Um Tom Mais Escuro de Magia

Um Tom Mais Escuro de Magia V.E. Schwab




Resenhas - Um tom mais escuro de magia


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Nay 17/06/2018

Gostei bastante do livro, o mundo é totalmente bem construído, os personagens tem personalidades únicas, a história é muito bem trabalhada.
Em alguns pontos do livro eu senti que a história demorava muito a se desenrolar e por isso retirei meia estrela, não sei se continuarei com a leitura do segundo livro pois gostei bastante do primeiro livro e acho que seria perfeito como livro único, tenho medo do rumo que a autora vai levar com essa história, medo de me decepcionar.
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Bruno.Souza 11/06/2018

SINOPSE

Kell é um dos últimos Viajantes ? magos com uma habilidade rara e cobiçada de viajar entre universos paralelos conectados por uma cidade mágica. Existe a Londres Cinza, suja e enfadonha, sem magia alguma e com um rei louco ? George III. A Londres Vermelha, onde vida e magia são reverenciadas, e onde Kell foi criado ao lado de Rhy Maresh, o boêmio herdeiro de um império próspero. A Londres Branca: um lugar onde se luta para controlar a magia, e onde a magia reage, drenando a cidade até os ossos. E era uma vez... a Londres Negra. Mas ninguém mais fala sobre ela. Oficialmente, Kell é o Viajante Vermelho, embaixador do império Maresh, encarregado das correspondências mensais entre a realeza de cada Londres. Extra-oficialmente, Kell é um contrabandista, atendendo pessoas dispostas a pagar por mínimos vislumbres de um mundo que nunca verão. É um hobby desafiador com consequências perigosas que Kell agora conhecerá de perto. Fugindo para a Londres Cinza, Kell esbarra com Delilah Bard, uma ladra com grandes aspirações. Primeiro ela o assalta, depois o salva de um inimigo mortal e finalmente obriga Kell a levá-la para outro mundo a fim de experimentar uma aventura de verdade. Magia perigosa está à solta e a traição espreita em cada esquina. Para salvar todos os mundos, Kell e Lila primeiro precisam permanecer vivos.

RESENHA

Um livro cheio de emoções, gostei muito do livro, pena que não fui muito interessado no começo e só pude ver o quanto essa história é boa, poderia tranquilamente terminá-lo em menos tempo, mas como todos sabem não fui muito interessado no começo, mas agora tá indo ?.
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Daia 10/06/2018

Uma história envolvente, com personagens a meu ver, maravilhosos. Principalmente Lila e Kell que se conhecem de forma abrupta mas no decorrer da história se tornam leais um ao outro e nos chamam a conhecer este mundo de magia, dividida em 4 diferentes Londres. Aliás, isso me fez ler este livro em praticamente um dia, coisa que nunca havia feito antes.
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CidaOliveira 05/06/2018

Estou literalmente fascinada!!!
Comecei a ler Um Tom Mais Escuro de Magia sem muito entusiasmo e de início a estória me pareceu meio complicada, mas do decorrer do livro fui me familiarizando com as Londres.

Um livro com um universo realmente interessante, com pitada de fantasia e personagens nada convencionais, mas que a cada página vão te conquistando e no final vc está apaixonada por eles.

O universo criado é de uma criatividade e genialidade. Sem conta que V.E. Schwab que uma linguagem para o livro. Não sou a Lila, mas tiro meu chapéu pela criação do livro.

?- Peco desculpas por qual coisa que tenha feito. Eu não era eu mesmo.
- Peço desculpas por ter atirado na sua perna - falou Lila - Eu era totalmente eu mesma.?

Estou literalmente fascinada pelo universo criado! Um livro cheio de ação, aventuras, magia e mistérios do início ao fim! Um livro que te faz querer mais e mais.

?- Me diga uma coisa, você subestima todo mundo ou só a mim? É porque sou uma garota??

Pretendo começar a ler logo o segundo livro para ver o desenrolar da melhor bad girl Lila. Mulher forte, determinada e guerreira. Mesmo se magia enfrenta o que está à frente e vai mais além.

?Tieren dissera que havia algo nela. Algo não cultivado. Ela não sabia que forma teria, mas estava ansiosa para descobrir. Quer fosse o tipo de magia que percorria em Kell, quer fosse algo diferente, algo novo, Lila sabia de uma coisa:
O mundo era seu.
Os mundos eram seus.
E ela pretendia conquistar todos eles?
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La Oliphant 01/06/2018

Eu sou, oficialmente, uma fangirl de V.E. Schwab. Vocês precisam saber disso antes de eu começar essa resenha, porque depois que eu começar a falar sobre Um Tom Mais Escuro de Magia, eu nunca mais vou parar. Faz três anos que eu não me apaixono profundamente por um livro, desde que eu li Os Garotos Corvos e eu realmente estava precisando disso: um livro de fantasia com um universo realmente interessante, com um enredo cheio de reviravoltas inesperadas e personagens que você simplesmente não consegue abandonar, mesmo depois que o livro acaba. Um Tom Mais Escuro de Magia tem todos os elementos que compões uma boa fantasia combinado com a escrita deliciosa de V.E.Schwab.

O livro se passa em um multiuniverso onde nós temos três mundos interligados, todos eles com o nome Londres e são ambientadas em 1819, mas cada um com a suas próprias peculiaridades. É dentro desse universo que conhecemos Kell, um Antari que é o único capaz de viajar entre essas Londres, entregando correspondências trocadas entre os governantes de cada Londres. Mas Kell não deixa que suas viagens sejam apenas uma entrega de correio, além de trabalhar para a realeza de sua Londres, nas horas vagas Kell contrabandeia objetos de outras Londres por simples prazer. Mesmo sabendo que esse tipo de atividade é proibida, Kell não consegue deixar de fazer seus negócios, até que ele recebe um objeto extremamente perigoso e que pode colocar em risco a segurança não só da sua Londres, mas também de todas as outras.

Eu não vou mentir para vocês: sinto arrepios toda vez que eu penso nesse universo maravilhoso que a V.E. Schwab criou. A narrativa em terceira pessoa se encaixa perfeitamente no enredo do livro e a autora tem todo o cuidado ao dar todas as informações que o leitor precisa para conseguir visualizar o universo a sua volta. A leitura flui de uma forma deliciosa, fazendo com que a gente imerja completamente no enredo e se envolva ainda mais com os personagens a cada capítulo. Eu não estava nem na página 100 do livro e já me via completamente apaixonada pela escrita da V.E.Schwab, não querendo parar a leitura por nada.

“– Peço desculpas por qualquer coisa que eu tenha feito. Eu não era eu mesmo.
– Peço desculpas por ter atirado na sua perna – falou Lila – Eu era totalmente eu mesma.
Rhy abriu seu sorriso perfeito.”

Sou um pouco fascinada pela construção de universos fantásticos, mas eu sempre tive um certo receio porque nem todos os autores conseguem mostrar os seus mundos sem serem cansativos ou repetitivos. Mas Um Tom Mais Escuro de Magia consegue entregar isso muito bem para o leitor. Schwab não tem pressa para que a gente conheça todo o universo do livro, e apresenta cada parte dele aos poucos, seguindo a necessidade da história de existir cada informação. É muito bom quando você pega um enredo de fantasia onde as informações que você tem estão ali com um objetivo e influenciam no enredo de alguma forma. Isso evita muito que o autor deixe pontas soltas, ou acaba mostrando mais do que o necessário para o leitor.

Não consigo escolher um personagem favorito dessa leitura. Eu me apaixonei pelo Kell no primeiro instante que ele apareceu no livro, mas, ao mesmo tempo, eu também fiquei desejando estar na pele dele. Gostei muito da forma como ele foi construído durante a narrativa, a voz que ele ganhou e a forma como ele lidava com todas as situações a sua volta. Eu não esperava que ele fosse ser tão sério, mas ao mesmo tempo tão divertido. Eu ainda não tinha me deparado com um personagem que conseguisse agregar tanto numa história como ele agregou e a evolução dele durante o enredo, a forma como ele se dedica as pessoas a sua volta, é uma das melhores coisas do enredo.

“– Me diga uma coisa, você subestima todo mundo ou só a mim? É porque sou uma garota?
– É porque você é humana – explodiu ele. – Porque você pode ser a alma mais valente e destemida que eu já conheci, mas ainda é muito mais feita de carne e osso do que de poder. Astrid Dane é feita de magia e maldade”.

Apesar de amar Kell, eu preciso muito falar de Lila – a heroína mais badass que você vai conhecer. Lila tem 19 anos e a Londres em que ela vive é uma que nós conhecemos bem (sem spoilers, vou deixar vocês adivinharem), mas ao invés de estra procurando um marido, Lila é uma ladra bastante experiente que não deixa a oportunidade de roubar algo lhe passar. Os melhores diálogos do livro são dela, as melhores cenas do livro são dela. Basicamente, ela reina nesse enredo com a sua coragem, sua independência e a sua lealdade com as pessoas que ela se importa. Se você ainda não encontrou uma personagem feminina para amar, certamente você vai adorar a Lila.

Quando se trata de fantasia, muitas pessoas ficam preocupadas com a questão do romance, mas Um Tom Mais Escuro de Magia consegue desviar de todos os clichês românticos da mesma forma que Maggie Stiefvater faz em A Saga dos Corvos. Eu não posso afirmar que não tem romance, mas também não posso afirmar que tem. Existe uma química, é certo, mas ainda não ficou muito claro como o relacionamento dos personagens vão se desenvolver. Muita coisa pode acontecer e, o que eu mais amo na escrita da V.E. Schwab é que, por mais que você tente, não tem como você prever o que vai acontecer no próximo capítulo e por isso, eu sou muito grata pela existência dela nesse universo.

Se Um Tom Mais Escuro de Magia não for a melhor leitura que você vai fazer na sua vida, com certeza ele vai entrar na sua lista de livros favoritos. A escrita da V.E.Schwab envolve seus leitores em um universo cheio de magia, perigos, magos e ladras destemidas. É uma aventura do início ao fim, com uma pitada de humor e um pouco daquele mistério que a gente adora. Um Tom Mais Escuro de Magia é definitivamente uma leitura que todos precisam ter na estante e, eu juro, que se eu pudesse, obrigava todos vocês a lerem.

site: https://www.laoliphant.com.br/resenhas/resenha-tom-mais-escuro-magia-ve-schwab
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Jhon.Marcs 23/05/2018

MUITO BOM!!
Fiquei pensando na história até quando n estava com o livro!! Ele te prende na história muito fácil!
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LauraaMachado 16/04/2018

Muito bom!
Essa não vai ser uma resenha longa, porque, não importa quanto eu tente, não consigo pensar em uma única crítica para fazer a esse livro! Minhas expectativas para ele estavam altas, principalmente depois de descobrir que até línguas a autora tinha criado, mas em nenhum momento me decepcionei!

Os personagens são o ponto alto. Eu gostei mais da criação de mundo do que esperava, mas ainda acho que o Kell e a Lila são a melhor parte da história. O Kell é muito mais adorável do que achei que seria depois do começo e a Lila é tão fofa que quero guardar em um potinho! Pelo jeito que eu falo, até parece que eles são mesmo meigos e fofos, quando definitivamente não são! Mas consegui criar uma ligação com eles tão rapidamente, que meu carinho agora me faz vê-los como adoráveis! Melhor ainda, só o quanto eles são humanos, têm seus defeitos e suas qualidades, e a relação entre os dois.

Na edição que eu li, a inglesa de capa comum, a autora passou mais ou menos cem páginas montando a cena e apresentando os personagens e o mundo para depois começar de verdade o enredo. Não cheguei a me importar com isso, porque todos os detalhes eram bem interessantes, mas, se você se incomoda com esse tipo de coisa, aconselho ler bastante da primeira vez para já estar dentro da história de verdade quando fizer uma pausa. É bem difícil parar de ler quando você descobre o grande problema da trama.

Aliás, o livro tem bem mais aventura e ação do que eu esperava! Todos os capítulos me faziam querer ler ainda mais e foi bem difícil largar a leitura! Estou torcendo para os próximos livros serem tão bons! Queria começar o segundo agora!
Ellen Fidelis - @mania_livroseries 02/05/2018minha estante
Preciso! Comecei uma vez e não estava com tempo e aconteceu o que vc disse sobre o começo.. N fluía. Tenho que pegar de uma vez p ler




Coisas de Mineira 21/02/2018

"Algumas pessoas roubam para se manter vivas, e algumas roubam para se sentir vivas. Simples assim."

Amo quando sou desafiada a sair da minha zona de conforto e embarcar em um estilo de livro que eu raramente leio. Fantasia não é meu gênero preferido e sendo sincera eu leio mais por causa do #ClubedolivroBH ou quando uma editora me convida para participar de alguma ação com leituras desse gênero. Contudo tenho que admitir que não há nenhum outro estilo mais instigante e capaz de te conquistar do que uma boa fantasia, suas ideias mirabolantes e mundos fantasiosos são de encher os olhos.

Abusando dessa estratégia que temos o livro “Um Tom Mais Escuro De Magia” da autora V.E. Schwab também conhecida por Victoria Schwab. Ao criar um mundo onde a dimensões paralelas se ligam, e quatro cidades com o mesmo nome Londres existe. A autora apresenta Kell, um dos últimos da sua raça que tem como trabalho, ser abaixador de Londres Vermelha e levar recados aos imperadores das outras Londres. Seu trabalho se deve ao fato de Kell ser um Antari , um mago com os poderes de viajar em entre dimensões.

Kell também faz trabalhos clandestinos e contrabandeia artefatos de uma cidade a outra, desobedecendo as leias entre reinos, mas o contrabando é uma ótima forma de ganhar muito dinheiro e isso o motiva a continuar. Em um desses trabalhos de contrabando as coisas dão erradas e ele acaba conhecendo Delilah Bard , uma jovem ladra que o rouba durante sua fuga, depois o salva e assim acaba indo com ele em suas viagens entre as demissões.

"Kell usava um casaco muito peculiar.
Não tinha um lado só, o que seria convencional, nem dois, o que seria inesperado, mas vários, o que, claro, era impossível.
A primeira coisa que ele fez quando ele saiu de uma Londres e outro em outra foi tirar o casaco e virar para dentro uma ou duas vezes (ou mesmo três vezes) até encontrar o lado que ele precisava. Nem todos estavam na moda, mas cada um deles tinha um propósito. Havia aqueles que se misturaram e aqueles que se destacaram, e um que não serviu de propósito, mas do qual ele simplesmente gostava particularmente ".

Como disse no início da resenha fantasia não é meu gênero de costume então tive um pouco de dificuldade de entrar na trama e me adaptar a escrita da autora. Era muita informação de uma única vez ,o que me deixou perdida no inicio, mas ao mesmo tempo me deixou bastante curiosa. O mundo criado pela V.E. Schwab, foi algo único, que teve como diferencial o mistério na medida certa para deixar a historia mais emocionante e interessante. A ideia de quatro cidades com nomes iguais, mas com povos e características próprias, fizeram desse livro algo incrível, principalmente pelo fato dela conseguir misturar as historia nos momentos certos. Tudo acontecia muito rápido, mas a riqueza de detalhes me permitia saber exatamente em que dimensão eles estavam.

Kell é aquele tipo de personagem que a gente termina de ler e quer falar sobre ele com os amigos, principalmente do seu casaco lindo de morrer, onde cabe o mundo e tem várias faces de acordo com o modo como ele o vira. É um dos objetos mais legais da historia. Delilah é uma ladra interessante, não a ponto de marcar, mas que se encaixa dentro da obra e tem seu lugar, os personagens secundários, se eu posso dizer secundários, já que o livro é em terceira pessoa e por isso temos a oportunidade de ver seus pontos de vista e sua importância para todo o livro me conquistou, porque a V.E. Schwab não ficou colocando gente aqui só para aumentar página e criar situações, cada um deles tava ali por um motivo, mesmo que no primeiro momento não se consiga entender.

“Você sabe tão pouco de guerra. Batalhas pode ser combatido de fora para dentro, mas as guerras são vencidas de dentro para fora."

Quanto ao que achei da escrita dessa autora: foi meu primeiro contato, mas quero o segundo livro dessa trama, e pra ontem... ou qualquer outro livro escrito por ela. Porque eu gostei muito do que eu li e do jeito que ela escreve, seus personagens e seu mundo me conquistaram e eu tenho certeza que ela tem grandes chances de se tornar a minha queridinha.

Por: Leh Pimenta
Site: http://www.coisasdemineira.com/2017/08/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia-por.html
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Giovana 12/02/2018

V. E. Schwab, você tinha a minha curiosidade e agora tem a minha atenção
Existem três realidades em que Kell pode viajar, a Londres Vermelha que tem um domínio bom sobre a magia e é a sua residência, a Londres Branca que tem um domínio parecido com a magia só que a aproveita de forma mais carrasca, e a Londres Cinza de domínio de magia quase inexistente e é um mundo em decadência. Kell é um dos únicos que pode transitar entre elas, e capaz que seja dos últimos, o que o faz que seja um mensageiro da monarquia oficialmente e contrabandista de bugigangas nas horas vagas.

Uma pedrinha vinda de uma Londres que sumiu por conta do descontrole da magia faz com que as Londres' existentes possam virar um caos e perder o seu equilíbrio e que a sede de certos alguéns pelo poder traga destruição pelo caminho, e que uma tal de Delilah Bard viva uma aventura longe da taverna e realize alguns sonhos (mesmo que na sua lista de sonhos tenha uma faca charmosa e outras coisas roubáveis).

Eu gosto dos elementos fora da caixinha nos mundos criados pela autora, aqui temos as queridas realidades paralelas com o toque da magia, que vai além de ser aquilo usado para o bem ou mal. Outro ponto vai para o protagonista que chama a atenção da sociedade por uma certa razão.

Lila é um amor (um amor bandido, mas um amor), não quer se apegar, quer pagar por suas dívidas, porém as situações na sua vida nunca ajudaram muito, mas lhe dão bagagem para a aventura doida que ela se mete.

Tô caçando pedrinha preta perto de casa para ver se rola pedir um desejo: que no segundo livro da série tenha muito o bromance do Kell com Rhy, pois o companheirismo dos dois e o carisma rende muito.

Um Tom Mais Escuro de Magia pega bem leve no romance e ele não faz falta na trama. As Londres' coloridas dão um belo apelo cinematográfico à imaginação, mas me deixem longe da Vermelha pois o cheiro de flores deve ser terrível.

site: http://deiumjeito.blogspot.com.br/2018/02/livros-um-tom-mais-escuro-de-magia-ve.html
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Queria Estar Lendo 10/02/2018

Resenha: Um Tom Mais Escuro de Magia
Um tom mais escuro de magia é um livro impressionante. Com uma narrativa bem pontuada, eletrizante e com um universo mágico altamente criativo, V. E. Schwab entregou uma história que se tornou uma das minhas favoritas da vida.

Em cada mundo existe uma Londres; a Vermelha, a Branca e a Cinza - e a Preta, devastada pela própria sede de poder, que causou a separação entre os mundos e o fechamento das portas conectando esses universos. Apenas os Viajantes ainda têm permissão de atravessá-las, e o fazem para manter os reinos em comunicação. Kell é um deles, e vivencia as realidades com receio, fascínio e, principalmente, cautela. A lei dita que os universos não podem colidir; que o que pertence a uma Londres deve permanecer nela. Só que, quando um artefato mágico cai em suas mãos, depende de Kell e de uma ladra não muito bem intencionada impedir que essa colisão de universos se torne o fim de todos eles.

"Cinza para a cidade sem magia. Vermelho para o império vigoroso. Branco para o mundo faminto."

Eu estava na corda bamba a respeito desse livro por causa das opiniões diversas, mas minha santa Eva Green, que história absurdamente boa! O conceito da magia criado pela autora é brilhante, com explicações bem dosadas para a construção do universo. Os personagens são ótimos, cada um carregando um tipo de personalidade essencial para esse tipo de trama. É o tipo de livro que eu gostaria de ter escrito, de tanto que amei.

"E um Antari podia falar com o sangue. Com a vida. Com a própria magia. O primeiro e o último elemento, aquele que vivia em tudo e não estava em lugar nenhum."

Kell é um ótimo protagonista - e é muito, muito difícil de eu gostar dos protagonistas em histórias do tipo. Ele tem um senso de honra e justiça muito forte, é leal ao seu dever e à expectativa que carrega por ser um Viajante. Criado pela família real da Londres Vermelha, Kell viveu em meio à nobreza e às regalias, mas entende das diferenças entre mundos - e não só as dimensões, mas entre as camadas da sociedade também -, muito melhor do que o rei e a rainha. Seu irmão de criação e melhor amigo, o príncipe Rhy, é seu confidente e aquele em quem o Kell deposita fé e esperança. A relação entre os dois é poderosa, cheia de amor e de devoção - e deixou brecha para um arco bem grandioso no próximo livro.

"- A hesitação é a morte da vantagem."

Em relação à trama, Kell é muito de um herói. Disposto a sacrifícios e ansioso para fazer a coisa certa, independente do que isso custe à sua imagem e à sua própria vida. Ele é ordem e resiliência. É um soldado, mas também é um líder. Eu fiquei completamente apaixonada pelo desenvolvimento que a autora já deu para o Kell; mesmo sendo o primeiro livro de uma trilogia, ter momentos de crescimento e de hesitação constroem muito do que é o personagem e o que ele ainda vai ser nos próximos volumes. Kell é um garoto contido, um aventureiro cauteloso e um mago astuto.

Ah, e a magia! O universo da V.E. Schwab é tão rico, tão bem pautado, com todas as explicações sendo entregues na hora certa, da maneira perfeita, que enche os olhos a cada novo capítulo. A divisão dos mundos e as diferenças entre as cidades de Londres é importante para estabelecer também a separação entre posturas dos personagens pertencentes a cada uma delas. Kell veio da Vermelha, então sempre conviveu com a magia, respeitando-a e deixando-se ser guiado por ela em equilíbrio. A Londres Branca é a violência, a opressão, é governada por um rei e uma rainha perigosos e claramente sedentos por poder - é também a divisa entre a Londres Preta e o resto dos universos, o que significa que precisou se fortificar sozinha contra um universo destruído por uma guerra interna. E a Londres Cinza, finalmente, é o mundo sem magia. Mas isso não significa que ela não exista ali.

"Desenharam-na ainda mais alta e mais magra do que realmente era; esticaram-na em um espectro, vestido de preto e assustador. Algo saído de conos de fadas. E de lendas."

Lila nasceu nessa Londres. Órfã e sozinha no mundo, ela aprendeu a sobreviver por conta própria. É uma ladra e uma assassina e uma garota extremamente perspicaz, ciente da própria força e da própria fraqueza. Lila é uma personagem carismática, quase um modelo de Han Solo - oportunista na medida certa, mas que acaba se inclinando a causas nobres quando confrontada por elas. Se esconde atrás de máscaras, sorrisos enviesados e olhares afiados, mas tem um grande coração. E é o completo oposto da ordem e justiça que o Kell carrega, caótica até o último fio de cabelo, o que torna suas interações a melhor coisa do livro.

"Kell dissera a Lila que a magia era como um sexto sentido, sobreposto à visão, ao olfato e ao paladar, e agora ela compreendia. Estava em todo lugar. Em tudo. E era maravilhoso."

A trama gira em torno principalmente desses dois personagens, mas é um universo em expansão. Um conflito resolvido neste volume abre portas para outras grandes questões a serem abordadas nos próximos; para um primeiro livro, ele termina bem fechadinho (minha ansiedade agradece), mas promete outras aventuras com o que ficou a ser resolvido.

"A magia transformava o mundo. Mudava a sua forma. Havia pontos fixos. Na maior parte do tempo, esses pontos eram lugares. Mas, às vezes, raramente, eram pessoas."

Por falar em conflitos, a questão do artefato mágico é o ponto central de toda a história. A magia corrupta ainda é magia, e é tão tentadora quanto aquela pura com a qual as pessoas convivem. É um elemento tão poderoso quanto terra, água, fogo e ar. Quanto custa a um mago ter tamanho poder, até onde esse poder pode chegar. São questões que as dimensões mágicas vivenciam, mas agora estão vendo se tornar realidade.

Um tom mais escuro de magia é o tipo de história mágica e imersiva que vai encantar todos os leitores do gênero. A narrativa é rápida, cheia de adrenalina, e as páginas passam sem que você perceba. Um livro sobre muitos universos, sobre a sede de poder e o preço da magia.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/02/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia.html
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Nayara Yanne @bibliotecasecreta21 04/02/2018

Uma ótima fantasia
Vermelha, Cinza, Branca e Negra, é assim que as Londres são conhecidas por Kell, um dos últimos Antari que existem; como tal, o garoto tem a habilidade de viajar entre as Londres e esse dom garantiu sua posição como emissário da Londres Vermelha. Contudo, não são apenas correspondências entre os governantes que o rapaz leva: Kell é também um contrabandista. Um dia, um objeto perigoso cai nas mãos do mago e ele deve encontrar uma maneira de devolvê-lo ao seu local de origem antes que o balanço entre os mundos seja perturbado. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Antes de mais nada, tenho que dizer que amei esse livro. Temos magia, mundos paralelos com níveis diferentes da mesma, personagens fortes e cativantes, e aventura. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Gostei muito do universo criado pela autora e o modo como a magia existe, abundante na Londres Vermelha, inexistente na Cinza e se esgotando na Branca. Assim como as lendas da Londres Negra, a cidade engolida pela magia. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

E então temos os personagens. Kell o mago Antari que, apesar de amar sua cidade e sua família, ainda se sente deslocado, não que isso o impeça de lutar pelo que ama quando o momento chega. Lila, a ladra que passou por inúmeras dificuldades na vida, aprendeu a cuidar de si mesma e que, apesar de tentar não se importar com nada além de si, possui um grande coração e um sonho. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Os vilões também não ficam para trás, são egoístas e cruéis na sua busca pelo poder. Mesmo que a questão principal do livro tenha sido resolvida, foram deixadas pontas soltas e uma sensação de que tem algo a espreita. Preciso do segundo livro logo, tanto para voltar a esse mundo quanto para saber se uma teoria minha está certa.

site: https://www.instagram.com/explore/tags/resenhabibliotecasecreta/
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Glaucia 03/02/2018

Kell é um mago Antari, um dos últimos de sua espécie, e possui a habilidade de se locomover entre os quatro universos paralelos separados em quatro versões de uma mesma Londres, sendo elas a Londres cinza, onde a magia não mais existe. A Londres Vermelha que além de possuir magia e ser próspera é também o lar de nosso protagonista. A Londres Branca, onde a magia existe, mas não o suficiente conforme o desejo de seu povo e a Londres Negra, que padeceu com a magia, tornando-se apenas uma lenda contada através de gerações.

Com a queda da Londres Negra, as portas entre esses universos foram trancadas, impedindo que os habitantes pudessem transitar entre os mundos e que qualquer artefato de uma região fosse atravessado para o outro lado. Apenas um Antari é capaz de viajar entre uma Londres e outra, contudo mesmo para eles existe uma regra, tais viagens são para manter comunicação entre a realeza de cada Londres e qualquer regra quebrada será considerada traição.

Na verdade, ninguém sabia o que levava ao nascimento de um Antari. Alguns acreditavam que era obra do acaso, uma jogada de sorte. Outros diziam que os Antari eram divinos, destinados a grandes feitos. [...] Mas independente das teorias sobre como surgiam, a maioria acreditava que os Antari eram sagrado. Escolhidos pela magia ou abençoado por ela, talvez. Mas certamente marcados por ela.
Devido a sua habilidade de viajar entre as Londres, Kell tornou-se representante da Londres Vermelha. O único problema é que Kell tem por hobbie colecionar artefatos de outras regiões e consequentemente contrabandear objetos para colecionadores, o que acaba por desagradar seu irmão, o príncipe Rhy Maresh eu a todo tempo o relembra os perigos e motivos que mantém a separação de cada Londres.

Em uma de suas viagens, Kell cai em uma emboscada e se depara com um grande problema, ele queria apenas fazer um favor, mas quando percebe estar em posse de um objeto pertencente a Londres Negra, ele compreende que precisa fazer algo e descobrir quem e o que estão tramando com esse perigoso artefato capaz de colocar os três reinos restantes em grande perigo.

Com o poder pulsante do objeto em sua posse, Kell começa a ser perseguido sem de fato entender os planos por trás dessa jogada ardilosa de magia. Em meio a sua fuga, ele conhece Dalilah Bard, uma ladra procurada na Londres Cinza que vive de furtos para manter-se. Seu primeiro contato com a moça não poderá ser considerado dos melhores, mas devido as circunstâncias eles precisarão se unir para livrar o mundo do caos e do perigo que espreita a cada esquina. Será que eles conseguirão? Só lendo para saber.

- O amor não nos impede de congelar até a morte, Kell – continuou ela. – Ou de passar fome, ou de ser esfaqueada por causa do dinheiro em seu bolso. O amor não nos compra nada, então fique feliz pelo que você tem e por quem tem, porque você pode até querer coisas, mas não precisa delas.
Desde o meu primeiro contato com a escrita de Victoria Schwab, me vi enfeitiçada pela sua capacidade de prender o leitor em suas tramas tão bem elaboradas e em seus universos tão bem construídos e com Um tom mais escuro de magia não foi diferente, digo com convicção que foi até melhor.

Nessa trama criada pela autora me vi cada vez mais envolvida em suas versões diferentes de mundos, sendo cada qual caracterizado e diferenciado pelo clima, cores, paisagens, línguas e até mesmo pelo tipo de comportamento e desejo de cada povo.

Outro ponto importante na história é que aqui a magia é uma protagonista importante na trama, tão sedenta por poder e tão ameaçadora quanto os inimigos que Kell encontra em seu caminho. É impossível não se sentir instigado por essa trama tamanha a curiosidade que bate no leitor a cada virada de página.

Um tom mais escuro de magia entrou para a lista de favoritos do ano e mal posso esperar para ler a continuação que foi lançada pela Editora Record na Bienal.

Amantes de fantasia ou não, leiam e se apaixonem por essa empolgante obra repleta de magia, ação e mistérios. Tenho certeza que não irão se arrepender.

site: http://www.maisquelivros.com/2017/08/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e.html
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AndyinhA 20/01/2018

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

De vez enquanto a gente se depara com algo novo e fica totalmente surpreendido e alucinado pela ideia da autora e mal consegue absorver os fatos. E este livro foi assim. Um livro denso, bem trabalhado, com aquela pitada de magia e aventura que curtimos, mas que foge ao básico ao qual estamos acostumados.

A ideia principal é entender as quatro Londres e como funciona a magia e os reinos entre elas, e sendo sincera essa é a parte mais complicada. Leva algum tempo até sacar toda a estrutura que a autora criou para manter isso. Como é exatamente cada um desses lugares, o que possuem de diferente e de comum e como eles funcionam juntos e separados. Por isso, a maior dica aqui é insistir um pouquinho, depois que a ficha cair, tudo vai fluir muito melhor.

Os personagens são um caso a parte, durante a maior parte do tempo, temos Kell, até então alguém meio sem eira nem beira que terá grande importância na história, ele é um personagem complexo, com muitos altos e baixos, mas foi fielmente retratado, suas emoções, lutas e vitórias são reais e isso nos aproxima e muito do rapaz durante sua trajetória.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/09/TomMaisEscuroPoison.html
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Kamila 15/01/2018

É como um filme da sessão da tarde
Eu acho engraçado como um tempo atrás eu decidi que não leria esse livro e como a vida é engraçada e faz seu caminho se cruzar com o livro novamente. É a minha terceira experiência com um livro da Victoria, já li Uma Melodia Feroz e Vicious e como eu disse no título, o livro mais parece uma história que com certeza passaria na Sessão da Tarde. No geral eu gostei bastante, tem muitos pontos incríveis como a relação de amigo e irmãos do Kell com o Rhy, uma das coisas que eu mais amei além de ter gostado muito do Rhy, acho que tenho a gostar de personagens com esse estilo de nome. Mas teve muitos pontos fracos que me decepcionaram um pouco como eu imaginava que o Kell fosse um personagem mais forte, tudo bem que ao longo da história a gente vê o personagem principal tendo os seus momentos de fraqueza, mas para um mago como ele, um Antari, eu realmente esperava mais. Da mesma forma como eu senti falta de uma personagem feminina mais forte. Nós temos a Lila, ela é legal mas pra mim não passou disso. Eu queria uma personagem feminina forte, como o Kell, com magia, podia ser até uma Antari perdida por aí, não era só o Kell e o Holland. Mas não fui eu que escrevi a história. Outro ponto fraco foi o final e os vilões. Além de achar os vilões fracos, eu achei o final muito fraco pra um livro que tava prometendo muito. Eu até imaginei várias situações mas nada do que eu imaginei aconteceu aí eu fiquei, "é só isso?" me decepcionou um pouco, como se a Victoria estivesse com pressa de terminar ai fez algo rápido e sem graça.
Esperando o momento que Victoria vai me apresentar uma personagem feminina forte porque em todos os livros que eu li dela eu só me apaixonei pelos homens como Victor e August. E agora o Rhy e assumo que um pouco do Kell. Espero que o segundo livro seja melhor ainda. Um Tom Mais Escuro de Magia vale a pena, se você quiser algo para se entreter.
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Ane. 14/01/2018

Desde que Um Tom mais Escuros de Magia, o primeiro livro da trilogia Tons de Magia foi lançando, essa que vos escreve sentiu aquele “chamado” para conhecer a história. Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe o quanto eu gosto de fantasias e quanto elas são bem estruturadas e possuem bons personagens, a probabilidade de me tornar fã da trama é ainda maior. E embora a história aqui tenha falhado em alguns detalhes, ainda sim admito que essa já é uma trilogia com um lugarzinho especial em meu coração.

Já tinha me encantado com a narrativa fluida de Victoria Schwab quando li A Melodia Feroz. O grande diferencial da Victoria em minha opinião é que suas histórias não são do tipo que nos conquistam logo nas primeiras páginas, e sim que conforme a narrativa evolui vai apresentando elementos que tornam a história envolvente.

Particularmente gosto bastante de enredos que tem como plano de fundo, mundos paralelos e realidades alternativas e esses foram os pontos que sem sombra de dúvida mais me chamaram a atenção em Um Tom mais Escuro de Magia. Porém não nego que apesar de ter gostado bastante do que encontrei por aqui, achei que a autora pecou em pequenos detalhes em especial no desenvolvimento dos personagens.

Com um começo promissor, Um Tom mais Escuro de Magia mesmo com algumas pequenas falhas possui uma narrativa fluida e envolvente. Estou bem curiosa para descobrir por quais caminhos a magia irá guiar Kell no próximo livro da trilogia, Um Encontro de Sombras.

Resenha completa no blog

site: http://mydearlibrary.com
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