O Pulo da Gata

O Pulo da Gata Fernanda França




Resenhas - O Pulo da Gata


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Fah_Bederode 12/02/2021

Legalzinho até
É um livro bom, mas não tem nada de especial, sabe? É leve, divertido, mas não é aquele livro incrível que eu quero indicar pra todo mundo, mas é bom pra passar o tempo
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Emilly Lohane 09/02/2021

ama os animais
A paulistana Maggie May ama os animais e exerce sua profissão de veterinária com paixão. O que mais interessa a ela é o evento.Apesar de jovem tem 23 anos , ela faz de tudo para se casar e age como se fosse uma solteirona desiludida.
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Amanda.Souza 07/01/2021

Depois de uns bons 3 anos tentando ler esse livro, enfim terminei!!! Confesso que pulando muitas páginas, o pulo da gata era eu pulando página, história chata, personagem principal insuportável de tanta besteira que ela fazia ao se forçar a ficar com um cara que ela obviamente não queria.
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Lud 06/01/2021

O PULO DA GATA
Perfeito. Aquele livro que te surpreende, envolve e deixa gostinho de quero mais a cada reviravolta. Recomendo.
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helenacruz 31/12/2020

Comum e previsível
Essa história não irá te agradar se você espera personagens fortes, um enredo muito bem desenvolvido e frases inspiradores.
O enredo se passa de maneira rápida, como se o livro tivesse que ser terminado as pressas, mesmo tendo uma considerável quantidade de páginas. Os desdobramentos e momentos da história são todos facilmente adivinhados por qualquer leitor que assistiu muitas novelas ou leu um pouco mais.
A personagem principal é entediante e foi construída muito ingenuamente, quando de fato é uma mulher inteligente, estudada e com muitas experiências. O antagonista do livro, poderia ter sido mais sutil, pois em poucas páginas percebe-se suas reais intenções e ninguém mais do antro dos personagens levantou as hipóteses que estavam na cara.
E por fim, as frases inspiradoras encontradas nesse livro, podem facilmente ser encontradas naquele seu amigo ao lado, ou um pai e mãe que irão te inspirar bem mais.
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DomDom 29/12/2020

Há quem ainda tenha um pé atrás com autores nacionais, principalmente com aqueles que escrevem “literatura de entretenimento”, mas eu, particularmente, tenho tentado conhecer um pouco mais deles, e, quando surgiu a oportunidade de ler “O Pulo da Gata”, da Fernanda França, não pensei duas vezes. E posso dizer que gostei bastante do que li.

O livro conta a história de Maggie May, uma jovem de 23 anos, veterinária, com uma personalidade doce, sonhadora, romântica, e que tem uma “obsessão” por casamento. Apesar de ainda ser muito jovem, ela tem pressa em conseguir achar um marido para conseguir construir sua família. Então já dar para imaginar o que esperar dessa trama, não é?!?!

Não há nada de inovador nesse livro, mas o que mais me chamou a atenção foi a escrita da autora: É leve, fluída e descritiva na medida certa. Esses fatores são os que mais me prendem em uma leitura aparentemente clichê e previsível. Levando-se em consideração meu ritmo de leitura (que não é tão intenso assim), consegui ler 288 páginas em apenas dois dias. Nesse quesito, ponto para a Fernanda.

Continua no blog: Ler Para Divertir

site: http://www.lerparadivertir.com/2015/10/o-pulo-da-gata-fernanda-franca.html
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Gika 04/08/2020

Eu comprei esse livro pela capa e quando eu li a sinopse eu achei q seria mto machista e, por isso demorei anos para lê-lo. Quando eu finalmente li eu percebi q n é tão machista quanto eu achava. Os pontos q mostram um machismo são pq a personagem tá cega pelo desejo de se casar e acaba aceitando qualquer homem. Há alguns momentos q eu acho q poderiam ser mais bem escritos (n q sejam ruins, acho só q n é o jeito q eu prefiro).
Enfim, acabei gostando do livro. Tem algumas frases e reflexões mto boas e n deixa de ser um clichêzinho
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Suane 14/05/2020

O Pulo da Gata
A paulista Maggie May é veterinária e ama sua profissão. Mas o seu maior sonho é se casar com tudo o que uma mulher romântica tem direito. O noivo nem importa muito, desde que seja alto. O que mais interessa a ela é o evento.
Meggie está confiante de que Felipe, que ela conheceu em um site de relacionamento, a tornará feliz. Só que as estrelas, qur tudo veem lá em cima, não têm tanta certeza assim. Nem Eric, o comediante gato que ela conhece por acaso, no dia do seu encontro com Felipe.
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A história é muito divertida e a leitura é muito fluída. Confesso que é tudo previsível, mas pra quem procura um livro gostoso e leve pra ler super indico. Sou suspeita a falar mas adoro romances a apesar de tudo meu coração ficou com um gostinho de quero mais.
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lavinia.pontes 29/03/2020

A burrice de Maggie me incomodou demais em muitos aspectos. Mas não da para negar que o livro tem plot twist e que os personagens tem uma contrução durante a trama. Mas ainda assim, senti falta de algo... Não fui cativada por nenhum dos personagens. Talvez por Eric no início, mas ao ver o grande clichê mudei um pouco a percepção. Não é um livro ruim, mas também não é um daqueles que vou me lembrar
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Beta Oliveira 16/02/2020

“Eu vou ser a mulher mais feliz do mundo no dia em que eu me casar” (SILVA, Maggie May. 2015)
Maggie May quer se casar. Mais do que qualquer outra coisa na vida. A situação chegou ao ponto de ela se apaixonar após duas semanas de conversa virtual com Felipe. E mesmo não o encontrando pessoalmente no dia marcado, e conhecendo Eric no lugar, ela não desistiu da certeza de que agora, com Felipe, era para valer, era amor para a vida inteira.
Casamento é algo sério, parte de um projeto muito maior para a própria vida, e não a tábua de salvação para a recusa em trabalhar os sentimentos por trás disso. Não existe milagre exterior para confusões internas. A gente fica se perguntando o que terá que acontecer pra ela reavaliar os próprios conceitos. E, sim, o livro trará a resposta.

Confira o texto completo no Literatura de Mulherzinha.

site: https://www.literaturademulherzinha.com.br/2020/02/cap-1660-o-pulo-da-gata-fernanda-franca.html
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Bereu 04/04/2019

Doce
A historia centra na paulistana Maggie May, que ama os animais e exerce sua profissão de veterinária com paixão. Porém, seu sonho é casar (detalhe: com tudo que se tem direito: vestido branco, cerimônia religiosa, festa com todos os seus amigos e parentes, lua de mel... O noivo nem importa muito, desde que seja alto. O que mais interessa a ela é o evento!
O livro possui escrita leve, com desenhos de gatinhos dividindo os capítulos , ilustrando. Os pensamento a é açoes dos personagens casam muito bem com a descrição realizada pelo narrador oculto, sem deixar tantos "furos" no decorrer da história e até ajudando o leitor a se situar.
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Pri 14/04/2018

Uma comédia romântica super fofa!
Comprei esse livro na Bienal do Rio porque achei a sinopse super interessante e a capa linda. Descobri que foi uma ótima aquisição!

"— Sem a lua, conseguimos ver melhor os outros planetas e as estrelas. A lua deixa o céu com muita luz. Acho que a vida é assim, Maggie. Quando alguma coisa não vai bem, conseguimos ver as outras um pouco melhor. Nem sempre a ausência é um fator negativo. Podemos aprender quando estamos na escuridão."

Maggie May tem 23 anos e é médica veterinária. Ela é jovem, independente, mora sozinha na casa antiga de seu avô, tem sua própria clínica veterinária, tem uma família grande (com um pai, duas mães e cinco irmãs) e amorosa, e melhores amigas que estão ao seu lado desde a época da escola. Apesar disso, ela não está totalmente satisfeita com sua vida, apenas porque ainda não conseguiu realizar seu maior sonho: se casar com tudo o que tem direito. Ela ainda é muito jovem, mas acha que já deveria estar casada e que sua vida só vai começar de verdade quando isso acontecer. Então está disposta a tudo para achar o cara adequado para o papel de noivo perfeito.

"— Você não deveria ter medo de ficar sozinha, Maggie. Estaremos sempre rodeados de pessoas, se quisermos. Mas ter gente por perto não é, necessariamente, sinal de que estamos rodeados de amor. Pode ser que sim, pode ser que não. O meu medo, e eu vou te contar, é de não ter uma única pessoa que goste de mim ao meu lado. De ficar sozinho, mas não sem gente por perto, sem amor."

É assim que ela conhece o Gato Gatuno, ou melhor, Felipe. Eles conversaram por um desses sites de relacionamentos, descobriram ter muitas coisas em comum e decidiram marcar um encontro. Enquanto espera por Felipe, Meg acaba conhecendo Eric, que é comediante no barzinho onde ela está. A conversa entre eles flui naturalmente e eles encontram coisas em comum rapidamente, mas tudo em que ela consegue pensar é na demora de Felipe em aparecer.

"O amor não é um eclipse solar, quando a lua oculta o sol. Você descobre que ama alguém de verdade quando deseja que estejam no mesmo céu, ainda que por poucos minutos, só para ver a luz do outro brilhar."

Depois de diversos imprevistos, ela e Felipe finalmente se encontram e começam um relacionamento um tanto afobado, principalmente para duas pessoas que se conheceram na internet. Mesmo assim, Mag está certa de que ele é o homem da sua vida e que é com ele que irá casar-se e ser feliz para sempre. Apesar de suas amigas não aprovarem essa relação e de seu pai não estar confiante de que ela encontrou o homem certo dessa vez, ela se joga de cabeça e se entrega completamente ao "amor". Enquanto isso, Eric está cada vez mais próximo e atencioso, mas cega com seus sonhos e planos malucos, Maggie May não consegue enxergar nada além de um casamento perfeito acontecendo muito em breve.

"O que faltava em Maggie, mas ela não desconfiava, era descobrir que a felicidade era um estado que dependia muito mais dela do que de outra pessoa. Ser feliz é um pacote amplo, que pode incluir as escolhas da vida, a liberdade, a saúde e a disposição para realizar tarefas que dão prazer, mesmo rotineiras, o discernimento para tomar decisões, a autonomia para ir e vir e a capacidade de enxergar beleza mesmo quando muitas dessas alegrias não são possíveis. Se o corpo não permite que realizemos muitas coisas, sabemos que a cabeça, às vezes, faz isso. Felicidade não depende de dinheiro, de status, de onde se mora. Podemos ser influenciados por isso tudo, mas não é o que define a felicidade."

Maggie May é uma personagem com quem me identifiquei logo de cara. Eu ainda estava com 23 anos quando comprei o livro; era recém-formada em medicina veterinária, o que sempre foi meu sonho; e, além disso, outro grande sonho que eu tenho é me casar. No entanto, nem de longe eu sou louca e desesperada como ela, e depois de um tempo de leitura, eu comecei a discordar de praticamente tudo que ela fazia, o que chegou a ficar um pouco irritante. Mas o que seria de uma comédia romântica sem uma protagonista que faz besteira? Apesar de ser impulsiva e insegura, ela é divertida e foi bom acompanhar sua história. Eric é aquele cara perfeito que parece cair do céu, mas que ela não enxerga como mais do que um amigo. Ele é engraçado, é prestativo, atencioso e gato. Já Felipe é um homem que guarda muitos segredos, e é difícil saber o que ele realmente sente e deseja. As amigas de Meg, Luiza e Vida, são maravilhosas. Elas conhecem muito bem a amiga que têm, e tentam abrir os olhos dela para suas atitudes loucas, mas sem magoa-la. A família dela pode ter muitos defeitos, principalmente seu pai, mas eles estão sempre por perto a amparando em tudo.

"— Porque, muitas vezes, não paramos para pensar em quem somos e do que gostamos realmente. Geralmente acabamos aceitando gostos que nos impõem, só para sermos aceitos, queridos, amados."

O enredo tem tudo que faz uma boa comédia romântica, incluindo alguns grandes choques para a protagonista, que provocam certos momentos bem dramáticos durante a leitura. Tem um leve triângulo amoroso, que existe mais na cabeça do leitor do que na história de fato. E tem muitas partes engraçadas, obviamente.
Eu nunca tinha lido nada da Fernanda França, mas gostei bastante desse livro, o que me deixou curiosa para conhecer alguma das suas outras obras. Eu achei sua narrativa um pouco esquisita, porque é em terceira pessoa e não tem um ponto de vista específico. Apesar de estarmos acompanhando as aventuras de Maggie May na maior parte do tempo, a gente fica tendo vislumbres do que se passa na cabeça dos outros personagens também, já que o narrador é daquele tipo que conversa com o leitor, mesmo sem participar de fato da história, e isso me confundia um pouco. Mas logo me acostumei e a leitura fluiu super bem. É um livro muito leve, rápido, gostoso de ler, que me rendeu ótimas horas de distração.

"Alguém pode ser feliz sem amar? A vida é feita de amores, Maggie. Se não amamos o que fazemos, nosso trabalho, amigos, a vida, como podemos ser felizes?"

A diagramação está muito bem-feita, o livro é cheio de detalhes fofinhos, como gatinhos no fim dos capítulos, as páginas são amareladas e grossinhas, a fonte ajuda ainda mais no conforto da leitura. A editora caprichou também na revisão, porque eu não encontrei praticamente nenhum erro de digitação no livro inteiro. Então a Essência está de parabéns com o trabalho realizado.
Recomendo muito esse livro para quem curte romances e está em busca de uma leitura leve. A história é bem fofa, surpreendente, emocionante, divertida e tenho certeza que você vai adorar acompanhar as maluquices de Maggie May e conhecer mais uma autora nacional com muito talento.

site: http://www.sigolendo.com.br/2018/04/resenha-o-pulo-da-gata.html
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Ilores 25/12/2017

O Pulo da Gata
Nesse livro Fernanda França nós mostra que quando menos esperamos nosso amor aparece não precisamos correr atrás dele como loucos porque se não for aquela pessoa que faz o seu coração bater mais rápido sempre faltará alguma coisa
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Iris Figueiredo 26/09/2016

Quem disse que clichê é ruim?
"O pulo da gata" é o segundo livro da autora Fernanda França publicado pela Editora Planeta, pelo selo Essência. É um chick-lit, gênero que a autora se consagrou, que nos traz muitas risadas e romance.

Maggie May é uma veterinária de bom coração, louca por animais e sonha em se casar. Ela nem tem tantos critérios assim para seu futuro marido, só pede que seja alto. O que ela espera mesmo é um casamento, com toda pompa e circunstância! Após uma série de fiascos amorosos, ela conhece Felipe em uma rede de relacionamentos e decide que ele será seu príncipe encantado. Mas, ainda que ela tenha conhecido um homem muito bonito chamado Eric, nada tira o foco de Maggie do seu objetivo final: o casamento. Será esse seu final feliz?

"O pulo da gata" é clichê, mas maravilhoso. Gosto muito de como a Fernanda escreve, de forma despretensiosa e engraçada, nos levando pela trama de suas personagens. Ela sempre enche a história de reviravoltas - algumas surreais, outras mais possíveis de acontecer com a gente - e cria mocinhos de tirar o fôlego.

Como todo clichê que se preze, tem triângulo amoroso, lágrimas, declaração de amor pública e vilões dignos de novela mexicana! Mas é assim que funciona um chick-lit e Fernanda sabe, como poucas autoras nacionais, conduzir uma história do gênero. Ela faz com que a gente ignore tudo isso e se envolva, torça e vibre com as personagens que cria.

O núcleo familiar ao redor da personagem é, como sempre, muito forte. Gosto muito desse detalhe nos livros da Fernanda - a família realmente faz diferença no desenrolar da história, coisa que geralmente é ignorada no gênero. É uma boa história para rir, suspirar e curar a ressaca literária.

site: http://irisfigueiredo.com.br
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