A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


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Thila 07/11/2015

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força"
Resenha publicada no blog Nunca Desnorteados

Já inicio essa resenha com um enorme pedido de desculpas porque, quando o assunto é Lucinda Riley, eu não consigo me controlar! Meu coração vai à mil e é simplesmente impossível não dar uns pequenos 'chiliques' enquanto eu descrevo essa história MA-RA-VI-LHO-SA! Falando abertamente, não existem palavras que descrevam a emoção que eu sinto antes de iniciar a leitura de um livro da autora; ou durante a leitura, onde eu solto alguns gritos e xingamentos loucos em qualquer lugar que eu esteja; e depois da leitura quando aquela reflexão bate. Tentarei a partir desse momento ser o mais imparcial e dar o mínimo de spoilers possíveis. Disse que tentarei...

Lucinda terminou o primeiro livro, 'As Sete Irmãs', exatamente quando Ally pega o telefone e tem a impressão de ter escutado a voz de seu amado pai, Pa Salt, que está morto (preciso falar que acredito imensamente que ele ainda está vivo). Agora a pergunta é: Ela começa o segundo livro a partir desse exato momento? É claro que não. Estamos falando de Lucinda Riley e ela nunca entrega o jogo assim tão facilmente.

O livro começa com Ally, a segunda irmã mais velha, um pouco antes de receber a notícia que seu pai está morto. Então, por volta das primeiras 140 páginas, Lucinda descreve a vida dessa irmã, onde descobrimos que ela é uma velejadora profissional e que seu grande talento como flautista foi deixado de lado devido sua atual profissão. Logo depois, todo aquele começo do primeiro livro, onde todas as irmãs voltam para Atlantis, recebem as cartas e as coordenadas sobre o seu passado, é narrado novamente, porém na visão de Ally é claro. As pistas que ela recebeu foi um pequeno amuleto em formato de sapo, suas coordenadas correspondiam à Noruega e a frase escrita na esfera armilar era: "Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força".

Diferente de Maia, Ally não parte rumo ao seu país de origem para descobrir suas verdadeiras linhagens logo de cara, ela primeiramente volta para Londres, onde poderia ficar nos braços do amor de sua vida, Theo, e em alguns dias, participar de uma importante regata juntamente com ele e o restante da equipe. Após sofrer, o que eu posso resumir como um 'choque tremendo', para não dar spoilers , Ally parte para a Noruega para investigar o seu passado.

Quando somos levados para esse passado, conhecemos Anna, uma camponesa que levava uma vida bastante simples em Heddal cumprindo suas tarefas na fazenda e cantando para as vacas. Sua vida muda completamente quando Herr Bayer descobre o seu talento e oferece uma oportunidade única de virar a sua protegida e estudar música. Com certa relutância e cheia de incertezas, Anna parte para Cristianina com a missão de se tornar uma cantora de renome.

Após alguns meses de estudo, uma oportunidade única aparace para ela: interpretar as canções de Grieg para a famosa obra de Ibsen, Peer Gynt, no papel de Solveig. Entretanto, para a sua surpresa, ela faria somente a voz da protagonista pois a atriz contratada para interpretar o papel principal já havia sido escalada. Ela não pisaria no palco mais famoso da Noruega. Ficaria só nas coxias, em anonimato. Algumas pessoas do elenco e da orquestra não faziam a mínima ideia de quem era aquela voz tão pura e única, o que desperta um certo interesse, principalmente em Jens, conhecido como 'O Canalha', que está disposto a descobrir quem era a dona daquela voz incrível.

"Ela é uma voz fantasma. Ninguém faz ideia de quem ela seja"

Qual a relação da vida de Anna e Jens com a de Ally? Só lendo você vai descobrir, maaaas já posso revelar que os personagens sofrem tantas reviravoltas que eu fui, literalmente, à loucura muitas vezes. Preparem os corações porque muitas lágrimas, pelo menos no meu caso, rolaram.

O que eu mais adoro nos livros da Lucinda são justamente essas viagens entre presente e passado e as conexões tão bem amarradas que a autora vai revelando aos poucos, ou melhor... muita coisa é revelada apenas nas ultimas 50 páginas, deixando qualquer leitor apavorado imaginando se ela conseguirá descrever tudo que falta em poucas páginas. Para a minha alegria, mais uma vez ela revela os grandes segredos com maestria, originalidade e muita habilidade.

Os seus personagens são tão bem moldados com os seus talentos, defeitos e particularidades que é impossível não acreditar que eles não sejam reais. Confesso que o livro, principalmente a história narrada no passado, me lembrou um pouco o livro 'The Italian Girl' e 'Hidden Beauty', o que foi super positivo para mim, já que amo Hidden Beauty incondicionalmente.

Como no primeiro livro, o ultimo capítulo é narrado na visão da próxima irmã, nesse caso, começamos a conhecer Estrela (Star) e, se você ficou 'sem chão' com o final de 'As Sete Irmãs', se prepare psicologicamente para mais esse, porque eu levei o famoso 'tapa na cara a la Riley' com esse final.

Agora é esperar mais um ano para o próximo livro e mais 5, para o final.
Já estou sofrendo por antecedência.

Leiam, leiam, leiam!

Não conhece nenhum dos livros citados acima!? Corra lá no blog e leia as nossas resenhas

site: http://nuncadesnorteados.blogspot.com.br/2015/11/resenha-filha-da-tempestade.html#more
Santoni 08/11/2015minha estante


Eliane Maria 02/12/2015minha estante
Amei a sua resenha.
Também sou fã de Lucinda, me identifico demais com a narrativa dela.




Eliane Maria 02/12/2015

O que eu achei do romance.
Achei fantástica a ideia de Lucinda, começar o romance dando uma recapitulada no corpo central da estória, mas na visão de Ally.
O que torna fácil para quem não leu o primeiro volume conseguir perfeitamente acompanhar a saga.
Nota-se claramente pela riqueza de detalhes, que houve uma pesquisa minuciosa para a construção desse livro.
Amei aprender hobby novos, fui diversas vezes pesquisar sobre os mesmos.
E literalmente embarquei nessa viagem junto com Ally para descobrir o seu passado através das pistas que Pa Salt deixou.
Os lugares por onde Ally passa, são magníficos. Lucinda descreve com maestria esses lugares.
Eu que sou apaixonada por viajar, consegui visualizar mentalmente essas paisagens.
Romance recheado de paixão, desencontro, tragédia, alegria, desapontamento, renúncia, perseverança, reviravolta, esperança, amor, amizade, companheirismo e etc.
Sem contar que é uma característica de Lucinda, nos brindar com uma estória dentro de outra estória, tudo bem interligado.
Tanto o passado, quanto o presente eu amei a narrativa. E dentro da minha mente ao término do romance eu fiquei horas, imaginando o futuro daqueles personagens.
Para mim esse romance foi pura emoção, me peguei chorando, decepcionada, alegre, assustada, surpresa e agradecida a Deus por ter uma autora tão talentosa no meio de nós.
E eu ter a oportunidade de ler os livros dela.
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Mariana Mortani 10/02/2016

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força"
Lucinda Riley é uma autora e uma pessoa que gosto muito. No ano passado, quando tive a oportunidade de mediar o lançamento de As Sete Irmãs aqui no Rio de Janeiro, fiquei muito feliz em ter mais contato com a autora depois disso e conhecer mais dela. A proposta dessa nova série me agradou muito e, desde que li o livro anterior, mal podia esperar por A Irmã da Tempestade.

"- Chega de se esconder - disse Maia, erguendo o copo. - Mesmo se não der certo, pelo menos eu vou ter tentado.
- Chega de se esconder - falei, sorrindo, e brindei com ela."

A sinopse do livro já dá todos os detalhes que eu daria para vocês nesse primeiro parágrafo, mas, para quem não sabe, em As Sete Irmãs conhecemos, em especial, Maia, a filha mais velha de Pa Salt, um homem que adotou sete meninas de diferentes lugares. Antes de morrer, ele deixou pistas sobre origem de cada uma das filhas em cartas para que elas fosse, ou não, em busca de suas famílias biológicas. Depois de acompanhar a viagem de Maia até o Rio de Janeiro, é a vez de conhecermos e viajarmos com Ally, a segunda filha mais velha de Pa Salt - e que herdou seu amor pelo mar -, uma velejadora profissional que deixou o talento como flautista de lado por conta da atual profissão.

"Aquela carta era seu passaporte para o futuro."

Uma das coisas que mais gosto no estilo de Lucinda Riley é a maneira como ela não facilita as coisas para os leitores. Ela não nos dá as respostas logo de cara, nem nos permite saber o que acontecerá em seguida - e não importa quantos livros você tenha lido da autora, sempre se surpreenderá. Uma prova disso é o fato de ela não começar o segundo livro de onde o anterior parou. Ela volta um pouco mais, nos permitindo saber quem é Ally realmente e o que esperar dela. Claro que isso nos deixa mais ansiosos para chegar até onde havíamos parado, porém cada página até aquele momento é muito valiosa.

Sim, acabamos tendo momentos repetidos do livro anterior, mas a narrativa em primeira pessoa da autora nos permite ter um novo ponto de vista sobre certos acontecimentos e agregar pensamentos e dúvidas sobre certos acontecimentos. Em um primeiro momento cheguei, sim, a me perguntar se ter mais ou menos 100 páginas com informações de antes da última cena do livro anterior valeriam a pena para o rendimento da leitura, mas Lucinda sempre sabe o que faz. Ela não deixa a desejar em enredo, narrativa nem construção de personagens, e acompanhar tudo isso é incrivelmente prazeroso.

Ally é uma personagem que me agradou ainda mais que Maia - e algo me diz que Lucinda fará os leitores gostarem mais de cada irmã para que nossos sentimentos em relação a série seja crescente. Todo o drama que a envolve e os altos e baixos de sua vida nos fazem querer estar a seu lado durante as novas descobertas não apenas acompanhando-a e, sim, cuidando. Ela nos permite diversas emoções ao longo da leitura, consegue nos envolver de verdade em seu passado e nos deixar imaginando como será seu futuro de algo em diante.

"Ela é uma voz fantasma. Ninguém faz ideia de quem ela seja"

É impressionante como podemos perceber todo o cuidado e pesquisa da autora para escrever seus livros. Os dois últimos, em especial. Ela consegue passar tanta segurança em suas palavras que nós realmente nos sentimos no local onde a protagonista está e conseguimos captar todo o clima que o envolve. Ally nos levará de Atlantis à Londres e, finalmente, à Noruega para conhecer toda a verdade sobre suas origens. Viajar para o passado e para o presente tornam a leitura ainda mais dinâmica e emocionante, uma vez que a autora nos deixa tão empolgados em diversas partes que é impossível não querer estar dentro do livro para conferir tudo ainda mais de perto. Eu queria comentar um pouco sobre alguns personagens (Anna e Jens, em especial), mas deixarei que vocês se envolvam por essa história sem saber, como eu não sabia, quem eles eram de verdade.

A Irmã da Tempestade conseguiu ser ainda melhor do que o volume anterior da série As Sete Irmãs e isso só reforça ainda mais a ideia de que Lucinda Riley é uma autora que vive se superando. Ally nos permite conhecer suas dúvidas, seus medos e suas emoções com a esperança de que com a ajuda do passado seu futuro consiga ter um só rumo, porém, o presente será cheio de altos e baixos.

site: http://www.magialiteraria.net/2015/12/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley.html
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Sandra 20/01/2016

07 - 20 janeiro 2016,maravilhoso
Segundo de sete, divino, leitura gostosa , envolvente.. Historias entrelaçadas, passado e presente. Tocante, comovente.
Adoreiiiiii
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Glaucia @blogmaisquelivros 26/02/2016

A Irmã da Tempestade é o segundo volume de uma série de sete livros intitulada “As sete irmãs” escrito pela autora Lucinda Riley. Eu particularmente ainda não tinha lido nenhum dos livros da autora e depois de me informar bastante, ficou claro que não haveria problemas iniciar minha descoberta acerca da escrita de Lucinda através desse livro.

Narrado em primeira pessoa, nesse volume conhecemos a história da velejadora Ally, segunda filha entre as sete irmãs adotadas por Pa Salt. Fascinada pela vida ao mar e por velejar, Ally nem imaginava que receberia ali no mar a notícia mais triste de sua vida - seu amado pai está morto. Desesperada e sem acreditar que nunca mais verá o pai, Ally volta para Atlantis em busca do consolo que apenas Ma e suas irmãs poderiam lhe oferecer nesse momento tão difícil.


Após a morte de Pa Salt, Ally e suas irmãs recebem uma carta e pistas que poderão leva-las a encontrar suas verdadeiras origens, afinal cada irmã parece ter sido encontrada em um país diferente. Sem motivos fortes que possam prendê-la em Atlantis, fora todas as lembranças de infância que a casa na qual cresceu trazem sobre ela e o pai, Ally parte para a Noruega em busca de encontrar respostas sobre o seu passado. Nessa jornada nossa protagonista encontra uma história fascinante que pode estar relacionada à sua, e quanto mais se aprofunda nessa história, mais Ally descobre que as aparências muitas vezes podem enganar e que nem tudo é o que parece ser.

Como eu nunca havia lido nada da Lucinda, sinceramente não sabia o que esperar desse livro, porém quando inicie a leitura me vi em uma jornada de descoberta junto a protagonista, e a cada pista que Ally encontrava tornava a leitura ainda mais eufórica e dinâmica. Dentro da história de Ally, ainda conhecemos a história de outros personagens que podem estar ligados a sua origem, dentre eles a história de Anna e Jens que foi a minha favorita. E é quando Ally mergulha na história de seus antepassados que as coisas começam a ficar ainda mais interessantes.

Nessa teia que envolve a história de Ally, Jens e Anna, descobrimos uma história de amor e descoberta ligadas por uma só paixão - a música. E Ally que havia largado a tempos sua paixão pela música para seguir sua paixão por velejar, descobre que talvez seja nessa ligação pela música que residem as respostas para tantas perguntas. Quem leu o livro provavelmente concordara que a história de Anna sem dúvida foi um dos pontos altos do livro, sinceramente eu queria saber mais detalhes sobre a vida dessa personagem.

Em relação a esse primeiro contato com a escrita da autora, só posso dizer que estou impressionada com a riqueza de detalhes em sua história. A narração da autora é tão segura que por vezes consegui captar exatamente tudo que era descrito nas cenas. Mas o mais impressionante é que eu que sempre fico entediada com histórias que viajam entre presente e passado, em momento algum tive essa sensação no decorrer do livro, pelo contrário, adorei embarcar nesse passado e conhecer ainda mais sobre os personagens que já não estavam ali para contar detalhes de suas histórias.

Durante o livro fiquei pensando em alguns acontecimentos relacionados à morte de Pa Salt e embora não tenha certeza, acho que o enigmático senhor que adotou todas essas meninas nomeando-as como a constelação das sete irmãs ainda trará muitas surpresas para os leitores. Mas isso é só uma opinião, rs.

Para aqueles que ainda não conhecem a escrita de Lucinda Riley, A Irmã da Tempestade é uma ótima oportunidade para se apaixonar e se encantar por essa autora.

site: http://www.maisquelivros.com/2016/02/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley_26.html
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maiaagnes 18/01/2018

incrivel
A irmã da tempestade é o segundo volume da série As sete irmãs o livro relata a história da segunda filha de Pa Salt, a Ally (Alcione) D’Apliése. Ela é conhecida entre suas irmãs como a “a líder”. Ally é uma grande velejadora profissional, ela participou de grandes competições de regata e possuí muita experiência. Ela herdou a paixão pela vela de Pa Salt, seu pai adotivo. Certa ocasião em que participava de um treinamento para uma competição, ela conhece Theo, o líder de sua equipe, após algum tempo os dois se apaixonam e iniciam um romance.
Tudo ia bem até o dia em que recebe a notícia da morte de seu pai. Pa Salt deixa pra cada uma das filhas uma pista sobre suas origens. A princípio Ally não sente motivada em descobrir seu passado, porém uma reviravolta faz com que ela busque uma forma de recomeçar sua vida.
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Nanda | @bluecandybooks 06/01/2018

Noruega e música!
Lucinda Riley realmente me conquistou nesse livro. No primeiro livro da série As Sete Irmãs, não consegui me identificar muito com a Maia e não me envolvi tanto com a história, mas, em a Irmã da Tempestade, ela capturou minha atenção e sentimentos. O livro fala sobre perda, superação, reencontros, família e amor.

Ally é a segunda irmã adotiva das 6. Ela foi a segunda a chegar e é uma espécie de líder delas. Com sua personalidade espontânea espírito esportivo, Ally Conquista todos por onde passa. Quando descobre que seu pai acabou de morrer subitamente, Ally está arrasada e tentando se encontrar, seu pai também deixou para ela e as irmãs pistas sobre seu passado, onde encontrar sua família e voltar suas origens. Ally não está disposta a embarcar nisso, então descarta a possibilidade de investigar seu passado. Ela está vivendo um romance inesquecível com seu capitão da Vela, Theo, que também está ajudando ela a superar sua perda. Mas tudo da errado no dia da regata que eles treinaram tanto e um acidente arruina todos os planos de Ally. Desolada e perdida, ela decide ir atras das pistas sobre seu passado e embarca para a Noruega que foi o destino marcado nas coordenadas. No início o que era apenas uma distração, acaba se tornando mais revelador e surpreendente do que Ally imaginava.

O livro é emocionante demais. Com o tema música em questão, nós conhecemos junto com Ally, a história de seus antepassados músicos e o porque dela ter essa musicalidade nas veias. A história intercala Entre o passado mostrando Anna e Jens, Pip e Karine, Felix e Martha até chegar em Ally.

Particularmente falando, eu amei a história de Anna e Jens, apesar de ter passado muita raiva, os capítulos deles tem momentos emocionantes e devastadores, eu não conseguia parar de ler. Os capítulos de Pip e Karine são intensos e impactantes, eu adorei também e me vi chorando no final. E o capítulo de Felix e Martha é muito triste.

A maneira como as coisas vão se encaixando e juntamente com Ally nós vamos descobrindo coisas e nos aventurando cada vez mais pela Noruega e Alemanha, quando menos esperamos o livro termina. Eu fiquei apaixonada de verdade, apesar da Lucinda ter partido meu coração incontáveis vezes durante a leitura kk mas pude tirar uma grande lição dessa história. Eu super hiper recomendo esse livro, mas antes é claro, você precisa ler o primeiro livro As Sete irmãs, apesar das histórias das irmãs serem independentes, mas elas se encontram em alguns momentos dos livros, então é importante você ler na ordem para tentar entender direitinho.

"No seu momento de fraqueza você vai encontrar sua maior força."
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Carol.Cuofano 31/10/2018

Lucinda Riley é ótima
Mais uma leitura concluída. E mais uma vez eu indico a leitura de Lucinda Riley.
Aqui acompanhamos a jornada de descoberta das origens da segunda irmã Ally. A narrativa é deliciosa e nos leva para lugares lindos e incríveis.
A autora já aproveita e deixa alguns ganchos sutis para as histórias das próximas irmãs e um gancho nada sutil para a leitura do terceiro livro.
Confesso que enrolei um pouco para terminar pois não queria me despedir de Ally.
Livro gostoso, leve e encantador.
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Ana Ira! 25/11/2018

A Irmã da Tempestade é o segundo volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo a sétima irmã não tendo sido encontrada - e é aí que vem minhas especulações, aguarde até o final da resenha!

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Em A Irmã da Tespestade conhecemos a segunda mais velha, Alcione, ou como é mais conhecida, Ally, uma grande velejadora e flautista. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope).

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

A história da Ally me impactou muito mais do o terceiro livro A Irmã da Sombra, que li no começo do mês. A Ally é uma mulher sucinta, prática e decidida. Sempre amou tocar vários instrumentos, principalmente a flauta, mas como amava velejar e seu pai era marinheiro, ela acabou escolhendo ser velejadora como profissão.

Ally começa a namorar Theo, seu novo chefe de vela, que é um homem muito organizado, gentil e competidor. O namoro nasce rápido e os dois são lindos juntos, apesar de que a notícia da morte do pai a pega de surpresa e a faz se sentir culpada por ter estado viajando com o Theo no dia em que ele faleceu.

Ao voltar para casa e receber a carta, um livro e o patinho de borracha que Pa Salt lhe deixou, Ally ainda está muito triste e abalada e não pensa em buscar por sua família biológica, mas sim, em correr para os braços e o conforto de Theo. O que ela não esperava é que um furacão estava à sua espera...

Esse foi um dos livros mais tensos que já li. Apesar de não ter aquela tensão que nos dá medo de continuar a leitura, Ally passa por um mar tão revolto, que olha, tive que virar duas noites lendo, porque eu simplesmente não conseguia abandoná-la! E o livro inteiro nos presenteia com diversas reviravoltas, umas boas, outras nem tanto, mas todas provando que nós somos mais fortes do que imaginamos...

Ally ao decorrer da obra passará por provações e perdas inestimáveis. Coisas novas vem, outras vão, mas ela teve que continuar. E foram tantos segredos e descobertas que eu não sei como ela teve saúde pra aguentar tudo não.

Com essas surpresas, Ally resolve seguir os passos que Pa Salt deixou e ir à Noruega, onde ela encontraria respostas sobre seu passado.

Na narrativa do passado, conhecemos a camponesa Anna Landvik, uma jovem pobre que canta como um anjo na igreja, e um professor famoso da cidade após ouvir falar dela, vai até sua casa para tentar conseguir a permissão de seus pais, para que a moça seja treinada e vire uma cantora na cidade grande.

Anna teme à princípio, porém, seu maior sonho é cantar profissionalmente, e ela vai, com medo e dúvidas, pronta para tentar.

Anna vai descobrir um novo mundo, sendo cantora de ópera e de teatro. Ela faz sucesso instantâneo, e é cercada por muitas pessoas que se dizem admiradoras de seu trabalho, embora nem todas, a admirem de verdade...

A Anna foi uma das minhas personagens mais querida, adorei ela, no começo, entretanto, porque depois ela começa a fazer algumas escolhas beeeeem erradas, jogando tudo pro alto, que me decepcionaram bastante! rsrsrs

Ao conhecer um dos músicos do trabalho, Jens, Anna acaba se apaixonando e tendo sua vida virada de cabeça pra baixo.

O Jens é um estúpido! O tipo de homem tranqueira, já conhecido, embora a coitada da Anna o ame e acredite nele. É aí que muita coisa ruim acontece com ela, e mais e mais reviravoltas.

Eu gostei muito da Anna, apesar dela ter feito escolhas ruins e, a meu ver, erradas, achei ela muito simpática, talentosa e batalhadora. Ela tem um papel fundamental na história e a ligação dela com a Ally é incrível!

Voltando à Ally...
Gente, eu adorei todas as reviravoltas, as atitudes e a compreensão da Ally, ela sofreu muito mesmo, e não deixou a peteca cair, seguiu em frente e o final foi lindo e muito fofo! Adorei tudo o que ela "reencontra" na Noruega, que é por sinal, um país que eu não conhecia bem, e achei bem da hora, ainda mais por ser tão "musical". Isso é o que eu mais gosto nos livros da tia Lu, ela sempre mescla passado com presente, interligando-os através de culturas diferentes, países distintos que são unidos sempre pela dor e pelo amor! Maravilhoso!

Mais uma vez a Lucinda fala sobre a Segunda Guerra Mundial, em especial sobre a perseguição aos judeus, e foi outra parte que me tocou muito!

Pra quem, assim como eu, adora ler sobre outros países, leia a série As Sete Irmãs que vocês vão amar!

Falta pra eu ler da série os livros As Sete Irmãs #1 e A Irmã da Pérola #4, provavelmente só terminarei em Dezembro e assim que o fizer, resenho aqui pra vocês!
O quinto livro foi lançado dia 12 desse mês, A Irmã da Lua #5, porém, devido ao preço altíssimo não comprarei esse ano, não! kkkkkk
O sexto e o sétimo devem sair nos próximos anos, geralmente são lançados um por ano.

E como eu disse no começo da resenha, trago especulações (NÃO É SPOILER, é só minha opinião): eu acho que o Pa Salt não morreu e que a sétima irmã, a Mérope, está viva e tem um passado todo especial. Por que acho isso? Porque são sete livros mesmo que serão lançados, e porque, bem, só lendo você saberá... tem alguns detalhes, algumas coisas que vão acontecendo que dão a perceber que o Pa Salt não é bem o que a gente achava que era... E aí, será? O que vocês acham?

site: https://elvisgatao.blogspot.com/2018/11/resenha-irma-da-tempestade-lucinda.html
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LOHS 23/07/2017

Um romance completo
Aprendemos com a incrível história de Maia que cada momento é precioso! E que não devemos deixar o medo guiar nossas escolhas. Por isso, depois de nos aventurarmos pelo passado de Maia no Rio de Janeiro, embarcaremos na emocionante história de Ally.

"- Chega de se esconder. Mesmo se não der certo, pelo menos eu vou ter tentado.
- Chega de se esconder." Maia e Ally, p. 100

Se te uma coisa que eu prezo é cronologia. Ally e Mais cruzam caminhos mais de uma vez, tanto no começo quanto no final de As Sete Irmãs. Isso se repete em A Irmã da Tempestade. A história de Ally "começa" para valer com a conclusão da história de Maia, três semanas depois de ela ter se redescoberto com Floriano e ter partido de mala e cuia para o Rio atrás do escritor!

Com o epílogo desnorteador de Ally no primeiro volume (p. 474), mais perguntas a respeito da origem das irmãs e de quem foi Pa Salt são levantadas. E você acha que isso é a primeira coisa que encontrará no segundo livro da série?! Nop. As 100 primeiras páginas são dedicadas a uma introdução à vida de Ally.

Alcíone é a segunda irmã mais velha. A líder, aquela com quem Pa Salt dividiu a paixão pelos mares. Hoje, com uma carreira de sucesso, Ally participa de competições e acaba de cruzar caminhos com Theo, um famoso capitão no círculo das regatas. Um convite para fazer parte da equipe dele é feito e "Quem, em sã consciência, recusaria um convite para trabalhar com o cara atualmente conhecido como 'Rei dos Mares'?" Ally, p. 13 Depois de algum tempo trabalhando juntos, os dois passam a se enxergar como mais que colegas. Um final de semana, isolados do resto do mundo no Mar Egeu foi onde o relacionamento dos dois começou e onde tudo mudou: Ally recebe a notícia de que seu pai faleceu e parte para Atlantis, encontrar suas irmãs.

Ally recebe uma carta, um souvenir, coordenadas e uma frase motivacional assim como todas as outras cinco. No entanto, a busca dela pode ser maior do que pelo seu passado.

"- Se nosso sobrenome era um anagrama criado por Pa Por causa de sua obsessão com as estrelas e a mitologia das Sere Irmãs, então quem éramos nós?
E, mais importante ainda: quem ele tinha sido?
A terrível verdade era que agora eu jamais poderia descobrir." Ally, p. 89

Diferentemente de Maia, ela só escolhe encarar sua jornada para o passado depois que sua vida sofre uma segunda reviravolta (que eu, sinceramente, achei ridícula). Sem a perspectiva de um futuro, torna-se fácil explorar o passado. E faremos isso com um livro que Pa Salt deixou para Ally, "Grieg, Solveig e eu", de um autor norueguês. E com isso, somos apresentadas ao segundo romance dentro do livro: a história de Anna, uma famosa cantora norueguesa, que - de alguma forma - é uma ancestral de Ally.

"O único momento em que sentir ter algum valor era quando estava cantando." Anna, p. 146

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força."

E é aí que as coisas começam a acontecer! Anna vive uma vida simples com uma família simples em 1875. Sua vida parece que não precisará seguir o caminho que seus pais desejavam, forçar um casamento, por conta da chegada de Herr Bayer, pianista e professor de música. Ele foi atrás da melhor voz para representar a cultura norueguesa e encontrou Anna. Ele a apadrinha e ambos parte para Christiania, cidade em que Anna descobrirá que o mundo é muito maior e muito mais perigoso do que ela poderia imaginar.

"- Mas eu até hoje só cantei para vacas.
- Então imagine que eu sou sua vaca preferida, e que está me chamando de volta para casa." Anna e Herr Bayer, p. 154

Algumas coisas não são tão preto no branco e essa oportunidade para uma garota do interior não viria sem algum tipo de jogada. Anna e Jens, outro personagem que conheceremos, são um lindo casal, com uma paixão em comum: a música. Assim com Ally, que desbrava países e museus em busca daquilo que Pa Salt lhe deixou, sua origem.

Lucinda, mais uma vez, mostra a habilidade de pesquisadora e romancista que correm por suas veias. Se, com As sete irmãs, ela trouxe o ambiente carioca para os leitores do mundo inteiro, com A irmã da tempestade, ela nos apresenta a uma cultura completamente diferente: termos como Herr, Mor, Far, cultura, modo de vida, comidas típicas. Tudo isso acompanhado de romances que aquecerão seu coração e, com certeza, trarão lágrimas aos seus olhos (assim como trouxeram aos meus!).

As teias que juntam passado e presente são incríveis e você nunca tem certeza para onde Lucinda está guiando a história. Uma surpresa atrás da outra é o que te espera dentro dessas lindas páginas!

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/07/a-irma-da-tempestade-historia-de-ally.html
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spoiler visualizar
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Beta Oliveira 28/08/2016

Em busca de respostas, Ally foi para a Noruega atrás de quem foi Anna. Sobre amor, ambição, família, perda e o incrível poder de se reinventar quando o destino destrói todas as suas certezas, costuradas por uma autora que sabe o que faz.

No Literatura de Mulherzinha: o texto completo sobre A Irmã da Tempestade, Lucinda Riley, relançamento da Editora Arqueiro.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2016/08/cap-1234-irma-da-tempestade-lucinda.html
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cotonho72 10/03/2017

Muito bom!!
A Irmã da Tempestade é o segundo volume de uma série “As sete irmãs”, aqui vamos acompanhar Ally D’Aplièse, uma velejadora profissional que deixou de ser musicista para se aventurar no mar, tocava flauta, ela é a segunda filha mais velha entre as sete irmãs adotadas por Pa Salt. Ally e está participando de uma importante regata, onde acaba se apaixonando por Theo, capitão que faz parte da sua equipe, mas, infelizmente durante esse novo período da sua vida acaba recebendo uma triste notícia, seu pai adotivo Pa Salt, o qual também amava muito o mar, veio a falecer.
Ela volta imediatamente para sua casa para se juntar com as suas seis irmãs, onde se reúnem com Marina, uma baba contratada pelo seu pai que é praticamente mãe delas, lá elas descobre que Pa Salt deixou uma carta para cada uma delas, com pistas sobre suas verdadeiras origens e as coordenadas caso decidam descobrir suas histórias. A partir de então a vida de Ally muda completamente, ela volta para sua nova paixão, Theo, e a princípio não quer saber de ler a carta e descobrir o seu passado, mas as coisas não andam muito bem e um acontecimento a joga para o fundo do poço, deixando-a um pouco depressiva.
Assim ela decide abrir a carta, acreditando que esse é o momento de conhecer o seu passado, e parte para o desconhecido em busca de respostas. Noruega é o destino. Desta forma somos apresentados à história de Anna Landvik, uma cantora de uma voz única, e Jens Halvorsen, um grande musicista. Ally descobre que sua história está ligada à talentosa Anna Landvik, que viveu há mais de cem anos e participou da estreia de uma obra do compositor Edvald Grieg, aos poucos as peças desse enorme quebra-cabeça se encaixam, meio de emoções e amor.
Narrado em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Ally e em terceira pessoa, pelo ponto de vista de Anna Landvik, a autora Lucinda Riley consegue criar uma trama incrível entre passado e presente, realidade e ficção, nos envolvendo no mundo da música clássica de uma maneira incrível, também conhecemos a cultura norueguesa e personagens incríveis.
A Irmã da Tempestade é um romance cheio de amor, esperança, alegria, tristeza e reviravoltas, mais um excelente livro da autora que recomendo com certeza.

site: http://devoradordeletras.blogspot.com.br
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Fernanda 09/12/2015

Resenha: A irmã da tempestade
CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/12/resenha-irma-da-tempestade-lucinda.html
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Priscila (@priafonsinha) 11/05/2018

Série viciante
Segundo livro da série "As sete irmãs". No primeiro volume tivemos a história de Maia e sua passagem pelo Brasil, neste embarcamos com Ally para a Noruega. 

Pa Salt, ao morrer, deixou pistas para as irmãs descobrirem sua origem, cada qual em um país diferente, e com isso a autora nos brinda com passagens históricas fantásticas. Aqui vamos à Noruega descobrir a história de uma camponesa que atuou em óperas , em especial a de Peer Gynt de Henrik Ibsen (deu uma certa nostalgia, pois conheci esse autor há uns 15 anos) e do jeito que é contada dá vontade de ler a obra dele inteira. O desenvolver da parte histórica é ótimo, já a parte contemporânea da vida de Ally achei um tanto açucarada e previsível. O primeiro romance da série me envolveu mais, contudo, é um livro viciante! E vamos ao terceiro volume. :)
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