Deadfall

Deadfall Anna Carey




Resenhas - Dead Fall - A Caçada - Vol 2


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Luane.Reey 15/10/2015

Deadfall - A Caçada
Anna Carey conseguiu algo que nem sempre é possível, a sequência foi melhor que a primeira obra. Com um ritmo melhor que Blackbird, temos aqui neste livro uma ótima continuação, onde podemos conferir novos personagens e claro, a evolução da protagonista. A narração continuou usando "você" e para quem leu o primeiro e achou estranho que nem, saiba que aqui nem consegue-se sentir mais estranheza pois já estamos familiarizados com o livro. Foi muito interessante como foi explicado sobre o início das caçadas, motivo dos jovens serem escolhidos e tudo mais. Para quem gostou muito do primeiro, pode ler a sequência sem medo, Anna não desaponta. Super recomendo!

site: http://maniasdeumagarotasingular.blogspot.com.br/p/livros.html
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Naty Frederico (@prateleiradepapel) 23/04/2020

Que história
Já imaginou acordar na linha do metro e não se lembrar de nada? É o que acontece com a nossa protagonista. A unica certeza que ela tem é que estão tentando matá-la.

Uma trama incrível, cheia de momentos de tirar o folego, vale muito a pena.

Se ainda não leu, vale a pena a tentativa.
Diego.Suzuk 19/05/2020minha estante
Oi sou novo nesse aplicativo e queria ler livros como posso ler o seu. Queria melhorar minha leitura


Naty Frederico (@prateleiradepapel) 20/05/2020minha estante
Olá, então, esse aplicativo não é para leitura, ele é para organizar seus livros e leituras, você pode ver pelo app do Kindle, sempre tem ebooks gratuitos ou procurar esse nas lojas. Porém tem BlackBird antes, Deadfall é o segundo




Devorando Livro 10/04/2020

Impressionante
Enquanto o primeiro livro foi maiôs ou menos, este teve ação, emoção e um pouco de tudo.
Prefiro o segundo ao primeiro, por conta do desenrolar da história e por conseguir me conectar mais rápido do que o primeiro
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lys 26/05/2020

Seria perfeito, se não fosse o final.
"-Na ilha - ele diz -, ter cuidado não foi o que nos manteve vivos."

Você encontrou o garoto que estava com você na ilha, Rafe, os dois foram para Nova York, estão procurando Connor, outro alvo da GAA que esta reunindo vários alvos, o objetivo de vocês é acabar com o jogo sem acabar morto.

"Você estava com ele. Estava apaixonada por ele"

Você gosta de Rafe, vocês lutaram juntos contra os caçadores, ele está nas suas lembranças, ele não trabalha pra GAA e nem te enganou, como um certo filho da mãe. Você se chama Lena, está contando com ajuda da polícia, cada vez mais perto de desmascarar as pessoas que estão caçando você.

"Eles não tem nada contra mim - ele continua - Não podem provar nada. Parem de mentir para si mesmo. Parem de mentir para os outros. É cruel, sabia? Ficar dando esperança para os seus amigos patéticos."

Nem tudo são flores, seus caçadores são ricos e influentes, a menos que você tenha uma bela prova nas mãos, para jogar o bando de milionários detestáveis na cadeia, continue se escondendo. A mira deles é certeira e eles estão te caçando mais do que nunca.

" -Acorde! - ele grita.Está em algum lugar a sua frente. Todos estão.
-Pássaro Negro,acorde.[...]
Quando você tira o capuz, finalmente consegue respirar. São uns dez, talvez mais[...] Todos usam roupas camufladas. Verde-escuro e marrom.Os jovens que te acompanham estão todos alinhados. Vinte de cada lado. Vestem roupas brancas.[...] Na floresta, o branco radiante se destaca.[...]Quando os últimos adolescentes saem, homens e mulheres dão início à perseguição.[...] Pouco depois de dez minutos, ouve-se o primeiro tiro". (Lembrança da ilha).





O que está acontecendo com os escritores dos livros que eu tô lendo? Quando eles ficaram tão sanguinários? De novo o final foi decepcionante (Não chega nem aos pés de "Desastre", o autor fez aquele final depois de comer cocô, sem palavras). Caramba o que que custa deixar o meu personagem querido e amado vivo? Eu morri com esse final e uma das estrelinhas que eu ia dar também.
Não teve propósito matar esse personagem, a Lena e o Rafe simplesmente são sequestrados levados para uma floresta para psicopata do Cross caçar e matar eles.
Um monte de resenha falou que isso deu uma ideia de como foi na ilha, mas tudo acontece muito rápido, os personagens tem uma onda de azar e se ferram pra caramba. Tem uma hora que eles desarmam o Cross. E eu já tava com? Igual líder de torcida comemorando que deu tudo certo e ai: BANG! Um outro caçador sai dos infernos, atira e mata. De líder de torcida eu passei pra deprimida em casa comendo brigadeiro.
A pior parte é que Anna Carey matou o meu querido personagem por N-A-D-A. Com toda a facilidade do mundo o personagem que sobrou consegui abater o caçador que veio dos infernos, com a arma que ele pegou de Cross. A autora ainda tentou colocar alguma coisa pra passar a impressão de que o personagem que sobrou teve dificuldade pra fugir e desarmar, de novo, Cross, mas ele não teve a menor dificuldade, ele vence Cross e o coloca na cadeia. Simples assim.
Diferente do pessoal que eu vi resenhando que o final foi lindo e que é assim que deveria ser, eu, que não gosto de dar adeus aos meus queridos personagens, estou com vontade de ir lá na casa da autora mandar ela reescrever isso daqui. Não foi lindo coisa nenhuma, só serviu pra deixar o outro personagem sozinho e melancólico, lembrando do que ele viveu com essa outra pessoa. Poxa, depois de tudo, eles poderiam terminar juntos, refazer a vida deles juntos, mas autora preferiu matar um pra causar um impacto final.....

"- Bem que vocês gostariam.- Ele ri.- Mas,se estiverem certos, tenho ainda mais motivos para desfrutar desta noite. Vivenciar a emoção da caçada. Vocês dois vão jogar comigo, não vão?"

"Eles tiveram dezesseis anos para fazer tudo o que podiam imaginar na ilha. Tipo colocar animais exóticos junto com os alvos, mantendo-os lá durante meses,um de cada vez."

Você sobreviveu por uma razão, mas os mortos continuam mortos.
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Mylla 03/02/2020

Recomendo
Tão bom quanto o primeiro livro, é um livro curto e por isso desejei ter mais páginas, mas ao mesmo tempo tinha receio da autora se perder na história, então ele está perfeito do jeito que é.
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Fabiana 13/02/2020

Eletrizante
Estou acostumada a ler o segundo livro e dizer que o primeiro foi bem melhor, mas com Deadfall foi diferente, manteve o nível.
A história só ganhou mais força pra dar vontade de ser lida. Os sentimentos se misturam, se transformam e faz vc shippar um casal, depois outro e assim sucessivamente cheguei a pensar que não teria um final. Mas as coisas foram se desenrolando e o inesperado foi acontecendo e entre perdas e ganhos o final foi se aproximando.
O mais louco é que me fez pensar que era verdade, que estava acontecendo. Anna Carey fez tudo na medida certa, é muito bom.
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RUDY 22/03/2020

ANÁLISE CRÍTICA E DA AUTORA
O livro é o final da duologia Blackbird. A resenha do primeiro livro já foi feita e quem quiser conferir, basta acessar: http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com/2019/12/resenha-63-blackbird-fuga-anna-carey.html
O livro começa um tanto morno, achei que não teria tanta ação quanto o primeiro, estava enganada. Os perigos são cada vez maiores e mais gente ajudando a descobrir qual o sentido de tudo e porque foi criada essa caçada.
O bom é que tudo fica esclarecido, sem pontas soltas. As lembranças da protagonista vão voltando aos poucos e ela se lembra da família e do irmão, um reencontro emocionante. Também fica esclarecido como ela sabia lutar e tinha uma percepção tão aguçada para saber o que fazer e resolver os problemas que iam surgindo.
O desenrolar de todo enredo é emocionante, carregado de suspense, muita ação e ao mesmo tempo, mostra o quanto a humanidade pode ser perniciosa e buscar formas espúrias de satisfazerem suas necessidades mais sombrias, prejudicando pessoas inocentes.
Não dá para falar muito mais para não tirar a grandeza da leitura e todas as emoções que acompanham os trechos intensos, carregados de mistério e algumas partes, aquela sensação de perigo constante que ronda todo o livro.
Mais do que recomendado para quem gosta de um bom mistério, suspense e ação.

site: https://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com/2020/03/resenha-14-deadfall-anna-carey.html
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Ingrid Micthell 27/03/2017

Resenhado por- Alice
Sunny agora é uma fugitiva, o prêmio de um jogo mortal. Ela sabe que possui inimigos poderosos e ocultos e que está sendo literalmente caçada. Enquanto sua memória parece voltar aos poucos, novos personagens surgem nos caminhos da protagonista, velhos conhecidos com algumas respostas das quais ela precisa. Porém, poderá ela confiar novamente em alguém após tantas traições?

Segunda parte da bilogia Blackbird, escrita pela autora Anna Carey, Deadfall parece voltar a incorrer no mesmo erro do livro anterior. Uma história com uma boa premissa, uma idéia interessante onde, porém, eu não consegui me encontrar em quase nenhum momento.
A autora nos apresenta mais uma vez sua forma de narrativa peculiar: em segunda pessoa.
Por um lado, admiro a coragem de Anna Carey ao escrever um suspense juvenil em uma forma de narração tão inusual. Por outro lado, há certas apostas que nem sempre são certeiras e, ao meu ver, se Deadfall e sua antecessora Blackbird, tivessem sido manejados com uma forma de narrativa diferente, sinto que teria desfrutado muito mais dessa saga.

Essa forma narrativa que tanto me molestou durante a leitura, me fez impossível empatizar com a protagonista ou com qualquer um dos personagens. É difícil entender o que se passa na cabeça do personagem, é difícil sentir suas emoções ou até mesmo desesperar-se com ela nos momentos mais tensos.
Quando busco um livro, a primeira coisa que procuro é sentir essa interação com os personagens, coisa que não ocorreu com Blackbird e tampoco com sua segunda parte, Deadfall.

Eu senti falta de conhecer mais da história de Sunny, senti falta de conhecer mais sobre Ben e Rafe, E algumas coisas me incomodaram bastante, fatos que, ao meu ver, sobraram.
A autora tentou apresentar-nos um triangulo amoroso que, infelizmente, care bastante de carisma.
Eu até gosto de um drama, de um triangulo, de sofrer porque a mocinha talvez escolheu o guri errado. Porém, existem livros, em que esse já popular clichê tão largamente usado, não funciona. Esse "romance" não condiz com a trama, e sinceramente me resultou forçado e desnecessário.

Os personagens, como já dito, não conseguiram despertar nenhum sentimento em mim, nem simpatia e nem desprezo. Simplesmente me resultaram indiferentes, algo que eu lamento muito pois acho que poderiam ter sido melhores desenvolvidos de outra maneira.

Porém, nem tudo são pedras em Deadfall, minha gente. Apesar dos percalços com a narrativa em segunda pessoa, é um livro que li muito rapidamente (terminei em 2 dias) e é o tipo de leitura que vai avançando sem sequer nos darmos conta.
A história é bem interessante, porém confusa em muitos momentos também.
A premissa é boa, de verdade. Achei original a proposta da autora e a explicação final apresentada soou coerente e crível. Infelizmente, achei que faltaram algumas explicações, houveram momentos em que as coisas ocorrem de maneira um pouco precipitada e me senti perdida durante os capítulos finais, sem entender como certas coisas ocorriam por conta dessa narrativa que me impedia de entender com quem ou de quem o narrador realmente falava.

Em resumo, Blackbird é uma daquelas histórias que pode agradar muito ou desagradar bastante. Anna Carey fez sua aposta arriscada e pode ser que para muitos leitores o livro resulte original e até mesmo divertido. Os amantes do thriller juvenil certamente irão desfrutar das cenas de perseguição e ação ocorridas em Nova York, porém, para mim, ficou a sensação vazia de que faltou algo, ou, talvez, simplesmente eu não tenha entendido a história. De uma maneira ou outra, quero deixar claro que essa é apenas uma opinião pessoal e que, muitas vezes, o que não funcionou para mim, pode ainda agradar à muitos.


site: https://resenhaatual.blogspot.com.br/2017/02/resenha-deadfall.html
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Raíssa 07/01/2016

Merecia um final Melhor
Se você por algum motivo amou a séria de filmes sobre Jason Bourne, vai adorar esse livro! No primeiro volume tinhamos todos os elementos de um bom livro de ação: uma menina com perda de memória, alguém tentando matá-la e uma pessoa disposta à ajudar.

Porém diferente do primeiro livro em que vemos MUITA ação e um pouquinho de romance, nesse segundo livro faltou o sal desse tempero. É claro que eu adorei o livro, mas achei que a autora ficou um pouco desfocada quando estava escrevendo. Tentou colocar muitos elementos em um único livro e esqueceu daquilo que tornou o primeiro tão bom: a perseguição desenfreada, o medo aliado ao suspense sempre presente e por fim tudo que poderia ter feito desse o melhor livro do ano. Realmente uma pena =/

Uma coisa boa, no entanto é saber que não teremos uma continuação e que posso esperar por um bom filme vindo por ai =]
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Rafa 11/05/2016

here we go again
Há anos esperava por um plot assim! Humanos sendo caçados como animais por uma sociedade secreta de pessoas que se entendiaram de caçar javalis porque tava fácil demais? Uma receita perfeita pra muita, muita ação. E esse quesito realmente não deixou a desejar. Anna Carey sabe muito bem como escrever um livro sem se apegar aos detalhes cansativos, como eu já tinha percebido depois de ter lido a trilogia Eva. Mas apesar desse enredo lindo e da inovação da narrativa em segunda pessoa (SIM! É muito legal! Demora a se acostumar, mas vale a pena), a autora falhou novamente na construção dos personagens, da relação entre eles e, PRINCIPALMENTE, do final. Parece que tem uns 5 capitulos faltando. Mas resumindo: leitura leve, divertida e cativante. Sem muita profundidade, mas ainda assim uma ótima leitura. :)
Hemy Gomes 09/08/2016minha estante
É o último livro?


Rafa 09/08/2016minha estante
Creio que sim, Hemy, a proposta dela foi uma duologia! :)


Hemy Gomes 10/08/2016minha estante
Obrigada




Paraíso dos Livros 04/02/2019

Resenha | Deadfall - A caçada - Anna Carey - Livro 2

ATENÇÃO : O CONTEÚDO ABAIXO CONTÉM SPOILERS.

Ufa! Após cinco tentativas, enfim li esse livro!

Para aqueles que leram minha resenha de Black bird, primeiro livro da duologia, disse que Deadfall só mereceria minhas cinco estrelas se preenchesse as lacunas que ficaram abertas, mantendo o ritmo eletrizante do volume um. Apesar de o livro possuir ambos, foi difícil embarcar na leitura de primeira, e agora que finalmente a fiz, fiquei decepcionada com seu final prematuro e repentino.
Em Deadfall, Sunny encontra Rafe, o rapaz de seus sonhos. De maneira quase natural seus instintos a fazem acreditar nele. Rafe demonstra preocupação, e revela muitos fatos sobre ela ( coisas que apenas Sunny teria como saber). O rapaz também fala os ocorridos da ilha e enfim diz o nome verdadeiro dela: Lena Marcus. Juntos eles seguem para Nova York, para encontrar outros alvos dessa caçada mortal.
O ritmo da narrativa se mantém dinâmico, acelerado e cheio de ação. Conhecemos outros alvos e como a organização por trás de tudo isso a GAA influência na vida de cada um deles. Mas, quando tudo começa a desandar? Acredito que com a chegada de Ben. Sim, o traidor. Em muitos livros, o surgimento de um triângulo amoroso funciona bem, porém esse não é o caso de Deadfall. Isso porque Rafe ganha destaque na narrativa, tendo um envolvimento muito maior com Lena. Há um laço de amizade e companheirismo, duas pessoas que estão passando pelas mesmas coisas e lutando para combatê-las. Então, quando Ben aparece na trama é apenas algo circunstancial por conta dos acontecimentos do livro anterior e não por continuar tendo um laço emocional com a personagem principal, que tem diversos outros conflitos a serem resolvidos.

" - Estávamos juntos na ilha.
- Isso eu sei. - Você não menciona os sonhos, que agora sabe que são lembranças, voltando aos poucos desde acordou. O rosto dele sobre o seu, a voz em seu ouvido, o corpo junto ao seu. Já sabia das duas pintas bem abaixo do olho direito. O arranhão na testa, que agora já está desaparecendo e não passa de uma marca rosada sob a linha do cabelo. Você estava com ele. Estava apaixonada por ele." - Pág. 12

Sim, o livro explica todas as lacunas abertas com riqueza de detalhes. Quando a GAA é inserida da narrativa há um madurecimento muito rápido da personagem. Vemos o quanto ela é corajosa, ágil e inteligente e como a organização conseguiu trazer tantas pessoas para esta caçada. É empolgante, ver alvos unidos, sendo Lena o foco central do grupo. Neste sentido a autora consegue novamente entreter o leitor, gerando curiosidade. Apesar de gostar da duologia pelos elementos que foram apresentados, classifiquei este livro com três estrelas, porque o final não me agradou.

De volta a ilha...
Levar Lena e Rafe para ilha nas páginas finais foi uma bela referência ao passado deles, além de contribuir para que o leitor se sinta conectado a caçada e compreenda melhor os fatos, deixando-o ainda mais envolvido com ambos. Porém isso não dura muito, já que Rafe morre inesperadamente e desnecessariamente. Se a intenção era gerar impacto no meu caso, gerou frustração. E a coisa piora, pela forma como Lena enfim consegue retornar a cidade e sair da ilha... Ficou parecendo que todo seu sacrifício indo até Richard foi em vão. Enfim, narrativa boa, mas com um final que deixa a desejar.

site: http://paraisodoslivros1.blogspot.com/2019/02/resenha-deadfall-cacada-anna-carey.html
lys 25/05/2020minha estante
Fiquei decepcionada com esse final, matar o Rafe só serviu pra me deixar triste. Ela consegue com muita facilidade desarmar e vencer Cross. Eu pensei que a autora matou o Rafe pra Lena ficar com o Ben, mas no final a Lena fica sozinha lembrando do Rafe, que raiva do final que a autora fez.




Lorrane Fortunato 29/04/2017

Resenha: DeadFall - A Caçada / Dreams & Books
“Até onde você sabe,
o jogo só termina quando você morre.”

Eu já estava com Deadfall na minha pilha de leitura há alguns meses. Mas, sempre acabava adiando por receio do que iria encontrar nesse segundo e último livro. Alguns que leram fizeram comentários não muito bons sobre o livro e o medo de me decepcionar ficou enorme. Porém, uma hora a gente tem que enfrentar nossos medos, não é? Assim, me joguei na leitura de Deadfall - A Caçada.

E o livro não era nada do que eu pensava... Era muito melhor! Esse livro conseguiu ser ainda melhor do que o primeiro - uma tarefa quase impossível. Tudo nele gritava "conclusão épica" e a cada página o meu medo ia sendo substituído por um misto de alívio e amor.

A escrita da autora permaneceu maravilhosa e encantadora. A sua forma de escrever na segunda pessoa do plural te empurra de cabeça pra dentro da história. Não há como não entrar no corpo da protagonista. O enredo segue um ritmo dinâmico e não se perde ou fica parado em nenhum ponto. Tudo é incrível!

O final me deixou com um misto de sensações, ainda estou me decidindo se amo total ou parcialmente. Amei o rumo da história e a sucessão de acontecimentos, porém, teve um específico que me deixou muito decepcionada e triste. Mas, ele não faz o livro ser menos incrível.

A diagramação do segundo livro é tão perfeita quanto a do primeiro: folhas amareladas, bordas azuis, letras de tamanho perfeito, capa maravilhosa e orelhas. Não há do que reclamar.

Concluo esse resenha recomendando demais essa duologia! Se você curte um bom livro de suspense com mistério e romance dosado na medida correta, BlackBird e DeadFall são pra você!

“Não somos como eles.
Não somos assassinos.”

site: www.dreamsandbooks.com
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Lele 28/11/2019

Muito bom
Apesar de não ser tão bom quanto o segundo, não deixa a desejar. Final perfeito.
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antribeiro 23/10/2018

Chato pra caralho
A história não desenrola , falta detalhes , parece que o livro foi escrito em minutos só pra vender mesmo .
Sah 24/10/2018minha estante
Poxa, parecia legal. Mas seu comentário foi demais kkkkkkkkkk já desisti


antribeiro 26/10/2018minha estante
Apenas sendo sincero eu tb me desapontei .




Maisa 06/01/2019

A caçada
Meu segundo livro lido em um dia.
Li rápido porque queria saber o final da história já que são dois livros.
A menina encontra um velho amigo e descobre o seu nome, daí eles fogem juntos e começana caçada pelo criador do jogo e diante dos que vai acontecendo ela vai retomando a sua memória. E os capítulos finais são incríveis porque termina o jogo do jeito que começou com ele .... A polícia descobre tudo e finalmente Lane vai poder encontrar sua família e viver sua vida.
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