Como Se Apaixonar

Como Se Apaixonar Cecelia Ahern




Resenhas - Como se apaixonar


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Bibliolatras 17/04/2020

Um livro gostoso
Bom, o livro tem uma história forçada com o intuito de criar um romance.
Mas o que realmente me incomodou foi a personagem principal, uma pessoa que se anula o tempo todo em prol de outras pessoas que não conhece. Isso não me permitiu me conectar a personagem.
Porém, a medida que o livro avança, a trama vai ficando envolvente. A escritora tem uma excelente escrita, fluída, o que faz a história ser leve (apesar de bem forçada), e gostosa de ler. Com certeza daria um ótimo filme.
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Danii 18/05/2016

A arte que é viver e se apaixonar pela vida
Quando se lê apenas o nome desse livro, você pode se perguntar: "Será que é um livro de autoajuda ensinando como se apaixonar por algum doido (ou doida) por aí? Parecido com aqueles de como conquistar um cara em três dias?" Bem, como você deve ter notado pela sinopse, não é. (Breve pausa para agradecimento à Cecelia Ahern por isso. "Obrigada Cecelia!!!" Pronto, agradecemos). E antes que alguém pergunte, sim, eu amo esse livro. Na verdade 80% de mim o ama, e os outros 20% tem uma bela paixão platônica por ele.
Bom, voltando a história, nada como salvar um estranho de se matar para ter coragem de se comprometer com o desafio quase impossível de fazê-lo amar a vida de novo em duas semanas, né? Hum, talvez tenha, nunca impedi um estranho de se matar para saber como é. Mas a Christine sabe! Já que ela impediu o Adam de pular da ponte e tudo. "Ponte? O cara ia pular de uma ponte?" Sim, ele ia, mas a Chris chegou antes de o mundo perder mais um cara lindo.
Enfim, o cara da ponte (também conhecido como o cara lindo, ou, simplesmente, Adam) nem é o primeiro suicida que ela encontra (Azar? Coincidência?). Antes de conseguir impedir que o Adam pule rumo à morte (ou à água mesmo), ela tenta impedir que um outro suicídio aconteça, mas infelizmente não se pode controlar as ações alheias e Simon (o primeiro suicida) atira na própria cabeça. E isso desperta em Christine a vontade de salvar a própria vida, então ela decide largar o marido para buscar uma vida mais feliz. "Ela larga o marido por que viu alguém atirar em si mesmo? Sério isso?" Em parte sim, mas essa “experiência” meio que abre os olhos dela. Como a própria Cecelia escreveu, às vezes, quando você presencia algo muito real, fica com vontade de se afastar de tudo o que é falso e parar de fingir, fica com vontade de querer ser verdadeiro e honesto com você mesmo... Então a Christine possivelmente pensa: "Por que continuar casada com alguém que não amo, sendo infeliz e fazendo o outro infeliz também? Com alguém que eu nem deveria ter me casado para começo de conversa?"
Infelizmente, as consequências dessa decisão não são nada fáceis já que todos acham que é apenas por causa do trauma e não por seu casamento ser infeliz; e o vingativo (frio, maldoso e amargo) do ex-marido, Barry, resolve tirar tudo que ela tem e infernizar a vida da pobre mulher, quando ela fez quase um favor para ele.

"Era quase como se a minha infelicidade não fosse o suficiente. Se ele não me traiu, não me bateu e não foi cruel comigo, ninguém parecia conseguir entender que eu não amá-lo e estar infeliz eram motivos suficientes."

Mas esses problemas não a impediram de certa noite, passeando por uma ponte, encontrar (e salvar) Adam que estava determinado a pular rumo ao desconhecido. Mas como nada na vida é fácil (tirando fazer miojo), o cara da ponte apenas concorda em prolongar sua vida até o dia de seu aniversário e nesse prazo ele permite que Christine tente ajudá-lo a voltar a amar a vida e a resolver os problemas que tem (como se ela já não tivesse os próprios), e se não conseguir, o desejo de morrer dele venceria ("uma solução permanente para um problema temporário").

"É um momento, isso é tudo. E momentos passam. Se você aguentar, esse momento vai passar e você não vai querer acabar com a sua vida. (...) Pode parecer que não há opções, mas há... Você pode superar isso. (...) O que quer que esteja acontecendo, você consegue superar."

Quantas pessoas você conhece que colocariam os próprios problemas em segundo plano para tentar salvar a vida de alguém desconhecido até então? Se não conhece, leia esse livro e conheça a Super-Christine, solucionadora de problemas e salvadora de suicidas por acaso (ou talvez nem tão por acaso assim). Para a senhorita conserta-tudo se algo não pode ser consertado pode ser mudado, melhorado, e para isso ela se inspira, e muito, em livros de autoajuda.
E com base nesses livros ela tenta ajudar Adam, que é um dos suicidas mais apaixonantes que eu já tive o prazer de conhecer por meio de um livro. Ele sabe ser gentil e educado, engraçado, romântico... Ah! Romântico! (Suspiros para esse ser apaixonante). "Adam faça um chocolate para mim também! Em formato de livro! Porque não estou ganhando nem a embalagem de um bombom!"
Com cenas que variam da comédia ao drama, em Como se apaixonar conhecemos melhor Christine e Adam (como alguns personagens secundários) que nos mostram que é preciso estar ao lado das pessoas dando apoio sim, mas as deixando viver a própria vida e tomar as próprias decisões; e que nos dão verdadeiras lições de vida, envolvendo depressão, suicídio, superação, generosidade, família, amizade, amor e, principalmente, sobre a arte que é viver e ser apaixonado pela própria vida.

"Onde estaríamos sem amanhãs? O que teríamos em vez disso seriam hojes. E, se esse fosse o caso, com você, eu esperaria que hoje fosse o dia mais longo. Eu encheria o hoje de você, fazendo tudo o que sempre amei. Eu riria, falaria, ouviria e aprenderia, eu amaria, amaria, amaria. Faria todos os dias serem hoje e passaria todos com você, e nunca me preocuparia com o amanhã, quando não estaria com você. E, quando aquele temido amanhã chegar para nós, por favor, saiba que eu não quis deixá-lo, ou ser deixada para trás, que cada momento que passei com você foram os melhores momentos da minha vida."
Mari 14/07/2016minha estante
Oi, eu queria mt ler o livro e adorei a sua resenha, mas estou com uma ressaca literária terrível, e queria ler um livro com final feliz hahahaha você poderia me dar uma dica se eu devo começa-lo agora ou devo esperar um pouquinho mais pra começar a ler?
Não gosto de largar livro pela metade e odiaria fazer isso com esta :(


Danii 14/07/2016minha estante
Olha, depende. Eu não lembro de ter chorado lendo ele nem nada, na verdade, até ri bastante, mas já li resenhas de pessoas que ficaram de ressaca literária por causa dele kkk
Então cada caso é um caso, mas para garantir leia um livro daqueles mais fofinhos (tipo "Namorado de Aluguel", "Três coisas sobre você", "Para todos os garotos que já amei"...) para ajudar na ressaca e depois leia ele sem pressão, sem expectativa... kkk


Mari 15/07/2016minha estante
Obrigada por responder e pelas sugestões Danii :)




Clube do Farol 18/09/2016

Como se apaixonar. Clube do Farol
Resenhado por: Danii

"A vida é uma série de momentos e momentos sempre mudam, assim como pensamentos, negativos ou positivos."

Quando se lê apenas o nome desse livro, você pode se perguntar: "Será que é um livro de autoajuda ensinando como se apaixonar por algum doido (ou doida) por aí? Parecido com aqueles de como conquistar um cara em três dias?" Bem, como você deve notar pela sinopse, não é. (Breve pausa para agradecimento à Cecelia Ahern por isso. Obrigada Cecelia!!! Pronto, agradecemos). E antes que alguém pergunte, sim, eu amo esse livro. Na verdade 80% de mim o ama, e os outros 20% tem uma bela paixão platônica por ele.
Bom, voltando a história, nada como salvar um estranho de se matar para ter coragem de se comprometer com o desafio quase impossível de fazê-lo amar a vida de novo em duas semanas, né? Hum, talvez tenha, nunca impedi um estranho de se matar para saber como é. Mas a Christine sabe! Já que ela impediu o Adam de pular da ponte e tudo. "Ponte? O cara ia pular de uma ponte?" Sim, ele ia, mas a Chris chegou antes de o mundo perder mais um cara lindo.
Enfim, o cara da ponte (também conhecido como o cara lindo, ou, simplesmente, Adam) nem é o primeiro suicida que ela encontra (Azar? Coincidência?). Antes de conseguir impedir que o Adam pule rumo à morte (ou à água mesmo), ela tenta impedir que um outro suicídio aconteça, mas infelizmente não se pode controlar as ações alheias e Simon (o primeiro suicida) atira na própria cabeça. E isso desperta em Christine a vontade de salvar a própria vida, então ela decide largar o marido para buscar uma vida mais feliz. Ela larga o marido por que viu alguém atirar em si mesmo? Sério isso? Em parte sim, mas essa "experiência" meio que abre os olhos dela. Como a própria Cecelia escreveu, às vezes, quando você presencia algo muito real, fica com vontade de se afastar de tudo o que é falso e parar de fingir, fica com vontade de querer ser verdadeiro e honesto com você mesmo... Então a Christine possivelmente pensa: Por que continuar casada com alguém que não amo, sendo infeliz e fazendo o outro infeliz também? Com alguém que eu nem deveria ter me casado para começo de conversa?
Infelizmente, as consequências dessa decisão não são nada fáceis já que todos acham que é apenas por causa do trauma e não por seu casamento ser infeliz; e o vingativo (frio, maldoso e amargo) do ex-marido, Barry, resolve tirar tudo que ela tem e infernizar a vida da pobre mulher, quando ela fez quase um favor para ele.

"Era quase como se a minha infelicidade não fosse o suficiente. Se ele não me traiu, não me bateu e não foi cruel comigo, ninguém parecia conseguir entender que eu não amá-lo e estar infeliz eram motivos suficientes."

Mas esses problemas não a impediram de certa noite, passeando por uma ponte, encontrar (e salvar) Adam que estava determinado a pular rumo ao desconhecido. Mas como nada na vida é fácil (tirando fazer miojo), o cara da ponte apenas concorda em prolongar sua vida até o dia de seu aniversário e nesse prazo ele permite que Christine tente ajudá-lo a voltar a amar a vida e a resolver os problemas que tem (como se ela já não tivesse os próprios), e se não conseguir, o desejo de morrer dele vai vencer ("uma solução permanente para um problema temporário").

"É um momento, isso é tudo. E momentos passam. Se você aguentar, esse momento vai passar e você não vai querer acabar com a sua vida. (...) Pode parecer que não há opções, mas há... Você pode superar isso. (...) O que quer que esteja acontecendo, você consegue superar."

Quantas pessoas você conhece que colocariam os próprios problemas em segundo plano para tentar salvar a vida de alguém desconhecido até então? Se não conhece, leia esse livro e conheça a Super-Christine, solucionadora de problemas e salvadora de suicidas por acaso (ou talvez nem tão por acaso assim). Para a senhorita conserta-tudo se algo não pode ser consertado pode ser mudado, melhorado, e para isso ela se inspira, e muito, em livros de autoajuda.
E com base nesses livros ela tenta ajudar Adam, que é um dos suicidas mais apaixonantes que eu já tive o prazer de conhecer por meio de um livro. Ele sabe ser gentil e educado, engraçado, romântico... Ah! Romântico! (Suspiros para esse ser apaixonante). Adam faça um chocolate para mim também! Em formato de livro! Porque não estou ganhando nem a embalagem de um bombom!
Com cenas que variam da comédia ao drama, em "Como Se Apaixonar" conhecemos melhor Christine e Adam (como alguns personagens secundários) que nos mostram que é preciso estar ao lado das pessoas dando apoio sim, mas as deixando viver a própria vida e tomar as próprias decisões; e que nos dão verdadeiras lições de vida, envolvendo depressão, suicídio, superação, generosidade, família, amizade, amor e, principalmente, sobre a arte que é viver e ser apaixonado pela própria vida.

"Onde estaríamos sem amanhãs? O que teríamos em vez disso seriam hoje. E, se esse fosse o caso, com você, eu esperaria que hoje fosse o dia mais longo. Eu encheria o hoje de você, fazendo tudo o que sempre amei. Eu riria, falaria, ouviria e aprenderia, eu amaria, amaria, amaria. Faria todos os dias serem hoje e passaria todos com você, e nunca me preocuparia com o amanhã, quando não estaria com você. E, quando aquele temido amanhã chegar para nós, por favor, saiba que eu não quis deixá-lo, ou ser deixada para trás, que cada momento que passei com você foram os melhores momentos da minha vida."

site: http://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/07/como-se-apaixonar.html
Albuquerque 19/09/2016minha estante
Da pra substituir esse titulo por "como se lascar"


Clube do Farol 19/09/2016minha estante
Se fosse baseado em história real podia substituir mesmo :/ kkkkk...
Mas como é ficção podemos nos iludir, né? kkk...


Albuquerque 20/09/2016minha estante
Kkk Kkk




Carol 07/11/2016

Cecelia sendo Cecelia <3
"Onde estaríamos sem amanhãs? O que teríamos em vez disso seriam hojes. E, se esse fosse o caso, com você, eu esperaria que hoje fosse o dia mais longo. Eu encheria o hoje de você, fazendo tudo o que sempre amei. Eu riria, falaria, ouviria e aprenderia, eu amaria, amaria, amaria. Faria todos os dias serem hoje e passaria todos com você, e nunca me preocuparia com o amanhã, quando não estaria com você. E, quando aquele temido amanhã chegar para nós, por favor, saiba que eu não quis deixá-lo, ou ser deixada para trás, que cada momento que passei com você foram os melhores momentos da minha vida."

A questão principal é: como não se apaixonar pelos livros da Cecelia Ahern?

Dessa vez conhecemos Christine que após salvar um estranho na ponte que estava à beira de um suicídio se compromete a tentar mostrar que a vida pode ser boa em duas semanas.
É claro que essa é uma missão praticamente impossível no caso de Adam, mas esse desafio pode ajudar a transformar a sua vida também.

Ela tem uma de falar sobre as pessoas, sobre as situações, sobre os problemas, sobre situações difíceis... De uma forma real, de uma forma tocante, de uma forma leve, de uma forma engraçada, de uma forma que te emociona...

Quem vê essa capa e esse título imagina que ele seja apenas mais um romance clichê, uma história de amor entre um casal que precisa aprender a se apaixonar, mas na verdade ele tem um significado muito maior, ele nos ensina a se apaixonar PELA VIDA!

Cecelia Ahern, sou apaixonada por sua escrita e por todos os seus livros, obrigada por nunca me decepcionar!

"Eu o amava, sabe, mas tenho uma teoria sobre o amor. Acho que, não importa quão bons sejam, alguns amores não estão destinados a durar para sempre."

site: www.nossaressacaliteraria.blogspot.com.br
Cris 08/11/2016minha estante
Que amor de resenha ?


udynha 07/12/2016minha estante
Vc consegui me emocionar só de ler a sua resenha que lindo deve ser esse livro tenho ele em eebok vou ler o mais rápido possível ?. Bjus




Aione 28/10/2015

Considero Cecelia Ahern como uma das autoras que apenas me basta ver seu nome na capa de um livro para que eu me interesse por sua leitura. Com Como se apaixonar não foi diferente.

Aqui temos a história de Christine que, em primeira pessoa, nos narra os improváveis acontecimentos de sua vida. Após ter tentado impedir o suicídio de um homem, resolve terminar seu casamento por enfim aceitar que ele não a faz feliz. Enquanto enfrenta as consequências de sua escolha, conhece Adam em uma situação totalmente improvável: uma nova cena de suicídio. Assim, ela consegue convencê-lo a tentar recobrar a vontade de viver em duas semanas – prazo estipulado por ele -, enquanto precisa lidar com seus próprios fantasmas.

Não demorei a mergulhar na leitura, uma vez que a escrita da autora foi bastante envolvente. Ainda, a própria premissa me interessou, principalmente pela curiosidade sobre como a autora desenvolveria o enredo, afinal, um prazo de duas semanas me pareceu pouco para persuadir alguém nas condições de Adam a continuar vivendo, e temi por não conseguir ser convencida pelo livro. Felizmente, isso não aconteceu. A história, ainda que desenvolvida em um período cronológico relativamente curto, não me passou a sensação de inverossimilhança, sendo capaz de me encantar passo a passo, de forma que me vi compreendendo as situações de cada personagem e torcendo por elas.

Christine, aliás, me agradou, mesmo com algumas observações sobre ela. É notório que a personagem foque em Adam em uma tentativa de ignorar seus próprios problemas, algo trabalhado em seu amadurecimento ao longo da trama. Ainda, sua extrema passividade em alguns momentos chegou a me incomodar – no sentido de desejar que ela parasse de sofrer injustiças -, considerando-se tudo a que ela é obrigada a aguentar, principalmente de seu ex-marido, e acaba por suprimir. De qualquer forma, essa é uma característica intrínseca à personagem e necessária à maneira de como se dão os fatos. Christine é forte, acima de tudo, pela maneira de como é capaz de enfrentar as situações e de se colocar no lugar de outros. Adam, por sua vez, é encantador ao revelar seu lado mais vivo e sagaz, ao mesmo tempo em que desperta compaixão por suas provações internas. Merecem destaque, também, o pai e as irmãs de Christine, que cativam o leitor principalmente por seu peculiar humor.

Como pontos baixos, destacaria principalmente os relacionados a alguns momentos da narrativa e ao trabalho de tradução e revisão do livro. Sobre o primeiro caso, senti que, em alguns momentos, havia a criação de certa expectativa sobre a descrição de um momento que, logo em seguida, era quebrada ou pela ausência dessa narração ou por uma descrição mais superficial. Sobre a tradução, notei a presença de algumas construções de sentenças um pouco incomuns no português, que culminaram em frases estranhas e de compreensão dificultada, resultando em uma quebra de fluidez da leitura. Ainda, as falhas de revisão foram bastante frequentes, ficando um alerta à editora sobre isso – algo que, inclusive, já notei em outras publicações.

Em linhas gerais, Como se apaixonar é envolvente e de temática delicada sendo, por consequência, capaz de gerar reflexões importantes, ainda que singelas. Foi uma obra que conseguiu me emocionar em alguns momentos e me surpreendeu com algumas de suas revelações, algo mais do que positivo para o desenvolvimento da trama. Ainda que não tenha entrado para o meu hall de favoritos da autora e nem tenha me impactado como outras de suas obras, foi, certamente, uma leitura leve, proveitosa e sensível.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2015/10/27/resenha-como-se-apaixonar-cecelia-ahern/
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Any 02/02/2016

Só é feliz quem não tem medo de abrir mão do passado e mergulhar de cabeça no presente!
Cecilia Ahern é aquela autora detalhista que não se preocupa em narrar uma história de amor arrebatadora ou uma tragédia. Ela vai além e com uma escrita unificada nos prende do primeiro ao último capitulo.
Antes de iniciar a leitura de seus livros, imagino sempre que vou encontrar emoção, fantasia e no meio de tudo isso lições para vida. Neste me surpreendi, porque além de ter tudo o que falei acima, havia uma pitada de humor coisa que quase não se vê nas suas obras anteriores, mas que neste deu um sabor todo especial. No decorrer da leitura de “como se apaixonar” é inevitável não sorrirmos e ao mesmo tempo não nos mantemos situados na seriedade dos fatos que se desenrolam.
A história é sobre Christine, uma mulher recém separada que tem sua vida virada de ponta a cabeça quando a mesma tenta impedir um homem de cometer suicídio e fracassa. Dizem que “Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, no entanto, novamente ela se vê outra vez vivendo esse pesadelo. Adam é um homem de seus 30 e poucos anos que não conseguindo lidar com a dor de ver sua namorada trocá-lo pelo melhor amigo, tenta tirar sua vida. Mas ele é impedido por Christine que em um curto tempo terá que demonstrar para Adam porque viver vale a pena.
Você enquanto leitor vai descobrir duas coisas básicas: 1) Nós não temos o poder de mudar ninguém. 2 ) Não podemos dizer como o outro deve viver a própria vida.
Dizer que eu amo a forma como Cecelia Ahern escreve é suspeito. Mas confesso que chego na última página e peço para que ela não pare nunca de criar belas histórias. Que essa mente brilhante não se canse e que essas mãos não tardem em escrever de maneira tocante novamente. Desejo que ao chegar ao final deste livro você descubra assim como eu que: A FELICIDADE NÃO CHEGA A NOSSA MÃO PRONTA. É necessário construí-la.

Adrielle 16/02/2016minha estante
Amo os livros da Cecelia,você soube definir do que tratam seus livros, a principal característica é ter uma lição de vida,transmitir uma mensagem sobre a qual possamos refletir. E não tinha reparado, esse foi o livro que mais ri com a história, apesar da seriedade do tema. Nos outros também tem situações engraçadas, mas não como nesse. Maravilhoso esse livro,não conseguia parar de ler!




Carol B. 13/02/2020

Ultimamente tenho escolhido ler alguns livros aleatoriamente: gosto do título, da capa ou do autor e só começo a ler, sem saber do que se trata. Já tive algumas decepções, mas acho que nunca tinha tido uma surpresa tão incrível quanto esse livro. O livro tem uma certa leveza brutal na exposição de suas verdades necessárias sobre a dor de viver e sobre a como quando as encaramos de frente, da melhor maneira que conseguirmos, podemos vivenciar a bizarrisssima beleza que existe na dor, principalmente quando conseguimos ir além dela e ver possibilidades. Afinal acho mesmo que
a vida é isso: não podemos escapar na nossa história de vida, assim como Christine e Adam não puderam, nem Simon, Caroline ou mesmo Oscar. Nossa história e o que acontece conosco deixa finas linhas intrínsecas a quem somos, mas não significa que somos presos a ela. A beleza do livro (e da vida) está na passagem do tempo, dos pensamentos e doa sentimentos, que estão sempre em transformação, nos dando a possibilidade de encontrar beleza novamente no caminho.
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Vânia 17/12/2015

O poder dos livros de autoajuda...
Os livros de Cecelia Ahern têm um diferencial.
Ela consegue escrever assuntos sérios - que normalmente a fariam chorar - com um toque de humor. Isso é bom.
Ela ambienta suas histórias na Irlanda, saindo daquele eixo NY-Londres tão conhecido. Isso é bom.
Seus personagens são profundos, complexos, geralmente estão passando por uma fase negra na vida e, de alguma forma, conseguem ajuda e dão a volta por cima. Isso também é bom.

Todos esses fatores têm aqui neste livro, mas, por alguma razão, a história não me envolveu no início.
O enredo é interessante, mas Christine mostrou-se - PRA MIM - uma pessoa aficcionada em livros de autoajuda, o que acabou cansando...
Ela não era terapeuta de fato, mas de tanto ler sobre os vários assuntos, ela tinha uma forte opinião sobre tudo para ajudar alguém.
Na primeira vez que um suicida cruza seu caminho, ela age certo, mas depois algo dá errado, e ele leva adiante seu intento.
Na segunda vez, na mesma semana, com medo de fracassar de novo, ela literalmente grudou na vítima. E esta deu-lhe um prazo de 2 semanas, até o aniversário dele, para fazê-lo mudar de ideia que valia a pena viver.

Ela mesma estava encarando uma separação desastrosa. Seu ex não estava aceitando muito bem a notícia e resolveu transformar a vida dela num inferno.
Ela e Adam, o segundo suicida, passaram as próximas semanas juntos. Ela ajudou-o a se posicionar perante à família; a reconquistar a ex-dele; a ter prazer em fazer bobagens. Mas no fundo, ela também precisava de ajuda...

No final, eu já estava até achando o livro divertido, mas se fosse medir meu entusiamo pelas primeiras pág, eu diria que teria desistido da leitura. O que é raro, porque os livros dessa autora me arrebataram até então.

O ritmo da história é lento demais.
Os personagens são interessantes, mas entediantes a princípio.
O bom é que não tem cliffhanger e a autora é adepta a um HEA.

3 estrelas
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saradealb2 17/09/2015

O livro não é espetacular mas é bom.
Eu já li alguns livros de Ahern e acho-a uma excelente escritora, sou apaixonada pelo livro “Simplesmente Acontece”, que li a alguns anos atrás na época da febre de “P.S. Eu te amo”. Em seus livros ela sempre trata de passar alguma mensagem ou de tocar a gente de alguma forma. Em “O amor da tua vida” não diferente, já que ela irá tratar de um tema bem difícil que é o suicídio. Acho muito interessante a forma como ela aborda o tema. Ela trata de passar a idéia de que não devemos julgar as pessoas, mas sim de tentar compreender o que fez uma pessoa chegar a aquele ponto. Assim como devemos ajudar a pessoa para que ela veja que existe um solução, que há pessoas que a querem escutar.
Eu abri o livro achando que ia ser O livro, que ia me fazer chorar e rir, mas não foi bem assim. Li algumas resenhas dando 5 estrelas pra ele, porém eu não consigo dar. Na verdade, pra mim foi um tanto difícil entrar no clima do livro, achei a leitura bem lenta só com o desenrolar da trama é que vai ficando mais ágil e entretido. Ainda assim, achei que a autora deixou algumas coisas sem resposta, outras deixou de lado e algumas você simplesmente ficava sem entender porque uma ou outra coisa não foi abordada.
Sobre os aspectos positivos do livro é que ele evolui, ainda que no inicio o ritmo seja lento, ele melhora e no final fica interessante. Duas partes que eu realmente gostei foram o da leitura do testamento, que achei bem engraçada, e a parte sobre Caroline. A parte da Caroline pra mim foi uma das melhores porque não fala só sobre suicídio e sim sobre um tema bem atual e que realmente tem acontecido, tendo alguns casos que repercutiram no Brasil no ultimo ano. É algo que deve ser tomado muito a serio e que foi tratado de um jeito bem interessante e bem verdadeiro.
O livro não é espetacular mas é bom. A mensagem constante do livro é de que a vida vale à pena, que você deve tentar se apaixonar por ela e que até quando você achar que é o fim, existirá sempre alguém com quem conversa e que se importa com você...

[resenha completa no blog]

site: http://milhasliterarias.blogspot.com.br/2015/09/resenha-como-se-apaixonar-cecelia-ahern.html
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Ani 21/12/2015


É possível um raio cair duas vezes no mesmo lugar? É com essa dúvida que Christiane começa a narrar sua história. O raio em questão foi que ela presenciou duas tentativas de suicídio. A primeira foi com Simon e a segunda com Adam. Mas para conseguirmos entender bem como isso a autora vai narrando os dias anteriores de Christiane.




Ela acabara de abandonar o marido por se sentir totalmente infeliz no relacionamento. Era melhor o deixar, do que empurrar o relacionamento “com a barriga”. Nossa personagem tem sua própria empresa de recrutamento e seus melhores amigos são os livros de autoajuda. Em um desses, dizia que para encontrar a felicidade, ela deveria encontrar um lugar onde já feliz e foi assim que ela encontrou Adam. Um dos lugares marcantes para ela era a ponte Há’penny e quando ela chega ao local, encontra Adam tentando se jogar dali. Então ela faz de tudo para ajudá-lo e promete que se ele colaborar ela vai mostrar o quanto a vida dele é valiosa.

"Os livros eram minhas bíblias, meu auxílio para resolver problemas quando eu mesma estava perdida ou precisava de soluções para clientes problemáticos."

Para isso os dois fazem um trato: Chris tem duas semanas para fazer que Adam reveja seus conceitos de felicidade e se apaixonar pela própria vida.
Você pode pensar que o livro só vai tratar dessa ajuda para Adam, mas na verdade o enredo está focado em Christiane. O livro é narrado em primeira pessoa, pela personagem central, mas não pense que isso tira as descrições, ao contrario disso, Cecelia sempre faz muito bem.
Eu li em algumas resenhas que a obra lembrava um livro de autoajuda (uma coisa que eu não curto) e isso até me deixou com receio, mas não! É um romance lindo! A autora soube – como de costume – colocar problemas e personagens extremamente palpáveis no enredo, onde ou você se identifica ou consegue imaginar acontecendo.




Cheio de frases de efeito Como se Apaixonar, mantém o padrão de todas as outras obras que eu já li da autora. O início foi um pouco lento, demorei bastante para engatar a leitura, mas quando consegui não parei mais.

"Eu o amava, sabe, mas tenho uma teoria sobre o amor. Acho que, não importa quão bons sejam, alguns amores não estão destinados a durar para sempre."

A parte gráfica dessa obra está linda! Esse tom de roxo chama muito atenção e a imagem projetada tem tudo a ver com o livro, você consegue entender durante a leitura. As folhas são amareladas, fonte agradável e um espaçamento que não cansa a vista. Aliás, eu achei essa fonte diferente das que eu estou acostumada, muito mais bonita.

"Mas não se pode perseguir a felicidade. A alegria acontece de um jeito espontâneo... Não é uma fórmula genérica, passo a passo, que você segue. Mas eu não sabia disso, não sabia o que fazer. Acho que eu tinha parado de ver a beleza do mundo por um tempo..."

Em suma, Como Se Apaixonar conta uma história de amor, superação e autoconhecimento. Com uma escrita fluída e ágil (a partir de certo momento – pelo menos para mim) a autora consegue te fazer apaixonar e querer ser amigos de seus personagens. Ao contrario de toda blogosfera, eu tinha odiado Simplesmente Acontece, com toda certeza, esse livro veio como uma redenção para mim. Leitura aconselhada.

site: http://www.entrechocolatesemusicas.com/2015/12/como-se-apaixonar-cecelia-ahern.html
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Leninha Sempre Romântica 09/11/2015

Ahern, Cecelia. Como se Apaixonar. Tradução: Bárbara Menezes de Azevedo Belamoglie. Ribeirão Preto, SP: Editora Novo Conceito, 2015. 348p. Título original: How to Fall in Love.

Se me dessem esse livro sem capa, sem título, sem sinopse eu descobriria, sem sombras de dúvidas, que essa era uma história escrita por Cecelia Ahern. Essa mulher consegue traçar um enredo de maneira que fica impossível não identificá-la. Ela tem o dom de impressionar o leitor com sua escrita e personagens simples, porém marcantes e com uma trama muito bem amarrada que fica difícil não saber que aquele livro foi escrito por ela. Não que eu tenha lido muitos livros da autora, longe disso, mas é perceptível a maneira que ela escreve, sua sensibilidade está nas entrelinhas.

Cecelia escreve com o coração entre os dedos, ela consegue transformar uma história que poderia ser tida como trágica em uma bela lição de amor à vida.

Temos aqui dois personagens que se encontram num momento totalmente inesperado. Enquanto Christine busca se recordar de momentos marcantes da sua vida, visitando lugares onde ela teve boas recordações, Adam escolhe um desses lugares para tirar sua vida. E desse encontro inesperado surge uma aliança, um compromisso, que nenhum dos dois esperava. Christine promete mostrar a Adam que vale a pena viver e ele dá a ela a chance de provar isso, com data limite de tempo.

Durante o tempo que estão juntos, eles percebem que há muito a ser descoberto, nos brindando assim com uma história superinspiradora e que vale a pena ler e tirar dela boas lições.

Eu particularmente fiquei encantada com a sensibilidade da autora em falar sobre o tema “suicídio” com tanta leveza, sei que é um assunto forte e que quando se toma essa decisão ela muda não só a perspectiva do suicida como também de todos que o cercam. Ficam perguntas no ar, dúvidas que permeiam a cabeça de todos para saber os “porquês”, mudando assim a percepção das coisas, dos atos e das decisões tomadas.

Não pense que essa é uma história sobre depressão, que pode angustiar quem está triste ou com pensamentos instáveis, muito pelo contrário, eu até recomendaria a leitura para pessoas que estão se sentindo para baixo.

Imagine um cara que perdeu a vontade de viver e que tem uma segunda chance pelos olhos de uma mulher que abriu mão de uma vida segura só porque queria ser feliz?! Imagine acordar todos os dias com um objetivo novo na vida e que mesmo com toda a insegurança arregaça as mangas e se joga?! Assim como um suicida se joga de uma ponte, nós nos jogamos na vida todos os dias, enfrentamos barreiras, dificuldades e mesmo assim damos adeus ao dia, nos deitamos e esperamos um novo amanhecer, uma nova oportunidade de realizar feitos ou consertar velhos erros.

Aprendi muito lendo esse livro. Aprendi que a vida — por pior que seja ou esteja — é linda e merece ser desfrutada. Cada novo dia é um presente e devemos desfrutar de cada segundo, mesmo que seja olhando o céu, atravessando uma rua, mas prestando atenção aos detalhes e na beleza de cada coisa.

Com certeza essa é uma leitura que irá permanecer nos pensamentos do leitor mesmo depois de um bom tempo após o seu término, e eu a recomendo de coração, acho que cada um irá tirar uma lição, cada um verá a beleza das coisas simples com mais profundidade.

Leia e, por favor, volte para me contar o que achou.

site: http://www.sempreromantica.com.br/2015/11/como-se-apaixonar-cecelia-ahern.html
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Anna 04/05/2020

Não consigo nem descrever todas as emoções que essa leitura me transmitiu, eu ri, me emocionei e torci muito pelos personagens. É um livro simplesmente incrível, assim como todos os outros que já li dessa mesma autora, tenho certeza que essa história daria um excelente filme!!!
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Mari 30/06/2020

Procurando a felicidade
A personagem e bem forte, autêntica e altruísta, sempre pensando nos outro ao invés de si mesmo, que por um lado pode ser bem preocupante o fato de ela lidar com problemas que vão além da sua compreensão, e ela pode se sentir fracassada caso algo sai do seu controle ou algum imprevisto aconteça. O fato de ser um bom ombro amigo um ótimo conselheiro, não da o direito de controlar a direção da vida dos outros, somos responsáveis pelas nossas escolhas e teremos que lidar com as consequências sejam boas ou não.
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Flavia.Jesus 07/06/2020

O livro é bom,consegue prender nas primeiras páginas, na verdade é um pouco previsível, mas é uma leitura gostosa e contagiante. Vale a pena ler!!
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