A Desconhecida

A Desconhecida Peter Swanson




Resenhas - A desconhecida


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Aione 19/11/2015

Por adorar thrillers, fiquei bastante interessada pela premissa de A Desconhecida, lançamento da Editora Novo Conceito, uma vez que o livro promete bastante mistério e intrigas.

George Foss, há cerca de 20 anos, teve um intenso caso de amor durante seu primeiro ano de faculdade. Contudo, sua namorada na época, por quem ele era extremamente apaixonado, sumiu sem deixar vestígios após uma série de estranhas circunstâncias. Agora, em uma noite de sexta-feira em um bar, ela surge de repente, desesperada e clamando pela ajuda dele.

Apesar da premissa interessante, acabei perdendo o interesse pela trama desde o começo da leitura. Inicialmente, atribuí meu desinteresse pelo pouco envolvimento que os fatos estavam me proporcionando – eu simplesmente não conseguia me ater ao que estava lendo, sendo necessário, muitas vezes, retornar alguns parágrafos para reler passagens que eu mal havia captado. Ainda assim, achei interessante a estruturação dos capítulos, sendo que, em alguns, há a narração da história presente, enquanto outros trazem os fatos passados, da época em que George conheceu a misteriosa mulher que marcou sua vida. Com essa alternância, podemos compreender melhor tudo o que aconteceu 20 anos atrás e seus sentimentos atuais, além de haver uma excitação da própria curiosidade despertada sobre a trama.

Além do meu desinteresse, o próprio desenrolar do enredo não me convenceu; achei a trama como um todo um tanto quanto fraca e sem grandes atrativos, incapazes de conquistar minha atenção. Tanto que até mesmo minha leve curiosidade pelas revelações não foi forte o suficiente para que eu desejasse prosseguir a leitura com vigor.

Um dos principais motivos para que eu tenha me desmotivado com o enredo foi a figura do próprio protagonista. George, para mim, beirou a estupidez com suas escolhas, considerando-se todo o passado por ele conhecido; enquanto o leitor descobre, aos poucos, tudo o que o protagonista e sua ex-namorada viveram, George tem total conhecimento do que vivenciou e, dessa maneira, não consegui me sentir convencida por suas atitudes no presente. Assim, não pude deixar de achá-lo extremamente tolo, algo que, infelizmente, influenciou negativamente demais minha leitura.

Mesmo que, após as revelações, eu tenha achado que Peter Swanson teve boas ideias para A Desconhecida, acredito que elas não foram suficientemente bem desenvolvidas, de forma a deixar o enredo bastante previsível em alguns aspectos, e pouco convincente em outros. Muito provavelmente minha má impressão se deu pela minha experiência particular ter sido negativa, de forma que incentivo os interessados pela obra a não deixarem de lê-la, principalmente os aficionados por thrillers; cada leitor realiza uma diferente leitura de um mesmo texto, e outras experiências podem ser muito mais positivas do que a minha própria.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2015/11/19/resenha-a-desconhecida-peter-swanson/
Gaby 19/11/2015minha estante
:o Que pena que o autor não desenvolveu bem suas ideias... Mas quero muito ler, amo Thrillers tbm


Aione 20/11/2015minha estante
As vezes você tem uma visão totalmente diferente da minha, Gaby! Vou torcer pra você gostar :)


jufe 20/11/2015minha estante
tbm tava doida pra ler,desanimei um pouco :/


silvanasartori 23/11/2015minha estante
Olha tava maluca pra ler a resenha de alguém sobre esse livro
Pensei que era algo de terror ou coisa do tipo, mas eu acho
que vou me arriscar, nao sei se irei gostar, mas melhor tirar as conclusões antes de qualquer coisa. Mas eu achei boa sua explicação Aione. Me tirou muitas dúvidas e quero saber melhor como o autor levou a trama.


Jaque - Achei o Livro 09/08/2016minha estante
Nem vou ler então....




Paloma 05/07/2016

Aquele livro que vc fica até triste por ele não ser bom
Teimosia. Essa é a palavra que descreve exatamente o porquê de eu ter começado a ler esse livro. Já havia lido várias resenhas ruins, mas quis tirar eu mesma a minha própria conclusão, afinal já existiram vezes em que todos amaram um livro e eu fiquei tipo: “Oiii? Como assim?? Esse livro não é tão bom.” ...e houve vezes que li um livro que muitos consideram mais do mesmo e o livro tornou-se meu favorito. Achei que “A desconhecida” se encaixaria nessa categoria, mas infelizmente não foi bem assim que aconteceu.
Conforme relatado na sinopse, o livro tem como protagonista principal George e o aparecimento de uma mulher chamada Liana, com quem ele se envolveu na faculdade mas que ficará por muito tempo desaparecida por ter sido suspeita de um assassinato. Depois de 20 anos ela reaparece e coloca George dentro de um novo crime que ela cometeu mas que agora, aparentemente, ela tenta se redimir, devolvendo a um “empresário” um dinheiro que ela havia roubado dele e por isso precisa da ajuda de George.
O livro vai intercalando passado e presente, para que possamos descobrir o que exatamente Liana fez no passado, e como George irá ajuda-la agora no presente. Essa divisão de passado e presente não foi muito bem desenvolvida, por vezes me perdia dentro da história e tinha que parar para ver se eu estava no passado ou no presente de George. Além disso, o próprio George não ajudou muito para que eu me encantasse com a leitura, nunca houve para mim um personagem tão cansativo como ele.
E se não bastasse os pontos negativos já citados acima, a história termina de uma forma que particularmente não me agrada muito: com um final aberto. Não sabemos exatamente o que acontece com Liana no final da história, ela está viva? Está morta? Como escapou de Bernie? Isso sem falar nos motivos encontrados pelo autor para explicar o motivo pelo qual ela constantemente trocava de identidade, pouco plausível.
Apesar dos pesares, não irei dizer que jamais irei ler de novo algo deste autor, gostei muito da premissa da história e para mim foi uma pena ela ter sido tão mal desenvolvida.
Foca 20/12/2016minha estante
Concordo. Final muito ruim.


Paloma 18/01/2017minha estante
Uma pena néh ....Tinha me encantado com a sinopse, mostrando o enredo da historia pensei" tem tudo para ser um livro excelente" ..pena q não foi ....


Crica 05/03/2017minha estante
Discordo totalmente, o livro a toda hora tem uma reviravolta e não achei o final tão aberto assim, fiquei com a impressão que poderá vir uma continuação dele. O final tem toda a coerência com o desenrolar da trama. Já li outros com finais abertos bem mais irritantes do que este, ainda bem que não me contaminei com as resenhas negativas e resolvi fazer meu próprio julgamento.


Paloma 12/05/2017minha estante
Que bom que sua experiencia foi diferente da minha Crica, porem isto é um livro querida, cada pessoa que lê-lo terá a sua experiencia e o seu ponto de vista ,cabe a nós respeitar a opinião dos amiguinhos que não pensam igual a nós. =) 1 ano se passou dessa resenha e ainda continuo achando o livro mal desenvolvido e o final aberto irritante pra mim.




Juliana 14/12/2015

Infelizmente, um livro muito ruim
"A Desconhecida" foi escrito por Peter Swanson, traduzido por Leonardo Gomes Castilhone e publicado no Brasil em 2015 pela Editora Novo Conceito. A obra possui 288 páginas divididas em 27 capítulos e é narrada em terceira pessoa. A diagramação está ótima! As letras são grandes, isso facilita muito a leitura. Além disso, as páginas são amareladas, o que permite uma leitura mais agradável, sem incômodos reflexos na face do leitor.

Nessa obra, conhecemos George Foss, um homem de 40 anos que levava sua vida normalmente até encontrar em um bar uma bela mulher sentada ao seu lado. Essa mulher é Liana, a mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás. Agora, depois de tantos anos, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la de seu passado sombrio.

Preciso dizer que amo thrillers e fiquei muito empolgada com a premissa de "A Desconhecida". Todavia, não posso mentir e dizer que adorei a obra. Fiquei muito, mas muito decepcionada MESMO com essa leitura. É muito desanimador perceber o potencial de uma trama e ver que ela não foi desenvolvida como deveria.

Logo no início da obra, são notáveis alguns erros de digitação e isso continua ao longo da leitura. Acho isso um descaso com os leitores. É claro que ninguém é perfeito e todo mundo comete erros, porém, as Editoras tem toda uma equipe que trabalha para não deixar isso acontecer e, para mim, publicar uma obra assim é sinal de desleixo.

Passado esse pequeno incidente, não consigo aceitar a imaturidade das personagens. Como um homem de 40 anos larga tudo para trás somente para satisfazer os caprichos de uma mulher que, apesar de tê-la namorado vinte anos atrás, ele mal conhece? George se coloca em cada emboscada, que é impossível não sentir preguiça de continuar a leitura. Essa atitude adolescente de ambas as partes me deixou muito, mas muito irritada.

Também pude perceber que nenhuma das personagens são bem construídas. Inúmeras vezes me perguntei "por que?", "como", "quando" e "onde?" e não obtive nenhuma resposta. Encaro isso como falha de Peter Swanson como autor. Não é nada agradável lidar com personagens assim. É claro que nem tudo tem um motivo nessa vida, mas, levando em conta o gênero da obra, em minha opinião, o passado do personagem acrescenta muito à história.

Depois de me decepcionar com a irresponsabilidade de Liana e George, outro problema apareceu: o livro é lotado de ação no início. Bacana!, pensei. Gosto disso. Mas, como tudo que é bom dura pouco, o desenvolver da trama se torna muito monótono a ponto do leitor descobrir tudo que vem a seguir.

Além disso, a narrativa de Swanson não é nada envolvente e me deu preguiça muitas vezes. O vocabulário é bem pobre. A ininterrupta repetição de palavras me irritou bastante. Mais uma vez, digo aqui que fico bem triste por perceber o potencial que a obra e o autor possuem e saber que ele não foi bem explorado.

Só me resta dizer para lerem a obra a fim de tirar suas próprias conclusões.

site: http://www.livroseflores.com/2015/12/resenha-desconhecida-peter-swanson.html
Maria Janir Pir 14/12/2015minha estante
Nossa! Estava doida para ler esse livro.....brochei.....


tadeu-cz 14/12/2015minha estante
créeedooo kkkk, ainda bem que não comprei !


Marcinha 22/12/2015minha estante
Puxa achei que fosse o timo nao irei mais comprar. :(


Crica 05/03/2017minha estante
Não me deixei levar pelas críticas ruins e resolvi fazer meu próprio julgamento e gostei bastante do livro. E um livro cheio de reviravoltas e que prende bastante. Meu conselho: leiam e depois façam seu próprio julgamento.




spoiler visualizar
Roseane 14/08/2018minha estante
Tb achei que faltou um final mais esclarecedor mas gostei bastante.




Ronaldo 17/12/2015

Estava indo tão bem ...
A narrativa é bem movimentada, há enigmas bem intrigantes com soluções satisfatórias que nos vão sendo apresentadas no decorrer da leitura, enquanto outras perguntas ficam com as respostas guardadas somente para o final. É uma trama bem inteligente, apesar de nos momentos finais o autor criar alguns lances bastante forçados que tiraram muito do meu entusiasmo. Mesmo assim o classificaria como um bom livro policial, não fosse o final inconclusivo. Quando virei a penúltima página e me deparei com os agradecimentos do autor me senti como uma criança cujo brinquedo foi arrancado das mãos no melhor da brincadeira. Esperava um final apoteótico para compensar os tropeços finais do autor, mas esse não veio. Na verdade, nem sei se dá para chamar aquilo de final.

Resenha completa no blog:

http://porquelivronuncaenguica.blogspot.com.br/2015/12/a-desconhecida-peter-swanson.html
Ferdy 17/05/2016minha estante
realmente assim que me senti, final decepcionante!!




Alyssa @culpadoslivros 23/03/2017

A Desconhecida me surpreendeu bastante. É o livro de estreia de Peter Swanson e foi publicado originalmente no formato de contos, num periódico online.

George Foss tem 40 anos e trabalha numa revista literária em Boston. Ele vive uma vida normal, preso numa rotina meio sem graça, entre idas e vindas com a namorada, Irene, há mais de uma década.

Mas nos seus pensamentos mais íntimos, ele sonha reencontrar um antigo amor da época de faculdade. Liana Decter, uma jovem cercada por mistérios, que sumiu há 20 anos, sem deixar rastros.

É exatamente assim que a história começa, com George vendo a figura linda e misteriosa de Liana sentada no balcão do bar, como ele imaginou por tantas vezes!

No começo do livro, confesso que achei o George meio bobo, por se envolver numa história obviamente mal contada! Mas, no decorrer das páginas, pude perceber que ele era mais esperto do que aparentava inicialmente e avassaladoramente apaixonado por aquela mulher; desta forma, suas atitudes se tornaram mais compreensíveis.

A história se desenvolve no presente, intercalando passagens que revelam os acontecimentos de 20 anos atrás e o sumiço de Liana.

Boas doses de mistério e suspense são agregados à trama, reviravoltas e também personagens que não são de fato o que aparentam.

Gostei bastante deste livro. A narrativa me envolveu muito, tanto que na ansiedade de saber o desfecho e as revelações finais, não conseguia parar de ler. A Desconhecida traz uma história que realmente mexe com nossas emoções!

site: http://www.instagram.com/culpadoslivros/
Eliana.Gomes 04/01/2018minha estante
Eu gostei da história, só acho q o final poderia ter algo mais, eu fiquei esperando outro fim pro livro.




Tamara 13/01/2016

Intrigante
Este é meu primeiro livro policial do ano e parece que chegou para marcar. É uma trama cheia de mistérios e que prende até a última página. É impossível saber quem está falando a verdade e quem está mentindo, e nos sentimos andando em uma corda bamba durante toda a leitura.
O enredo é muito bem construído. Os 27 capítulos narrados em terceira pessoa alternam entre o presente, quando George reencontra a mulher misteriosa e o passado, quando ele a conheceu e teve um breve relacionamento com ela. É muito clara a distinção entre dois adolescentes se conhecendo e se apaixonando no passado e pessoas maduras e com uma certa vivência no presente.
Porém, George apesar das mudanças surgidas com o tempo continua sendo um homem muito influenciável que acredita facilmente nas dezenas de mentiras que lhe são contadas, considero-o o tipo de personagem ingênuo. Já Liana é uma mulher astuciosa e cheia de segredos e consegue manipular qualquer pessoa do modo que ela quiser. Arrisco-me a dizer que ela é uma personagem ainda melhor que Amy exemplar, do livro garota exemplar e ainda melhor que as personagens do thriler A garota no trem, que são tão elogiadas.
Como ponto positivo posso destacar a trama que é muito bem construída e os personagens com características muito marcantes, também a capacidade de o autor nos deixar curiosos a cada novo capítulo e de não permitir respirarmos, sempre trazendo um novo mistério. Sua descrição dos cenários é muito clara e principalmente nos ambientes de maior tenção consegui imaginar e me sentir nas cenas perfeitamente.
Já como ponto negativo destaco o final que não foi tão empolgante quanto eu imaginava e ficou um pouco em aberto. Também o modo como tudo foi descoberto foi um pouco rápido demais e algo sem tanta credibilidade,, mas mesmo com isso a história é ótima.
Esse livro vale a pena ser lido por fãs de boas tramas policiais e mostra que nem sempre conhecemos aqueles de quem pensamos saber tudo. É recomendadíssimo.


site: Resenha publicada originalmente com quots do livro e reflexões sobre ele em: http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2016/01/resenha-desconhecida.html
TaAssa.Araujo 06/04/2016minha estante
Pois é, estava tão empolgada ao longo do livro, mas aquele final me irritou bastante! Tinha tudo para fazer algo bem apoteótico e foi uma decepção.




@sentapraler 11/10/2017

Resumindo o livro em uma frase
Esse é o tipo de livro em que você pergunta: mas como assim, acabou e fim, ponto final?
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Priscila Gatti 20/11/2016

Misterioso e Intrigante
George Foss é um homem de 40 anos, que vive em Boston, trabalha como gerente de negócios em uma revista literária e possui um relacionamento longo e sem futuro com Irene. Levando uma vida razoável e sem grandes motivações, George sente que já passou da idade em que poderia viver algo surpreendente ou se impressionar com o mundo.
Porém, ele estava enganado. Afinal, toda essa tranquilidade acaba quando a desconhecida entra em sua vida (de novo). A desconhecida é, na verdade, Audrey Beck ou Liana Decter ou ainda Jane Byrne. E nós sabemos que alguém com três nomes diferentes só pode significar uma coisa: problema.
O fato é que, mesmo sabendo que terá problemas se envolvendo com Liana, George nunca a esqueceu, desde os tempos da faculdade quando ele conheceu Audrey e juntos eles viveram um romance intenso e quente que terminou da forma mais trágica possível.

“Mas algo no pesa daquela noite específica de agosto, combinado com a presença de Liana em seu bar predileto, fez com que parecesse que algo de importante estava prestes a acontecer, e isso era tudo de que ele precisava. Boa ou má, alguma coisa aconteceria.” p. 16

Confuso? Um pouco! Delicioso de ler? Com certeza! A desconhecida é uma busca desenfreada pela real identidade dessa mulher linda, misteriosa e perigosa. O leitor vai conhecendo, aos poucos, Liana, a partir do ponto de vista de um George jovem e apaixonado e de um George maduro e desiludido.
O que ela quer? Por que voltou depois de mais de 20 anos? É recomendável confiar nela? Quem ela realmente é? George está sendo só uma ferramenta para ajudá-la a chegar onde deseja ou ela realmente nutre sentimentos por ele? Essas e outras perguntas nos atormentam ao longo das páginas, enquanto George se sacrifica e faz coisas impensáveis pelo seu antigo amor da faculdade.

“Novo nome. Novo cabelo. Transformação. Ela havia dito a ele que aquela era a maldição dela, mas não. Era o dom dela, uma especialidade, um talento. Liana podia se tornar outra pessoa, e, com a mesma facilidade, podia matar o que havia se transformado, eliminando quem quer que aparecesse em seu caminho.” p. 282

Eu gostei bastante do livro e a história me conquistou logo no início. É intrigante e nos prende já nas primeiras páginas. A narrativa é feita em terceira pessoa e os capítulos se alternam entre passado e presente.
George e Liana são o extremo oposto. Ela é egoísta e fará qualquer coisa para conseguir o que deseja, até mesmo cometer crimes. Já ele é generoso, beirando a estupidez, e fará o que for preciso para ajudá-la, até mesmo se envolver com pessoas perigosas e se expor a enormes riscos e, infelizmente, Liana sabe disso e usará todo seu charme para reacender os sentimentos de George.
É preciso comentar também a capa do livro, que é linda, chama a atenção e traduz o clima de mistério do livro. O único defeito que, infelizmente, fez com que o livro não fosse tão bom quanto poderia ser é o final, que deixa muito a desejar. No entanto, mesmo assim, o livro é muito bom e eu recomendo.

site: http://www.lostgirlygirl.com/
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Paraíso das Ideias 04/04/2018

Uma das metas de 2018 para mim é desencalhar aqueles livros que estão na prateleira ah mais de um ano, e apesar de desconhecida não ser o mais velho, ele está no pacote. Ou seja, durante o ano, vocês que acompanham o blog vão ver resenhas de alguns livros antigos por aqui.

Em a desconhecida vamos conhecer George Foss, uma homem de 40 anos, com uma vida comum e até tediosa, George vive em relacionamento meio fadado ao fracasso, entre um vai e vem inconstante com Irene, uma antiga colega de trabalho. Gerente de negócios de uma editora que anda mau das pernas, ele até possui uma vida confortável, almas vive preso a um amor do passado, uma garota que simplesmente sumiu sem deixar rastros.

Numa bela noite, depois de anos buscando pelo rosto de Lilian em outras mulheres na multidão, George enfim a encontra em um bar. Mas nada é por acaso, Lilian foi atrás dele e precisa de um favor. Depois de ter um caso com um magnata casado e ser passada para trás, ela rouba seu amante, e agora correndo risco de vida, pede que George devolva o dinheiro afim de ter sossego. George movido pelo coração aceta ajudada-lá, mas o que ele não sabe é que está se metendo em um plano muito mais complexo do que apenas a devolução de 500 mil dólares.

George sem dúvida alguma é para mim o personagem mais panaca da literatura, calma que vou explicar porque, quando George conheceu Lili na época da escola ela se chamava Audrey, e depois das férias de Natal a mesma é dada como morta, quando ele resolve fazer sua parte e visitar a família de sua namorada de curto prazo ele descobre que a menina que morreu não era a que ele conheceu na faculdade.

Liana podia se tornar outra pessoa, e, com a mesma facilidade, podia matar o que havia se transformado, eliminando quem quer que aparecesse em seu caminho.


Só por isso você já tira que a mulher é barra pesada, mas mesmo, por algum motivo descabido que desconheço ele aceita devolver esse dinheiro, e no dia seguinte descobre que o magnata foi assassinado, e ele foi o último a vê-lo vivo. Agora sua vida corre perigo e ele nem sequer sabe porque.

George me irritou de uma forma profunda, Lilian pelo contrário é uma mulher esperta que sabe o que quer e não vai medir esforços pra isso, mesmo que tenha que se utilizar da bondade de um ex namorado. Desde o momento que ela aparece já é notável que ela não tem boas intenções, mas George levou metade do livro para se tocar disso, e por mais que no final ele tenha entendido a jogada da sua ex e até se tornado astuto, a merda já estava feita.

E por falar em final, o autor terminou o livro de uma forma abrupta. Depois de criar um personagem que de tão inoscente beirava a imbecilidade, ele simplesmente pois fim a trama deixando o leitor com um gigantesco ponto de interrogação é um enorme WTF!!!!

Apesar de tudo isso, meus pontoais positivos ficam na narrativa que prende o leitor, afinal é inacreditável que ele seja capaz de tal asneira, e ele acredita tanto em Lili que deixa o leitor em dúvida se ela está ou não envolvida no assassinato, sendo assim não resta alternativa a não ser ler até o final. Além disso a trama é narrafa entre passado e presente, mostrando ao leitor como Lili passou a perna nele na primeira vez e como isso volta a se repetir no presente.

A narrativa do autor é fluida e a trama tem Coêrencia, os planos são bem arquitetados e tudo é bem desenvolvido, não existe ponta solta, apenas uma mulher misteriosa e um homem inoscente ao extremo. Quando enfim George descobre o plano até eu fiquei admirada, a mulher era realmente inteligente e George finalmente acordou para a vida.

Apesar de não ser o melhor suspense que já li, a desconhecida foi uma leitura boa, não ótima, mas agradável, e a protagonista me fez lembrar de Amy, a personagem de A garota exemplar, mulher que se tornou minha ídola pela astúcia e inteligência.

Ou seja se curti um suspense leve, com mulheres espertas esse livro é para você, uma leitura rápida, leve e daquelas que te prende, mas passa rápido.


site: http://www.paraisodasideias.com
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MathRiber 02/03/2016

Resenha: A desconhecida
George Foss, ainda em sua época de faculdade teve um grande amor por Audrey Beck, mas ambos saíram em férias de seus estudos, cada um seguiu um rumo diferente.

Quando George volta à faculdade e não ver Audrey fica preocupado e decide obter respostas sobre Audrey. Ele achou sua resposta, mas não era o que ele queria ouvir, a garota Audrey Beck tinha se suicidado. George decidiu e foi até a cidade natal de Audrey, mas chegando lá descobre que o que ele pensava era totalmente diferente do que havia acontecido.

20 anos depois de todo ocorrido George está em um bar quando ele acha que viu uma pessoa que tem traços que ele jamais esqueceria Liana, ou melhor, Audrey Beck (Sim são a mesma pessoa) ele decide chegar mais perto para ter a certeza se era quem ele deveria ter visto, e tudo se confirma era ela. Depois de um bom tempo em observação ele decide chegar até ela, e para a sua surpresa, Liana estava á espera dele mesmo, ela saiba que George morava por perto, por isso foi até o bar.

Entre várias conversas, Liana pede um favor a George. Mas apesar de tudo que ela fez será que George seria capaz de ajuda a Liana? Mas ele não sabe que se ele concorda em ajuda - lá comprometerá sua vida a partir daquele momento.

O que seria esse favor? O que George teria que fazer? Porque Liana não a fez mesmo esse favor? E porque George o escolhido para essa tarefa?

Somente fazendo esse favor, George será capaz de descobrir os mistérios que ainda cerca essa pessoa que depois de 20 anos volta a aparecer.

site: http://papolivros.blogspot.com.br/
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Horroshow 31/01/2016

Resenha por Marina Borges (Blog Horrorshow)
Este livro foi uma cortesia da editora Novo Conceito

O que aconteceria se alguém por quem você se apaixonou na época da faculdade reaparecesse em um bar 20 anos depois, desesperada, pedindo favores cada vez mais absurdos? Eu sei que a minha atitude seria certamente muito diferente da que o protagonista teve, mas então não haveria livro algum, não é mesmo?

George é um cara que não demonstra ter muitas alegrias em sua vida. Tem um relacionamento razoavelmente estável com Irene, que é uma personagem tão sem graça, tão desligada, que muitas vezes esqueci até seu nome. Embora eu reconheça essa ideia de relacionamentos 100% liberais, e que muitas pessoas se dão super bem vivendo esses relacionamentos, não é muito meu estilo. Assim, muitas das atitudes que um tem com o outro me incomodam muito ao longo do livro. George se importa com ela, mas não tanto assim.

Liana é uma mulher muito peculiar, que fez escolhas seriamente questionáveis na vida, embora não pareça uma pessoa ruim. Deve ter sido difícil lidar com tantos nomes falsos. A questão é que ela estava morta, na teoria, depois de um breve relacionamento com George, na faculdade. A morte foi considerada um suicídio. Ela parece ter um imã de problemas e confusões, mas não o típico tráfico de drogas. Teve uma infância problemática, como de costume para esse tipo de personagem, e claramente alguns problemas psicológicos que deveriam ter sido tratados, pelo amor de deus. Liana é quase a definição de “Daddy Issues”.

(Continue lendo no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2016/01/a-desconhecida-peter-swanson.html
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Marianne 04/12/2016

A Desconhecida (Peter Swanson)
Fazia tempo que não pegava um suspense bom, daqueles que a gente promete que vai ler só até o final do capítulo antes de dormir, e o final do capítulo só nos prende ainda mais na história. Essa foi, basicamente, minha saga de leitura com A desconhecida.
George Foss está se aproximando dos quarenta anos. Tem um emprego estável, um romance meio indefinido com uma colega de trabalho e está naquela fase em que parece que nada de novo vai surgir pra dar um tcham na vida.
Até que um dia, sentado à mesa do seu bar preferido, George tem a impressão de estar vendo a misteriosa Liana Decter, sua namorada da faculdade que sumiu misteriosamente muitos anos atrás.
Liana Decter foi a primeira namorada de George. Durante a faculdade eles viveram um romance intenso e apaixonado, típico dos primeiros amores. O namoro dos dois era o centro da vida de George na faculdade. Mas logo após as férias de verão George e os amigos de Liana receberam uma trágica notícia relacionada a jovem, que desencadeou uma série de acontecimentos bizarros na vida de George e, consequentemente, o fim do romance entre ele e Liana.
Mas agora Liana está ali, no mesmo bar que George. Será a mulher sentada à mesa a mesma Liana que George se apaixonou muitos anos atrás? Estaria ela ali por pura coincidência, ou ela sabia que George também frequentava o bar?
A história de divide em dois tempos, na época que George estava na faculdade de conheceu Liana, e no atual, onde George ainda mantem a esperança de reencontrar a ex-namorada, mesmo que isso seja um claro sinônimo de problema.
O livro se desenrola de maneira bem surpreendente e não tem como evitar a vontade de estrangular o protagonista. Sabe quando estamos vendo um filme de terror e o mocinho ouve um barulho na cozinha e ao invés de sair correndo e gritar por ajuda ele resolve IR NA COZINHA COM AS LUZES APAGADAS – POR QUE DEUS? – e a gente quer gritar CORRE SEU IMBECIL, SAI DAÍ?! Pois bem, eu passei o livro todo gritando mentalmente “George, não faz isso homi, toma tento criatura, aprende sua lição...”. Mas não adianta, a gente passa medo, raiva, desespero, e o George sai fazendo uma burrada atrás da outra. E no fim, temos um suspense dos bons.
Apesar do patetismo de George o personagem não soa artificialmente inocente como os mocinhos de filme de terror, os flashbacks do livro mostram que desde mocinho o personagem tem um tiquinho de obsessão por Liana. E convenhamos, quarentão, solteiro, sem filhos e cansado da rotina, nada como uma ex-namorada misteriosa/bandida/desaparecida do passado que reaparece linda e loira pra dar aquela balançada na vidinha mais ou menos né gente.
Adorei Liana, apesar de o livro focar pouco no desenvolvimento dela. A personagem é melindrosa sem ser estereotipada, Liana é do tipo que corre atrás do que quer doa a quem doer – George, risos.
Ainda falta muito arroz com feijão para os autores aprenderem a descrever uma personagem feminina sem cair nos velhos estereótipos de vilã bruxa-malvada, mocinha inocente, mocinha super determinada, mocinha vamos-viver-a-vida-sem-pensar-nas-consequencias-e-eu-só-existo-na-cabecinha-miíuda-dos-autores, etc. Mas vamos dizer que A desconhecida cumpriu bem seu papel nesse quesito.
Recomendo muito a leitura pra quem gosta de suspense. Espero que tenham gostado da resenha e até a próxima!

site: http://www.dear-book.net/2016/09/resenha-desconhecida-peter-swanson.html
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Grazi @graziliterata 08/02/2018

Final aberto
No geral eu gostei bastante, mas a resenha completa vocês podem ver mais no link que está aqui.

site: https://blogdietaecultura.wordpress.com/2018/02/08/resenha-a-desconhecida-peter-swanson/
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Felipe Miranda 24/01/2016

A Desconhecida - Peter Swanson por Oh My Dog estol com Bigods
A minha irritação com o personagem principal foi meu maior impulso para terminar a leitura da obra de Peter Swanson. Eu sei que às vezes deixamos o coração falar mais alto, mas tem certas coisas que é impossível deixar de lado. Impossível não ter peso sobre nossas atitudes. E quando paro e penso nos incontáveis acontecimentos que o protagonista simplesmente ignorou por uma obsessão juvenil, a minha vontade é de que o desfecho dessa história tivesse sido totalmente diferente.

George Foss é um quarentão entediado com a vida que leva. Ele mantém um quase relacionamento de décadas com uma mulher que se tornara mais sua amiga que amante. Com uma rotina totalmente sem emoção, ele tem passado todos os dias desde que se formara na faculdade buscando em rostos e corpos alheios aquela que fora seu grande amor certa vez, mas também seu grande decreto de fracasso.

E se de uma hora para outra a mulher que você ama há décadas aparecesse depois de ter sumido do mapa te pedindo favores que colocam sua existência em risco? Ela está sendo perseguida, querem matá-la e você está dividido entre ajudá-la ou ignorá-la de uma vez por todas. É óbvio que você não só irá ajudá-la, como irá defendê-la de assassinos em série psicóticos também...

A narrativa é dividida entre passado e presente. No passado, conhecemos o romance entre Foss e Audrey e tudo o que aconteceu com eles até o momento em que ela aparentemente se suicidou. No presente, acompanhamos eles dois juntinhos, vivos e debatendo a melhor forma de saírem ilesos de uma série de burradas e crimes na ficha. O passado é revelador. Nos mostra que Audrey na verdade nunca foi Audrey e nunca será quem ela diz ser. O presente só nos deixa em dúvida, com pena e com ódio de Foss e toda a sua cegueira amorosa. Quando as pessoas ao seu redor começam a sofrer com as consequência de sua decisão em apoiá-la, Foss perde o controle de tudo. Não dá para confiar na desconhecida. Ela não inspira verdade, mesmo quando chora, se entrega para ele e perde perdão por tudo que fez e deixou de fazer.

A Desconhecida é o típico livro que poderia ser melhor do que é. Não me vi entediado ou pensando em abandonar a leitura em nenhum momento, apesar de achar que tudo poderia ser mais sombrio e levantar tantas outras questões e dúvidas no leitor. Os capítulos acabam quando a gente menos espera e sempre nos melhores momentos. O grande problema é que quando retornamos à sua continuação, o suspense gerado não corresponde tão bem as expectativas. O desfecho é um tanto que rápido demais. Como se muitas coisas se revolvessem ao mesmo tempo comparando-se a todo o ritmo com que a trama foi desenvolvida. Meus capítulos prediletos foram os que retornam ao passado, vinte anos atrás. O desfecho é um tiro. Um tiro que Foss dá. Ele finalmente se torna mais esperto que nós leitores.

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