A Desconhecida

A Desconhecida Peter Swanson




Resenhas - A desconhecida


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Portal JuLund 22/02/2016

A Desconhecida, @Novo_Conceito
Quando li a sinopse desse livro tive a certeza de que amaria a história. Realmente amei, mas confesso que no final das contas eu esperava mais… Mania de criar expectativas e quando elas não são atendidas a culpa não é do livro, ou é. Eu realmente não sei dizer.

Apesar da sinopse, Não achei tão convincente quanto o esperado. Gostei da intercalação entre o presente e o passado, mas as vezes me confundia um pouco porque simplesmente não conseguia focar como deveria na história de George e sua sumida namorada de tantos anos atrás.

A criatura sumiu do nada, sem deixar vestígios há vinte anos e do mesmo jeito reaparece em uma noite precisando da ajuda e o cara topa em ajudá-la. Para mim, a inocência dele beirou a tolice, assim como no Garota Exemplar, o personagem masculino é tolo, algo que, infelizmente, me deixa seriamente com a opinião comprometida.

Leia resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/a-desconhecida-novo_conceito
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Marvin.Cross 16/02/2016

A história é boa, bem construída, mas o final deixou a desejar
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Acordei Com Vontade de Ler 07/02/2016

O protagonista é George Foss. George é um homem com uns quarenta anos de idade que está insatisfeito com a vida que leva. Ele sente que não realizou grandes coisas e que o seu tempo acabou. É o tipo de personagem que a primeira vista passa despercebido, pois temos a impressão de que ele é enfadonho. Essa perspectiva começa a mudar quando ele reencontra Liana Decter. Liana foi a namorada de George na Universidade e ele era apaixonado por ela. Até que um dia, sem maiores explicações, ela desaparece.

Para George, ela é "aquela" que ele amou e perdeu. Então, imaginem a surpresa dele quando um dia, Liana aparece ao seu lado e pede sua ajuda?

Liana é o grande enigma da trama. Mesmo através das descrições de George, vemos que ela é misteriosa e tem uma aura de perigo, o tipo de pessoa que atraí confusão.

A história é contada em dois momentos: quando eles estão namorando, há mais de vinte anos e na atualidade.

Apesar de Liana ser o mistério, o enredo gira em torno de George. Como ele vem levando sua vida e como reage com a aparição inesperada da ex.

É um bom thriller, mas não excepcional. A trama acaba se enrolando e o ritmo é quebrado pelo excesso de devaneios do protagonista. Para quem gosta do gênero literário, vale a pena conferir, mas sem altas expectativas.

A capa desperta a curiosidade do leitor e chama a atenção.

site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/2016/01/resenha-desconhecida-peter-swanson.html
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Horroshow 31/01/2016

Resenha por Marina Borges (Blog Horrorshow)
Este livro foi uma cortesia da editora Novo Conceito

O que aconteceria se alguém por quem você se apaixonou na época da faculdade reaparecesse em um bar 20 anos depois, desesperada, pedindo favores cada vez mais absurdos? Eu sei que a minha atitude seria certamente muito diferente da que o protagonista teve, mas então não haveria livro algum, não é mesmo?

George é um cara que não demonstra ter muitas alegrias em sua vida. Tem um relacionamento razoavelmente estável com Irene, que é uma personagem tão sem graça, tão desligada, que muitas vezes esqueci até seu nome. Embora eu reconheça essa ideia de relacionamentos 100% liberais, e que muitas pessoas se dão super bem vivendo esses relacionamentos, não é muito meu estilo. Assim, muitas das atitudes que um tem com o outro me incomodam muito ao longo do livro. George se importa com ela, mas não tanto assim.

Liana é uma mulher muito peculiar, que fez escolhas seriamente questionáveis na vida, embora não pareça uma pessoa ruim. Deve ter sido difícil lidar com tantos nomes falsos. A questão é que ela estava morta, na teoria, depois de um breve relacionamento com George, na faculdade. A morte foi considerada um suicídio. Ela parece ter um imã de problemas e confusões, mas não o típico tráfico de drogas. Teve uma infância problemática, como de costume para esse tipo de personagem, e claramente alguns problemas psicológicos que deveriam ter sido tratados, pelo amor de deus. Liana é quase a definição de “Daddy Issues”.

(Continue lendo no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2016/01/a-desconhecida-peter-swanson.html
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Nainha 30/01/2016

George estava em bar esperando uma amiga quando avista uma mulher, ela parece familiar para ele. Ao fixar o olhar percebe o porque de ser tão familiar, ela é a mesma mulher que desapareceu a quase vinte anos atrás sem deixar vestígios.
"Assim que tocou o solo e começou a andar na direção de George, a dúvida acabou. ... A primeira vez que a via desde o primeiro ano na Mather College, quase vinte anos antes." Pág. 14
"... algo de importante estava prestes a acontecer, e isso era tudo de que ele precisava. Boa ou má, alguma coisa aconteceria." Pág. 16
Depois de todo esse tempo, ela aparece e pede a ajuda de George, dizendo que ele é o único capaz de salvá-la.
"- George, eu preciso de um favor. Sinto muito por estar pedindo isso a você, mas você é o único para quem posso pedir." Pág. 39

O que realmente aconteceu com ela? Por que desapareceu por quase vinte anos, reapareceu agora e está pedindo minha ajuda? Esses são alguns dos pensamentos que rondam a cabeça de George. O quanto George conhece sobre essa misteriosa mulher e porque ele irá ajudá-la.
O início do livro é um pouco maçante, mas o decorrer da narrativa melhora e nos dá vontade de continuar lendo para descobrir o que realmente está acontecendo. O livro divide a narrativa entre o que aconteceu antes e os acontecimentos do presente. Nos mostrando as facetas dessa misteriosa mulher e o porque de ter ido atrás de George.
O autor soube conduzir a história para que fossemos descobrindo os fatos junto com George, deixando sempre um quê de mistério no ar.
George é um personagem um pouco manipulável, a desconhecida sabe como fazer com que ele faça o que ela quer. Mas com decorrer da história, George vai tornando-se mais esperto e percebe que as pessoas ao seu redor estão sofrendo as consequências de sua decisão ao ajudá-la.
A desconhecida é um personagem que é uma incógnita, ela é muito esperta e sabe como manipular todos ao seu redor para atingir seus objetivos.
O livro nos leva em um suspense em que nem sempre sabemos tudo sobre quem conhecemos. Porém o final do livro é um pouco corrido e deixa a sensação de que pode ter uma continuação.
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Fernanda 30/01/2016

Resenha: A desconhecida
CONFIRA A RESENHA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2016/01/resenha-desconhecida-peter-swanson.html
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May Scruz 24/01/2016

PROJETO GRÁFICO
O projeto é simples, limpo e eficiente. Boa entrelinha e área de respiro. Impresso em papel Off-white.
A capa é bem bonita e cria interesse no livro.





PERSONAGENS E NARRATIVA

Temos o personagem principal George Foss, ele na verdade é um cara meio estranho. Solteirão, trabalha em uma revista que está passando por problemas por causa da "era digital".
E a "desconhecida" Liana. Uma mulher cheia de segredos que já entrou na vida dele fazendo bagunça.

O livro é narrado em terceira pessoa, eu demorei um pouco para entrar na trama e os personagens não são carismáticos, logo não espere se apegar. Durante a narrativa temos diversos flashbacks que ajudam a entender o passado do George e como ele conheceu a Liana.



CONSIDERAÇÕES FINAIS
Foi uma boa leitura no geral. É um livro bem rápido, mesmo tendo demorado a pegar o ritmo. Tenho sentido que venho lendo alguns livros tem uma dinâmica mais "cinematográfica". Você não se envolve muito com a narrativa e as coisas acontecem uma sequência de cortes mais "dinâmica".
O livro é um thriller que vai construindo a narrativa de uma forma interessante e que vai te envolvendo. Não conseguimos desvendar tanto já que sabemos tanto quanto George, quisá menos...
Eu gostaria de ter lido o livro do ponto de vista da Liana, ela é uma personagem intrigante, seria interessante entender como funciona a cabeça dela e obter respostas reais, não apenas conjecturas que é o que acontece do ponto de vista do George.

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Felipe Miranda 24/01/2016

A Desconhecida - Peter Swanson por Oh My Dog estol com Bigods
A minha irritação com o personagem principal foi meu maior impulso para terminar a leitura da obra de Peter Swanson. Eu sei que às vezes deixamos o coração falar mais alto, mas tem certas coisas que é impossível deixar de lado. Impossível não ter peso sobre nossas atitudes. E quando paro e penso nos incontáveis acontecimentos que o protagonista simplesmente ignorou por uma obsessão juvenil, a minha vontade é de que o desfecho dessa história tivesse sido totalmente diferente.

George Foss é um quarentão entediado com a vida que leva. Ele mantém um quase relacionamento de décadas com uma mulher que se tornara mais sua amiga que amante. Com uma rotina totalmente sem emoção, ele tem passado todos os dias desde que se formara na faculdade buscando em rostos e corpos alheios aquela que fora seu grande amor certa vez, mas também seu grande decreto de fracasso.

E se de uma hora para outra a mulher que você ama há décadas aparecesse depois de ter sumido do mapa te pedindo favores que colocam sua existência em risco? Ela está sendo perseguida, querem matá-la e você está dividido entre ajudá-la ou ignorá-la de uma vez por todas. É óbvio que você não só irá ajudá-la, como irá defendê-la de assassinos em série psicóticos também...

A narrativa é dividida entre passado e presente. No passado, conhecemos o romance entre Foss e Audrey e tudo o que aconteceu com eles até o momento em que ela aparentemente se suicidou. No presente, acompanhamos eles dois juntinhos, vivos e debatendo a melhor forma de saírem ilesos de uma série de burradas e crimes na ficha. O passado é revelador. Nos mostra que Audrey na verdade nunca foi Audrey e nunca será quem ela diz ser. O presente só nos deixa em dúvida, com pena e com ódio de Foss e toda a sua cegueira amorosa. Quando as pessoas ao seu redor começam a sofrer com as consequência de sua decisão em apoiá-la, Foss perde o controle de tudo. Não dá para confiar na desconhecida. Ela não inspira verdade, mesmo quando chora, se entrega para ele e perde perdão por tudo que fez e deixou de fazer.

A Desconhecida é o típico livro que poderia ser melhor do que é. Não me vi entediado ou pensando em abandonar a leitura em nenhum momento, apesar de achar que tudo poderia ser mais sombrio e levantar tantas outras questões e dúvidas no leitor. Os capítulos acabam quando a gente menos espera e sempre nos melhores momentos. O grande problema é que quando retornamos à sua continuação, o suspense gerado não corresponde tão bem as expectativas. O desfecho é um tanto que rápido demais. Como se muitas coisas se revolvessem ao mesmo tempo comparando-se a todo o ritmo com que a trama foi desenvolvida. Meus capítulos prediletos foram os que retornam ao passado, vinte anos atrás. O desfecho é um tiro. Um tiro que Foss dá. Ele finalmente se torna mais esperto que nós leitores.

site: http://ohmydogestolcombigods.blogspot.com.br/2016/01/resenha-desconhecida-peter-swanson.html
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Izabel Wagner 21/01/2016

Confira a Resenha Completa no Estante Diagonal !!!
"Pensava que esta seria uma história incrível e instigante, seria uma narrativa confusa (no bom sentido) e maravilhosa. Não nego que as minhas expectativas estavam nas alturas com relação ao livro, pois adoro um bom suspense. Mas é como dizem: “quanto maior a altura, maior a queda”, e apesar de garantir que minha queda não foi terrível, tenho que dizer que esperava mais, muito mais dessa história."

site: http://www.estantediagonal.com.br/2016/01/resenha-desconhecida.html
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Giovanna 18/01/2016

Decepcionante
Talvez o livro fosse mais intrigante se escrito em primeira pessoa!
Mas além disso, a história é bem fictícia e com um final pobre. Não é um livro tão viciante ou interessante quanto esperava. Estou dando três estrelas pelo simples fato de não achar uma calamidade completa. Poupe seu tempo com este livro e aventure-se com A Garota no Trem .
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Tamara 13/01/2016

Intrigante
Este é meu primeiro livro policial do ano e parece que chegou para marcar. É uma trama cheia de mistérios e que prende até a última página. É impossível saber quem está falando a verdade e quem está mentindo, e nos sentimos andando em uma corda bamba durante toda a leitura.
O enredo é muito bem construído. Os 27 capítulos narrados em terceira pessoa alternam entre o presente, quando George reencontra a mulher misteriosa e o passado, quando ele a conheceu e teve um breve relacionamento com ela. É muito clara a distinção entre dois adolescentes se conhecendo e se apaixonando no passado e pessoas maduras e com uma certa vivência no presente.
Porém, George apesar das mudanças surgidas com o tempo continua sendo um homem muito influenciável que acredita facilmente nas dezenas de mentiras que lhe são contadas, considero-o o tipo de personagem ingênuo. Já Liana é uma mulher astuciosa e cheia de segredos e consegue manipular qualquer pessoa do modo que ela quiser. Arrisco-me a dizer que ela é uma personagem ainda melhor que Amy exemplar, do livro garota exemplar e ainda melhor que as personagens do thriler A garota no trem, que são tão elogiadas.
Como ponto positivo posso destacar a trama que é muito bem construída e os personagens com características muito marcantes, também a capacidade de o autor nos deixar curiosos a cada novo capítulo e de não permitir respirarmos, sempre trazendo um novo mistério. Sua descrição dos cenários é muito clara e principalmente nos ambientes de maior tenção consegui imaginar e me sentir nas cenas perfeitamente.
Já como ponto negativo destaco o final que não foi tão empolgante quanto eu imaginava e ficou um pouco em aberto. Também o modo como tudo foi descoberto foi um pouco rápido demais e algo sem tanta credibilidade,, mas mesmo com isso a história é ótima.
Esse livro vale a pena ser lido por fãs de boas tramas policiais e mostra que nem sempre conhecemos aqueles de quem pensamos saber tudo. É recomendadíssimo.


site: Resenha publicada originalmente com quots do livro e reflexões sobre ele em: http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2016/01/resenha-desconhecida.html
TaAssa.Araujo 06/04/2016minha estante
Pois é, estava tão empolgada ao longo do livro, mas aquele final me irritou bastante! Tinha tudo para fazer algo bem apoteótico e foi uma decepção.




Tamirez | @resenhandosonhos 12/01/2016

A Desconhecida
George Foss tem uma vida comum e simples, trabalha em uma editora e tem uma relacionamento sem compromisso com sua colega de trabalho, Irene. Durante os últimos 20 anos ele manteve um segredo e uma esperança, reencontrar Liana Decter.

Há mais de 20 anos, quando entrou na faculdade, ele conheceu essa jovem e com ela viveu um tórrido amor durante o primeiro semestre, porém ao retornar para casa, a jovem cometeu suicídio e uma nova história surgiu. A garota que ele namorou não era a jovem que havia se matado e talvez ela não tivesse realmente cometido suicídio, mas sido assassinada por aquela que assumiu sua identidade e com quem realmente George se envolveu.

“Alguma coisa fez um estalido distante na casa, e suas pernas começaram a ficar tensas. Ele percebeu que qualquer coragem e desenvoltura que o tivessem levado até ali estava indo pelo ralo.”

Sem nunca mais ter visto essa mulher em duas décadas, a vida de George está prestes a mudar quando ele a encontra no bar que sempre frequenta, e ela lhe pede um favor. Liana está de volta e com ainda mais segredos.

CAPA E EDIÇÃO
Acho que o nome e essa capa são as principais armas desse livro e são realmente o que mais instiga o leitor ao primeiro contato. Por dentro, entre suas quase 300 páginas, a narrativa varia entre o presente e o passado, para que possamos conhecer de onde nossos personagens vieram e o que os levou até o momento atual do livro.

A diagramação é padrão Novo Conceito, com bom tamanho de fonte e espaçamento, e sendo a história super acelerada, a leitura flui bem, podendo ser um livro para ser lido em apenas um dia.

MINHA OPINIÃO
Depois que eu conheci os livros da Gillian Flynn, sempre que vejo um livro que promete suspense psicológico eu fico bastante empolgada. O problema é que nem todo autor tem a mesma capacidade de encantar o leitor e de trazer reviravoltas interessantes como essa autora, e foi assim que A Desconhecida acabou se perdendo no meio do caminho e não atendendo a todas as expectativas.

Por a capa e a sinopse serem intrigantes, estava esperando uma história empolgante e cheia de mistério. Porém, apesar da leitura fluir super bem e o leitor ansiar pelo final, quando ele chega é de forma abrupta e inconcisa, além de não trazer nenhuma grande surpresa, permitindo que se descubra o que está acontecendo, antes mesmo de o autor apresentar a proposta.

Achei que faltou uma sacada final para que não ficasse tão previsível, já que a história não é ruim, porém carece apenas de um bom fechamento.

Além é claro, de termos o protagonista mais babaca dos últimos tempos. Imaginem comigo… você sabe que a mulher é treta pura, porque sabe que ela roubou a identidade de alguém no passado e possivelmente cometeu assassinatos, mesmo assim você tem sonhos de reencontrá-la, 20 anos depois. E tcharã, ela aparece e te pede um favor que é basicamente sinônimo de encrenca, e o que você faz? Bate continência e faz tudo o que ela pede em nome do amor. Pediu pra levar né amigo? E ele é realmente aquele homem esperançoso e até um pouco romântico que, apesar de ter um relacionamento aberto, nunca se envolveu profundamente com mais ninguém em função dessa obsessão por Liana.

Pra mim, sendo esse um livro com enredo interessante e história acelerada, o desapontamento veio realmente com o final, onde faltou o evento ser algo mais chocante e menos previsível, mas claro, serve como um bom entretenimento se você não é muito familiarizado com outras tramas do gênero ou não esteja com grandes expectativas.

site: http://resenhandosonhos.com/a-desconhecida-peter-swanson/
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Paula Juliana 09/01/2016

Resenha: A Desconhecida - Ela deixa rastros de caos por onde passa - Peter Swanson

Vamos falar sobre obsessões!

Há uma grande diferença entra amar uma pessoa e ser obcecado(a) por ela, há uma grande diferença também entre viver no passado e deixar seu presente passar, perder sua vida buscando algo, ou um tempo que já foi e sentir falta dele, e há também aquelas situações que ficaram sem um desfecho, ou terminaram de uma forma que não nos deixou satisfeitos.
Conseguo buscar várias interpretações para esse tipo de história, homens e mulheres que passam suas vidas buscando algo, ou fugindo de algo, que deixam o passado guiar o seu presente e futuro.

George Foss nosso protagonista do livro A Desconhecida seria um bom exemplo disso tudo que citei. George conheceu uma mulher há vinte anos, na faculdade, uma mulher que parecia uma coisa e era outra, uma mulher que seu sobrenome ou um deles - falsos como costuma usar - poderia ser problema. O tempo passou, a mulher sumiu, e apesar de nunca mais a ter visto, ele nunca a conseguiu esquecer. Poderia ser um romance até ai, se os personagens não fossem politicamente incorretos e muito mais sombrios que os mocinhos românticos. Não, não chamaria essa obra de romance, ela está mais para um Thriller de suspense, sua atmosfera é totalmente voltada para o clima de curiosidade e agonia.

George agora tem quarenta anos, trabalha em uma revista literária, é uma homem completamente frustrado e insatisfeito com sua vida, acredita que seu tempo passou e que agora não conseguiria fazer mais nada de notável, de bom com ela, profissionalmente e na sua vida pessoal também. Entre sua obsessão pela mulher perdida, seu relacionamento fracassado com uma antiga amiga e sua torcida pelo Red Sox - Sempre lembro de Buch e V. me desculpem, eu saiu da Irmandade e a Irmandade não sai de mim - ele divide seu tempo entre o trabalho e um bar, esse que em uma bela noite acredita ter visto uma velha conhecida, aquela mulher que nunca esqueceu.

Essa é Liana Decter. Uma mulher chave de cadeia com toda certeza!
Ex-namorada, a paixão da vida de George, uma mulher obscura, enigmática como ele se refere a ela, uma mulher perigosa, ela volta e tem um pedido para fazer...

Mentiras, segredos, roubos e assassinato!

A Desconhecida tem mesmo um enredo muito bom, logo que li a sinopse, e vi a capa, que achei divina, quis muito ler, apesar de ser realmente uma boa obra, ela acabou não funcionando comigo como leitora, logo de inicio já comecei a me arrastar na leitura, o tipo de escrita é voltada para o suspense, e apesar de ter me deixado curiosa, acabou não me prendendo, mas prossegui com a leitura, ele vai e volta no tempo, contando o passado dos dois e o que está acontecendo no presente momento, Liana é uma mulher manipuladora, e a gente fica na dúvida de sua culpa em toda essa história, o autor consegue deixar o leitor desconfiando o tempo todo, mas o meu grande problema foi o protagonista!

George é um homem mole, é aquele tipo que algumas mulheres espertinhas conseguem fazer de gato e sapato, ele algumas vezes chega a beirar a burrice, e essa falta de atitude, essa submissão de vida me deixou muito irritada, e fez que eu desanimasse com a história, ainda para ajudar no fim da história aconteceu o que eu mais temia, que é um fim aberto. Particularmente o livro tem que ser muito top para acabar abertamente e eu ficar satisfeita, isso não aconteceu.

Claro que essa é uma opinião estritamente pessoal, eu tive problemas com o protagonista, o fim não foi de meu agrado, não quer dizer que é uma obra ruim, muito pelo contrário, acredito que vá agradar muitos tipos de leitores, principalmente os que não gostam daquelas histórias romantizadas, gostam da premissa suspense, curiosidade e agonia. É uma boa recomendação!
A Desconhecida foi uma obra que me deixou bem dividida, que apesar de tudo mexeu comigo, com meus sentimentos, me deixou p*** da vida em várias partes, é bem isso, o que seria da literatura se não tivesse essa formula, que com palavras consegue mudar e gerar inúmeros sentimentos e até humores. Espero que leiam e tirem suas próprias conclusões, principalmente quanto a George e seu modo de agir!

Paula Juliana

site: http://overdoselite.blogspot.com.br/
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Ana Luiza 04/01/2016

Resenha do blog Mademoiselle Loves Books - www.mademoisellelovesbooks.com
A HISTÓRIA

Por vinte anos George Foss esperou reencontrá-la. Procurou-a em outros rostos, confundiu-a com outras mulheres. Em sua mente, ele revivera os momentos ao seu lado de novo, de novo e de novo. Tentara entendê-la, decifrá-la. Tentara deixar de amá-la. Tentara seguir em frente. E agora ele é um homem de quarenta anos com um emprego que há muito tempo deixara de ser estimulante e com um relacionamento casual com uma mulher que há muito tempo deixara de acelerar seu coração.

Até que Liana volta a sua vida, tão repentinamente quando havia partido. Como George esperava, ela usa outro nome agora e continua em fuga, seja lá do que a persegue dessa vez: o passado familiar, a polícia ou suas ambições. Tudo e todos que Liana toca são sugados para seu universo confuso e sombrio, mas George simplesmente não podia resistir.

Depois de vinte anos de espera, ele pode tocá-la novamente, ouvir sua voz e sentir o gosto de seus lábios. Assim, George não pensa muito antes de aceitar ajudá-la. Tudo devia ser muito simples, na verdade. George devolveria um montante de dinheiro que a mulher havia roubado de um ex-amante perigoso. Ela queria sua consciência limpa e que parassem de persegui-la, e só George pode fazer com que isso aconteça. Mas nada é simples com Liana.

George devolve o dinheiro para o ex-amante da amada e descobre no dia seguinte que o homem fora morto logo após a transação e uma grande fortuna em diamantes fora roubada. E ele é justamente um dos suspeitos do crime. George quer esclarecer tudo, mas, novamente, Liana desaparece, provavelmente com os diamantes roubados.

Mas como George poderia saber? Afinal, apesar de ele saber seu nome verdadeiro, de tê-la encontrado no lugar em que nasceu e do qual ela tanto queria fugir, George nunca soubera realmente quais eram suas reais intenções e ambições. Liana é uma completa desconhecida e ela o usara, mas agora George não descansará enquanto não descobrir a verdade. Entretanto, será possível encontrar qualquer coisa real no universo de mentiras e ilusões de Liana?

EXPECTATIVAS PARA A OBRA

Fiquei curiosa por A Desconhecida desde o momento em que conheci o livro. A capa bonita, mas misteriosa e sombria, assim como o título instigante me deixaram louca pela obra. Com altas expectativas, li o livro rapidamente, em dois dias, e não me decepcionei.

A TRAMA E A LEITURA

A Desconhecida nos suga para dentro de seu universo nebuloso logo nos primeiros parágrafos. O reaparecimento de Liana na vida de George é tão súbito para ele quanto para o leitor, que não faz a mínima ideia de quem é ela e qual a sua história com o protagonista. Entretanto, nos capítulos seguintes, acompanhamos os dois em paralelo: no tempo atual, quando há a questão do dinheiro e dos diamantes roubados, e no passado, quando eles se conheceram e George se apaixonou, apenas para descobrir depois que ela não era quem dizia ser.

E durante toda a obra ficamos ansiosos para entender Liana e frustrados porque ela sempre consegue nos surpreender. A mulher é realmente uma completa desconhecida, quanto mais sabemos sobre ela, menos conseguimos a entender. O autor construiu uma trama intrigante e irresistível, além de muito inteligente. A vontade por entender Liana cria uma tensão gostosa que permanece do início ao fim. Os acontecimentos de A Desconhecida se desenrolam de fora rápida e inusitada, deixando o leitor sem ar e com o coração na mão durante toda a leitura.

OS PERSONAGENS

George não chama muita atenção no início. Entretanto, sua vida tranquila e previsível é abalada pela presença de Liana, tanto no passado quanto no presente, e é por causa dela que começamos a olhá-lo mais de perto e de forma diferente. Fiquei intrigada para entender seus sentimentos e seu comportamento. Por que ele continuava amando-a depois de vinte anos? Por que, mesmo tendo sido surpreendido e decepcionado diversas vezes, George ainda acreditava nela e tentava ajudá-la?

Se em parte me irritei com George e seu amor obsessivo e submisso a Liana, também me compadeci com o personagem. Afinal, não escolhemos quem amamos e não podemos simplesmente parar de amar, de uma hora para a outra. Entretanto, o personagem aprende e nos ensina que há um momento em que simplesmente devemos nos obrigar a olhar além das máscaras e das expectativas e tentar ver quem a pessoa que gostamos realmente é.

Como George, fiquei obcecada em entender Liana e mesmo esperando sempre o pior dela, ainda assim consegui me surpreender, em muito, com a personagem. Você começa e termina o livro com a mesma sensação: não faço ideia de quem essa mulher é – e isso é o mais legal de tudo. Liana me provocou intensas e diversas emoções, e, além disso, me fez pensar em todas as pessoas que cruzam a nossa vida, que de alguma maneira nos tocam e mudam tudo, mas que, no fim, continuam sendo estranhas, desconhecidas.

Além dos dois protagonistas complexos e profundos, A Desconhecida também conta com diversos personagens secundários igualmente bem construídos e intrigantes.

A EDIÇÃO

A edição de A Desconhecida está perfeita. Apesar da diagramação simples, há um detalhe interessante e cuidadoso, do qual gostei bastante. O texto dos capítulos narrados no passado estão em itálico, o que é muito bom, porque assim fica claro para o leitor que aqueles acontecimentos são lembranças.

Como já comentei, a capa de A Desconhecida foi um dos principais motivos para me fazer quer ler a obra. Adorei a fonte do título e os destaques em branco, assim como imagem no fundo de uma mulher de costas, o que combina perfeitamente com a obra. O contraste do preto, com o vermelho e o branco também ficou interessante e chamativo.

CONCLUSÕES FINAIS

Um excelente thriller psicológico, A Desconhecida consegue mexer profundamente com o leitor, deixando-o intrigado e preso a história do início ao fim. Carregada de tensão, a obra traz uma trama sombria e surpreendente, de ritmo acelerado e muitas emoções, que deixa o leitor sem fôlego – e de uma boa maneira.

Quem gosta de um bom suspense, recheado de mistérios e que nos faz duvidar dos personagens e querer desvendá-los, com certeza vai gostar de A Desconhecida. O livro superou minhas expectativas, terminei-o com gostinho por mais e ansiosa para conhecer mais obras do autor.

VEJA FOTOS DE A DESCONHECIDA E LEIA MAIS RESENHAS NO BLOG:

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Mariana Knorst 03/01/2016

A Desconhecida, de Peter Swanson
A Desconhecida, escrito por Peter Swanson e publicado pela editora parceira Novo Conceito, promete apresentar uma história sombria com um quê de Hitchcock.

Antes de continuar, para aqueles que desconhecem, quando o livro diz "Hitchcock", ele se refere ao diretor cinematográfico Alfred Hitchcock, conhecido por ser o mestre o suspense e dirigir, entre outros, os clássicos filmes Psicose e Os Pássaros.

Feita essa ressalva, percebemos que a promessa feita é de grande responsabilidade, o que cria grandes expectativas.

Logo no prefácio, o Autor nos apresenta o protagonista, George Foss, que está a procura de algo que nem ele sabe o que é, deixado por uma pessoa ainda não apresentada na história, mas que presumimos ser a desconhecida a que o título se refere. Por óbvio, essa simples apresentação já é suficiente para começar a nos intrigar.

Quando a história de fato se inicia, somos apresentados a um George normal que leva uma vida chata (um adulto que trabalha com algo que não é exatamente o que gosta, mas que é suficiente, e cuja vida amorosa é confortável e descomprometida) mas motivada por sua obsessão em reencontrar uma antiga paixão da juventude, uma fugitiva da polícia.

Ainda logo no início, George sem querer (ou ao menos ele assim acha) encontra sua paixão em um dos bares que frequenta assiduamente, dando início, assim, a toda a trama proposta.

A história do início ao fim manipula o leitor de forma razoalvelmente eficaz, pois acompanhamos a história na perspectiva de um homem cegamente apaixonado e bastante influenciável, o que torna a trama um mistério ansioso por ser desvendado e consideravelmente traiçoeiro.

Nesse sentido, até certo ponto, a história de fato cumpre o prometido, ou seja, apresentar um mistério inspirado nas histórias contadas no cinema pelo mestre Hitchcock, contudo, a criação das conspirações e mistérios acaba se desenrolando de forma infantil e transmite a ideia de que a escrita do autor é imatura.

Assim, na minha concepção, a história que durante boa parte de seu transcurso apresentava grande potencial acabou se perdendo diante da aparente "falta de prática" da escrita do autor, o que influenciou negativamente na resolução da trama e consequentemente na desestruturação da lógica do suspense.

site: http://bit.ly/1msj5e3
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