O Último dos Canalhas

O Último dos Canalhas Loretta Chase




Resenhas - O Último dos Canalhas


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Biblio Indicativa - Ana Luiza 15/11/2015

Blog Spoiler Literário
Pessoal, dei muitas risadas com esse livro. Tão bom quanto "O príncipe dos canalhas" também publicado pela Arqueiro. Misericórdia, eles brigam demais! kkk

A princípio a mocinha (Lydia) mostra que de Dama para o período só tem o gênero sexual, admiro muito as qualidades que ela tem, logo no início do livro se vê que ela tem muita coragem e que precisa deseperadoramente que as mulheres tenham os mesmos privilégios que os homens além de que é visível que ela possue um coração de ouro que a faz colocar o bem de outra pessoa sem levar em conta o dano que pode trazer tanto pra sua imagem como pra sua integridade física. Amei de paixão essa personagem que não abaixa a cabeça pra aproveitadores e que faz de tudo pra recuperar objetos sentimentais de suas amadas. Ps. Amei muito mais o fato dela ser um mulher alta (só eu sei como é difícil achar homens mais altos que eu).


Vere. O que falar desse mais famoso libertino? Minha nossa, que homem! No começo odiei ele por ser tão machista ( também não sou feminista, só pra deixar claro. Acredito num meio termo) mas isso me incomodou absurdamente. Em seu decorrer ele percebeu que havia cometido um enorme erro ao subestimar o cérebro dessa mulher e cada vez mais se vê envolvido com ela. Aos poucos ele vai percebendo que uma mulher não serve só pra ter na cama e depois desprezar, e sim, podem ser mais sagazes e inteligentes que metade dos homens. Ah e só pra ressaltar o que me fez amar esse homem foi que apesar de tudo ele tinha motivos pra ter se trancado em sua solidão e impedido que outros chegassem ao seu coração. Lindo, não é?

Livro aprovadíssimo!!
Sara Neves 27/02/2016minha estante
Eu também amei esse livro kkkkk dei boas risadas com essa mocinha maluca! o Vere é um TDB kkkkk bjs.


Danda 28/04/2016minha estante
Gostei muito da estória, me diverti também, porém confesso que em alguns momentos achei a leitura meio confusa.




Cris Paiva 22/01/2016

E eu que estava achando que esse livro não ia ser tão bom quanto “O Principe dos Canalhas”... Estava até desanimada pra ler, imagine só! É claro que a história não é igual, e só não coloco no mesmíssimo patamar, porque na outra o personagem principal é o Lorde Belzebú.

Bom, nós já havíamos conhecido Vere Mallory no livro anterior, quando ele e o Dain brigaram no pátio da hospedaria. Lembra quando o Dain se pegou com um amigo que ofendeu a digníssima senhora dele? Então, era o Vere. Por ai você já vê que o mocinho não tem muito senso e nem amor à vida.

Nós ficamos sabendo um pouco do Vere no prólogo, sobre ser ele um nobre relutante, que não queria a posição que ocupa, por ter enterrado vários parentes, inclusive um menininho para chegar a duque, e sim, ele se sente culpado, e faz de tudo para abreviar a própria vida e deixar o encargo para o próximo da fila.

Ele está num dos dias de esbórnia, quando encontra Lydia na saída de uma taverna. Ela está brigando com uma cafetina e tentando proteger uma mocinha indefesa, quando o Vere interfere e acaba levando um soco bem dado pela mocinha e se estabaca de bunda no chão. É claro que ele vira chacota da sociedade e fica querendo se vingar. É isso que está no resumo e você fica com a impressão que é um livro sobre vingança, só que não! É mais um jogo de gato e rato, com a mocinha jornalista correndo atras de noticias e tentando desbaratar uma casa de prostituição e o mocinho correndo atras da Lydia e torcendo para apanhar de novo. É sério. Toda vez que ela bate em alguém ele se arde de ciúmes e fica triste porque não foi com ele. Kkkkkkkk

A história é ótima e segue o mesmo estilo do “O Príncipe dos Canalhas”; a ação não pára, sempre acontece alguma coisa, o casal vive ás turras mas não conseguem ficar longe um do outro, e a autora não espera até o final para resolver a situação de ambos. Lá pela metade do livro ela resolve juntar os dois de vez, depois deixa o casal para aparar as arestas até o final. O que eu, sinceramente, achei ótimo. Detesto livros que terminam abruptamente com o casamento ou sei lá o que, quando poderiam ter rendido muito mais.

E ainda, de brinde, tem a participação especial de Lorde Belzebú, que roubou todas as cenas em que apareceu e do irmão meio tapado da Jessica, Bertram. Ele aparece para ocupar o cargo de “melhor amigo” do Vere e é dono de algumas das cenas mais engraçadas do livro. É impossível não rir com ele. Aliás, é impossível não rir com o livro inteiro.
Silvana Barbosa 22/01/2016minha estante
Ah , também me achei esta história ótima . E apesar do tom divertido depois , chorei muito no início .


Cris Paiva 22/01/2016minha estante
Ah, o começo é triste mesmo, mas depois me deu dor de barriga de tanto que eu rí.


Silvana Barbosa 22/01/2016minha estante
kkkk


Bee 22/01/2016minha estante
Não estou conseguindo passar do primeiro capítulo


Bibi 22/01/2016minha estante
Rir litros com esse livro. Superou o primeiro!


cinthia 22/01/2016minha estante
cris eh so o 1 e o 2? ou tem mais?


Cris Paiva 22/01/2016minha estante
Publicado só esses. Mas em inglês acho que são 4.


Janne 22/01/2016minha estante
Meninas tem toda a série em pdf... em português... em disponível na net ;), se quiserem eu tenho... mas os que eu tenho só o príncipe dos canalhas tem a capa atual...


Silvana Barbosa 22/01/2016minha estante
Os outros da série não são tão bons como esses dois primeiros .




Sueli 28/01/2016

O Penúltimo dos Canalhas...
Mostre-me um leitor que tenha todo o tempo do mundo, e eu estarei conhecendo uma pessoa feliz!
Pois é, nosso tempo não nos pertence integralmente... Por um acaso, eu tenho o enorme privilégio de compartilhar meus dias com familiares muito amados. E, de vez em quando, a vida acontece e aquelas horas felizes lendo os livros que aprendi a amar, depois de tantos anos, tornam-se escassas... Contudo, o simples prazer de roubar alguns minutos e renovar o humor para o que der e vier é fabuloso!
Foi o que aconteceu durante a leitura de “O Último dos Canalhas”, da Loretta Chase. Quanto mais eu desejava estar grudada nesse livro adorável, menos tempo eu tinha. Embora, eu confesse que quase deixei de comprá-lo já que não gostei do volume anterior... Ok, galera, pode me vaiar... O início de “O Príncipe dos Canalhas” é uma delícia, mas depois... tsc, tsc, tsc... Não deu para mim! Sinto muito, adoradores de Lord Dain. ;)
Contudo, Lord Vere foi paixão à primeira linha! Você tem que concordar que um homem com uma dor, é muito elegante. E, Lord Vere carregava toda a dor do mundo aprisionada em seu peito e sem ter com quem desabafar, até encontrar a “Mulher Dragão”. Essa mulher foi quem começou o processo de cura desse personagem delicioso – em vários sentidos, é claro – com uma tremenda surra em praça pública! Ele mereceu, era arrogante e intrometido demais.
E, ele gamou por ela, é claro...
Então, temos esse homem vagando por Londres, sem amarras, bêbado, relacionando-se com a escória, mas que ao ver Bertie, irmão querido de Lady Dain, ser quase atropelado por uma loura imensa em sua carruagem, sai correndo para impedir que uma tragédia maior ainda aconteça nos becos sujos de Londres.
Vere conhece Lydia, por quem se apaixona quase imediatamente, só faltava o soco para solidificar esse sentimento, que ele só percebe quase ao final do livro.
Ih, dei spoilers? Bem, não me diga que você ia ler esse livro na incerteza sobre a concretização do amor dos dois??? Ahhhhh, chorei... :D
A trama é intensa, bem amarradinha, cheia de inserções shakespearianas, muito bem colocadas e divertidas, vilões terríveis, anjos de caras sujas, e, tem a Susan que é uma querida. O livro é tão bacana, que até mesmo os caninos se dão bem...
A prisão de Marshalsea - mencionada no livro - abrigava os devedores, e foi onde o pai de Charles Dickens ficou preso e, serviu de inspiração ao seu romance Little Dorrit, que foi adaptada pela BBC, e está sendo exibida pelo canal Art1, todas as terças, às nove e meia. #ficaadica.
Mas, eu sou uma leitora danada de chata... E, não é que eu descobri uma falha nessa história? Mas, nada que impeça você de ter horas de pura diversão, viu?
Explico: eu amo livros policiais, e de vez em quando dou uma escapulida e leio um e outro. Amo de paixão Sherlock Holmes! Com o Benedict Cumberbatch, então nem se fala!
Pois é, foi por causa dessa paixão que descobri esse “furo” da Loretta Chase. Acontece que Arthur Conan Doyle, segundo a lenda, baseou seu personagem icônico no Dr. Joseph Bell, citado pela autora em determinada cena do romance. Contudo, o Joseph Bell nasceu somente em dezembro de 1837, muito depois da época em que o romance está ambientado. Não rolou, Chase. Sorry!
Você poderia argumentar que era um homônimo, mas quando estiver lendo, vai acabar concordando comigo... Ou, não!Tudo bem...
Para terminar, de presente, Chase nos brinda com uma defesa muito bem argumentada a favor do gênero de seus próprios romances. Acredito, baseada na biografia da autora, que seja uma parte de sua vivência pessoal.
Um livro muito bom, e, em minha opinião, muito superior ao primeiro volume dessa série. Eu espero que você leia e se divirta tanto quanto eu.
Renata 28/01/2016minha estante
Já encomendei o meu, estou louca pra ler. Eu sou apaixonada pelo primeiro livro da série, pois adoro um mocinho traumatizado, que sofre por dentro e só a mocinha pode com ele. Nem li ainda O último dos canalhas, mas já amo a Loretta Chase, e de quebra você por nos brindar com resenhas tão maravilhosas.


sandra 28/01/2016minha estante
Adorei a resenha Sueli, e concordo plenamente o nosso tempo não nos pertence integralmente....


Lizzy 29/01/2016minha estante
Que resenha deliciosa! Ainda não li, não por falta de interesse, mas por causa de uma lista infindável rs Bjs querida!


Sueli 29/01/2016minha estante
Pois é, Sandra, e, no meu caso, é benção que assim seja, pois eu passaria meus dias lendo... E, há tanta coisa lá fora, não é mesmo?


Sueli 29/01/2016minha estante
Ih, Lizzy, nem me fale da lista... Acho que não terei tempo de ler essa lista infindável!
Beijão, querida!


Sueli 29/01/2016minha estante
Renata, que bom que você não ficou aborrecida comigo por eu não ter me apaixonado pelo Lord Belzebu. Só para deixar você com água na boca, adianto que Lord e Lady Dain participam ativamente do segundo volume da série.
Obrigada pelo comentário, querida.
Beijos


Kelli 29/01/2016minha estante
Adoro suas resenhas, são tão perfeitas e divertidas :)


Sueli 29/01/2016minha estante
Obrigada, Kelli, são apenas comentários, mas fico muito feliz que você aprecie.
Obrigada por deixar o seu comentário. Você foi muito gentil.
Beijão!


May 29/01/2016minha estante
Adorei a resenha!! Mt bom saber outras opiniões sobre o livro, está na minha meta pra este ano, li o primeiro, e pelo visto o segundo é ótimo! Esses canalhas


Sueli 29/01/2016minha estante
May, vamos combinar que o rapaz não era tão canalhas assim, né?
E, muito menos o último! Só eu conheci vários! rsrsrsrsrs
Obrigada pelo comentário,
Beijossssssssss


Isabella 29/01/2016minha estante
Adoro os canalhas - nos livros - eles me divertem muito!


Sueli 29/01/2016minha estante
É isso mesmo, Isabella, canalhas só são divertidos nos livros. E, seria ótimo que eles fossem apenas personagens literários. Concorda?
Beijão, obrigada por comentar. ;)


Sueli 01/02/2016minha estante
A quem interessar possa: o dia correto de exibição de Little Dorrit pelo Art 1 é segunda-feira!


Isabella 17/02/2016minha estante
Super concordo! Apesar de que, na maioria das vezes, nos livros, eles nem são canalhas de verdade! É só fama... Mas são super divertidos!


Letícia 11/10/2016minha estante
Muito bom ter lido sua resenha. Não gostei do Principe dos Canalhas, o que me fez desanimar de ler o segundo. Mas confesso que já estou mais interessada!




mariana.candiago 05/05/2016

Comentários da Mari
Consegui terminar este livro, finalmente, porque foram três tentativas. O livro deveria ser um romance histórico certo? Mas ele mistura uma mocinha jornalista, ativista social, escritora de novela, meio atriz, com um canalha libertino. Na minha opinião, o amor deles não flui na leitura.

Se você está esperando um romance histórico, daqueles com bailes suntuosos, olhares languidos, sociedade londrina, não é este o livro. Aqui a ação é no submundo de Londres com gente suja, faminta e maltrapilha. Quer um descrição lenta e apaixonada do amor do mocinho e da mocinha, também não é aqui. Vá ler Príncipe dos Canalhas, até porque muita coisa citada deste livro vem do outro. Melhor lê-lo antes.

Em O Último dos Canalhas acontece de tudo um pouco: descobrem que a mocinha tem a ver com a família do livro do Príncipe dos Canalhas, o mocinho é tutor de duas meninas que fogem, tem o caso de um roubo de jóias, tem a vingança do mocinho, enfim, tem tanta ação misturada que a gente se perde várias vezes. O romance fica meio esquecido, em meio de lutas, perseguições, facadas, cadáveres, prostitutas, cafetinas… E, no fim a autora tenta desalinhar tudo, e os advogados tinham um documento que explica uma árvore genealógica louca para dizer que a mocinha tinha sangue azul e viverão felizes para sempre! Aff. Dou 2 estrelas!

site: www.cinderelasliterarias.com
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spoiler visualizar
R.Uzai 23/03/2016minha estante
Eu também não gostei desse livro e olha que eu amei o príncipe dos canalhas.




LuizaSH 19/11/2015

Vou confessar que esperava mais. Achei o início bem promissor, mas no decorrer foi meio que perdendo a graça. Quando aparecia uma ou outra cena que eu pensava "agora vai", acabava que eu quebrava a cara com o desfecho, porque pensava "aff, foi assim que aconteceu?". Sem falar que parece uma trilogia acontecendo dentro do mesmo livro. Vários personagens tendo suas histórias contadas e que se ligam de alguma forma umas com as outras.
Pelo que havia lido em "O príncipe dos Canalhas", achei que o Mallory só perderia em obscuridade para o Lord Dain. Mas em "O último dos canalhas" achei o Vere até mesmo bobinho em certas cenas. Pensei que, como Dain, ele seria uma pessoa mais amargurada, fechada, dura, mas que fosse abrandando tudo isso com ajuda da mocinha da história. Ele até tem seus casos mal resolvidos e a Lydia o ajuda nesse sentido, mas achei que a mudança foi tão fraquinha, não sei bem como dizer, novamente aquela sensação "assim? É assim que tudo se deu? É assim que foi superado?". Sensação que as mudanças se davam muito rápido, sendo que em linhas acima era super difícil, afirmativas categóricas de que jamais faria tal coisa, e logo em seguida PÁ!, mudou o pensamento, kkkk.
Lu 01/12/2015minha estante
Gostei da premissa mas ela se perdeu completamente no desenrolar da história. Estou cobrando uma posição da editora, quase que diariamente, sobre o resto da série. Para quem não sabe esse é o volume 4 e "O Príncipe dos Canalhas" é o vol 3.


LuizaSH 02/12/2015minha estante
Na verdade li só o livro em inglês, ainda tenho que ser essa versão em português, mas penso que peguei bem a história e tudo mais e digo que não curti muito, esperava mais principalmente do Vere.
Entendi que na verdade esses livros não foram lançados pela autora como uma série, mas depois de um tempo passaram por uma revisão ou coisa do tipo na editora e aí foram colocados como série, por isso que algumas das histórias não se encaixam umas nas outras. É esperar para ver como a Arqueiro fará a publicação dos livros aqui no Brasil.




Mah 12/12/2015

#Canalhas
Hey leitores!

Que tal mais um Romance Histórico com a inigualável Loretta Chase?

“Aquela criatura insolente achava que tinha vencido – e todo mundo devia pensar isso também. Em poucas horas, toda Londres ouviria dizer que uma mulher havia derrubado Ainswood, o último dos canalhas da família, de bunda no chão.”

Vere é literalmente o último canalha da família Mallory, que herdara o título de duque de Ainswood, logo após a morte de seu amado primo, Robin, de apenas nove anos, o deixando complemente arrasado, pois havia chegado tarde demais... de novo. O duque passa então a viver sem restrições, se esforçando ao máximo para fazer jus a sua fama de canalha, ainda mais depois de se deparar com a impetuosa “mulher dragão”, mais conhecida como Lydia Grenville.

“Se ela fosse um homem, Vere correria atrás, a arrancaria do veiculo e enfiaria aquele sorriso metido a besta goela abaixo. Mas ele só podia olhar, raivoso, até que ela dobrou uma esquina logo depois... Seus olhos não mais a viam, mas o coração palpitava.”

Lydia é uma jornalista corajosa e independente, que não se vê intimidada com as investidas do pervertido Ainswood. Disposta a correr perigo de vida só para capturar a horrenda Coralie Brees, a pior cafetina de toda Londres, que sequestra meninas e as faz trabalhar nos bordeis mais nojentos da cidade; isso sem contar os assassinatos que esta cometeu, essa busca de Lydia se torna implacável.

Durante uma perseguição, Lydia quase atropela um jovem com sua carruagem, mas não para, pois não quer perder de vista Coralie, que levava uma jovem recém-chegada a Londres. Mas antes que Lydia pudesse fazer algo, o duque se intrometera, atrapalhando os planos da jornalista e deixando-a furiosa após lhe roubar um beijo meio a uma multidão, resultando num soco humilhante.

A partir desse ocorrido, Vere decide se vingar de Lydia após fazer dele o alvo de chacota da sociedade, enquanto Lydia está decidida a desmascarar Coralie, mesmo que isso signifique pedir ajuda ao perverso duque de Ainswood.

Além do romance, o livro também é recheado de mistério e ação, afinal por que Lydia quer deixar o passado enterrado? E como Vere irá lidar com seus fantasmas? O duque demora a entender que Lydia não irá ceder tão facilmente aos seus encantos, além dela ser claramente uma mulher inteligente, que se vê lutando contra a “tentação”.

“E se lembrou de que tipo de homem ele era. O tipo libertino que despreza as mulheres. Para ele, nós temos apenas uma utilidade e, se já fomos usadas, perdemos totalmente o valor.”

O Último dos Canalhas é o quarto volume da saga Scoundrels (#Canalhas), mas o segundo da escritora lançado no Brasil, pela Editora Arqueiro, sendo que o primeiro foi O Príncipe dos Canalhas (confira aqui). A saga, felizmente, pode ser lida fora de ordem, pois cada volume é focado em casais diferentes.

“Agora Lydia não tinha como fugir. Para o bem ou para o mal, estava amarrada a Vere.”

Depois de ler O Príncipe dos Canalhas, fiquei “louca” ao saber que iam lançar outro livro da Loretta Chase! A capa é tão linda, a narrativa da Chase é na terceira pessoa e é bem dinâmica. Os personagens são perfeitos, cada um com sua personalidade e história, e amei ainda mais ao perceber que alguns dos personagens do livro anterior estavam presentes neste! (como Lorde Dain e a Jéssica, ou será Lady Dain? Tam tam tam).

“O amor precisara pegá-lo desprevenido. Fora o que Lydia fizera diversas vezes. Furtiva, ardilosa, recusando-se a jogar segundo as regras. Era assim que o amor funcionava. E ele estava explodindo de felicidade.”

Uma narrativa sarcástica, de personagens irônicos e puramente cativantes. Recomendo para os que já são fãs desses perfeitos Canalhas, e para os que ainda não sabem o que estão perdendo.

site: livrosemarshmallows.blogspot.com.br
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Pratelivros 26/02/2016

OBS: Para ler essa resenha com seus recursos de imagem (fotos, gifs, etc) completos, acesse o link ao fim da resenha:

O duque de Ainswood, Vere Mallory (já achei o nome sexy), parece determinado a se matar. Rico, com um título influente e respeitado, além de muito bem apessoado, ele parece estar preocupado apenas em desfrutar a vida despreocupadamente. Brigas, apostas e mulheres: é basicamente pra isso que o duque vive. Até que uma atraente Amazona quase parte sua cabeça ao meio. A partir daí, Ainswood vai fazer de tudo para se vingar dessa mulher que ele considera um perigo para sociedade e que aparentemente ele não consegue tirar da cabeça.
Lydia Grenville não é exatamente uma dama modelo da sociedade londrina. Ela vive pelas próprias regras: não está à procura de um marido (mesmo que já tenha 28 anos, uma senhora na época), ousa ter um emprego, de jornalista, ainda por cima!, além de frequentar bares onde bebe como um homem com seus companheiros de profissão.

Em suas matérias, que vem ganhando bastante reconhecimento, ela critica a sociedade patriarcal londrina, e nobre como duque Vere. Não, Lydia não é uma dama qualquer. E Ainswood aprende isso do jeito mais difícil quando a confronta e acaba no chão. E assim começa esse confronto delicioso entre dois dos personagens mais obstinados que eu já vi.

"Na verdade, os dois sempre haviam sido impiedosos um com o outro. Sempre tinham trocado insultos e socos. Era como se comunicavam. Era como expressavam afeto e compreensão."

É impossível não comparar livros de uma mesma série que acompanham diferentes casais e é muito comum que nos decepcionemos com o decair da qualidade deles conforme avança a série. Mas Loretta, que já tinha me ganhado com o primeiro volume dessa série, me surpreendeu nesse segundo livro. Ela não só conseguiu criar uma estória de amor tão deliciosa e intensa como no último livro, mas também manteve a qualidade dos personagens e o bom humor da trama. Putz, gente, eu gostei muito desse livro. Loretta, miga, você arrasa.
Os destaques continuam sendo os protagonistas. Lydia Grenville principalmente.
Ela é a representação da força e determinação feminina. Esse livro, aliás, fala mais sobre empoderamento feminino e valorização da mulher do que a grande maioria dos romance contemporâneos que tenho lido. A independência de Lydia e sua influência em seu campo de trabalho são claramente reflexo do seu intelecto e jogo de cintura. Uma daquelas personagens que te enchem de orgulho e merecem seu respeito. A personalidade forte, sua língua afiada e teimosia fizeram dela um personagem extremamente interessante, além de criar situações hilárias entre ela e seu arqui-inimigo.

“No mundo real, adulto, era mais fácil encontrar unicórnios do que príncipes encantados"

Sobre Vere:

“Segundo etimologistas, “Mallory” significa “infeliz” ou “azarado”. Mas na história da família do duque, queria dizer “encrenca”, com “E” maiúsculo. Alguns antepassados do duque tinham vivido muito, outros pouco, mas todos tiveram em comum uma vida intensa, porque essa era sua natureza: serem canalhas notórios de nascença”.

Sim, ele tem uma reputação e tanto. Promíscuo, selvagem, inconsequente: isso é o que a sociedade pensa de Vere Mallory e o que ele quer que pensem.
Mas conforme a leitura evolui, percebemos que ele tem muito mais no quesito caráter do que poderíamos imaginar. E eu simplesmente adorei o personagem. Tão teimoso e cabeça dura quanto Lydia, a dinâmica que isso dá à relação deles é incrível. Eles antagonizam o livro inteiro e a tensão e a química entre eles... UAU! Muito sexy.

"Se você tentar me substituir, você ficará tristemente desapontada. Eu não posso ser substituído. Eu sou o único homem no mundo que possui a combinação certa de qualidades pra você(...) Você pode cometer qualquer tipo de ultraje que sua mente maligna conceber, e ter a certeza de que participarei de boa vontade. Você é uma encrenqueira, Lydia. Nada menos do que um canalha Mallory serviria pra você"
- Veere Mallory -

Como se esse romance incrível não fosse o bastante, Loretta ainda inseriu algumas pitadinhas de suspense à trama, o que deixa tudo mais interessante.
Um romance de qualidade com o qual você dificilmente se desapontará.
Recomendo

OBS: Para ler essa resenha com seus recursos de imagem (fotos, gifs, etc) completos, acesse o link abaixo:

site: http://pratelivros.blogspot.com.br/2016/02/resenha-o-ultimo-dos-canalhas-loretta.html#more
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Dani A. 05/03/2016

2° livro da Série Canalhas (Brasil)/5° Livro da Série Canalhas (original)

[Resenha Editada]

Eu fico muitíssima feliz que a editora Arqueiro vêm investindo nos históricos,e apesar de não ter curtido esse livro da série,é bom saber que ela não "abandona" a publicação do restante dos livros de séries publicadas.

Indo á história,a Lydia é um escritora bem á frente do seu tempo,e uma mulher super moderna,que não quer saber de compromisso.
O Vere é um libertino convicto,mais acaba ficando balançado depois que foi ajudar a Lydia e acabou levando um soco dela no rosto e se espatifou no chão kkkkk.Pronto,virou motivo de chacota entre todos kkkkkkkkk coitado,daí então que ele implica c/ ela e como vingança pretende seduzir ela.

Então,o livro tinha uma boa proposta,mais não gostei dele devido cenas arrastadas e enormes,a introdução (que eu já percebi nos livros dessa autora) é muito grande e confusa,e também devido á essa mocinha,gentee que mulher difícil,tipo a ponto de eu achar que ela nem se interessa pelo mocinho mesmo viu,tem umas cenas que deixou isso claro,pelo menos para mim....o mocinho eu achei meio que um coitado,desde que a conheceu só fica atrás dessa durona.

Enfim,achei meio fastidioso o romance entre eles,faltou mesmo :/ Continuo preferindo o "Príncipe dos Canalhas"!

Mas quem gostou do Marquês Dain com certeza eu recomendo a leitura desse livro,pois vi muitas pessoas que gostaram,então vale a pena arriscar e aproveitar que a Editora se animou com os históricos *--*
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Beta Oliveira 21/12/2015

Lois Lane?! Lois Lane uma ova! Jornalista intrépida e sem limite é Lydia Grenville, mesmo com o último dos Mallory canalhas no pé dela. O embate entre gente inteligente e gente teimosa rende cenas hilárias, vários pitacos e inimigos cruéis.

Visite no Literatura de Mulherzinha o texto completo sobre este lançamento Editora Arqueiro.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2015/12/cap-1114-o-ultimo-dos-canalhas-loretta.html
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AndyinhA 19/12/2015

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Uma das coisas que a gente percebe nesse mundo do romance de época é que as séries nunca são cm os mesmos personagens como a gente está acostumado em outros gêneros, a série se dá porque ou traz mesma família, ou um grupo de amigos, mas de uma forma ou de outra, traz o mesmo mundo ou algo similar em cada um dos livros. E esta série, traz o grupo de amigos. Por isso, caso você se decida por ler este e não leu o anterior, nenhum problema, são histórias diferentes, onde alguns personagens aparecem nos dois livros.

Apesar de ter curtido o anterior e claro ter feito uma pequena ligação achando que esse poderia ser igual, mas de preferência melhor que o anterior, me senti um pouco desapontada. A história, os personagens e seu desenrolar não me atingiram da mesma forma. Ficou um pouco a desejar.

Acho que o grande problema para mim foi o casal protagonista, não consegui sentir uma química neles, muita das vezes tinha mais a vibe de irmãos, ou ótimos amigos do que realmente um casal e com isso peguei uma certa implicância... E o mesmo vale para cada um dos protagonistas. Não vi a mocinha como alguém destemida e legal. Isso acabou não me conquistando e o drama do rapaz não tocou meu coração de modo que me fizesse apaixonar por ele, com isso acho que o romance não funcionou e acabou passando para a história.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2015/12/poison-books-o-ultimo-dos-canalhas.html
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Rose 03/12/2015

jornalista. Sem papas na língua, ela colecionava fãs e desafetos na mesma proporção.
Foi ela a responsável pelo crescimento do jornal Argus, que estava a beira da falência. Além de reportagens que defendiam os menos favorecidos, ela também mantinha sob um pseudônimo uma espécie de novela em capítulos, que era o maior sucesso entre todas as camadas sociais, sexo e idades.
Um grande desafeto seu era Coralie Brees, uma famosa cafetina da região, e também uma das mais cruéis. Coralie costumava pegar meninas indefesas nas ruas e as obrigava-as a se prostituírem, usando a dor como sua arma de persusão.
Foi tentando salvar uma jovem desta vida que Lydia acabou conhecendo Vere Mallory, o duque de Answood.
Os Mallory tinha um histórico de mortes na família, e até por conta disso, Vere era o atual detentor do título, pois foi ele que acabou enterrando um a um os últimos duques. Para seu desespero e revolta, ele estava presente no enterro do último duque, um lindo garotinho de 9 anos que ficara sob sua tutela após a morte do pai. Aliás, as irmãs dele, Emily e Elisabeth, também estavam sob a tutela de Vere.
Revoltado e sem condições não só morais mais também psicológica de cuidar de crianças, ele acabou deixando as crianças sob os cuidados de outros da família. Vere resolveu se jogar de cabeça na bebida e nas mulheres. Esta era sua forma de dizer que o título pouco significava para ele.
Para ele, as mulheres era inúteis e serviam para seu bel prazer. Lógico que o encontro entre ele e Lydia só podia dar confusão, e das bravas.
Em uma deliciosa briga de egos, que rendem cenas bem engraçadas e com diálogos ótimos, Vere e Lydia se provocam mutuamente, sempre tentando ter a última palavra. É justamente em um destes embates que ambos caem em suas próprias armadilhas. Agora cada um vai precisar vencer esta maluca corrida para ter seu desejo realizado. Sem falar, que um deslize pode causar a morte de um deles, o que se eles fossem sinceros, não era o desejo presente entre eles.
Como confusão parecia ser o nome e o sobrenome destes dois, eles também terão pela frente que enfrentar o sumiço de Emily e Elisabeth, que podem ter caído nas garras de Coralie.
No meio destas confusões e brigas, o casal precisa ainda entender cada um seu próprio coração.
Esta série de Chase é ótima. Ela desenvolve um romance com muito humor, o que muito me agrada. Destaque aqui para a bem vinda participação de nosso inesquecível Lorte Belzebu (O Príncipe dos Canalhas).
Se você, como eu, gosta de romances de época, eis aqui uma boa pedida.


site: http://fabricadosconvites.blogspot.com
Marlene C. 11/01/2016minha estante
Maravilhosa resenha.
Quero muito ler esse livro, Super curiosa, ouvir muitos elogios a autora.
Gosto muito do tema, capa maravilhosa.




Pâm 27/08/2018

Quase desisti
Uma tentativa frustada de se igualar ao primeiro livro, sério quase dormi lendo esse livro, a personagem principal era chata, o mocinho mediano e os outros personagens(ainda os remanescentes do primeiro livro) ficaram cansativos. A história em si teve um ponto alto é apenas isso, foi uma leitura cansativa, entediante, nem tem comparação com o primeiro, que te faz suspirar, rir e se apaixonar, com esse foi bem, bem, menos.
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Babih - @capadura_coracaomole 21/02/2017

Canalha favorito <3
No início, conhecemos a história da família Mallory e como viveu alguns Duques da família. Antes todos eram honrados e honestos, porém em sua nova geração um deles herdou a herança canalhas de antes. Mas Very não contava com a morte inesperada de seu primo. Com isso o ducado agora passou para ele assim como a guarda dos sobrinhos

Após isso, conhecemos Lydia, que se encontra discutindo com uma cafetina, após ela tentar levar uma moça para seu bordel.Em meio a confusão Very aparece e resolve intervir. Porém, quando tenta acalmar Lydia, a beija e recebe um soco por tal atitude. Agora ele terá que descobrir uma maneira de arruinar a reputação de Lydia.

–Se você tentar encontrar um substituto, vai ficar tristemente desapontada. Eu sou insubstituível. Sou o único homem no mundo inteiro que tem a combinação perfeita de qualidades. (...) Pode bater em mim quanto quiser sem se preocupar em causar qualquer dano. Pode cometer qualquer tipo de ultraje que sua mente maligna conceber, e tenha certeza de que eu participarei de boa vontade. Você é uma encrenqueira, Lydia.(...) Nada menos do que um canalha Mallory serviria para você.

Lydia e Very são exatamente iguais, ambos não se importam com a própria reputação ou o que pensam deles. Lydia é escritora em um famoso jornal da cidade e tem suas crónicas em alta por toda a sociedade. Já Very é conhecido pela sua devacidade e falta de honra ao seu título.

Eu amei o segundo, ainda mais do que o primeiro. Lydia e Very com suas brigas e aventuras prendem sua atenção e fazem você dar altas gargalhadas. A narração está muito bem escrita e desenvolvida com desenvoltura e maestria. E ainda podemos saber mais sobre Dain e Jessica. Já estou com saudades desses quatro.

site: http://capadurae-coracaomole.blogspot.com.br/
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Carla Solayne 29/06/2016

Livro bom!!
Quando comecei a ler esse livro estava meio desanimada porque tinha achado "O Príncipe" mediano, mas resolvi ir em frente. No inicio, literalmente, estava achando o livro meio arrastado, estava começando a achar que o meu problema era com a Loretta. Comecei a não me identificar com a mocinha, pedante demais, chata demais, implicante demais, mulher homem demais, até que....da metade do livro para o final, Bummmm!! Meu coração disparou, a história começou a fazer sentido, os personagens se encaixaram. Sinceramente, é um dos romances de época que li que mais tem ação, aventura, emoção, muitas descobertas, me surpreendeu totalmente!! Sabe aquele livro que a gente não dá nada e depois arrebenta seu coração, foi assim com O Último dos Canalhas!! Neste livro, Loretta Chase conseguiu fisgar meu coração!!
Vanessa Motaa 14/07/2016minha estante
Estou tendo muita dificuldade com o início desse livro. Agora, na página 100 estou começando a ter uma esperança! e com a sua resenha mais ainda. Não estou me identificando com essa mocinha. Vou lá tentar mais uma vez :)




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