Um Tom Mais Escuro de Magia

Um Tom Mais Escuro de Magia V.E. Schwab




Resenhas - Um tom mais escuro de magia


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Ana 04/11/2017

Um aventura incrível entre as Londres...
Kell é um dos últimos Viajantes, um Antari - magos com habilidades de viajar entre as cidades paralelas de Londres. Criado pela realeza da Londres Vermelha, Kell trabalha secretamente como contrabandista. Em um desses trabalhos, Kell se depara com uma emboscada, e durante sua fuga ele conhece Lila Band, uma ladra da Londres Cinza que deseja viver livremente. Unindo forças, os dois vão em busca de descobrir o que fazer com o objeto do contrabando que causou todo esse caos. Será que eles vão conseguir resolver essa situação antes que sejam pegos?

Esse é o segundo livro que leio da V. E. Schwab, e já posso dizer que a autora deu outro significado a palavra "inovação". Schwab tem uma criatividade divina e todo esse mundo criado por ela tem bastante potencial para ser bem aproveitado.

A história se passa nas três Londres durante o ano de 1819, coisa que eu não esperava. Tem toda aquela intriga política que vem com as histórias de Reis e Rainhas, mas sem se ater apenas nisso. Pois, óbvio, temos magia! E se tem magia é nisso que a gente vai focar.

Aqui, os personagens foram muito bem trabalhados, tendo um desenvolvimento incrível e perceptível. Adorei o Kell, e Lila trouxe o que há de melhor em uma mocinha completamente fora dos padrões. Rhy também foi outro personagem que me encantou.

Infelizmente, o final em aberto, possibilitando o que já sabemos ter - uma continuação -, não foi algo que me fez ansiar pelo segundo livro. Senti falta de um cliffhanger ou que algo mais impactante acontecesse durante a leitura para que tornasse a história incrível.

Por fim, Um Tom Mais Escuro de Magia mostrou-se ser mágico, inovador e cheio de aventuras, capaz de prender o leitor do começo ao fim. Mesmo esperando que tivesse mais ação, definitivamente pretendo embarcar em outra aventura entre as Londres.
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Anne 20/10/2017

Sensacional!
O livro é narrado em terceira pessoa e vai contar uma história totalmente nova que envolve nosso protagonista chamado Kell, um dos últimos Viajantes do mundo - que são magos que possuem habilidade de viajar por entre universos paralelos.

"Cinza para a cidade sem magia.
Vermelho para o império vigoroso.
Branco para o mundo faminto."

É um pouco difícil conseguir assimilar as várias informações que recebemos logo no início da leitura, mas aos poucos tudo vai fazendo sentido. A Londres Cinza é a Londres comum, onde a maioria das pessoas não faz ideia que a magia realmente existe. A Londres Vermelha é uma cidade em que a magia é reverenciada e as coisas estão aparentemente bem. A Londres Branca, governada por um casal de irmãos cruéis em que a magia não tem controle. E enfim a Londres Negra, que aparece mais a frente na história, a qual pouco se sabe, pois ela foi totalmente consumida pela magia e suas portas foram seladas, impossibilitando que qualquer um possa entrar e sair.

Kell por possuir a habilidade de poder viajar entre os mundos, fica responsável por trocar mensagens entre os governantes de cada Londres, mas para isso, é necessário possuir algum objeto da cidade a qual de deseja ir. Ele secretamente contrabandeia algum desses objetos de uma Londres a outra para pessoas que desejam ter um vislumbre de um lugar que não podem conhecer, e que para Kell, não apresentam riscos. Até que, ele fica incumbido de levar uma mensagem até a Londres Vermelha e tarde demais percebe que se trata de uma emboscada.

Ele se vê em posse de um artefato da Londres Negra, devastada por magia perigosa e muito forte e acaba fugindo para a Londres Cinza, se esbarrando com Lila, uma batedora de carteira muito hábil que acaba roubando a pedra. A partir daí as reviravoltas são intensas e imprevisíveis.

"Você acredita que a magia é uma igual. Uma companhia. Uma amiga. Mas não é. A pedra é a prova. Ou você é mestre da magia ou seu escravo."

O livro é escrito de uma forma muito detalhada, sem ser monótona, e tudo vai se encaixando de forma gradual e intensa. Eu estava gostando tanto da leitura que li devagar para saborear tudo que a autora ia trazendo com essa história incrível!

A personagem Lila é uma mulher forte, que passa por muitas dificuldades na vida, mas que não se deixa abalar. Com um espírito livre e frases marcantes, ela vê em Kell uma forma de se aventurar de uma forma que nunca conseguiu. Aqui não temos um romance profundo, então se você achou que iria encontrar uma distopia onde o amor é bem enfatizado, já adianto que não é.

"[...] retrucou Lila com animação. — Existe a Londres Sem Graça, a Londres de Kell, a Londres Assustadora e a Londres Morta — recitou ela, enumerando-as nos dedos. — Viu? Eu aprendo rápido."

É preciso ter cuidado com a pedra da Londres Negra, pois ela é muito forte e possui uma escuridão sem limite e eles rapidamente vão em busca de uma maneira de devolver o artefato à Londres a qual ele pertence.

"Se o vermelho era a cor da magia em equilíbrio, da harmonia entre o poder e a humanidade, o preto era a cor da magia desequilibrada, desordenada e sem limites."

Mas alguns contratempos - que os leva à muitos perigos, mortes, traições - dificultam essa transição. O resultado disso é uma história maravilhosa, com muitas reviravoltas surpreendentes e um final muito bem elaborado.

Apesar de não terminar em cliffhanger, fiquei bastante animada com o próximo livro, Um Encontro de Sombras, que pela sinopse parece haver reviravoltas e novas aventuras de tirar o fôlego. Por isso, se você ainda não leu Um Tom Mais Escuro de Magia, não leia a sinopse do livro dois porque ele possui spoilers. Sua conta e risco. Rs...

Um Encontro de Sombras que vai ser lançado na Bienal do Rio de Janeiro em Setembro desse ano.



site: http://www.literaturaestrangeira.com.br/2017/07/resenha-1-um-tom-mais-escuro-de-magia.html
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Fer Kaczynski 18/10/2017

Nesta fantasia criada por V.E.Schwab, temos 4 Londres, elas são:

A Londres Cinza, com poucos resquícios de magia e que tem um rei completamente louco;

A Londres Vermelha, que possui mágica num nível saudável, a magia é reverenciada, assim como a vida;

A Londres Branca, que possui mágica em níveis beirando a loucura, já que lutam contra ela e ela obviamente reage;

E finalmente, a Londres Negra, que se perdeu na escuridão, a magia a dominou completamente, o que a fez cair. Lá a Magia se tornou uma praga.

site: http://dailyofbooks.blogspot.com.br/2017/09/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia.html
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Cheiro de Livro 16/10/2017

Um tom mais escuro de magia
Não, esse não é o título de uma fanfiction de “Cinquenta Tons de Cinza”. É o nome do primeiro livro da trilogia escrita por Veronica Schwab (que publica os livros mais adultos como V. E. Schwab). E não, o “adulto” aqui também não é o que você está pensando. Veronica escreve para jovens adultos – como é o caso de “Melodia Feroz” (Editora Seguinte) e para mais adultos, como é o caso da trilogia publicado pela Record. Mas o que importa é que seus livros são incríveis independente da idade do leitor!

Em “Um tom mais escuro de magia”, Veronica nos apresenta Kell, um Antari, que significa um mago que consegue transitar entre as quatro versões de Londres que existem: a Branca, a Negra (fechada), a Cinza e a Vermelha, onde ele mora. Kell leva mensagens, mas também tira uma grana sendo contrabandista. O problema se agrava quando um artefato vai parar em suas mãos e é algo extremamente perigoso e poderoso e que ele precisa devolver. Mas esse artefato é roubado dele por Lila, uma ladra muito bem escrita e que quer viver aventuras.

Cada Londres do mundo de Kell tem suas características específicas. Uma está doente por tanta magia que consumiu. A outra está ficando por estar próxima desta, enquanto a terceira não tem magia (a Cinza, de onde Lila vem) e a quarta funciona bem com magia (a Vermelha, morada de Kell). Mas como é geralmente o caso, histórias com magia e fantasia trazem pontos de intriga política e disputas de poder. Esse livro não é diferente.

Embora seja muito fã de Harry Potter, não sou fanzoca de fantasia. Mas ao saber que Veronica (que é Sonserina, YES!) escreveu essa trilogia como uma carta de amor a Potter, não tem como não se render. Sua escrita – não só aqui, mas em todos os seus livros – mistura o lírico com imagens fortes e objetividade. Parece incoerente isso tudo, mas juro que não é! Veronica tem uma voz própria e se faz ouvir nos pensamentos e ações de seus personagens. E a viagem é sempre sensacional!

O segundo livro da trilogia – “Um encontro de sombras”- já está em todas as livrarias. Além dessa trilogia, Veronica Schwab fechou um contrato milionário com sua editora americana para mais uma trilogia e um livro solo passados no mesmo mundo de “Um tom mais escuro de magia”, mas com outros personagens.

Foi um prazer conhecê-la e mediá-la na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Se Deus quiser, conseguirei colocar no ar um pouquinho no canal do nosso papo na Arena #SemFiltro em breve (ainda esse ano! Hahahah!). Enquanto isso não acontece, leia tudo que ela escreve. Você não vai se arrepender!

site: http://cheirodelivro.com/um-tom-mais-escuro-de-magia/
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Bruuh 09/10/2017

"Um tom mais escuro de magia é simplesmente maravilhoso"
Publicado pela Editora Record, Um tom mais escuro de magia é uma fantasia escrita por V. E. Schwab e primeiro da série Tons de Magia.

"Para aqueles que sonham com mundos desconhecidos."

O título traz a história de Kell, um dos últimos magos com a habilidade de viajar entre os universos paralelos das Londres mágicas.

"Ele era afinal um Antari.
E um Antari podia falar com o sangue. Com a vida. Com a própria magia. O primeiro e o último elemento, aquele que vivia em tudo e não estava em lugar nenhum."

Nesse mundo, existem quatro cidades:
a Londres Cinza, um lugar sujo e sem magia governado por um Rei louco;
a Londres Vermelha, onde Kell habita e a vida e magia se conectam lindamente;
a Londres Branca, que é governada por dois irmãos psicopatas e onde todos fazem tudo para obter um pouco de magia;

"O sangue era a manifestação da magia. Ali ela prosperava. E ali envenenava."

 e a Londres Preta, onde a magia corroeu tudo e todos.

"Se o vermelho era a cor da magia em equilíbrio, da harmonia entre o poder e a humanidade, o preto era a cor da magia desequilibrada, desordenada e sem limites."

Após o surto da Londres Preta, as portas de todas as Londres foram lacradas e somente os Viajantes podem ultrapassá-las.

E Kell é exatamente um dos poucos privilegiados, ele é encarregado das correspondências mensais entre as realezas de cada cidade. Mensalmente ele passa por elas, mas acontece que ele também é um contrabandista.

E em um belo dia, alguém lhe dá uma pedra e esta traz o início de uma verdadeira revolução.

"Alguém havia lhe armado uma cilada. Alguém queria que ele trouxesse uma relíquia proibida da Londres Branca para a cidade dele."

Nesse ínterim, temos Delilah Bard, uma criminosa procurada da Londres Cinza que sonha em ser pirata.
 
"Se Lila fosse homem e os navios, belas donzelas acenando com as saias, ela não poderia tê-los desejados mais. Danem-se os vestidos bonitos, pensou ela. Prefiro um navio."

Lila almeja uma grande aventura, já que sua vida é sofrida e pacata. Então acaba esbarrando em Kell, o ser mágico que lhe proporcionará isso e muito mais. Porque essa grande aventura poderá acabar em morte. 
 
" – Prefiro morrer numa aventura a viver sem ter feito nada."

Um tom mais escuro de magia fora uma surpresa deliciosa, as 420 páginas passam tão rapidamente que o leitor almeja ter os próximos títulos em mãos. A escrita e narrativa de Schwab são fluídas e ritmadas, além disso, o universo mágico e as Londres paralelas são excepcionais.
Mas em falar em excepcional, preciso falar sobre a Lila. 
Delilah entrou para as melhores personagens que já conheci, ela é forte pois carrega muitos traumas, mas, ao mesmo tempo, ela tem aquela fragilidade sem ser dramática, sabe? Aquela fragilidade humana.
Lila é fundamental para a história, e tenho algumas teorias sobre ela nos próximos livros.
Kell é um ótimo protagonista, ao mesmo tempo que ele é bom, ele é mal. Assim como ele é poderoso e fraco. Sim, fraco. Porque eu, Bruna Vieira, não vi o poder que tanto dizia ele ter no livro, ainda. 
A trama é envolvente e termina com pouquíssimas pontas soltas, porque claro, outros livros virão.
Se você ama uma fantasia recheada de ação, magia e universos paralelos, esse livro é para você. E se você, leitor, ainda não leu nada parecido, esta obra é um ótimo começo.

"– Aqueles que pensam que estão prontos sempre acabam mortos."

site: http://oracullo.com/
Quel 08/11/2017minha estante
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Vanessa Burnier 08/10/2017

V.E.Schwab
Eu não vou mentir para vocês: sinto arrepios toda vez que eu penso nesse universo maravilhoso que a V.E. Schwab criou. A narrativa em terceira pessoa se encaixa perfeitamente no enredo do livro e a autora tem todo o cuidado ao dar todas as informações que o leitor precisa para conseguir visualizar o universo a sua volta. A leitura flui de uma forma deliciosa, fazendo com que a gente imerja completamente no enredo e se envolva ainda mais com os personagens a cada capítulo. Eu não estava nem na página 100 do livro e já me via completamente apaixonada pela escrita da V.E.Schwab, não querendo parar a leitura por nada. Se Um Tom Mais Escuro de Magia com certeza vai entrar na sua lista de livros favoritos. A escrita da V.E.Schwab envolve seus leitores em um universo cheio de magia, perigos, magos e ladras destemidas. É uma aventura do início ao fim, com uma pitada de humor e um pouco daquele mistério que a gente adora. Um Tom Mais Escuro de Magia é definitivamente uma leitura que todos precisam ter na estante e, eu juro, que se eu pudesse, obrigava todos vocês a lerem.
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Orlando.Delgado 18/09/2017

pequeno ensaio
O livro é nostálgico, bem escrito, com uma história envolvente e personagens que poderiam ter sido melhores explorados pela autora. Explico.
A nostalgia é pelo fato de que é um mundo mágico que realmente me conectou depois de Harry Potter (desculpa, dezesseis Luas).
A escrita da autora é incrível e interessante. Achei o começo meio demorado e confuso, mas quando ocorre a apresentação de Lila, percebo que a escrita começa a fluir e logo toda a história começou a ser desenrolada.
O personagens apresentam um pouco de superficialidade, creio que a autora poderia ter desenvolvido melhor a história de Rhy e Kell, porque um dos pontos chave dela foi o flashback em momentos oportunos que me fizeram questionar "certo, quero mais disso aqui", porém não tive. Lila é uma personagem que eu achei melhor desenvolvida do que o próprio Kell. Kell é muito misterios, fato! Porém, ele é o protagonista, a sua origem foi completamente esquecida e pontuada no início, ora, se instiga o leitor, trate de contar de onde ele veio ué!
Por fim, o livro é uma delícia e estou ansioso para ler o segundo.
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steph (@devaneiosdepapel) 18/09/2017

Um Tom Mais Escuro de Magia
Coisa boa é quando a gente encontra um livro que possui todas as características que esperamos encontrar para gostar de uma história. Pra mim, essas características geralmente são: boa construção de mundo, personagens verossímeis, relacionamentos pouco apelativos e escrita que instigue a minha curiosidade. E posso dizer que Um Tom Mais Escuro de Magia possui, além de todos estes elementos, um toque de fantasia que tornou a experiência ainda mais incrível.

Kell, o nosso protagonista, é o tipo de personagem que conquista aos poucos. No começo eu o achei muito apático e sem profundidade, até previsível em alguns momentos. Porém, conforme a história foi se desenvolvendo, consegui enxergar as camadas dele e entender um pouco mais sobre sua personalidade.

Os personagens secundários seguem a linha dos que não são bons e nem ruins, com motivações relativas ao que desejam realizar. Destaco dois que mais me chamaram a atenção: Lila, que chegou a me irritar um pouco em alguns momentos, mas que no final deixou um saldo positivo; e Rhy, que foi meu amorzinho! Adorei cada cena em que ele apareceu.

A ambientação e construção de mundo são impecáveis. Me senti inserida desde o começo, e consegui imaginar com muita facilidade cada Londres criada pela autora, pois cada uma delas tem uma atmosfera única, que realmente salta das páginas de maneira extremamente vívida. Definitivamente o tema “universos paralelos” é um dos meus favoritos, e quando feito com maestria, é ainda melhor.

O enredo da obra é bem introdutório, apresentando as características principais do mundo e da sociedade de cada Londres. Agora, quanto ao desenvolvimento deste enredo, Schwab optou por algo bem fechado, sem deixar quase nenhuma ponta solta e encerrando muito bem a história do primeiro livro. Algumas decisões são um pouco previsíveis, mas não estragaram a minha experiência de leitura.

A escrita de V. E. Schwab se mostra mais madura e envolvente aqui do que em A Guardiã de Histórias, minha experiência prévia com a autora. Por vezes foi difícil largar a leitura e eu me policiei para ler em doses homeopáticas. Mas com certeza me arrependo de não ter pegado esse livro antes da minha pilha…

Te convido a conhecer esse mundo incrível repleto de magia, aventura e segredos, com personagens cativantes e um enredo que vai te deixar curioso a cada capítulo. Faltou muito pouco pra virar um cinco estrelas!

site: http://www.devaneiosdepapel.com.br/2017/09/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia.html
Jé Vasques @jevasquesblog 18/09/2017minha estante
Eu amo essa autora e esse livro


steph (@devaneiosdepapel) 18/09/2017minha estante
Sim, tô xonadinha nela! ?




Tami 14/09/2017

A magia tornava as coisas fáceis. Às vezes, pensou Kell, tornava-as fáceis demais.
Um Tom Mais Escuro de Magia foi uma grata surpresa. Quem acompanha o blog sabe que fantasia é um dos gêneros que eu menos curto, mas vez ou outra eu me aventuro porque gosto de sair da minha zona de conforto. Algumas vezes dá certo, outras não... e é com satisfação que eu lhes digo que dessa vez deu super certo! YAY \õ/

Victoria Schwab, escrevendo como V. E. Schwab, criou uma história extremamente envolvente que, apesar de ter mais de quatrocentas páginas, possui uma fluidez impressionante. Confesso que no começo do livro fiquei um pouco confusa com a divisão das Londres e tive que voltar algumas vezes para me situar, mas assim que as informações foram assimiladas a leitura fluiu perfeitamente. Tudo acontece de uma maneira super ágil e mesmo assim o desenvolvimento não fica comprometido. Claro que a autora não explica tudo nesse exemplar, que é o primeiro de uma trilogia, mas Victoria já nos presenteia com acontecimentos super importantes e que eu tenho certeza que serão essenciais para o desenvolvimento dos próximos livros.

Tenho que mencionar que antes de começar a leitura desse livro eu achava algumas nuances de sua trama - que pesquei através de resenhas - super parecidas com as nuances de A Melodia Feroz, também escrito pela autora e já resenhado AQUI. Porém, eu não poderia estar mais enganada. As duas histórias são completamente diferentes e poderiam até ter sido escritas por pessoas diferentes. É por isso que eu digo: não julguem um livro por uma resenha, leiam e tirem suas próprias conclusões!

Continue lendo a resenha no blog!

site: http://www.meuepilogo.com/2017/08/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e.html
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Nanda 09/09/2017

Um Tom Mais Escuro de Magia
Foi um livro difícil de entrar, bem descritivo e muda de personagens tanto que ficava meio confusa mas ao mesmo tempo é um mundo novo que achei genial! Demorou a entrar em ação mas quando entrou ficou muito bom; em relação aos personagens o Kell me intriga e teve falas bem básicas e infantis (acredito que a autora fez de propósito para ter um maior desenvolvimento em cima dele ou não) o que me irritava as vezes!! Já Lila só amor por essa ladra maravilhosa hahah minha favorita do livro! No todo achei fantástico a criação da autora, só alguns pontos que não gosto mas nada que tire a vontade que estou de já começar o próximo e estou com expectativa de que será ainda melhor...
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Lane @juntodoslivros 09/09/2017

LEIAM!!! MUITO BOM!
Nesse mundo fantástico de Um Tom Mais Escuro de Magia temos quatro Londres: a Cinza, a Vermelha, a Branca e a Preta. A primeira é a sem magia; a segunda é onde a magia convive com seus habitantes de forma pacífica; a terceira é onde as pessoas tentar controlar a magia a todo custo e acabam gerando violência em todo o reino; e a última é onde tudo foi consumido pela magia, perdendo totalmente o equilíbrio do mundo.

“O mundo precisa de equilíbrio. A humanidade de um lado, a magia do outro. As duas existem em tudo o que vive; em um mundo perfeito, existe uma espécie de harmonia, e nenhuma ultrapassa a outra.” Página 197

Kell mora na Londres Vermelha e é um Antari, um Mago de Sangue. Antaris têm a habilidade de viajar entre as Londres livremente. Com essa habilidade, Kell é um embaixador do império Maresh. Ele trás e leva informações entre os reinos para que esses continuem conectados de alguma maneira. Porém, por trás disso, Kell também é um contrabandista, trazendo e levando objetos entre as Londres para aqueles que se interessam. No entanto, essa vida oculta acaba trazendo consequências desastrosas.

Delilah Bard, chamada de Lila, é uma ladra habilidosa da Londres Cinza. Com cartazes espalhados a sua procura, ela tem orgulho de suas habilidades e tem a aspiração de poder ser livre de verdade, sair da cidade e ver o mundo. Lila também se cuida sozinha há anos e sabe que não deve depender de ninguém. É mais fácil ficar sozinha do que dar espaço para que outros possam vir a se aproximar. Enquanto não realizar seu sonho, tem que roubar para se manter e um desses roubos acaba mudando sua vida.

Kell e Lila acaba se encontrando e não parece ter sido um mero acaso do destino. Os dois juntos vão tentar acabar com o mal que anda rondado as Londres.

Adoro a capa desse livro. As quatro Londres expressas na capa e também o nosso Kell ficaram maravilhosos! As folhas são de boa qualidade e a divisão de capítulo é feita em partes de assuntos. A narração está em terceira pessoa, mas com foco em Kell e Lila, mas em algumas cenas surgem algum outro personagem aleatório.

Lila não tem medo de nada. A garota rouba tudo, de livros até moedas dos transeuntes. É aventureira e impetuosa e isso faz parte de todo o charme da personagem. Mas confesso que apesar de ter gostado dela em alguns momentos, teve outros que acabei não gostando. Esse jeito de meter as caras sem pensar nas consequências acabou me irritando um pouco. Na primeira cena de encontro dela com Kell, fiquei com coração na mão e já estava prevendo tragédias!

Kell é o tipo de personagem que você respeita! Com bons sentimentos e sempre leal, ele protege a quem ama a qualquer custo. Mas também sente que algo lhe falta e com isso acaba fazendo algumas escolhas erradas. Essas escolhas acabam despertando o interesse de alguns inimigos sombrios. Também temos um mistério que rodeia Kell: o passado. Seu passado é um enigma que nem ele mesmo sabe. Minha curiosidade para o livro seguinte é imensa. Quero muito saber a origem desse personagem!

Preciso dizer que eu sou uma pessoa difícil para ler livros de fantasia, mas esse ano estou me superando nesse quesito. Um Tom Mais Escuro de Magia foi uma grata surpresa, pois eu não esperava gostar tanto dessa história fantástica. V.E. Schwab é realmente uma escritora genial de fantasia.

Um Tom Mais Escuro de Magia faz parte da trilogia Tons de Magia. A autora V.E. Schwab tem outros livros lançados aqui no Brasil: A Melodia Feroz que saiu pelo Selo Seguinte, A Guardiã de Histórias pela Bertrand Brasil e A Bruxa de Near pela Planeta dos Livros Brasil. Quanto livro! Para quem não sabe, a autora estará aqui no Brasil na Bienal do livro do Rio. Ela vem lançar o segundo livro da trilogia Tons de Magia. Como eu

site: http://www.lagarota.com.br/2017/08/livro-um-tom-mais-escuro-de-magia-ve.html
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Aninha - @alimentopraalma 07/09/2017

Uma fantasia que da gosto de ler!
Kell é um Antari, um dos últimos!

Ele consegue viajar através das diversas Londres usando magia, sempre a mando do rei ou da rainha.

Existe uma Londres, conhecida como a Londres negra, onde no passado aconteceu algo que tornou as viagens extremamente restritas.

Em meio a suas viagens, Kell sempre trás um objeto aqui e outro ali, de forma clandestina, claro. Ele nunca teve problemas com isso, mas um dia, durante a troca de um desses objetos ele acabada colocando a própria vida em risco.

Agora, Kell precisa descobrir uma forma de colocar as coisas no lugar e salvar todos de uma terrível escuridão.

Um tom mais escuro de magia foi uma surpresa muito agradável, V. E. Schwab tem uma escrita instigante e que prende o leitor do início ao fim.

A história é fascinante, cheia de mistério e aventura. O leitor é mergulhado em uma trama muito bem construída feita por quem entende de fantasia.

Eu recomendo esse livro para todos que gostam de se surpreender e mergulhar de cabeça em uma boa história.
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Garotas Devorando Livros 05/09/2017

[...]

Como já é característico de livros de fantasia a narrativa começa lenta, todo aquele trabalho de apresentar o mundo, as nuances de cada Londres, fazer o leitor entender como funciona a magia faz com que o começo fique um pouco arrastado, o que ajuda para isso acontecer é que o ponto de vista é dividido entre dois personagens Kell e Lila e cada um tem uma realidade para apresentar, sendo assim conhecemos duas realidades diferentes que precisam ser contadas para que quando elas se encontrarem fique mais fácil e mais completo o entendimento do leitor. Eu como leitora de fantasia já estou acostumada, mesmo que que atrase minha leitura não é uma coisa que me incomoda muito. Chega um momento que tudo flui, quando o ritmo da narrativa muda você passa a deslizar pelas páginas sem intenção de frear, se torna uma leitura movimentada, dinâmica e rápida. Achei o enredo simples e objetivo, a narrativa é feita em terceira pessoa e o universo onde se passa a história é sólido e bem construído.

[...]

CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG!!!


site: http://www.garotasdevorandolivros.com/2017/08/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e.html
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Karen Silva | @LendodePijamas 01/09/2017

No universo criado por V. Schwab quatro Londres existem paralelamente, e cada uma delas possui uma relação distinta com a magia. A Londres Cinza é comum e nela não existem mais resquícios de magia. A Londres Negra há muito foi consumida pelo poder dessa magia e hoje é um grande mistério. Já a Londres Branca é cada dia mais dominada pela fome de poder. E, por último, existe a Londres Vermelha onde a magia é poderosa e soberana.

Todas as Londres eram conectadas e qualquer um que dominasse um pouco de magia poderia transitar livremente entre elas. Mas, quando a Londres Negra e seus residentes sucumbiram à magia negra, a fim de se protegeram desse mal as outras Londres selaram as passagens entre elas. A partir de então, apenas os magos denominados Antari se tornaram capazes de ir de uma Londres à outra, com o único objetivo de trocar mensagens entre os reinos e jamais com permissão de ir à Londres Preta.

Kell é um dos últimos dois Antari restantes. Ele foi criado junto a realeza da Londres Vermelha e é o correspondente oficial da mesma com as outras Londres. Apesar de saber que é proibida a passagem tanto de objeto quanto de pessoas entre as Londres, Kell cultiva o hobby de contrabandear pequenos souvenirs entre as mesmas. Em uma dessas viagens, ele acaba por levar à Londres Vermelha um objeto perigoso e repleto de magia negra e descobre que sofreu uma emboscada para leva-la até ali.

Em sua jornada para devolver a pedra a seu lugar de origem, Kell conhece Lila Bard, uma jovem destemida da Londres Cinza que se fantasia de homem para executar roubos. Lila acaba por justamente roubar a pedra de Kell e agora ambos são responsáveis por devolver a pedra a onde ela pertence antes que cause mais danos.

Com uma narrativa envolvente e frenética, V. Schwab prende o fôlego do leitor até o fim. O livro começa de forma lenta, mas a ambientação dessa história é necessária e de extrema importância. A caracterização de cada Londres é impressionante, até idiomas diferentes foram criados para diferenciá-las ao máximo – e eu amei!

Os personagens principais são cativantes e totalmente incríveis! Apesar de badass, eles são jovens e foi dado a eles um caráter humano que fez toda a diferença. Principalmente Kell que, mesmo com todo o seu poder, apresenta falhas e não tem medo de explorá-las a fim de melhorar. Lila também é merecedora de ovações: apesar de ser uma humana comum em mundo cheio de perigos mágicos, ela é determinada e corajosa de uma forma louvável – sério, ela é imparável!

Personagens secundários como Rhy, o príncipe da Londres Vermelha, Holland, o Antari da Londres Branca e os irmãos Dane, governantes da mesma, são intrigantes e acrescentam muito à narrativa. Aliás, esperava ver bem mais de Holland ao longo do livro. Quem sabe no próprio?

No início, fiquei fascinada com a construção da relação entre as Londres com a magia e ainda com o quão bem amarrada a trama de Victoria era. Mas, ao longo da história ela foi se perdendo das regras que ela mesma criou e foi usando isso como subterfúgio para resoluções mais simples. Apesar de me incomodar em alguns momentos, isso não comprometeu a história em si.

Também senti falta de uma exploração maior da Londres Negra. Ela foi muito citada e senti que estava sendo criado um certo clímax com relação a ela, mas no fim isso foi negligenciado. Minha grande expectativa é que no próximo livro Victoria explore mais a origem de alguns dos personagens e dessa misteriosa Londres Negra.

site: www.instagram.com/lendodepijamas
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dleitores 01/09/2017

UM TOM MAIS ESCURO DE MAGIA
Londres é dividida em quatro cidades, mas, apenas 3 delas são habitadas, já que a Londres Preta caiu, após um incidente no qual a magia consumia os humanos que tentavam utilizá-la indevidamente. Desde então, as portas entre os mundos foram seladas e os únicos que podem viajar de um mundo para outro são os magos de sangue conhecidos como Antari.

Kell é o Antari que vive na Londres Vermelha e é responsável por levar as mensagens da sua Londres para as demais. Acompanhamos suas viagens através dos portais, passando pela Londres Branca que é regida por irmãos gêmeos cruéis e a Londres Cinza que é onde conhecemos uma jovem ladra chamada Delilah Bard,cujo o caminho cruza acidentalmente com o de Kell.

Todos parecem usar magia para satisfazer seus próprios objetivos e quando uma misteriosa relíquia da Londres Preta reaparece, uma relíquia que deveria ter sido destruída, Kell e Lila fazem o que podem para protegê-la de todos aqueles que desejam reivindicá-la como suas.

Kell é maravilhoso, é impossível não gostar dele. Ele é compreensivo, calmo, poderoso, sedutor e tem um encanto natural. Adoro a relação que ele tem com o irmão Rhy, amo sua mágica sangrenta , seu lado escuro e a forma como ele começou a se relacionar com Lila.

Lila é uma personagem feminina forte, amável e teimosa. Sua coragem e sua ânsia por liberdade são admiráveis. Ela estava em busca de aventura e encontrou em Kell,o companheiro perfeito. Amei a maneira como ela e Kell salvavam um ao outro em muitas cenas do livro. Eu shippo esse casal ! hihi

A imaginação da autora é inquestionável, estou apaixonada por suas habilidades de construção de novos mundos. Suas versões de Londres conseguem ser fantásticas, coloridas e sombrias ao mesmo tempo. O livro é repleto de vilões, governantes duvidosos, um principe promiscuo e heróis maravilhosamente falhos.

Achei a história um pouco previsivel e em muitas situações, eu consegui facilmente adivinhar qual seria o próximo passo. Mas, o brilho e a magia do livro não foram apagados com isso.Recomendo a leitura para os amantes de fantasia e já aguardo o lançamento da continuação!
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