A guerra dos consoles

A guerra dos consoles Blake J. Harris




Resenhas - A guerra dos consoles


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Blacktikey 07/08/2020

Este livro me causou mais emoção e entusiasmo do que qualquer outro, desde Harry Potter
É ideal para quem é nerd, principalmente para quem é nintendista ou seguista.
A forma com que a história é contada faz parecer um filme, e não um livro documental baseado em fatos reais.
Ver os bastidores da empresa que desbancou a Nintendo acontecendo, por um curto mais memorável período, me fez achar que eu trabalhava na Sega. E isso foi show!
Não é à toa que vão fazer um filme Hollywood ano baseado neste livro, em breve.
Vale ressaltar que a rivalidade entre a Sega E a Nintendo nos anos 90, equivale a rivalidade entre Apple e Microsoft ou coca-cola e Pepsi. Numa época em que não haviam leis para esse tipo de competitividade, ainda.
E não recomendo apenas para os nerds, pois mostrei este livro para uma amiga que não tinha nada de nerd e ela conseguiu ler as 600 páginas deste em menos de um mês, demonstrando empolgação.
Suéllen 07/08/2020minha estante
Caramba, sensacional hein, sentimento nostálgico com esse livro. E de novo me interessei mais depois de ler sua resenha srs, que por sinal, está muito bem construída srsr.


Blacktikey 07/08/2020minha estante
Hahha obrigado por ler. Vou começar a escrever sobre os livros q ja li ( os muito poucos, e lidos super lentamente kk ) espero q goste


Suéllen 07/08/2020minha estante
kkk super apoio ..


Paty 07/08/2020minha estante
Também a resenha! Já até marquei o livro como desejado; não sou muito afeita a não-ficção, mas esse me interessou!


Paty 07/08/2020minha estante
amei* aushuahsuas


Blacktikey 07/08/2020minha estante
Esse livro parece fantasia de tão épico q foram as decisões da equipe da Sega na época. Vais gostar viu.


Blacktikey 07/08/2020minha estante
Todo dia vou tentar lembrar de um livro que ele escreveu uma resenha aqui
Rsrs




Oli.Caluz 22/07/2020

Guerra dos Consoles - Blake J. Harris
Guerra dos Consoles, escrito por Blake J. Harris, é um livro que, arrisco dizer, quase pode ser visto como um livro “bibliográfico” ou documental, registrando a época e os bastidores de alguns dos momentos cruciais que fizeram a indústria dos videogames ser o que é hoje – uma potência mobilizadora financeira, cultural e educativa num nível global.

Para além disto, a história é contada de uma forma leve e descontraída, repleta de voltas e reviravoltas, englobando desde uma contextualização sobre o passado e o surgimento de todo este mercado, com a Atari, conduzindo o leitor até o surgimento e domínio da indústria pela “Big N” (Nintendo), até a grande ascensão e queda da SEGA, que com o seu fantástico ouriço azul (o Sonic – o qual, vale lembrar, teve a produção do seu filme como um sucesso estrondoso neste ano de 2020), terminou expandindo as possibilidades para a existência de diversos consoles, jogos e empresas, como o PlayStation da Sony, por exemplo.

Situando a maior parte da narrativa a partir de Tom Kalinske, quem esteve à frente da SOA (SEGA of America) durante o maior período de crescimento e reconhecimento da empresa, é interessante notar a importância que a competitividade de mercado teve para evolução deste ramo da cultura, assim como, na minha opinião, o livro trata também do quão fundamental é que uma empresa possua e mantenha todos os seus setores e funcionários/colaboradores em sintonia e equidade de respeito, união e visão sobre qual é o melhor caminho para alcançarem seus objetivos – apenas com fins de evitar spoilers, não vou me prolongar sobre as possíveis problematizações que poderiam ser discutidas com base em conflitos interculturais (entre outros) descritos nos livro.

Por fim, acredito que mais que apenas uma aula sobre planejamentos estratégicos, posicionamento de marca e campanhas de marketing (como a elaboração do personagem, do jogo e das propagandas do Sonic, da importância do Mário e do Donkey Kong, entre outros), toda a história do livro deve se mostrar maravilhosa para qualquer pessoa que tenha dentro de si alguma paixão ou curiosidade sobre os videogames em geral.
Fabio.Gabriel.Oli. 19/11/2020minha estante
Concordo muitíssimo. Ótima resenha, bem concisa.




Lyh 11/01/2016

Sega VS. Nintendo
O livro vai contar a história de uma batalha crucial da indústria dos vídeo games: Sega VS. Nintendo. Tudo começa quando Tom Kalinske está em uma viagem com sua família (sua esposa Karen e suas três filhas), quando de repente um velho amigo aparece em sua frente: Nakayama, que trabalha na Sega of Japan e quer oferecer uma oportunidade para Kalinske, já que ele havia acabado de sair da Mattel (mesmo sem Kalinske estar procurando emprego nenhum).

Com o consentimento da família Kalinske parte em uma viagem para o Japão com Nakayama para que este pudesse lhe mostrar alguns planejamentos de sua empresa, os futuros lançamentos e futuros projetos. Kalinske fica maravilhado com o que vê, e acaba se dando por vencido aceitando o cargo de CEO da Sega of América, mal sabendo o que o espera.

Daí em diante o livro irá abordar fatores muito importantes na indústria dos vídeo games antes e depois de Kalinske ter entrado na Sega of América, como a história da criação da Nintendo e também do querido Mario, a criação do Sonic e como foi acirrada a competição entre eles. O que aconteceu com a Atari e com algumas empresas de vídeo games que surgiram antes e acabaram destruindo o negócio parecendo que o ramo havia morrido. Também falará sobre os planos de marketing e de ação de cada empresa, como a Sega (uma empresa pouco reconhecida até então) conseguiu crescer e roubar uma boa fatia do mercado que antes pertencia a Nintendo. Citará algumas pequenas mudanças de lado que influenciaram bastante o rumo das duas; e também como a Sony acabou entrando na indústria dos vídeo games e lançando o tão famoso e amado PlayStation.

Várias outras coisas serão mencionadas também, como consoles, fliperamas, softwares, hardwares, sistemas de 8, 16 e 32-bits, e também os vários estilos de produtos que iam rodar CD's.

O livro é bem interessante e contará a história de duas formas, que nem parecem tão prováveis quando mencionadas juntas: a forma do entretenimento (diversão) e a forma mais administrativa (trabalho).
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Israel 04/02/2016

Os anos 90 foram marcados por muitas mudanças no cenário comportamental da juventude da época, em especial, as mudanças tecnológicas principalmente na área da eletrônica, marcaram sobremaneira aquela juventude que tinha o primeiro contato com os games recém-lançados a partir das inúmeras locadoras que infestavam os bairros.
Hordas de garotos passando horas intermináveis e inesquecíveis explorando os diversos mundos de Super Mario Bros ou dando loops vertiginosos em alta velocidade em Sonic The Hedgehog. Esse foi o zeitgeist dos anos 90 para muitos. Sonic versus Mario. Sega Versus Nintendo.
Blake J. Harris fez um primoroso trabalho de pesquisa nesse delicioso calhamaço que conta a história fabulosa do engalfinhamento entre as duas companhias pela hegemonia do mercado dos games. A Nintendo, outrora detentora de 90% do mercado no início dos anos 90 e tendo por mérito a ressurreição da indústria de videogames após o crash da Atari, perde o seu reinado pra Sega, uma ínfima desenvolvedora e considerada a azarona do mercado dos games, graças ao talento do genial CEO Tom Kalinske, um líder nato que consegue abocanhar o top 1 das vendas de consoles, cartuchos e ainda por cima lançar um ícone dos games (Sonic) em apenas 5 anos dominando o mercado e fazendo o público delirar cada vez mais com lançamentos e novidades que iriam definir a maneira como essa bilionária indústria é hoje.
Jogos, trapaças e vários joystics fumegantes divertem essa leitura que vai muito além de um período da história, mostrando o lado obscuro da indústria, as geniais jogadas de marketing, as falcatruas, as apelações e uma série de mecanismos engenhosos visando a coroa para chegar ao reinado supremo. É um verdadeiro manual de administração de empresas, marketing, liderança e gestão de pessoas.
Ao chegar ao término do livro, podemos ver quem “ganhou” a guerra dos consoles, pois a briga entre as duas companhias definiram a maneira como encaramos esse hobby fantástico nos dias de hoje e entendermos qual a origem das mega produções, o ciclo de vida dos consoles, as tecnologias envolvidas, as feiras e as diversas facetas dessa indústria do entretenimento que movimenta bilhões.
Tom Kalinske e seus adversários conferiram aos vídeo games o status quo que estes detém e merecem hoje, com suas pequenas obras de arte interativas, roteiros cada vez mais cinematográficos e realistas, mostrando que estes vieram pra ficar, alcançando seu lugar ao lado do cinema, literatura e quadrinhos, enfim, seu nicho na cultura pop. Ótima leitura.
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Jonathas 17/08/2016

Nostalgia em páginas
Mario, Sonic, Pacman, Pokemon, hadouken, fatality são algumas das milhares referencias aos videogames inseridas a cultura pop. A força dos jogos digitais é inegável, como se eles já não tivessem provado seu potencial, os jogos estão invadindo tudo quanto é lugar (vide PokemonGo) e até mesmo Hollywood, através de franquias como Resident Evil e a mais recente animação Angry Birds (o primeiro jogo de celular adaptado para os cinemas). Gostando ou não, o mercado de jogos eletrônicos já movimentam quase US$91,5 bilhões por ano.
O livro de Blake J. Harris narra a grande disputa de duas das mais importantes empresas do mundo dos games: Nintendo e Sega. Depois da “crise dos videogames” a Nintendo conseguiu reerguer o mercado e consolidar muito do que conhecemos hoje a cerca dos videogames. Em 1990 a Nintendo detinha aproximadamente 90% de toda a indústria. A Sega era uma pequena empresa de fliperamas que se aventurava nos negócios dos games, mas com o monopólio da Nintendo era difícil se fazer notar no mercado.
A Sega começa sua inserção significativa no mercado após a contratação de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que dá uma nova identidade a companhia do Ouriço Azul. Com ideias ousadas e inovadoras a batalha que definiria uma geração coemça: Press star e bem-vindo a guerra dos consoles!
O livro é baseado em informações obtidas por meio de várias entrevistas com centenas de pessoas envolvidas e documentos, mas o autor alerta em nota que tomou certa liberdade recriando cenas e diálogos além de reorganizar fatos de acordo com seu julgamento, o que fica claro depois de alguns capítulos. A narrativa toma forma de romance e tem um ritmo alucinante e frenético, digno das grandes criadoras de jogos igualmente alucinantes e frenéticos. No entanto, a organização narrativa por vezes confunde o leitor, há muitos flashbacks mal inseridos ao texto que deixa o leitor desorientado.
O livro é recheado de informações dos bastidores das empresas, e é impossível ao leitor que cresceu em meio aos videogames não sentir uma nostalgia e se deliciar ao saber de detalhes da criação de personagens e jogos tão familiares como Sonic, Mario e vários outros. Para os leitores que não se identificam com os games, o livro pode surpreender com a parte do empreendedorismo que recheia as páginas mostrando a astucia e força de funcionários que transformam, positiva ou negativamente, um negócio. Estratégias de venda, marketing e o mundo das grandes corporações que movem bilhões serão uma grata surpresa a qualquer leitor.
A coisa que mais incomoda ao longo da leitura é perceber que o autor não apenas toma partido e veste a camisa da Sega, como nutre um carinho especial por Tom Kalinske, que protagoniza quiçá 90% do livro. O destaque a esse personagem é tamanho que por vezes o leitor se perde na história de Tom, esquecendo-se da grande guerra entre os consoles. Não é mera coincidência que o livro se inicie com Tom Kalinske sendo contratado pela Sega, e encerre com sua demissão. Por essa razão, o livro não pode ser encarado como um relato histórico, uma vez que a perspectiva é quase sempre a de Tom, o que faz com que a Nintendo e seus profissionais sejam os grandes vilões da história.
À geração dos anos 80/90 o livro é altamente recomendado, aos gamers igualmente, e a qualquer leitor que se interesse por empreendedorismo. O Encanador Bigodudo e o Ouriço Azul, com certeza, tem muitos truques a ensinar.


- Temos que admitir uma coisa sobre a Nintendo. Goste deles ou não, tudo em que aqueles caras tocam vira ouro.
- Você está certa. Então, acho que só temos que fazer com que tudo que toquemos vire prata. E, enquanto isso, encontrarmos uma forma de convencer o mundo de que prata vale mais do que ouro. (p. 78)
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Guaracy.Carlos 26/11/2016

Relembrando a infância com olhos do Marketing
Gostei muito do livro. Escrito na forma de prosa, a leitura é agradável e rápida. Lembrar de icônicos consoles que marcaram a minha infância como o Nintendo e Mega Drive é muito prazeroso. Contudo, fica um certo sabor amargo resultante da constatação que grande parte das percepções que tinha acerca de ambos foram criadas pelo marketing. Vale a leitura para compreender as dinâmica do mercado de games.
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Fabio.Gabriel.Oli. 19/11/2020

ninja Sega contra o império Nintendo
Se minhas emoções lendo esse livro fossem um brinquedo, seriam uma pista do hot wheels.
Antes de falar sobre o livro, quero me gabar que paguei só 10 reais nele (trava na beleza).
O título me animou desde o começo, já que trata da história de 2 empresas que fizeram história.
Não só as empresas como também os 2 personagens amáveis (Sonic e Mario).
A Guerra dos Consoles vai contar da história da batalha entre a Sega e a Nintendo pelo mercado de videogames, contando sobre as duas empresas e o início da famosa rixa que divide fãs pelo mundo todo (eu prefiro o Mario (trava na beleza de novo)).
Apesar de contar a história de um modo geral, o livro vai ter foco principalmente na trajetória de Tom Kalinske, que assumiu a Sega of America e começou seu trabalho pra tirar a empresa do fundo do poço para disputar espaço com a Big N.

Eu amei cada parte desse livro, até o Prefácio (e olha que eu não gosto de prefácios). E to louco pra ver o documentário.
Nada igual conhecer os bastidores de uma guerra que realmente se iguala a batalha Coca-Cola Vs Pepsi. Me senti como um funcionário da empresa, conhecendo todos e cada passo que fez da Sega o sucesso que foi.
Adorei o Kalinske e toda estratégia dele pra transformar lixo em luxo (tipo o Sonic roqueiro com a Madonna (quem leu, sabe)).
Senti raiva dos Japoneses do começo ao fim (principalmente no fim) por serem tão irritatemente mentes fechadas. Nem parece que é de lá que vem parte das maiores empresas de tecnologia.
Se tivessem seguido o que Kalinske propora, a Sega teria continuado no topo por muito mais tempo (arrisco dizer que até hoje).
Mas enfim.
Ciente da minha opinião geral, vamos as avaliações.

º Devo começar exaltando a escrita de Blake J. Harris. Bem didático, dinâmico (com boa alternância entre diálogos e informações) e bem dimensionado, uma vez que ele não só conta a história da empresa e do mercado, como também fala da relação entre os personagens e dos seus sentimentos sobre tudo que acontece. E já disse que simplesmente amo quando uma história real é contada dessa forma atrativa, como um romance. Foi essa escrita que me manteve preso ao livro e não fez ele parecer mais um documentário do Discovery Channel.

º Em relação ao desenvolvimento de histórias reais, eu nunca julgo os fatos porque ninguém escolhe o que vai acontecer a seguir. Porém, o autor escolhe o que contar e depende dele que a história fique coerente. Esse é outro ponto positivo. Mesmo que ele tivesse pulado semanas ou meses em alguns capítulos, fez questão de nos atualizar sobre o que ocorrera e mostrar os momentos mais relevantes. Isso é importante pois dá aquela sensação de história contada por completo e sem enrolação.

º Sobre os personagens, acho importante que mostre quem eles são além de simples funcionários e peças num tabuleiro. Alguns documentários só mostram das pessoas os seus méritos e habilidades, como o único objetivo de dizer em que ela influenciou na história. Porém uma pessoa é bem mais que isso e gosto quando é dada essa profundidade, mostrando personalidade, química entre os personagens e seus sentimentos.
Esse livro é mais uma prova de que aproximar o leitor dos perosnagens é uma das grandes partes de uma história bem contada.

º Amei a ideia de contar uma história tão importante quem marcou muitas pessoas, asism como adorei como ele explorou todo o mercado dos videogames e a evolução dele no período em que é contado. Um ótimo resultado para um primeiro livro.
E estou curioso para ler sua segunda obra (The History of The Future) que infelizmente só tem em inglês por enquanto.

º O final de um bom livro é sempre doloroso. Nesse caso me doeu como a história de Kalinske terminou (não, ele nao morreu kkk), mas, graças a p***a dos japoneses, não poderia ter sido diferente.
A história acabou em um bom ponto apesar de que eu gostaria de saber o que a Sega foi dali pra frente, principalmente com o lançamente do vindouro Nintendo 64, que estava entrando em uma nova batalha contra a Sony e o seu PlayStation.


Conclusão.
Um livro perfeito, com uma históra incrível, recomendado para nerds e não-nerds. Entra pra minha lista de favoritos e um dia leio de novo (porque é muita informação boa kkkk).
Com tudo que eu li (a questão das duas empresas, a liderança inteligente de Tom, os funcionários que fizeram a diferença...), uma das grandes lições que tiro desse livro é a importância do trabalho em equipe.
Mais vale ser humilde e saber pedir ajuda do que ser orgulhoso e fazer merda sozinho (filozofey (trava na beleza uma última vez)).

P.S. Não odeio japoneses, eles só fizeram muita cagada durante a história que custou a Sega e por um tempo arrebentou a Nintendo.

site: https://www.instagram.com/invites/contact/?i=v0mcpzn9neft&utm_content=i6y9h25
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rcividanes 16/09/2020

Fotografia de uma década
Um show! A guerra dos consoles, mais do que uma história sobre videogames é uma aula sobre administração e marketing. Se a Sega tivesse seguido as ideias e visão de Kalinske, não tenho dúvidas que o cenário dos Videogames atual seria bem diferente. Super recomendado!
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Ricardo1z 29/07/2016

Conhecimentos gerais 18
Pra um cara como eu(velho!) que viveu aquela época de anos 90, comparando os jogos de Supernintendo e Mega Drive é extremamente interessante ler sobre os bastidores dessa "guerra" Nintendo versus Sega. E em relação a detalhes, o autor dá um show, o livro fala sobre o início da Nintendo, o início da Sega e a identidade das duas empresas. A Nintendo ficou rotulada como produtora de jogos "para crianças" e a Sega por fazer jogos voltados para o público mais crescido. A Nintendo também se caracterizou por monopolizar demais o mercado antes da Sega estourar. O fio condutor do livro é a ida de Tom Kalisnke, brilhante agente de marketing, para a Sega.
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Welliton.Moreira 26/12/2019

Uma verdadeira revolução
Para os amantes de games o livro é sensacional em minha opinião, eu vivi um pouco da época do final dos anos 90, e meu primeiro console foi o Super Nintendo, saber o que acontecia por trás de tudo aquilo, foi uma experiência incrível ver cada passagem de época, cada inovação nos consoles e nos games, a constante batalha entre a Sega e Nintendo, que renderam os frutos da qualidade e quantidade de jogos e outras empresas do ramo da atualidade. Através da história é possível ver empresas como a Sony no início de sua carreira com os video games, a Eletronic Arts como desenvolvedora de jogos, dentro muitas outras. Eu dou nota 10 para essa minha leitura e o livro eu recomendo muito para quem tem interesse em ver como muitas vezes o orgulho de grandes empresas pode colocar tudo em risco e um simples erro ou decisão tomada errada pode colocar anos de trabalho a perder. Essa é minha opinião sobre a leitura *--*

site: https://www.youtube.com/watch?v=JJZqYJsLrXM
Fabio.Gabriel.Oli. 19/11/2020minha estante
Meu primeiro console também foi Super Nintendo. Daí que vem meu amor pelo bigodudo.




Jorge.Luis 24/01/2017

Leitura obrigatória para todo gamer das antigas
O início dos anos 1990 ficou marcado na indústria dos video games pela fatídica Guerra dos Consoles. A toda poderosa Nintendo com o NES e seu mascote Super Mario era dona de 95% do mercado, parecia ser insuperável e ditava todas as regras do mercado na era dos 8 bits. As demais empresas não passavam de meras coadjuvantes, peixes pequenos, insignificantes, até que a Sega resolveu desafiar a "Big N" com um console de 16 bits e uma atitude ousada personificada pelo mascote rival do Mario, o rápido ouriço azul Sonic. Começava uma guerra que definiria os rumos da indústria dos vídeo games e que ainda ecoa nos dias atuais.

O livro "A Guerra dos Consoles" é baseado em entrevistas e relatos envolvendo as pessoas que administraram a Sega, a Nintendo e outras empresas que ressuscitaram a então desacreditada indústria do Vídeo Games no início dos anos 1990. Blake J. Harris nos traz uma escrita fluída, que nos dá a impressão de estarmos lendo um romance, assim, a leitura, além de não ser cansativa, é muito reveladora. Recomendo a todos que, assim como eu, viveram intensamente a "Guerra dos Consoles".
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Eric Adams 10/02/2017

Leitura obrigatória
Muito do que se vê hoje nas redes sociais é uma discussão acelerada entre o que é melhor: Xbox, Playstation ou PC.

Este livro trata de uma época em que a disputa para ver que plataforma e console era melhor não só representou discussões simples entre usuários, e sim uma "guerra" entre as principais fabricantes de consoles. Guerra essa que simplesmente definiu a forma como os jogos são tratados hoje em dia.

Um ótimo livro que mostra não somente o contexto histórico de desenvolvimento de muitos jogos, como também a influência social e de mercado em torno de cada ação.

Leitura obrigatória pra qualquer fã de jogos, principalmente dos mais antigos. Leitura recomendada aos visionários, no que diz respeito a empreendedorismo e mercado.
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Roger Ruiz 07/07/2017

Viajei no livro
Para quem tem uma história com video games, esse livro traz uma nova perspectiva sobre o assunto. Bom saber sobre os atores responsáveis por um momento importante em nossas vidas e, sem deixar de lado, a questão do business e as relações políticas das empresas.
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Adriano Garcez 15/09/2017

Guerra de Marketing
Gostei muito do livro. Gostei demais de conhecer a figura do Tom Kalinske, sem contar que é a primeira vez que lemos a história dos bastidores da Sega com tantos detalhes. A escrita é excelente e te faz sentir dentro da história - apesar de desconfiar da veracidade de alguns fatos de tão detalhados que são.

Meu único problema com o livro e que me fez tirar uma estrela foi o fato de que o autor deixa de contar pontos importantíssimos. Descreve bastante o processo pré lançamento do Sonic, mas, logo após o lançamento, já pula para um período considerável onde o jogo já é um sucesso etc, sem passar pelo processo de como o jogo mudou a cultura interna da Sega. O livro é imenso e se prende em alguns detalhes desimportantes.

Gostaria muito de saber melhor como foi o lançamento do Sega CD e do 32X, mas é só citado como este último foi enfiado goela abaixo pela SOJ. Depois é esquecido.

Enfim, só dei 4 estrelas porque tive um Mega Drive, senão seriam 3 ou menos. HAHA.
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Alex 10/05/2019

Fantástico
Que livro ! Adorei ler a história por trás da minha infância. Entender tudo o que se passou, conhecer esses personagens e essas empresas fantásticas que já foram e são até hoje. Embora não tenha tido uma infância dedicada ao video-game, primeiro por causa de nossa condições financeiras, e segundo porque nessa época eu já estava entrando na faculdade e meu foco eram os computadores, sempre fui apaixonado por tudo isso e esse livro me aproximou mais ainda de tudo o que passei e nem fiquei sabendo dos motivos.
Obrigado ao autor por fazer essa obra !
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