e pessoas comuns, como a disputa de poder da nobreza, sacrificando o povo inglês. O conflito interno de ambos, membros de uma ordem religiosa, que descobrem a vida real fora dos muros do priorado, perdendo a ingenuidade sobre a "intervenção de Deus" e a hipocrisia dos membros da igreja Católica e nobres é bem descrito; a reconstituição de época, com o pensamento e os costumes é minuciosa e em nenhum momento é uma leitura chata. As partes de ação do livro são envolventes, mas um dos maiores méritos do autor é construir, aos poucos, uma forte ligação entre Tom e Katherine, que não entendem o que está acontecendo entre eles, pois sempre viveram para o celibato. Vivenciam diversas dificuldades juntos, aumentando a ligação e a confusão de sentimentos entre ambos. Separados, tem a motivação para lutar para poderem tornar a ver um ao outro. História, costumes, ação, sangue e conflito psicológico (quanto a fé de ambos e os sentimentos de um em relação ao outro) na medida certa e sem pieguice. Emendei no segundo volume direto.
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sandra 04/10/2015

Favoritei é claro,
Uma viagem a Inglaterra dos condes e duques e a briga pelo reino onde milhares de inocentes foram mortos. Uma narrativa detalhada de como eram as batalhas e o sofrimento dos feridos. Uma mistura de historia, ficção e romance. Esperando a continuação dessa leitura incrível!!!
Silvana 04/10/2015minha estante
Bom saber! Para o tempo para eu conseguir ler todos os livros que pretendo!!! Amiga, ultimamente tá difícil... mas vou ler muito nas minhas férias! kkkkk




Felipe Seibert 11/10/2015

Livro de guerra. Cativante. Histórico. Épico.
Briga insana pelo poder inglês. A Guerra das Rosas é contada pela visão de homens comuns e pela surpreendente história de um cônego e uma freira, fugitivos de um Priorado. Toby Clements conseguiu desenvolver uma narrativa detalhada e sanguinária das batalhas e focou de forma realista o sofrimento dos feridos. Eu particularmente não conhecia a história dessa guerra e fiquei mais uma vez encantado (e indignado) com a capacidade humana em gerar sofrimento. E nesse caso, entre o próprio povo inglês. Muito bom. Entrou para os meus Top Ten. Aguardando ansiosamente a sequencia, q pelo visto será uma trilogia.
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Iran.Barbosa 10/03/2016

Muito bom!!!
Esse livro me prendeu do início ao fim. A narrativa é muito envolvente e bem construída, nem mesmo as enumeras cenas de batalhas me fizeram desistir da leitura. Detalhe, eu amei cada cena de batalha e também os diálogos entre os personagens.
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di 29/08/2016

faço minha a resenha da editora!

resumindo amei

"Longe da clausura, eles só encontram hostilidade, medo e tragédia. A Inglaterra, dilacerada após a Guerra dos Cem Anos, foi dominada pela barbárie. As terras britânicas se tornaram cenário de sucessivas tramas e conflitos pela conquista do trono, disputado na ponta da espada entre as famílias reais de York e de Lancaster. Nesse contexto, para além de descobrir as liberdades – e respectivas privações – mundanas, Thomas e Katherine são obrigados a literalmente lutar pela sobrevivência.

Marcado por peripécias e surpresas, Uma jornada no inverno, ao longo de suas mais de 500 páginas, mantém um ritmo implacável sem jamais abdicar da verossimilhança e do respeito aos fatos. Mais do que isso, Toby Clements exibe apuro estético ao reconstituir os detalhes daquela época – combinações de palavras escritas se transformam em sons, texturas e aromas (embora nem sempre dos mais agradáveis) próprios do mundo quatrocentista. O autor é ainda capaz de escapar da perspectiva da nobreza para priorizar o ponto de vista das pessoas comuns, dando um sentido épico aos tormentos e provações de uma nada pacata vida cotidiana. Trata-se de uma ode à resiliência humana, que, mesmo brutal e impiedosa, não falha em seus objetivos de empolgar e fascinar. "
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