A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


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Nivia.Oliveira 01/06/2019

Não importa sua genética, o importante é em quem você se tornou. Essa foi a conclusão do livro A irmã da Tempestade, o número 2 da série "As sete irmãs" de Lucinda Riley.
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Amanda Bento 22/05/2019

Uma aventura refrescante pelos mares
Grécia, Suiça, Noruega, Alemanha e entre outros países são os cenários dessa que é uma das obras mais bem escritas da Lucinda. Os países e suas localidades são quase personagens de carne e osso nessa narrativa que é no ponto: detalhes necessários pra visualização das cenas, diálogos dinâmicos e personagens que se desenvolvem com o devir. Uma viagem sem sair de casa, guiado por heroínas fortes e amantes de corpo e alma.
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Mi 06/03/2019

A irmã da tempestade, segundo livro da série As sete irmãs, narrado na perspectiva de Ally (Alcione) segunda filha adotada por Pa Salt.
Como no primeiro volume, depois da misteriosa morte do patriarca, cada filha recebe uma carta de despedida e uma pista que as levarão até a família biológica.
Inicialmente Ally não vê a necessidade de descobrir sobre sua origem, entretanto, alguns fatos fazem com que ela se sinta perdida e insegura para o futuro. Neste sentido, Ally se vê embarcando para a Noruega. E, embora ela teve muitas percas, ao ir atrás do sua origem acaba ganhando alguns presente para a vida.
Devo destacar aqui que Ally era velejadora e flautista.
Tem dois anos que li o primeiro volume e tinha me esquecido o quanto Lucinda é encantadora e nos faz transportar pra longe e embarcar nessa viagem de descobertas. Os livros dela geralmente são volumosos, mas o enredo é tão envolvente que isso é irrelevante. Me emocionei de mais com a história de Ally.
E estou tão empolgada com a série que comecei o terceiro volume antes de postar esta resenha. Rs.
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Mariane 04/03/2019

A Irmã da tempestade é o segundo livro de uma série de sete (seis, ou mais?) livros. A história se desenrola após a morte de Pa Salt (pai adotivo), quando todas as seis irmãs se reúnem (se é que ele morreu mesmo, tenho minhas dúvidas). Cada uma das seis irmãs foi adotada de um lugar do mundo, cada uma tem sua história. Pa Salt deixa uma pista para cada filha, caso elas queiram ir em buscar de sua história real. Sim, são seis irmãs. A sétima irmã (o que faria jus ao próprio título do livro) não foi adotada pois não foi encontrada a criança certa de acordo com as sete irmãs mitológicas (Plêiades). Esta é a história de Ally, uma velejadora profissional que vê sua vida se transformar em decorrência da morte de duas pessoas que ama.
Lucinda é uma escritora incrível que envolve passado e presente de uma forma maravilhosa. O fim de seus livros nunca é previsível. Mas atenção: depois que você ler algum livro dela, você ficará exigente!
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Alessandra @leituraromancecafe 25/02/2019

A Irmã da Tempestade - Lucinda Riley
Resenhando | A irmã da Tempestade

Agora, vamos mergulhar no segundo livro dessa série incrível, que é de causar arrepios (não de medo, mas devido às muitas emoções descritas em cada história da família D’Aplièse).


A garota da vez é Ally, uma mulher forte, sucinta, determinada; poderia afirmar que é a líder dessa irmandade. Apaixonada pelo mar, a jovem seguiu a mesma profissão do pai, sem deixar de lado sua grande paixão eterna, a música.

Acontece que até os mais fortes têm o seu ponto frágil, e diante da morte do pai, o mundo dela desaba (literalmente).

Uma vez de volta ao lar, Ally se vê em circunstâncias inimagináveis, a carta destinada a ela pelo pai é deixada de lado. O que Ally pede é apenas um colo, por isso vai à busca de Theo; infelizmente, sem poder prever o quanto ainda teria de ser forte. Esse é um dos pontos críticos do livro, na minha opinião.

Enredado pela história, você persiste devorando as páginas diante das reviravoltas, que em muitas vezes te alegram, mas também te deixam indignado. Então se prepare, não é a toa que esse livro hoje está nas prateleiras dos mais vendidos.

Ally é um exemplo de força e superação. Muitos leitores certamente poderão se identificar com essa história. Afinal, a vida é cheia de boas e más surpresas, infortúnios que, querendo ou não, a nós é imposto muitas vezes com um enredo inesperado. Quando menos imaginamos somos arrastados da tão agradável zona de conforto e quase sem forças simplesmente desabamos no chão.
Mas como o próprio livro diz:

“Em momentos de fraquezas, você irá encontrar a sua maior força.”

Depois das ondas terríveis, Ally decide embarcar para Noruega. E é lá que vamos conhecer um pouco de seu passado. Entrar na vida de Anna Landvik, uma camponesa que vivia de modo um tanto simplório em Heddal.

Dona de uma voz única e um talento nato, a jovem é descoberta por Herr Bayer em uma fazenda, cantando para as vacas. Em busca de algo melhor, ela segue com ele para Cristianina (um tipo de escola de música). Com pouco tempo de estudo, ela é escolhida para fazer voz em uma peça (Ibsem, de Peer Gynt), mas com um porém: sua grande apresentação seria atrás das cortinas, emprestando a voz para outra mulher.
E não dá outra, Anna conquista das coxias toda a platéia, e lentamente seu talento ganha renome.

Fazendo agora um apanhado do livro em geral; com Anna, de certo modo, descobrimos de onde veio toda a força de Ally, afinal ela teve a quem puxar. Uma jovem camponesa que humildemente aceitou um papel, de certo modo injusto. Com força e determinação aos poucos conseguiu ganhar fama e se transformar em uma grande cantora de sucesso. No final do livro, você percebe que ambas são fortes sobreviventes, como eu e você.

Bem, para mim que já havia lido A Garota Italiana também de Lucinda, não teve como evitar certa comparação e semelhança nas personagens.

O drama continua presente, e com muito carinho o romance e o suspense não ficam de lado. O livro é viciante, arrisco dizer que melhor que As Sete Irmãs, acredite. Por algum motivo os personagens fortes são os que mais me conquistam.
Nesse romance de Lucinda Riley, nos deparamos com uma beleza única. Narrado também em primeira e terceira pessoa por Ally, somos transportados de modo gentil ao passado. E com isso nadamos de braçadas no país da vez, a Noruega.

Quanto à capa e à diagramação, a Arqueiro continua fazendo com excelência o que sabe fazer de melhor: trazer aos leitores as melhores experiências tatuadas nas páginas da melhor forma possível.

Quer um conselho? Mergulhe nessa leitura antes que saia a série nas telinhas.


site: https://www.leituraromancecafe.com/
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Giovanna da Rosa 19/02/2019

Bom!
Sobre este segundo livro da série das sete irmãs de Lucinda Riley para mim não foi o melhor,achei a história do passado de Ally muito triste e não me tocou muito. Não deixa de ser um livro bom para ler e de se impressionar com o cenário da Noruega e toda essa cultura musical que carrega os ancestrais de Ally.
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Lunii 17/02/2019

Legal, mas nada fora de normal
Estamos no segundo livro da série das irmãs criada pela Lucinda Riley, que eu particularmente gosto, mas que vejo que não é nada tão surpreendente.
Dessa vez a personagem é levada para a Noruega e lá vai descobrindo aos poucos sobre o seu passado.

Desse eu livro eu gostei menos que o primeiro e isso é por vários fatores.
Primeiramente é pela forma que a autora vai contando o passado e o presente, no livro anterior era por cartas e dessa forma a leitura ficava mais emocionante. Nesse a personagem simplesmente lê um livro e ficamos metade da leitura sem ter notícias da personagem Ally. Não que a segunda história seja ruim, mas não é algo emocionante e cativante como a do primeiro livro. A Anna é uma personagem bem interessante, mas o restante... péssimos.
A segunda coisa foi simplesmente o fato de que tudo no livro é extremamente previsível e recheado de clichês chatos que todo mundo já viu. A autora vai deixando rastros enormes do que vai acontecer no futuro do livro.
O livro é cheios de momentos ruins para momentos até legais.
O final é até bom, mas confesso que esperava algo mais desse livro, já que tinha gostado bastante do primeiro livro.
Portanto, vou continuar ler a série e espero me surpreender com a Lucinda.

Uma coisa legal do livro é que ele me fez buscar as músicas clássicas de Grieg e de outros músicos,sem contar o fato de que conta histórias de países que normalmente não vemos muito na literatura atual. E isso, pra mim, é um dos fatores que contribuem para essa série ser bem legal.
Fernando Lafaiete 17/02/2019minha estante
Parabéns pela resenha!! Adoro resenhas sinceras, onde o leitor não tem medo de expor pontos negativos da obra. Rezo por mais resenhas assim... com sinceridades e menos mi mi mis. Rrsrs




Paola Carpinelli 26/01/2019

A Irmã da Tempestade - Ally D?Aplièse
Aquele livro que tem mais surpresas do que se poderia imaginar!?
Ally é velejadora, ama o mar! Sofrendo uma perda imensa, já logo no começo do livro, ela resolve voltar para Atlantis, onde receberá conforto e carinho! Até que decide ir atrás do seu passado, com um sapo em miniatura e suas coordenadas indicando a Noruega! ?
Nossa velejadora vai atrás de suas origens, que tem a ver com o seu talento que havia sido deixado um pouco de lado, o de flautista! Seu passado está totalmente ligado ao mundo da música, palcos e cantores.?? E no seu presente, ela recebe muitas notícias maravilhosas, que ela jamais pensaria! E sua grande perda no começo, deixa para ela um ?presente? que ela nem poderia imaginar!!!?
Só lendo para poder descobrir todos os encantos que a Lucinda Riley reservou para nós, no segundo livro da série As Sete Irmãs! ????
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Gih 10/01/2019

A Irmã da Tempestade
Eu amo a escrita da Lucinda Riley, ela com certeza é a responsável por me fazer gostar de livros de romance e o primeiro contato que tive com a autora foi através da série As Sete Irmãs. Ela tem um talento especial para criar histórias emocionantes, com personagens profundos, carismáticos e completamente apaixonantes. Nesse segundo livro conhecemos a história de Ally, a segunda irmã D'Aplièse e sua busca por suas origens.

A história de Ally começa nos mostrando a realidade da personagem antes de saber da morte de seu pai. Ally é uma velejadora completamente apaixonada pelo o que faz e que luta todos os dias para provar seu lugar nesse ramo que é na maior parte dominado pelos homens. Num evento de comemoração após uma competição ela conhece o capitão Theo Falys-Kings, que, impressionado com suas habilidades, a convida para participar de sua equipe numa importante regata.

Durante todo o início do livro acompanhamos a história de Ally e Theo, descobrimos como se apaixonaram e desenvolveram um relacionamento muito profundo. Ao longo desse tempo conhecemos melhor a protagonista, seus objetivos, sua personalidade e também sua relação com Pa Salt, que ensinou a ela sua paixão pelo mar. Ally e seu pai tinham uma ligação muito forte por terem muitas coisas em comum e por isso a morte dele representa um choque terrível para ela.

Depois de receber a notícia de sua morte, Ally embarca para Atlantis, a casa da família na Suíça, para se encontrar com sua irmãs. Essa parte da história já foi tratada no primeiro livro da série, mas agora vemos esse encontro pela perspectiva de Ally, que é muito diferenciada. Vemos sua reação ao receber o envelope de Pa Salt e sua forma de lidar com o luto e com as informações que lhe foram dadas para que ela fosse em busca de seu passado. No início Ally fica dividida e indecisa, mas várias surpresas e uma grande tragédia vão fazer com que ela tome a decisão de viajar para a Noruega, o lugar onde, de acordo com Pa Salt, sua história começou, e onde ela deve pesquisar a história da cantora Anna Landvik.

Esse é com certeza um dos meus livros preferidos dessa série. Ally é a mais forte das irmãs e a mais corajosa. Mais uma vez Lucinda Riley conseguiu intercalar o passado com o presente na história com perfeição e sua escrita flui tão bem que você nem percebe as páginas passando, mesmo o livro sendo bem grandinho.

Se você gostou de As Sete Irmãs, então com certeza vai amar essa continuação e todas as que vem depois. A história de Ally é a mais emocionante e bem escrita da série e nesse livro a autora continua a dar pistas, muito sutilmente, sobre todo o mistério por trás da morte de Pa Salt. Em novembro foi lançado o quinto livro da série, A Irmã da Lua, que é minha leitura atual e eu também estou amando. Se você gosta desse estilo de livro ou já leu algo da Lucinda Riley e curtiu, então vai adorar A Irmã da Tempestade.

site: https://guardiadeinspiracoes.blogspot.com/2019/01/resenha-irma-da-lua-lucinda-riley.html
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ritita 28/11/2018

Decepcionante
A história é fictícia, mas não precisava ser tão fantasiosa, além disso a tradução de Fernanda Abreu* é da pior qualidade e a revisão de Clarissa Peixoto / Raphani Margiotta** é pior que muito ruim.

Eu não sou tão chata assim para leituras, mas como a história é muito arrastada, erros crassos acabaram me incomodando e tirando a graça da leitura.

Vejamos:

a) mulheres em todo o tempo que discorre a história - de 1875 a 2007 não conhecem os sintomas de gravidez. Oi?

b) trechos inteiros onde foi usado copiar e colar, e a boboca aqui teve que voltar na história para confirmar. Ooi?

c) dizer que o sujeito não conhece algarismos romanos porque não estudou latim? Oooi?

d) O pai de um dos personagens beira os 70 anos e cresceu nos anos 60? Valha-me Nosinhora da matemática!

* Não tenho o hábito de querer saber quem traduziu, mas a coisa é tão descaradamente rasteira que fui procurar.
** Idem, idem

Não fosse isto (e é muita coisa), não fosse a história repetitiva e com excesso de diálogos absolutamente dispensáveis, talvez - eu disse talvez, eu desse nota 4, mas levou apenas 3.

Não vale a fama.
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Ana Ira! 25/11/2018

A Irmã da Tempestade é o segundo volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo a sétima irmã não tendo sido encontrada - e é aí que vem minhas especulações, aguarde até o final da resenha!

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Em A Irmã da Tespestade conhecemos a segunda mais velha, Alcione, ou como é mais conhecida, Ally, uma grande velejadora e flautista. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope).

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

A história da Ally me impactou muito mais do o terceiro livro A Irmã da Sombra, que li no começo do mês. A Ally é uma mulher sucinta, prática e decidida. Sempre amou tocar vários instrumentos, principalmente a flauta, mas como amava velejar e seu pai era marinheiro, ela acabou escolhendo ser velejadora como profissão.

Ally começa a namorar Theo, seu novo chefe de vela, que é um homem muito organizado, gentil e competidor. O namoro nasce rápido e os dois são lindos juntos, apesar de que a notícia da morte do pai a pega de surpresa e a faz se sentir culpada por ter estado viajando com o Theo no dia em que ele faleceu.

Ao voltar para casa e receber a carta, um livro e o patinho de borracha que Pa Salt lhe deixou, Ally ainda está muito triste e abalada e não pensa em buscar por sua família biológica, mas sim, em correr para os braços e o conforto de Theo. O que ela não esperava é que um furacão estava à sua espera...

Esse foi um dos livros mais tensos que já li. Apesar de não ter aquela tensão que nos dá medo de continuar a leitura, Ally passa por um mar tão revolto, que olha, tive que virar duas noites lendo, porque eu simplesmente não conseguia abandoná-la! E o livro inteiro nos presenteia com diversas reviravoltas, umas boas, outras nem tanto, mas todas provando que nós somos mais fortes do que imaginamos...

Ally ao decorrer da obra passará por provações e perdas inestimáveis. Coisas novas vem, outras vão, mas ela teve que continuar. E foram tantos segredos e descobertas que eu não sei como ela teve saúde pra aguentar tudo não.

Com essas surpresas, Ally resolve seguir os passos que Pa Salt deixou e ir à Noruega, onde ela encontraria respostas sobre seu passado.

Na narrativa do passado, conhecemos a camponesa Anna Landvik, uma jovem pobre que canta como um anjo na igreja, e um professor famoso da cidade após ouvir falar dela, vai até sua casa para tentar conseguir a permissão de seus pais, para que a moça seja treinada e vire uma cantora na cidade grande.

Anna teme à princípio, porém, seu maior sonho é cantar profissionalmente, e ela vai, com medo e dúvidas, pronta para tentar.

Anna vai descobrir um novo mundo, sendo cantora de ópera e de teatro. Ela faz sucesso instantâneo, e é cercada por muitas pessoas que se dizem admiradoras de seu trabalho, embora nem todas, a admirem de verdade...

A Anna foi uma das minhas personagens mais querida, adorei ela, no começo, entretanto, porque depois ela começa a fazer algumas escolhas beeeeem erradas, jogando tudo pro alto, que me decepcionaram bastante! rsrsrs

Ao conhecer um dos músicos do trabalho, Jens, Anna acaba se apaixonando e tendo sua vida virada de cabeça pra baixo.

O Jens é um estúpido! O tipo de homem tranqueira, já conhecido, embora a coitada da Anna o ame e acredite nele. É aí que muita coisa ruim acontece com ela, e mais e mais reviravoltas.

Eu gostei muito da Anna, apesar dela ter feito escolhas ruins e, a meu ver, erradas, achei ela muito simpática, talentosa e batalhadora. Ela tem um papel fundamental na história e a ligação dela com a Ally é incrível!

Voltando à Ally...
Gente, eu adorei todas as reviravoltas, as atitudes e a compreensão da Ally, ela sofreu muito mesmo, e não deixou a peteca cair, seguiu em frente e o final foi lindo e muito fofo! Adorei tudo o que ela "reencontra" na Noruega, que é por sinal, um país que eu não conhecia bem, e achei bem da hora, ainda mais por ser tão "musical". Isso é o que eu mais gosto nos livros da tia Lu, ela sempre mescla passado com presente, interligando-os através de culturas diferentes, países distintos que são unidos sempre pela dor e pelo amor! Maravilhoso!

Mais uma vez a Lucinda fala sobre a Segunda Guerra Mundial, em especial sobre a perseguição aos judeus, e foi outra parte que me tocou muito!

Pra quem, assim como eu, adora ler sobre outros países, leia a série As Sete Irmãs que vocês vão amar!

Falta pra eu ler da série os livros As Sete Irmãs #1 e A Irmã da Pérola #4, provavelmente só terminarei em Dezembro e assim que o fizer, resenho aqui pra vocês!
O quinto livro foi lançado dia 12 desse mês, A Irmã da Lua #5, porém, devido ao preço altíssimo não comprarei esse ano, não! kkkkkk
O sexto e o sétimo devem sair nos próximos anos, geralmente são lançados um por ano.

E como eu disse no começo da resenha, trago especulações (NÃO É SPOILER, é só minha opinião): eu acho que o Pa Salt não morreu e que a sétima irmã, a Mérope, está viva e tem um passado todo especial. Por que acho isso? Porque são sete livros mesmo que serão lançados, e porque, bem, só lendo você saberá... tem alguns detalhes, algumas coisas que vão acontecendo que dão a perceber que o Pa Salt não é bem o que a gente achava que era... E aí, será? O que vocês acham?

site: https://elvisgatao.blogspot.com/2018/11/resenha-irma-da-tempestade-lucinda.html
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Carol.Cuofano 31/10/2018

Lucinda Riley é ótima
Mais uma leitura concluída. E mais uma vez eu indico a leitura de Lucinda Riley.
Aqui acompanhamos a jornada de descoberta das origens da segunda irmã Ally. A narrativa é deliciosa e nos leva para lugares lindos e incríveis.
A autora já aproveita e deixa alguns ganchos sutis para as histórias das próximas irmãs e um gancho nada sutil para a leitura do terceiro livro.
Confesso que enrolei um pouco para terminar pois não queria me despedir de Ally.
Livro gostoso, leve e encantador.
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Jamile.Baliza 26/07/2018

Maravilhoso!
Lucinda a cada livro, me faz vivenciar por lugares e épocas tão inatingíveis, me faz sonhar, prender o ar. Livro perfeito!
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Carla 13/07/2018

"A vida só nos dá aquilo que somos capazes de aguentar"
Esse é o segundo volume da série As sete irmãs e conta a história de Ally em busca da sua origem.
Ally, assim como suas irmãs, acabou de perder o pai adotivo que amava muito, mas também após esse grande sofrimento de perder alguém que ela amava muito ela sofre uma outra grande tragédia. Com tanta dor e em tão pouco tempo ela então resolve embarcar na aventura que Pa Salt deixou para ela e suas irmãs, a de ir em busca de suas origens e de respostas para as suas perguntas.

"Não é incrível como nossas vidas podem virar de cabeça para baixo em questão de horas?"

Nesse segundo volume, Lucinda nos faz viajar pela Noruega e aborda uma temática musical e teatral. Além da trama das descobertas de Ally nós conhecemos muito da história musical local, assim como seus lugares turísticos. Sinceramente essa é uma das melhores partes das histórias dessa autora. Ela nos mostra um conteúdo a somar para nossas vidas, mostra que se preocupa em fazer pesquisas antes de construir a sua narrativa. Ela faz referências a grandes nomes da música, da literatura e do teatro e nos faz desejar conhecer mais do que se é mostrado.

A escrita da autora é uma escrita fácil, mas ao mesmo tempo, lenta. Durante a leitura tinha a impressão de ler muito, mas na verdade li bem pouquinho. Acredito que seja pelo empenho dela em deixar o leitor ser levado diretamente para onde está sendo narrado a história. Talvez seja a intenção da autora simplesmente fazer do leitor um personagem. Com certeza a minha experiência de leitura foi essa, me senti todo tempo imersa na história, porque ela é muito bem detalhada e muito descritiva. Para quem já leu outras resenhas minhas talvez saiba que eu amo escritas detalhadas, para que eu entenda o mundo e me sinta interessada em viver aquilo ali. Uma experiência profunda com a história, sabe?
Eu sempre tendo a tirar uma ou outra estrelinha dessas histórias por conta da velocidade da leitura, porque as vezes é muito lenta e no início me incomoda muito! Mas no decorrer da história você vai se apegando aos personagens e ao lugar que você simplesmente esquece da velocidade da história.

"E, por mais que os outros nos amem, ninguém pode nos salvar de nós mesmos, não é?"

Uma coisa muito engraçada na minha experiência em ler Lucinda é que quando eu estou muito apegada a história ela acaba e daí eu fico louca para o próximo volume! Quando pego o próximo volume custo a engatar na leitura hahahaha. Mas normalmente gosto muito do conjunto da obra.

Ally é uma personagem muito única. Na verdade, os personagens de Lucinda são. Ela é a segunda irmã e foi muito bem escrito e muito bem descrita também. Ao longo da história você vai conhecendo a personalidade dessa personagem e de tempos em tempos você descobre mais uma coisa legal a respeito de sua personalidade. Achei ela amável, daquelas pessoas que você seria amiga, sabe? Eu seria amiga de Ally, ela é simples, humilde, sensível e muuuuuito simpática. E ela cresce e amadurece no desenrolar e eu gosto muito disso, de ver os personagens se desenvolverem, abrir a mente e se transformar de dentro para fora.

"Começara a perceber que, a menos que tenha sofrido na pele uma perda e uma dor tão profunda, era impossível compreender de verdade alguém que passasse por aquela situação"

Como de costume nessa série, a gente, leitor, viaja em uma outra época para conhecer a origem de cada irmã. Dessa vez conhecemos Anna e Jens. São dois personagens superinteressantes, com uma história até clichê, porém diferente. Anna mor na roça e a sua voz é descoberta e ela é levada para a cidade, onde ela começa a viver luxuosamente e desenvolver a sua arte, que é a música. Apesar de estar vivendo uma realidade totalmente diferente da sua, Anna não muda a sua essência. Ela continua com a inocência da garota da roça. Já Jens tem tudo que o dinheiro pode lhe proporcionar e é herdeiro de um grande nome na sociedade e um grande legado. Mas sua paixão é a música. Em certo momento eles se encontram e a história se desenrola e vemos muitas gerações dessa família.

Enfim, eu amo a construção impecável que Lucinda faz nas suas histórias. Me envolve e no fim sempre fico apaixonada e querendo mais. As histórias são lentas sim, mas eu indico se você gosta de histórias bem construídas, de conhecer novos cenários, novas culturas e agregar coisas interessantes na sua vida.

"A música é o amor à procura de uma voz"

site: www.sharingbooks.com.br/ @sharingbooks2
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Virgílio César 08/06/2018

Comentei na resenha do volume 1 que os 15% iniciais eram muito chatos. Neste ocorre o mesmo problema mas com o agravante de ser um repeteco do primeiro. Depois fica bom, mas a quantidade de gerações desta vez quebra um pouco o ritmo do livro.
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