The Warriors

The Warriors Sol Yurick




Resenhas - The Warriors


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Vinicius.Dias 24/01/2021

No geral, um livro okay.
Se você viu essa capa e já se recordou de tê-la visto anteriormente, esse livro pode vir a ser uma grande nostalgia para você. Estou falando isso pois ele deu vida a um filme homônimo de 1979 que fez muito sucesso no mundo inteiro, incluindo o Brasil. De cara, um fato interessante, é que nesse caso em particular, o livro não teve grande impacto no seu lançamento, vindo a se popularizar apenas após a versão cinematográfica chegar às telas de todos os cinemas e televisões dos EUA.

O livro foi escrito por Sol Yurick que, após se formar em literatura, trabalhou até o início dos anos 60 como assistente social. Nesse período teve bastante contato com delinquentes juvenis e foi com base nesses encontros que ele se inspirou para escrever essa estória.

O livro acompanha um verdadeiro dia de cão de uma gangue ficcional de adolescentes conhecida como Dominadores. Toda a confusão começa quando eles aceitam um pedido de trégua e vão a um território neutro da cidade para encontrar as principais gangues e ouvir a proposta que um de seus líderes tinha para eles. Uma utopia que previa a união de todos como forma de subjugar toda a cidade em que se encontravam espalhados. O problema é que as várias guerras entre as gangues, o clima tenso, as diferenças ideológicas, o racismo, a xenofobia e, principalmente, o orgulho reunidos em um mesmo local, fizeram com que o sonho se tornasse pesadelo num piscar de olhos. Com a reunião dando errado, a trégua foi encerrada e os protagonistas se encontraram em território inimigo e sem proteção. Daí, meu camarada, é cada um por si e Deus por todos. Eles começam um processo de fuga e vão deixando rastros de violência por onde quer que passem.

O livro é muito descritivo, e por conta disso, pode acabar sendo um pouco massante para o leitor. No geral, isso não me incomodou. Gostei da forma como a dualidade de um grupo criminoso de crianças/adolescentes e sua infantilidade/imaturidade foi colocada. Pelo núcleo em que cresceram e pelas experiências vivenciadas, acredito que não tinham sensibilidade pela gravidade dos crimes cometidos. No mesmo instante em que assassinavam e estupravam, eles brincavam e agiam como se nada tivesse acontecido. Outro ponto interessante é o quanto a masculinidade tóxica é retratada. Se não fosse por isso 90% dos problemas não aconteceriam. Não que isso seja algo exclusivo de jovens, mas acredito que nessa faixa etária é bem mais potencializado. Um outro ponto que chama a atenção é a forma como o autor consegue passar os sentimentos dos protagonistas para quem está lendo. Como nunca tive vivência em uma gangue, é difícil pra mim imaginar como uma simples volta no metrô, de madrugada, pode ser motivo de tamanha tensão, ou como o fato de mostrar fraqueza para os outros membros pode te colocar em uma situação de rebaixamento ou até desligamento. Essas sensações foram o que mais gostei no livro e o que me fizeram ficar preso a história.

De ponto negativo eu diria que a parte dos estupros foi bem difícil de ler. Inclusive isso pode ser gatilho para algumas pessoas que já sofreram algum tipo de violência sexual. A forma como o autor coloca o ato, deixando claro que as mulheres abusadas, de alguma forma poderiam sentir prazer e curtir o que estava acontecendo é no mínimo escroto e mentiroso. A misoginia e a homofobia também são realidade em vários momentos da estória. Acredito que, por se passar no ano de 1960 com o patriarcado ainda muito forte e pouco questionado, além de um conservadorismo em relação à sexualidade, estes foram os responsáveis por dar tom ao livro.

Ele foi lançado pela Editora Darkside e contém toda a qualidade esperada de um livro lançado por eles. Capa dura e edição bonita e bem trabalhada! A história não é perfeita, mas fez sentido pra mim, principalmente pensando na idade dos protagonistas. Levanta bastantes questionamentos, principalmente sobre o quão responsável uma família disfuncional é pela formação ou, no caso, não formação da personalidade de seus filhos. Como isso pode ter impacto nesses jovens, levando-os a buscar um sentimento de pertencimento a algo maior, como por exemplo, o crime organizado. Tendo isso tudo posto, diria que é um livro okay e que vale a leitura. Não é uma obra prima, mas me entreteve na última semana.

Agora, pra finalizar, vou assistir ao filme e completar toda a experiência de acompanhar por um dia, toda a loucura na vida de um Dominador em fuga pela cidade de Nova York!

Valeu!
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Kalci 17/04/2020

Os garotos guerreiros
Comprei o livro achando que leria algo similar ao filme e tudo mais, o que não ocorreu.
O livro em si e' ótimo e completamente diferente do filme, o que me fez ficar ainda mais curioso pra termina-lo. Aqui temos algo bem mais cru, sujo e menos fantasioso, como e' o filme. Perto do livro, o filme e' apenas um conto de fadas.
O prefacio, escrito pelo próprio autor, resume pontualmente a obra quando comenta: '' O meu livro e' melhor [que o filme]''.

Ps.: O ultimo capitulo e' de uma excelência enorme.

Pss.: Existe uns errinhos de revisão e etc mas nada que tire o todo do livro.
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Raquel.Faria 26/04/2018

Warriors
O primeiro livro marginal. Violência e um espinho na carne. Quem cuidará dos nossos jovens? Uma história real sobre as gangues novaiorquinas da década de 70. Leia se tiver coragem...ou então, fique apenas com o filme "Selvagens da Noite"

site: https://trazumcappuccino.wordpress.com/2018/04/17/resenha-warriors/
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Inlectus 25/04/2018

Legal.
Divertido, mas também reflexivo e psicológico.
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Andre Felipe 30/08/2017

Uma ideia promissora, mas mal executada
O cinema costuma popularizar histórias nascidas da mídia literária sem, no entanto, repetir nas telonas a mesma qualidade das obras impressas. Mas eis aqui um exemplo que, ao meu ver, subverte esta regra: The Warriors, o livro, está muito aquém do clássico filme da década de 70 .

Lançado em 1965 por Sol Yurick, narra o que se passa na noite de 4 de julho (dia da independência norte-americana) e os acontecimentos gerados após Ismael Rivera, líder da maior gangue da cidade de Nova York, convocar uma grande assembléia de gangues de rua para o Bronx .

Praticamente todas as gangues comparecem e Ismael propõe um acordo de trégua entres os rivais para desafiar "O Homem" (sociedade, de outra forma chamada "Os Outros") e tomar a cidade. Depois de um discurso agitado, a assembléia se dissolve no caos enquanto várias gangues dissidentes começam a lutar e as coisas acabam mal.

Quando Arnold, o principal líder dos Dominadores de Coney Island (os "heróis" da história) é pego pelos membros da gangue de Ismael, cabe a Hector, o segundo no comando, liderar os restantes de volta a Coney Island, passando por bandos de gangues inimigas.

Devo dizer que a ideia gerou expectativas muito positivas em mim e três fatores impulsionaram essa sensação:


1) A sinopse do livro propõe uma mega história de ação e aventura que com certeza anima qualquer fã do gênero;

2) Eu já havia assistido ao filme de 1979 e apesar de na época tê-lo achado interessante, imaginava que a história original fosse ainda melhor;

3) A história por algum motivo me lembrou bastante "Capitães da Areia" do saudoso Jorge Amado, fato que me deixou muito ansioso pois havia adorado o livro de Jorge em vários aspectos e esperava que The Warriors fosse tão bom quanto ou mais.

No entanto, foi frustrante lembrar que criar expectativas é sempre algo perigoso.

O livro foi maçante em mais pontos do que interessante. A ação (e violência) é sugestionada em vários momentos, mas só consegue ser efetiva em algumas cenas. A aventura até se faz presente, mas de maneira bem simplória e pouco envolvente.

Até mesmo as críticas sociais presentes no texto não me agradaram como poderia, ainda que nesse ponto específico considere que o autor tenha sido mais feliz que nos outros pontos que citei (ação e aventura).

O início do livro e algumas cenas do miolo são as partes mais interessantes, mas no geral, não me convenceu. Não "comprei" a história narrada, mas comprei o livro, e nesses casos me obrigo a saber até onde aquilo vai chegar.

Acho que a trajetória dos garotos até seu território se mostrou massante em muitos momentos. Senti o texto repetitivo e monótono. A dinâmica não apresentava muitas novidades em cada metrô que adentravam.

Não me entendam mal, o trabalho de descrição e narração do autor é bom. No entanto, acredito que boa parte do texto soou desnecessário e não ornou em nada a história.

É diferente, por exemplo, de descrever um universo fantástico, com o qual não tenhamos referencial e por conseguinte se justifique a imersão proposta pelo autor através de uma descrição/narração mais acentuada. Aqui, não é este o caso. O que ele narrava soava repetitivo, mais do mesmo. E isso foi recorrente, existiam capítulos quase que inteiros com esse problema.

Em outros momentos, o autor pecava por narrar eventos sem muito efeito ou relevância. O personagem Hinton, por exemplo, tem dois capítulos (principalmente dentro do túnel do metrô) em que se perde (e perde minha atenção também) em devaneios e reflexões arrastados demais.

Outra situação que não me agradou tanto foram as personagens femininas da trama. Achei a descrição de ambas bem misóginas. Cenas de estupro e abuso narradas de maneira em que a vítima se sinta excitada ou favorável no decorrer do ato me parecem não só questionáveis, mas também inverossímeis.

Ainda que o autor tenha tentado trabalhar uma critica social, esta poderia ter sido melhor formulada.

Saindo um pouco do âmbito das criticas e tentando garimpar pontos interessantes e/ou positivos da história e da narrativa em geral, acho que o livro destaca alguns aspectos curiosos como a relação familiar que o grupo principal encara a ligação de seus membros.

O líder, na maioria das vezes o mais velho ou mais forte e temido do grupo, é chamando de "pai". O segundo no comando seria o "tio" e o restante seriam os "filhos", estando a frente no comando quem fosse mais velho.

As ordens disparadas pelos primeiros no comando são quase sempre obedecidas (ainda que de má vontade) e a confiança e união em torno de uma causa levantada pelo "pai da família" contrasta com o julgamento que eles fazem de seus próprios parentes consanguíneos.

A ambição por controle e poder, o descaso com os agentes da vara da juventude e a maneira agressiva com que enfrentam seus oponentes, contrastam com a maneira imatura, ingenua e infantil como se comportam quando estão a sós, denotando que apesar das agruras de sua realidade, do peso de suas escolhas e da necessidade de se autoaprovar como "homens", ainda são crianças.

Sobre este ultimo ponto (provarem-se "Homens") se forçarmos um pouco podemos notar uma contradição lógica em suas ambições de subversão, pois se pararmos para analisar onde a história começa, o objetivo do líder Ismael é justamente lutar com o que eles chamam "O Homem" ou "Os Outros" que seriam aqui os adultos e a sociedade de um modo geral.

Esses são culpabilizados e preteridos pela atual condição que aflige aos garotos, mas contraditoriamente, são justamente aquilo que os garotos buscam se tornar: um homem adulto, reconhecido como tal pela sociedade (e por si mesmo), esteja isso disponível através de atitudes morais ou imorais, pacificas ou agressivas.

Lógico, eles querem ser respeitados como "os outros", mas não conseguem vislumbrar a ideia de que inevitavelmente crescerão e poderão se tornar aquilo contra o que estão lutando. Daí o paralelo perceptível e contraditório: Lute contra o "homem", para ser reconhecido como homem.

Outro fato interessante a se notar: a história raramente faz menção do sentimento de perda e/ou saudade dos membros que são pegos pelos "outros" ou por gangues rivais. É como se não houvesse tempo para lamentações e o processo de escolha para um novo "pai" e "tio" fosse feito com a mais normal naturalidade.

Traçando uma comparação com o clássico "Capitães da Areia" pude perceber a genialidade de Jorge Amado em discorrer sobre a história dos mesmos e conseguir trabalhar de maneira muito mais interessante todos os personagens.

Fato que em The Warriors não acontece. Outros personagens com destaque no início do livro não foram bem aproveitados e trabalhados no decorrer da trama.

Ainda comparando as duas obras, em "Capitães da Areia", as críticas são muito bem feitas, a perda de alguns membros muito mais sentidas e até mesmo nas atitudes controversas de "Pedro Bala" (o assédio e estupro de uma garota na praia) o autor faz o leitor se importar com o personagem.

No livro de Jorge, tentamos justificar o injustificável colocando na marginalidade e no descaso das autoridades, parte dos motivos pelos quais aquelas crianças impõem sua sexualidade de maneira tão deturpada e abusiva.

Faltou a expertise e o olhar acurado do amado Jorge nas traçadas linhas de Yurick. Uma pena.

The Warriors - Os Selvagens da Noite contém uma ideia promissora, mas mal executada. Ao fim da leitura, pra quem já teve contato com obras que retratem temas parecidos de melhor maneira, acredito que a sensação será negativa. Mas uma leitura distante das demais referências pode persuadir outro leitor.

No mais, não funcionou pra mim.

Prefiro o filme icônico do diretor Walter Hill repleto de cenas memoráveis e frases eternizadas:

"Warriors, Come Out to Play…"
Lucas 30/08/2017minha estante
Rapaz, não sabia que existia um livro baseado no filme (ou vice versa) que é sensacional! Vou ter que ler.


Lucas 30/08/2017minha estante
Rapaz, não sabia que existia um livro baseado no filme, que é sensacional! Vou ter que ler.


Andre Felipe 30/08/2017minha estante
O Filme é muito massa, velho! Talvez ter assistido o filme antes de ter lido o livro me deixou com uma expectativa muito grande, o que no final acabou prejudicando a nota final do livro. Ainda assim, é uma história bem interessante e, em algumas cenas, mais violenta que o filme. Quando tiver oportunidade, leia e depois me diga o que achou!


Juliana.Dittrich 07/08/2018minha estante
Estou lendo ele no momento, mas estou quase abandonando.


Andre Felipe 08/08/2018minha estante
Pois é Juliana, passou pela minha cabeça abandona-lo, mas fui até o final. O livro tem uma premissa interessante, mas não desenvolveu tão bem. De qualquer maneira, seria bom lê-lo até o fim pra ter uma visão mais completa. Espero que o livro consiga te animar a terminá-lo! Abraço!


Juliana.Dittrich 09/08/2018minha estante
Sim, eu estou me esforçando. Obrigada




Renê 31/05/2017

dissonâncias cognitiva...
O autor até que teve um ideia bacana,fugindo um pouco da ideia visceral de Laranja Mecânica,mas acabou em uma mundo parado,em conflitos da dualidade humana,apenas a parte do subterrâneo e do final que marcou,bem de leve,entretanto tem as passagens que se tornam um delay para o leitor,sim,vai ou fica e vai e volta com perturbações de atos sem pudor e "brilho" para demonstrar as reações,não se sabe ao certo se era aquilo mesmo,mas era.Bem pode não ser justificável a minha resenha,mas ainda adentro eu considerei o filme bem melhor do que a obra,o cara que adaptou conseguiu superar a expectativa da história no livro,ele criou uma aventura ensarnecida que te deixa atento cena a cena,algo com bastante suspense sem saber ao certo como vai terminar,eu esperava essa atmosfera,com vários grupos,distritos e correria "sem fim",com os personagens e as suas frases prontas,talvez eu tenha se decepcionado esperando que fosse igual ao filme.
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Lamboglia (@estantedotibas) 19/02/2017

Na noite tudo pode acontecer...
"The Warriors" apresenta uma premissa interessante sobre jovens que fazem da rua seu lar. Que fazem da rua seu código de moral. Que fazem da rua seu palco e etc. Sol Yurick no seu prefácio aborda pontos interessantes sobre o comportamento desses jovens. Porém, na história isso não é muito abordado. Muitas perguntas para poucas respostas. Na verdade para compreender esse comportamento tem que ter muita mente aberta e analisar no todo e não em pequenas partes. Tudo tem seus prós e contras e, julgamento peremptório não define os personagens, mas sim, o leitor. Por isso é interessante não somente ler, mas também se por no lugar e compreendê-los. Deixando claro que não estou sendo a favor do comportamento, mas reconheço o impacto social e cultural que são inseridos na leitura. No mais, a leitura não me foi totalmente interessante. Eu esperava mais diálogos entre os personagens e menos do narrador. É um bom livro mediante a este último ponto que apresentei. Mas aqui é o caso raro de que o filme é bem melhor que o livro.
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Ricardo 16/11/2016

Bem violento, apenas isso
O livro e o filme tem a semelhança no assassinato do articulador da idéia de juntar todas as gangues. Fora isso, nada mais. No livro, apenas a fuga dos Guerreiros ou seja lá o nome que for para chegar em casa, aplicando a violência por onde passam. Muito rasa a história. O filme trabalha melhor a nuances das diversas gangues, além de dar ritmo a fuga dos Guerreiros. No final das contas, foi um livro lido para matar a curiosidade na origem do filme.
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Juninho 30/08/2016

Decepção total
Se alguém já viu o filme esquece o livro, geralmente o livro é melhor que o filme mais não é esse o caso, muito fraco o livro...
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Angel Sakura 03/05/2016

Leia a resenha completa no blog Eu Insisto.com.br
Se preferir ouvir dê o play no blog, ou no iTunes.

Posso dizer que fui totalmente surpreendida por esta leitura, sério. Eu não conhecia a história, mando um oi pros clássicos do cinema que não vi, e a capa não me preparou pro que eu ia encontrar. A palavra que melhor descreve esse livro é: violência, em sua forma pura e simples de causar o máximo de dor no menor tempo e sem ter sentido algum. Mas estamos falando de lutas de gangue, o que poderíamos esperar? É bem crível e com muitas gírias, dava pra sentir o ambiente e a confusão. É um bom livro, especialmente quando o livro anterior era um romance bem doce.

Tinha a reputação de um lutador feroz, um planejador astuto. Quem liderava as tropas melhor que ele? Ele desafiou, conquistou e assimilou várias gangues e construiu uma imagem para si mesmo e reputação para seus guerreiros. Ele transformou seus homens em mercenários, alugando seus exércitos para ajudar outras gangues em suas lutas. [] Eles o conheciam. Seu rosto estava lá para todos olharem. As grandes lentes azuis zombavam de todo mundo com uma imparcialidade ousada.


The Warriors narra a noite de 4 de julho e a madrugada do dia 5, pra começar a data já é emblemática por ser o dia da independência nos Estados Unidos. Todos os fatos acontecem nesses momentos, e especialmente no dia narrado no livro uma guerra generalizada ocorre em Nova York. Começamos o livro vendo um encontro de diversas gangues em um parque, não sabemos o que vai acontecer, mas sabemos que é algo grande. Nessa expectativa ficamos presos e acompanhando os acontecimentos e como já dava pra imaginar deu uma merda das grandes. O que deveria ser um tratado de paz com uma possível união das gangues se torna o motivo para caçar uns aos outros, com a chegada da polícia cada um precisa salvar seu couro. Então ficamos na expectativa do que vai acontecer e o autor foca na gangue dominadores (piadas bdsm por favor) que é composta por negros e latinos e não é novidade o preconceito com que eles eram tratados naquela época (na verdade são até hoje), após a grande treta ter começado. E nós apenas vamos juntos, quase como um dos membros tentando chegar no território deles em segurança, ou pelo menos vivos.

- Agora eles sabem que tipo de homens somos- disse Hector- Ninguém pisa nos dominadores.

[...] Para ler completa visite o blog

site: http://euinsisto.com.br/the-warriors-sol-yurick/
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Arthur Magnum Mariano 27/03/2016

Uma estrela:
Se deu apenas pela enfermeira velha assanhada que socou a cara desses pivetes folgados.

E tenho dito.
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Cafecomtripas 26/03/2016

Apesar dos protagonistas serem crianças, o livro tem cenas que incomodam e que mostram que a pouca idade não significa que os seus crimes são menores, contudo, o autor desenvolve essas ações dos personagens de modo que fique perceptível o grito de socorro, como se aquilo que os jovens fizessem fosse uma reação de algo que está além deles. A inconsequência dos crimes é clara: eles parecem não perceber e compreender suas ações, eles apenas fazem, tanto que, algumas cenas de violência são intercaladas com cenas deles fazendo besteiras e se comportando de maneira infantil.

Leia a resenha completa

site: http://cafecomtripas.blogspot.com.br/2016/03/literatura-warriors-sol-yurick.html
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Horroshow 11/03/2016

Resenha por Wallace Santos (Blog Horrorshow)
Desde muito tempo, a violência é "glamourizada" no cinema como forma de entretenimento. É cada vez mais comum que filmes contenham tiros, pancadaria e sangue e que eles tomem os espaços de exibição, arrecadando bilheterias cada vez mais gordas. Mas muito antes de haver um homem “duro de matar” ou ser um “tempo de violência”, haviam seis guerreiros se protegendo à sombra de uma tumba. Eles estavam cansados depois de uma longa corrida...

Assim começa a história das gangues (muitas delas) que se reúnem num parque para promover uma trégua. O líder de uma delas, Ismael, convoca a reunião a fim de promover a paz entre os grupos, ou uma simulação temporária dela, e voltar a atenção a quem seria o verdadeiro inimigo: a sociedade de maneira geral. Com uma excelente oratória, até surpreendente, Ismael consegue atingir alguns membros das gangues, mas, ao final de seu discurso, é mal interpretado e uma confusão generalizada se inicia. Correria, agressões e facadas tomam o lugar até a chegada da polícia. A partir desse momento, o leitor passa a acompanhar a fuga desses indivíduos, pois, no meio do tumulto, alguém importante acaba sendo assassinado. O resto fica para você descobrir.

(... Leia mais no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2016/02/warriors-sol-yurick.html
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