O Cair da Noite

O Cair da Noite Isaac Asimov




Resenhas - O Cair da Noite


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Lepipows 26/10/2009

Milhares de anos com somente o dia, e então... a noite cai.
A história se passa em planeta onde sempre é dia pois em sua órbita giram 7 sóis, e cada um se põe em de forma alternada. Mas, algo incrivel acontece, e a população alienígena deste planeta fica em caos completo quando os 7 sóis se põem ao mesmo tempo, e a noite pela primeira vez aparece. Todos em completa escuridão, enlouquecidos com o possivel "fim do mundo", tomam medidas drásticas. Mas mal sabem eles, que a noite durará apenas algumas horas, e suas ações serão Irreversíveis.
Alexandre 01/05/2014minha estante
São humanos não alienígenas, no futuro fomos parar naquele planeta de alguma forma.


luizabriana 16/10/2014minha estante
Alexandre, são mesmo alienígenas, isto é explicado no início de livro. Deixo este trecho: Kalgash é um mundo alienígena, não é nossa intenção levá-lo a pensar que se trata de um mundo idêntico a Terra, mesmo que as pessoas sejam retratadas falando uma língua que você pode compreender e usando meios que lhe são familiares.




Heitordealmeida 09/11/2012

Ao Cair da Noite - Ou o que acontece quando todo mundo tem medo do escuro.
"Se as estrelas aparecessem apenas por uma noite a cada mil anos, como os homens haveriam de crer e adorar, e preservar por muitas gerações a lembrança da cidade de Deus?"

"Ao cair da noite" é um livro SciFi de coautoria de Isaac Asimov e Robert Silverberg, datado de 1990, embora o conto que originou o livro tenha sido escrito em 1941.

Quando você ouve ou lê o nome de Asimov, a primeira coisa que você pensa é nas famosas " 3 leis da robótica" o que é totalmente compreensível dado o fato de que, não importa a obra, meio ou mídia, as ditas 3 leis são sempre lembradas e tomadas como "verdade irrefutável" no que se refere a inteligencia artificial.

Já eu a primeira coisa que penso é em costeletas.

Mas vamos ao livro!

"Ao cair da noite" se passa no planeta fictício de Kalgash, um mundo pertencente a um sistema que contém seis sóis, de forma que, sempre há pelo menos um sol a iluminar o céu planeta, (embora a média seja 3 ou 4 sóis ao mesmo tempo) o que significa que nunca escurece. Os habitantes de Kalgash são tão acostumados com a luz, que muitos tem fobias ou sofrem outros efeitos psicológicos com relação a escuridão. Tamanho é o medo que eles sentem, que mesmo para dormir a grande maioria tem pelo menos uma lampada ao lado da cama.

Tudo ia bem em Kalgash até que dois cientistas destintos fazem descobertas em seus ramos de atuação. Sifera 89, arqueóloga, descobre ruínas de uma antiga cidade, sobreposta a outras ruínas de uma civilização ainda mais antiga, que também está sobreposta sobre outras ruínas. Depois de uma analise mais apurada, ela descobre que as ruínas são separadas pelo mesmo intervalo preciso de tempo.

A segunda descoberta é feita pelo astrônomo Beenay 25, que percebe um erro nos cálculos da teoria gravitacional que rege os movimentos de Kalgash. Ao consultar seu tutor, formulador da tal teoria gravitacional, ambos chegam a conclusão de que existe mais um astro desconhecido circundando o planeta, uma lua, que não podia ser vista a olho nú devido a constante presença dos sóis.

Uma lua desconhecida em volta do planeta? Não parece um problema muito sério, você pensa. Pois é... Todavia, você não mora em Kalgash e o livro não chama "Ao cair da noite" a toa...

Acontece que, uma vez a cada dois mil anos, no momento em que há somente um sol no céu, a órbita da tal lua coincide com a desse sol, gerando assim um imenso eclipse, o que deixa o planeta todo na escuridão total. O problema é que ninguém lá está acostumado com a noite, e quando isso acontece, todo o planeta enlouquece, com pessoas regredindo a sua forma mais primitiva, tocando fogo em tudo (fogo = luz = afastar escuridão? Grande idéia...) e toda a civilização cai. E é ai que entra a descoberta de Sifera, pois a civilização leva outros dois mil anos para se reerguer, que é quando tem o eclipse e ela cai de novo, levando outros dois mil anos para voltar ao mesmo ponto, e... já deu pra entender né?

É claro que quando as peças são juntadas e toda a teoria sobre "a noite mais densa" é formulada e apresentada, ninguém acredita nela achando o acontecimento do eclipse totalmente improvável.

"Outro mundo! Não existe outro mundo! Toda a realidade está aqui ou em lugar nenhum."

Li em algum luga que "o romance utilizam-se de ficção científica para falar de ceticismo, tolerância (e intolerância) religiosa, interdisciplinaridade entre ciências e rigor das ciências naturais". É verdade que a religião tem um papel importante nesse conto, mas penso que, em essência, esse é um conto sobre o comportamento humano com relação ao medo do desconhecido.

Em 1968, o conto original Nightfall foi considerado o melhor conto de ficção cientifica da história e, embora não concorde muito, é notável a qualidade dele no que se refere as idéias apresentadas. Explorar tantas emoções humanas juntas, em um "ambiente alienígena", com base em uma coisa tão normal para nós quanto a noite, demonstra o talento fantástico de Asimov como escritor, que garantiu com que ele seja sempre lembrado como um dos maiores escritores de ficção cientifica da história.

Depois de ler esse livro, você vai pensar na noite de uma forma diferente. Eu pensei...
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Fábio Vermelho 16/03/2011

"Pode-se dizer sem errar que a pergunta mais frequentemente apresentada a um escritor de ficção científica é: "De onde você tira suas ideias?"
(...)
Mas a resposta é apenas esta: "Você pode obter uma ideia de qualquer coisa, desde que esteja disposto a pensar com afinco por muito tempo.""

Mais um livro e continuo me surpreendendo com a imaginação de Asimov. Se, segundo ele, tudo se baseava em pensar com afinco, fico me perguntando o quanto ele pensava! É impossível ler os contos de Asimov e não ficar com vontade de ler outros (muitos)mais.
Ótimo livro, ainda mais pelo fato de cada conto ser introduzido pelo escritor, contando um pouco de sua vida, um pouco da história do conto que será lido, sua inspiração e etc. Difícil se decidir por poucos, mas os meus favoritos são O Cair da Noite, Manchas Verdes, A Anfitriã, O Homem em Cultura, Por uma boa causa..., Sally, Fura-Greve, Ponha o pino A no furo B, O que é essa coisa chamada amor?, e A máquina que ganhou a guerra. Enfim, citei quase todos os contos como favoritos; mas num livro tão foda quanto esse, é quase impossível se decidir por alguns poucos contos.
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Tribe.br 22/07/2009

Muito bom !!
O Livro e muito bom, uma historia que te prende do começo ao fim. Realmente o roteiro desse livro e excelente não dei nota máxima por que o final não era o que eu esperava, mas é uma ótima leitura. o livro e de ficção mas não chega a ser tão avançado assim exceto pelo fato do planeta ter 6 luas brilhantes.então mesmo quem não gosta de ficção cientifica,pode ler tranqüilo.. Recomendo a todos
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Ana Gabriela 15/07/2020

O Cair da Noite
Não sabia que esse conto era curtinho - apenas 80 páginas.

Porém, que 80 páginas!
Asimov tem o poder de prender minha atenção em um tipo narrativa que não curto: contos.

Mas olha, valeu apena.
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leonardo 26/01/2010

Final ficou vago.
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Alberto 14/07/2015

Uma homenagem a ciência
Este conto é uma deliciosa obra, onde se conhece um mundo prestes a passar por uma das maiores mudanças de paradigma de sua história! Ao longo desta luxuosa edição de capa dura, o leitor é levado a se questionar sobre vários temas, de psicologia a astronomia, enquanto Isaac Asimov demonstra mais uma vez seu talento para a escrita, ao fazer uma homenagem implícita para todos os amantes da ciência.

site: https://youtu.be/Wd1yz-STfIM
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Juliana 10/06/2020

A escuridão iminente
Uma história bem curta sobre um mundo que há muito não vê a noite, vivendo somente dias, com sóis iluminando o céu. A iminência da escuridão faz levantar hipóteses, medos, reações entre os estudiosos e as pessoas comuns. Interessante visão e a relação entre os personagens.
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Pablito 31/07/2018

Num mundo com 6 Sóis, o que esperar da primeira noite em 2049 anos?
Num planeta que não teve uma noite em tanto tempo, seus habitantes estão tão acostumados com luz em cada parte da superfície do planeta que atravessar um túnel sem iluminação é desafiador, imagine passar por um eclipse total que irá deixar parte do mundo no escuro. Cientistas tentam entender o fenômeno, enquanto um culto afirma que as estrelas que surgem na escuridão devem ser temidas, pois podem levar almas.

O conto começa pouco tempo antes do eclipse, com tensão e angustia crescentes, com a incerteza do seu acontecimento e de como as pessoas irão reagir. Relatos de acontecimentos anteriores do fenômeno geram dúvidas para todos, exceto aos membro do culto, mesmo com tantas evidências cientificas de que o acontecimento é algo natural.

Algo parecido com o que acontece atualmente. Mesmo com tantas evidências e provas, existem aqueles que preferem seguir fielmente crenças religiosas. Isso não é problema, cada um tem direito de acreditar no que quiser, mas aceitar palavras sem processar o que está sendo dito pode levar a desastres e decisões erradas, fazendo com que atitudes motivadas por medo e fanatismo sejam atribuídas à fenômenos naturais mas pouco conhecidos.
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Fernando Lafaiete 29/03/2018

O Cair da Noite: O que eu tenho a dizer sobre o conto mais famoso e importante da ficção científica?
**Nota: 2.5**

Foi em 1941 que Isaac Asimov, considerado por muitos como o maior escritor de ficção científica, lançou O cair da Noite; o conto que viria a se tornar o melhor e mais importante conto de ficção científica de todos os tempos. Todo este status se iniciou em 1968 quando ele foi considerado o melhor conto do gênero pela Science Fiction Writers of America. É importante ressaltar que este status ainda permanece em 2018.

Aqui o mestre Asimov nos apresenta Lagash, um planeta iluminado por seis sóis. Não existe escuridão e a mesma é vista como uma catástrofe que levaria ao fim da humanidade. Tudo se inicia com um grupo de cientistas se reunindo para esperar o tão temido dia em que os sóis sumiriam e a escuridão cairia sobre a terra. Quando esse momento chegar, os seres humanos não sabendo lidar com as trevas que os cercariam, entraria em um processo de loucura que seria o início do fim. A ideia é incrível, mas confesso que pra mim foi uma leitura tediosa do começo ao fim.

O conto apresenta personagens interessantes. Além dos cientistas, temos um jornalista que está reunido com os mesmos a fim de registrar tudo para uma possível matéria. Temos um psicólogo e temos um sacerdote, tratado e apresentado como um cultista. Isaac Asimov constrói debates interessantes onde de um lado temos a ciência e do outro a religião. Temos uma espécie de bíblia e a famigerada noite é vista como o Armagedom.

A ideia do autor é desenvolver e nos fazer pensar sobre o quão somos frágeis diante do desconhecido. A ideia de uma histeria generalizada, resultado do medo das pessoas que não sabem lidar com o novo, é bacana e até me instigou por um tempo. O problema foi o status do conto que me fez esperar uma história e uma narrativa muito melhor e mais profunda do que qualquer conto da antologia Eu, Robô, do mesmo autor. A questão é que tudo se desenvolve muito lentamente e não tive o deslumbre real dessa histeria que tanto queria presenciar. O autor perde tempo com diálogos repetitivos e explicações de coisas as quais eu já havia entendido.

O mundo além dos vários sóis que o ilumina não apresenta nada mais que tenha me fascinado... Achei um tédio difícil de relevar. A escrita de Asimov é espetacular e em relação à isso eu não tenho nada a dizer. Preciso frisar que existem duas versões desta história. O conto que li, lançado em 1941 e um romance cujo o famoso autor aceitou escrever e publicar juntamente com Robert Silverberg em 1990. A essência das narrativas é a mesma, mas existem algumas mudanças consideráveis. Inserção de novos personagens e uma abrangência maior do mundo e da situação são algumas das mudanças que preciso citar. Comecei a ler o romance e parei para ler o conto original antes. Devo dizer que apesar das minhas ressalvas, o conto é melhor do que o romance escrito em quatro mãos. A história de Asimov e Silverberg possui uma nota dos autores que é bem desnecessária além de uma narrativa chata e ainda mais cansativa que a do conto. Outra mudança que me saltou aos olhos foi a alteração do nome do mundo. O do conto é Lagash e o do romance é Kalgash.

Pra quem acha que Asimov se sentia lisonjeado por ser autor do conto mais importante da ficção científica, se engana. Após o autor lançar várias outras histórias, continuava ouvindo que O Cair da Noite era sua melhor criação. Ele passou a se incomodar exatamente por acreditar que não havia evoluído como escritor. Como era possível sua primeira narrativa ser melhor do que as que vieram depois? Graças à Deus não escuto mais, nem leitores e nem críticos literários afirmarem que o famoso conto é superior a série dos robôs e muito menos do que a série Fundação; apesar de ainda ser considerado o melhor conto do gênero.

O Cair da noite é um conto que promete, mas não entrega nada de muito fabuloso. É bem escrito e é sim interessante. Mas acredito que permanece com o status de melhor conto já escrito do gênero que faz parte, apenas porque quem o escreveu foi Isaac Asimov. As pessoas se sentem pressionadas a fazerem parte do grupo que ama esta história e a venera. Li e não vejo motivo algum para tanta veneração. Sou sincero e pra mim foi um conto qualquer que não me acrescentou muita coisa. Ainda não li quase nada do autor e pretendo ler sua obra completa. Por enquanto, minha indicação para quem deseja começar a lê-lo permanece sendo a sensacional antologia de contos Eu, Robô.
Sandro 26/07/2018minha estante
O Homem Bicentenário ou Qualquer conto da colecão Eu, Robô são melhores que o Cair da Noite. Concordei com sua resenha na questão do tédio.


Fernando Lafaiete 26/07/2018minha estante
Este conto foi uma completa decepção Sandro. Esperava tanto do mesmo e ele não conseguiu chegar nem perto de ser bom. Pretendo ler O Homem Bicentenário muito em breve.


Ádila 26/12/2018minha estante
Concordo, eu também esperava mais. O final foi bem sem-graça, né? Em "Eu, Robô" existem contos bem mais interessantes.


Fernando Lafaiete 15/01/2019minha estante
Não há nem comparação né Ádila? Eu, Robô é muito superior. Eu adoro Asimov, mas este conto foi pra mim qualquer coisa e até hoje não entendo o fato dele ser considerado o melhor e mais importante conto do gênero ficção-científica. Achei descartável!




dudu28 09/09/2012

o melhor livro do mestre asimov que ja li, e um dos melhores livros que ja li na minha vida
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General ELL 12/09/2013

O melhor conto de Asimov
Já li a edição da foto. É uma coletânea de contos que incluem o do título. Empatado com O Fura-Greves que acho que está até no mesmo livro é o melhor conto que já li dele. Contar alguma coisa do conto já seria um spoiler, mas dá pra falar que ele trata de um grupo de cientistas que investigam a relação do período cíclico de destruição e reconstrução de sua civilização e de um suposto raro eclipse. O conto vai num crescendo até o seu desfecho que te deixa totalmente absorto na leitura, se você pegar o livro vai ler ele na hora, sem chance de você deixar ele pra lá. Deve ter 0 de abandonos no Skoob...
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Ale 13/08/2015

Inovador!
O Cair da Noite, no Brasil) é um conto de ficção científica escrito por Isaac Asimov ,publicado originalmente em 1941. Em 1968, o Science Fiction Writers of America considerou ele como o melhor conto de ficção científica de todos os tempos.
Com somente Beta no horizonte, o jornalista Theremon 762 provoca Aton 77 a fim de conseguir uma declaração sobre o desaparecimento dos seis sóis do planeta Lagash, a acontecer naquele dia, a despeito de ter desmoralizado a campanha movida pelos cientistas Beenay 25, Faro 24, Yimot 70, Sheerin 501 e o próprio Aton para organizar o mundo contra a ameaça prestes a acontecer. A história se passa no ano de 2049 e a ameaça se refere à chegada da escuridão sobre Lagash, onde não existe noite, e já havia sido descrita pelos Cultistas, mas a explicação científica fora descoberta na última década quando a rota da órbita deste planeta já não coincidia com a Lei da Gravitação Universal.

Minha opinião:
É um conto curto e interessante. Não achei uma obra prima, gostei muito da ideia centra da estória. Imagine um mundo e pessoas que nunca viram ou vivenciaram uma noite. Somente o dia e no caso os seus sóis.Asimov mais uma vez nos brinda com sua originalidade e criatividade. O livro é curto e a leitura é feita rapidamente. Indico para os apreciadores ou não de ficção científica. Seria um bom começo ou dica para quem nunca leu Asimov.
isaurajmelo 30/08/2016minha estante
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isaurajmelo 30/08/2016minha estante
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Samuel 24/12/2018minha estante
Essa edição é um resumo da obra original.




Daniel Pedrosa 18/08/2016

Ótima coletânea
Contos e depoimentos de Asimov que destacam sua criatividade e contam também um pouco de sua história.
Vale a pena para os apreciadores de ficção científica !
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