Tudo e Todas as Coisas

Tudo e Todas as Coisas Nicola Yoon




Resenhas - Tudo e todas as coisas


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Bia 24/05/2018

Passou longe...
“Minha doença é tão rara quanto famosa. É uma forma de Imunodeficiência Combinada Grave, mas você deve conhecer ela como ‘Menino na síndrome da bolha'”

Maddie sofre de uma doença rara onde, literalmente, ela é alérgica ao mundo. Por causa disso, ela precisa viver em ambientes com temperatura controlada, ar filtrado e, até mesmo o contato com outras pessoas pode desencadear uma reação. E, como isso é tudo que ela conheceu durante toda sua vida, ela não liga para as outras coisas. Ela sabe bem da sua condição e a aceita. Isso até a chegada dos novos vizinhos.

“Só porque você não pode experimentar tudo não quer dizer que não deve experimentar nada.”

Um dos filhos daquela nova família é Olly. Com suas roupas todas pretas e suas habilidades no parkour, ele chama a atenção de Maddie logo no primeiro dia. E dá para perceber que ele fica intrigado pela menina da casa ao lado que mais parece um fantasma. Tanto que ele usa um bolo que sua mãe fez (e que é bem ruim) como peça em intricadas cenas em sua janela para fazer Maddie rir e, de quebra, conseguir seu e-mail. E, é por esses e-mails que eles vão conversar e construir sua amizade.

Eles vão acabar se encontrando na casa da Maddie até que, por causa de uma cena onde Olly é abusado pelo pai, Maddie sai para resgatá-lo. E daí em diante, só lendo (ou vendo o filme) para saber tudo que vai acontecer.

“Antes dele, minha vida era um palíndromo – a mesma de frente para trás e de trás para frente, como ‘Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos’ ou ‘Roma me tem amor’. Mas Olly é como uma letra aleatória, o grande X jogado no meio de uma palavra ou frase que estraga sua sequência.”

[...]

Para conferir o resto da resenha, acesse o blog e aproveite e deixa lá seu comentário ;)

site: http://paginaebooks.com.br/2018/05/resenha-tudo-e-todas-as-coisas/
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Bruh Silva 22/05/2018

Tudo é todas as coisas
???????
?Pela primeira vez em muito tempo, desejo mais do que aquilo que tenho.?
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Madeline é portadora de IDCG (Imunodeficiência Combinada Grave), uma doença que afeta a sua imunidade, fazendo com que seja baixa ou quase nula. Por esse motivo desde pequena Madeline vive protegida dentro de casa, em um ambiente totalmente controlado pelos olhos atento de sua mãe que também é sua medica. Madeline mora com sua mãe e tem como enfermeira Carla, que além de monitora-la de duas em duas horas, é a única amiga do mundo externo que a garota tem.
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Madeline tem como ocupação as aulas de arquitetura online, os deveres de escolares, as noites de jogos com sua mãe e a leitura. A garota se perde nos livros e costuma fazer resenhas curtas sobre as leituras para passar o tempo.
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A rotina de Madeline começa a mudar, após a garota observa pela janela do seu quarto, a movimentação na casa ao lado. Olly e sua família acabaram de se mudar e agora são vizinhos de Madeline. E assim começa uma amizade entre eles que passam a se comunicar, primeiro trocando olhares pela janela e depois trocando sms e e-mails.
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Pouco a pouco, veremos como Madeline passará a enxergar a vida de outra maneira e como ela irá se apaixonar pela primeira vez. Também conheceremos um pouco mais da vida de Olly, que vive em meio aos dramas familiares, sobretudo, por ter um pai problemático e abusivo.
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Após conhecer o garoto, Madeline quer experimentar muito mais da vida, ter outras experiências e vivências. Com muita persistência e coragem, Madeline decide sair em uma aventura, e leva Olly com ela. Mesmo sabendo que essa pode ser a primeira e ultima aventura da sua vida, a garota não se intimida, e vai em busca daquilo que irá te fazer feliz.
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Só tenho uma única coisa a dizer, como demorei tanto tempo para ler esse amorzinho de livro. A leitura foi muito fluida e rápida. Consegui compreender, os cuidados e motivos da mãe da garota, assim como também conseguir entender, a vontade da menina em conhecer o mundo e seus mistérios.
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Lari 10/05/2018

Maravilhoso
Uma história leve e envolvente, cheia de emoções ...eu indico
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dayukie 08/05/2018

"Bom, vou parando por aqui se não me empolgo e acabo falando mais do que devo, a trama é muito envolvente, narrada em primeira pessoa, e cheia de elementos que te fazem querer ir até fim, por passar horas e horas lendo, somos capazes de ler resenhas de livros feitas por Made, anotações que ela faz em seus livros preferidos, as definições para as novas emoções que ela é capaz de experimentar, ilustrações sobre como ela se sente quando está com Olly, listas sobre a dor de querer viver e não ter oportunidade, os desejos de querer conhecer o mundo e tudo o que ele pode oferecer .
Madeline é dona de uma personalidade incrível, mesmo com todo seu problema, não deixa a peteca cair e faz de seu mundo particular, um lugar maravilhoso. É praticamente impossível não se apaixonar por Made e Olly, a amizade bonita que os dois criam, que vai muito além do romance, as partes engraçadas, as tristes, tudo faz com que o livro se torne muito bom.
A primeira vez que li esse livro, foi com a capa original que eu já havia achado super bonitinha, porém após o lançamento do filme, tivemos a versão com a capa do filme, no qual além de encontrar a história, também temos fotos do filme, e confesso a capa com os personagens, fez com o livro se tornasse mais legal ainda.
A editora Arqueiro, fez um trabalho muito bom no livro, não encontrei erros ortográficos visíveis, diagramação está impecável.
Um ponto negativo foi o desfecho da trama, acredito que se a autora tivesse dado um final melhor do que foi escrito teria me agrado mais, porém ela conseguiu todos os sentimentos da personagem, que independente de ter uma doença ou não, é muito difícil viver, mas que apesar de tudo vale a pena , a trama é repleta de ensinamentos e descobertas, e nos mostra que o mundo pode ser um lugar perigoso, mas que precisa ser explorado e vivido.
Recomendo muito a leitura, espero que vocês se envolvam tanto quanto eu me envolvi e que amem tanto Madeline e Olly como eu amei!"

Resenha completa no blog.

site: https://goo.gl/kmQbXJ
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Deh 04/05/2018

Oi Maddy!
Admito que eu não estava criando expectativas para esse livro e ele não atingiu nem essas. Mas o livro me trouxe muitas frases e inspirações para a vida, e como a garota soube lidar com os problemas de forma madura. Acredito que tudo seja uma metáfora da vida onde, somos a Maddy e a "doença" seja a vida. Indico esse livro sim, principalmente pra quem já se apaixonou/está se apaixonando.

[Espero que tenha feito sentido]
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Thuany.Zamonelo 02/05/2018

Tudo e todas as coisas
Madaline, mais conhecida como Maddy, tinha uma doença grave, basicamente ela é alérgica ao mundo.Ela passou os 18 anos da vida dela em casa, apenas vendo sua mãe , sua enfermeira,Carla, e os professores online.
Mas o que ninguém imaginava é que isso poderia ter uma reviravolta apenas com o aparecer de um garoto, Olly, seu novo vizinho.
A mãe de Maddy não queria deixar Olly se aproximar de Maddy, por causa da sua doença , então Maddy e Olly viraram amigos virtuais.
Mas ela não contava com uma coisa, que iriam se apaixonar
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Isa 02/05/2018

Tudo e Todas as Coisas
Madaline, mais conhecida como Maddy, tinha uma doença grave, basicamente ela é alérgica ao mundo. Ela passou os seus 18 anos em sua casa, apenas vendo sua mãe, sua enfermeira (Carla), e seus professores online.
Mais o que ninguém imaginava é que isso poderia ter uma grande reviravolta apenas com o aparecer de uma pessoa, Olly, seu novo vizinho.
A mãe de Maddy não queria deixar Olly se aproximar de Maddy, por causa da sua doença. Mas eles nao contavam com uma coisa, iriam se apaixonar.
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Pam 29/04/2018

Gostei
Achei a leitura leve e gostosa, um pouco previsível, mesmo assim gostei muito.
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Alisson 23/04/2018

Para mim, o livro foi decepcionante. E isso sem criar nenhuma expectativa. Pode até ser divertido em alguns momentos, mas falta carisma. A temática é interessante, mas pouco explorada. O romance é bacana, mas muito vago. Há excesso de ilustrações, apesar de algumas terem boas referências para o contexto do livro. A personagem é negra, mas é como se não fosse. A autora criou a personagem como se não existisse preconceito. Ela ainda se apaixona por um personagem estereotipado de olhos azuis como o oceano.
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Mim 20/04/2018

O Futuro é sempre incerto.
Eu realmente tive um ótima experiência com o "Tudo e Todas as coisas " . O que é suspeito de se dizer , porque é meio difícil eu NÃO ter uma boa experiência com algum livro rs . Pois bem , Eu tinha certeza que o final desse livro ia ser um Baita clichê , com uma Iasmim chorando muito , mesmo depois de 24 hrs. Mas isso Não aconteceu , e eu tive uma "baita" surpresa com o final . Não sei se é porque nós temos essa coisa de querer adivinhar o futuro( do personagem, dos nossos problemas , da vida ) , que no caso ainda não existe , e tudo acaba totalmente diferente , driblando 100% das nossas expectativas. Enfim , Gostei bastante do livro, não só pela história ou pela escrita suave e gostosa da autora , Mas porque me fez pensar que o futuro é mesmo incerto , Não adianta tentar Decifra-lo . O Futuro é algo inexistente podendo ser moldado de 1.001 formas , Não vale a pena os esforços. Apenas seguir o fluxo.

Ps: Não vou dizer pra você ler ou não ler , Afinal cada um tem seus próprios gostos e pensamentos, A única coisa que digo é que nenhuma leitura é um desperdício, Com todos os livros podemos aprender alguma coisa , inclusive este :)
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Geovanna.Caroline 17/04/2018

Tudo ou nada
Madeline possui uma mãe médica que cuida dela desde que sua doença rara foi diagnosticada. Vivendo trancafiada em sua alva casa, Maddy respira apenas do ar filtrado que os aparelhos lhe proporcionam.
Tudo o que a garota sabe do mundo é baseado nos livros que lê. Até que, um dia, fica sabendo que têm visinhos novos, e ao olhar pela janela, se apaixona por Olly.
Mas, como viver um amor se sua doença não permite nem mesmo o toque? Como continuar a viver feliz na mesmice depois de descobrir o Oceano Atlântico nos olhos de alguém? Como é possível se contentar com nada após ver Tudo e Todas as Coisas?
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Lohania 12/04/2018

Madeline Whittier não respira o ar natural. O ambiente em que vive se restringe a sua casa. Em meio a seus preciosos – e limpíssimos – livros e à convivência com sua mãe e Carla, sua enfermeira particular, Mad leva uma vida pacata. Não teve uma infância como a de qualquer outra criança, com idas à escola e brincadeiras na rua. Aos 17 anos, Mad nunca conviveu fisicamente em sociedade. Desde bebê, ela sofre da IDCG – Imunodeficiência Combinada Grave –, conhecida como a “doença do bebê que vive na bolha”. Devido a isso, qualquer contato com o mundo exterior à sua bolha pode vir a ser fatal para sua vida. Mas Mad tem sonhos, tem desejos, tem vontades, anseios estes que ela acha que nunca poderá realizar. Até que conhece Olly, seu novo vizinho.
Em "Tudo e todas as coisas" aprendemos com Nicola Yoon que um amor verdadeiro, que estimula nossa vontade de viver, nos dá coragem e ânimo diante das incertezas do futuro. A autora nos ensina também, nas entrelinhas, sobre empatia e perdão. Perdoar é preciso... nos colocar no lugar do outro e ver o mundo através de sua perspectiva – uma tarefa, em verdade, muito difícil, – deve ser um esforço diário. Ambas as práticas são fundamentais para que possamos prosseguir na nossa caminhada como seres humanos.
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“Tudo envolve riscos. Não fazer nada também é arriscado. A decisão é sua.”
Mário 24/04/2018minha estante
Nossa! Já me interessei pela leitura.


Lohania 28/04/2018minha estante
É uma leitura agradável, Mário. =)




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