Corte de Espinhos e Rosas

Corte de Espinhos e Rosas Sarah J. Maas


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Resenhas - Corte de Espinhos e Rosas


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Queria Estar Lendo 24/11/2015

Resenha: Corte de Espinhos e Rosas
Eu vou tentar soar o mais normal possível ao escrever esta resenha, mas saibam todos que meu coração ficou totalmente esmigalhado pela perfeição literária que foi a leitura de Corte de Espinhos e Rosas. Rainha Sarah né, mores.

O reino feérico é temido e odiado pelo reino humano. Uma muralha invisível foi erguida entre eles depois da grande guerra, e os povos se separaram. Quando Feyre, uma garota humana, assassina um deles, no entanto, um antigo Tratado é trazido a tona, e uma vida deve ser paga por outra. Feyre é levada até a Corte Primaveril com a sentença de nunca mais retornar ao mundo humano por causa da vida que tirou. Presa a um lugar que sempre odiou, cercada por criaturas fantásticas assustadoras, Feyre vê sua realidade despencar num mar de incertezas conforme confronta as verdades que acreditou por tanto tempo; estariam os monstros realmente daquele lado da muralha?

"Houve um tempo - há muito tempo, e durante milênios antes disso - em que éramos escravos dos senhores Grão-Feéricos. Houve um tempo em que construímos para eles gloriosas e extensas civilizações, com nosso sangue e suor, construímos templos para os deuses selvagens. Houve um tempo em que nos rebelamos, em todas as nossas terras e territórios. A Guerra fora tão sangrenta, tão destrutiva, que foi preciso que seis rainhas mortais oferecessem um Tratado para que o massacre terminasse dos dois lados e para que a muralha fosse construída: o Norte do nosso mundo foi concedido aos Grão-Feéricos e aos feéricos, que levaram sua magia com eles; o Sul ficou para nós, mortais covardes, eternamente forçados a tirar o sustento da terra."

Sarah J. Maas, mais uma vez, nos entrega uma obra prima. Entre um romance de tirar o fôlego e uma releitura genial de A Bela e a Fera, a escritora do best-seller e também meu queridinho, Trono de Vidro, constrói uma nova série tão encantadora quanto a já conhecida.

Corte de Espinhos e Rosas é narrado por Feyre, uma humana pobre e desesperada que só sabe sobreviver. Desde que o pai faliu, Feyre passa os dias caçando, vendendo o que caçou e colocando comida na mesa. Suas duas irmãs nada fazem além de reclamar e desejar o luxo de volta, e o pai está miserável por sua condição física e emocional desde a falência. Quando Feyre encontra um animal estranho na floresta, com a desconfiança de se tratar de um feérico, ela usa sua flecha especial para abater a criatura. O ódio que construiu todos aqueles anos dos temidos e desconhecidos seres místicos que vivem do outro lado da muralha a guiou, e as consequências são estrondosas; uma fera bate à sua porta e reclama sua vida como recompensa pela morte da criatura mágica. Feyre é levada para lá da muralha, até a primeira das Cortes mágicas, e passa a conhecer todo um novo mundo acompanhada dos nobres que vivem no castelo.

Tamlin é a Fera. Um feérico marcado pelo passado sombrio e por uma praga que devastou todo o reino mágico; seu rosto é meio coberto por uma máscara dourada, tal como o de todos os súditos da sua corte, e não há maneira conhecida de quebrar o encantamento daquela maldição. Feyre passa conhecê-los sem nunca ver seus rostos por completo, passa a entendê-los sem nunca entender o que os deixou assim. Feyre encontra humanidade nas criaturas mágicas, e encontra uma vida onde ela possa realmente viver.

O contraste que a Sarah deu à realidade da Feyre antes e depois de cruzar a muralha é admirável. Ela era uma garota miserável, sozinha e sombria, cujo único propósito na vida era manter a família viva - tudo por causa de uma promessa feita à mãe no leito de morte. Os sonhos de Feyre resumiam-se a casar as irmãs para ter um tempo só para ela. Para que pudesse admirar as cores que compunham o mundo e, quem sabe, pintá-las em suas amadas telas. Na Corte Primaveril, pela primeira vez, Feyre pode observar o mundo sem se preocupar com alguém que não ela. Nem tudo são flores, claro, e tal como há bons feéricos, há monstros e criaturas horrendas espreitando nos bosques para atacá-la. Há feéricos sombrios se erguendo em cantos longínquos do reino para se erguer contra as cortes.

"Olhei para Tamlin, e meu coração se partiu de vez.
Era Tamlin, mas não era. Na verdade, era o Tamlin com quem eu tinha sonhado. Sua pele reluzia com um brilho dourado, e, ao redor de sua cabeça, um círculo de luz do sol resplandecia. E os olhos de Tamlin... Não eram apenas verdes e dourados, mas de todos os tons e variações imagináveis, como se cada folha da floresta tivesse escorrido e formado um único tom."

O romance foi o ponto alto do livro, além do crescimento da personagem. Tamlin e Feyre não se dão no começo. Ele é rude e ela é mais ainda. Ele é uma fera e ela odeia o seu povo. Ela foi levada ali contra a sua vontade e, ainda que Tamlin tente tornar a sua estadia confortável, percebe o amargor que a humana criou dos feéricos. Com o tempo, no entanto, tal como Feyre vai entendendo aquele novo universo, vai deixando que Tamlin se aproxime e a entenda. Ambos sofreram muito durante toda a vida. Ambos dedicaram toda a sua existência a outras pessoas, e ambos se machucaram por causa disso. A compreensão leva aos sorrisos que leva ao inegável fato de que há desejo entre eles. Um desejo ardente, feroz, ancestral. Quando esse desejo é finalmente explorado, RAPAZ...

"Meu mundo inteiro se restringiu ao toque de seus lábios em minha pele. Tudo além deles, além de Tamlin, era um vazio de escuridão e luar."

Tamlin é uma delícia, gente, com o perdão da palavra. Ele se tornou um dos meus personagens favoritos da Sarah. Há humanidade e selvageria nele. O cara não é um simples feérico, ele é da realeza. Ele é uma fera perigosa, de coração indomável, e é tão forte quanto é frágil. Imortal, quebrado pelas escolhas do passado, Tamlin já viu e viveu muito, mas ainda há coisas que Feyre tem para mostrar, sentimentos que ele pode descobrir ao lado dela. É uma releitura de A Bela e a Fera, afinal, e a Sarah intrincou todos os detalhes da história ali com maestria.

"Tamlin parecia esculpido por músculos e pedra, moldado de uma força mais antiga que as árvores que se erguiam altas e que as pedras que brotavam do chão cheio de musgo."

A parte feérica da história é poderosa, misteriosa e muito incrível. Eu amei o reino deles, amei as histórias e o passado horrendo envolvendo a grande guerra. Em determinado ponto do livro, chegamos até o motivo pelo qual a praga foi lançada sobre a corte de Tamlin e o porquê de Feyre ser tão especial para ele; quando ela é a única esperança de salvar Tamlin, quando ele se torna a donzela indefesa e Feyre precisa lutar para libertá-lo, AI A COISA FICA ASFAKJBNAJKGBASOGASO!

Além dos protagonistas, Rhysand, Lucien e Nestha roubam a cena sempre que aparecem.

Rhysand é o Grão-Feérico da Corte Noturna. É um feérico que nasceu e cresceu nas sombras, extremamente poderoso e inquebrável. Ele faz parte dos súditos da senhora Amarantha - não vou me estender falando dela, deixo para vocês descobrirem e surtarem com o livro - e tem seus planos para deixar de ser parte dela. Rhysand é o completo oposto de Tamlin e Feyre; vil, perturbado e extremamente perigoso, ele tem um humor afiado e uma presença marcante, e com certeza uma participação gigantesca na continuação dessa trilogia! AMEI ELE, CONFESSO. O cara é um bad boy do jeito feérico, um bad boy assassino manipulador. Quero mais dele. Quero saber o seu passado, quero entender porque ele nunca parece sentir nada, ainda que a gente saiba que ele está sentindo mais do que todo mundo ali. Amei, mas tem uma problemática que precisa ser consertada ou muito bem explicada.

"- Agradeça por seu coração humano, Feyre. Tenha piedade daqueles que não sentem nada."

Lucien, outro dos meus queridinhos, é o melhor amigo de Tamlin. No começo, ele é cruel e frio e extremamente irritante com a Feyre, especialmente porque ela foi responsável pela morte de um feérico amigo seu. Mas, com o tempo, Lucien se desdobra em um personagem volúvel bastante marcante e querido, com emoções trincadas graças a memórias horrendas que o assombram até hoje. Também com o rosto coberto por uma máscara, tudo o que sabemos é que ele tem uma cicatriz no rosto e um olho faltando; a história de como ele conseguiu eles é de partir o coração. Amei o bromance dele e do Tamlin e as tiradinhas que ambos dividiam de vez em quando, e amei ainda mais como a Feyre se aproximou e amou Lucien como um irmão e um amigo.

"- Eu estava ocupado. E você também, pelo que sei.
- O que isso quer dizer? - indaguei.
- Se eu oferecer a você a lua em um barbante, vai me dar um beijo também?
- Não seja babaca. - disse Tamlin."

Nesta, a irmã mais velha de Feyre, apareceu pouco, mas marcou os melhores momentos. Mesquinha, frívola e abusiva, Nesta foi tão bem trabalhada que, no fim do livro eu só queria abraçá-la para sempre. O que a família delas passou foi um baque e cada uma das irmãs suportou do jeito que podia. Nesta criou essa muralha, e se fortificou e perdurou fortemente por causa dela.

"Todos os monstros foram libertos de suas jaulas esta noite."

Quanto à edição, preciso deixar a minha reclamação abismada. QUE TRADUÇÃO FOI ESSA?! Foram muitos erros em passagens, expressões que ficaram estranhas, traduções ao pé da letra que, juntas na mesma frase, não fizeram sentido nenhum. Parece que o livro nem passou por uma revisão mais detalhada, alguém que lesse e pensasse 'poxa, isso tá estranho, melhor arrumar.' Em determinado momento, a personagem está com um vestido violeta e na página seguinte, ele é cor de sangue. A vilã tem "os cabelos ruivo-dourados" e, em outro momento do livro, ela está sentada no trono e "Os cabelos pretos brilhavam". Galera Record, por favor né? Se fosse pra ficar confusa com a leitura eu teria comprado em inglês mesmo, pelo menos não passaria por essas situações. Espero que o segundo volume não venha com erros assustadores como esse.

Corte de Espinhos e Rosas é um romance fantástico, com elementos conhecidos e situações surpreendentes. O final do livro vai te quebrar o queixo de tanto que ele vai cair, então se prepare. Feyre e Tamlin vão roubar seu coração e, se eles não o fizerem, os outros farão. Além da muralha invisível, o reino feérico os aguarda com uma história de amor arrebatadora.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2015/11/resenha-corte-de-espinhos-e-rosas.html
Sarah 24/11/2015minha estante
"Tamlin é uma delícia, gente, com o perdão da palavra." AHSUAHUSHA ADOREI, resumiu meus feels sobre ele~~


Nique 29/11/2015minha estante
Ainda não li, mas essa resenha tão amorzinho para um dos meus livros mais esperados da vida...


Nique 29/11/2015minha estante


'duarda 17/12/2015minha estante
Eu preciso tanto ler esse livro!


Pamela 23/02/2016minha estante
"Tamlin é uma delicia" ehyeheyheyheyhey, jamais li tantas verdades em uma resenha, como essa sua, escreveu tudo o que eu pensava sobre o livro, estou aqui agoniada querendo o proximo volume, nunca fiquei tão apaixonada por um casal, como fiquei com Feyre e Tamlin, melhor casal ever.


Camila 15/03/2016minha estante
acabei de ler e tô me perguntando: como é que cês tão conseguindo viver com o final desse livro?? O que é que aquele homem viu, minha gente? minha curiosidade tá me esmagando em ossos e espinhos, apenas hauaha


Luana.Mendes 11/07/2016minha estante
Completamente apaixonada por esse livro, apesar de nem ter terminado de lê-lo. Confesso que fiquei adiando a leitura do livro só por causa do nome (sem ter lido a sinopse), mas depois que tomei coragem, fiquei fascinada desde a primeira página. E o que dizer de Tamlin? Aíaí, meu coração foi roubado rs. Tô me demorando em cada página, me deliciando com cada frase e com a certeza de que assim que chegar até a última página irei lê-lo novamente.


Caroline.Matos 30/08/2016minha estante
Um dos melhores livros que já li!! Aguardando o segundo ser tão bom quanto esse.


Vick.Goncalves 05/04/2017minha estante
Menina que maravilhoso esse livro parece ser, a tia Sarah acaba com minha vida em trono de vidro imagina com esse. ?????


Sandra 19/07/2017minha estante
Ótima resenha. Se eu não tivesse lido iria ler depois de seu texto.


Pa 08/08/2017minha estante
Adorei a resenha, compartilhei do mesmo pensamento quanto à tradução, cheguei a pensar que eu não estava totalmente atenta à leitura! Que bom saber que alguém partilha da mesma opinião, hahaha. Fora isso o livro é realmente apaixonante, o final só para deixar com o gostinho de quero mais e para mim super funcionou!


Natiele Soares 02/01/2018minha estante
Completamente apaixonada pela Feyre e pelo Tamlin !


Jhenny 28/01/2018minha estante
Quero logo continuar essa série!! A maneira como foi escrita, cada detalhe, te pega de jeito, uma vez que você inicia a leitura, não quer mais parar, dar um tempo e muito menos abandonar o livro! Amei. Gente!!! eu quero um Tamlin pra miim! *-* hueheha


Layla l @bookdipity 08/05/2018minha estante
Eu queria saber se depois de ler os outros livros da série vocês ainda preferem o tamlin hauaahauha


Andrea 26/06/2018minha estante
Perfeita a sua resenha! Parabéns! Eu li o livro após lê-la. Muito bom, a Sarah nos presenteia com personagens maravilhosos.




Ghoulbot 05/01/2016

Alerta amarelo para Sarah J. Maas
Quando eu li ACOTAR a primeira vez a umas poucas semanas atras, achei a história inócua e um tanto insossa. Achei que faltaram páginas, faltaram espinhos e faltaram rosas. Quando terminei pensei “por que diabos (além do óbvio, claro) a Sarah escreveu uma história dessas?” Como tinha lido em inglês, achei que talvez eu tivesse entendido ou interpretado mal alguma coisa, então resolvi reler em português, e apesar da história não ser de todo ruim, ela foi escrita duma maneira bastante preguiçosa e covarde.
Preguiçosa porque Sarah J. Maas não cria nada, não inventa nada. Ela constrói sua história em cima do folclore, tradições e convenções da mitologia celta como se ela estivesse copiando direto de um compêndio de mitologia, fazendo umas pequenas mudanças aqui e ali. O que não seria problema se o mundo que ela criou fosse uma terra alternativa ou de alguma forma em contato com o nosso mundo, mas não é o caso aqui, é?

E covarde. Pois em muitos momentos eu pelo menos senti que a história tinha potencial pra ser conduzida duma maneira mais ousada, mais vibrante, com mais choro e ranger de dentes, mais suor e sangue, mas Sarah não arrisca nada, não ousa nada. Ela a mantém presa a todo momento numa zona de segurança, como se numa ferrovia plana, reta, com poucas e suaves curvas.

Assim, numa relativamente boa primeira parte, vemos a jovem Katniss...ops… Feyre, lutando desde muito cedo para sustentar sua família, arruinada depois de um empreendimento mal sucedido, e , depois que um encontro com um lobo na floresta que era na verdade um feérico disfarçado é forçada a viver no reino dos Fae pelo resto da vida, um povo temido e que escravizou a humanidade por um longo período. Enquanto Feyre tenta descobrir de todas as formas uma maneira de retornar a sua família, ela vai também descobrindo e se adaptando ao seu novo mundo.

Temos uma segunda parte absolutamente tediosa, com o “desenvolvimento” do romance entre Feyre a Tamlin e a verdade por traz da trama é revelada.

E temos a terceira parte, que seria excelente se não fosse arruinada por dois fatos que cito mais a frente. Feyre deve ir até Sob a Montanha (sério, Sarah?!) e resgatar seu amado Tamlin que é prisioneiro da terrível Amarantha, a “rainha” maligna dos Fae. Para conseguir isso Katniss...tsc…. Feyre, Feyre… deve ter sucesso em realizar três tarefas supostamente impossíveis senão mortais. Pois bem. O grande destaque aqui é o verdadeiro xadrez que Rhysand joga com Amarantha e que ficou muito bom. O que jogou tudo pro ralo foi o final - e eu devo esclarecer uma coisa aqui - eu não sou dessas pessoas que gostam de finais trágicos, depressivos e que quanto mais triste e sofrido melhor. Nao. Eu sou justamente o oposto. Minha “filosofia literária”, e também de outras formas de diversão, é que de triste já basta a realidade, se é pra “fugir” dela prefiro a alegria.
O que não gostei foi a Sarah ter mudado a natureza da Feyre, pra mim talvez a maior prova da covardia da Sarah. Assim, ela podia ter conseguido o mesmo resultado, o mesmo final, com uma solução diferente, e na minha opinião, melhor. Não é porque não gosto de tragédias que vou gostar de Flawless Victory.
E, finalmente, o fato que pra mim matou o livro: a crise hipócrita de consciência da Feyre. Feyre, não Katniss. Hipócrita porque por puro medo ela condenou toda uma família e não dedicou mais do que 5 minutos a pensar sobre isso, mas porque faz o mesmo com outras duas pessoas ela cai numa choradeira capaz de transformar a lua em pântano. Pior ainda, pois além de saber que suas ações foram absolutamente necessárias e inevitáveis, com isso ela também renega o altruísmo de uma dessas pessoas.

Parara finalizar…. acho que pela primeira vez eu esperava que essa história fosse um volume único porque ela fecha. Sim, ficam umas pontas soltas aqui e ali mas ela fecha. O que eu não quero e não vou fazer é ler outro(s) livro(s) em que eu sou até capaz de apostar que sei como serão: um muito desnecessário triangulo amoroso, tensão entre fae e humanos (que vão acabar vencendo as desconfianças e trabalhando juntos pra vencer o inimigo comum) e a muito, muito mesmo desnecessária crise de consciência da Feyre. Se eu nunca mais na vida ver algo semelhante já fico feliz.

Então, por tudo isso, eu fiquei meio que com o pé atras quanto ao desfecho da série “Trono de Vidro”. Meu medo é que no final a Sarah resolva tudo, de novo, por bem ou por mágica.
Ana Paula 28/01/2016minha estante
Vc descreveu tudo o que pensei.


Bruh 28/07/2016minha estante
E depois de 5 páginas de comentários FINALMENTE encontro um que descreve oq pensei na leitura desse livro. Antes da metade já estava sem vontade nenhuma de continuar. A chatice da protagonista me irritava, o 'amor' e 'bondade' de Tamlin tão do nada.. Mas nada se compara ao buraco de culpa de Feyre pelas mortes na última prova! Sério mesmo?!
Fico feliz que finalmente acabei essa 'tortura' literária...


Krous 27/06/2017minha estante
Bruh, eu te entendo completamente. Tenho lido muitos livros que não acho tão bom assim,mas quase não encontro resenhas que comentem cada linha. Ainda não terminei de ler esse livro, vamos ver o que vou achar.


Krous 16/07/2017minha estante
O profundo alívio de encontrar quem pense igual a mim. Meu Deus, não dá pra entender tantos 5 estrelas. E pessoal dizendo que se trata de obra prima? Será que eles já leram uma de verdade?




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Krous 16/07/2017minha estante
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim

Meu Deus, primeira coisa que me passou pela cabeça quando o Rhys contou o que houve com a Feyre na festa e toda a relação com o Tamlin. Fiquei pensando qual era o problema da Sarah de romantizar aquilo. Plmdds, me deu náuseas!!!

Adorei sua resenha do início ao fim


Narla 30/10/2017minha estante
Genteeee, leiam o segundo livro que tudo é explicado. Ah, o livro é narrado do ponto de vista da Feyre, logo ela que romantiza tudo. Rhysand é um bolinho e explica depois o porque drogou ela. Leiam o segundo livro (paixão eterna) e vcs vão entender tudinho ?




Izzy Ferrer 04/02/2016

95% enrolação, 5% de história.
Carol 14/02/2016minha estante
Izzy tem triangulo amoroso??




Márcia 10/10/2015

Corte de espinhos e rosas
O novo livro de Sarah J Mass, A Court of Thorns and Roses, ou em tradução literal Uma Corte de Espinho e Rosas (que tem previsão de lançamento no brasil em Outubro/Novembro) apresenta aos leitores uma releitura de Bela e a Fera, um clássico da literatura. Com essa sua nova série, Mass traz para o leitor um mundo cheio de fadas e magia.
No livro, conhecemos Feyre, uma garota normal que vive numa região onde fadas existem, mas são tratados como aberração pelos humanos. Feyre, 19 anos, é a filha mais nova de uma família não tão bem estruturada, e por isso, a sua meta de vida é fazer o impossível e o possível para cuidar de sua família. Dessa forma a nossa trama tem inicio quando Feyre precisa caçar algum animal num inverno rigoroso para poder sobreviver juntamente com a família e assim, ela encontra um animal aparentemente normal e o acaba matando.
A história realmente engata quando pessoas do reino das fadas, para ser exata da Spring Court - sim, as cortes são divididas por estações - vem atrás de Feyre para questioná-la - e puní-la -sobre a morte do lobo e com isso, Feyre é colocada na em situação onde tem de escolher se morre ou se sobrevive morando com uma Fera. A Fera em questão é Tamlin, que é um High Fae da Spring Court e era melhor amigo do lobo que Feyre matou; Como forma de puní-la, Tamlin a leva para a sua corte e a mantém lá para que possa viver com ele.
O enredo tem um desenvolvimento bem dinamico, nunca chegando ao ponto de ficar parado ou chato, e, no decorrer dos dias, juntamente com Feyre, o leitor começa a conhecer mais sobre os personagens, sobre as divisões da cortes assim como sobre a maldição que para sobre a Spring Court, além, claro de conhecer sobre a própria Spring Court.
Sarah J Mass mais uma vez conseguiu fazer uma história onde encontramos personagens fortes, que não se deixam levar por besteira e que nunca perdem o foco do que realemnte querem. Recheado de histórias entrelaçadas, A Court of Throns and Roses leva ao leitor ao mundo onde você precisa aprender que nem tudo que dizem é verdade, onde nem tudo que aparenta a ser ruim na verdade é. Com personagens que fazem você se apaixonar logo de cara e mais uma história super intrigante e um romance sofredor, temo dizer que a A Court of Throns and Roses é o melhor livro já publicado de Mass, ultrapassando a tão elogiada série Trono de Vidro.
A Court of Thorns and Roses é um livro de fantasia adulto para muitos que desejam romance, magia e intrigas e um crescimento de personagem surpreendente.

site: http://vivacafeina.blogspot.com.br/
Bruh 13/10/2015minha estante
Melhor que Trono de Vidro?? Morri... rsrsrsrs
Márcia o livro é único ou série?


Márcia 16/10/2015minha estante
Será uma trilogia aparentemente! Eu achei melhor sim, se bem que trono de vidro ficou ótimo no 4º livro.


Gabriela.Richter 11/11/2015minha estante
Márcia, o livro é contado em primeira pessoa?


Márcia 17/11/2015minha estante
Sim, gabriela!


Daiana 19/11/2015minha estante
Fiquei pensando naquela despedida do Rhys e da Feyre...Será que ele sentiu a tal ligação entre os feéricos ou viu algo muito sombrio nela?


Gabriela 11/01/2016minha estante
Shippo Rhys e Feyre HUAHUSAHSHAUS




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Elaine 19/03/2018minha estante
Dá pra dar 10 likes nessa resenha kkkkk Como as pessoas podem gostar desse Rhysand, o maio boy lixo ?


Elaine 19/03/2018minha estante
Da pra dar 10 likes nessa resenha kkkk como as pessoas podem gostar desse Rhysand, o maior boy lixo.


Malu.Ellen 29/07/2018minha estante
Estou tentando ler este livro há três meses e a leitura é tão chata, não consigo gostar de nenhum personagem.
E como vc falou, a descrição que ela faz é tão confusa que acabo não entendo nada. Pior que eu comprei o box ? Que raiva


Krous 30/07/2018minha estante
@Malu.Ellen já quebrei a cara tantas vezes comprando todos os livros de uma série que agora prefiro ir aos poucos, mesmo que seja mais trabalhoso. Compro um, depois o outro, depois outro...

Mas essa série ainda é muito famosa e tem uma gama de leitor que compraria de você o box num piscar de olhos


Cris 03/09/2018minha estante
Aí você ouve tão bem do livro que compra o box. Por quê?! Foi complicado isso aí. Uma romantização de humilhações e um cenário fantástico que não convence. Um monte de coisas forçadas, mitos celtas e um pouco de Bela e a Fera. Ah! E quase achei que ela ia atirar o anel na montanha. Kkkkkk (senhor dos anéis?) Ótima resenha!




Maryellen 17/07/2016

Decepção
Tres palavras para descrever o relacionamento de Freyre com Tamlin: Sindrome de estocolmo.
Dito isso, podemos concluir que nao amei a parte do romance e que so lerei a continuaçao, porque espero do fundo do meu coraçao que a autora de algum sentido a esse "romance" que surgiu do nada
Ju 28/09/2016minha estante
Meu Deus, SIM!!!!!! Primeira pessoa que eu vejo que pensou o msm q eu ao ler! Kkkkkkkkkkkk




Nice Santos 02/07/2017

Protagonista IRRITANTE!
Poucas vezes me deparei com uma protagonista tão irritante quanto a Feyre, passei 50% da leitura xingando ela por ser mal educada, cabeça dura, petulante, impulsiva, não raciocina, enfim.

Na metade do livro mais ou menos, o mundo feérico é "mostrado", mesmo que parcialmente, os demais personagens mascarando um pouco da frustração que eu senti pela Feyre.

A coisa toda começa a realmente valer a pena nos últimos 35%.

Uma pena.
Diego 06/07/2017minha estante
KKKKKK AHAM


Diego 06/07/2017minha estante
tu achou que no segundo livro ela melhorou um poquim?


Lidia Santos. 24/08/2017minha estante
A Feyre é realmente chata. Dá até pra imaginarbq




Dani 04/03/2017

Ruim
Sinceramente, não entendo como esse livro tem tantas classificações de 5 estrelas. Ele está facilmente entre os piores livros que eu li nos últimos anos.
Vamos começar pela escrita: muito pobre e repetitiva. A autora faz uso de sinônimos para descrever coisas e situações de forma constante e muito irritante. Muitas vezes, na mesma página eu pegava essas repetições. A repetição constante de informações e a explicação de situações que não necessitavam de explicação me fez pensar que a autora estava praticamente chamando o leitor de burro.
Falando em burro, temos que conversar sobre a Feyre. Ela provavelmente é uma das personagens mais irritantes e mal desenvolvidas que já vi. Suas atitudes não fizeram o menor sentido para mim. Ela é uma verdadeira contradição de personalidades, mas não de uma forma que a deixasse mais complexa ou real, mas justamente ao contrário.
Não aguentava mais ler sobre suas pinturas ou como tudo era tão bonito que ela não conseguiria nem pintar.
O romance ela e o Tamlin, retratado como uma história de amor, não é nada mais do que um relacionamento puramente físico, beirando ao abusivo. Se perguntarem para a Feye porque ela ama o Tamlin a única resposta que ela dará é que ele tem um corpo magnífico. Pronto! Pelo menos, na leitura desse primeiro livro, não foi retratado mais nenhuma conexão entre eles.
Os personagens secundários não tem quase nenhum desenvolvimento. Pouco ficamos sabendo de toda uma corte que convive durante muto tempo com ela. O único que é um pouco mais desenvolvido é o Lucien e mais para frente o Rhysand ( este último, o único personagem que me interessou em toda a história).
A vilã da história foi também bem decepcionante. Difícil entrar em detalhes sem dar spoilers, mas eu precisava de mais no desenvolvimento dela.
Para mim, a história só começou a ficar interessante com 75% do livro. Isso mesmo. 75%. Nesse final de narrativa, finalmente comecei à me importar com o que estava acontecendo. Ainda tem muitos problemas, mas eu finalmente estava entretida.
Enfim, foi uma leitura decepcionante, em que eu pensei em abandonar ou atirar o livro na parede em diversos momentos. Fico feliz em ter lido Trono de vidro primeiro ( que é uma série que adoro), pois baseado nesse livro apenas, eu nunca teria pego mais nada da Sarah J Mass para ler.
Ouvi dizer que o segundo volume melhora astronomicamente em relação à esse, então talvez dê uma chance em algum momento. Por enquanto, preciso me afastar um pouco desse universo pra não estrangular alguém . kkkkk
Iara 22/03/2017minha estante
No segundo livro a Freyre percebe isto - que o lance entre ela e Tamlin era puramente físico. Sério, o primeiro é um grão de areia perto do continente que é o segundo. Todas suas reclamações estão sanadas lá. Tenta =)


Dani 06/04/2017minha estante
Bom saber Iara. Agora que já tem um tempo que terminei, confesso que já estou com vontade de pegar o segundo ( achei que ia precisar de mais tempo, mas só tem 1 mês rsrsrsr). Todo mundo fala tão bem do segundo que não tem como não ficar curiosa. Planejo ler ainda esse ano.


Maryellen 10/05/2017minha estante
Concordo em partes com a sua resenha, a unica coisa que nao concordo é que o livro começou a fincar legal apos 75%, pois pra mim nunca começou, foi maçante do inicio ao fim e sinceramente nunca mais pegarei nada da Sarah para ler, pois foi completamente decepcionante, principalmente para uma autora que tem feito tanto sucesso atualmente, eu que nunca li nada alem de corte de espinhos e rosas já conheço praticamente todos os livros, mas o único que me interessou foi justamente esse que eu atualmente odeio.


Nice Santos 02/07/2017minha estante
Acabei meu comentário sobre esse livro há pouco, fiquei intrigada por ser uma das únicas que deu menos que 3estrelas, aí fui ver se tinha outros anormais como eu, sua resenha retrata exatamente o que senti e fiquei com preguiça de escrever, dar mais do meu tempo pra esse livro, não vale a pena. Hahaha


Dani 02/07/2017minha estante
kkkkk. Esse primeiro volume é realmente muito ruinzinho. Mas se vc animar algum dia em pegar o segundo, ele é muito melhor. Inclusive dá uma certa explicação a alguns problemas que vi nesse. Dei ao segundo volume 4 estrelas, mas quase querendo dar 5. Vale à pena!


Mirella 13/07/2017minha estante
O segundo livro é o melhor, da uma olhadinha pois vale a pena.


Krous 16/07/2017minha estante
Maryellen, estou contigo e não abro! Livro pavoroso, me traumatizou para sempre.
-
Dani, sua resenha acertou em cheio! A leitura engrena mesmo no final, mas já estava de saco cheio e nem me dei ao trabalho de me importar com mais nada.


Dri 20/02/2018minha estante
Nossa, que livro horrível, pensei que não fosse conseguir terminar. Sua resenha expressa grande parte da minhã opinião. :)




Bia 01/08/2016

Sarah J. Maas roubou meu coração
Totalmente ingênua e inexperiente no universo de Sarah J. Maas, acabei ignorando todos os comentários positivos que essa série vem recebendo desde seu lançamento, por puro medo de decepcionar-me com a escrita da autora e ser o único ser humano no planeta que não morre de amores pela série "Corte de Espinhos e Rosas" ou carinhosamente apelidada de "ACOTAR" em inglês.
Portanto, agradeci aos céus, a dádiva de ter me apaixonado por esse livro (já que ultimamente nada parece agradar meu elevado senso crítico, leia-se chatice mesmo). Minha paixão foi tamanha e tão desenfreada que eu já saí juntando meus centavos pela casa, na intenção de comprar o segundo volume dessa série (preciso de "A Court of Mist and Fury", para ontem).
Antes de discorrer elogios à obra, deixe-me primeiramente contar o enredo desse livro. "Corte de Espinhos e Rosas" irá contar sobre a vida de Feyre, uma menina de 19 anos que após a morte de sua mãe e falência financeira de seu pai, transformou-se em uma exímia caçadora para garantir a sobrevivência de sua família.
Em uma de suas caçadas, a moça acidentalmente mata uma fada que naquele momento estava na forma de um lobo, pois que ele tinha o poder de mudar de forma (calma que eu já melhoro a explicação).
Acontece que no mundo de Feyre, as fadas são reais e por séculos escravizaram os humanos. Após uma sangrenta batalha entre as duas raças, um tratado de "convivência amigável" foi criado e nele a principal regra proíbe humanos de matar qualquer tipo de fada (em defesa da moça, ela não tinha certeza que o lobo era uma criatura imortal).
Como punição por romper o acordo, um lobo grande e malvado, aparece na humilde moradia de Feyra para matá-la ou levá-la ao reino das fadas, visto que uma grande muralha separava o mundo dessas duas espécies. Escolhendo sua sobrevivência, nossa mocinha arruma suas malas, dá adeus a seus familiares e parte para o mundo mágico das fadas.
Porém, ao chegar no universo feérico, a moça começa a descobrir que nem todos os mitos sobre essas criaturas sobrenaturais são verdadeiros e surpreende-se ao desvendar que o feroz lobo que a sequestrou é na verdade um homem forte e atraente, chamado Tamlin.
Não bastasse ter seu mundo virado de cabeça para baixo, Feyre também descobre que o universo das fadas está passando por gravíssimos problemas que aparentemente podem afetar até mesmo o mundo dos humanos, dado que todos aqueles serem sobrenaturais estão sofrendo as consequências de uma terrível maldição.
Lutando contra seus crescentes sentimentos por Tamlin; seu senso de lealdade e sua sobrevivência; Feyre será testada de todas as maneiras possíveis para conseguir conquistar aquilo que tanto almeja (ufa! vamos fazer uma pausa para respirar antes dos comentários).
"Corte de Espinhos e Rosas" é um verdadeiro colírio para nossos olhos cansados. Com um público alvo maduro, Sarah J. Maas uniu todos os elementos necessários para criar uma verdadeira obra de arte.
O livro, que é uma releitura do conto de fada "A Bela e a Fera", ultrapassa as barreiras do gênero literário infantil e amadurece a narrativa com uma personagem feminina forte e verdadeira, além das cenas de ação e romance entre os protagonistas.
Confesso que no começo da narrativa, achei a leitura do livro lenta demais, porém isso acontece devido ao fato da autora explicar todo o universo que aqui foi criado. Havia todo um contexto histórico para embasar o aprisionamento de Feyre e por mais cansativo que era ler sobre a complexa hierarquia no mundo das fadas ou o passado da protagonista, o livro perderia toda sua credibilidade caso isso não tivesse sido realizado.
Superado esse problema, fiquei realmente surpresa com a maestria de Sarah J. Maas em criar cenários; personagens; ações; romances e sentimentos. A cena, na qual Feyre participa da festa de Solstício de Verão, foi possível sentir todas as sensações vivenciadas pela garota, tamanha veracidade da autora em descrever esses sentimentos efêmeros que as vezes consome todo ser humano e quase nenhum autor consegue captar (sério mesmo, parecia que estávamos junto de Feyre dançando na grama ao som dos tambores).
Talvez seja isso que me ajudou a estabelecer uma identificação tremenda com a protagonista, pois praticamente seguíamos a mesma lógica de pensamento durante toda a narrativa e foi maravilhoso poder identificar-me com ela, a leitura ficou ainda melhor.
Tirando todo o miticismo e as referências a série "Brumas de Avalon" de Marion Zimmer Bradley, Sarah J. Maas foi ainda mais ousada na criação de seu romance. Diferente do desenho da Disney, onde a Bela e a Fera dão apenas um beijo no final do enredo, Feyre e Tamlin chegam a consumar seu relacionamento.
Prestem bastante atenção nesse parágrafo, pois fica aqui meu aviso à vocês. Tanto no Goodreads, quanto no Skoob é possível encontrar resenhas de pessoas que falam que esse livro é erótico. PELO AMOR DE DEUS, ESSE LIVRO NÃO É ERÓTICO! Não se iludam achando que ele será igual aos romances de época onde cenas de sexo são constantes e bem detalhadas. Feyre e Tamlin realmente chegam a consumar o relacionamento, porém o foco do livro não é esse e as cenas de amor físico entre os dois são breves e com poucos detalhes.
O livro já tinha ganhado meu coração, porém o desfecho da obra só confirmou que "ACOTAR" era realmente tudo aquilo que eu estava esperando de uma obra literária. A autora caprichou nas cenas de ação e até mesmo violência, inserindo nesse período uma terceira pessoa no relacionamento de Feyre e Tamlin.
Em um momento de honestidade, quero dizer que todo o meu amor pertence á essa terceira pessoa (que eu estou me controlando para não dar mais informações e soltar spoiler). Nada contra Tamlin, mas se eu estivesse no lugar da protagonista já tinha largado tudo para viver com esse outro rapaz, porque eu tenho uma inevitável queda por garotos malvados com passados obscuros (I will go down with that ship).
Como eu já disse em algum parágrafo anterior, toda essa referência à "Bela e a Fera"; "Brumas de Avalon" e até mesmo a série "Os Selvagens de Londres", Sarah J. Maas conquistou um posto fixo em meu coração e eu definitivamente irei ler qualquer coisa que essa mulher publicar, pois "Corte de Espinhos e Rosas" conseguiu a proeza de entrar para a minha lista de melhores livros da década (estão sentindo o amor?).
E agora se vocês me dão licença eu vou colocar todas aquelas músicas medievais/espirituais da "Florence + The Machine" e sair dançando pela casa, na esperança de uma fada aparecer e me levar para fazer um tour em sua propriedade no mundo feérico.

+ Para mais resenhas acesse o blog abaixo

site: beahreads.blogspot.com.br
Amanda 07/08/2016minha estante
"Nada contra Tamlin, mas se eu estivesse no lugar da protagonista já tinha largado tudo para viver com esse outro rapaz, porque eu tenho uma inevitável queda por garotos malvados com passados obscuros"

Sem mais!


Camila 30/08/2016minha estante
Otima resenha (principalmente em relação a terceira pessoa).
Se você gostou do mundo das fadas descrito, procure os livros da série Iron King (autora Julia Kagawa).

E excelente recomendação musical. Combinação perfeita.


Scar 09/12/2016minha estante
Cara, adorei a sua resenha! A propósito, estamos no mesmo time - sabe aquele rapaz? - Hahahah. Também me identifiquei com as músicas (até terminar de ler o segundo livro não parei de ouvir All The King's Men - The Rigs e Breath Of Life - Florence and The Machine




Lih 06/01/2018

Realmente não me encantou, é uma história boa, esse amor selvagem, e gentil, eu gosto.
Mas achei bem parada a leitura, só ficou interessante no final, houve um pouco mais de ação !!
Débb 07/01/2018minha estante
Lê os outros, você vai amar!!!!


Débb 07/01/2018minha estante
Lê os outros, você vai amar!!! Eu só li esse porque soube que teria uma reviravolta no segundo!!


Lih 07/01/2018minha estante
Aah vou fazer isso mesmo, quero tirar essa impressão rs...
Obrigada pela dica ?


jacyara.flores 10/08/2018minha estante
O primeiro é só a primeira parte de toda a história, fica melhor a ponto de ter se tornado uma das minhas sagas preferidas




chayaleluia 24/03/2017

Não me responsabilizo pelos tiros e tombos deste livro, porém já vou recomendando ele a todos!

"Você já tem uma opinião muito forte sobre si mesmo. Duvido que os elogios de uma pequena humana importem para você."

Nesse misto de A Bela e A Fera e Game of Thrones, Sarah J. Maas cria um universo repleto de ação, intrigas e romance. Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira - que ela só conhecia através de lendas, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas o senhor da Corte Feérica da Primavera.

Confesso que surtei com esse livro, me apaixonei pela escrita da Sarah por mais que seja lenta e bem detalhista em algumas cenas que não tem precisão, mas, mesmo assim minha leitura fluiu muito bem.

Todo cenário do livro é único, nunca tinha lido algo tão original como foi esse livro. A protagonista é forte, determinada, sarcástica e cheia de humor. Não abaixa a cabeça é tiro, porrada e bomba. Feyre se tornou uma das minhas protagonistas favoritas. Os outros também teve espaços no meu coração, cada um do seu jeito implicante ou malvado.

Tamlin, Rhys e Lucien ao mesmo tempo que queria matar-los, queria abraça-los também.

Sobre o Tamlin. achei ele autoritário em algumas cenas e já disseram que vou me decepcionar com ele na continuação, prevejo corações partidos.

Rhysand, logo quando fomos apresentados não fui muito com a cara dele, porém no finalzinho ele conquistou o meu coração. Rhys é uma mistura de Damon, Klaus e Kishan é o verdadeiro significado de "Que homão da porra"!

Lucien, outro queridinho. No começo ele é bastante frio e extremamente irritante em algumas cenas, mas ao decorrer da leitura fui me encantando com ele.

O melhor shipper desse livro com certeza é o Bromance - Lucien e Tamlin, eles são perfeitos juntos, só espero que essa amizade continue nos próximos livros.

A leitura é ótima e me surpreendi com diversos pontos, como já disse antes me apaixonei pela autora. Foi a primeira obra que li da Sarah, mas não será a última. Foi cada tiro nesse livro que precisei de colete a prova de balas, se estou curiosa para ler a continuação COM CERTEZA!

"Agradeça por seu coração humano, Feyre. Tenha piedade daqueles que não sentem nada."

Instagram: @readinglover
Amanda 27/03/2017minha estante
Tô lendo e gostando muito da escrita dela. Tô na parte em que a besta chega na casa dela para o acerto de contas.


chayaleluia 28/03/2017minha estante
Espero que você goste, daqui a pouco você surtar igual a mim




Jéssica Bueno 07/04/2017

Desnecessário.
O livro começou super bem! Me senti lendo Jogos Vorazes, de repente virou A Seleção... a personagem fraca, sendo defendida por todos, com um dom de pintar as coisas e blá, sem fazer nada em uma casa. 200 paginas disso ai.
Eu não me encantei com o livro, não senti amor por nenhum personagem, não entendi nem como a personagem principal se apaixonou pelo mocinho, pois ela só sabia odiar ele, e de repente ela o ama com todas as forças. O livro apresenta uns momentos românticos superficiais, nada sensoriais.
Resumindo: Eu gostei da ideia do livro, mas achei que o livro, de forma desnecessária, enrolou muito... Não precisava de tantas paginas esse livro, pois a autora enrola a gente umas 200 paginas no começo do livro, sem entendermos nada do que esta acontecendo, e vendo tudo do ponto de vista da personagem principal, que é uma chata, fica brava a toa, muda a personalidade do nada e etc. Fora que no final aparece um personagem muito forte e que não tem quase nenhuma atenção, que poderia ter sido dada naquelas paginas de puro tédio.
Mirella 13/07/2017minha estante
Oii moça, eu posso dizer que o segundo livro é melhor. Tem personagens forte é bem desenvolvidos, sem falar que alguns problemas que tinham no primeiro livro é explicado no segundo e da pra ver uma evolução da personagem, deixando de ser tão boba é ingênua, então eu recomendo muito que leia o segundo livro.


jacyara.flores 10/08/2018minha estante
Oi, vim completar o que a Mirella disse, esse seu desapontamento é trabalhado na sequência!




Tamirez | @resenhandosonhos 04/03/2016

Corte de Espinhos e Rosas
No mundo de Prythian o continente foi dividido entre humanos e feéricos. Os primeiros, após perderem a última guerra, ficaram com uma pequena porção de terra e assinaram um tratado, com regras a serem seguidas, e a mais importante delas é jamais cruzar a muralha que separa os dois mundos. Os feéricos, por outro lado, vivem em um amplo território que é dividido em sete cortes: Noturna, Diurna, Crepuscular, Invernal, Estival, Outonal e, a que faz divisa com o território humano, Primaveril.

É no lado humano que vive Feyre, uma jovem de 19 anos que viu a família perder toda a fortuna e no leito de morte da mãe prometeu que cuidaria de todos. Pra isso ela se transformou numa caçadora hábil e é ela quem obtém praticamente todo o alimento da família. O pai, que tem uma perna machucada, não pode trabalhar e as duas irmãs mais velhas não fazem questão de ajudar, somente de reclamar e pedir mais coisas.

É numa dessas caçadas em busca de comida que Feyre acaba se aproximando bastante da muralha e mata um grande lobo que estava se aproximando do animal que ela tinha em mira. Porém, o que Feyre não sabia é que esse lobo era uma feérico transformado, e que há uma cláusula no tratado que diz que ao matar um feérico você deve dar sua vida em retorno ou mudar para o mundo deles. E ela só descobre isso quando alguns dias depois uma enorme criatura bestial arranca a porta de sua casa e cobra a dívida.

“Somos poderosos demais, entediados demais com a mortalidade para sermos reprimidos por qualquer coisa.”

Feyre decide ir com ele e abandona a família para cruzar a muralha e viver na Corte Primaveril. Mas, ao contrário de ser feita escrava como ela imaginava, ela é tratada como uma hóspede pelo Grão Senhor Tamlin e seu braço direito Lucien. Ela começa a descobrir que o mundo dos feéricos está sobre grande ameaça e que isso pode vir a prejudicar os humanos também, levando uma guerra até eles. Com ouvidos atentos e em busca de respostas, Feyre percebe que o mundo em que ela vivia era imensamente mais simples do que o que ela acabou de adentrar.

Minha opinião
Estamos falando de Sarah J. Maas então é claro que a leitura é super fluida e você vai querer devorar o livro em apenas algumas horas, mas quanto a história temos várias diferenças de construção em comparação com a série Trono de Vidro e isso tem seu lado positivo e negativo.

Eu gostei bastante do mundo criado e da mitologia dos feéricos, apesar de ela só se revelar verdadeiramente do meio para o fim do livro, já que no início você não entende muito bem porque levar uma humana para o reino mágico deles seria uma punição pela morte de um feérico, principalmente se ela estava sendo tratada como uma princesa. Mas aqui entra parte das descobertas que fazemos ao longo do livro e do plot twist que também está presente.

“Agradeça por seu coração humano, Feyre. Tenha piedade daqueles que não sentem nada.”

Minha decepção ficou na construção da personagem feminina e protagonista. Estava tão acostumada com uma Celaena bad ass que achei que a autora fosse manter uma personalidade semelhante em Feyre, porém, não é bem isso que acontece. No começo da história temos um vislumbre de quem ela pode se tornar, uma caçadora, destemida, cumprindo seu dever. Mas é só ela por os pés em casa, em um ambiente onde é imensamente mal tratada pra ver a luz da personagem se apagar, e quando ela é levada para o lado feérico de Prythian isso se mantém, já que por lá ela é a mais fraca das criaturas.

Confesso que isso por si só já foi um tiro pra mim, já que era algo que eu tinha como certo. Outra coisa é a forma como ela toma suas decisões, como a promessa que ela fez a mãe no leito de morte e que faz bem pouco sentido, sendo ela a mais nova das filhas e, como ela menciona várias vezes no livros, uma das que recebia menos afeto e atenção da mãe. Porém, ao ir para o lado feérico, seus problemas todos desaparecem e ela parece perder um pouco do propósito de estar ali, virando apenas uma “mulher enfeite” enquanto os homens fazem a história acontecer.

Na Corte Primaveril ela vai conviver com Tamlin, o Grão-Senhor e Lucien, seu fiel escudeiro, e a trama do que é importante está sempre ligada a um deles, e ela é transformada em coadjuvante enquanto a narrativa desse lado mais mágico da história se desenvolve. Pra isso é dado a ela o hobby de pintar, que ela executa enquanto está lá, parando a trama em vários momentos para falar sobre isso. E, tendo em vista que o livro teoricamente seria inspirado na Bela e a Fera, não fica muito difícil tentar prever o que pode acontecer em termos de romance.

Entretanto, mesmo com esses problemas, a autora consegue desenvolver uma história que cativa o leitor e faz com que ele fique refém do livro. Os personagens masculinos aqui pareceram muito mais interessantes pra mim, principalmente Rhys que dá as caras mais pro fim do livro e que provavelmente terá papel importante na sequência. Se você já leu Trono de Vidro talvez note algumas semelhanças em função de ambos os livros terem os feéricos como mitologia, mas elas param por ai.

O fim do livro não faz cliffhanger e é difícil saber o que virá pela frente, mas acredito que o continente de Hybern, o qual tivemos apenas um leve vislumbre em Corte de Espinhos e Rosas vá ser peça importante no que acontecerá. Sobre os rumos de Feyre, gostaria que ela pensasse mais com a cabeça e menos com o coração, pois aposto que suas decisões seriam mais fáceis de engolir e ela seguiria por um caminho melhor. Resta saber o que Sarah J. Maas vai trazer pra gente, depois de todas as transformações que aconteceram no fim do livro, e que com toda certeza influenciarão o que está por vir.

site: http://resenhandosonhos.com/corte-de-espinhos-e-rosas-sarah-j-maas/
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Nicoly 20/03/2017

Podia ser perfeito, mas... (Vendido como Fantasia, porém é um Romance)
O começo do livro é bem paradão, pensei que ia ter mais ação, não esperava me deparar com tanto romance e foi por isso que não dei nota máxima. Galera record vacilou feio vendendo esse livro como se fosse uma fantasia, pois não é! É um romance. Intrigas e outras tretas só são um plano de fundo.

O casal Feyre e Tamlin vão construindo uma relação muito linda, gostei bastante... e gente, a tensão sexual que os dois têm é muito picante e vou logo avisando: rola sexoooo, ponto positivo pro livro pq deixa ele mais adulto (rompe uma barreira com esses YA bobos que tratam o sexo como um tabu) e a autora descreve as cenas de uma forma muito gostosa, fofa de se ler e é claro, muy caliente haha.

Outro ponto positivo é que a protagonista é bem madura mesmo tendo 19 anos. De cara a gente já sabe que ela passa fome e que não é alfabetizada. E nas 100 pags finais essa guria passa por tanta coisa que eu fiquei com a cara no chão. É punk! É pesado! É destruidor.

A vilã Amarantha é bem Badass! Do tipo: se ajoelhem e beijem meus pés seus merdinhas aushaushauhsu.
O pouco de fantasia presente convence, esse lance das cortes, grãos-feéricos e feéricos é muito interessante.

A estória teve um começo-meio-fim perfeito, o livro acaba sem gancho nenhum pra uma continuação e confesso que só tô lendo o segundo pq quero saber mais sobre esse Rhysand que TODO MUNDO ama.
jacyara.flores 10/08/2018minha estante
Esse primeiro livro é mais uma introdução, a fantasia e aventura vem mesmo nos outros 2. Eu amei as sequências




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