Mil Pedaços de Você

Mil Pedaços de Você Claudia Gray




Resenhas - Mil Pedaços de Você


154 encontrados | exibindo 31 a 46
3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |


Biel 03/06/2020

Encantado com a história. ??
Foi um livro que no início eu pensei que não iria gostar muito mas me surpreendi. A autora fez eu me apegar aos personagens de uma forma que quero guardar todos em um potinho. Tudo que eu gosto de ver foi contemplado na história.... Romance, mistério, suspense e muita aventura. Recomendo bastante o livro e já estou ansioso pra ler os outros da saga. ?
comentários(0)comente



Rafa 28/12/2015

"Eu amaria você em qualquer corpo, em qualquer mundo, com qualquer passado. Nunca duvide disso."
Aiai, como fazer a resenha do livro que eu mais antecipei o ano inteiro e que acabou sendo a maior decepção também?
Vou enumerar as coisas para facilitar.
1 - Obrigada pelo título e pela diagramação, AgirNow. Poderiam ter inventado demais pra traduzir o título e ter estragado bastante. Já que foi uma votação, o obrigada vai para o pessoal do instagram que votou muito bem (hehe). Salvo por alguns errinhos de revisão, que foram mais frequentes do que o que eu consideraria insignificante, mas ok.
2 - Que capa. Gente, que capa. Vou admitir que me apaixonei pela capa antes mesmo de me interessar pela sinopse.
3 - Que previsível! :( A história tinha tanto a desenvolver, um plot que poderia ser incrível se a autora não tivesse trilhado os caminhos mais fáceis e esperados. Ela seguiu o fluxo YA e criou os personagens mais sem personalidade que eu já vi (que exagero, já li piores, mas vamos deixar assim mesmo). Eu já sabia quem era o vilão e quem era o mocinho desde o terceiro capítulo, e isso me irritou muito. Não por saber em qual lado da história cada um estava, mas sim por haver essa separação do bem e do mal tão bem marcada, quando sabemos que nunca é assim de verdade.
4 - Paul Markov. O único personagem que me prendeu, de alguma forma. Talvez por me lembrar de outros personagens masculinos tímidos, com um passado tenebroso e cheios de amor no coração (mais uma fórmula YA de sucesso, mas ainda assim).

Enfim, Mil Pedaços de Você não me surpreendeu nem me proporcionou a melhor leitura do ano como eu esperava, mas não foi de todo ruim. A leitura fluiu e terminei o livro bem rápido. Apesar da previsibilidade, eu pretendo dar uma segunda chance e ver o que acontece nos próximos livros. :)
comentários(0)comente



youngisbell 03/08/2020

Que idéia legal, inovadora, amei demais o conceito da idéia.

A mistura de física com a arte é fantástica e amei eles pulando de dimensão em dimensão
comentários(0)comente



Vane Chase 03/12/2020

Minha primeira vez lendo esse gênero e que livro pra começar!
Amei amei demais a forma como tudo foi construído, a forma como as explicações tem um pouco de física mas nada que seja impossível de acompanhar.
Meg é uma personagem incrivelmente forte pelo simples fato de ela ser uma pessoa comum e no meio de gênios e fazer muito mais do que qualquer um poderia imaginar. Passa por situações que enlouqueceria muitos mas ela apenas lida com tudo e aprende com os erros e faz o que precisa ser feito.
Me conquistou demais
comentários(0)comente



laura 23/01/2020

Conheci esse livro quando acabei por acaso comprando o volume 2 e acabei gostando bastante da premissa e estava bem animada lendo o começo da história, porém depois fui me decepcionando. O livro passou boa parte focando na conexão da Marguerite e do Paul, o que achei péssimo, pois achei o casal sem química e não me apeguei aos personagens. Além disso, Theo e Paul foram personagens que achei chatos, quase insuportáveis e não gostei do fato de ambos em todas dimensões, aparentemente, estarem apaixonados pela personagem principal. Para mim a autora acabou focando muito nesses romances se desviando da história principal.
Apesar de tudo, o livro teve seus momentos bons, como todo o plot do pai dela e do Theo mais para a parte final da história. Pretendo ler a continuação ainda esse ano.
comentários(0)comente



Luna Rocks 27/05/2020

Romance em todas as dimensões
Conheci a Claudia Gray a muito tempo atrás, em uma época que vampiros estavam na moda e a autora conseguiu reinventar em uma época saturada dessas criaturas. Já estava de olho nesse livro, e consegui lê-lo nessa época tumultuada que estava precisando de algo para me fazer esquecer um pouco das preocupações.

Esse é o primeiro livro da trilogia Firebird, que começa cheio de ação, romance, com direito a triângulos amorosos e reviravoltas.

Marguerite está a procura de vingança, seu pai foi morto por seu quase-com-um-pouco-mais-de-tempo-namorado-mas-continua-sendo-amigo, Paul, assistente de seus pais cientistas em um projeto chamado Firebird, que dariam a eles a possibilidade de viajar entre as dimensões.
Mas depois de cometer o crime contra seu pai, Paul roubou o Firebird e fugiu para outra dimensão, ela vai precisar da ajuda de seu outro amigo e assistente, Theo, para irem atrás dele.
A história inteira foi incrível, e a autora consegue fazer com que todas as cenas e até o que parecia ser erro de digitação, fazerem todo o sentido no final. As dimensões foram bem trabalhadas, e provavelmente se ficássemos mais tempo, daria um outro livro.

A Marguerite é quase gente-como-a-gente, ela tem pais cientistas, uma irmã gênio da biologia marinha e ela é a artista da família, mas é ela que mesmo sem experiencia vai lutar para seguir com seu objetivo.

Então se a história é tão perfeita assim, porque não dei 5?

Porque queria saber exatamente o que aconteceu com a Princesa Marguerite da Rússia, já que a gente passou tanto tempo por lá, tantas coisas aconteceram, quero continuar lá para saber o que aconteceu, mas entendo porque ela parou naquele momento.

Recomendo bastante, é uma história movimentada na medida certa e vai te fazer esquecer dos seus outros problemas da vida real.
comentários(0)comente



Rhay 27/01/2021

Fui apresentada a essa trilogia no Twitter, e não podia imaginar que ela era mil vezes melhor do que o que me foi vendido, ansiosa pela continuação para conhecer outras dimensões
comentários(0)comente



Dany 24/11/2020

Gostei, mas...
Foi bastante interessante do começo ao fim, porém não me cativou tanto a ponto de eu querer ler as sequências. Só esse já é o suficiente.
comentários(0)comente



Sabrina Amorim 01/04/2018

Marguerite é a filha mais nova de dois cientistas brilhantes: Henry Caine e Sophie Kovarovisk. Durante os últimos dois anos eles trabalharam com Paul e Theo, alunos prodígios que acabaram fazendo parte da família, já que praticamente viviam na casa deles em qualquer que fosse a ocasião. O projeto mais recente e bem sucedido desse quarteto foi o Firebird.

O Firebird é a teoria de Sophie de que existem muitas outras dimensões e que é possível que um indivíduo viaje entre elas. Paul ainda arrisca a dizer que existem certos padrões e que eles se repetem em cada uma delas, ou seja, ele tenta provar cientificamente a existência do destino.

Após muito tempo de trabalho e pesquisa, eles conseguem desenvolver um único protótipo do dispositivo, que é roubado no mesmo dia em que os arquivos do projeto são apagados e, ainda, que o pai de Marguerite é assassinado. A caminho da faculdade para descobrir o que poderia ter acontecido com os arquivos, Henry perde o controle do carro e cai no rio. A polícia precisa fazer mais buscas para encontrar o corpo, mas tudo indica que o carro foi sabotado por Paul Markov, que foge com o Firebird para outra dimensão.
Entretanto, o que ninguém esperava era que Theo possuísse mais dois Firebirds guardados, protótipos antigos que ele tentou aprimorar conforme a pesquisa avançava. Marguerite se junta a Theo para que os dois possam ir atrás de Paul e vingar a morte do pai. Então eles pulam para a primeira dimensão, que é uma Londres muito mais avançada tecnologicamente.

A questão sobre as viagens entre os mundos paralelos é muito bem explicada pela autora logo no começo do livro, o que possibilita ao leitor uma excelente compreensão sobre toda a teoria da Sophia e a profundidade dela. O dispositivo funciona apenas como um "passaporte" de viagens dimensionais, e não podendo viajar no tempo, portanto, as dimensões são sempre no presente mesmo que algumas sejam muito mais avançadas do que outras; a autora sabe trabalhar muito bem essa ideia, e ela ainda faz algo que soou como um pequeno alerta para nós, quanto à tecnologia que pode nos cegar (alô Black Mirror, rs) e também aos riscos do aquecimento global.
Toda a história é muito bem desenvolvida, e me surpreendeu bastante porque eu pensei que seria repetitiva essa situação de "entra em dimensão, sai de dimensão, entra em dimensão...". Além da forma como a autora soube desenvolver toda a ideia dos universos paralelos, que foi muito criativa e interessante.

O que não me agradou desde o início foi a indecisão da Marguerite quanto aos sentimentos dela. Sim, entendo que ela é uma adolescente e se sentir dessa forma é natural, mas foi um clichê que me desagradou demais. Quando parece que ela finalmente se entendeu, começa de novo todo aquele questionamento, mas é um romance, então... Talvez não tivesse me desagradado tanto se a dúvida fosse apenas "eu gosto mesmo desse cara?", mas foi "de quem eu gosto?", e não sei vocês, mas eu não aguento mais ler romances com triângulos amorosos.

"Mil pedaços de você" é o primeiro livro de uma trilogia. Mesmo tendo gostado eu não pretendo continuar agora essa história, é mais por uma questão particular mesmo de estar em uma vibe de livros únicos, mas quem sabe daqui um tempinho, rs.



site: https://www.instagram.com/saamorimsilva/
Natalie 26/08/2018minha estante
Finalmente uma resenha que alguém falou sobre o romance!! Mtt obgd por avisar sobre o triângulo amoroso, não tenho paciência pra livro que tem isso...




Maisa @porqueleio 23/07/2020

Uma ficção científica com romance fofo!
Imagine que existem outras realidades coexistindo, universos paralelos em que os vários caminhos que podemos escolher sejam um conjunto de possibilidades. Mais ainda, que seja possível viajar entre essas dimensões. Pois é, nessa estória Marguerite vai fazer essas viagens através de um aparelho desenvolvido pelos seus pais – o firebird.

Ela é filha de dois brilhantes cientistas que, junto com outros dois alunos de pós graduação, desenvolvem essa tecnologia. Mas, o pai de Marguerite é assassinado, e um dos alunos, Paul, parece ser o responsável - mesmo porque ele foge com um firebird para outra dimensão. Por isso, Théo, o outro aluno de Henry e Sophia, resolve ir atrás de Paul no multiverso, e acaba levando Marguerite com ele. Os dois correm contra o tempo para encontrar Paul e escapar de uma organização misteriosa que pode estar interessada no mecanismo de viagem.

Bom, mesmo sendo uma ficção científica, já aviso que temos romance. Mas é muito gostoso viajar com Marguerite, e a chance de conhecer outras possibilidades, bem como encontrar algumas constantes, deixa a estória bem fácil de ser compreendida. O Theo é uma força fiel, e Paul um mistério que vai se desenrolando quando Maggie encontra suas cópias em outras dimensões. A descrição da vida dela na Rússia é tão fofa! Não dá para falar muito, mas o tenente Paul Markov deixou marcas...

O que mais gostei foi a forma como a autora descreve as outras dimensões, como pequenos desvios levam a caminho tão diferentes. Em uma dessas dimensões temos Beatles sem John Lennon, e fiquei me lembrando do filme Yesterday – um mundo sem Beatles não funciona direito, não é?

site: https://www.instagram.com/p/CCrVRE8DCD-/
comentários(0)comente



Gio @wondergio.reading 29/07/2016

Corações em pedaços
"Preciso de você. Preciso de todas as versões de você"

Já sei de onde eles tiraram a ideia para o título desse livro: foi do estado dos leitores depois de terminar a leitura! Eita livrinho que acaba com a gente, deixando nosso coração em mil pedacinhos.

É muito suspense, muita tensão, muitas reviravoltas.

Ah! E vai rolar triângulo amoroso para deixar tudo ainda mais complicado!

Marguerite Caine cresceu cercada por teorias científicas revolucionárias graças aos pais, dois físicos brilhantes.

Ok, mas eu não. Então as primeiras páginas de Mil Pedaços de Você foi meio confuso para mim.

Mas ainda bem que continuei a leitura! Porque a história só fica melhor, melhor e melhor.

Você está lá de boa achando que o melhor do livro já foi e PÁ algo UAU acontece.

Os pais de Marguerite inventaram um aparelho chamado Firebird, que permite que as pessoas alcancem dimensões paralelas.
essa super invenção vale milhões de dólares e por causa disso, o pai de Marguerite é assassinado. E todas as evidências apontam para a mesma pessoa: Paul.

Lembram do MATE PAUL MARKOV? Então, esse Paul.

Paul usa o Firebird e escapa para outra realidade, fechando o ciclo do que parece ser o crime perfeito.
Mas, a nossa super Marguerite resolve ir atrás dele, seguindo-o por várias dimensões até poder realiar a sua vingança.

O que é mais legal no livro? Em cada novo mundo, Marguerite encontra outra versão de Paul e de si mesma. Versões que são ao mesmo tempo parecidas e diferentes deles.

O que nos faz pensar: o que nos faz ser nós mesmos? O que faz de mim ser a Gi e de você, ser você? O que é único e imutável em nós, independentemete das vidas que levamos?

E o que o destino (se ele existe) tem a ver com isso? Será que podemos escolher a pessoa que nos tornaremos?

Entre todas as infinitas possibilidades do universo, o amor pode ser aquilo que perdura?

site: https://www.instagram.com/monlivre/?hl=en
Patty 23/12/2016minha estante
Tah aí.... exatamente isso!!!!




julia 18/06/2020

Resenha: Mil Pedaços de Você
Confissão: comprei Mil Pedaços de Você só por causa da capa.

Mas além de uma capa linda, Mil Pedaços de Você também tem uma história bem interessante e boa de ler. O conceito principal no qual o livro se apoia é o de universos paralelos. A parte de ficção científica é bem escrita e a Gray cria universos intrigantes que são apresentados para os leitores aos poucos.

Infelizmente, o romance tira a atenção da parte de descoberta dos universos paralelos e as consequências de afetar eles. É muito instalove junto com um triângulo amoroso e a Marguerite passa bastante tempo angustiada por causa dos sentimentos e relacionamentos dela.
Kerlange 11/08/2020minha estante
Eu também comprei por causa da capa, mas me arrependi amargamente




Lucimara 05/08/2020

Longe de ser incrível, principalmente por se tratar de um tema tão interessante quanto universos paralelos. Porém, é um livro muito fácil de se ler, com bons personagens e enredo. Não chega a ser surpreendente, mas isso não tira seu mérito. E o romance, que acaba se tornando o foco da trama, é gostoso de acompanhar, e o triângulo amoroso não chega a comprometer a trama.
comentários(0)comente



Thais 18/05/2016

Muito bem escrito e bom mas...
Esse livro me fez lembrar da minha série favorita de ficção científica, Fringe, a teoria dos múltiplos universos é realmente muito interessante e a Claudia Gray aborda de um jeito bem legal sem necessariamente ser super especifico ou com terminologias complicadas. O maior porém, no meu ponto de vista, é a previsibilidade do enredo, já de cara tu já saca o que vai acontecer com a maioria dos personagens antes mesmo do meio do livro, além do tão velho e manjado, a garota, dois caras, uma escolha. Mas fora isso acho que os personagens foram bem construídos para um YA, não são tão bobos e tu não fica com raiva da burrice das pessoas, hahaha, vale a leitura.
comentários(0)comente



Giovana | Blog Dei um Jeito 02/04/2016

A dor de um shipp de outra dimensão (e dessa também?)
Marguerite Caine (Meg) é a ovelha negra da família, pois seus pais são físicos renomados em sua área, sua irmã está indo no mesmo caminho, a casa vive cheia de estudantes da área enquanto ela é uma artista talentosa, mas claro que em um ambiente desses ela tem um conhecimento mínimo disso. Seus pais e seus pupilos mais dedicados (Paul e Theo) estão trabalhando em viagens interdimensionais e com o patrocínio de uma empresa revolucionária eles conseguiram criar o Firebird, que é um dispositivo que permite essas viagens, porém não pretendem arriscar usá-lo.

Seu pai é assassinado e Paul se torna um dos suspeitos, porém ele foge com o Firebird e vai parar em outra dimensão, então o outro pupilo - Theo, arruma dois protótipos do Firebird e resolve ir atrás para matar o cara em qualquer que seja a dimensão, porém a Meg resolve ir junto para garantir que cubram mais dimensões, pois nelas há variáveis e ninguém garante que estejam em todas, eles precisam de seus outros Eus nelas para dominar mente em corpo enquanto usam os dispositivos.

Nessa jornada interdimensional somos apresentados a dimensões bem palpáveis para as origens e realidades dos personagens da nossa dimensão, são utilizados suas origens, escolhas de profissões e se o mundo conseguiu evoluir no mesmo ritmo ou não e se ocorreram catástrofes. Consegui entender muito bem essas variáveis e elas foram muito bem utilizadas para entendermos e conhecermos um pouco do passado dos personagens.

O romance que foi apresentado chegou a dar dor em certos momentos de tão belo, tem um triângulo amoroso a certo ponto que é justificável por tudo que veio ocorrendo na trama. Tudo isso relacionando o destino, que foi justificado nas dimensões e a tal ideia foi dada por um estudante de física usando toda a lógica possível e comprovada no livro.

Todo o conceito de física apresentado eu considerei bem palpável, o que talvez seja explicado por eu gostar de física (não bati a cabeça antes de escrever essa afirmação, juro), os mecanismos do Firebird lembram muito do Pomo de Ouro (Harry Potter). O livro é rico em referências a cultura pop, que foi outra coisa que adorei na trama. Sinto que em uma das dimensões teve um pano de fundo que lembra muito Guerra e Paz, caso tenha sido eu devo ter levado um spoiler da trama pois estou acompanhando a série baseada :(

A cada dimensão mostrada eu tinha uma teoria diferente do rumo que a autora tomaria, errei todas mas passo bem e agradeço aos plot twists que a autora trouxe. Gostei de como foram criados os personagens principais, que mesmo tendo tantas facetas fica claro que são um só, essa jornada de Meg em Mil Pedaços de Você serviu de auto conhecimento e para entender seu rumo de vida e enxergar quem está a sua volta mais nitidamente.

A escrita da Claudia Gray é bem gostosa e os conceitos de física não são tão densos para dar nó no cérebro e você consegue explicá-los tranquilamente, diferente de muita coisa apresentada em Doctor Who que você se perde todo ao tentar por as coisas em uma linha de pensamento.

site: http://deiumjeito.blogspot.com.br/2016/02/livros-mil-pedacos-de-voce-claudia-gray.html
comentários(0)comente



154 encontrados | exibindo 31 a 46
3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |