A Protegida

A Protegida Lisa Kleypas




Resenhas - A protegida


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Jessica A 19/07/2020

Texas: aí vou eu!
Extremamente apaixonada! ♥

Uau! Estou chocada com a escrita da Lisa Kleypas. Ainda não tinha pego nenhum livro dela e tô em choque até agora da grande burrada que eu fiz em não ter pego nos livros antes. Ela tem a forma de escrita que me lembrou um pouco a Judith McNaught e a Nora Roberts, duas autoras que sou completamente apaixonada. ♥

Demorei só um pouquinho pra engatar, mas quando pegou, já era! Não consegui soltar, não conseguia trabalhar direito, comer e dormir. Foi extremamente complicado em não largar essa história.

E posso falar com todas as letras: com toda a certeza, Liberty se tornou uma puta de uma mocinha perfeita. Uma das melhores que eu já li. Uma heroína que sofreu bastante, teve milhões de desafios na frente, obstáculos sem fim e ainda conquistou tudo sozinha e com a cabeça erguida, mesmo estando próximo de várias oportunidades mais fáceis. Um ponto extremamente positivo que fiquei super feliz, foi que ela não foi aquela típica mocinha que ficava o tempo todo se lamentando pelos cantos, esperando que um milagre divino caísse na terra para finalmente 'salva-la', obviamente, ela teve seus momentos de lamúrias, mas foi algo natural e normal, trazendo mais realismo até mesmo para a personagem, mas nada muito exagerado e mostrando o quanto ela levantou a cabeça e correu atrás do que sempre quis.

Confesso que li esse livro em poucas horas, muuuuuuuuuuuuuitos anos que não lia uma história tão rápida em toda a minha vida. Lá no início não me prendeu logo de cara, mas quando foi indo para as páginas 45 e 50 que me conquistou perdidamente. Não conseguia parar um segundo de ler até finalmente saber o que iria acontecer com a Liberty.

Foi mais um livro que o foco principal é no amadurecimento, crescimento da mocinha. O quanto ela passou por vários perrengues ao longo da sua jornada, até finalmente ter os seus merecidos contos de fadas. ♥

E olha... fiquei com o coração na boca achando que ela iria fazer uma puta escolha errada só por conta de um certo babaca aí...

E nesse livro, teve algo que eu evito o máximo como o diabo foge da cruz: o famoso triângulo amoroso que me deixou de cabelo em pé e sem unhas, pois comi todas de tanto nervoso.

Ah, fora que aqui tivemos um certo personagem que apenas '' abandonou '' a mocinha, para realizar os seus sonhos e ainda teve a ousadia de pedir pra ela esperar. A sorte que a mesma continuou com a sua vida da melhor forma possível e mesmo pensando nele o tempo todo, ela não ficou parada igual uma infeliz.

Ah, e esse mesmo personagem babaca que eu queria entrar no livro e dar um soco no nariz dele. Que raiva! Aiiii que homem cretino!

E o Gage?! Pai, se for da tua vontade saiba que sua filha está pronta! Que homão da porra! ♥

E Hardy to preparadíssima para o seu livro! Tô querendo ver o que vc é capaz e se de fato, vai me fazer ficar de quatro por vc! ♥

Até o momento, o melhor livro que eu li nesse ano de 2020. SUPER RECOMENDO! ♥

Nota: 5 ♡♡♡♡♡ Favoritaço!
Lido em: 09/07/2020 a 11/07/2020.
Izzy Ferrer 20/07/2020minha estante
Eu amo essa série, principalmente o terceiro. Mas eu tenho um xodó nesse. Gosto do jeito como ela aborda assuntos serios e até tabus com romances leves. O segundo é pesado sabe? Mas muito real e muito bom. Não passo pano pro Hardy mas a vida dele foi sofrida, a Liberty mesmo diz, mas ele contando nossa foi forte. Enfim, leia é bom demais.


Jessica A 21/07/2020minha estante
Izzy, estou apaixonada e encantada por esta série! Não imaginava que iria gostar tanto. Não imaginava mesmo...
Sim. A Lisa foi muito singela e ao mesmo tempo, sabendo dosar o assunto com maestria. Eu li a história do Hardy e sim, to apaixonada por este homem!




Talita 17/11/2020

UM TANTO LENTO DEMAIS
"Mas as ligações foram estabelecidas, meu coração encontrou abrigo em lugares inesperados. Eu estava mais envolvida do que sonhava ser possível".

Antes de começar a ler esse livro tinha visto por meio de algumas resenhas que a história demorava a acontecer e fui preparada para isso, mas meio que extrapolou os limites de tempo.
Liberty Jones é filha de uma mulher que ama aventuras, e digo isso não no sentido bom, porque colocar sua filha em uma situação como a que ela passou não é muito responsável. E as coisas começaram a piorar quando a irmãzinha de Liberty nasceu.
Não vou dizer que a jornada de Liberty não teve seus méritos, por que cada tombo que ela levou foi doloroso o suficiente para fazer ela desistir e jogar tudo para cima, mas ela persistiu e isso foi uma parte muito bonita da história.
Mas o fato é que a história se desenrola quase parando, e vou ter que comentar que o relacionamento dela com Hardy não foi lá momentos intensos e apaixonantes, e depois, muitoo depois veio Gage, não vou nem comentar que o relacionamento deles dois meio que pareceu mais uma tempestade rápida em que só deu para ver alguns flashs de luz.
Amo Lisa Kleypas e seus livros de romance de época, mas infelizmente ela não conseguiu me convencer nesse romance.
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Sassenach 10/11/2020

"Eu sabia que repetiria essa cena inúmeras vezes nos anos que viriam,e cada vez eu pensaria em coisas diferentes que deveria ter dito e feito.Mas tudo que fiz foi me afastar sem olhar para trás.Muitas vezes na vida eu me arrependi do que disse sem pensar,mas nunca me arrependi das coisas ditas como me arrependi das palavras que não falei."
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Nay 20/01/2016

Interessante!.Mas,dos livros da Lisa Kleypas,esse foi o que menos gostei.

Dividi o livro em duas partes:

A viúva Diana Jones é descrita como uma beldade, loira e de olhos claros, linda e um tanto relapsa quanto aos planejamentos para um futuro promissor. O passado desta mulher é uma incógnita. Mas,uma coisa é certa,ela abdicou de muitos privilégios para viver um grande amor, casou-se com um homem mexicano e deste relacionamento, nasceu a jovem de pele morena ,Liberty Jones.

Futuramente,Liberty será alanceada por uma serie de desencontros, o primeiro deles,a morte trágica do pai, a partir disso, a jovem de traços latinos, começa a conviver com as consequências de uma mãe muito amorosa, no entanto, uma mulher que não sabe lidar com boas escolhas, e também desprovida de grandes ambições para uma vida melhor. Diana, em muitos momentos falhou como mãe, impôs na vida da filha, a presença de homens de origens duvidosas e não tardando a engravidar. Liberty,com trejeitos inocentes, mas de uma maturidade espantadora, assumiu um papel de suma importância na existência da irmãzinha.. Visto que logo mais no decorrer da trama, um acidente fatal levando Diana a óbito determinaria o ponto decisivo na vida das duas irmãs. Como se não fosse o bastante, a vida golpeou Liberty com as responsabilidades de gente grande, contas mensais pra pagar, uma irmã para cuidar e brigar pela custodia, e também as questões de um coração tão jovem e apaixonado. Cujo objeto de atenção, não deseja construir laços ou levar uma vida permanente na pequena cidade Welcome.

SEGUNDA PARTE:
Os anos que vieram a seguir, salientaram a força de vontade que percorria nas veias da sonhadora Liberty. Primeiro passo era uma especialização, uma profissão para garantir um salário e meios de continuar com a guarda da Carrington .Os desafios são constantes, e ainda tão jovem a moça de ascendência mexicana enfrenta o maior de todos os percalços, ser pai, mãe e irmã mais velha, tudo num só pacote. Existe também, o preconceito de carregar uma irmãzinha de pele clara, sendo as vezes abordada como babá da criança ,ou as muitas vezes que passava fome, ou dinheiro era regrado ,evitando a todo custo ficar doente, o que levaria sua vida para um rumo indesejado, as dividas.

Novas oportunidades foram entregues nas mãos da jovem Liberty quando ela optou por mudar para Houston,lá ela encontrou um emprego que poderia oferecer mais estabilidade. E através deste, ela é apresentada a novas opções .Consequentemente, essas escolhas colocam Liberty cara a cara com o sisudo e emburrado Gage Travis. Um homem implacável e que logo de cara fica cismado quanto à presença da moça.

O tempo opera situações embaraçosas e também a possibilidade de uma reaproximação entre o casal.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:
Ainda não sei como classificar o que achei desse livro. Sou muito fã da autora e confesso que levei um choque. Talvez pela narração na primeira pessoa, -particularmente não gosto- e não achei que a Lisa mostrou bom domínio com essa narração, muitas vezes parecendo lenta, e detalhista ao extremo .Ou talvez meu desagrado possa ser atribuído, pela presença de um leve triângulo amoroso- coisa que também não aprecio- . Lembro que quando Li a sinopse do livro, achei maravilhoso, e então lendo a trama, sinto um misto de decepção!
A forma que a Kleypas conduziu a trama, deixou a sensação que o inicio da historia poderia ter sido resumidamente apressado, falando honestamente, não via a hora da mãe dela morrer logo, para ver se assim a história daria uma abreviada. Consequentemente, sobrando mais paginas para explorar de forma mais espaçosa determinados personagens, como exemplo o Gage. Achei esse personagem maravilhoso, encantador e tão viril, exalando masculinidade. Foi praticamente impossível não me arrepiar com cada fala desse personagem. Por tanto foi decepcionante o personagem aparecer, no meio do livro pra frente(que aliás é a partir desse ponto que a historia fica maravilhosa).Outra decepção foi o comportamento da Liberty,lá próximo ao final...Sair com A,e acabar se enroscando com B...Que ódio eu fiquei nessa hora, quase abandonei o livro. Como eu disse lá em cima, não aprecio triangulo amoroso, mesmo sendo leve. Rsrs Esse lance e outros mais me fizeram detestar a Liberty,essa relação tanto da mãe(Diana), como da filha(Liberty) em relação aos homens. Teve momentos que eu ficava pensando “Que ridículo, que falta de posicionamento”.

Mas, como nem tudo é defeito, gostei de algumas abordagens da autora. E um dos pontos interessantes, é o fato da personagem principal ser de pele escura, raramente isso é abordado em livros, gostei muito.Os diálogos são espontâneos e bem explorados.
Resumindo, de um modo geral, Lisa me surpreendeu, tanto pelo lado negativo ,quanto pelo positivo. Achei incrível a forma que a autora conseguiu sair de um tema triste e duramente real,empregando diálogos leves e divertidos. Um exemplo disso é a personalidade da Liberty,mesmo assumindo responsabilidades precoces, a garota tem um lado maduro, mas, o que mais a enaltece é o ar inocente e as tiradas engraçadas..

(...)
"O pastor da nossa igreja disse para a minha mãe que,se ela se divorciasse do marido,não importa o quanto ele fosse violento,estaria desistindo de servir a Cristo"- falou Hardy.
"Oh Hardy" eu disse,meu peito doendo de compaixão"Por que a vida é tão difícil para alguns e não para outros?Por que algumas pessoas têm que lutar tanto?"
Ele deu de ombros e falou.
" Não vai ser fácil pra ninguém,cedo ou tarde Deus manda as contas dos seus pecados"
"Você deveria frequentar a Cordeiro de Deus na rua Sul" eu o aconselhei."Deus lá é muito legal.Ele deixa alguns pecados pra lá se você levar frango frito para o almoço comunitário no domingo".
>>>

.. Outro fato legal, é a ligação entre a Liberty e a sua irmãzinha,Carrington.Os diálogos são maravilhosos. Ai vai um exemplo:

(...)
"Liberty aconteceu uma coisa"
Levantei do sofá como se tivesse sentado em uma chapa quente.
"O que você quer dizer com aconteceu uma coisa .O quê?O quê?"
Carrington exalou.
"Alguma coisa desceu pela minha garganta sem a minha permissão"
"O que desceu pela sua garganta,?"
Ela contraiu o rosto que ficou vermelho.
"Minha moeda da sorte",ela disse e começou a chorar.
"Como foi que você engoliu essa moeda?O que você estava fazendo com essa coisa suja na boca?"
" Não sei"ela choramingou." Eu a pus ali e ela pulou na minha garganta".
Cintia 24/01/2016minha estante
Muito bem colocado Nay. reconheço que embora seja fá da Lisa,não gostei da narrativa dela na primeira pessoa. deixou muito a desejar.E mais uma vez reforçando a sua resenha,também concordo com a questão do Gage,um absurdo ele ficar escondido aquele tanto.merecia aparecer no livro todo. hsahsahsa pulei varias paginas no inico por causa da chatice e lentidão


Nay 25/01/2016minha estante
Obrigada,Cintia!Lendo a resenha agora pareceu que eu não gostei do livro.Mas,eu gostei, sim.Só achei que a historia teve uma abordagem fraca e pouco explorada.Não conformo da Lisa ter usado rsrs o Gage tão pouco,como vc disse um absurdo.


Carol 27/01/2016minha estante
Já eu gostei muito do livro justamente pelas falas da garotinha,tipo aquela hora que a Liberty estava no telefone e observa a irmã tomando banho e usando dois frascos de plastico pra passar agua de um pra outro.."Carrington o que vc esta fazendo"?
"lIMPADOR DE GENTE" KKKKKKKKKKKKKKKK Morri de rir,adoro esse senso de humor da Lisa.Mais concordo que o inicio do livro é chato pra caralho


Marieli 27/01/2016minha estante
Deus do céu.Que livro pavoroso,não consegui passar da pagina 50




Jenny 31/01/2021

Amei...depois da metade
A forma como a Lisa se prolonga demais na história da infância da protagonista no início do livro deixa as coisas um pouco arrastadas
Apesar de algo um tanto necessário pra entendemos melhor a Liberty e o Hardy tbm (que é protagonista do segundo livro)
Mas a partir do momento que nosso casal de encontra a história se transforma e passa a ser muito mais envolvente
Eles um casal maravilhoso e com muita química
Só queria que a Lisa tivesse focado um pouquinho mais no romance
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Vanessa Pauli 20/02/2020

Lisa Kleypas migs.. não me mata do coração...
Quase abandonei o livro.. parecia umaa biografia da mocinha até a página 130.. mas aí.. finalmente.. a história começa e desenrolar. Espero que o segundo da série seja melhor.. a mocinha é uma heroína e tudo.. mas enredo fraco e final sem emoção..
Fabi 20/02/2020minha estante
O segunda é melhor sim. Tb achei cansativo metade do livro.


Vanessa Pauli 22/02/2020minha estante
Ah que bom.. pq não estava animada para continuar a série.




Nanda 11/03/2021

Gostei bastante do livro, a Liberty é uma mulher muito forte, várias circunstâncias a fizeram se tornar uma pessoa muito especial. Amei a maturidade dela em tomar as suas decisões, sem precisar ficar se lamentando e esperando algo "cair" do céu. Era algo que eu esperava encontrar nos outros livros que já li, e somente neste, pelo que me lembre, encontrei uma protagonista extremamente real e madura. Enfim, amei muito e o recomendo com toda certeza!!?? Ps1: Hardy, tenho um leve à moderado, ranço de você!!; Ps2: Gage e Churchill, que existam vários homens que nem vocês na vida real. Os amo demais!!!
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Tracinhas 04/06/2016

por Juliana Arruda
*contém spoilers*

Eu super fiquei curiosa pra saber desse livro porque, qual é? É a Lisa Kleypas! Então claro que eu precisava ler. Quando peguei na história, eu terminei em dois dias. A narrativa dela continua sendo ótima e instigante, o único problema desse livro é (PASMEM!) a própria história. Nunca, em toda a minha vida, eu consegui encontrar uma personagem que fosse tão estúpida. (Até Isabella Swan consegue ser mais inteligente, acreditem)

Pois bem, vamos por partes porque aí vocês podem entender o meu dilema.

A história é dividida em duas partes: a primeira, narrada por Liberty, uma garota de 14 anos com descendência latina; e a segunda, narrada pela mesma personagem, mas como uma mulher adulta.

Na primeira parte nos deparamos com a protagonista e sua nova mudança. Liberty acaba de se mudar com a mãe e o namorado da mãe, para uma nova e pequena cidade, chamada Welcome. E é nessa nova cidade onde a nossa mocinha conhece o Hardy, um rapaz de 17 anos.

O garoto é lindo, trabalhador, e com o grande sonho de sair de onde mora. Ele é capaz de fazer tudo para não se desviar dos seus sonhos, até mesmo ignorar a atração enorme que sente por Liberty. Se ele se deixasse se levar pelos sentimentos, ele iria continuar onde morava — e ele não quer isso, claro. Diante desses fatores, ele fica longe dela e a evita. E, para Liberty, Hardy a vê como uma irmã mais nova — quando claramente não é esse o caso.

Liberty tenta conquistá-lo, apesar daquele ponto negativo que tanto acredita. Ela é bonita e ela sabe disso. Os garotos olham pra ela e querem sair com ela, mas Liberty só pensa no Hardy. É triste saber que você gosta de alguém e esse alguém não lhe corresponde – e acredito que boa parte de vocês sabem como é isso. De qualquer maneira, isso não deixa que a Liberty fique com outros rapazes ou tenha outras experiências. (Ponto pra ela)

Depois de um tempo, o namorado da sua mãe é colocado pra fora de casa e ele vai embora. Logo depois, Liberty descobre que teria um irmãozinho. Sua mãe, que sempre foi a provedora de renda da família, passa a ter dificuldades a medida que o tempo passa. Não seria apenas mais uma criança para alimentar, mas duas. Ainda assim, Liberty deixa de fazer as coisas para ajudar a sua mãe com a criação da sua irmã mais nova. Liberty ficaria ocupada o suficiente para pensar no garoto que ela gostava e isso talvez o fizesse esquecê-lo.

Quando Hardy finalmente parte de Welcome, Liberty já tem em torno dos 18 anos, e se sente completamente frustrada. Ela descobre que ele sentia uma enorme atração por ela e ambos não aproveitaram enquanto tinham tempo. Agora com Hardy indo embora, ela dificilmente o perdoaria por isso. Logo após a partida de Hardy, a mãe de Liberty morre, deixando-a sozinha com o bebê. E é a partir daí que as coisas realmente começam a ficar pesadas pra Liberty. E ela consegue ser responsável - responsável até demais.

Há o conselho tutelar que está de olho em ambas, e ela tem que arranjar um emprego, se dedicar aos estudos, somente para ter que ficar a sua irmã. Ela não poderia deixar que levassem a sua irmã para longe dela. Há momentos em que ela passa a ficar com fome somente pra ter que sustentá-la. Quando Liberty finalmente consegue se reerguer e se formar, ela consegue dar tudo aquilo que pode a sua irmã mais nova.

Na segunda parte, vemos que ela começa a trabalhar em um salão de beleza extremamente luxuoso. Lá os famosos e grandes empresários são clientes e buscam um momento para embelezar-se. Ela tenta esquecer o Hardy, como sempre fez desde que ele partiu, e começa a tentar sair com outros rapazes às cegas.

No entanto, um dos clientes do salão onde ela trabalha, é um famoso empresário que só gosta de ser atendido por ela. Ele é velho, mas ainda tem um porte completamente encantador. Liberty gosta de conversar com ele, e ele aparenta desfrutar o mesmo — mas ambos deixam claro que são somente amigos. Até que um certo dia ele sofre um acidente e decide fazer com que ela e sua irmã mais nova morem com ele, além de mantê-la como uma funcionária particular. Liberty claramente teria que deixar o seu emprego para tentar algo novo e por isso passa dias pensando no assunto. Relutante, ela acaba aceitando a proposta do seu novo amigo. E é daí onde ela conhece o filho mais velho do nosso famoso empresário, o Gage.

Um minuto de silêncio, por favor.

Queria deixar claro que estamos falando de um cara de porte atlético, alto, cabelos castanhos claros (loiros?) e olhos também, sorriso embriagador, cavalheiro, inteligente, elegante, rico… enfim, lindo de morrer — em todos os sentidos.

Mas ao que tudo aparenta, Gage é um chato hipócrita que só existe para encher o saco da nossa querida Liberty, pois o mesmo acredita que ela é amante do seu pai. Sim, isso mesmo. Ele acha que a Liberty está animando o guru do velho, quando na verdade ela só é mais uma funcionária particular. No entanto, pelo o velho estar doente e precisar de ajuda ao tomar banho, o seu filho se dá conta de que ela não é uma amante, afinal; e então ele começa a estudá-la, mesmo que de forma sigilosa.

Não é nenhum segredo que os dois acabam se envolvendo, logicamente. O cara se dava super bem com a sua irmã mais nova, era um perfeito cavalheiro, não era exigente como os seus últimos namorados e era lindo demais, por favor.

O caso é que quando tudo parecia ir bem, me aparece a porra do Hardy. E o Hardy estava perfeitamente bem de vida, obrigada. Ele agora era um rico, dono de algo envolvendo petróleo, e sequer deu sinal de vida quando começou a ter grandes lucros.

Vejam bem a situação: o cara não te dá uma chance sequer, vai embora, não te deseja os pêsames pela morte da tua mãe (nem por telefone, carta, sinal de fumaça, nem nada), não te ajuda quando você está passando fome, sequer dá sinal de vida quando se torna rico, e agora quer ter uma chance?

Você, com o perfeito bom senso, diria um enorme NÃO. Mas lembra que eu disse que ela era uma estúpida? Pois bem, ela me diz que não sabe o que quer. Não sabe se quer Hardy ou o Gabe. Mesmo o Hardy sumindo por anos — e convenhamos, ela sequer sabe da nova personalidade do Hardy; mas pra ela nada importa a não ser essa “dúvida cruel”.

E é nessa parte onde eu começo a xingar a personagem pela estupidez e pela falta do bom senso.





Primeiro de tudo queria dizer que essa é a mulher mais panaca da face da terra (embora ela seja super responsável com a irmã). Não se pode ficar em dúvida entre um cara do teu passado com o do teu presente, amiga. PRINCIPALMENTE QUANDO O CARA DO TEU PASSADO NÃO VALE DE NADA. ELE TE DEIXOU PRA TRÁS, ELE NÃO TE DEU PÊSAMES QUANDO TUA MÃE MORREU, ELE NÃO TE AJUDOU QUANDO VOCÊ PASSAVA FOME, ELE NÃO APARECEU PRA VOCÊ QUANDO FICOU RICO - E TAVA NA CARA QUE ELE IA TE USAR COMO UMA PANACA PRA DESTRUIR A EMPRESA DO TEU BOFE ATUAL. Só com pelo primeiro fator tu devia já ter te decidido pelo Gage de cara e não ficar nesse mimimi. Mas não, depois disso tudo o que tu passou, tu me diz que fica em dúvida? Meu Deus, eu realmente não tenho palavras pra descrever o tamanho da estupidez dessa mulher. ALGUÉM JOGA UM PRATO DE SOPA QUENTE NA CARA DELA!





Claramente vocês podem ler a minha novela no skoob, se desejarem; mas já deixo avisados que a história se torna decepcionante ~só por esse motivo~.

Calma, temos um final feliz, sim, mas tem muita burrice e mimimi antes disso acontecer.

site: http://jatracei.com/post/144843561792/resenha-170-a-protegida
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Aline Memória 20/01/2021

Prefiro os históricos da autora
Já li duas coleções inteiras da Lisa Kleypas de romances históricas que amei, e ela é minha autora de romance histórico favorita. Porém, o mesmo não aconteceu com esse romance contemporâneo, pois está mais para "saga de uma personagem" do que um romance propriamente dito, já que conta a história da protagonista desde jovem.

Achei muito trabalhado na "sofrência", e não consegui me apegar à protagonista (muito menos pelo seu primeiro amor, que ela [spoiler[ insistiu em passar grande parte da vida amando, acho que só por carência e expectativa não correspondida mesmo[/spoile]. Também não gosto nem um pouco dessa temática do Texas, petróleo, cowboy, etc. Enfim, não lerei o resto da série e prefiro ler só os históricos da autora mesmo.
Nii. 20/01/2021minha estante
pena que não curtiu! Esse primeiro livro de fato traz uma contexto maior dos personagens, talvez você curta os outros livros da série, eles não tem essa espécie de introdução. eu adoro essa série. eu já prefiro essa escrita dela mais contemporânea. :)




drixza 16/02/2021

Recomendo
Gostei, embora ainda prefira os romances de época da autora. Nesse livro nos é contada a jornada de Liberty, que poderia ser a de qualquer jovem comum, com os sonhos, conquistas e dissabores da juventude. Só com a entrada da família Travis em sua vida é que o futuro toma um novo rumo. Gostei do romance que não foi o verdadeiro foco livro, sendo o amor familiar o ponto central. O que deixou a desejar foi a falta de cuidado com a revisão do livro, palavras com letras fora de ordem e numa frase deu pra perceber que foi cortada no meio, decepada mesmo, ficando sem entendimento. Lembrei imediatamente das edições da finada Nova Cultural, que tinha muito disso.
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Danielle 25/09/2020

Que história incrível e inspiradora.

Liberty é uma garota incrível que passou por maus bocados quando mais jovem, mas sua vida acaba ganhando um novo rumo.

Eu gostei bastante da personagem, mas ficava com raiva dela por escolher perdedores para namorar.  Eu nunca fui com a cara do Harry, principalmente quando ele abandona ela, então eu não conseguia aceitar o fato dela ainda estar apaixonada por ele, principalmente depois que ela conhece o Gage.

A história é meio que dividia em duas partes. A primeira pouco mais lenta que conta mais a infância da Liberty e o nascimento da sua irmã. Já a segunda parte se passa após a morte da sua mãe. Eu gostei muito a forma que a história foi desenvolvida, mesmo que a primeira seja um pouco mais parada, ainda assim, a história foi muito boa e contribuiu muito para todo livro. Não foi algo que você lê e esquece depois. Mas confesso que gostaria de ter um pouco mais da segunda parte. Principalmente pelo romance entre o Gage e Liberty que eu acho que poderia ter ganhado mais algumas páginas.

Uma reclamação que eu tenho a fazer e sobre a narração do livro, mais para a segunda parte. Muitas cenas se passam, mas só com pequenos fragmentos onde a Liberty conta, mas não tem fala de nenhum personagem. Eu acredito que poderia ter desenvolvido essas cenas, principalmente porque uma pareciam muito boas, mas não temos uma grande visualização delas
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Lanny 27/02/2020

Surpreendente
Tenho o (mau?) hábito de, quando leio um livro de um autor pé,a primeira vez e gosto, verificar todos os livros disponíveis daquele autor e adquirir todos de uma vez. Assim foi com Lisa Kleypas. Depois de ler a série das quatro estações saí a caça de outros títulos dela e me deparei com ?A Família Travis?. Não pensei duas vezes e comprei.

Como estava acostumada com todos os livros da Lisa serem de época, fiquei imaginando se essa série seria boa. Me enganei... ela é ótima, perfeita, maravilhosa (pelo menos esse livro). Ouso dizer que seja melhor que os tradicionais livros de época pelos quais a autora é conhecida.

Não sei se vou conseguir expressar meus pensamentos e sentimentos em relação à história porque nem eu mesma tenho certeza deles, mas de modo geral:

- Impressionada com a força de Liberty, sua determinação, sua capacidade de enfrentar tanta coisa de cabeça erguida;
- Encantada com a forma que ela desenvolveu a história da garota desde seus 14 aos 24 (pode ter sido um pouco mais, mas na última vez que foi mencionada a idade dela, foi essa). Sem usar o recurso de ?X anos depois?;
- Sem dramas e mimimi. Tão acostumada que estou com os dramas corriqueiros em livros, quando algo acontecia eu pensava ?Aí, lá vem bomba?. E Liberty tirava de letra, usando bom senso e educação.

Espero que os outros três sigam essa linha e não me decepcionem.
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