O Trono de Diamante

O Trono de Diamante David Eddings




Resenhas - O Trono de Diamante


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Ruh Dias 05/09/2016

JÁ LI
Em qualquer rápida pesquisa sobre autores de Fantasia, David Eddings aparece como um grande nome do gênero. Falecido em 2009, muitas obras suas ainda são publicadas postumamente e me interessei pela trilogia Elenium. Aqui neste post, falarei sobre o primeiro volume dela, "O Trono de Diamante".

A princesa Ehlana, do reino de Elenia, acometida por uma estranha doença, está adormecida em seu trono de cristal há anos. Embora ainda esteja viva, ninguém é capaz de encontrar uma cura para sua condição. Enquanto isso, Annias manipula o príncipe regente e é quem realmente governa o reino de Elenia, sendo membro importante da Igreja e do Conselho Real. É este o cenário que Sparhawk encontra após dez anos de exílio, tempo que ficou fora em uma missão para a Ordem Pandion. Ele é o Campeão da Rainha de Ehlana e, quando se depara com a situação dela e de seu reino, resolve descobrir o que está por trás de sua misteriosa doença e quais são as reais intenções de Annias.


O livro é cheio de boas premissas, mas vou começar falando sobre o que não gostei: a estória é basicamente e predominantemente escrita em diálogos. Logo no início da leitura, pensei que seria algo passageiro e que Eddings retomaria o estilo épico fantasioso que este tipo de trilogia costuma adotar - as descrições pormenorizadas das personagens e das situações, assim como o aprofundamento das questões culturais de cada localidade onde o livro se passa e assim por diante. Mas isso não aconteceu. Página atrás de página, capítulo atrás de capítulo, a narrativa era apenas baseada em diálogos. Claro que eu vejo um certo mérito no estilo dele, pois deve ser difícil passar todos os acontecimentos e atmosferas ao leitor sem trechos narrativos e descritivos, porém, a leitura torna-se muito cansativa e, sobretudo, repetitiva.

Por conta deste estilo de narração, tive uma enorme dificuldade em me conectar com a estória. O livro tem uma série de personagens com um grande potencial de desdobramentos - Sephrenia, uma sacerdotisa poderosa; Kurik, o escudeiro de Sparhawk; Talen, um garoto ladrão e morador de rua; apenas para citar os que mais gostei - mas este potencial não é explorado. Afinal, eles aparecem apenas nos diálogos, com poucos momentos de ação, reflexão ou aprofundamento.

O mesmo ocorre com as localidades e as tramas políticas que estão envolvidas no governo do reino de Elenia. Tenho como exemplo a "Saga Mistborn" ou "Elantris", ambos do escritor Brandon Sanderson, que conseguem levar o leitor a participar de diversos pontos-de-vista políticos e históricos de uma mesma situação. Aqui, Eddings dá um panorama muito genérico sobre as alianças políticas. Além disso, os inúmeros personagens que surgem para ajudar Sparhawk a tirar Annias de Elenia não tiveram uma identidade forte para mim, tampouco uma presença marcante no enredo.

E, para completar o pacote, achei o final extremamente previsível. Lendo o prólogo do livro e seu primeiro capítulo, rapidamente se percebe o que irá acontecer.

Ou seja: me decepcionei bastante com este livro e não pretendo continuar a Trilogia. Acho que o enredo deixou muito a desejar, principalmente por ser uma estória de Fantasia com toques medievais. Esperava muito mais.

site: http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2016/08/ja-li-23-trilogia-elenium-vol-1-o-trono.html
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Fernanda 15/12/2015

Resenha: O trono de dianante
CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/12/resenha-o-trono-de-diamante-david.html
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Marcos 03/12/2015

Fantasia de boa qualidade
Eosia é um grande continente e que, depois de muitos anos em batalha, se encontra em relativa paz. Isso se deu porque a Igreja conseguiu, através de suas ordem militares, pacificar os povos e convencê-los de que a instituição religiosa merecia ser temida e respeitada. Mesmo que cada reino tivesse seus governantes, a igreja era soberana e ponto final.

Contudo, até mesmo dentro das ordens religiosas existiam pessoas ambiciosas e que queriam o poder para si. Isso, como sempre, gera mortes e problemas. Por causa de um jogo de interesses, a tensão começou a pairar no ar daquelas terras pacificadas. Não obstante, a rainha de Elenia, Ehlana, adoece de maneira muito suspeita e fica entre a vida e a morte. Apenas um feitiço pagão a mantém viva, sentada em seu trono, dentro de uma grande estrutura de diamante.

Se tudo isso não fosse o bastante, aparentemente os deuses pagãos parecem querer mostrar a sua força novamente. Além disso, alguns povos dominados começam a mostrar insatisfação pela dominação da Igreja. Com tantos elementos problemáticos, só uma coisa é certa: muitas aventuras e intrigas virão.

“Por vezes, em Pelosia, há rumores de que a sombria figura do troll-anão imortal assombra as bordas pantanosas do Vnne nas noites desprovidas de lua. Desde então, por conta de seus membros defeituosos, Ghwering não ousa entrar nas águas negras do lago para sondar suas profundezas, mas ele ronda as suas margens, ora lamuriando seu desejo imenso pela Bhelliom, ora dançando e uivando de frustração por ela não lhe responder” (p. 15).

Partindo da premissa acima apresentada, David Eddings cria uma fantasia madura, com uma trama inteligente e personagens bem delineados e cativantes. Pensando nos mínimos detalhes, o autor consegue traçar uma linha de intrigas verossímil e uma disputa pelo poder inquietante. Digo inquietante porque, apesar de se passar em um mundo fantástico, é impossível não ver as semelhanças com nossa realidade.

Aliado a esses aspectos, a trama ainda ganha com a escrita do autor. Apesar de a obra ter elementos característicos da fantasia que a deixam um pouco mais lenta, como nomes e lugares estranhos, criaturas mágicas novas, deuses ancestrais e etc, o autor consegue acelerar a leitura nos demais momentos com diálogos interessantes e diversas reviravoltas.

Outro ponto alto da narrativa são os personagens. Sir Sparhawk, na minha concepção, é o grande destaque. Apesar de ser um cavaleiro e protetor da rainha, possui um aura cativante tão intensa quanto sua responsabilidade e zelo pela sua soberana. Sephrenia também merece destaque por ser uma mulher forte, inteligente e uma feiticeira poderosíssima. Além deles, ainda se sobressai Kalten, que é perigoso como um matador profissional e tem um humor como de uma criança. Os três, atuando juntos, formam uma combinação surpreendente e imprevisível.

“– Um homem precisa de alguns vícios, Sparhawk. Isso lhe dá algo para se arrepender quando ele vai à capela” (p. 67).

A obra também é enriquecida pela excelente parte física desenvolvida pela editora Aleph. A capa é maravilhosa, tem total relação com a obra e também com o gênero no qual o livro se insere. A tradução e revisão também estão excelentes, o que torna a leitura mais agradável. Além disso, a diagramação está boa: possui mapas que ajudam a localizar-nos espacialmente dentro do enredo, uma fonte mediana e um espaçamento excelente.

O Trono de Diamante, sem dúvidas, me surpreendeu com seu enredo e com a constituição dos personagens. Um livro maduro, bem escrito e que consegue envolver o leitor sem dificuldades. Se você procura uma boa fantasia, essa obra é perfeita para você. Leia, você não irá se arrepender.

site: http://www.desbravadordemundos.com.br/2016/03/resenha-o-trono-de-diamante.html
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Euflauzino 21/10/2015

Quando a espada era lei e a magia comum como um copo d’água

Eu poderia fazer uma resenha bem curtinha. Mas isso seria um pecado. Não faria jus à complexidade da construção das personagens de O trono de diamante (Aleph, 405 páginas) e não seria de bom tom deixar passar os sentimentos que me percorreram durante a leitura.

O autor David Eddings começou a me fascinar no instante em que resolveu narrar sua saga de fantasia épica durante a Idade Média. Confesso que gostaria de ter vivido nessa época. Consolidação das estruturas sociais, as Cruzadas, a poesia de Dante, as viagens de Marco Polo, a peste negra, o domínio da Igreja, o obscurantismo. Tudo isso confere ao período um ar de dominação pelo medo.

Ao iniciar a leitura me deparei com um mapa. De certa forma isso é bom, elucidativo. Mas comecei a torcer o nariz, porque se parecia com “O senhor dos anéis”. O prólogo, fantasioso demais até para uma obra de fantasia, com deuses se imiscuindo em assuntos humanos foi um balde de água fria. Onde é que estavam os valentes cavaleiros com suas armaduras imponentes?

Não desanimei, havia lido poucas páginas. Minha insistência me presenteou com uma das obras mais espetaculares que já li, sem sombra de dúvidas.

Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem Pandion, retorna ao reino de Elenia, após anos de exílio, e se depara com a rainha acometida por uma estranha doença, protegida por uma barreira de cristal, feitiço que a mantém viva, porém não por muito tempo, é preciso encontrar a cura.

Sparhawk é o Campeão da Rainha, a quem jurou honrar e proteger. Então ele parte rumo ao desconhecido, com o coração estraçalhado, enfrentando inimigos reais e sobrenaturais, além de toda gama de sortilégios. Vai tomando consciência, paulatinamente, de sua importância neste jogo de xadrez mitológico.

Nesta aventura ele contará com a ajuda de amigos, todos eles com características marcantes, tremendamente bem construídos.

Seu fiel escudeiro Kurik:

— Tenho uma má notícia para você, Sparhawk — Kurik murmurou, enquanto os dois passavam pelo acampamento chacoalhando os pandions para acordá-los. — Martel não está liderando a coluna.
— Quem está? — Sparhawk perguntou, enquanto uma onda quente de decepção percorria seu corpo.
— Adus. Ele tem uma mancha de sangue cobrindo todo o queixo. Acho que andou comendo carne crua novamente.
Sparhawk soltou um palavrão.
— Pense por este lado: pelo menos o mundo será um lugar mais limpo sem Adus, e acho que Deus vai querer ter uma longa conversa com ele, de um jeito ou de outro.
— Temos de fazer tudo o que pudermos para providenciar isso.

Seus irmãos de armas, entre eles o grande amigo Kalten, com tiradas sempre hilárias, provocativas e espirituosas:

— Eu conheço um lugar. Não é muito longe. Você consegue andar?
— Consigo ir aonde você for. Sou mais novo, você se lembra?
— Apenas por seis meses.
— Mais novo é mais novo, Sparhawk. Não vamos discutir sobre números.

A feiticeira Sephrenia, uma espécie de tutora da Ordem Pandion, que venera sua Deusa. Outro ponto para David Eddings, afinal de contas, quem conhece um pouco de história, sabe que o povo Celta foi praticamente dizimado por ir contra o machismo católico. A tentativa de apagar a cultura e os costumes deste povo, que tinha como ponto central a mulher, e por consequência uma deidade feminina, por gerar a vida, foi inócua e sobreviveu a todo banho de sangue.

site: Leia mais em: http://www.lerparadivertir.com/2015/10/o-trono-de-diamante-vol-01-trilogia.html
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Phelipe.Pompilio 19/09/2015

Resenha feita pelo blog Bravura Literária
O Trono de Diamante, lançado em Agosto desse ano, foi o primeiro livro do gênero Fantasia publicado pela Editora Aleph, que é famosa por seus lançamentos do gênero de Ficção Científica. Grande admirador de Tolkien, o autor David Eddings foi um dos mais bem sucedidos escritores de fantasia do século XX. A Aleph apostou, e eu posso afirmar que o tiro foi certeiro!

No livro somos apresentados a Sir Sparhawk, um cavaleiro da Ordem Pandion, uma das quatro ordens de cavalaria que servem à Igreja, que foi exilado pelo falecido rei Aldreas. Após 10 anos exilado em Rendor, Sparhawk decide voltar para Elenia.

"? Esse é o campeão da rainha ? exclamou o segundo guarda. ? Nunca fique no caminho dele."

Chegando em Cimmura, uma cidadela de Elenia, Sparhawk toma conhecimento de que a rainha Ehlana, filha do rei Aldreas, foi acometida por uma misteriosa doença que a deixou à beira da morte, sem condições nenhuma de subir ao trono. Dessa forma, Annias, um clérigo da Igreja e membro do Conselho Real que deseja muito mais do que somente o trono de Elenia, colocou seu protegido Lycheas, um jovem de 16 anos e filho da princesa Arissa (irmã do rei Aldreas), como príncipe regente.

Com a saúde precária da rainha e a tentativa de tirar o poder das mãos de Annias para não deixar que seus planos para com o reino se concretizem, um grupo de doze cavaleiros Pandion e a feiticeira styrica Sephrenia tiram a rainha de seu leito, colocando-a em seu trono. Com a ajuda dos doze cavaleiros, a feiticeira realiza um feitiço que envolve a rainha e seu trono em uma barreira de diamante, mantendo-a desse modo viva por um pouco mais de tempo, ou até que a cura para sua doença seja encontrada.

Mais adiante seremos apresentados à Sir Kalten, o cavaleiro Pandion amigo de Sparhawk; Kurik, escudeiro de Sparhawk; Sir Vanion, preceptor da Ordem Pandion; Berit, o noviço aspirante a cavaleiro; Talen, o pequeno ladrão; Martel, ex-cavaleiro Pandion e muitos outros personagens.

Sem mais história, pois corro o risco de contar spoilers e ser fortemente apedrejado! Hahahahaha.

O autor David Edding nos apresenta um mundo medieval fantástico, onde a magia existe de forma sútil, e nem todos a conhecem.

O autor caprichou no detalhamento de lugares e personagens, tornando dessa forma a construção de seu mundo muito mais fácil para nós leitores.

O continente de Eosia, onde a trama ocorre, nos traz referências a povos já conhecidos por nós, como: vikings, árabes e muitos outros.

Com poucas partes de ação, os pontos fortes do livro são os conflitos políticos, religiosos e raciais que foram muito bem colocados e explorados durante o decorrer da história, tornando tudo muito intrigante, deixando o leitor com aquela ansiedade para descobrir o que acontecerá a seguir.

Na questão da religião, o autor se aprofundou bastante em diversas crenças, onde os elenos acreditam em somente um deus, enquanto outros povos possuem deuses e deusas novos e antigos, muitíssimo poderosos e que podem ser invocados pelo povo que os servem.

A narrativa é em terceira pessoa, em uma linguagem não muito simplificada, mas também não tão arcaica, com algumas partes de humor, tornando desse modo a leitura gostosa e muito bem fluída.

Vale destacar que o livro nos lembra em todos os sentidos uma Quest Épica de jogos de RPG. Os personagens variam entre Paladinos, Magos, Ladinos e muitos outros.

A edição é simplesmente belíssima! A capa chama muito a atenção, a diagramação é excelente, e a editora caprichou (e muito!) na revisão ortográfica!

Estou ansioso para a leitura do segundo livro da trilogia, e espero que Aleph não demore para lançá-lo para nós hahahaha!
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Jordana Martins(Jô) 01/09/2015

O trono de diamante
Depois de dez anos de exílio Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem de Pandion retorna a sua terra natal Elenia. Ele a encontra imersa nas sombras. O antigo Rei Aldreas jaz morto e sua filha a rainha Ehlana encontra-se padecendo da mesma enfermidade que pôs um fim na vida de seu pai. Sparhawk que é o cavaleiro campeão da rainha retorna para protegê-la sem saber de sua real condição.

A rainha encontra-se presa em uma espécie de cristal forjado com a magia de Sephrenia,uma feiticeira que ajuda no treinamento dos cavaleiros pandions na arte da magia. Ela é uma styrica, e como todos os styricos ela não sabe ler, para que isso não prejudique os seus conhecimentos místicos dos quais acredita e defende.

“Ninguém sabe o que eles fizeram lá dentro, mas,quando as portas se abriram novamente,Ehlana estava sentada em seu trono, ambos encerrados em cristal.”

Sparhawk tem como principal missão impedir Annias, um clérigo corrupto, a usurpar o trono de Elenia junto com o bastardo príncipe Lycheas,que é um jovem extremamente tolo filho da antiga amante do Rei Aldreas,a princesa Arissa,que por sinal é irmã do rei e tia da rainha. Sim o rei teve uma pequena relação incestuosa com sua irmã. O primado Annias é de uma genialidade para criar planos com o fim de destituir a ordem dos pandions, pois tal ordem não obedece a suas investidas de chegar ao posto de arquiprelado da igreja (é o que chamamos de Papa). Annias não mede esforços e não tem nenhum escrúpulo pra enfiar as suas mãos no tesouro de Elenia para conseguir o que quer.

“Annias disparou um olhar de ódio na direção do velhote e caminhou até as duas cordas que ficavam penduradas na parede oposta. Sua mão hesitou entre as duas.
- Não cometa nenhum engano, Vossa Graça. – Saparhawk avisou – Muitas coisas podem dar errado se uma dúzia de soldados entrar por aquela porta em vez de um serviçal.”

Então Sir Sparhawk tem como principal missão encontrar uma cura para a doença misteriosa da rainha, antes de o feitiço se dissipar. Ele conta com ajuda da feiticeira Sephenia, do seu preceptor Vanion e de seus amigos mais próximos, o seu escudeiro e amigo Kurik,seu grande amigo de infância Sir Kalten,seus irmãos da ordem pandion Sir Tynian, Sir Bevier e Sir Ulath sem esquecer os jovens Berit e Talen ( este é um ladrãozinho esperto) e também uma menininha misteriosa que surgiu em seu caminho a Flauta. Ela nunca fala, mas entende uma língua antiga falada pela feiticeira Sephrenia.

“Impelido por sua voz, Sparhawk guiou os olhos para o fogo. Indistintamente, ele ouviu Sephrenia sussurrando styrico e passando as mãos devagar por entre as chamas. Sem pensar, ele caiu de joelhos e encarou a lareira”.

A comitiva parte de Cimmura em direção a Chyrellos (que seria o Vaticano da época), lá eles acabam conhecendo a real situação do arquiprelado Cluvonus que não é nada animadora e por isso eles têm de se apressar para encontrar a cura para a rainha a tempo de impedir a ascensão de Annias. De Chyrellos a Borrata atrás de médicos que possam curar a enfermidade da rainha. De lá até Cippria numa busca acirrada de uma solução.
Onde o místico de antigos e novos deuses se misturam a fé religiosa. Onde magia e realidade se chocam. Onde lendas de elementos místicos dados por deuses surgem. No meio disto surgem outros personagens que também chamam atenção, como Azash, um deus ancião que deu longevidade a Otha imperador de Zemoch e o ex pandion Martel ambos estão de alguma maneira também envolvidos na misteriosa condição da rainha Ehlana. Deuses e homens fazem a história acontecer.
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