Infinito + Um

Infinito + Um Amy Harmon


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Resenhas - Infinito + Um


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saradealb2 07/12/2015

É bom mas não é Beleza Perdida
Eu me apaixonei pela forma que a Amy Harmon escreve desde que eu li Beleza Perdida, ela é uma autora que consegue tocar o leitor com as palavras, que sempre tem um ensinamento em seus livros. E é por isso que eu fico triste em não conseguir dar 5 estrelas para esse livro. Não me entendam mal, não é o livro seja ruim, porém depois de ter lido outros livros dela eu esperava mais.

Imagina uma mistura de Bonnie e Clyde com Taylor Swift e Carrie Underwood hahaha eu juro que era ou que pensava enquanto lia o livro. Para mim a Bonnie parecia uma mistura das duas cantoras, tanto no visual como em algumas outras coisas, não duvido que a autora tenha se inspirado um pouco nelas ao escrever a história. Eu justamente vivi um caso de amor e ódio com essa personagem, ao mesmo tempo em que ela podia ser fofa, achei ela tão insegura, muitas vezes infantil e algumas das atitudes dela eram simplesmente irritantes/egoísta, não que ela seja egoísta porque ela tem bom coração e durante o decorrer da história a gente vê isso, mas acho que a forma que a história toma a tornam um elo fraco. [Como não quero dar spoiler haha não posso fazer uma reclamação sobre algo específico a respeito dela na história hahaha.]
Já sobre a outra personagem principal, Finn Clyde, eu consegui me identificar mais com ele do que com a Bonnie, eu gostei de como a autora o construiu, achei ele fofo, só tem uma coisa que me incomoda nele e me irritou o fato da autora não ter feito nada pra mudar isso nele. Detalhe básico hahaha quando eu entendia as questões matemáticas que ele falava hahaha eu me sentia um tanto quanto nerd haha

Acho que o mais me incomodou em todo o livro foi a fixação com a Bonnie e o Clyde reais, achei que toda hora ficavam trazendo eles pra história. Já tinha dado pra entender a comparação, mas os mundos deles eram tão aparte que ficou exagerado. Eu realmente gostaria que eles tivessem se desligado dessa relação.

Eu gostaria de ressaltar que não é porque um livro não foi maravilhoso para mim, que ele não será para outras pessoas. Além disso, a Amy Harmon é uma autora excelente e sempre vou querer ler algo que ela publique e estou na torcida para que a editora Verus traduza “A Diferent Blue” que também é dela e que dizem que é tão bom quanto Beleza Perdida

[Resenha completa no link do blog]


site: milhasliterarias.blogspot.com.br/2015/12/resenha-infinito-um-amy-harmon.html
Alquimia dos Romances 13/01/2016minha estante
Olá, gostei da resenha, esse dela eu não li, vou colocar na lista. Eu li Diferent Blue e é bastante bom, mas tem três coisas no livro que me incomodaram bastante também, eu prefiro Beleza Perdida, o que eu li é muito bom também. Aviso o que achei quando ler esse :)


saradealb2 24/01/2016minha estante
Olá, Alquimia dos Romance. Me conta sim quando você ler, quero a sua opinião. hahaha agora você me deixou super ansiosa pra saber sobre o que você tá falando sobre Diferent Blue. Quero muito ler esse livro, ainda mais depois de ter lido Sr. Daniels e eu imagino que deve seguir mais ou menos a mesma linha.




Leitora Viciada 31/12/2015

Resenha para o blog Leitora Viciada
Amy Harmon se tornou sucesso no Brasil após o lançamento de Beleza Perdida (Making Faces, 2014) pela Verus Editora, do Grupo Editorial Record, em junho de 2015. Antes do ano terminar, para satisfação dos fãs da autora, a Verus publicou Infinito + um (Infinity + one), meu primeiro contato com o trabalho da Amy Harmon.
A edição brasileira possui uma capa linda, com a mesma fonte de Beleza Perdida; o exemplar possui orelhas, páginas amareladas, diagramação simples e trabalhos de revisão e diagramação excelentes.
É inspirado na história real de Bonnie e Clyde, porém como um "conto de fadas" do gênero New Adult.
Ansiava por um NA empolgante e decidi dar chance a autora. O problema é que carece de desenvolvimento. O livro é bom e a leitura é rápida e graciosa, especialmente devido ao estilo da autora, mas terminei frustrada. Os protagonistas viajam pelo interior dos Estados Unidos, porém me senti como se não tivesse saído do lugar.
Infinito + um possui três narrativas: Em terceira pessoa, como complemento, acompanhamos notícias da mídia; já a narrativa principal é em primeira pessoa pela voz de Bonnie; e por último, em terceira pessoa, mas sob o ponto de vista de Finn. Não tive dificuldade em acompanhar as mudanças, no entanto, não apreciei a mistura. Quando há um narrador de fora, tudo bem, mas quando a intenção é mostrar dois pontos de vista internos, prefiro ambos na primeira pessoa. Mas o resultado é positivo, pois a autora expõe facilmente os sentimentos e ideias dos protagonistas.

Os Bonnie e Clyde reais foram declarados "inimigos públicos" dos Estados Unidos durante a Grande Recessão, início da década de 1930. Os jovens Bonnie Parker e Clyde Barrow integravam uma gangue de assaltantes e assassinos que agia no interior dos Estados Unidos. As façanhas do casal criminoso se tornaram populares e receberam grande atenção da mídia, a principal responsável pela romantização do caso. O casal foi morto a tiros em uma emboscada realizada pela polícia em 1934 e se tornou parte da cultura pop após o filme de 1967 Bonnie & Clyde (com Faye Dunaway e Warren Beatty). Por que é preciso saber disso? A autora associa Infinito + um com Bonnie e Clyde ao longo de toda a trama. O casal protagonista também se torna perigosamente procurado!

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/12/infinito.html
Dan 31/12/2015minha estante
Excelente resenha! Adorei que você expôs a questão da Bonnie se preocupar com todos menos com a situação perigosa que criou para Finn, especialmente pelo histórico dele. Isso me enfureceu em certos momentos. Também associei Bonnie com a Miley Cyrus e o Finn com Chris Hemsworth (o que torna a situação bizarra, pois Miley e Chris eram cunhados, rs).
Leia Beleza Perdida. Amy Harmon faz um trabalho muito melhor nessa história.


Leitora Viciada 04/01/2016minha estante
Oi, Dan, foi uma questão que me incomodou mesmo. Penso que Bonnie devia estar muito fora do "juízo normal" para colocar Finn em perigo.


Dani 04/02/2016minha estante
Vc descreveu exatamente o que achei e senti com essa leitura. Fiquei esperando uma história que me envolvesse e me emocionasse tanto quanto Beleza Perdida fez, mas infelizmente, fiquei decepcionada.




Bia 25/02/2016

Melhor, porém não tão profundo, livro da Amy
Quanto é infinito mais um? Matematicamente, qualquer coisa somada ao infinito continua sendo infinito, já que o infinito é imensurável. Mas o que acontece quando se junta uma estrela country com um desconhecido? Essa soma deveria ser um número irracional, mas o irracional realmente se aplica quando estamos buscando realidade?

Bonnie Rae Shelby é uma promissora estrela country. Queridinha da américa, famosa, rica, uma menina que apesar de ter tudo que se possa imaginar, não sabe realmente quem é. Ou o que quer. Não no futuro. Por isso ela abandona um show e foge, pensando em se suicidar. Mas ao tentar pular de uma ponte é impedida por Clyde. Infinity Clyde, ou apenas Finn, um menino misterioso que achou que tinha visto um garoto se empoleirando na ponte e que resolveu parar para ajudar. No final o menino era Bonnie e ela não queria mais morrer, só queria fugir. Ele estava indo para Las Vegas, uma oferta de emprego em suas mãos, e ela o convence a leva-la junto. Assim começa uma nova aventura de Bonnie e Clyde, como o duo de ladrões que ficou famoso nos anos 30.

Finn não queria saber de mais infortúnios, depois de tudo que ele passou, mas ele não conseguiu resistir a ajudar uma menina quando ela mais precisava. Nas palavras de Bonnie, Finn era “grande, mau, com cabelo cumprido e tatuagens”, bom com números, o que fazia ele ver o mundo de outra forma. Ao ajudar uma celebridade, mais precisamente a queridinha da américa, significava que a atenção de todos estaria sobre eles e, por mais que ela tentasse evitar problemas, parecia que eles a perseguiam. Eles estão viajando de carro, passando por cidades, estados, Clyde querendo chegar o mais rápido possível ao seu destino e Bonnie sempre parando para ajudar as pessoas que encontram no caminho. Eles são pessoas com personalidades opostas, um tentando fugir e o outro tentando encontrar mas o sofrimento dos dois é mais parecido do que eles podem imaginar.

“Você me faz sentir… coisas malucas. Coisas desesperadas. Coisas impossíveis. Você me faz sentir. E sentir tudo isso às vezes é irresistível. Você às vezes é irresistível.”
[...]

Para conferir o resto da resenha, acesse o blog e aproveite e deixa lá seu comentário ;)

site: https://paginaebooks.wordpress.com/2016/02/01/resenha-de-segunda-infinito-um/
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 12/12/2015

“Infinito mais um é igual a dois, viu só? Eu e você.”
Esse livro foi feito pra mim, simples assim.
Afinal, a história tem um homem loiro, música e matemática, e eu estou apaixonada por ela ponto final.
Deixo bem claro que, quem não tem uma quedinha pelos termos citados acima, talvez não ache o livro tão bom assim, porque, Amy Harmon é genial em criar enredos, porém é péssima em explanar os fatores que os diferenciam dos demais. E a narrativa é uma confusão entre primeira pessoa com uma gotinha de parágrafos em terceira, deixando algumas cenas (principalmente as iniciais) complicadas de serem discernidas.
Chega de comentários negativos, né?
Bonnie Rae Shelby é uma estrela country de grande sucesso e reconhecimento, porém, quer morrer.
Infinity James Clyde é um desconhecido, com um passado bastante conturbado envolvendo perdas de abandonos.
Será que o encontro desses dois seres será forte o suficiente para mantê-los juntos?
A primeira coisa que me deixou feliz com o livro: a fidelidade ao título e a sinopse, a total ligação da capa com a história. ‘Infinito + um’ é um termo que é investigado com o decorrer da história, com diversas tentativas de resolução. Afinal, o que é o infinito? Um número? Um destino? Um lugar?
(...) Mas ninguém discute com o infinito. A gente apenas aceita o que está além da visualização. (pg.123)
E claro, como, ao começar a ler esse livro, não querer conhecer um pouco a história dos legítimos Bonnie e Clyde? Pra quem não sabe, os legítimos Bonnie Parker e Clyde Barrow foram um casal de jovens impulsivos que ficaram famosos por uma série de assaltos pelo interior dos Estados Unidos no início da década de trinta. Viveram em fuga pelas estradas americanas durante mais de 3 anos, com ampla cobertura de imprensa. O caso de amor e crime só teve fim quando o casal foi morto dentro de um carro com mais de 100 tiros disparados sobre o veículo. O que mais me impressiona? A forma como a Amy Harmon REESCREVE essa história, torna a abordagem diferente. Pois pra maioria, os verdadeiros Bonnie e Clyde foi apenas um casal fora da lei que teve o que mereceu perante seus atos. Mas, depois de ler esse livro, conhecer a história com detalhes, percebe-se que não foi só isso. O lado bonito de uma história trágica de amor? Talvez. Mas a Amy mostra que, apesar de violar leis e criminalizar áreas, quando se têm alguém, o sentimento sendo mútuo, as almas se tornam uma só, independente de diferenças, conceitos.
Agora, falando sobre Bonnie Shelby e Infinity James (os personagens do livro), é linda, esplêndida a forma como eles começam a se conhecer, descobrindo que têm mais em comum do que imaginam, e com o decorrer dos fatos descobrem que ambos estão em busca de algo que é impossível nomear. Felicidade? Estabilidade? Paz? Os três? Eis a questão. É possível acompanhar desde os pequenos sorrisos até os gestos mais atenciosos, é maravilhoso o jeito como ambos se encaixam, se completam.
A Bonnie, apesar de ser famosa e parecer metida, é uma garota cheia de si, engraçada, atrapalhada, hospitaleira e bondosa. Diz o que dá na telha, é impulsiva, desencanada e muito sagaz. Utiliza a música como canal de emoção, uma tentativa de expressar através do som o que não pode ser resumido em palavras. Clyde, por baixo de todo o mistério, é um dos personagens mais apaixonantes que já conheci, gênio em matemática e em relacionar números e fórmulas em situações cotidianas, protetor, controlado, forte e enigmático. Ambos com o passado conturbado e mentes perdidas, juntos conseguem encontrar um vestígio de luz e juntos, caminharem até ela.
Não houveram personagens adjacentes, pois a história gira em torno do casal, apenas um ou outro personagem que aparece para complementar a rotina, ou melhorar a descrição da história, diversificar o enredo.
O que posso descrever desse enredo maravilhoso é isso, uma história que traz ao leitor ondas de esperança, alegria e paz. Claro, algumas pessoas não irão gostar devido aos defeitos que citei no início que são relevantes, mas pra mim não contou porque, apesar de eu ser bastante perfeccionista e exigente, essa história foi como um espelho pra mim, repleto de reflexão e aprendizado. É basicamente a junção de três coisas que eu AMO DEMAIS e me acompanharam em fases dificílimas da minha vida pessoal, e não tem como classificá-lo inferior aos outros. Porque não foi somente nos meus conceitos que tocou.
Foi na minha alma.
Érica 12/12/2015minha estante
Linda e perfeita sua resenha, valeu a pena esperar tanto! Kkkkk
Não sabia que era uma releitura de Bonnie e Clyde! Então eles morrem no final? =O
Você está certíssima! Tem muitas histórias que nos tocam na alma e todas aquelas coisinhas que, pessoas críticas como nós não, costumamos odiar, acabam ficando irrelevantes!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 12/12/2015minha estante
hahaha, valeu! Depois da pressão de tantas pessoas que prefiro não citar o nome :P
Não vou contar o final pra senhorita, se quiser saber leia! u_u (ODEIO quando me dizem isso USHUHUHASUA)
Pois é, trate de ler *-*


Érica 14/12/2015minha estante
sei não, você é masoquista e essa autora é meio maluca! Kkkkkkkkkk


Kennia Santos | @LendoDePijamas 14/12/2015minha estante
Não sou nãaaaaaaaaaaaao, ela é meio fora de si mesmo AUASHUHUHSUHUHUS




Rebeca 03/01/2016

Que sensação boa começar o ano com um livro dessa qualidade. Dizer que a Amy arrasa em seus livros, já virou senso comum para mim. Amei infinitamente cada vírgula dessa história, cada equação, cada paradoxo… Bonnie e Finn, são tão carismáticos, tão fofos e tão certos um para o outro que tornam a leitura tão dinâmica, que quando você se dá conta já está no último parágrafo do epílogo. Achei sensacional a inclusão dos conceitos de matemática no dia a dia do casal, que tornou a história deles, pelo menos para mim, mais apaixonante.
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Bia Santana | Viciados em Leitura 08/08/2016

Excelente!
Sabe quando você precisa ler um livro? Pois é, Amy Harmon causa isso depois de você ler um livro dela, ainda mais se esse livro tiver sido Beleza Perdida. Sabe aquele livro perfeito que te marca? Pois é, Beleza Perdida é desses e aí depois você fica sedento por mais dessa mulher que tem o dom da palavra.

No dia que eu terminei de ler Antes que aconteça, chegou o Infinito + um e foi aquela coisa. Eu olhei pra ele, ele olhou pra mim e eu juro que ele piscou. Daí não teve jeito, agradeci por não estar em casa em frente aos meus livros, pois certamente todos eles me xingariam por ter agarrado Infinito + um, pulando vários outros que eu já tinha em mente pra ler. Sim, não teve jeito, eu precisava ler! E eu fiz muito bem em ter pegado ele!

Eu não vou compara-lo com Beleza Perdida, pois cada livro é um livro, independente de ser do mesmo autor. Ele não passou a frente de Beleza Perdida, mas não deixa de ser um livro e tanto, daqueles que te deixa nervosa, ansiosa, apreensiva e sério, quando foi chegando na reta final eu enrolei, mas enrolei bonito porque estava morrendo de medo do que poderia acontecer, e isso não acontecia comigo fazia muito tempo. Juro pra vocês, eu fiquei muito tensa e cheguei a pensar em perguntar pra Grazi se tudo ia ficar bem no fim das contas, mas resolvi me segurar e ir em frente, mesmo morrendo de medo.

Neste livro, Amy nos apresenta Bonnie, uma jovem estrela da música country que está completamente perdida e arrasada, pois ela perdeu sua metade, sua irmã gêmea, e por conta do trabalho puxado, dos shows, ela nem chega a saber de sua morte, não chega nem a ir no enterro da irmã, ela só fica sabendo depois. Isso tudo porque sua avó, que cuida de sua carreira, uma criatura que visivelmente só pensa em dinheiro, acha que é melhor assim pra ela não desviar e nem desmarcar os shows. Sério, que criatura desprezível!

Aí em um show que Bonnie está fazendo em Boston, a velha tem a brilhante ideia de colocar um vídeo com fotos de Minnie, a irmã de Bonnie, e ela não aguenta. Ela sai do palco e se tranca no banheiro, depois disso toda a história se desenrola. Bonnie em desespero corta os cabelos e foge, levando somente a bolsa da avó.

E então conhecemos Clyde, um ex-presidiário que ao passar por uma ponte, vê um menino pendurado à grade. Ele decide parar e ir até o menino, mas ao chegar lá pra salva-lo, ele vê que não é um menino, e sim Bonnie que está prestes a se jogar da ponte. A partir daí eles começam uma viagem e tanto, cruzando as estradas dos Estados Unidos rumo a Las Vegas, destino de Clyde que ia para lá ver um emprego que um amigo dele arranjara para ele.

Se você lembrou de Bonnie e Clyde, famosa dupla de criminosos norte-americana que cometeu assaltos pelo interior dos EUA no começo da década de 30 e que foram mortos em 1934, você está certo. A história de Bonnie Rae Shelby e Infinity Clyde é inspirada na história real de Bonnie e Clyde, por isso ela me deixou tão nervosa, porém, não deixa de ser um maravilhoso new adult lindo e empolgante.

Só que ela é só inspirada, eles não cometem crimes nem assaltos, apesar de fazerem tudo de forma “suspeita”, “na encolha”, por assim dizer, pois nenhum dos dois querem ser descobertos, Bonnie não quer ser reconhecida, apesar disso ser bem difícil em vários momentos.

No decorrer dessa viagem, é muito legal ver o envolvimento dos dois. Clyde que é um cara bem na dele e fechado, se vê intrigado com aquela menina doida e doce que é Bonnie. E ao longo da viagem também, nós vemos como a mídia, ainda mais a sensacionalista se tratando de uma jovem artista, pode inventar as coisas mais absurdas. Sério, a gente sabe como a mídia é, ela é igual em todo lugar, mas é muito surreal ver a que ponto eles podem chegar. A comparação aos verdadeiros Bonnie e Clyde, a dupla de criminosos, fazem você pensar que, merda, o final deles será igual, só que caramba, eles não fizeram nada demais, nada! Que nervoso que isso me deu!

"Algumas pessoas podem rir ou revirar os olhos e me acusar de usar velhos clichês. Mas esta é a verdade: comida quente em estômago vazio, água fresca em garganta seca, o primeiro vislumbre de casa ao virar da curva, ou a primeira garfada de algo que a gente achava que nunca teria coragem de experimentar, apenas para perceber que era a melhor coisa que já tinha provado. O beijo de Finn era tudo isso. E, naquele momento, percebi que estava morrendo de fome fazia muito tempo. Estava morrendo de fome. Faminta de companheirismo, afeto, vínculo. E o mais estranho de tudo: com fome de Finn Clyde."

Agora, se você quer saber por que o nome do livro é Infinito + um e por que têm números e fórmulas na capa, eu te digo. Intinify, o nosso Clyde, é um puta cabeçudo bom em matemática e o título Infinito + um não poderia ser diferente e melhor, com um baita significado que você vai descobrir enquanto lê.

Eu termino a resenha feliz por ter lido mais um livro maravilhoso da Amy Harmon, com um enredo maravilhoso, uma história que te faz sentir várias emoções, que te traz paz, alegria, esperança e como não poderia ser diferente se tratando da Amy, um livro cheio de reflexões e aprendizados.

site: http://www.viciadosemleitura.blog.br/2016/01/resenha-122-infinito-um-amy-harmon.html
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Carol 02/11/2016

"Eu acredito em Clyde e Bonnie"
“Você me faz sentir… coisas malucas. Coisas desesperadas. Coisas impossíveis. Você me faz sentir. E sentir tudo isso às vezes é irresistível. Você às vezes é irresistível.”

Nesse livro conhecemos a cantora country queridinha dos Estados Unidos Bonnie Rae, que após a morte da sua irmã gêmea Minnie, perde a sua metade. Tudo o que ela queria era estar ao lado da irmã na hora da morte, parar com a sua turnê e sofrer a sua perda em paz. Mas esses não são os planos de sua empresária e avó nas horas vagas (mas põe vagas nisso) planeja pra ela.

Cansada de todas as coisas que tem feito a mando de sua avó, Bonnie resolve fugir em seu último dia de turnê, cortar o cabelo, se jogar de uma ponte e, finalmente, conseguir dar o último abraço em sua irmã, o último dos primeiros. Porém quando vai pular da ponte, ela é puxada e salva por Clyde.
Bonnie e Clyde.

Finn Clyde é um gênio em matemática, ex-presidiário e inocente, mas que não ligou por se defender na hora de levar a culpa por um crime que não cometeu, afinal ele havia perdido o seu irmão Fish, o que seria mais importante que isso? Decidido a recomeçar, a ter uma nova vida, ele salva Bonnie da morte, mas não consegue salvar sua vida da loucura que será após o encontro com a pop star, pois a avó de Bonnie não aceitará tão facilmente que a sua "galinha dos ovos de ouro" simplesmente precisou de um tempo para si mesma.

"Eu acredito em Clyde e Bonnie."
E vocês?

Quem nunca tentou fugir de uma dor tão esmagadora quanto a perda da pessoa que mais se ama? Quem nunca precisou tomar as rédeas da própria vida? Quem nunca teve que recomeçar do zero? Essas coisas acontecem com os dois protagonistas da nossa história e ele me tocou de uma forma tão bela. Nesse livro vemos a mudança que uma pessoa pode trazer a vida da outra e como o amor pode ser a âncora de salvação para uma vida vazia e repleta de dor.

"Infinito + um" foi inspirado na história real de Bonnie e Clyde e eles são citados diversas vezes no livro, aliando a realidade a uma escrita perfeita.
Amy Harmon, parabéns! Após esse livro você entrou para a minha lista de autoras mais amadas e eu sinto que você veio para ficar!

"Talvez eu pare de procurar o real, agora que encontrei o infinito."


site: www.nossaressacaliteraria.blogspot.com.br
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Bela Lima 10/06/2016

Amy publicou apenas três livros (contando com esse), mas já é uma das minhas autoras preferidas.
Cansada de nunca ter tido escolhas em sua vida, Bonnie Rae Shelby, que é uma cantora country pop, decide ter o direito de fazer apenas uma escolha, que também será sua ultima, mas que acabará com tudo esse controle que não tem sobre sua vida. Ela decide se suicidar. O que no começo era um jogo se transforma em realidade quando ela está prestes a pular de uma ponte, mas alguém a impede.

Passando por lá, Finn Clyde vê um garoto tentando pular da ponte e o impede, percebendo logo depois que na verdade é uma garota com um péssimo corte de cabelo (péssimo mesmo). De algum jeito, eles acabam juntos no carro dele numa viagem ate Las Vegas que acaba tomando vários desvios, acontecendo infinitos e improváveis encontros no caminho.

“Quando a gente para de se importar, as coisas ficam muito interessantes e muitíssimo mais fáceis.”

Bonnie está para a musica, como Finn está para os números. Alma e mente. Enquanto Bonnie é uma garota sonhadora e amorosa, sempre ajudando o próximo, Finn é mais retraído, completamente aficionado pela matemática e seus paradoxos. Vendo assim, eles são completamente opostos (quem não ama opostos?), mas ambos têm passados que os perseguem e eles percebem que não são tão diferentes assim. E o que parecia uma simples carona e ajuda ao próximo, além de uma descoberta de si mesmo, transforma-se num sequestro pela mídia, praticando pelo ex-prisioneiro Infinity. Mas será que o futuro que lhes aguardam será melhor do que o casal Clyde e Bonnie original? (Eles são um casal de assaltantes românticos que morreram juntos nos EUA, qualquer um que assiste filmes ou series policias sabe disso)

O livro foi narrado em terceira pessoa pelos personagens, mudando de um para o outro sem nenhuma explicação, tendo capitulo após capitulo pelo mesmo personagem ou mais de um no mesmo capitulo. Além de comentários jornalísticos ocasionais do que o mundo está pensando sobre essa fuga deles pelos EUA, como seus sósias.

"Eu acredito em Clyde e Bonnie."

Não acredito em destino, mas esse livro mostra uma perspectiva do tema tão interessante que me fez perguntar se ele não é real e imaginário, como o infinito seria. Um paradoxo. É isso que Amy faz, traz assuntos que você pensa que não tem como se caixa e cria uma historia maravilhosa.

Matemática e religião encaixando-se perfeitamente? Eu diria não, não são duas palavras que vemos juntas se não tiver ‘inimigas’ no meio da frase. Mas, nesse livro, Amy conseguiu envolver esses temas de um modo incrível e completamente explicável, relacionando temas matemáticos a Deus. Acho maravilhoso o fato de seus livros falarem sobre Deus de um jeito tão especial, sem aquele fanatismo: “é assim, porque Deus quis”.

“(...) às vezes a resposta é muito simples. Tanto na matemática como na vida.”

Amy publicou apenas três livros (contando com esse), mas já é uma das minhas autoras preferidas. Ela sabe escrever um romance que envolve o leitor e ser uma historia apaixonante, sem ser um daqueles clichês chatos e previsíveis, nunca acontece do jeito que eu espero e amo isso. Até agora, esse foi o que mais amei dela, embora todos tenham um local especial no meu coração. Que venham mais!

“-Quanto é infinito mais um?
-Não é infinito. Não é nem dois. É um, Bonnie Rae. Você não me disse? Você e eu? Somos duas metades de um todo. Nós somos um.”

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2016/06/resenha-infinito-um.html
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Silvia.Souza 26/09/2017

Perfeito!
É o segundo livro que leio da autora e achei simplesmente lindo... A forma como ela escreveu sobre a matemática nos mostra seu profissionalismo para se aprofundar em pesquisas para a elaboração da obra. Magnífico!
Em relação a história em si eu achei Bonnie meio egoísta ao não se preocupar com o destino de Clyde em relação a polícia, mas nem isso diminuiu o brilho da obra... Super recomendo a leitura...
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Dessa_csn 07/08/2018

Bonnie é uma cantora famosa e que está um pouco fora do eixo devido a alguns eventos recentes em sua vida, apesar de ter sido necessário uma pausa na sua turnê, ela continuou até o final para cumprir seu compromisso. Após o ultimo show do seu calendário, ela tem um surto e tenta se matar.

Finn que passou por alguns problemas sérios, está tentando dar uma guinada em sua vida e resolve mudar de cidade para ares novos, antes de sair da cidade ele vê um "menino" prestes a se jogar da ponte e para para ajudar. Esse menino na verdade é Bonnie, e a partir desse momento eles não imaginam quantas coisas ainda estavam por vir.

Esse foi mais um livro que eu gostei por causa da capa, e me interessei mais ainda quando vi quem era a escritora. Assim que comecei o livro eu não imaginava as surpresas que estariam no caminho de Bonnie e Clyde, e depois de ler a referência ao famoso casal de bandidos fiquei um pouco com o pé atrás, não curto muito releituras e não estava afim de ler a história romântica de bandidos. Fui lendo e me prendendo cada vez mais a leitura, os dois são super intensos e esse livro tem uma pegada pesada parecida com Beleza Perdida (outro livro que li dessa autora), quis saber onde aquilo tudo iria acabar. Onde eu imaginava? Sim, com certeza, mas o caminho deles foi bem diferente do que eu pensei. O bônus veio no final do livro, quando fiquei arrepiada dos pés a cabeça com uma passagem do livro, eu não esperava aquilo e pra mim fechou com chave de ouro. É um livro lindo e cheio de superação!



Conheça o meu blog, e encontre outras resenhas! https://nadafutil.net/
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Apaixonadas por 01/04/2016

Apaixonadas por Livros - Infinito + Um - Resenha da Rami
Como diria uma banda coreana que amo (modificando, of course): The Resenha are back!!



Pra você que ama um bom enredo, uma boa história, um casal apaixonante e a matemática, esse é um livro perfeito pra você.

Pra você que ama um bom enredo, uma boa história, um casal apaixonante, mas não a matemática, esse livro também é pra você.

Infinito + Um conta a história de dois jovens adultos, Finn e Bonnie, cada um enfrentando um problema do passado que leva a um ponto culminante em suas vidas e numa ponte seus destinos, ignorando todas as probabilidades matemáticas, se interligam. E na estrada, juntos, será possível, mesmo contra as possibilidades ficarem juntos? Destino é o suficiente ou uns cálculos complicados são necessários?

Aparentemente os dois são os opostos e Finn não tem nada a oferecer a queridinha da América (senti uma inspiração em Taylor Swift ou impressão minha?!). Já Bonnie não pode oferecer nada além de imprensa e paparazzi que lembrarão a todo o momento e jogará na cara de Finn o passado que ele quer esquecer. Poderão desafiar a probabilidade matemática e ter um final feliz?

Entendo bem clichê, mas aquele que se transforma numa grande equação que infelizmente não se tende ao infinito (pois o fim chega) só usando a lógica pra perceber que não é e nem dará um resultado bobo matemático como 1+1 simplesmente igual a dois.

Mas qualquer enredo clichê não se torna um enredo clichê nas mãos de Amy Harmon. Misturando sua seja simplesmente fórmula genial, ela constrói uma verdadeira parábola de lição pra nós.

Não me canso de dizer que Amy Harmon é brilhante em nos ensinar lições de vida através de suas histórias. E nesse ela complementa: faz a gente que não vai muito com a cara da matemática entendê-la.

Destino e matemática podem se unirem e se tornarem amigos? Matemática numa história de amor dá certo? Contrariando todas as fórmulas, digo que sim e dá uma bela equação cujo igual não é zero, mas sim Infinito + Um, que não continuará com resultado sendo infinito, mas sim dois ou um ou ambos os resultados.

Mais uma vez recomendo um livro da Amy Harmon, mais uma vez recomendo uma história que me encantou, ensinou (moralmente e matematicamente) e me acrescentou.

Infinito + Um não dá o resultado infinito, dá muito menos e muito mais, dá dois dá um, continua sendo infinito, mas só lendo pra entender porque ansiar por explicações matemáticas e ver que amor e matemática vão dar Infinito + Um.




site: http://www.apaixonadasporlivros.com.br/resenha-da-rami-infinito-um-de-amy-harmon/
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Feh 01/02/2017

Infinito+um é um livro escrito pela Amy Harmon(Autora também de Beleza perdida), o livro nos conta a história de Bonnie e Clyde, SIM!! Bonnie e Clyde, e NÃO!! não é aqueela Bonnie e nem aqueele Clyde.
Eis um "pequeno" trecho de quem foi "Originalmente Bonnie e Clyde para quem não conhece.

"Bonnie Parker conheceu Clyde Barrow no Texas, em janeiro de 1930. Era o auge da Grande Depressão, e as pessoas estavam sem dinheiro, aflitas e sem esperança. Bonnie Parker e Clyde Barrow não foram exceção. Clyde tinha vinte anos; Bonnie, dezenove, e, embora nenhum dos dois tivesse muito a oferecer ao outro — Bonnie já era casada, mas o marido havia partido há tempos, e Clyde não tinha nada além de uma ficha suja na polícia e a capacidade de sobreviver —, eles se tornaram inseparáveis. Ao longo dos quatro anos seguintes, entre passagens pela prisão e uma vida em fuga, eles abriram caminho pelo sul empoeirado, roubando bancos, lojas de conveniência e postos de gasolina, matando policiais e um punhado de civis, nunca parando em algum lugar por muito tempo. Um rolo de filme e uma coleção de poesias escritas por Bonnie, encontrados num esconderijo em Joplin, Missouri, trouxeram o romance dos jovens bandidos à vida e consolidaram seu lugar no panorama da história americana e na imaginação do público em todo o mundo. Eram jovens, loucos e estavam apaixonados, com pouca consideração pelo que não fosse um ao outro. Fugiam da lei, sabendo que a morte era inevitável, e, em maio de 1934, encontram seu destino. Sofreram uma emboscada numa estrada solitária da Louisiana, e cento e trinta tiros atingiram o carro do casal; eles tombaram juntos, o corpo crivado de balas; duas jovens vidas e uma onda de crimes trazidas ao fim. Eles partiram, mas não foram esquecidos. Então a história se repetiu? Temos nossa própria versão moderna de Bonnie e Clyde? Dois amantes em fuga, deixando o caos por onde passam? Embora não sejam idênticas, as duas histórias têm semelhanças notáveis. E é de se perguntar se a fama e a fortuna em tão tenra idade não são parcialmente culpadas de tudo isso. Em vez da pobreza, que foi o pano de fundo para Bonnie e Clyde da década de 30, temos o extremo oposto. De qualquer forma, em ambos os casos, temos jovens que cresceram rápido demais, foram expostos à dura realidade muito cedo e, no fim das contas, se rebelaram contra o sistema."



Felizmente não é deles que vamos falar hoje, vamos falar hoje de Bonnie Rae Shelby e Infinity James Clyde "Fin"


Infinito+um fala sobre uma popstar e um ex-presidiário que não tinham nada em comum- nem mesmo o gosto musical-que se encontram em um momento de dor e desespero da parte dos dois. É um dos livros mais bonitos que eu já li, a Amy soube colocar em palavras os sentimentos dos personagens e mostrar ao leitor que está tudo bem não querer fazer determinada coisa, está tudo bem desistir de algo que você acha que te faz mal. O livro ele mostra o tempo todo que precisamos passar por um momento triste antes de sentir a alegria de novo, pois se não existisse a escuridão não saberiamos apreciar a luz.


"Não quis apenas morrer de repente. Isso não é algo que acontece de repente. Começa como um pensamento que cintila nos recessos mais sombrios do nosso cérebro por um instante, como uma vela de aniversário pouco antes de ser apagada. Só que a morte é uma vela traiçoeira. Do tipo que a gente atiça outra vez só para vê-la se inflamar de novo. E de novo. Cada vez que ela pisca de volta à vida, demora um pouco mais e brilha um pouco mais forte. A luz parece quase cálida. Amigável. Não parece algo que vai nos queimar."


Bonnie está sofrendo pois sua irmã gêmea morreu de leucemia e isso não exatamente "recente", ela passou meses sofrendo e a sua querida avó (Sintam o sarcasmo no "querida") se aproveitou disso e praticamente jogou Bonnie nos palcos e mandou ela ir fazer shows em todo canto do mundo desde que ela ganhou o prêmio de um show (tipo "The voice).

"Quando o cabelo da Minnie começou a cair por causa da quimioterapia, decidimos raspar a cabeça juntas, cabelo castanho-claro caindo no chão em pilhas macias. Éramos gêmeas. Gêmeas idênticas. Gêmeas espelhadas. Se Minnie ia ser careca, eu tinha de ser careca também. Mas vovó disse que eu não poderia ser careca no palco, de modo que, no dia em que fiz o teste para Nashville Forever, ela pegou nosso dinheiro do ônibus (e nosso dinheiro para comida) e me comprou uma peruca com longos cachos loiro-acinzentados. "


"— Tem alguém para quem a gente possa telefonar? — Não quero telefonar pra ninguém! Não quero ver ninguém. Não quero ser sua cúmplice, nem roubar bancos, Clyde. Agora eu quero ficar sozinha. Quero que você vá embora. Está bem? "


Já o Fin(suspiros) oh meu Deus, ele é o meu tipo...definitivamento o meu tipo. Fin é uma pessoa muito Inteligente (Com "I" maiusculo) ele é mais inteligente que o normal, vamos dizer que é um nerd da matemática, é sensivél e um pouco impulsivo mas também é honesto com seus sentimentos(até a metade do livro), ele é o herói da mocinha, o ladrão da sociadade e a vítima da sua família.

"Finn Clyde não era burro. Na verdade, ele era brilhante. Quando criança, era fascinado pelos temas recorrentes na natureza. Por que a maioria das flores tem cinco pétalas? Por que os favos de mel têm forma de hexágono? Por que os números têm cores correspondentes? Ele tinha oito anos quando percebeu que nem todas as pessoas enxergavam as cores. Os números também tinham peso. Quando ele os multiplicava, eles giravam em sua cabeça como uma nevasca num globo de brinquedo. As respostas se assentavam suavemente em seu cérebro, como os flocos, como se a gravidade fosse a responsável pela solução. Quando ficou mais velho, o fascínio pelos padrões apresentados na natureza cresceu e se transformou em fascínio por probabilidade, por utilizar fórmulas matemáticas para prever resultados. E suas previsões se tornaram assustadoramente precisas. Tanto que ele podia vencer com folga qualquer um no xadrez, assim como no pôquer, ou mesmo em jogos que pareciam regidos pelo acaso. Não existia essa coisa de acaso para Finn. O acaso podia ser analisado, cortado, fatiado e vinculado a outras coisas, utilizando-se um pouco de poder cerebral. "


"— Em que você é bom, Clyde? — perguntou Katy, docemente. — O Finn é bom em matemática — respondi quando ele ficou em silêncio. — Ah, é? Quanto é vinte vezes vinte? — Katy desafiou. — Quatrocentos — respondeu Finn. — Mas essa não foi muito difícil. Aposto que você também sabia. — Pergunte a ele uma coisa que você não saiba. Uma coisa bem difícil — instruí. — Quanto é seiscentos e noventa... e cinco — Katy franziu o nariz, tentando deixar o número tão complicado quanto podia. — Vezes quatrocentos e... cinquenta e dois? Finn mal parou para pensar. — Trezentos e catorze mil, cento e quarenta."


"— Quanto é infinito mais um? — interrompi Katy, fazendo a Finn minha própria pergunta. — Ainda é infinito — respondeu ele, com um suspiro. — Errado. É dois. — Ah, é? Como foi que você chegou a essa conclusão? — Infinito — disse eu, traduzindo o nome “Infinity” e apontando para Finn. Depois apontei para mim e disse: — Mais um. Ou seja, dois, gênio. — Eu queria muito não ter te falado o meu nome. — Ha, te peguei! Você acha que é tão bom em matemática, mas acabei de ganhar de você. "


"- Me diga uma coisa: a matemática existe porque é um reflexo do nosso mundo, ou o mundo existe por causa da matemática?"


Peoples eu vou acabar por aqui a resenha já ta longa demais e eu nem falei muita coisa(eu acho) mas saibam que eu recomendo esse livro muitíssimo a qualquer um queira ler ou/e estava precisando de um incentivo.

Boa leitura!!

e

Beijos infinitos !!!
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Roseane 12/01/2016

Amei ! Uma história de amor, fé e esperança.
O livro nos apresenta Bonnie Rae Shelby, uma jovem estrela da música, que em um ato de desespero, está prestes a dar fim em sua vida, tentando se jogar de uma ponte. Mas é impedida por Finn - abreviação de Infinity - Clyde, um cara comum e ex-presidiário, que está em busca de uma segunda chance na vida, rumo a Las Vegas.
Como ela está perdida e sem rumo resolve ir com ele,pois sente se mais segura e tranquila com um
um estranho do que sua própria família.
Finn por outro lado não quer confusão é muito menos voltar para a cadeia.
E aí que a história começa. Tem muitos conflitos internos, sentimentos presos e muita matemática.
E a cada dia eles vão se conhecendo mais.
O final dessa viagem pode ser abreviado e i final pode ou não ser feliz!
No livro Tb temos muito de Bonnie e Clyde - os criminosos fugitivos da década de 30.
O livro é lindo!
Uma história de amor, fé e esperança.
Super recomendo !
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Izabela 20/01/2016

Eu já tinha lido um livro dessa autora e gostado (Beleza Perdida), não tinha sido a minha leitura favorita do ano (ou do mês, rs), mas seguia a linha new adult clichê que eu amo, por isso me animei muito quando vi que a Verus estava lançando mais um livro dela. A capa logo me chamou a atenção e fiquei bem curiosa, mas não sabia muito da história até começar a ler, estou com essa mania, evito ao máximo saber qualquer coisa sobre o livro, isso inclui até mesmo a sinopse. Não sei se vai durar ou se vou conseguir fazer sempre, mas estou achando bem divertido, é tipo uma caixinha de surpresas, rs. Logo de cara o livro prendeu minha atenção e vou explicar todos os motivos para vocês. Antes de tudo, é importante contar que a história recebeu cinco estrelinhas (e milhares de post-its). Se você gosta de história de famosos, tretas dignas de Hollywood (eu AMO!) e claro um bom new adult esse livro é para você! Ou seja, é melhor continuar lendo a resenha para depois poder correr atrás do seu.

Bonnie é uma cantora country muito famosa. Todos conhecem os rosto dela e, claro, as músicas que não saem das rádios e das listas de 'mais pedidas'. Clyde éum ninguém. Nada na vida dele deu certo e, mesmo quando ele tentava de verdade, as coisas davam errado. O que nenhum dos dois imaginava era que a vida daria um jeito de colocá-los dentro do mesmo carro. Bonie não estava nem um pouco feliz com sua vida glamurosa de cantora e, por conta disso, acabou fugindo de um show e parando na beirada de um ponte. Clyde estava passando e, quando viu a cena, foi logo ajudá-la. Os dois eram completos opostos, mas naquele momento se atraiam. O que fazia muito sentido, afinal, Clyde amava a matemática e opostos se atraindo era algo simples para ele. É exatamente nessa situação maluca queos dois acabam se entendendo, ou quase isso, e começam uma longa viagem pelos Estados Unidos. Bonnie só queria fugir de toda a mentira que era a sua vida e Clyde só queria fugir, ponto.

O que eles não esperavam era que toda essa bagunça virariam quase que um Reality Show. Todos estavam querendo saber o que tinha acontecido com a maior estrela do momento e, é claro, que as fofocas hollywoodianas não foram poucas. Na verdade, foram muito criativas. O que ajudava ainda mais no drama é que os dois juntos formavam muito mais que uma dupla, eles formavam a reencarnação de um dos casais mais famosos do país. Os criminosos Bonnie e Clyde, que tocaram o terror enquanto eram vivos e fugiam por aí, exatamente como os dois estavam fazendo. Entre descobertas sobre a vida, sobre amizades e até sobre o amor os dois seguem o caminho sem nem olhar para trás, por mais que por onde passem uma onda de boatos apareça.

Assim que percebi que o livro se passava nesse contexto de famosos eu quase tive um treco, vocês sabem eu amo coisas que se passam em Hollywood ou que, pelo menos, tenham um toque de lá, rs. Aí, para melhorar, ainda teve todo esse drama com os nomes dos personagens principais. Eu adoro essas histórias que falam sobre os criminosos em questão, incluisve, um bom tempo atrás teve uma fanfic baseada nisso (que escrevi). Ou seja, imaginem minha animação lendo esse livro. Vale comentar, também, que a história é muito bem escrita. Muito melhor que o outro livro que li da autora, sério. A história pula das páginas e o negócio é tão sério que eu cheguei a sonhar com os personagens. Os capítulso são bem construídos e o uso das notícias e fofocas a favor da história foi muito bem aproveitado.

Adorei a Bonnie, ela é uma menina completamente maluca e sem filtro (quase que uma Jennifer Lawrence, só que da música, rs). Clyde também me divertiu muito e as respostas afiadas dele renderam muitas marcações. Vale comentar que o nome dele, na verdadem é Infinity Clyde, tipo assim, de Infinito (em inglês) mesmo, rs. Daí o nome do livro, que faz muito sentido na história. Também adorei o Urso, segurança da personagem principal, e a escritora do jornal de fofocas (sem nome mesmo, rs). Como disse, é um livro leve, divertido, cheio de fofocas hollywoodianas e, claro, muito amor também. Se você gosta dessa bagunça (maravilhosa) esse livro é para você. Se joga!!

site: http://www.brincandodeescritora.com/
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Barby 27/06/2016

Muito fofo!!!!!
Começei a ler o livro e não consegui mais largar!!! Amei a história e ainda não cheguei nem ao final , estou na pagina 282.
Engraçado que o tempo todo eu imaginava os personagens muito parecidos fisicamente com a Miley Cyrus e Liam Hemsworth .
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