Sangue de Dragão

Sangue de Dragão Rachel Hartman




Resenhas - SANGUE DE DRAGÃO


10 encontrados | exibindo 1 a 10


sabrinasilva26 17/10/2020

Arrastado
Comparado ao primeiro volume, esse livro é sofrível. Seraphina perde a personalidade que tanto cativou e passa a ser uma marionete na mão de todos, sempre levada ao sabor dos acontecimentos, sem nunca se impor.

A leitura é arrastada, as descrições confusas. O final foi melhor do que eu esperava, mas não compensou as outras 300 páginas.

Vou amar pra sempre Seraphina e fingir que esse segundo volume nunca existiu.
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Sil 05/07/2020

O romance dessa duologia é muito fofo.
Gostei muito, achei esse amor todo que os personagens tem pela Seraphina muito exagerado.
Agora o amor do príncipe é na medida certa.
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Carina 21/06/2020

Repetitivo
Jornadas extremamente repetitiva, vários problemas e percalços jogados a esmo....
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Lauraa Machado 29/12/2019

Inesperadamente decepcionante
O tombo que eu levei com esse livro foi feio. O primeiro, Seraphina, por mais que eu tenha tido expectativas maiores antes de começar, até que foi bem bacana. Não tinha muita ação ou enredo, mas o vi como uma construção da história desse segundo. Minha surpresa foi descobrir que este tem menos enredo ainda e que ele existe basicamente para destruir tudo de bom que vinha do outro.

Essa falta de acontecimentos no enredo é extremamente irritante! A protagonista, Seraphina, só vai de um lugar para o outro o livro inteiro, sem conseguir fazer nada direito, numa missão chata e infinita que vai ficando cada vez maior e mais repetitiva. A vilã da história também foi construída em uma bola de neve, no seu caso, de maldade infundada. Não, traumas infantis não são razão suficiente para resumir toda uma pessoa em maldades sem sentido, menos ainda quando eles só são jogados de qualquer jeito em cenas superficiais. Ela tinha tanto potencial para se desenvolver, principalmente em relação à Seraphina, que talvez seja minha maior decepção.

O clímax também é uma prova do quanto essa duologia desandou nesse segundo livro. No primeiro, achei tudo bem realista, desde as intrigas políticas até a conclusão e a promessa para o final da história. Nesse, apesar de não conseguir tirar o tédio da narrativa, foi tiro para todo lado, aumentando o problema sem limites, a ponto de ele só conseguir ser solucionado pelo maior e praticamente mais literal deus ex machina que eu já li. Nem na Grécia antiga se via história se fechando nessa cara de pau.

Mas o tombo que eu levei foi por outra coisa. No primeiro livro, Seraphina era uma garota ainda nova, que tinha muito a descobrir e a conhecer. Ela, sim, tinha potencial para muito, mas muito mesmo, principalmente considerando que a história é contada pelo seu ponto de vista. Ou seja, dava para a autora explorar seu desenvolvimento até mesmo na narrativa de cenas comuns. Ela tinha muito para crescer e o mais decepcionante é que a própria personagem sabia e admitia isso, mas ficava adiando ter que lidar com um problema simples, em outro exemplo de cara de pau, até encaixar no resto dos acontecimentos.

Já disse que foi um tombo absurdo? Ela passa o livro inteiro como uma boneca de pano que é jogada pelas mãos dos outros personagens para mil lugares diferentes, sem nenhum propósito, consequência ou reviravolta válidos. Tudo pega um ritmo repetitivo de coisas "piorando", ou seja, "ficando mais sérias para o lado dela", mas é tanta coisa jogada de qualquer jeito, que nem dá para acreditar ou levar a sério. A autora também tem uma mania péssima de correr com as cenas mais interessantes, por exemplo, aquelas entre Seraphina, Glisselda e Kiggs. Decepção define.

Mas o tombo veio junto de um tapa na cara histórico também. Eu literalmente falei na resenha do livro anterior, com essas palavras: "Hoje em dia, a maioria dos autores já percebeu que não tem como ser diferente, que criar personagens "floquinhos de neve especiais" e, ironicamente, sem personalidade não leva a nada", em uma tentativa de dizer que a Seraphina era o oposto disso. E não é que a Rachel Hartman vem e me desmente absurdamente depois de passar o livro inteiro fazendo sua protagonista ser mais inútil que a lama do pântano do lado de fora da cidade? Floquinho de neve mais revoltante da literatura fantástica, tá? Vários recordes sendo batidos aqui, percebeu?

Minha nota verdadeira é de 1,5 e eu só arredondei para cima pelo Abdo, um personagem secundário que deveria ser dono da história, apesar de que não teria como o ponto de vista dele salvar todo o enredo inútil do livro. Outra descoberta que esse livro me trouxe foi que eu prefiro dragões de verdade, não meio-dragões. Prefiro eles como animais, não se fazendo de humanos. Por incrível que possa parecer, ainda vou dar uma chance para Tess of the Road, um livro único da autora que também se passa nesse mundo. Só não vai ser logo depois dessa decepção literária.
Debb 18/01/2020minha estante
Concordo muito com você. Tudo que você descreveu tambem sentir. Que decepção! E eu também só li pelo Abdo e pelo tio dela, acredita?! Um personagem que nem aparecia estava me deixando mais interessada que a protagonista. Demorei 4 DIAS para ler esse livro e olha que consigo ler um livro desses em Um, se me visgar.


Debb 18/01/2020minha estante
*fisgar. ???


Lauraa Machado 19/01/2020minha estante
Nossa, verdade! O tio dela era um personagem meeega interessante e nem foi explorado direito!


Tatiane 23/06/2020minha estante
Mês passado tentei ler pela segunda vez, mas ontem desisti pela segunda vez ( a leitura se tornou muito cansativa, sem contar com passagens e descrições desnecessárias). Eu tinha expectativas para esse segundo livro, mas... Enfim, o primeiro foi melhor trabalhado. E convenhamos, melhor ficar com as lembranças do primeiro e deixar o segundo na gaveta.




Tuca 22/08/2018

Difícil terminar, mas extremamente emocionante
Confesso que demorei a acabar por achar o meio um pouco maçante, muita coisa acontecia e ao mesmo tempo nada acontecia!! Foi dificil, mas nao perde em nada para o primeiro livro!! Seraphina nos ensina a ver o mundo de outra forma, nos ensina a sermos menos exigentes com nos mesmos... Preciso resaltar que o final e emocionante!! Vale a pena insistir para acabar o livro!!
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Portal JuLund 07/10/2016

Sangue de Dragão, @ed_pensamento
O livro começa com uma “retrospectiva” do livro Seraphina; o complô para exterminar o tratado de paz, a fuga de Orma dos Censores, o significado do jardim de Seraphina e existência de meio-dragões passa a ser de conhecimento público, e claro, o exílio do Comonot em Goredd.

Uma das coisas que me surpreendeu e agradou em Seraphina foi esse mundo tão diferente, onde os dragões não eram meros monstros ou amiguinhos dos seres humanos, eles tinham habilidade de se converterem em humanos, ainda que sem sentimentos. Em Sangue de Dragão, a autora me surpreendeu novamente enriquecendo ainda mais esse mundo, e fazendo o passado de Seraphina ser vital para cada passo de seu futuro. Se repararmos bem a vida é assim, ações de 20 anos atrás tem consequência nos passos que damos hoje. Resenha completa

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/sangue-de-dragao-ed_pensamento
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Patricia 09/04/2016

Após sua natureza ser revelada no primeiro livro, Seraphina enfrentará muitos desafio nessa continuação. E o maior de todos é conseguir reunir todos os ityasaari que estão espalhados por Ninys, Samsam e Porfíria. E ela há tempo a perder em relação à essa empreitada, ainda mais quando depois que se descobre que as mentes interligadas dos ityasaari são capazes de ativar uma barreira capaz de segurar os dragões em pleno vôo, a chamada Armadilha de São Abaster. Essa armadilha é ativada através do fogo mental que todos os ityasaari tem, todos menos Seraphina, aparentemente. Não se sabe porquê, mas Abdo não é capaz de enxergar o fogo dela, e nem ela capaz de enxergar os dos outros. E é por isso que Abdo acaba sendo necessário e partindo junto com Seraphina em busca dos outros. Para ela, juntar os ityasaari não significa apenas proteger Goredd, como também proteger todos os seus irmãos e irmãs. Mas será que os reunir será realmente tão bom assim? Seriam todos eles tão bons assim?

E talvez esse tempo longe de Goredd seja justamente o que ela precisa, depois da fuga do seu tio e da resolução dela e de Lucian de esperar a guerra acabar para revelar seus sentimentos para Selda. Porém, desde o início, Seraphina não pretende encontrar todos os seus semelhantes, pois de jeito nenhum ela quer encontrar pessoalmente com Jannoula, que quase a dominou completamente quando criança. Mas obviamente, querer não é poder. Então teremos sim Jannoula nesse livro, pois Seraphina querendo ou não, Jannoula continuará a assombrar a sua vida, para que possamos odiá-la à vontade. Mas não vou contar muito sobre ela para não estragar a graça de vocês.

E nessa jornada através dos diversos países, em busca de aliados e outros ityassari, diversas revelações vão sendo feitas. Vamos finalmente conhecer todos os meio-dragões e descobrir segredos enterrados há séculos. Será revelada a extensão dos poderes dos ityasaari. Vamos conhecer também todas as outras culturas que existem nesse mundo mágico e aprender ainda mais sobre a sociedade dos dragões, as coisas boas e as ruins. Muitos desafios aguardam pela Seraphina nessa jornada, nesses longos meses que ela terá de enfrentar longe de casa.

Como esse é o último livro, a rede de conspirações de resultou na guerra civil dos dragões finalmente será totalmente revelada, a trama muito mais complexa que poderíamos imaginar. Porém, mesmo com os dragões estando em guerra, senti que não houve ação o suficiente. O livro mais uma vez segue somente a Seraphina, e como ela não participa diretamente das lutas de verdade, as cenas de batalhas ficam a desejar. A autora poderia ter resumido a jornada da Seraphina e a jogado no meio de batalha de dragões, só para a nossa diversão.
Outro ponto que não gostei foi que o livro se inicia com uma espécie de introdução, que seria uma parte extraída de um livro escrito no futuro sobre a guerra civil dos dragões, para fazer uma recapitulação do livro anterior. O problema é que essa recapitulação não se restringiu aos eventos do livro 1, indo além e contando algumas coisas do final da guerra, o que não foi legal. Nesse livro nós temos ainda menos romance que no livro anterior, o que para mim foi muito bom. Acabei dando 4 estrelas para o livro.

Em relação à edição do livro, aí eu dou 5 estrelas. A capa novamente está linda, seguindo o modelo da segunda edição do primeiro livro. As páginas são amareladas, a fonte tem um bom tamanho e dentro do livro nós temos um mapa para podermos visualizar todos os países e cidades principais.

Sem dúvidas essa duologia vale a pena ser lida, dificilmente encontraremos um livro onde dragões serão remotamente semelhantes aos dragões desse livro. Sem dúvidas uma ótima escolha para os fãs de fantasia.

site: http://www.ciadoleitor.com/2015/12/resenha-sangue-de-dragao-de-rachel.html
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Kari 08/12/2015

Sangue de Dragão é a continuação de Seraphina.

"Ignorei a lição, ajustando a minha postura e dobrando os joelhos com as mãos sobre eles. Fechei os olhos e respirei de modo cada vez mais lento e profundo.
Mergulhei no meu outro mundo."

No volume anterior muitas coisas aconteceram e deram início a um caos previsto, como as conspirações para encerrar o tratado de paz, a descoberta dos que possuem sangue de dragão, conhecidos como ityassari, e que os mesmos possuem poderes capazes de proteger Goredd, a fuga de Orma dos Censores.

A ameaça é iminente e logo a hipótese da ajuda dos ityssari se torna cada vez mais indispensável, fazendo com que Selda delegue a Seraphina encontrar os meio-dragões e trazê-los para que possam ajudar. Claro que isso não será tarefa fácil, já que os mesmos, assim como os dragões sempre foram renegados e obrigados a se esconderam para manterem-se seguros.

O jardim de Seraphina se mostrou um “achado” interessante, que a fez perceber também, talvez um pouco tardiamente, que nem tudo estava em sua mente, por exemplo, Jannoula, que sempre fez com que Seraphina tivesse certo temor e agora a jovem percebe que a mesma possui grande poder e teve grande participação em sua infância e não de maneira positiva. Então aí começam mais situações que irão motivar Seraphina a seguir adiante correndo perigos inimagináveis atrás de tudo que sempre omitiram dela, descobrindo mentiras e conspirações ainda mais secretas.

Neste volume perceberemos mais uma vez toda religiosidade e santos que permeiam as páginas e tomam certo destaque na trama desde o começo, tendo uma explicação muito mais complexa e interessante, do tipo que faz toda a diferença e que fechou com chave de ouro essa parte! Saberemos mais sobre Jannoula e seus planos macabros e ao mesmo tempo em que fiquei consternada, também senti asco por tamanha malignidade que põe a todos na zona de guerra e combate.

Toda a trama é complexa, intrincada e perfeita .. Sem furos ou coisas mal explicadas. Rachel Hartman realmente sabe criar coisas que vão além da imaginação de meros mortais! Rs

O mundo fantástico ganhou uma direção muito interessante nesse segundo volume e estou realmente fascinada por Seraphina, dragões, e todo o reino e seres que o habitam!

No primeiro volume de Seraphina alteraram a capa para combinar com esse segundo volume e sinceramente, ficou perfeito demais! Não tinha ideia disso até terminar os dois volumes e ver como a capa diz bastante sobre o que iremos encontrar nas páginas desta incrível história!

"Ó dragões, tomem cuidado!
Tomem cuidado com a horda,
Com aqueles que nunca veem.
Construimos seus covis,
Consertamos, inventamos,
E tudo de graça.
Vocês queimam nossa pele,
Vocês quebram nossos ossos,
Vocês nos matam impunemente.
Mas agora já não estamos tão indefesos.
Nosso dia chegou, somos livres."
08/12/2015minha estante
É bom?


Kari 08/12/2015minha estante
Eu amei Fernanda!


08/12/2015minha estante
:)




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