A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


79 encontrados | exibindo 31 a 46
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


Carol Vidal 10/10/2017

Uma história envolvente
Não há como negar que Lucinda Riley é uma exímia contadora de histórias. Sua habilidade com as palavras é de tal modo marcante, que o leitor é levado a se sentir dentro da história, compartilhando cada momento com os personagens.

Sua descrição histórica de uma época é brilhante, sendo possível entender exatamente como era a vida no período de tempo que ela explora.

Embora o livro tenha algumas falhas, como soluções simples e previsíveis que eliminam o elemento surpresa, a leitura ainda assim é uma viagem fascinante.
comentários(0)comente



Rafaelle 18/09/2017

COMPLETAMENTE INCRÍVEL!
Se tem uma coisa que eu afirmo sem medo de errar é que Lucinda Riley é a melhor escritora de romances da atualidade.
Eu fico besta com essa mulher! Ela é capaz de entrelaçar passado e futuro, romance e ficção de uma forma tão incrível, com tanta maestria que a sensação que fica é de estar lendo algo que realmente aconteceu! A riqueza de detalhes, a pesquisa minuciosa que ela faz... Sério, essa mulher é incomparável e A Irmã da Tempestade é mais uma prova disso!

Eu tenho um história interessante com esse livro... Estava com ele em casa há meses e já tinha pegado pra ler mais de uma vez e abandonado.
Aí eu te pergunto: que raios eu tinha na cabeça para fazer isso?? Não sei! E provavelmente nunca vou entender o que me deu, mas a parte boa é que eu peguei pra ler de novo e VICIEI nesse livro! Coitado do meu marido que perdeu a atenção da esposa porque eu só queria ler a cada momento vago que eu tinha...

Vamos à história agora: o começo somos apresentados a Ally antes da morte de Pa Salt, o que me surpreendeu, esperava que fosse começar a partir do momento bombástico com o qual o primeiro livro é encerrado, mas NÃO! Conhecemos primeiro Ally, sua profissão, seu grande amor (e eu fiquei me perguntando que raios estava acontecendo para o romance acontecer nas primeiras páginas) e então vem a morte de Pa Salt e as pistas que ele deixa para cada uma das filhas. Ally não vê necessidade de pesquisar seu passado a princípio pois vê que está caminhando para seu futuro ao lado de Theo. E então, Lucinda simplesmente joga uma bomba no nosso colo e a história sofre uma reviravolta completamente inesperada, que força Ally a ir atrás de seu passado.
Então somos transportados à Noruega e apresentados a Anna Landvik, uma camponesa que possui uma voz incrível e é levada à cidade por conta de seu talento. Não quero falar muito porque eu sou dona de soltar spoilers, mas o que preciso dizer é que Anna é uma das personagens mais fortes que já tive o prazer de conhecer. Ela tem uma firmeza de princípios que é linda. Isso com sua pureza e ingenuidade. Muitas vezes eu me vi criticando algumas atitudes dela, mas depois de ler a obra completa, só consigo pensar no quanto ela foi maravilhosa!

Recomendo a todos que leiam essa história magnífica! Ally, Theo, Anna e Thom (personagem que só aparece mais para o fim do livro) roubaram meu coração! É um livro emocionante e apesar de sofrer muito com ele, terminei o livro com um sorriso no rosto e com a fé e a esperança na vida renovadas!
comentários(0)comente



LOHS 23/07/2017

Um romance completo
Aprendemos com a incrível história de Maia que cada momento é precioso! E que não devemos deixar o medo guiar nossas escolhas. Por isso, depois de nos aventurarmos pelo passado de Maia no Rio de Janeiro, embarcaremos na emocionante história de Ally.

"- Chega de se esconder. Mesmo se não der certo, pelo menos eu vou ter tentado.
- Chega de se esconder." Maia e Ally, p. 100

Se te uma coisa que eu prezo é cronologia. Ally e Mais cruzam caminhos mais de uma vez, tanto no começo quanto no final de As Sete Irmãs. Isso se repete em A Irmã da Tempestade. A história de Ally "começa" para valer com a conclusão da história de Maia, três semanas depois de ela ter se redescoberto com Floriano e ter partido de mala e cuia para o Rio atrás do escritor!

Com o epílogo desnorteador de Ally no primeiro volume (p. 474), mais perguntas a respeito da origem das irmãs e de quem foi Pa Salt são levantadas. E você acha que isso é a primeira coisa que encontrará no segundo livro da série?! Nop. As 100 primeiras páginas são dedicadas a uma introdução à vida de Ally.

Alcíone é a segunda irmã mais velha. A líder, aquela com quem Pa Salt dividiu a paixão pelos mares. Hoje, com uma carreira de sucesso, Ally participa de competições e acaba de cruzar caminhos com Theo, um famoso capitão no círculo das regatas. Um convite para fazer parte da equipe dele é feito e "Quem, em sã consciência, recusaria um convite para trabalhar com o cara atualmente conhecido como 'Rei dos Mares'?" Ally, p. 13 Depois de algum tempo trabalhando juntos, os dois passam a se enxergar como mais que colegas. Um final de semana, isolados do resto do mundo no Mar Egeu foi onde o relacionamento dos dois começou e onde tudo mudou: Ally recebe a notícia de que seu pai faleceu e parte para Atlantis, encontrar suas irmãs.

Ally recebe uma carta, um souvenir, coordenadas e uma frase motivacional assim como todas as outras cinco. No entanto, a busca dela pode ser maior do que pelo seu passado.

"- Se nosso sobrenome era um anagrama criado por Pa Por causa de sua obsessão com as estrelas e a mitologia das Sere Irmãs, então quem éramos nós?
E, mais importante ainda: quem ele tinha sido?
A terrível verdade era que agora eu jamais poderia descobrir." Ally, p. 89

Diferentemente de Maia, ela só escolhe encarar sua jornada para o passado depois que sua vida sofre uma segunda reviravolta (que eu, sinceramente, achei ridícula). Sem a perspectiva de um futuro, torna-se fácil explorar o passado. E faremos isso com um livro que Pa Salt deixou para Ally, "Grieg, Solveig e eu", de um autor norueguês. E com isso, somos apresentadas ao segundo romance dentro do livro: a história de Anna, uma famosa cantora norueguesa, que - de alguma forma - é uma ancestral de Ally.

"O único momento em que sentir ter algum valor era quando estava cantando." Anna, p. 146

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força."

E é aí que as coisas começam a acontecer! Anna vive uma vida simples com uma família simples em 1875. Sua vida parece que não precisará seguir o caminho que seus pais desejavam, forçar um casamento, por conta da chegada de Herr Bayer, pianista e professor de música. Ele foi atrás da melhor voz para representar a cultura norueguesa e encontrou Anna. Ele a apadrinha e ambos parte para Christiania, cidade em que Anna descobrirá que o mundo é muito maior e muito mais perigoso do que ela poderia imaginar.

"- Mas eu até hoje só cantei para vacas.
- Então imagine que eu sou sua vaca preferida, e que está me chamando de volta para casa." Anna e Herr Bayer, p. 154

Algumas coisas não são tão preto no branco e essa oportunidade para uma garota do interior não viria sem algum tipo de jogada. Anna e Jens, outro personagem que conheceremos, são um lindo casal, com uma paixão em comum: a música. Assim com Ally, que desbrava países e museus em busca daquilo que Pa Salt lhe deixou, sua origem.

Lucinda, mais uma vez, mostra a habilidade de pesquisadora e romancista que correm por suas veias. Se, com As sete irmãs, ela trouxe o ambiente carioca para os leitores do mundo inteiro, com A irmã da tempestade, ela nos apresenta a uma cultura completamente diferente: termos como Herr, Mor, Far, cultura, modo de vida, comidas típicas. Tudo isso acompanhado de romances que aquecerão seu coração e, com certeza, trarão lágrimas aos seus olhos (assim como trouxeram aos meus!).

As teias que juntam passado e presente são incríveis e você nunca tem certeza para onde Lucinda está guiando a história. Uma surpresa atrás da outra é o que te espera dentro dessas lindas páginas!

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/07/a-irma-da-tempestade-historia-de-ally.html
comentários(0)comente



cotonho72 10/03/2017

Muito bom!!
A Irmã da Tempestade é o segundo volume de uma série “As sete irmãs”, aqui vamos acompanhar Ally D’Aplièse, uma velejadora profissional que deixou de ser musicista para se aventurar no mar, tocava flauta, ela é a segunda filha mais velha entre as sete irmãs adotadas por Pa Salt. Ally e está participando de uma importante regata, onde acaba se apaixonando por Theo, capitão que faz parte da sua equipe, mas, infelizmente durante esse novo período da sua vida acaba recebendo uma triste notícia, seu pai adotivo Pa Salt, o qual também amava muito o mar, veio a falecer.
Ela volta imediatamente para sua casa para se juntar com as suas seis irmãs, onde se reúnem com Marina, uma baba contratada pelo seu pai que é praticamente mãe delas, lá elas descobre que Pa Salt deixou uma carta para cada uma delas, com pistas sobre suas verdadeiras origens e as coordenadas caso decidam descobrir suas histórias. A partir de então a vida de Ally muda completamente, ela volta para sua nova paixão, Theo, e a princípio não quer saber de ler a carta e descobrir o seu passado, mas as coisas não andam muito bem e um acontecimento a joga para o fundo do poço, deixando-a um pouco depressiva.
Assim ela decide abrir a carta, acreditando que esse é o momento de conhecer o seu passado, e parte para o desconhecido em busca de respostas. Noruega é o destino. Desta forma somos apresentados à história de Anna Landvik, uma cantora de uma voz única, e Jens Halvorsen, um grande musicista. Ally descobre que sua história está ligada à talentosa Anna Landvik, que viveu há mais de cem anos e participou da estreia de uma obra do compositor Edvald Grieg, aos poucos as peças desse enorme quebra-cabeça se encaixam, meio de emoções e amor.
Narrado em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Ally e em terceira pessoa, pelo ponto de vista de Anna Landvik, a autora Lucinda Riley consegue criar uma trama incrível entre passado e presente, realidade e ficção, nos envolvendo no mundo da música clássica de uma maneira incrível, também conhecemos a cultura norueguesa e personagens incríveis.
A Irmã da Tempestade é um romance cheio de amor, esperança, alegria, tristeza e reviravoltas, mais um excelente livro da autora que recomendo com certeza.

site: http://devoradordeletras.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Silvana - Blog Prefácio 29/10/2016

Alcíone D'Aplièse, Ally para os íntimos e Al para os companheiros de trabalho, poderia ter feito muito sucesso como flautista, mas assim como seu pai, Pa Salt, ela ama o mar e resolveu ser velejadora. E é no mar que ela estava quando recebeu a notícia da morte de seu pai. Ela tem uma importante regata pela frente e dessa vez ela vai fazer parte da equipe de Theo Falys-Kings conhecido como Rei dos Mares. E depois de passarem tanto tempo treinando juntos, eles percebem que estão muito atraídos um pelo outro e não só fisicamente. Então eles resolvem passar uma semana no meio do mar para ver onde essa atração vai dar e descobrem que o que eles estão sentindo vai muito além da atração. Alguns dias depois eles ficam sabendo que o Titã, o iate de seu pai, está atracado ali perto e resolvem ir até ele. Ally fica nervosa porque vai apresentar ao seu pai, o homem que ela ama mais a cada dia que passa.

Mas quando entram em contato pelo rádio avisando que Ally está ali, o iate começa a se afastar e como ele é muito veloz eles desistem de alcançá-lo. Só depois ela descobre que o Titã estava ali no mar Egeu para o funeral particular de seu pai. Depois de passado o choque inicial, Ally volta o mais rápido possível para casa, onde encontra suas cinco irmãs também desoladas pela morte do homem que as adotou e deu um outro destino as suas vidas. Mas ele não as deixou desamparadas. Ele deixa para cada uma das filhas a possibilidade, de se assim for o seu desejo, encontrar sua família biológica. Para isso Pa Salt deixa uma esfera armilar com as coordenadas do local em que cada uma delas foi encontrada e uma carta para cada filha. Na carta de Ally além da indicação para que Ally leia um livro que está em sua estante escrito por um homem chamado Jens Halvorsen, tem um sapinho marrom que Pa Salt diz ser um dos seus objetos mais preciosos.

Na esfera junto às coordenadas tem uma frase ao lado de cada nome e a frase de Ally é: Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força. O que ela não esperava é que seu pai estaria certo. Ally decide voltar para a Regata das Cíclades para a qual treinou nas últimas semanas e para sua rotina de sempre. Ally está vivendo um sonho, mas quando uma onda desestabiliza sua vida, não resta mais nada para ela a não ser ir em busca do seu passado. O livro que seu pai deixou foi escrito em norueguês, por isso ela tem que encontrar alguém para traduzir. E quando encontra, Ally descobre que o livro conta a história de Anna Landvik, uma jovem camponesa que se tornou uma grande cantora e que viveu a mais de 130 anos. E nessa busca ela vai encontrar muito mais do estava procurando inicialmente.

"— Só estou dizendo que é uma grande coincidência você e suas irmãs terem sido batizadas em homenagem às sete... ou será que eu deveria dizer seis famosas estrela - corrigiu-se ele - E, além disso, o seu sobrenome ser um anagrama de Plêiades."

Esse é o segundo livro da série, e apesar de ter visto algumas resenhas falando que dá para ser lido fora da ordem, não dá. As histórias das irmãs são sim independentes, cada livro conta uma história diferente, mas o elo que une as irmas e todo o mistério envolvendo Pa Salt, tem que ser acompanhado desde o incio para entender tudo certinho. As pistas vão aparecendo ao longo das histórias e o mistério só vai aumentando. Terminei esse livro certa de que ele está vivo, vamos ver se tenho razão hehe. A história começa exatamente da mesma forma que a anterior, com a Ally, a segunda irmã, recebendo a noticia da morte do pai. Mas depois disso cada uma das irmãs segue sua vida e sua busca por sua origem. Assim como no livro anterior, e nos outros que eu li da autora, vamos acompanhar uma história no presente e outra no passado.

No primeiro livro acompanhamos uma viagem pelo Rio de Janeiro, e agora vamos conhecer um pouco da Noruega. E nos emocionar com uma história linda de uma camponesa que tinha uma voz de ouro, cujo talento foi herdado pelos seus descendentes. Eu que já tinha me emocionado com as histórias da Maia e da Bel, me vi presa em um milhão de sentimentos ao conhecer Ally e Anna. E não é só a história da Anna, mas de seus filhos, netos e todas as gerações até chegar em Ally. Ally é uma mulher forte, decidida e a líder das irmãs, apesar de não ser a mais velha. Ainda bem que ela é muito forte porque o que acontece com ela não é qualquer um que aguentaria. Já Anna, é uma garota ingênua que acredita no amor, mas que não abre mão de sua honra e seus princípios e isso é o que salva ela de um destino pior.

A história é um romance, que tem o amor sentido em cada frase, mas curiosamente, temos duas protagonistas e não temos seus pares. Não vou dizer o porque disso para não estragar a surpresa, mas esse livro mostra que não precisa ter uma pessoa ao seu lado romanticamente para você ser feliz e sentir o amor. Eu me vi devorando o livro, nem percebi as mais de 500 páginas, e feliz porque ainda tem mais cinco iguais a esse, que tenho certeza, serão ainda melhores. O terceiro já vou ler, que lançou esse mês. A edição como já é de praxe na Arqueiro, está linda, e essa capa está perfeita e diz muito da história. Não posso esquecer de mencionar que temos alguns personagens reais inseridos nela, mas suas histórias e personalidades foram modificadas pela imaginação da autora. Enfim, indico o livro para quem gosta de um bom romance.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2016/09/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley.html
comentários(0)comente



Beta Oliveira 28/08/2016

Em busca de respostas, Ally foi para a Noruega atrás de quem foi Anna. Sobre amor, ambição, família, perda e o incrível poder de se reinventar quando o destino destrói todas as suas certezas, costuradas por uma autora que sabe o que faz.

No Literatura de Mulherzinha: o texto completo sobre A Irmã da Tempestade, Lucinda Riley, relançamento da Editora Arqueiro.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2016/08/cap-1234-irma-da-tempestade-lucinda.html
comentários(0)comente



Roscely.Scheffer 01/07/2020

A irmã da tempestade
O livro é perfeito, assim como os anteriores. Vai ser difícil decidir qual o melhor da saga.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Ana.Pionhievicz 18/03/2016

A irmã da tempestade
uma história surpreendente! Ally é levada ao seu passado de forma trágica mas que a faz vislumbrar um futuro melhor! o livro fica enrolado na metade mas o final é magnífico!
comentários(0)comente



Ana Paula Brage 16/03/2016

A Incrível Lucinda Riley
Na continuação de "Sete irmãs", Lucinda Riley, nos presenteia com mais uma historia fantástica. Além de bem escrita, ela passeia entre o passado e presente nunca deixa uma ponta solta.
comentários(0)comente



Glaucia @blogmaisquelivros 26/02/2016

A Irmã da Tempestade é o segundo volume de uma série de sete livros intitulada “As sete irmãs” escrito pela autora Lucinda Riley. Eu particularmente ainda não tinha lido nenhum dos livros da autora e depois de me informar bastante, ficou claro que não haveria problemas iniciar minha descoberta acerca da escrita de Lucinda através desse livro.

Narrado em primeira pessoa, nesse volume conhecemos a história da velejadora Ally, segunda filha entre as sete irmãs adotadas por Pa Salt. Fascinada pela vida ao mar e por velejar, Ally nem imaginava que receberia ali no mar a notícia mais triste de sua vida - seu amado pai está morto. Desesperada e sem acreditar que nunca mais verá o pai, Ally volta para Atlantis em busca do consolo que apenas Ma e suas irmãs poderiam lhe oferecer nesse momento tão difícil.


Após a morte de Pa Salt, Ally e suas irmãs recebem uma carta e pistas que poderão leva-las a encontrar suas verdadeiras origens, afinal cada irmã parece ter sido encontrada em um país diferente. Sem motivos fortes que possam prendê-la em Atlantis, fora todas as lembranças de infância que a casa na qual cresceu trazem sobre ela e o pai, Ally parte para a Noruega em busca de encontrar respostas sobre o seu passado. Nessa jornada nossa protagonista encontra uma história fascinante que pode estar relacionada à sua, e quanto mais se aprofunda nessa história, mais Ally descobre que as aparências muitas vezes podem enganar e que nem tudo é o que parece ser.

Como eu nunca havia lido nada da Lucinda, sinceramente não sabia o que esperar desse livro, porém quando inicie a leitura me vi em uma jornada de descoberta junto a protagonista, e a cada pista que Ally encontrava tornava a leitura ainda mais eufórica e dinâmica. Dentro da história de Ally, ainda conhecemos a história de outros personagens que podem estar ligados a sua origem, dentre eles a história de Anna e Jens que foi a minha favorita. E é quando Ally mergulha na história de seus antepassados que as coisas começam a ficar ainda mais interessantes.

Nessa teia que envolve a história de Ally, Jens e Anna, descobrimos uma história de amor e descoberta ligadas por uma só paixão - a música. E Ally que havia largado a tempos sua paixão pela música para seguir sua paixão por velejar, descobre que talvez seja nessa ligação pela música que residem as respostas para tantas perguntas. Quem leu o livro provavelmente concordara que a história de Anna sem dúvida foi um dos pontos altos do livro, sinceramente eu queria saber mais detalhes sobre a vida dessa personagem.

Em relação a esse primeiro contato com a escrita da autora, só posso dizer que estou impressionada com a riqueza de detalhes em sua história. A narração da autora é tão segura que por vezes consegui captar exatamente tudo que era descrito nas cenas. Mas o mais impressionante é que eu que sempre fico entediada com histórias que viajam entre presente e passado, em momento algum tive essa sensação no decorrer do livro, pelo contrário, adorei embarcar nesse passado e conhecer ainda mais sobre os personagens que já não estavam ali para contar detalhes de suas histórias.

Durante o livro fiquei pensando em alguns acontecimentos relacionados à morte de Pa Salt e embora não tenha certeza, acho que o enigmático senhor que adotou todas essas meninas nomeando-as como a constelação das sete irmãs ainda trará muitas surpresas para os leitores. Mas isso é só uma opinião, rs.

Para aqueles que ainda não conhecem a escrita de Lucinda Riley, A Irmã da Tempestade é uma ótima oportunidade para se apaixonar e se encantar por essa autora.

site: http://www.maisquelivros.com/2016/02/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley_26.html
comentários(0)comente



klau 01/02/2016

Como não é segredo para ninguem , eu adoro uma boa musica, e esse foi um dos motivos para amar mais esse livro . Ally alem de ser uma eximia velejadora é fantastica com a flauta, e apesar de não saber muito bem de onde veio essa sua paixão .



"... Em algum momento, você tem que tomar a decisão entre perder a pessoa que você ama e sua própria sanidade."

Como vimos no primeiro livro Pa Salt deixou pistas para que cada uma , quando estivessem preparadas, seguir seu desdino revelando seu passado. no caso de Ally não foi diferente além das coordenadas deixadas por seu pai, ela recebeu um livro escrito por Jens Halvorsen, falando sobre a vida de Anna Landvik, uma cantora de sucesso a 100 anos atrás que participou de obras de Edvard Grieg. O livro é repleto de mistério e amor a musica , não tem como não amar essa leitura.

site: http://musicwithbook.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Carol 28/01/2016

Uma viagem pelo passado e pela música!
A Irmã da Tempestade é o segundo livro da série As Sete Irmãs! Para quem não sabe, o primeiro livro foi lançado pela editora Novo Conceito em 2014, e narrou a história de Maia D'Aplièse, a irmã mais velha, que foi em busca de seu passado e chegou ao Brasil.

Pa Salt adotou seis meninas, e cada uma com um passado diferente e origens distintas e todas nunca souberam sobre sua família biológica, e as nomeou em homenagem às estrelas da constelação das Sete Irmãs. Suas vidas tomaram rumos diferentes, mas sua casa sempre foi em Genebra, na ilha particular de Pa, Atlantis. Com a morte do pai, todas se reúnem em casa com Marina, ou Ma, a mulher que as criou, e lá descobrem que antes de morrer, Pa Salt deixou uma carta para cada uma das filhas, além de coordenadas, para caso elas resolvam descobrir suas origens.

Ally, ou Alcíone, é a segunda filha, e apesar de na juventude ter cursado música e tocar Flauta, sua paixão pela vela falou mais alto e ela se tornou velejadora profissional, o que ainda criou um elo especial com seu pai que amava o mar. Com a morte de Pa Salt, ela fica na duvida se procura suas verdadeiras origens, mas outra tragédia faz com que sua decisão seja tomada.

Assim, Ally caminha para o desconhecido passado e chega a Noruega, além das coordenadas deixadas por seu pai, ele também lhe deixa um livro escrito por Jens Halvorsen, narrando a vida de Anna Landvik, que viveu há mais de 100 anos e foi uma cantora de sucesso da época e participou de obras de Edvard Grieg.

Mergulhando de cabeça no passado, Ally precisa descobrir como ela pode ser ligada a essa família e quem sabe descobrir quem foram seus pais biológicos, em uma jornada de perdas e aceitação e talvez encontrar um lugar para chamar de lar.

Narrado em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Ally, a parte atual da história é emocionante e envolvente, assim como o passado de Anna Landvik, esse narrado em terceira pessoa. A autora consegue nos transportar para a época que deseja narrar e com um cuidado enorme com os detalhes do passado. Uma história que começa em 2007, e é transportada para o ano de 1875, e atravessa gerações.

Lucinda nos apresenta não uma, mas duas protagonistas mulheres, fortes e ao mesmo tempo vulneráveis, mas corajosas e determinadas a não deixar que as tragédias da vida as derrotassem, com talentos incríveis. Os personagens secundários na história também são um ponto importante na história, pois são bem construídos e cativantes. Achei que além da vela, a música clássica como tema central muito importante e inspirador, e cheguei a procurar a peças mencionadas para ouvir durante a leitura e a "Canção de Solveig" é realmente linda.

Por essas e outras a Lucinda é uma das minhas autoras favoritas, elas nos passa em suas histórias emoção, e esperança! Esperança de que a vida nos dá aquilo que podemos suportar, e que o futuro pode ser bom ou ruim depende de nós escolher o caminho a trilhar. Ela entrelaça presente e passado de forma magistral e maravilhosa, e utilizando elementos históricos reais e fictícios.

Não vejo a hora de conferir o terceiro livro, que eu não faço ideia de quando será lançado pela autora, mas que eu espero seja logo e pelo que percebi terá como principal a Star/Estrela, a terceira irmã.

Em relação à diagramação do livro, não tenho o que dizer, particularmente, eu achei que ficou muito, mas muito melhor do que o do primeiro livro lançado pela NC, além da capa deste segundo estar muito mais linda, a textura do material utilizado é bem melhor a qualidade, um emborrachado fosco. Ficou uma edição linda mesmo, e fiquei muito feliz de ter a oportunidade de conferir a leitura.

Eu amei a leitura, gostei bem mais desse que do primeiro que também foi muito bom. Super recomendo para quem ama romances, para quem ama viajar ao passado e se emocionar com personagens incríveis.

site: http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br/2016/01/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley.html
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Carol.Cuofano 31/10/2018

Lucinda Riley é ótima
Mais uma leitura concluída. E mais uma vez eu indico a leitura de Lucinda Riley.
Aqui acompanhamos a jornada de descoberta das origens da segunda irmã Ally. A narrativa é deliciosa e nos leva para lugares lindos e incríveis.
A autora já aproveita e deixa alguns ganchos sutis para as histórias das próximas irmãs e um gancho nada sutil para a leitura do terceiro livro.
Confesso que enrolei um pouco para terminar pois não queria me despedir de Ally.
Livro gostoso, leve e encantador.
comentários(0)comente



79 encontrados | exibindo 31 a 46
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6