Capitolina

Capitolina Vários Autores




Resenhas - Capitolina


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Felipe 13/01/2021

Eu conheci a Revista Capitolina por meio do blog "So Contagious" da Anna Vitória. Foi amor a primeira vista e necessário para o meu processo de desconstrução. Também fez com que eu me tornasse ainda mais um defensor da causa feminista.

Quando fiquei sabendo as meninas publicariam algo impresso fiquei louco e logo coloquei na minha lista de desejados. A minha intenção com esse livro era somente uma coisa: APRENDER. E foi justamente isso que aconteceu comigo. Além, é claro, de me sentir bem ao lê-lo.

Os textos são importantes e falam sobre os mais variados tipos de assunto. Mas não posso negar que gostei bastante dos textos que falam sobre empatia, negras e sexualidade. Quem gosta da revista online, com certeza, vai gostar do livro impresso.

Fica aqui a minha recomendação para quem quer aprender algo e se desconstruir. É um livro empático e necessário para meninas, meninos, mulheres, homens e para todos que querem evoluir um pouco. É um livro de garotas para garotas, mas que todos deveriam ler.
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Karina Andrade | @krnndrdslv 12/01/2021

Capitolina Vol. 1 - O poder das garotas.
Queria ter lido um livro como este na minha adolescência. Ele aborda assuntos como identidade de gênero, corpo, medos, raízes, feminismo, relacionamentos, sexo, entre outros. São textos escritos e ilustrados por garotas que buscam representar todas as garotas.
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Mari 02/11/2020

Infantil
Achei o livro com textos superficiais e bobo, esperava mais dos texto, é um livro pra adolescente de 10 anos
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Katia.Regina 23/09/2020

Não lembro porque comprei esse livro, mas estava na minha lista anual... Enfim...
É um compilado de textos publicados no site Capitolina que aborda temas como feminismo, inclusão social, dilemas adolescentes e coisas do tipo, acredito que possa interessar muito esse público, mas a mim realmente não agregou muito.
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Mila F. @delivroemlivro_ 08/12/2018

Meu "Eu" adolescente teria se inspirado nesse livro
Capitolina: O Poder das Garotas foi escrito por várias autoras, e se trata de um copilado com vários textos inéditos e outros já publicados na revista eletrônica Capitolina.

Comecei a ler Capitolina: O Poder das Garotas sem grandes expectativas e o li mais por conta de ter sido escrito por mulheres e para mulheres, quando me dei conta, não conseguia mais parar.

O livro tem uma proposta legal e introdutória sobre vários temas dignos de debates, o mais legal dos artigos é que a leitura é bem acessível e interativa, cada texto é como se fosse um diálogo, um bate-papo entre amigas.

Capitolina: O Poder das Garotas quer unir as meninas e mulheres mostrando o empoderamento e a força de vontade, além do mais quer introduzir a auto-aceitação, o amor próprio e o respeito as diferenças.

Em vários momentos me vi refletindo sobre minha juventude e as dúvidas e a sensação de não pertencimento que eu sentia, quando não conseguia me encaixar nos grupo e panelinhas da escola, quando me sentia excluída das conversas, ou quando não entendia o motivo de não me interessar pelos assuntos que a maioria das minhas amigas gostavam de falar.

O fato é que adolescentes podem ser cruéis quando não entram em contato com ideias como respeito, amor, empatia e aceitação. Na medida em que entramos em contato com textos que ensinam esse conceitos e nos incitam a colocá-los em prática passamos a ser mais humanos.

Além disso o livro vem recheado de referencias bibliográficas, fontes de pesquisas, dicas de filmes, séries, músicas e livros que merecem nossa atenção. Amei.

site: www.delivroemlivro.com.br
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@leveiomeutempo 06/08/2018

Faixa etária: de 15 a 21 anos
Não deixa de ser uma revista, mas dinâmica, que permite interação. Ideal para meninas de 15 a 21 anos, não que outras idades ou outros gêneros não possam ler, mas acredito que seja um livro com o qual tenha que se identificar para se manter preso na interação que ele sugere. É um livro que permite questionar-se, refletir, repensar. Permite encontrar-se no mundo. Lerei o Vol. 2 por curiosidade. E com certeza guardarei com cuidado essa obra para que meus filhos um dia possam interagir com ela. As autoras estão de parabéns pela perspcácia.
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Blog Aquela Epifania 28/06/2018

Estamos juntas!
Li a versão em e-book do livro "Capitolina", que reúne textos de várias autoras em capítulos curtinhos e super gostosos de ler. Como já anunciado na sinopse, a "Capitolina" é uma revista on-line já no ar desde 2014 e esta versão que li segue bastante o estilo de uma revista. Mas um editorial super atual, com uma linguagem muito didática e capaz de atingir todos os públicos.

Apesar de ter recebido a indicação de "infanto-juvenil" em algumas catalogações que vi, considero o rótulo bem equivocado. No entanto, isto talvez se deva por conta da linguagem extremamente acessível escolhida pelos autores para abordar os assuntos que, por muitas vezes, geram dúvidas e conflitos internos nas pessoas, principalmente, meninas.

Um livro excelente para qualquer menina/mulher que sofre de ansiedade e pensa estar sozinha nesse mundo cada vez que uma crise vem. Para cada uma que se olha no espelho e o que reflete ali não é o que a sociedade grita como exigência de padrão. Para cada uma que sabe que precisa de muito empoderamento pra enfrentar essa sociedade patriarcal, mas talvez não saiba que não está sozinha nessa luta.

Estamos juntas!

As Capitolinas, representadas por mais de 40 autoras, trazem textos como, por exemplo, sexualidade com muita clareza e honestidade. Inclusive, tratam de temas que são hostilizados até por médicos, como é o caso de uma das histórias contadas sobre uma mulher com deficiência física que busca um ginecologista e ele, simplesmente pressupõe que ela não tem chances de engravidar pois não faria sexo - POR SER CADEIRANTE. Tudo isso contado pela própria. Sim, representatividade!!! E muita!

Os artigos sobre questões raciais também são escritos por autoras negras, gordofobia por autoras gordas, e por aí vai... Nada disso de autora branca, privilegiada, escrevendo sobre preconceito racial! Aqui não!!!

Esse é daqueles livros pra você ler bem rapidinho, mas passar dias e dias refletindo, digerindo...

Pra melhorar ainda mais, mesmo tendo lido o formato e-book, ele traz várias ilustrações LINDAS, e MUITA interatividade.

Tem dicas de filmes, de músicas, séries... Tudo de acordo com o artigo que está sendo lido no momento Para cada um, uma listinha de indicações diferentes e relacionadas ao tema. Tudo com links diretos pra você se redirecionar diretamente para as indicações.

Leve, divertido, de fácil assimilação, sem termos confusos e complexos que deixam quem está começando a adentrar na temática feminista mais assustado do que informado!

Reflexivo! Apesar de toda a fluidez do texto, te tira de tua zona de conforto e serve de excelente "start" pra começar a procurar outras leituras com essa temática e, aí sim, ir aprofundando, quem sabe!? :)

Gostei bastante e indico a qualquer pessoa, de qualquer idade!

site: http://www.aquelaepifania.com.br/2018/01/resenha-capitolina-varios-autores.html
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Biblioteca Álvaro Guerra 13/06/2018

Quem melhor para escrever para o público feminino do que outras meninas?
Mais de setenta colaboradoras, com entre quinze e vinte anos e de diversos cantos do país.
Garotas negras, lésbicas, bissexuais, trans, com deficiência ou que fazem parte de qualquer outra "minoria".

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788565765848
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Queria Estar Lendo 21/05/2018

Resenha: Capitolina
Capitolina volume 1 foi publicado pela Editora Seguinte no ano de 2015 e é um compilado de textos, alguns já publicados e outros inéditos, falando sobre o universo feminino. O livro nasceu a partir da revista eletrônica, de mesmo nome, que é escrita por mulheres e pensada para mulheres, o tipo de coisa que a Eduarda de 12 anos teria amado encontrar, que teria ajudado a moldar um pouco a adolescente confusa que ela era. O tipo de livro que é um guia para toda garota; que não apenas nos mostra um mundo de possibilidades e informações, mas que nos pega pela mão e nos acompanha enquanto faz isso.

A importância de um livro assim está nas lições que ele ensina, na companhia, nas palavras que poderiam ter vindo de uma amiga ou de uma garota mais velha e mais sábia a quem tanto admiramos.

Lembro de ter aproximadamente uns 12 anos e estar cheia de dúvidas sobre as mais distintas coisas, sou filha caçulas e tenho uma diferença de mais de 10 anos com a minha irmã, então embora eu tivesse acesso a elas, de alguma forma alguns assuntos não pareciam certos para ser discutidos em casa. Algumas descobertas pareciam dever ser feitas entre amigas, com garotas da minha idade e que estavam passando pelo mesmo que eu. Éramos um grupo de meninas, ou as vezes apenas uma dupla, descobrindo as coisas sobre o mundo através de informações picadas ou descobertas secretas.

Foi assim que eu comecei a ler aqueles livros estilo "coisas que toda garota precisa saber" e embora alguns deles fossem ótimos, eu realmente aprendi coisas interessantes sobre sexo e o meu corpo (e até mesmo que aquela besteira de absorvente íntimo tirar a virgindade era pura mentira), mas quando se tratava de falar sobre como eu me sentia, sobre o que era ser uma adolescente, algo sempre faltava.

Os livros falavam de pertencer a grupos, sobre tipos de garotos, mas eu nunca me encaixei em algum dos grupos e os garotos do meu colégio definitivamente não faziam aqueles perfis. Faltava a alma jovem, faltava a compreensão sobre o que é ser uma menina de 12 anos descobrindo sobre o mundo e, principalmente, sobre si mesma. E foi exatamente isso que eu encontrei em Capitolina.

Ler este livro foi como estar sentada em uma roda de amigas conversando sobre as mais variadas coisas, naquele melhor tipo de conversa que é quando você pula de um assunto para o outro, falando das coisas mais bobas até as mais sérias, em um momento discutindo sobre Harry Potter e no segundo seguinte sobre como é importante aprender a amar nossos corpos como eles são.

Capitolina foi um retorno ao meu eu adolescente, um reencontro com o meu eu de cinco anos atrás, e um questionamento ao eu do presente. Foi conversar com todas as meninas que fizeram parte desse trabalho, aplaudir suas diferenças e ainda assim ser capaz de encontrar em cada uma delas um pedacinho de mim.

Livros como esse são importantes, necessários. Os textos tratam dos mais diversos assuntos; alguns deles um tanto quanto difíceis - como o ato da autoflagelação e a aceitação do próprio corpo -; outros mais leves como um conselho bom de amiga; tem aqueles que buscam incitar um olhar ao próximo e também os que incentivam um olhar para dentro; certos textos falam sobre romance, outros sobre viagem, muitos falam de representatividade, mas o meu favorito fala sobre cada uma delas, sobre sua ligação com o passado e sua percepção do presente.

Capitolina foi uma leitura linda e que eu desejo que toda garota possa um dia ler, seja com 12, 17 ou 25 anos. Pois este é um livro para não se andar só; um livro para sempre se ter um grupo de amigas, um lugar seguro onde não existe julgamento ou depreciação, uma irmandade.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/05/resenha-capitolina-vol-1.html
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Tay 01/02/2018

Empoderamento Feminino
Vamos falar de Feminismo, empoderamento e sororidade!
Essa é a ideia principal do livro, trazer pensamentos e ideologias sobre nos mulheres. Mostra e abrir nossas mentes para o mundo vasto que nos permite sermos quem queremos, mas que a ' sociedade ' não nos deixar ser.
É um ensinamento incrível e experiências de várias autoras, a leitura fluiu super rápida. O leitor consegue se identificar com algum pensamento ou história citada, e ao mesmo tempo aprendemos que não é fácil ser mulher.
Ao decorrer do livro, vão sendo dadas sugestões de autoras, livros e outros meios para nos informamos melhor sobre o tema. Confesso que o contéudo me ajudou a tirar algumas dúvidas sobre o Feminismo e Empoderamento e o quanto uma mulher pode ajudar a outra - nos tornamos manas - e que a união intercalar nesse meio. Teve um relato e pensamento que me tirou dúvidas sobre o Pcd - Pessoa com Deficiência - e esclareceu algumas coisas sobre meus pensamentos.
A ideia do livro em si, é mostrar que somos poderosas e que as mulheres tem seu espaço no mundo, e que podemos alcançar objetivos diferentes sem deixar de sermos que somos realmente. A escrita é feita por várias autoras, na maioria de locais diferentes do Brasil, o livro é um Empoderamento Total.
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Cheiro de Livro 27/07/2016

O poder das garotas
Recentemente abordei no Clube do Livro Saraiva o feminismo na literatura e um dos livros que li e levei para comentar com os leitores foi “Capitolina – O Poder das Garotas” (Editora Seguinte).

Embora a revista on-line e o livro sejam focados em garotas mais jovens, o que importa aqui, na minha opinião, são os temas que o livro aborda. Não é apenas sobre sexo, como ser a mulher que você pode ser ou como conquistar aquele gatinho. Capitolina não é revista adolescente no sentido pasteurizado que estamos (ou estávamos) acostumadas a consumir. Capitolina é dizer o que precisa ser dito para quem precisa ouvir e por quem já passou ou está passando por isso. Essa empatia conquista e é essencial para o êxito das ideias escritas, em pixels ou em tinta.

Admito que alguns textos são “muito jovens” para o meu gosto e alguns não são profundos como deveriam ser. Mas aí é a jornalista aqui falando e não a adolescente que precisa de um help. Então, ao calçar o All Star dessa garotada fica mais fácil entender, ou melhor, relembrar, como era importante ser aceita – seja pelos amigos, seja por si mesma.

O livro “Capitolina – O Poder das Garotas” traz artigos, atividades relacionadas aos artigos e ilustrações. Combinando tudo, é um guia de sobrevivência não somente ao machismo, mas a qualquer tipo de opressão.

“Nossa, Frini. Mas é tão incrível assim?”. Depende de quem lê e de como está o emocional dessa leitora / desse leitor. Digo isso porque foi o que senti ao ler os artigos. Alguns me fizeram sorrir, outros, lembrar e alguns me fizeram refletir. Mas o que mais me espantou foram os que me fizeram pensar sobre como é difícil ter depressão, ansiedade, não estar feliz com o próprio corpo, estar em um relacionamento abusivo. E se um ser humano tão jovem já passa por tanta coisa, ajuda não pode ser negada.

E as Capitolinas ajudam não no sentido de grupo de apoio, mas usando as palavras para mostrar que, embora você sofra de ansiedade, você não está sozinha e pode buscar ajuda. Que, embora você não tenha o corpo ideal, o que é ideal mesmo é ser feliz! Que relacionamento nenhum vale você se omitir!

E ouvir – ou ler – isso vindo de alguém com quem nos identificamos, faz toda a diferença. Isso é empoderamento! É uma amiga falando para a outra e juntas vencemos estereótipos desnecessários.

Então, viva o volume 2 que será lançado ainda esse ano! E um dos textos que vai integrar a segunda coletânea da Capitolina é da nossa querida Iane Filgueiras, aqui do Cheiro de Livro. Coisa lindaaaaa!

site: http://cheirodelivro.com/o-poder-das-garotas/
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ViagensdePapel 25/01/2016

Capitolina
Pensando em trazer novas opiniões e apresentar para vocês novos olhares a partir de uma mesma obra, esta resenha seguirá um formato diferente. Logo abaixo, vocês encontrarão duas opiniões a respeito de Capitolina, de várias autoras, publicado pelo selo Seguinte da editora Companhia das Letras. O livro é voltado para o público juvenil, mas nada impede que seja lido e apreciado por leitores mais velhos. Por isso, eu, Camila, de 22 anos, convidei a minha irmã Melissa, de 12, para ler a história junto comigo e compartilhar o que ela achou da obra.

Camila
Avaliação: 5/5

Um livro lindo, colorido, recheado de textos com temas reflexivos voltados para o público adolescente feminino. Isso é Capitolina. Um compilado de textos colaborativos publicados na revista on-line de mesmo nome, escritos por mais de 41 autoras e ilustrados por mais de 23 artistas. O livro nasceu para coroar o excelente trabalho feito pelas meninas e mulheres do site, que possuem o intuito de trazer temas comuns ao cotidiano de garotas adolescentes – como sexualidade, feminismo, identidade, vestibular, viagens, preconceito, entre tantos outros –, e propor uma reflexão sobre esses diversos assuntos.

Logo no primeiro texto do livro – “Identidade de gênero: uma introdução”, eu já estava apaixonada pelo projeto. Essa sensação permaneceu até depois da leitura, quando fui conhecer o site e descobri outros textos maravilhosos. Acho que muitas vezes falta interesse de falar com as meninas sobre os problemas enfrentados por elas diariamente, um descaso como se os dilemas adolescentes não fossem importantes. Os textos da Capitolina sanam esse problema e trazem diversos questionamentos. Ainda que os textos sejam curtos (cerca de três páginas cada) e nem sempre tão aprofundados, é uma maneira de propor debate e mostrar que nenhum dilema é bobagem.

Um dos termos apresentado no livro, inclusive, é a sororidade, que defende a irmandade entre as garotas, o “apoio mútuo entre as meninas das mais variadas origens, mas que têm uma coisa muito importante em comum: a identidade feminina, que, ainda hoje, é muito desvalorizada por aí”, como diz esse texto maravilhoso da revista. Enquanto eu lia o livro, só pude concluir que o projeto é sororidade pura: uma forma de mostrar para as meninas que estamos aqui por elas, unidas em qualquer situação, e que isso é uma importante ferramenta de transformação.


Ainda que eu já tenha passado pela minha adolescência e já esteja na casa dos 20, a experiência com Capitolina foi incrível. É um livro que eu recomendo para todas as faixas etárias, até como forma de incentivar que mães, pais, familiares e amigos discutam e reflitam sobre esses temas tão importantes. Além das temáticas, o livro também é muito legal por ser ilustrado e interativo. A obra é toda colorida e propõe que as leitoras façam atividades – como preencher cartazes de manifestos, colorir desenhos, faça um diário de viagem etc., como forma de se sentir ainda mais próximas do que está sendo retratado. Outra coisa que achei muito legal foi o fato de vários textos terem indicações de livros, bandas, artistas e filmes para conhecer e se aprofundar na temática. Por fim, só tenho a comentar que fico muito feliz e orgulhosa que projetos como esse estejam ganhando espaço também nas livrarias.


Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:


site: http://www.viagensdepapel.com/2015/11/09/resenha-dupla-capitolina-vol-1-de-varias-autoras/
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Isabelle 21/12/2015

Capitolina - O Poder das Garotas Vol.1
A revista contém textos reflexivos, abordando problemas que toda garota adolescente enfrenta na adolescência. Mas o diferencial da revista está na forma como abordam esses problemas. Por exemplo, em um dos textos, as escritoras desconstroem o mito do príncipe encantado.

Geralmente, as revistas e sites que encontramos na internet para adolescentes – principalmente para meninas – estão voltados para a questão da beleza, do consumismo, e poucas vezes vemos discussões sobre problemas reais, vivenciados por qualquer adolescente.

As escritoras desconstroem questões de gênero, sexualidade, meritocracia, questões raciais, relacionamentos abusivos e vários outros temas sob uma ótica feminista. A sensação que tive ao ler cada texto é tão acolhedora, que parece que estava conversando com uma melhor amiga.

A revista também traz ótimas dicas de filmes, músicas e séries que são recomendadas de acordo com o tema do artigo publicado.

Achei interessante a interação da revista com o(a) leitor(a). No final de alguns textos, há uma página para expressar a opinião sobre o tema discutido. Trata-se de um exercício de conscientização, servindo como uma espécie de caderno de atividades também.

Outra preocupação que tiveram com a criação de Capitolina foi a escolha das colaboradoras. Nós vemos, por exemplo, artigos de mulheres negras escrevendo sobre questões raciais; transexuais escrevendo sobre questões de gênero e sexualidade; deficientes físicas escrevendo sobre sexualidade. A representatividade é importante, e nada melhor do que cada uma contar sua própria experiência, para que cada um possa se identificar com determinada questão ou apontamento. Há colaboradoras de várias idades diferentes, de várias orientações sexuais, de vários locais diferentes do Brasil. E todas essas meninas e mulheres maravilhosas formam a Capitolina, abordando a importância da inclusão de mulheres na mídia, desconstruindo vários temas.

A Revista Capitolina é como aquela melhor amiga com quem você pode conversar sobre tudo. Uma dose de sororidade e empoderamento em forma de revista. Eu gostaria muito de ter lido uma revista como essa quando era adolescente.

Leia a resenha completa no link abaixo

site: https://deliriumnerd.wordpress.com/2016/01/24/livro-capitolina-revista-adolescente-que-discute-empoderamento-feminino-resenha/
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@APassional 10/12/2015

* Resenha por: Samantha Culceag * Arquivo Passional
Resenha disponível no blog Arquivo Passional, no link abaixo.

site: http://www.arquivopassional.com/2015/11/resenha-capitolina-o-poder-das-garotas.html
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