A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


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Juliana 14/07/2020

Uma viagem a Noruega
O que me chama muita atenção nessa série de livros são a riqueza de detalhes com que a autora retrata um local, na época atual ou no passado.
Dá pra se sentir transportado para o local. E sempre fico muito curiosa como casa irmã desvenda suas pistas.
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Thila 07/11/2015

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força"
Resenha publicada no blog Nunca Desnorteados

Já inicio essa resenha com um enorme pedido de desculpas porque, quando o assunto é Lucinda Riley, eu não consigo me controlar! Meu coração vai à mil e é simplesmente impossível não dar uns pequenos 'chiliques' enquanto eu descrevo essa história MA-RA-VI-LHO-SA! Falando abertamente, não existem palavras que descrevam a emoção que eu sinto antes de iniciar a leitura de um livro da autora; ou durante a leitura, onde eu solto alguns gritos e xingamentos loucos em qualquer lugar que eu esteja; e depois da leitura quando aquela reflexão bate. Tentarei a partir desse momento ser o mais imparcial e dar o mínimo de spoilers possíveis. Disse que tentarei...

Lucinda terminou o primeiro livro, 'As Sete Irmãs', exatamente quando Ally pega o telefone e tem a impressão de ter escutado a voz de seu amado pai, Pa Salt, que está morto (preciso falar que acredito imensamente que ele ainda está vivo). Agora a pergunta é: Ela começa o segundo livro a partir desse exato momento? É claro que não. Estamos falando de Lucinda Riley e ela nunca entrega o jogo assim tão facilmente.

O livro começa com Ally, a segunda irmã mais velha, um pouco antes de receber a notícia que seu pai está morto. Então, por volta das primeiras 140 páginas, Lucinda descreve a vida dessa irmã, onde descobrimos que ela é uma velejadora profissional e que seu grande talento como flautista foi deixado de lado devido sua atual profissão. Logo depois, todo aquele começo do primeiro livro, onde todas as irmãs voltam para Atlantis, recebem as cartas e as coordenadas sobre o seu passado, é narrado novamente, porém na visão de Ally é claro. As pistas que ela recebeu foi um pequeno amuleto em formato de sapo, suas coordenadas correspondiam à Noruega e a frase escrita na esfera armilar era: "Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força".

Diferente de Maia, Ally não parte rumo ao seu país de origem para descobrir suas verdadeiras linhagens logo de cara, ela primeiramente volta para Londres, onde poderia ficar nos braços do amor de sua vida, Theo, e em alguns dias, participar de uma importante regata juntamente com ele e o restante da equipe. Após sofrer, o que eu posso resumir como um 'choque tremendo', para não dar spoilers , Ally parte para a Noruega para investigar o seu passado.

Quando somos levados para esse passado, conhecemos Anna, uma camponesa que levava uma vida bastante simples em Heddal cumprindo suas tarefas na fazenda e cantando para as vacas. Sua vida muda completamente quando Herr Bayer descobre o seu talento e oferece uma oportunidade única de virar a sua protegida e estudar música. Com certa relutância e cheia de incertezas, Anna parte para Cristianina com a missão de se tornar uma cantora de renome.

Após alguns meses de estudo, uma oportunidade única aparace para ela: interpretar as canções de Grieg para a famosa obra de Ibsen, Peer Gynt, no papel de Solveig. Entretanto, para a sua surpresa, ela faria somente a voz da protagonista pois a atriz contratada para interpretar o papel principal já havia sido escalada. Ela não pisaria no palco mais famoso da Noruega. Ficaria só nas coxias, em anonimato. Algumas pessoas do elenco e da orquestra não faziam a mínima ideia de quem era aquela voz tão pura e única, o que desperta um certo interesse, principalmente em Jens, conhecido como 'O Canalha', que está disposto a descobrir quem era a dona daquela voz incrível.

"Ela é uma voz fantasma. Ninguém faz ideia de quem ela seja"

Qual a relação da vida de Anna e Jens com a de Ally? Só lendo você vai descobrir, maaaas já posso revelar que os personagens sofrem tantas reviravoltas que eu fui, literalmente, à loucura muitas vezes. Preparem os corações porque muitas lágrimas, pelo menos no meu caso, rolaram.

O que eu mais adoro nos livros da Lucinda são justamente essas viagens entre presente e passado e as conexões tão bem amarradas que a autora vai revelando aos poucos, ou melhor... muita coisa é revelada apenas nas ultimas 50 páginas, deixando qualquer leitor apavorado imaginando se ela conseguirá descrever tudo que falta em poucas páginas. Para a minha alegria, mais uma vez ela revela os grandes segredos com maestria, originalidade e muita habilidade.

Os seus personagens são tão bem moldados com os seus talentos, defeitos e particularidades que é impossível não acreditar que eles não sejam reais. Confesso que o livro, principalmente a história narrada no passado, me lembrou um pouco o livro 'The Italian Girl' e 'Hidden Beauty', o que foi super positivo para mim, já que amo Hidden Beauty incondicionalmente.

Como no primeiro livro, o ultimo capítulo é narrado na visão da próxima irmã, nesse caso, começamos a conhecer Estrela (Star) e, se você ficou 'sem chão' com o final de 'As Sete Irmãs', se prepare psicologicamente para mais esse, porque eu levei o famoso 'tapa na cara a la Riley' com esse final.

Agora é esperar mais um ano para o próximo livro e mais 5, para o final.
Já estou sofrendo por antecedência.

Leiam, leiam, leiam!

Não conhece nenhum dos livros citados acima!? Corra lá no blog e leia as nossas resenhas

site: http://nuncadesnorteados.blogspot.com.br/2015/11/resenha-filha-da-tempestade.html#more
Santoni 08/11/2015minha estante


Eliane Maria 02/12/2015minha estante
Amei a sua resenha.
Também sou fã de Lucinda, me identifico demais com a narrativa dela.




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Jessica.Ferreira 16/06/2020

Muito emocionante
Quando você acha que a história não pode ficar mais triste, está enganado, ela pode. Ally vai navegar por muitas tempestades nesse romance de Lucinda Rilley
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Deysiane Araujo 07/02/2020

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Gosto de livros que me preendem, daqueles que começo e não quero largar.... Me apaixonei por esse. ?

A cada livro de Lucinda que leio fico mais encantada. Que escrita maravilhosa que ela tem.
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Bru 14/03/2020

Emocionante
Este livro traz a história da segunda irmã, a Ally. Uma história linda de amor, mas no sentindo mais amplo da palavra. Amor próprio, amor entre casal, amor fraternal. Confesso que antes de começar o arco da segunda personagem principal aconteceu um fato que quase me fez parar de ler, mas respirei fundo e segui depois e não me arrependo.
O final não é surpreendente pois você ja consegue imaginar pela metade o que é, mas sem dúvida é emocionante ver a Ally conseguir reconstruir a sua vida e ver um futuro pela frente. Além de informações importantes para o mistério de Pa Salt.
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Mari 10/02/2016

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força"
Lucinda Riley é uma autora e uma pessoa que gosto muito. No ano passado, quando tive a oportunidade de mediar o lançamento de As Sete Irmãs aqui no Rio de Janeiro, fiquei muito feliz em ter mais contato com a autora depois disso e conhecer mais dela. A proposta dessa nova série me agradou muito e, desde que li o livro anterior, mal podia esperar por A Irmã da Tempestade.

"- Chega de se esconder - disse Maia, erguendo o copo. - Mesmo se não der certo, pelo menos eu vou ter tentado.
- Chega de se esconder - falei, sorrindo, e brindei com ela."

A sinopse do livro já dá todos os detalhes que eu daria para vocês nesse primeiro parágrafo, mas, para quem não sabe, em As Sete Irmãs conhecemos, em especial, Maia, a filha mais velha de Pa Salt, um homem que adotou sete meninas de diferentes lugares. Antes de morrer, ele deixou pistas sobre origem de cada uma das filhas em cartas para que elas fosse, ou não, em busca de suas famílias biológicas. Depois de acompanhar a viagem de Maia até o Rio de Janeiro, é a vez de conhecermos e viajarmos com Ally, a segunda filha mais velha de Pa Salt - e que herdou seu amor pelo mar -, uma velejadora profissional que deixou o talento como flautista de lado por conta da atual profissão.

"Aquela carta era seu passaporte para o futuro."

Uma das coisas que mais gosto no estilo de Lucinda Riley é a maneira como ela não facilita as coisas para os leitores. Ela não nos dá as respostas logo de cara, nem nos permite saber o que acontecerá em seguida - e não importa quantos livros você tenha lido da autora, sempre se surpreenderá. Uma prova disso é o fato de ela não começar o segundo livro de onde o anterior parou. Ela volta um pouco mais, nos permitindo saber quem é Ally realmente e o que esperar dela. Claro que isso nos deixa mais ansiosos para chegar até onde havíamos parado, porém cada página até aquele momento é muito valiosa.

Sim, acabamos tendo momentos repetidos do livro anterior, mas a narrativa em primeira pessoa da autora nos permite ter um novo ponto de vista sobre certos acontecimentos e agregar pensamentos e dúvidas sobre certos acontecimentos. Em um primeiro momento cheguei, sim, a me perguntar se ter mais ou menos 100 páginas com informações de antes da última cena do livro anterior valeriam a pena para o rendimento da leitura, mas Lucinda sempre sabe o que faz. Ela não deixa a desejar em enredo, narrativa nem construção de personagens, e acompanhar tudo isso é incrivelmente prazeroso.

Ally é uma personagem que me agradou ainda mais que Maia - e algo me diz que Lucinda fará os leitores gostarem mais de cada irmã para que nossos sentimentos em relação a série seja crescente. Todo o drama que a envolve e os altos e baixos de sua vida nos fazem querer estar a seu lado durante as novas descobertas não apenas acompanhando-a e, sim, cuidando. Ela nos permite diversas emoções ao longo da leitura, consegue nos envolver de verdade em seu passado e nos deixar imaginando como será seu futuro de algo em diante.

"Ela é uma voz fantasma. Ninguém faz ideia de quem ela seja"

É impressionante como podemos perceber todo o cuidado e pesquisa da autora para escrever seus livros. Os dois últimos, em especial. Ela consegue passar tanta segurança em suas palavras que nós realmente nos sentimos no local onde a protagonista está e conseguimos captar todo o clima que o envolve. Ally nos levará de Atlantis à Londres e, finalmente, à Noruega para conhecer toda a verdade sobre suas origens. Viajar para o passado e para o presente tornam a leitura ainda mais dinâmica e emocionante, uma vez que a autora nos deixa tão empolgados em diversas partes que é impossível não querer estar dentro do livro para conferir tudo ainda mais de perto. Eu queria comentar um pouco sobre alguns personagens (Anna e Jens, em especial), mas deixarei que vocês se envolvam por essa história sem saber, como eu não sabia, quem eles eram de verdade.

A Irmã da Tempestade conseguiu ser ainda melhor do que o volume anterior da série As Sete Irmãs e isso só reforça ainda mais a ideia de que Lucinda Riley é uma autora que vive se superando. Ally nos permite conhecer suas dúvidas, seus medos e suas emoções com a esperança de que com a ajuda do passado seu futuro consiga ter um só rumo, porém, o presente será cheio de altos e baixos.

site: http://www.magialiteraria.net/2015/12/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley.html
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Alessandra @leituraromancecafe 25/02/2019

A Irmã da Tempestade - Lucinda Riley
Resenhando | A irmã da Tempestade

Agora, vamos mergulhar no segundo livro dessa série incrível, que é de causar arrepios (não de medo, mas devido às muitas emoções descritas em cada história da família D’Aplièse).


A garota da vez é Ally, uma mulher forte, sucinta, determinada; poderia afirmar que é a líder dessa irmandade. Apaixonada pelo mar, a jovem seguiu a mesma profissão do pai, sem deixar de lado sua grande paixão eterna, a música.

Acontece que até os mais fortes têm o seu ponto frágil, e diante da morte do pai, o mundo dela desaba (literalmente).

Uma vez de volta ao lar, Ally se vê em circunstâncias inimagináveis, a carta destinada a ela pelo pai é deixada de lado. O que Ally pede é apenas um colo, por isso vai à busca de Theo; infelizmente, sem poder prever o quanto ainda teria de ser forte. Esse é um dos pontos críticos do livro, na minha opinião.

Enredado pela história, você persiste devorando as páginas diante das reviravoltas, que em muitas vezes te alegram, mas também te deixam indignado. Então se prepare, não é a toa que esse livro hoje está nas prateleiras dos mais vendidos.

Ally é um exemplo de força e superação. Muitos leitores certamente poderão se identificar com essa história. Afinal, a vida é cheia de boas e más surpresas, infortúnios que, querendo ou não, a nós é imposto muitas vezes com um enredo inesperado. Quando menos imaginamos somos arrastados da tão agradável zona de conforto e quase sem forças simplesmente desabamos no chão.
Mas como o próprio livro diz:

“Em momentos de fraquezas, você irá encontrar a sua maior força.”

Depois das ondas terríveis, Ally decide embarcar para Noruega. E é lá que vamos conhecer um pouco de seu passado. Entrar na vida de Anna Landvik, uma camponesa que vivia de modo um tanto simplório em Heddal.

Dona de uma voz única e um talento nato, a jovem é descoberta por Herr Bayer em uma fazenda, cantando para as vacas. Em busca de algo melhor, ela segue com ele para Cristianina (um tipo de escola de música). Com pouco tempo de estudo, ela é escolhida para fazer voz em uma peça (Ibsem, de Peer Gynt), mas com um porém: sua grande apresentação seria atrás das cortinas, emprestando a voz para outra mulher.
E não dá outra, Anna conquista das coxias toda a platéia, e lentamente seu talento ganha renome.

Fazendo agora um apanhado do livro em geral; com Anna, de certo modo, descobrimos de onde veio toda a força de Ally, afinal ela teve a quem puxar. Uma jovem camponesa que humildemente aceitou um papel, de certo modo injusto. Com força e determinação aos poucos conseguiu ganhar fama e se transformar em uma grande cantora de sucesso. No final do livro, você percebe que ambas são fortes sobreviventes, como eu e você.

Bem, para mim que já havia lido A Garota Italiana também de Lucinda, não teve como evitar certa comparação e semelhança nas personagens.

O drama continua presente, e com muito carinho o romance e o suspense não ficam de lado. O livro é viciante, arrisco dizer que melhor que As Sete Irmãs, acredite. Por algum motivo os personagens fortes são os que mais me conquistam.
Nesse romance de Lucinda Riley, nos deparamos com uma beleza única. Narrado também em primeira e terceira pessoa por Ally, somos transportados de modo gentil ao passado. E com isso nadamos de braçadas no país da vez, a Noruega.

Quanto à capa e à diagramação, a Arqueiro continua fazendo com excelência o que sabe fazer de melhor: trazer aos leitores as melhores experiências tatuadas nas páginas da melhor forma possível.

Quer um conselho? Mergulhe nessa leitura antes que saia a série nas telinhas.


site: https://www.leituraromancecafe.com/
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Eliane Maria 02/12/2015

O que eu achei do romance.
Achei fantástica a ideia de Lucinda, começar o romance dando uma recapitulada no corpo central da estória, mas na visão de Ally.
O que torna fácil para quem não leu o primeiro volume conseguir perfeitamente acompanhar a saga.
Nota-se claramente pela riqueza de detalhes, que houve uma pesquisa minuciosa para a construção desse livro.
Amei aprender hobby novos, fui diversas vezes pesquisar sobre os mesmos.
E literalmente embarquei nessa viagem junto com Ally para descobrir o seu passado através das pistas que Pa Salt deixou.
Os lugares por onde Ally passa, são magníficos. Lucinda descreve com maestria esses lugares.
Eu que sou apaixonada por viajar, consegui visualizar mentalmente essas paisagens.
Romance recheado de paixão, desencontro, tragédia, alegria, desapontamento, renúncia, perseverança, reviravolta, esperança, amor, amizade, companheirismo e etc.
Sem contar que é uma característica de Lucinda, nos brindar com uma estória dentro de outra estória, tudo bem interligado.
Tanto o passado, quanto o presente eu amei a narrativa. E dentro da minha mente ao término do romance eu fiquei horas, imaginando o futuro daqueles personagens.
Para mim esse romance foi pura emoção, me peguei chorando, decepcionada, alegre, assustada, surpresa e agradecida a Deus por ter uma autora tão talentosa no meio de nós.
E eu ter a oportunidade de ler os livros dela.
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Ana 11/01/2020

Inspirador
Diferente do primeiro, que acelerou o final, nesse livro a autora conta três grandes histórias de forma tranquila.

Confesso que no começo eu achei que a história principal seria mais uma de amor como o primeiro - previsível - mas, apesar dos indicativos e pistas pelas páginas do livro, tornou-se surpreendente. Assim como as outras duas histórias...

Sobre o enredo principal da coleção, vão aparecendo dicas, pistas e claro, aquela vontade de ler tudo de uma vez.

Passei uma noite em claro lendo esse livro (mais uma tarde inteirinha).
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Mariane 04/03/2019

A Irmã da tempestade é o segundo livro de uma série de sete (seis, ou mais?) livros. A história se desenrola após a morte de Pa Salt (pai adotivo), quando todas as seis irmãs se reúnem (se é que ele morreu mesmo, tenho minhas dúvidas). Cada uma das seis irmãs foi adotada de um lugar do mundo, cada uma tem sua história. Pa Salt deixa uma pista para cada filha, caso elas queiram ir em buscar de sua história real. Sim, são seis irmãs. A sétima irmã (o que faria jus ao próprio título do livro) não foi adotada pois não foi encontrada a criança certa de acordo com as sete irmãs mitológicas (Plêiades). Esta é a história de Ally, uma velejadora profissional que vê sua vida se transformar em decorrência da morte de duas pessoas que ama.
Lucinda é uma escritora incrível que envolve passado e presente de uma forma maravilhosa. O fim de seus livros nunca é previsível. Mas atenção: depois que você ler algum livro dela, você ficará exigente!
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Ana 22/07/2020

Que viagem!
Após a leitura do segundo livro da série, ainda estou impressionada com a vivacidade dos detalhes que nos fazem viajar com a imaginação. O modo como as duas histórias se casam é perfeita. Simplesmente amando!
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Mila 10/12/2017

Bom livro, porém a história de Maia é mais interessante.
O início do livro é morno, o desenvolver da história de Anna e Jeans e Grieg é ótimo, e o final água com açúcar.
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Elis 25/04/2020

Muito bom!
O livro A irmã da tempestade, da Lucinda Riley, te proporciona uma leitura fluida, que te prende ali naquele universo até que você perceber que, infelizmente, acabaram as páginas.


Indico muito esse livro pra quem curte um romance com drama, e uma pitada de mistério. Sendo assim, uma ótima leitura pra curar o tédio e passar o tempo, te levando para uma aventura por lindos cenários e pela vida de Ally, narradora da história.
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