Um Tom Mais Escuro de Magia (e-book kindle)

Um Tom Mais Escuro de Magia (e-book kindle) V.E. Schwab




Resenhas - Um tom mais escuro de magia


42 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Dani 06/01/2017

Blah!
Não foi ruim, mas também não gostei muito. O conceito inicial da 4 Londres foi bem interessante, mas não consegui me importar com os personagens ou com a progressão da história. Achei uma escrita mais seca e fria que não me envolveu. Ainda bem que teve um final bem fechado, pois não planejo pegar as continuações.
comentários(0)comente



Lids 22/08/2016

[Resenha] Um Tom Mais Escuro de Magia
Mal terminei o livro e já não estou sabendo lidar com a saudade dos personagens *-*-*

A premissa do livro é encantadora, Kell consegue viajar pelas dimensões e visitar mundos paralelos ao seu e numa dessas viagens acaba envolvido em uma confusão ao tentar fazer um favor para uma mulher idosa. A idosa lhe dá uma pedra mágica super poderosa, vinda de uma dimensão muito distante e trancada das outras.

A narrativa é muito dinâmica, alternamos entre pontos de vistas diferentes, e vemos sempre uma novidade entre uma parte da história e outra. Todo o universo é bem mostrado e explicado, entendemos tudo do que acontece e ainda assim sempre queremos saber ainda mais, então os postos de vistas são maravilhosos à medida que vai melhorando e enriquecendo cada vez mais o universo do livro *-*-*

Os personagens são cativantes, até alguns personagens que servem os inimigos conseguem ser malvados, perversos e ainda assim ganhar a simpatia do leitor *-*-*

Kell e Lila são personagens maravilhosos, é lindo como eles não são perfeitos. Lila é uma ladra e assassina, a história de vida dela é emocionante, a cada fato revelado, nós amamos ainda mais quem ela é e o que ela precisou se tornar para sobreviver *-*-*

Já Kell é um personagem mais sério e comedido, mas até ele comete tem falhas, tendo o costume de traficar itens de uma dimensão à outra, o que é crime imperdoável. A história desse personagem também é maravilhosa, é muito legal a cena em que ele e Lila tocam nesse assunto de que ele nunca teve que passar fome e lutar para sobreviver, por outro lado, ele nunca se sentiu membro de uma família de verdade e eles são lindos! *-*-*

Eu esperava que o príncipe Rhy, irmão de criação do Kell, fosse aparecer mais e ter mais importância nesse livro, mas eu acho que a relação deles foi ilustrada muito bem nesse livro e provavelmente Rhy será mais ativo no próximo volume da série.

Ao todo, é um livro mágico, interessante, bem desenvolvido. Perfeito para quem ama livros de fantasia, com pessoas com poderes elementares e ainda uma escrita encantadora, cheia de cenas de ação e sangue *-*-*

Recomendado para quem gostou de Mil Pedaços de Você (Claudia Gray), Trono de Vidro (Sarah J. Maas) e A Rebelde do Deserto (Alwyn Hamilton)

site: https://cacadorasdespoiler.wordpress.com/2016/08/22/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e-schwab/
Puri Morais 17/10/2016minha estante
oi, pode me dizer se tem triangulo amoroso?


Lids 16/02/2017minha estante
desculpa a demora rs. Neste livro não tem ;)




Fillipe Gontijo 24/09/2016

Crianças, pedras e correntes
"Um tom mais escuro de magia" tem uma proposta muito interessante, mas a realização não me satisfez completamente. O cenário em que a história se passa é instigante, as 4 Londres, as dimensões que Kell consegue acessar e todo o universo de magia, mas esses elementos não foram tratados com a profundidade que eu gostaria. Talvez, tudo seja culpa minha, porque esperava uma história quase completamente diferente daquela apresentada. Talvez, pela capa sóbria e a sinopse um tanto obscura, eu tenha esperado uma concepção de magia mais misteriosa, mais densa e que as coisas não fossem simplesmente explicadas, mas que elas se revelassem. Além do tratamento dado ao cenário, os personagens também me pareceram superficiais, Kell, por exemplo, não parece carregar sobre as costas o peso de um cargo tão importante e ele acaba agindo, quase sempre, como se fosse uma criança com grandes responsabilidades. Todo o funcionamento do cenário e nele incluo os personagens parece um pouco insólito e imaturo, lamento por não ter encontrado elementos mais fortes e verossímeis. Destaco a caracterização das Londres como algo positivo, a ingenuidade e imparcialidade da Londres cinza, a ganância e a violência da Londres branca, o egoísmo velado e a grandiosidade da Londres vermelha e o mistério venenoso da Londres preta.
Maria - Blog Pétalas de Liberdade 16/08/2017minha estante
Sobre o Kell, muitas vezes eu me vi imaginando o personagem como mais velho do que ele realmente é.




neo 24/12/2015

Eu já vinha ouvindo falar da autora desse livro, V.E. Schwab (ou Victoria Schwab, mas ela só usa o Victoria em seus livros YA), muito tempo antes de pegar Um Tom Mais Escuro de Magia para ler, e praticamente todo mundo a adorava. Nem preciso dizer, portanto, que minhas expectativas foram parar no céu de tão altas - afinal, Schwab era (bem, é) famosa por escrever histórias diferentes, com personagens cinzentos e mundos originais. O que mais eu poderia querer de uma história de fantasia? Pois é.

Também não preciso dizer que isso tudo fez com que eu fosse com sede demais ao pote. E não, não digo isso porque não gostei do livro - muito pelo contrário.

Um Tom Mais Escuro de Magia é ótimo, talvez até mesmo excelente. Os personagens são bons - não são vagos nem unidimensionais, e permanecem consistente durante a história, mas infelizmente nenhum chegou a “sair do papel” pra mim. Meu único problema de verdade, porém, se deu com a Lila. Lila é uma personagem excelente tecnicamente falando, mas algo na caracterização dela me incomodou, e foi só ao me dar conta de que ela me lembrava a Vin de Mistborn apesar de ambas serem extremamente diferentes que eu entendi o porquê - caracterização forçada. No caso de Um Tom Mais Escuro de Magia, isso foi algo bem pequeno, felizmente, mas não pude deixar de lado a sensação de que a construção da personalidade dela ficou um tanto, hm, óbvia? Não me entenda errado - Lila é ainda, provavelmente, a melhor personagem do livro de longe. Eu só gostaria mesmo que a caracterização dela tivesse sido um pouco mais sútil.

A escrita de Schwab também é ótima e eu adorei as três Londres e o modo como cada uma foi retratada, mas senti falta de um pouco mais de worldbuilding. Quero dizer, a única coisa que todos os quatro - bem, três, já que Londres Negra caiu há anos - mundos paralelos têm em comum é o fato dessas três/quatro cidades se chamarem Londres. Todo o resto do mundo é diferente. A parte física é igual, sim, ou seja, os continentes existem da mesma forma, mas os povos, os países, etc, são diferentes, mas nada disso foi mostrado. No máximo tem uma menção ou outra a um reino que não conhecemos, mas fora isso… necas.

Porém, o que me fez não dar cinco estrelas pra esse livro foi o plot, que eu achei um tanto simples. Me manteve intrigada, sim, e eu quase não larguei o livro enquanto o lia, mas… bem, eu esperava mais. E é por isso que eu odeio o hype. Comecei essa história achando que leria o livro do século, aquele que seria melhor que 99% do que tem no mercado, e né, não foi isso que achei. Achei um livro muito bom, mas sinceramente, faz tempo que quero ler um livro que faça com que eu me torne fã dele - o que não acontece desde Captive Prince, que li em 2014 - então apostei todas as minhas fichas em Um Tom Mais Escuro de Magia, mas esse era o cavalo errado. Ou seja, it’s me, not you.

No fim das contas, essa é uma série que com certeza vou continuar lendo, e Schwab é uma das autoras que prestarei atenção em 2016 (ela tem outro livro muito famoso de super-heróis, Vicious, que mal posso esperar pra ler), mas, como já disse, esperava um pouco mais de Um Tom Mais Escuro de Magia. 4.0 estrelas.

site: http://chimeriane.blogspot.com.br/
Pedro 23/01/2016minha estante
Aonde você comprou esse livro , pq não acho em nenhum lugar


neo 23/01/2016minha estante
Li o ebook em inglês =)


Jéssica 23/04/2016minha estante
Não posso fazer resenha pois não li o livro mais vou aproveitar o espaço dos comentários para expor minha indignação:Estou louca para ler esse livro que infelizmente ainda ñ está á venda apesar de ter sido anunciado desde o ano passado e para quem não lê em inglês fica chupando o dedo como o descaso da Galera Record.Como se não bastasse o descaso com as obras dessa autora a Bertrand rapidamente lançou The Archived (A Guardiã de Histórias) mas a capa infelizmente não é a original o que com certeza não atrai os leitores que desconhecem a obra. Será que as editoras não sabem quando mexer ou não nas capas originais? E Vicious como pode essa obra ainda não ter sido lançada aqui!!!


Paula de Franco 02/08/2016minha estante
undefined




Ste (@stebookaholic) 29/07/2017

Sensacional
Olhar no olho preto de Kell havia sido como olhar para um mundo novo através de uma janela. Estranho e confuso, mas não assustador."

Um tom mais escuro de magia, @veschwab
Se você curte fantasia, mundos paralelos e muita adrenalina, prepare-se... sua lista literária irá aumentar! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
No incrível universo criado por V.E.Schwab, conhecemos várias Londres.
A Londres Cinza, é comum e sem magia, a Branca, é dominada e consumida pela magia, a Vermelha é poderosa e a magia é soberana, e a Preta... um mistério! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Nosso protagonista, Kell, é um mago poderoso, que vive junto a realeza da Londres Vermelha, ele é um viajante, correspondente oficial entre as Londres. Mas também tem um lado contrabandista, um hobby, ele leva e trás objetos de uma Londres para outra, e isso é totalmente proibido. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Em uma dessas viagens, Kell recebe um objeto para uma entrega, e tarde demais, percebe que é algo muito perigoso.
Na tentativa de se livrar do objeto e fugir de perseguidores, Kell encontra Lila, um ladra procurada da Londres Cinza, e quando ele acha que seus problemas são muitos, se engana, pois eles estavam apenas começando.
Kell e Lila acabam se tornando parceiros e embarcam em uma grande aventura pelas Londres.
A narrariva é super envolvente, os personagens maravilhosos (guardei Kell e Lila no coração), os diálogos incríveis.
Fiquei totalmente apaixonada pelo livro!
No início tive um pouco de dificuldade de me acostumar com tantas Londres e nomes diferentes. Mas, aos poucos me encontrei e não consegui desgrudar do livro até terminar!
Indico para todos os amantes de Fantasia ou não! Tenho certeza que esse livro vai conquistar vocês, assim como me conquistou!
"Um tom mais escuro de magia", é o primeiro livro da série. O segundo será lançado, esse ano, na @bienaldolivro pelo @grupoeditorialrecord. A autora vem para o lançamento,minha gente!⠀⠀
Ansiosa!!!!

"O mundo cinza sabia tão pouco da magia, havia algo no olhar dessa garota, um desafio, que o fez imaginar se ela provaria que ele estava errado. Se ela seria capaz de provar."

site: www.instagram.com/stebookaholic
comentários(0)comente



Malu 07/08/2017

Sabe quando você tem expectativas altas para um livro e ele consegue ultrapassar todas elas? Eu sei que é raro, mas aconteceu comigo e o nome do livro é “Um tom mais escuro de magia”, da V. E. Schwab (ou Victoria Schwab). Eu terminei a leitura desse livro recentemente e só conseguia pensar uma coisa: que livro MARAVILHOSO!
Em Um tom mais escuro de magia, descobrimos quatro dimensões de Londres, a Cinza, a Vermelha, a Branca e a Preta. Quando a Londres Preta sucumbiu à maldade, as outras três se fecharam e praticamente todo o contato entre elas foi interrompido.
Apenas os antari, ou Viajantes, tinham a habilidade de viajar entre as diferentes dimensões de Londres. Kell é um dos últimos antari e serve à família real da Londres Vermelha, levando suas mensagens aos governantes da Londres Cinza e da Londres Branca. No entanto, além de seus serviços oficiais, Kell também age secretamente como contrabandista, negociando relíquias das diferentes Londres.
No entanto, esse passatempo perigoso de Kell vai render consequências que ele jamais poderia imaginar e, quando tenta concertar seu erro, seu caminho acaba encontrando o de Delila Bard. Habitante da Londres Cinza, Delila, que prefere ser chamada de Lila, é uma ladra esperta e sonha em fugir dali para viver uma grande aventura. Sua oportunidade aparece quando ela esbarra em Kell e rouba algo dele, mas depois o reencontra e salva sua vida. Juntos, eles acabam se envolvendo em uma perigosa aventura, cheia de mistérios e reviravoltas.
Tudo que falei até agora trata-se apenas da sinopse do livro e não dá para ter a menor noção do que é de fato essa história, porque é tudo maior e muito mais complexo do que se possa supor à princípio. E é aí que reside um dos grandes méritos do livro: a leitura se torna mais instigante à cada página devido às revelações que são feitas ao longo da história e à evolução dos personagens, fatores que contribuem para aumentar a complexidade do enredo.
E o que dizer dos personagens desse livro? São todos bem construídos pela autora, que consegue habilmente evitar clichês e estereótipos como mocinhos perfeitos, heroínas em perigo ou vilões desprezíveis. Em todos eles, é possível identificar conflitos entre o bem e o mal, o certo e o errado; e mesmo naqueles em que a maldade predomina completamente neles, há sempre algo que os torna assustadoramente humanos.
Destaco ainda que a autora soube evitar um problema que tem sido recorrente em livros de fantasia: romances que tiram o foco do enredo principal. Não vou dizer que eu não tenha sentido uma química entre alguns personagens ou que não torça para um casal, porque estaria mentindo. Mas isso nunca fica claro no livro, e a trama dinâmica e cheia de reviravoltas não abre espaço para que isso se torne o foco da história.
E como não mencionar a escrita incrível de V. E. Schwab? Ela escreve de uma maneira leve e envolvente, que quando você percebe já está completamente mergulhada na leitura. O universo que ela criou é rico, mágico e complexo, encantando por sua grandeza, em alguns momentos, mas chocando por sua brutalidade em outros. Além disso, mesmo se tratando de uma fantasia, temas recorrentes na nossa sociedade, como desigualdade, disputas de poder, miséria, ambição e conflito entre bem e mal, são bem trabalhados pela autora ao longo do livro.
Por fim, só me resta dizer que eu lamento não ter lido esse livro antes, pois já entrou para minha lista de favoritos. Fiquei completamente apaixonada por esta leitura e estou mais do que ansiosa para ler o segundo volume da série, Um encontro de sombras.

site: http://www.dicasdemalu.com.br/2017/08/dica-da-malu-um-tom-mais-escuro-de-magia.html
comentários(0)comente



Tálita 14/02/2017

Tinha tudo pra ser, mas não foi. Não me empolguei o suficiente pra ler os outros volumes. Teve seus momentos, mas no geral foi meh.
Jesse 15/03/2017minha estante
Ué. Mas não existe outros volumes. Só tem esse por enquanto. Acho que vc está se confundindo



Jesse 17/03/2017minha estante
Opa! Sorry kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Ana Rosa 11/07/2017minha estante
O segundo é incrível!


Tálita 11/07/2017minha estante
Salva o primeiro?


Ana Rosa 16/07/2017minha estante
É bem melhor que o primeiro. Sem dúvidas!




Luiza 17/08/2017

Um Tom Mais Escuro de Magia
Há muito tempo a magia transitava livremente entre os mundos. Mas ela saiu de controle e passou a devorar a tudo e a todos.

Por precaução as portas entre os mundos foram fechadas, e o passar dos séculos fez com que as diferenças entre eles se atenuassem – até restar pouca semelhança entre elas: o “mundo cinza” é sujo, enfadonho e sem magia; o “mundo branco” é pálido, desbotado e a magia é arisca e selvagem, sendo controlada a força pelos poucos com poder o bastante para fazê-la emergir do subsolo profundo. No “mundo vermelho”, o respeito e a reverencia pela vida e pela magia faz dela uma força constante e (quase sempre) pacífica. O “mundo negro” é onde, segundo as histórias contadas para as crianças, o caos e a destruição imperam.

Em comum, esses quatro mundos possuem uma cidade: Londres (o livro descreve essa intercessão como planos diferentes de um mesmo ponto, um encima do outro, e não entrepostos).

Oficialmente, Kell é o mensageiro da família real da Londres Vermelha. Mas por baixo dos panos, e sem ter a real necessidade ou motivo, ele é um contrabandista que atende pessoas dispostas a pagar por vislumbres mínimos de algo que nunca terão de verdade.

Não é um hobby muito recomendável, e ele sabe que transportar um item, por menor que seja ele, de uma Londres a outra pode desencadear consequências catastróficas.

Consequências que o encontraram antes mesmo que Kell tomasse consciência do que havia feito.

Ao longo da narrativa, existe um ponto da história que a transforma de enfadonha para interessante (ou mesmo intrigante). Embora não consiga dizer exatamente em que parte isso aconteceu, a diferença foi o bastante para que eu conseguisse ler quase duzentas e cinquenta páginas em poucas horas (o que é bastante coisa se considerarmos que comecei e terminei este livro em dia de semana).

Acabou que fiquei animada e ansiosa pela continuação, Um Encontro de Sombras (que será lançado na Bienal deste ano).

site: http://www.oslivrosdebela.com/2017/08/um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e-schwab.html
comentários(0)comente



LOHS 25/08/2017

Começo cansativo, mas depois a história é repleta de ação e magia
Estava animada mesmo para conhecer Um Tom Mais Escuro de Magia por conta dos inúmeros elogios que ouvi de amigos sobre essa história. A autora, Victoria Schwab (A Guardiã de Histórias), assina com seu pseudônimo V.E. Schwab e mais uma vez cria universo fantástico muito interessante.

Em Um Tom Mais Escuro de Magia, descobrimos que existem quatro universos diferentes e cada um deles têm um nível de magia diferente. A semelhança em todos eles é que todos têm uma cidade chamada Londres no mesmo local geográfico, mas cada um tem sua própria língua e os países mudam geograficamente em cada universo.

Assim, teremos: a Londres cinza, onde a magia é praticamente nula (seria o nosso mundo real); a Londres vermelha, onde a magia resplandece em todos os lugares; a Londres branca, onde a violência reina e a magia está morrendo; e, por último, teremos a misteriosa Londres preta, que detinha tanta magia que ela acabou por consumir toda a humanidade. Há 300 anos ninguém sabe o que de fato aconteceu com a Londres preta e ninguém nunca mais foi para lá.

"A rainha não se referia ao seu como o trono vermelho nem mandava saudações da Londres Vermelha (ainda que a cidade fosse de um carmim vivo graças à forte luminosidade do rio), simplesmente porque não pensava daquela forma. Para ela, e para qualquer um que habitasse apenas uma Londres, havia pouca necessidade de diferenciá-las. Quando os governantes de uma cidade se comunicavam com os de outra, os chamavam somente de outros, ou vizinhos, ou, em algumas ocasiões (particularmente com relação à Londres Branca), usavam termos menos lisonjeiros.
Somente os poucos capazes de transitar por entre as diversas Londres precisavam de um modo de diferenciá-las. Então, Kell, inspirado pela cidade perdida conhecida por todos como Londres Preta, designara uma cor para cada capital remanescente.
Cinza para a cidade sem magia.
Vermelho para o império vigoroso.
Branco para o mundo faminto."
p. 15

Quem nos explica esses universos é o jovem Kell, nosso protagonista, que tem como função ser o mensageiro oficial à serviço da família real da Londres vermelha com as Londres cinza e Londres branca.

Kell é o único na Londres vermelha que pode exercer essa função porque ele é um Antari. Antari são praticamente uma raça em extinção. Desde que a passagem entre todas as Londres foi lacrada, devido a “peste mágica” da Londres preta, os Antari foram sumindo e diminuindo seu número a uma proporção quase inexistente. A única diferença física entre um Antari e uma pessoa comum é que um dos olhos é completamente preto enquanto o outro é normal. Mas todos os Antari são extremamente poderosos e difíceis de se matar, por isso Kell é considerado “abençoado” pelos poderes que detém.

"-Muito bem - falou. - Vamos para casa.
Kell sempre se pegava falando com a magia. Não comandando, mas simplesmente conversando. A magia era algo vivo, isso todos sabiam. Mas ele sentia algo mais, como se ela fosse uma amiga, alguém da família. Afinal, era parte dele (muito mais do que da maioria das pessoas), e Kell não conseguia evitar a sensação de que a magia sabia o que ele estava dizendo, o que estava sentindo. E não apenas quando a invocava, mas o tempo inteiro, em todas as batidas de seu coração e a cada respiração.
Ele era, afinal, um Antari.
E um Antari podia falar com o sangue. Com a vida. Com a própria magia. O primeiro e o último elemento, aquele que vivia em tudo e não estava em lugar nenhum."
Kell, p. 34-35

Mas o que a família real da Londres vermelha não sabia era que Kell tinha um pequeno hobby de fazer contrabando entre os diferentes mundos, itens como um jogo de tabuleiro mágico para crianças da Londres vermelha por uma caixinha de música da Londres cinza. E esse pequeno passatempo de Kell é o que lhe trará grandes problemas.

Enquanto faz o caminho de volta para casa (Londres vermelha) da Londres branca, Kell recebe um pacote misterioso de uma mulher que teoricamente seria uma carta para um ente doente da Londres vermelha. No momento Kell não consegue pensar com muita clareza porque o sádico rei da Londres branca o embebedou. Então, logo que chega à Londres vermelha e ao endereço para entregar a carta, percebe que está rodeado de assassinos enfeitiçados com o pior tipo de magia: aquela que controla outra pessoa.

Em meio a muitas lutas, Kell logo percebe que foi enganado e está em uma armadilha. Nada havia no envelope e a única coisa que ele carregava era uma estranha pedra negra que parecia deter grande poder. Poder suficiente para Kell compreender que estava com uma mercadoria muito proibida: uma pedra da Londres preta.

E, depois de muito sangue perdido, Kell consegue fugir para onde ninguém conseguiria persegui-lo: a Londres cinza. Ferido e ainda alcoolizado, Kell é pego de surpresa pela jovem Lila - uma ladra de rua que tem o sonho de ter seu próprio navio e ir em busca de aventuras. Obviamente, Lila rouba a pedra preta de Kell e acaba por se envolver na grande aventura do jovem Antari.

Para piorar ainda mais a situação, Kell começa a ser perseguido por Holland, o Antari da Londres branca que foi escravizado por um feitiço pelo rei sádico da cidade.

É assim que Lila e Kell se veem na difícil situação de impedir a terrível realeza da Londres branca de ter acesso à pedra e ao seu grande poder. Ao mesmo tempo que devem dar um fim ao artefato por pertencer à Londres preta.

"-Não vou esbarrar em mim mesma, vou? - indagou Lila, quebrando o silêncio.
Kell olhou para ela.
-Do que você está falando?
Ela chutou uma pedra solta.
-Bem, quero dizer, é outro mundo, não é? Outra versão de Londres. Existe outra versão de mim?
Kell franziu a testa.
-Nunca conheci ninguém como você.
Ele não teve a intenção de fazer um elogio, mas Lila entendeu dessa forma, abrindo um sorriso.
-O que posso dizer? - falou ela. - Sou única."
Lila e Kell, p. 210

Kell e Lila deverão se unir nessa grande aventura repleta de lutas, sangue, magia e diferentes universos mágicos.

Um Tom Mais Escuro de Magia é o primeiro da trilogia (que já está completa no exterior) e praticamente metade do livro é uma introdução para que o leitor compreenda as diferenças entre os mundos mágicos e como as sociedades funcionam. A segunda metade começa a real aventura de Kell e Lila com a pedra e todos os percalços que terão pela frente. E, apesar de não se ter nenhum mistério sobre os vilões ou a pedra da Londres preta, a condução da história foi muito bem desenvolvida e repleta de ação e magia.

Kell é um personagem sem muito charme no início. Ele é inconsistente e depressivo, mas ao longo da leitura vai se desenvolvendo melhor por conta da necessidade de sobrevivência. Também compreendemos quem são as poucas pessoas que realmente importam para o jovem mago e por quem ele faria tudo o que fará nessa jornada.

Já Lila é uma garota que sobreviveu às ruas de Londres entre 1800 e 1819 e aprendeu como ser uma excelente ladra. É uma época muito complicada para garotas pobres, mas ela é durona. A única questão, logo no início do livro, é que ela parecia ser uma pré-adolescente bem mimada e irritante, o que não faz sentido já que ela é uma órfã pobre. Pelo menos, depois que ela começa a aventura “de verdade” com Kell, Lila começa a se abrir e a mostrar outro lado seu. Além de aprender a desenvolver uma relação de verdade com outra pessoa, nesse caso com Kell.

"Ela não havia sobrevivido e ficado livre por todo esse tempo por parar e ajudar qualquer tolo que se metia em problemas. Mal conseguia manter a si mesma longe de problemas, e o que quer que Holland fosse, era certamente um problema.
Mas Kell tinha voltado.
Ele não precisava, não tinha nenhuma razão para isso, mas voltara assim mesmo, e o peso disso se agarrara a Lila quando ela fugira, desacelerando-a até finalmente parar suas botas. Mesmo quando se virara e correra de volta, uma pequena parte sua esperava que fosse tarde demais. Esperava que eles já tivessem sumido. Mas o restante dela queria chegar a tempo, ao menos para saber por quê.
Por que ele voltara?"
Lila, p. 182

Por ser o primeiro volume de uma trilogia, aceito melhor o fato de a autora não ter trabalhado certas questões da trama que apresentou logo no início do livro. Acredito que esses fatos deverão ganhar mais espaço nos próximos títulos. Como, por exemplo, o fato de Kell carregar na pele uma marca mágica que apaga suas memórias da vida antes do castelo. Ou então o fato de que Kell tem a pele branca e é ruivo, enquanto a maioria da população de Londres vermelha tem a pele mais morena.
Obviamente, já tenho minhas suposições sobre muitas coisas que ficaram em aberto nesse primeiro livro, mas não vou falar nada aqui para não gerar spoilers involuntários. ;)

"Kell morava no palácio desde os 5 anos. Notara a marca pela primeira vez aos 12. Passara semanas procurando pela runa nas bibliotecas do palácio. Memória.
Passou o polegar sobre a cicatriz. Apesar do nome, o símbolo não fora feito para ajudá-lo a lembrar. Seu desígnio era fazer com que esquecesse.
Esquecesse um instante. Um dia. Uma vida. Mas a magia que restringia o corpo ou a mente de alguém não era apenas proibida, era um crime capital. Quem fosse acusado e condenado era destituído de seu poder, um destino que alguns julgavam pior do que a morte em um mundo governado pela magia. E, ainda assim, Kell sustentava a marca de tal feitiço. Pior, suspeitava que fora autorizado pessoalmente pelo rei e pela rainha."
p. 57

A história é muito interessante e bem desenvolvida. Além de deixar o caminho aberto para os próximos títulos da trilogia que prometem ser ainda melhores.

A boa notícia é que a editora Record lançará o segundo livro, Um Encontro de Sombras, em 31 de agosto - bem a tempo da Bienal do Rio. Isso porque a autora, Victoria Schwab, estará na Bienal no domingo (10/09)!!
Infelizmente ela não irá para outras cidades, então só os sortudos que estiverem no Rio poderão conhecê-la pessoalmente. Adoraria que ela viesse para São Paulo também, mas faz parte!

Lembrando todo mundo que estaremos sorteando um exemplar de Um Tom Mais Escuro de Magia no Top Comentarista desse mês!! Não deixe de participar!!! :D

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/08/um-tom-mais-escuro-de-magia-shades-of.html
comentários(0)comente



Laris @larisreads 04/11/2016

Uma aventura de cada vez
Um tom mais escuro de magia é uma fantasia onde quatro Londres existem: a prospera Londres Vermelha, a sedenta e perigosa Londres Branca, a indefesa Londres Cinza e a destruída Londres Preta. Cada Londres se encontra em um mundo paralelo, onde nada é igual, exceto pela localização e nome dessas cidades. Kell vem da Londres Vermelha e é um Antari, o que quer dizer que ele é a única pessoa que pode viajar de uma Londres para a outra.

Kell sabe muito pouco sobre seu passado, uma vez que ele foi entregue a família real Vermelha aos 5 anos, sem qualquer lembrança de quem era e o que podia fazer. Ele cresceu no palácio, sob a proteção da monarquia, e acabou se tornando um grande amigo de Rhy, o notório promiscuo príncipe da Londres Vermelha. Quando se tornou adulto, Kell passa a realizar a tarefa de emissário da Londres Vermelha para as outras Londres. O trabalho de Kell é simplesmente entregar e receber as correspondências trocadas, mas ele também realiza outra tarefa: contrabando, algo extremamente perigoso e proibido, uma vez que lei declara que nada, a não ser correspondências da realeza, poderia ser levado de uma Londres a outra. Porém, isso não impede Kell de fazer o contrabando entre as Londres, até que um dia, ele é enganado e acaba levando sem querer um objeto da Londres Preta para casa: uma pedra, tão escura quanto a magia de onde ela veio. Imediatamente, Kell é emboscado e sua única alternativa é escapar para outra Londres, a Cinza. Lá, ele esbarra em Delilah (Lila) Bard, que, sem que ele notasse, rouba a pedra. Quando Kell vai atrás da ladra, ela o propõe a Kell um acordo em troca da pedra. Kell não vê outra alternativa, senão aceitar esse acordo: levar Lila com ele. Kell, então, acaba se vendo ao lado de uma improvável, mas valiosa aliada. Juntos, Kell e Lila devem manter a pedra longe daqueles que planejam usá-la para fins não muito agradáveis, e descobrir uma maneira de mandá-la para o lugar de onde ela veio.

Ok, vamos às impressões que eu tive desse livro!

Kell é um ótimo protagonista e eu me afeiçoei muito por ele, o que é o primeiro passo para um livro ser bom. Kell é habilidoso com a magia, sarcástico e totalmente fodão. Ele protege ferozmente aqueles que ama e se importa verdadeiramente com a forma certa de utilizar a magia - nunca se impondo a ela (como o povo da Londres Branca) e também nunca se submetendo completamente a ela (como fizeram na Londres Preta), Kell acredita no equilíbrio e eu achei isso uma forma diferente de abordar um assunto tão batido quanto magia. Ponto positivo para Schwab!

Falando em ponto positivo, vamos falar de Lila Bard. Gente eu quero ser essa mulher quando eu crescer. Ela passou por muitas dificuldades em sua vida, mas uma coisa é certa sobre ela: não há nada que ela não possa fazer e, quando ela decide algo, nada nem ninguém é capaz de impedi-la e eu amei isso, ela é completamente ousada, forte e destemida.

Outros dois personagens que me chamaram atenção foram Rhy e Holland (o Antari da Londres Branca). Rhy é adorável e amado por seu povo, no entanto ele não é a pessoa mais habilidosa da Londres Vermelha e isso o assombra, pois ele deseja subir ao trono um dia e teme não ser poderoso o suficiente. Assim como Kell, eu me afeiçoei instantaneamente por Rhy e quero ver até onde essa história vai levá-lo nos livros seguintes. Holland foi o oposto, eu desgostei dele de cara, mas o fato de ele ser um anti-heroi a altura fez dele um grande personagem. Ele é o tipo que quanto mais se conhece, mais a aversão vai se tornando em compreensão. Embora o final dele tenha sido incerto, acho que ainda veremos mais desse enigmático personagem antes do final definitivo, ou pelo menos é o que eu gostaria.

Esse é mais um livro com uma premissa interessante que falha em alguns pontos, o que não significa que não tenha sido uma boa leitura. A caracterização de cada Londres foi bem trabalhada, cada uma com diferentes cultura e povo, sendo que Schwab até mesmo criou uma língua para cada Londres e eu adorei isso! A ambientalização é uma base importante nessa história, um vez que o protagonista viaja constemente de uma Londres a outra. Eu gostei dos personagens e de como todos parecem carregar em si as diferenças de suas origens. Mas outro ponto importante é a magia e é aí que eu senti que Schwab tropeçou algumas vezes. A autora vive mudando as regras do universo que ela criou, sem se importar muito em explicar como e o porquê. O mais engraçado é que, independentemente disso, esse livro tem umas saídas inteligentes, que literalmente me fizeram ignorar as falhas. Isso me atrapalhou na hora de dar uma nota, mas eu cheguei à conclusão de que ele merece um sólido 4/5 estrelas.

site: https://chaptersbreak.wordpress.com/2016/11/04/resenha-um-tom-mais-escuro-de-magia/#more-1492
comentários(0)comente



ju 12/01/2017

"- Algumas pessoas dizem que a magia vive na mente, outras, no coração - falou Holland calmamente. - Mas você e eu sabemos que ela vive no sangue."
um tom mais escuro de magia é o primeiro livro de uma trilogia de V. E. Schwab. Eu gostei do livro, bastante! Ele me levou para uma história mágica e me fez querer mais.
O que acontece é que cada governante trata a magia de um modo. Isso, claro, influencia tudo que ocorre naquele mundo. Na Londres Preta a magia ficou tão forte que tomou conta de tudo e ela “sumiu” — pelo menos, até agora. Uma coisa interessante é que Schwab criou mundos onde a magia tem cheiros: Kell sempre cheira a flores, o cheiro de sua Londres, a Vermelha. Assim sendo, a Cinza tem cheiro de fumaça.
A escrita de Schwab também é ótima e eu adorei as três Londres e o modo como cada uma foi retratada, mas senti falta de um pouco mais de worldbuilding. Quero dizer, a única coisa que todos os quatro - bem, três, já que Londres Negra caiu há anos - mundos paralelos têm em comum é o fato dessas três/quatro cidades se chamarem Londres. Todo o resto do mundo é diferente. A parte física é igual, sim, ou seja, os continentes existem da mesma forma, mas os povos, os países, etc, são diferentes, mas nada disso foi mostrado. No máximo tem uma menção ou outra a um reino que não conhecemos, mas fora isso… nada.
comentários(0)comente



Mari - Pequenos Retalhos 11/06/2017

Um Universo Muito Bem Construído
Um Tom Mais Escuro de Magia se apresenta de uma maneira fácil, então dá para ler várias páginas seguidas sem cansar. A história das Londres Vermelha, Cinza, Branca e Preta e de Kell, o Antari que pode caminhar entre elas parece estranha logo de cara, com muitos detalhes, mas não é difícil de acompanhar.


site: http://www.pequenosretalhos.com/acabei-de-ler-um-tom-mais-escuro-de-magia-v-e-schwab/
comentários(0)comente



Nicoly Mafra - @nickmafra 29/03/2017

Resenha - Um Tom Mais Escuro de Magia
No universo de Um Tom Mais Escuto de Magia existem quatro Londres, cada uma em um mundo paralelo diferente e existe apenas um tipo de pessoa que pode viajar entre esses mundos, os Antaris. Kell é um Antari, ele vive na próspera Londres Vermelha - local onde existe magia e ela pode ser utilizada livremente. Kell criou nomes para os outros mundos para que ele possa diferenciá-los; além da Londres Vermelha, existe também a Londres Cinza, local onde não existe magia, a Londres Branca, onde a magia é utilizada de forma muito perigosa, e a Londres Preta, destruída pelo uso descontrolado de magia.

O garoto não possui memórias da sua infância antes dos cinco anos de idade, e foi acolhido pela família real de lá. Mesmo sendo tratado como um filho ao lado de Rhy, príncipe herdeiro, Kell sabe muito bem qual é a sua posição; o garoto só está lá a serviço, sua função é levar mensagens da família real para os governadores das outras Londres. E além dele, só existe mais um Antari no mundo.

Além de seus serviços de emissário, Kell acaba sempre quebrando as regras e contrabandeando objetos entre as Londres, para que ele possa negociar em troca de algo que ele queria. Esse ?hobby? de Kell é contra a lei e o que Kell não esperava é que essa sua atividade iria colocar a sua vida em risco. Durante uma viagem à Londres Branca, o garoto é abordado e solicitam que ele faça o favor de ler um objeto até à Londres Vermelha, porém, quando ele chega ao seu destino ele percebe que ele acabou entrando em uma cilada e o objeto que está em sua posse é na verdade algo muito perigoso.

Para se livrar do objeto, Kell acaba indo à Londres Cinza e é lá que ele tromba com Delilah Bard, uma garota que para sobreviver teve que desenvolver suas habilidades de furto e é assim que a vida dos dois personagens se unem, quando Lila rouba o tal objeto de Kell. Quando Kell encontra a ladra, Lila propõe uma troca; ela irá devolver a pedra se ela puder acompanhá-lo, e ele se vê obrigado a aceitar a oferta. Porém, Lila não tem ideia que a vida dela irá mudar completamente e que ela terá que se aventurar com Kell ao desconhecido para que eles possam se livrar do tal artefato.

Um Tom Mais Escuro de Magia foi o primeiro livro que eu li da aclamada Victoria Schwab, ou V. E. Schawab. Este livro ficou por muito tempo na minha TBR e quando eu finalmente o peguei para ler eu o devorei; este livro é ótimo, cheio de aventuras e com uma escrita super fluída! Gostei bastante dos personagens e do rumo que a história levou, e estou muito ansiosa para ler o segundo livro dessa trilogia!
comentários(0)comente



Kelly 21/08/2017

? Tom Mais Escuro de Magia.
"A magia transformava o mundo. Mudava a sua forma."

"Um Tom Mais Escuro de Magia" é o primeiro livro de uma trilogia, comecei ele sem muita expectativa e foi aquela surpresa boa.

A narrativa conta estória de Kell, um Antiri que tem a habilidade de viajar entre os quatros mundos conectados pela magia: A Londres cinza, a Londres Vermelha, a Londres Branca e a Londres Negra. Kell é um dos últimos viajantes, ele é da Londres Vermelha e foi adotado pela família real ainda quando criança. Se tornou melhor amigo do príncipe Rhy.

A trama começa quando Kell precisa fazer uma de suas viagens a pedido do Rei. A cada viagem que ele faz, traz consigo algo escondido das outras Londres. Dessa vez ele acaba trazendo algo da perigosa Londres preta que foi banida a muito tempo por causa da sua magia. Kell acaba conhecendo Lila, uma ladra da Londres cinza, sem habilidade nenhuma, apenas uma humana comum com um temperamento forte. Juntos eles embarcam numa aventura afim de devolver o objeto mágico ao lugar que pertence.

"A magia... Está viva. Viva de uma forma diferente de mim ou se você, mas ainda assim muito viva."

Escrito em terceira pessoa, eu particularmente adorei a escrita da V. E. Schwab, gostei muito do ambiente criando por ela, era muito fácil visualizar as cenas. O livro é dividido em partes com capítulos curtos e cada capítulo eu ficava mais encantada.

Um Tom Mais Escuro de Magia é uma fantasia fantástica, ele é um daqueles livros que desperta a curiosidade a cada página. O segundo Livro dessa trilogia "Um encontro de sombras" sera lançado em setembro.

" - A morte chega para todos - disse ela simplesmente. - Não tenho medo de morrer. Mas tenho medo de morrer aqui. - Prefiro morrer numa aventura a viver sem ter feito nada."
comentários(0)comente



Dri @oasisliterario 22/08/2017

"Um Tom Mais Escuro de Magia" entrou facilmente para a lista de melhores fantasias que já li e eu mal posso esperar pelo próximo livro
Em "Um Tom Mais Escuro de Magia" conhecemos Kell, um dos últimos magos viajantes, conhecidos como Antari, disponíveis nesse universo de múltiplas Londres. Pertencendo à Londres Vermelha, Kell é encarregado de entregar correspondências entre realezas de cada Londres e, secretamente, contrabandeia objetos pertencentes a uma realidade paralela à sua, mesmo sabendo que isso é proibido. Em uma de suas viagens, Kell acaba esbarrando em Lila Brand, uma ladra pertencente à Londres Cinza que o assalta levando consigo um objeto perigoso para todas as Londres. Será Kell capaz de recuperar esse curioso objeto e acabar com aquilo que ameaça o futuro?

Através de uma narrativa em terceira pessoa, o livro promete uma fantasia envolvendo magia e universos paralelos. Apesar deste assunto não agradar muitos, posso afirmar que, com todo seu talento, V.E. Schwab conseguiu cumprir de maneira espetacular aquilo que prometeu. Através de uma escrita leve e divertida, a autora conseguiu guiar o leitor por uma história repleta de reviravoltas, segredos e muita magia, de maneira fascinante.

Com personagens extremamente cativantes, a história se torna ainda mais fluida e interessante. Kell facilmente se tornou um personagem muito querido com todo o seu jeito protetor e leal. Lila também me cativou com sua personalidade forte, teimosia e jeito destemido e corajoso.

O fato da autora não focar no romance em nenhum momento foi um grande ponto positivo, na minha opinião. Lila é independente e sempre aparentou ser inabalável. Foi simplesmente incrível perceber parte de seus medos serem brevemente expostos, mesmo que Kell fosse o único a perceber.

Enfim, "Um Tom Mais Escuro de Magia" entrou facilmente para a lista de melhores fantasias que já li e eu mal posso esperar pelo próximo livro.
Recomendo muito a leitura aos leitores que amam uma boa fantasia. Afinal, V.E. Schwab conseguiu entregar um universo genial que promete agradar a todos os fãs do gênero.

"Prefiro morrer numa aventura a viver sem ter feito nada."

Link: https://www.instagram.com/p/BYHTFivDlfz/
comentários(0)comente



42 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3