A Irmã da Tempestade

A Irmã da Tempestade Lucinda Riley




Resenhas - A Irmã da Tempestade


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Edméia 25/03/2018

*Uma boa história sobre a vida dos musicistas !!!
*Resenha : “A irmã da tempestade “ ; (a história de Ally , vol. 2 da série “As Sete Irmãs” ).
*Autora : Lucinda Riley.
*Editora : Arqueiro.

A história de Ally nos leva para o mundo da música : a família Halvorsen !!!
É incrível constatarmos que tudo começou com Anna , uma moça de 18 anos de idade , camponesa , pobre, simples , pura , ingênua e que apreciava muito a vida ao ar livre e adorava cantar para Rosa , sua vaca , sua amiga do coração !!!
Amei a personagem da Anna !!! Identifiquei-me muito com ela em alguns aspectos !!!
A história de Ally , uma velejadora e flautista por passatempo na época da juventude , se passa na Noruega ! Pa Salt , teu pai adotivo , deixou uma interessante citação pra ela , um sapinho marron e a indicação da leitura de um determinado livro o qual narra a história de Anna e Jen !!!
Trata-se de uma narrativa tranquila , fluida , suave , prazerosa através da qual obtive alguns conhecimentos sobre o esporte de velejar , a música clássica e algumas expressões escritas nas línguas : norueguesa , alemã e francesa !!!
Gostei muito do final !!! Lucinda Riley fechou com chave de ouro !!!
Falando sobre a autora , lendo os agradecimentos que ela faz no final do livro , constatei como leva tempo , empenho , dedicação e dinheiro , inteligência para aprendermos tantas coisas para conseguirmos escrever uma história !!!
Lucinda Riley já faz parte da minha lista de autores preferidos !!!*Recomendo a leitura dos livros dela e ... já estou pensando em como deverá ser a história do volume 3 da série “As Sete Irmãs “ , isto é , a história de Estrela D’Aplièse , “A irmã da sombra !!! “

Guaratinguetá – 24 / Março / 2018.



site: www.mesadeestudo.blogspot.com
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Galáxia de Ideias 16/03/2018

Encantador e envolvente
*** Postado originalmente no blog Galáxia de Ideias ***


Esse foi mais um dos livros das sete irmãs cuja leitura eu iniciei repleta de expectativas e, novamente, não me decepcionei.

A princípio, o romance entre Ally e Theo desenvolvido um tanto rápido demais, na minha opinião, foi algo que eu julguei ser um ponto negativo para mim. Porém, logo a trama foi ganhando profundidade, se tornando recheada de acontecimentos inesperados, os caminhos de Ally ficando cada vez mais tortuosos e essa minha primeira impressão ficou para trás. Falando em Ally, ela é uma protagonista que nos cativa logo de cara com sua personalidade doce e, ao mesmo tempo, forte. É uma menina sonhadora, ao passo que também representa uma mulher racional. Quanto à protagonista da história passada, Anna, senti o mesmo, apesar de ter desaprovado algumas de suas atitudes. Ainda assim, sua simplicidade e inocência de jovem camponesa tornam-na uma personagem bastante querida. As personagens secundárias, de ambos os tempos, como os pais de Theo, por exemplo, ou a família e os amigos de Anna, também foram extremamente bem construídas.

Bem como no livro anterior, devo ressaltar que um dos pontos mais positivos para mim foi, sem dúvidas, as descrições feitas a respeito dos cenários. Me senti carregada diretamente para a Noruega e, ainda mais, totalmente imersa no mundo da música, vozes e instrumentos, um universo bastante explorado no enredo. Confesso que, em certo momento, tive medo que outro romance rápido demais acontecesse e torci secretamente para que não, pois isso abalaria minhas boas impressões sobre a história. Mas não aconteceu. O processo de superação de Ally foi lento e íngreme, com possibilidades amorosas, mas sem romances explosivos que salvam tudo da noite para o dia, o que para mim deu a naturalidade perfeita e necessária ao enredo.

A Irmã da Tempestade é uma história que transborda amor, perdas, sonhos, esperanças que às vezes destroem e às vezes renovam. Eu recomendo para qualquer fã de um bom romance com pitadas de drama e porções de emoção.


site: http://www.galaxiadeideias.com/2017/12/resenha-irma-da-tempestade-por-lucinda.html
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Erikinha 11/03/2018

Maravilhoso
Um amor chamando Lucinda Riley
E as sete irmãs ❤
Que delícia de segundo livro, a cada livro eu me sinto mais fascinada pela história de linda família.
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Jaqueline 03/03/2018

A Irmã da Tempestade
A Irmã da Tempestade é o segundo de uma série composta por sete livro. Nesse livro conhecemos a Ally D’Aplièse é segunda filha adotada pelo magnata suíço Pa Salt (adotou seis crianças em diferentes locais do mundo) e uma velejadora profissional e também flautista duas coisas totalmente diferentes, mas que ligam ela a seu pai e a sua verdadeira origem. Logo após conhecer o amor da sua vida durante uma competição, como nem tudo é perfeito na vida da Ally, ela descobre que pai faleceu. Pa Salt deixou para suas seis filhas pistas sobre a origens delas. Posteriormente a morte dele Ally sofre uma segunda perda em vida. Muito abalada para seguindo com vida, Ally decide que é hora de seguir as pistas deixa por seu pai. As coordenadas deixadas por ele, leva até a Noruega um país pequeno, mais com belezas indescritíveis. No início da sua jornada ela conhece a história de sua antepassada que viveu a 130 anos Anna Landvik uma famosa artista norueguesa. Durante suas descobertas ela conhece as histórias de grandes compositores principalmente aqueles ela estudo durante a universidade e mais importante sua verdadeira família.
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maiaagnes 18/01/2018

incrivel
A irmã da tempestade é o segundo volume da série As sete irmãs o livro relata a história da segunda filha de Pa Salt, a Ally (Alcione) D’Apliése. Ela é conhecida entre suas irmãs como a “a líder”. Ally é uma grande velejadora profissional, ela participou de grandes competições de regata e possuí muita experiência. Ela herdou a paixão pela vela de Pa Salt, seu pai adotivo. Certa ocasião em que participava de um treinamento para uma competição, ela conhece Theo, o líder de sua equipe, após algum tempo os dois se apaixonam e iniciam um romance.
Tudo ia bem até o dia em que recebe a notícia da morte de seu pai. Pa Salt deixa pra cada uma das filhas uma pista sobre suas origens. A princípio Ally não sente motivada em descobrir seu passado, porém uma reviravolta faz com que ela busque uma forma de recomeçar sua vida.
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Galáxia de Ideias 16/01/2018

*Resenha postada originalmente e na íntegra no blog Galáxia de ideias

Esse foi mais um dos livros das sete irmãs cuja leitura eu iniciei repleta de expectativas e, novamente, não me decepcionei.

A princípio, o romance entre Ally e Theo desenvolvido um tanto rápido demais, na minha opinião, foi algo que eu julguei ser um ponto negativo para mim. Porém, logo a trama foi ganhando profundidade, se tornando recheada de acontecimentos inesperados, os caminhos de Ally ficando cada vez mais tortuosos e essa minha primeira impressão ficou para trás. Falando em Ally, ela é uma protagonista que nos cativa logo de cara com sua personalidade doce e, ao mesmo tempo, forte. É uma menina sonhadora, ao passo que também representa uma mulher racional. Quanto à protagonista da história passada, Anna, senti o mesmo, apesar de ter desaprovado algumas de suas atitudes. Ainda assim, sua simplicidade e inocência de jovem camponesa tornam-na uma personagem bastante querida. As personagens secundárias, de ambos os tempos, como os pais de Theo, por exemplo, ou a família e os amigos de Anna, também foram extremamente bem construídas.

Bem como no livro anterior, devo ressaltar que um dos pontos mais positivos para mim foi, sem dúvidas, as descrições feitas a respeito dos cenários. Me senti carregada diretamente para a Noruega e, ainda mais, totalmente imersa no mundo da música, vozes e instrumentos, um universo bastante explorado no enredo. Confesso que, em certo momento, tive medo que outro romance rápido demais acontecesse e torci secretamente para que não, pois isso abalaria minhas boas impressões sobre a história. Mas não aconteceu. O processo de superação de Ally foi lento e íngreme, com possibilidades amorosas, mas sem romances explosivos que salvam tudo da noite para o dia, o que para mim deu a naturalidade perfeita e necessária ao enredo.

A Irmã da Tempestade é uma história que transborda amor, perdas, sonhos, esperanças que às vezes destroem e às vezes renovam. Eu recomendo para qualquer fã de um bom romance com pitadas de drama e porções de emoção.

site: http://www.galaxiadeideias.com/2017/12/resenha-irma-da-tempestade-por-lucinda.html
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Vanessa Vieira 06/01/2018

A Irmã da Tempestade - Lucinda Riley
Em A Irmã da Tempestade, segundo volume da série As Sete Irmãs, da irlandesa Lucinda Riley - autora best-seller com mais de 5 milhões de livros vendidos - conhecemos a história de Ally, a segunda irmã mais velha das D'Aplièse. Forte, determinada e com espírito de líder, Ally se tornou uma exímia velejadora e, após um episódio doloroso em sua vida, parte para à Noruega afim de descobrir um pouco mais sobre a sua origem. Escrito com maestria, delicadeza e sensibilidade e intercalando passado e presente numa sincronia perfeita, o enredo de Lucinda Riley é encantador e traz até mesmo passagens referentes à Segunda Guerra Mundial.

Ally D'Aplièse sempre foi apaixonada por música e foi uma excelente flautista quando jovem, entretanto , ela se encantou pelos mares - tal como seu pai adotivo, Pa Salt - e resolveu seguir a carreira de velejadora. Durante os preparativos de uma importante regata, ela recebe a notícia de que seu pai faleceu, fazendo com que ela abandonasse seus projetos e voltasse para o seu lar, se reunindo assim com as suas cinco irmãs. Em Atlantis, elas descobrem que Pa Salt deixou uma pista para cada uma delas referente às suas verdadeiras origens.

Apesar do choque pela perda do pai, Ally encontra conforto e abrigo com o seu grande amor, Theo. Entretanto, novamente seu mundo vira de cabeça para baixo e ela decide a partir daí seguir as pistas deixadas por Pa Salt e parte rumo à Noruega. Em terras norueguesas, Ally descobre que a sua história de vida está ligada à da jovem cantora Anna Landvik, que viveu há mais de cem anos e participou da estreia de uma das obras mais aclamadas do compositor Edvard Grieg. Conforme vai mergulhando na vida de Anna, Ally fica cada vez mais intrigada quanto à sua origem e também sobre o passado de seu pai adotivo.

A Irmã da Tempestade se mostrou um livro tão gracioso e exuberante quanto o seu volume anterior, As Sete Irmãs, trazendo um enredo magistral, esplêndido e sensível. Com personagens fortes e capazes de se reinventar nas piores circunstâncias possíveis e uma trama norteada pelos sabores e dissabores do amor, o romance de Lucinda Riley é dotado de uma beleza única e delicada. Narrada em primeira e terceira pessoa por Ally e mesclando passado e presente como num passe de mágica, a história se mostrou encantadora, bela e singular.

Dentre as irmãs D'Aplièse, Ally é conhecida por ser a líder da irmandade. Inteligente, decidida e forte, ela vê o seu mundo desmoronar com a perda de Pa Salt, o homem que foi mais do que um pai para cada uma delas. Quando ela pensa que está conseguindo suportar a ausência repentina do pai adotivo, ela é golpeada mais uma vez pela dor e todas as suas estruturas são fortemente abaladas. O que mais me encantou na personagem foi a sua capacidade de se reinventar apesar de tantos infortúnios e de não esmorecer diante das dificuldades. Ally é uma sobrevivente e procura fazer o melhor para a sua vida, tanto que depois de sofrer tantas adversidades, o destino lhe presenteia com gratidão e ternura.

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força."

A história de Anna Landvik é emocionante e bastante encantadora. A jovem camponesa levava uma vida um tanto simplória em Heddal trabalhando na fazenda da família e cantando para as vacas quando foi descoberta por Herr Bayer. Ele acolhe a moça e leva para estudar música em Cristianina, com o intuito de transformar sua protegida em uma cantora de renome. Após alguns meses de estudo, graças a sua voz incrível, Anna é escolhida para interpretar as canções de Grieg para a aclamada obra Ibsen, de Peer Gynt, onde irá representar o papel de Solveig. Entretanto, ela dará apenas a sua voz para a personagem, pois a protagonista da peça já havia sido escalada. Atuando apenas nas coxias como uma "voz fantasma" e jamais pisando no palco mais famoso da Noruega, a doce melodia de Anna encanta todos e prova dia após dia a amplitude de seu talento. Foi muito gratificante acompanhar a história de uma jovem humilde e simples se transformando numa das cantoras de mais sucesso de Noruega e ter a ciência de que a vida da personagem não foi nada fácil, mesmo com tantos holofotes sob si. Em alguns momentos, a trajetória de Anna Landvik me lembrou um pouco à de Rosanna Menici, que foi retratada no livro A Garota Italiana (também de autoria de Lucinda Riley), devido as tramas de amor norteadas por música vividas pelas personagens, apesar de existirem muitas diferenças nas características delas e em suas histórias. De toda forma, a ligação entre Anna Landvik e Ally D' Aplièse foi muito interessante, além de ser bem explorada na trama e nos conduz por muitos caminhos de amor e também, de dor.

"A música é o amor à procura de uma voz."

Em suma, A Irmã da Tempestade se mostrou uma sequência à altura de As Sete Irmãs, mantendo em evidência as maiores características de Lucinda Riley, ou seja, sensibilidade, delicadeza, emoção e uma impecável destreza. Acompanhar a história de vida de duas grandes mulheres separadas por gerações e unidas por sentimentos tais como o amor, a ambição, a perda e o poder de se reinventarem foi muito gratificante, assim como apreciar o forte apreço que ambas sentiam pela família. Tanto Ally quanto Anna são protagonistas fortes, desenvoltas e decididas e tornaram o romance ainda mais encantador e especial. A capa do livro é simples e nos traz a gravura de uma moça admirando o mar e suas ondas e a diagramação está ótima, com fonte em bom tamanho e revisão de qualidade. Recomendo, com certeza!

site: http://www.newsnessa.com/2018/01/resenha-irma-da-tempestade-lucinda-riley.html
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Nanda | @bluecandybooks 06/01/2018

Noruega e música!
Lucinda Riley realmente me conquistou nesse livro. No primeiro livro da série As Sete Irmãs, não consegui me identificar muito com a Maia e não me envolvi tanto com a história, mas, em a Irmã da Tempestade, ela capturou minha atenção e sentimentos. O livro fala sobre perda, superação, reencontros, família e amor.

Ally é a segunda irmã adotiva das 6. Ela foi a segunda a chegar e é uma espécie de líder delas. Com sua personalidade espontânea espírito esportivo, Ally Conquista todos por onde passa. Quando descobre que seu pai acabou de morrer subitamente, Ally está arrasada e tentando se encontrar, seu pai também deixou para ela e as irmãs pistas sobre seu passado, onde encontrar sua família e voltar suas origens. Ally não está disposta a embarcar nisso, então descarta a possibilidade de investigar seu passado. Ela está vivendo um romance inesquecível com seu capitão da Vela, Theo, que também está ajudando ela a superar sua perda. Mas tudo da errado no dia da regata que eles treinaram tanto e um acidente arruina todos os planos de Ally. Desolada e perdida, ela decide ir atras das pistas sobre seu passado e embarca para a Noruega que foi o destino marcado nas coordenadas. No início o que era apenas uma distração, acaba se tornando mais revelador e surpreendente do que Ally imaginava.

O livro é emocionante demais. Com o tema música em questão, nós conhecemos junto com Ally, a história de seus antepassados músicos e o porque dela ter essa musicalidade nas veias. A história intercala Entre o passado mostrando Anna e Jens, Pip e Karine, Felix e Martha até chegar em Ally.

Particularmente falando, eu amei a história de Anna e Jens, apesar de ter passado muita raiva, os capítulos deles tem momentos emocionantes e devastadores, eu não conseguia parar de ler. Os capítulos de Pip e Karine são intensos e impactantes, eu adorei também e me vi chorando no final. E o capítulo de Felix e Martha é muito triste.

A maneira como as coisas vão se encaixando e juntamente com Ally nós vamos descobrindo coisas e nos aventurando cada vez mais pela Noruega e Alemanha, quando menos esperamos o livro termina. Eu fiquei apaixonada de verdade, apesar da Lucinda ter partido meu coração incontáveis vezes durante a leitura kk mas pude tirar uma grande lição dessa história. Eu super hiper recomendo esse livro, mas antes é claro, você precisa ler o primeiro livro As Sete irmãs, apesar das histórias das irmãs serem independentes, mas elas se encontram em alguns momentos dos livros, então é importante você ler na ordem para tentar entender direitinho.

"No seu momento de fraqueza você vai encontrar sua maior força."
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Michele Bowkunowicz 29/03/2018

lindo!
Ally é a segunda das irmãs adotada por Pa Salt, uma jovem ruiva com uma personalidade intrépida, cuja paixão por velejar, acabou virando a sua profissão, o que a leva a ser uma alma livre que se move para competir por diferentes lugares do mundo. É assim que ela é recrutada como parte de uma equipe de velejadores liderada por Theo, um homem introvertido que compartilha a mesma paixão que ela e, inevitavelmente, seus caminhos ultrapassam o relacionamento profissional, encontrando sua alma gêmea um no outro .


É nesta atmosfera de amor que Ally está vivendo, quando recebe o chamado de sua casa na Suíça para informá-la sobre a morte de seu pai, e Ally volta para a sua casa para encontrar suas irmãs e lá cada uma recebe uma carta e coordenadas que seu pai as deixou, caso elas decidam descobrir de onde elas vêm.


Em primeiro lugar, Ally não está interessada em descobrir seu passado, pois para ela, Pa Salt e suas irmãs são sua família, e ela sempre prefere olhar para o futuro e não vê nenhum motivo para investigar o passado, no entanto, um evento trágico mudará categoricamente seu modo de ver a vida, e é assim que ela finalmente decidirá enfrentar o legado deixado por seu pai, a carta, as coordenadas e um livro. Todos esses dados a levam a viajar para a Noruega, para seguir a trilha de um famoso compositor norueguês (que existia na realidade), é Edvard Grieg, que compôs o famoso trabalho "Peer Gynt", que coincidentemente é o trabalho favorito de Ally, que, além de sua paixão pela navegação, era anteriormente uma flautista notável que estudava mesmo em um conservatório de música, um passatempo que ela deixou para trás em busca de velejar.

Leia a resenha completa no blog Rotina Agridoce

site: http://www.rotinaagridoce.com/2017/12/resenha-1403-irma-da-tempestade-lucinda.html
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Carol Vidal 10/10/2017

Uma história envolvente
Não há como negar que Lucinda Riley é uma exímia contadora de histórias. Sua habilidade com as palavras é de tal modo marcante, que o leitor é levado a se sentir dentro da história, compartilhando cada momento com os personagens.

Sua descrição histórica de uma época é brilhante, sendo possível entender exatamente como era a vida no período de tempo que ela explora.

Embora o livro tenha algumas falhas, como soluções simples e previsíveis que eliminam o elemento surpresa, a leitura ainda assim é uma viagem fascinante.
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Rafaelle 18/09/2017

COMPLETAMENTE INCRÍVEL!
Se tem uma coisa que eu afirmo sem medo de errar é que Lucinda Riley é a melhor escritora de romances da atualidade.
Eu fico besta com essa mulher! Ela é capaz de entrelaçar passado e futuro, romance e ficção de uma forma tão incrível, com tanta maestria que a sensação que fica é de estar lendo algo que realmente aconteceu! A riqueza de detalhes, a pesquisa minuciosa que ela faz... Sério, essa mulher é incomparável e A Irmã da Tempestade é mais uma prova disso!

Eu tenho um história interessante com esse livro... Estava com ele em casa há meses e já tinha pegado pra ler mais de uma vez e abandonado.
Aí eu te pergunto: que raios eu tinha na cabeça para fazer isso?? Não sei! E provavelmente nunca vou entender o que me deu, mas a parte boa é que eu peguei pra ler de novo e VICIEI nesse livro! Coitado do meu marido que perdeu a atenção da esposa porque eu só queria ler a cada momento vago que eu tinha...

Vamos à história agora: o começo somos apresentados a Ally antes da morte de Pa Salt, o que me surpreendeu, esperava que fosse começar a partir do momento bombástico com o qual o primeiro livro é encerrado, mas NÃO! Conhecemos primeiro Ally, sua profissão, seu grande amor (e eu fiquei me perguntando que raios estava acontecendo para o romance acontecer nas primeiras páginas) e então vem a morte de Pa Salt e as pistas que ele deixa para cada uma das filhas. Ally não vê necessidade de pesquisar seu passado a princípio pois vê que está caminhando para seu futuro ao lado de Theo. E então, Lucinda simplesmente joga uma bomba no nosso colo e a história sofre uma reviravolta completamente inesperada, que força Ally a ir atrás de seu passado.
Então somos transportados à Noruega e apresentados a Anna Landvik, uma camponesa que possui uma voz incrível e é levada à cidade por conta de seu talento. Não quero falar muito porque eu sou dona de soltar spoilers, mas o que preciso dizer é que Anna é uma das personagens mais fortes que já tive o prazer de conhecer. Ela tem uma firmeza de princípios que é linda. Isso com sua pureza e ingenuidade. Muitas vezes eu me vi criticando algumas atitudes dela, mas depois de ler a obra completa, só consigo pensar no quanto ela foi maravilhosa!

Recomendo a todos que leiam essa história magnífica! Ally, Theo, Anna e Thom (personagem que só aparece mais para o fim do livro) roubaram meu coração! É um livro emocionante e apesar de sofrer muito com ele, terminei o livro com um sorriso no rosto e com a fé e a esperança na vida renovadas!
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LOHS 23/07/2017

Um romance completo
Aprendemos com a incrível história de Maia que cada momento é precioso! E que não devemos deixar o medo guiar nossas escolhas. Por isso, depois de nos aventurarmos pelo passado de Maia no Rio de Janeiro, embarcaremos na emocionante história de Ally.

"- Chega de se esconder. Mesmo se não der certo, pelo menos eu vou ter tentado.
- Chega de se esconder." Maia e Ally, p. 100

Se te uma coisa que eu prezo é cronologia. Ally e Mais cruzam caminhos mais de uma vez, tanto no começo quanto no final de As Sete Irmãs. Isso se repete em A Irmã da Tempestade. A história de Ally "começa" para valer com a conclusão da história de Maia, três semanas depois de ela ter se redescoberto com Floriano e ter partido de mala e cuia para o Rio atrás do escritor!

Com o epílogo desnorteador de Ally no primeiro volume (p. 474), mais perguntas a respeito da origem das irmãs e de quem foi Pa Salt são levantadas. E você acha que isso é a primeira coisa que encontrará no segundo livro da série?! Nop. As 100 primeiras páginas são dedicadas a uma introdução à vida de Ally.

Alcíone é a segunda irmã mais velha. A líder, aquela com quem Pa Salt dividiu a paixão pelos mares. Hoje, com uma carreira de sucesso, Ally participa de competições e acaba de cruzar caminhos com Theo, um famoso capitão no círculo das regatas. Um convite para fazer parte da equipe dele é feito e "Quem, em sã consciência, recusaria um convite para trabalhar com o cara atualmente conhecido como 'Rei dos Mares'?" Ally, p. 13 Depois de algum tempo trabalhando juntos, os dois passam a se enxergar como mais que colegas. Um final de semana, isolados do resto do mundo no Mar Egeu foi onde o relacionamento dos dois começou e onde tudo mudou: Ally recebe a notícia de que seu pai faleceu e parte para Atlantis, encontrar suas irmãs.

Ally recebe uma carta, um souvenir, coordenadas e uma frase motivacional assim como todas as outras cinco. No entanto, a busca dela pode ser maior do que pelo seu passado.

"- Se nosso sobrenome era um anagrama criado por Pa Por causa de sua obsessão com as estrelas e a mitologia das Sere Irmãs, então quem éramos nós?
E, mais importante ainda: quem ele tinha sido?
A terrível verdade era que agora eu jamais poderia descobrir." Ally, p. 89

Diferentemente de Maia, ela só escolhe encarar sua jornada para o passado depois que sua vida sofre uma segunda reviravolta (que eu, sinceramente, achei ridícula). Sem a perspectiva de um futuro, torna-se fácil explorar o passado. E faremos isso com um livro que Pa Salt deixou para Ally, "Grieg, Solveig e eu", de um autor norueguês. E com isso, somos apresentadas ao segundo romance dentro do livro: a história de Anna, uma famosa cantora norueguesa, que - de alguma forma - é uma ancestral de Ally.

"O único momento em que sentir ter algum valor era quando estava cantando." Anna, p. 146

"Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força."

E é aí que as coisas começam a acontecer! Anna vive uma vida simples com uma família simples em 1875. Sua vida parece que não precisará seguir o caminho que seus pais desejavam, forçar um casamento, por conta da chegada de Herr Bayer, pianista e professor de música. Ele foi atrás da melhor voz para representar a cultura norueguesa e encontrou Anna. Ele a apadrinha e ambos parte para Christiania, cidade em que Anna descobrirá que o mundo é muito maior e muito mais perigoso do que ela poderia imaginar.

"- Mas eu até hoje só cantei para vacas.
- Então imagine que eu sou sua vaca preferida, e que está me chamando de volta para casa." Anna e Herr Bayer, p. 154

Algumas coisas não são tão preto no branco e essa oportunidade para uma garota do interior não viria sem algum tipo de jogada. Anna e Jens, outro personagem que conheceremos, são um lindo casal, com uma paixão em comum: a música. Assim com Ally, que desbrava países e museus em busca daquilo que Pa Salt lhe deixou, sua origem.

Lucinda, mais uma vez, mostra a habilidade de pesquisadora e romancista que correm por suas veias. Se, com As sete irmãs, ela trouxe o ambiente carioca para os leitores do mundo inteiro, com A irmã da tempestade, ela nos apresenta a uma cultura completamente diferente: termos como Herr, Mor, Far, cultura, modo de vida, comidas típicas. Tudo isso acompanhado de romances que aquecerão seu coração e, com certeza, trarão lágrimas aos seus olhos (assim como trouxeram aos meus!).

As teias que juntam passado e presente são incríveis e você nunca tem certeza para onde Lucinda está guiando a história. Uma surpresa atrás da outra é o que te espera dentro dessas lindas páginas!

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/07/a-irma-da-tempestade-historia-de-ally.html
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cotonho72 10/03/2017

Muito bom!!
A Irmã da Tempestade é o segundo volume de uma série “As sete irmãs”, aqui vamos acompanhar Ally D’Aplièse, uma velejadora profissional que deixou de ser musicista para se aventurar no mar, tocava flauta, ela é a segunda filha mais velha entre as sete irmãs adotadas por Pa Salt. Ally e está participando de uma importante regata, onde acaba se apaixonando por Theo, capitão que faz parte da sua equipe, mas, infelizmente durante esse novo período da sua vida acaba recebendo uma triste notícia, seu pai adotivo Pa Salt, o qual também amava muito o mar, veio a falecer.
Ela volta imediatamente para sua casa para se juntar com as suas seis irmãs, onde se reúnem com Marina, uma baba contratada pelo seu pai que é praticamente mãe delas, lá elas descobre que Pa Salt deixou uma carta para cada uma delas, com pistas sobre suas verdadeiras origens e as coordenadas caso decidam descobrir suas histórias. A partir de então a vida de Ally muda completamente, ela volta para sua nova paixão, Theo, e a princípio não quer saber de ler a carta e descobrir o seu passado, mas as coisas não andam muito bem e um acontecimento a joga para o fundo do poço, deixando-a um pouco depressiva.
Assim ela decide abrir a carta, acreditando que esse é o momento de conhecer o seu passado, e parte para o desconhecido em busca de respostas. Noruega é o destino. Desta forma somos apresentados à história de Anna Landvik, uma cantora de uma voz única, e Jens Halvorsen, um grande musicista. Ally descobre que sua história está ligada à talentosa Anna Landvik, que viveu há mais de cem anos e participou da estreia de uma obra do compositor Edvald Grieg, aos poucos as peças desse enorme quebra-cabeça se encaixam, meio de emoções e amor.
Narrado em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Ally e em terceira pessoa, pelo ponto de vista de Anna Landvik, a autora Lucinda Riley consegue criar uma trama incrível entre passado e presente, realidade e ficção, nos envolvendo no mundo da música clássica de uma maneira incrível, também conhecemos a cultura norueguesa e personagens incríveis.
A Irmã da Tempestade é um romance cheio de amor, esperança, alegria, tristeza e reviravoltas, mais um excelente livro da autora que recomendo com certeza.

site: http://devoradordeletras.blogspot.com.br
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Thai 04/02/2017

Resenha A Irmã da Tempestade
A irmã da tempestade vem contar a história de Ally D’Aplièse, uma jovem que se mostra um prodígio na vela, além do mais, ela vive o momento mais lindo de sua vida: esta bem resolvida no ramo do trabalho e também no amor, descobrindo ao lado do amado Theo uma nova forma de plenitude.
Ally, assim como suas outras cinco irmãs foram adotadas por Pa Salt, um homem que o que tem de rico tem de misterioso, após a morte do pai cada uma das irmãs recebeu pistas para procurarem suas verdadeiras origens. Para Ally, além das coordenadas de seu local de origem foi deixado um livro autobiográfico de um músico chamado Jens Halvorsen e uma espécie de amuleto em forma de sapo.

“O que eu sabia, porém, era que desde o dia do meu nascimento existia um universo paralelo que avançava junto com o meu e poderia facilmente ter sido meu destino. E agora esses dois universos tinham colidido, e eu trafegava pelos dois ao mesmo tempo.” p. 479


Quando todo o mundo de Ally vira de ponta cabeça resta à ela descobrir quem é, encontrar as respostas que devem preencher a lacuna que seu nascimento sempre reservou.

“A música é o amor à procura da voz.” p. 520


Indo quase 140 anos atrás conhecemos por meio da tradução do livro deixado por Pa Salt à Ally a história de Anna Landvik, uma jovem camponesa norueguesa que vê sua pacífica vida mudada completamente com a chegada de Her Bayer à sua porta, ele um homem importante, uma espécie de caça talentos para a época e chega a casa da família Landvik por interesse de fazer da simplória Anna uma estrela do canto. Deixando a cidade natal, valendo-se dos luxos e amarguras de uma cidade grande Anna conhece e se a apaixona por Jens Halvorsen, para mim, um verdadeiro boa vida, filhinho de papai que deve de largar a boa vida para virar músico após o pai descobrir de sua vida paralela. A atração por Jens pode ser a dádiva e também a perdição da doce Anna.

“[...] vou lhe dizer agora que Jens Halvorsen é problema na certa. Ele vai arrasá-la, Anna, assim como arrasou todas as mulheres que tiveram o azar de cair em sua armadilha. É um homem fraco, e a fraqueza dele são as mulheres e os excessos.” p. 319


O que essas mulheres teriam em comum? O que as ligaria, como uma mulher do final do século XIX e uma contemporânea podem ter em comum? Essas são questões centrais e que acompanham a leitura página a página, de forma magistral Lucinda cria um enredo em que o passado e o presente se confundem, sendo uma trama que faz jus as suas 521 páginas que são de puro contentamento.
A história de Ally tem mais enredo, mais consistência de história que seu anterior, “As sete irmãs”, creio que isso se deva principalmente pelo primeiro da série ser mais descritivo de quem são as irmãs, os personagens essenciais da trama, isso tudo para assimilar faz com que a leitura seja mais delicada, se me entendem. Em “A irmã da tempestade” já estava habituada com nomes, profissões e outros detalhes técnicos, por isso apesar de cada livro ser independente eu recomendaria que os lessem em sequência para poderem aproveitar mais a trama, uma vez que apesar deste segundo volume também descrever as irmãs em seus aspectos físicos e de personalidade isso é feito de forma mais prática, para dar liga aos personagens e a história e não com a mesma riqueza do primeiro, então fica a dica, aproveitem os dois volumes!
O tema em si do qual Lucinda se vale para explorar a trama das sete irmãs, o ato de descobrir sua origem, é muito válido, mesmo as irmãs sendo unidas e tendo sido criadas com conforto e amor a possibilidade de descobrir qual sua origem, sua história, sua família com a qual compartilha genes é uma verdadeira dádiva, uma vez que ao que parece nenhuma dessas irmãs chegou ao paraíso de Pa Salt por um mero acaso.
Não tenha medo de se jogar na trama, Lucinda sabe como ninguém escrever histórias de passado e presente juntos em uma mesma trama, são duas histórias lindas, que prometem cativar, não há como não se encantar e emocionar-se por Anna e Ally, duas mulheres fortes, que superam as adversidades mesmo com o coração partido e isso as tornam ainda mais fortes. Outro ponto super interessante e que vale a pena ressaltar é o fato histórico que cada livro comporta, no caso Grieg, o compositor que dá vida a canção que consagra Anna realmente existiu, de acordo com o Wikipédia segue uma breve biografia:

“Edvard Hagerup Grieg é o mais célebre compositor norueguês, um dos mais célebres do período romântico e do mundo. As suas peças mais conhecidas são a suíte sinfónica Holberg, o concerto para piano e a suíte Peer Gynt.”


Como é possível perceber o real e o irreal se misturam nas obras de Lucinda, criando assim um universo único, como se estivéssemos desvendando verdadeiros mistérios, todo esse poder de criação e execução de um enredo merece ser aplaudido de pé, pois eu Thaila já acho super complexo escrever um livro, amarrando todas as pontas ficcionais, mesclá-lo com pontos reais e fazer jus a esses se mostra um desafio que apenas autores perspicazes conseguem dominar e Lucinda está entre eles!
Neste livro Lucinda já deu um nó na minha cabeça e já estou com uma hipótese fixa na mente e que de agora até o final irá me acompanhar, já to ansiosa pra saber qual o desfecho de toda essa ideia que me passa pela cabeça e espero que esse seja o desfecho escolhido pela minha querida autora. É claro que recomendo e já imploro: “Que venha Estrela, que venha Estrela.”

Sobre a série
Como já deve ter ficado bem claro os livros dessa série se basearão na mitologia grega referente ao aglomerado de estrelas denominada “As sete irmãs”, nas quais cada uma de nossas personagens ganhou seu nome em homenagem a uma das estrelas. Li muita coisa na internet sobre o assunto e pelo que entendi dos sites que li, há muitas variações da história, o que se tem em comum é que as sete estrelas eram filhas de Atlas e Pleione sendo as mesmas perseguidas por Órion durante sete anos, deste ponto há diferentes explicações para como elas teriam virado estrelas, eu gostei particularmente da que fala que o deus Júpiter com pena das irmãs apontou à elas um caminho para o céu, para que pudessem ficar a salvo, elas estão localizadas na constelação de touro e de acordo com o site David Rivers:

“Situada na constelação de Touro, este grupo de estrelas talvez seja o conjunto mais visível do céu noturno. Estando dentro do plano da nossa própria galáxia, as Plêiades contêm mais de 500 estrelas, mas apenas 7 são facilmente visíveis a olho nu. Cercando as estrelas reluzentes, uma nebulosa de reflexão cria um lindo brilho azulado, quando vista com um telescópio.”


Assim como na mitologia apenas seis irmãs ganham destaque, sendo Mérope uma desertada, para mim sua história será o desfecho central de toda a trama de Lucinda!
Refêrencia: http://davidrivesministries.org/as-pleiades-as-sete-irmas/

site: http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/
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Tali @letrasmaislivros 27/11/2016

A Irmã da Tempestade
A Irmã da Tempestade é o segundo livro da série As Sete Irmãs. No primeiro livro da série, descobrimos sobre a irmã Maia e sua origem brasileira. Neste livro, conhecemos Ally e sua origem norueguesa.

Ally D'Apliése estava velejando com o namorado Theo Falys-Kings quando descobriu que seu amado pai adotivo, Pa Salt, morrera. Em seu testamento, ele deixou apenas cartas para cada uma das seis filhas adotivas e coordenadas na esfera armilar no jardim da propriedade Atlantis na Suíça.

Após ler a carta e descobrir sobre as coordenadas, relacionadas à Noruega, a jovem tenta retornar a sua rotina, apesar do luto. Theo está a seu lado para ajudá-la neste momento difícil. O relacionamento dos dois começa a ficar mais sério, e ele a apresenta para seus pais, Célia e Peter, que estão divorciados há anos.

Os dois decidem velejar em uma competição importante, em preparação para as Olimpíadas. No entanto, as águas agitadas são perigosas e mesmo competidores experientes estão temerosos de que a competição será cancelada. Mas poucos tempo depois a competição se inicia, e uma tragédia ocorre. É então que Ally decide seguir as pistas deixadas por Pa Salt para descobrir sobre seu passado.

"Em momentos de fraqueza, você irá encontrar sua maior força."

Anna Landvik foi uma jovem que tinha uma linda voz e com seu talento pode interpretar a "voz fantasma" de Solveig, da ópera Peer Gynt, obra do compositor Edvard Grieg. A jovem veio de uma família humilde do interior e se mudou para a cidade grande graças a seu talento.

Portanto, era muito ingenua e logo se viu apaixonada pelo violinista Jens Halvorsen, uma espécie de Casanova do teatro. Ela dá as costas a tudo para viver com seu grande amor após ele ser expulso da orquestra e os dois fogem para a Alemanha e se casam em segredo.

No entanto, ambos não possuem muitos recursos e Anna não consegue arrumar emprego ou usar sua bela voz por desconhecer o idioma. A jovem passa por diversas provações, até ser encontrada por Edvard Grieg, que a coloca de volta aos palcos para mostrar sua voz ao mundo.

"O importante era eu ter recebido a dádiva da vida, e cabia a mim fazer dela e de mim o melhor que pudesse."

Ao longo do livro, vemos Ally amadurecer e nos emocionamos com a estória de sua bisavó, ao mesmo tempo em que descobrir mais sobre a cultura norueguesa e sobre o mundo da ópera e da música. Como todo livro da Lucinda, é impossível não se apaixonar pelos personagens e suas estórias, além de se encantar com a escrita da autora. Recomendo os livros da Lucinda para quem ame romances históricos e aos que desejam se emocionar.

site: https://letrasmaislivros.blogspot.com.br/
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