Cidade das Cinzas

Cidade das Cinzas Cassandra Clare




Resenhas - Cidade das Cinzas


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Ju Neves 27/09/2011

Depois do final que Cassandra Clare deu a Cidade dos Ossos, eu não poderia deixar de ler a sua continuação, não só por seus personagens tão psicologicamente bem estruturados, mas também por sua história tão envolvente. Apesar de com um final muito parecido com o de Cidade dos Ossos (uma revelação, e uma conclusão que não explica basicamente nada, apenas deixa dúvidas), Cidade das Cinzas tem um perfil mais agitado, enquanto no primeiro, vimos Clary descobrindo o mundo dos Caçadores de Sombras, nesse vemos ela se descobrindo enquanto filha de quem é, vendo que, apesar de não ter crescido nesse meio, ela, assim com seu irmão, pode fazer coisas mais extraordinárias que os Caçadores de Sombras comuns.

Mas não pensem que o livro é mais uma vez focado em Clary. Agora temos também Jace, que mostra que não está lá apenas para deixar a cabeça da protagonista confusa, e sim que ele pode dar uma reviravolta na história. De um lado existe a família que criou ele com muito carinho e de outro tem o pai dele, que pode estar fazendo coisas terríveis, mas ainda assim é seu pai. Será que ele é capaz de dar as costas ao seu pai e fazer o que é certo. Muitas pessoas parecem duvidar disso, o que faz Jace ficar muito confuso.

Deixando seus charmes a parte, eu devo dizer que Jace é, de longe, um dos personagens mais interessantes que já tive o prazer de conhecer através de um livro. Ele trás uma sensação de que é real, o que é muito difícil para um autor, penso eu. Ele não é perfeito, longe disso, suas qualidades e defeitos aparecem sutilmente durante a leitura, fazendo com que você se identifique. Os personagens de Cassandra Clare são tão humanos (não estou falando de sua condição, uma vez que em humanos, também incluo os lobisomens e vampiros da história), eles são egoístas, impulsivos, tentam esconder suas emoções, ou se deixam levar por elas, coisas que todos nós fazemos, mesmo que sem querer. Este é o ponto mais forte da autora.

Além de tudo, enquanto eu lia, não pude deixar de destacar algumas expressões e diálogos muito inteligentes. Se ela já tinha ganhado minha admiração em seu primeiro livro, ela aumentou no segundo. E, devo dizer, não vai demorar muito para que eu leia o terceiro livro da série. Quem é curioso como eu, vai roer seus dedos.

Mais resenhas em: www.booksjournal.org
Gabi 09/07/2011minha estante
sua resenha está prefeita! me identifiquei com tudo escrito nela! parabens


Carol 31/08/2011minha estante
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Ju Neves 09/09/2011minha estante
Muito obrigada, Gabi! Fico feliz que alguém tenha se sentido da mesma maneira que eu ao ler o livro. :)

Beijos.


Matt 11/02/2012minha estante
Gostei da resenha! E minha sorte que eu comprei os dois volumes juntinhos! HAHAHAHA! Então, terminei um e vou correndo para o outro, acho muita sacanagem terminar um livro assim...


durchdienacht 11/04/2012minha estante
Muito boa a resenha. acabei de ler o livro e concordo com os pontos que você destacou. Já estou com "Cidade de Vidro" aqui, começarei a ler ;)


Duh 31/01/2013minha estante
Preciso ler esse livro urgentemente. Não só porque amei os personagens, mas também pelas cenas engraçadas e cheias de ação. Ancioso pelo filme


Ana 27/09/2013minha estante
Verdade Ju. Jace é perfeito ! KK. Boa resenha!


Roberta 20/01/2014minha estante
Essa resenha ficou perfeita, essas palavras descrevem muito bem a narrativa da Cassandra Clare. Estou terminando o segundo e louca pra ler o terceiro.


Aryane Marques 31/07/2014minha estante
perguntinha, então Jace é mesmo filho de Valentim? Ele e a Clary ficaram juntos? por favooor me responda essas perguntas, porque estou desesperada. Ah, e aliás adorei a resenha! você escreve muito bem!




Blog MVL - Nina 23/06/2011

Blog: Minha Vida por um Livro | Marina Moura www.minhavidaporumlivro.blogspot.com

Cassandra Clare é o novo nome da literatura fantástica. Com seu estilo sarcástico e refinado, tem levado milhares de leitores por todo o globo à loucura com a saga que conta a batalha travada entre nephilins (descendentes de anjos), e demônios. E acima de tudo, uma história de amor que comoveu a todos.

Dizer que Clare é ousada seria subestimar seu trabalho produzido até aqui, em apenas uma obra ela aborda tópicos como homosexualida, incesto e religião. Definitivamente uma autora que não tem medo de desenvolver suas idéias livremente, penso que deve ter sido difícil para os editores cortarem ou indicarem um caminho à Cassandra. Não acho que ela concederia esse direito a ninguém.

Em Cidades dos Ossos, primeiro volume da série publicado em 2010, o leitor foi introduzido ao universo dos Caçadores de Sombras. Nephlins (humanos híbridos de anjos) que protegem e guardam a sociedade “sobrenatural”, tudo aquilo do qual nós mundanos (na expressão criada pela autora) não podemos nos defender. Vampiros, lobisomens, fadas e bruxos. Eles são a grande CIA desse universo fantástico. Conhecemos também a protagonista Clary, aparentemente uma humana comum que após o ataque à sua mãe, descobre que pertence a uma longa linhagem de Caçadores de Sombras e que é filha do grande vilão da história desse mundo, que até então lhe era desconhecido. Clary conhece Jace, ambos se apaixonam e em seguida descobrem que são irmãos. Cidade dos Ossos termina concedendo a seguinte perspectiva a seus leitores: Valentim (pai de Clary e vilão nazista) está de volta e com o objetivo de governar o mundo, a Clave pode não ser suficiente para impedi-lo. Clary e Jace devem lidar com a realidade de que o amor que compartilham é o mais proibido e condenável de todos.

Existe, em qualquer vertente e gênero da literatura, uma linha tênue que separa o bons livros dos maus livros, ou apenas, o bons escritores dos maus escritores. O equilíbrio entre descrever em excesso ou não liberar suficientemente detalhes da história, a caracterização de personagens autênticos e carismáticos que consigam guiar o leitor pela narrativa sem se sentir enfadado,é o que decidirá se uma obra foi ou não escrita por uma mente habilidosa. Eu então afirmo que, literariamente, Cassandra Clare é capaz de transitar por essa linha com destreza e talento. É admirável a forma com que a autora consegue administrar e manipular as emoções e pensamentos do leitor.

Cidade das Cinzas é a colossal continuação da saga Os Instrumentos Mortais. Neste novo momento da estória,Clary descobre alguma novas características sobre si mesma,tenta lidar com o triângulo amoroso que lhe foi imposto pelo irmão Jace e o melhor amigo Simon. Apesar de algumas ácidas críticas sobre o romance entre dois irmão, assumo que o fato não me incomodou por questões morais ou religiosas,me ressenti da situação por querer que os dois protagonistas ficassem juntos. Obviamente, tive meu desejo negado.

Os personagens são tão carismáticos e interessantes quanto o próprio conceito do universo extraordinário criado por Cassandra. Magnus Bane é um dos meus personagens favoritos na série,a empáfia e o humor sagaz me fizeram dar boas e gostosas gargalhadas. E o romance protagonizado entre o bruxo e Alec é simplesmente delicioso de se acompanhar. A homosexualidade é cuidadosamente explorada, e obviamente um conflito real para Alec,que deve considerar revelar esse aspecto de sua natureza aos pais algum dia. Apesar de o livro ser de Fantasia,neste aspecto em especial o dilema vivido pelo personagem é tão real quanto o de muitos jovens por aí. Eu,pessoalmente,não me incomodei com o relacionamento amoroso e obviamente sexual entre Magnus e Alec,e me descubro torcendo ferozmente para que eles formem um casal à sério nos próximos livros.

Algumas pessoas me questionaram porque sou tão apaixonada pelo personagem Jace e eu ainda me surpreendo e penso “O que há para não gostar?”. Após pensar cuidadosamente sobre o assunto, cheguei à brilhante conclusão. Eu me identifico com Jace. Sinto uma intensa e profunda empatia pelo menino que ele foi,torturado pelo Pai,e depois pelo jovem que apesar de forte e capaz,não sabe ao certo onde e com quem é o seu lugar. Jace aparenta ser rude, charmoso, arrogante e impertinente. E eu não nego que ele o seja. No entanto a característica mais pronunciada e latente no personagem é a carência. Jace não sabe o que é ser realmente amado e cuidado. As pessoas mais sensíveis que você vai conhecer na sua vida são aquelas que usam máscaras. Proteções que lhes permitem sobreviver. Esse é Jace. E quando pela primeira vez ele realmente quis algo, seu desejo escapou entre seus dedos. Ela amou Clary praticamente desde a primeira vez em que se viram, e descobriu que esse amor jamais poderia se concretizar porque ambos compartilhavam o mesmo DNA. Tudo o que afirmei nasce da minha percepção individual do personagem, está além dos diálogos e do que a autora revela sobre Jace.

Clary é uma protagonista admirável. Determinada, impulsiva e ao mesmo tempo frágil e vulnerável. De uma perspectiva analítica, ela é a típica moçinha que “vende” bem na literatura. Próximo ao final do livro, a personagem faz escolhas e realiza coisas que ela nem mesmo se imaginava capaz. A Clary que conhecemos na boate Pandemoniom em Cidade dos Ossos já não existe. Ela amudereceu e seus talentos também. Cada vez mais a protagonista assume seu papel de guerreira e tenho a sensação e a certeza de que ela será o maior trunfo contra Valentim.

Cidade das Cinzas é ação, sem espaço para tomar fôlego. O ritmo da narrativa se estabelece em momentos de extrema tensão e lutas, não há descanso, nem para os personagens e muito menos para os leitores. O final poderá partir os corações mais frágeis e instigar as mentes mais aguçadas, já que várias pistas para o próximo livro foram lançadas. Basta que cada um crie suas próprias teorias agora e boa sorte ao tentar descobrir o que a mente insidiosamente brilhante de Cassandra Clare ainda vai aprontar.
Carol 31/08/2011minha estante
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Morringhan 04/09/2011minha estante
Uau!Sua resenha está perfeita!Preciso urgentemente comprar esse volume (junto com "Cidade de vidro", é claro).

Penso mesmo isso da autora, dos personagens, mas não conseguiria colocar em palavras como você. Parabéns^.^
Kisses


Shai 08/12/2011minha estante
Sua resenha está perfeita mesmo! Parabéns!


Laura 01/12/2013minha estante
Nossa!!! Depois de ler sua resenha fiquei, mais empolgada para ler o segundo livro da série!!! Adorei e estou super curiosa


Aryane Marques 31/07/2014minha estante
Adorei a resenha, parabéns! vc acha que em algum livro Jace e Clary ficaram juntos?




tiagoodesouza 26/12/2011

Cidade das Cinzas | @blogocapitulo
Olá, leitores! Hoje vou falar de um livro que comecei a ler cheio de expectativas. Quem leu minha resenha de Cidade dos Ossos, primeiro livro da série Instrumentos Mortais, sabe o quanto eu o elogiei, que após a série Harry Potter nenhum outro livro tinha prendido minha atenção tanto quanto ele. Mas na continuação não foi bem assim.

Cidade das Cinzas sofreu comigo aquilo que as pessoas chamam de "a maldição do segundo livro", quando a continuação não consegue ser tão boa quanto o primeiro. Não que o livro não seja bom. O começo pretende chamar nossa atenção como todo livro deve fazer, mas não me empolgou tanto. Mas mesmo assim, continuei lendo pois a Cassandra consegue fazer com que a gente sinta ou espere que uma reviravolta aconteça na história.

Uma coisa que não me agradou no livro foi que eu reconheci vários, mas vários elementos de Harry Potter espirituosamente modificados para a série Instrumentos Mortais. Só para citar alguns: o Hunter's Moon me lembrou o Caldeirão Furado, o Cálice Maldito lembrou o Cálice de Fogo, a própria espada que tem uma importância enorme nesta história me lembrou a Espada de Grifindor. O demônio Agramon me lembrou o Bicho-papão de Rowling, a marca Destemor a poção Félix Felicis. O.k., elementos mágicos são comuns demais às histórias fantásticas. Mas há uma personagem nova chamada Imogen Herondale que muito descaradamente remeteu à Dolores Umbridge (Harry Potter e a Ordem da Fênix). O pior de tudo é que além da personalidade muito, muito semelhante, a função delas é a mesma: são inquisidoras.

Alguém me contou que a Cassandra pegou as fics que ela escrevia de Harry Potter e adaptou-as para essas histórias. O.k., nada contra ela fazer isso. Mas não precisava deixar tão evidente de onde pegou suas ideias. Muitos outros personagens me remeteram aos potterianos. Há muito mais coisas semelhantes, mas vou parar por aqui para vocês não acharem que é papo de fã de Harry Potter implicando com uma nova série. Lembrem-se que eu gostei muito do primeiro livro.

O livro melhorou para mim somente numa parte do meio e depois abrandou de novo. Sendo justo, há várias coisas para empolgar, fazer querer seguir em frente com muito afinco na leitura, mas elas não funcionaram para mim como foi no primeiro livro. Cidade das Cinzas acabou não correspondendo as minhas expectativas e espero que Cidade de Vidro seja um livro muito melhor.
vinicius aquino 16/11/2015minha estante
Caramba eu não gostei nada do primeiro foi uma leitura arrastada,li sua resenha e fiquei com medo desse kkkk




Queria Estar Lendo 09/09/2014

Resenha: Cidade das Cinzas
Cidade das Cinzas é o segundo volume da série de estreia da Cassandra Clare, Os Instrumentos mortais. Na continuação de Cidade dos Ossos, Jace e Clary acabaram de descobrir que são irmãos e que o pai deles, Valentim Morgenstern quer livrar o mundo dos seres do submundo - além de reunir a família.

Por toda Nova Iorque crianças do submundo estão aparecendo mortas, iniciando um embate entre os povos, reacendendo desafetos antigos, como os lobisomens e os vampiros. Por outro lado, a ressurreição de Valentim traz a Clave até o Instituto de Nova Iorque, colocando Jace sob o domínio dos Irmãos do Silêncio em busca da verdade sobre seu pai. Porém, quando a Espada Mortal é roubada e as desconfianças recaem sobre o garoto, só resta a sua irmã e amigos fazerem de tudo para salvá-lo.

Mesmo perturbados com a verdade, Clary e Jace unem forças, na companhia de Simon, Alec e Isabelle, para tentar parar Valentim e descobrir seus próximos passos.

"Jace estava muito pálido, com manchas de excitação em suas bochechas. "Mas era Valentim. Eu vi ele. Na verdade, ele tinha a espada com ele quando ele desceu para as celas e me chamou através das grades. Foi como um filme ruim, só que ele não chegou a rodar o seu bigode."

Cidade das Cinzas, pra mim, é o típico "livro do meio" que não diz muita coisa, mas que traz consequências inevitáveis para o final da trilogia (para quem não sabe, inicialmente Os Instrumentos Mortais era uma trilogia que acabou se estendendo para outros 3 livros).

O segundo livro também traz mais conhecimentos sobre o Mundo das Sombras e sobre as relações interpessoais dos personagens, além de encher a gente de dúvidas quanto ao desfecho da série. Aqui temos um contato mais direto com os poderes de Clary, além de vivermos mais vividamente o triangulo amoroso da história.

Mesmo após descobrirem ser irmãos, a atração entre Clary e Jace é inegável. Em busca de refrear os impulsos, Clary se joga em uma nova relação e eu sempre vou dar pontos pra Cassandra por de fato ter feito as personagens escolherem entre um e outro (mesmo que por serem irmãos). O drama de um triangulo amoroso é algo que eu sempre vou receber de braços abertos, tendo em vista que um bom drama sempre renova minhas energias, mas fica realmente cansativo quando a gente tem aquelas histórias onde a mocinha só fica com o mocinho e a terceira ponta é sempre a platônica e mal tem uma chance real com a mocinha, onde não existe realmente uma relação amorosa. Pontos por dar uma chance ao Simon!

"Beijar Simon era agradável. Era uma espécie de suave agradável, como deitar em uma rede em um dia de verão com um livro e um copo de limonada."

E nem vamos discutir sobre como o triângulo amoroso dos livros não é realmente um triângulo, já que não é algo A ama B que ama C que ama A. Mas né, isso é papo pra outro post.

Como livro de transição, Cidade das Cinzas é ótimo, embora não seja meu preferido dentre a saga. O humor característico dos personagens está ali (mesmo que Jace possa estar taciturno e cheio de mimimi), assim como o sarcasmo e sofrimento. A saga continua em Cidade de Vidro e, para quem leu As Peças Infernais, pode se sentir levemente nostálgico com as pequenas menções. Embora eu realmente recomendo que leia-se Princesa Mecânica apenas após o quarto livro de Os Instrumentos Mortais, Anjo Mecânico pode ser lido sem qualquer restrição.
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Henri B. Neto 26/07/2012

Resenha: ''Cidade das Cinzas'', de Cassandra Clare.
É mais do que fato consumado que ''Cidade dos Ossos'' foi a minha leitura mais frustrante de 2010. Eu esperava grandes coisas do livro e, no fim, acabei me decepcionando monumentalmente - o que nos rendeu a resenha mais épica e raivosa que este blog já publicou. A minha irritação com a trama foi tão grande que eu quase me tornei aquilo que eu mais odeio: um hater! E tudo o que me consolava era o fato de que, apesar dos pesares, eu continuava comprando os livros por achar as capas bonitas - o que é uma atitude muito fútil, eu sei, mas vocês me conhecem...
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Várias pessoas falaram para mim continuar com a série, que eu iria me surpreender com os próximos, mas eu estava muito confortável como estava, sem precisar (ou pensar em) ler os livros. Mas es que chega o momento do lançamento do quinto livro da série - City of Lost Souls - e junto com ele, me deparo com um dos Booktrailers mais perfeitos que eu já assisti na minha vida. O vídeo me impressionou bastante, e - pela primeira vez em muito tempo - eu reconsiderei seriamente à ler a série.
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E foi o que eu fiz... Na cara e na coragem, tentando esquecer - à todo custo - a experiência anterior.
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Logo no começo, pude comprovar que a escrita da Clare estava bem melhor. A construção da trama estava me agradando bastante - bem diferente do Samba do Crioulo Doido que foi ''Cidade dos Ossos'' - e os personagens não estavam me irritando. E este reflexo caiu justamente sobre o ''todo poderoso'' Jace. Eu simplesmente o achei insuportável no primeiro livro... Neste, eu conseguia achar graça dos seus comentários sarcásticos. Entretanto, a melhora evidente não estava ajudando no meu ritmo de leitura. Eu simplesmente não sentia ''gana'' para ler o livro, e várias vezes o deixava esquecido na estante.
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Esta minha relação com ''Cidade das Cinzas'' durou mais ou menos até a metade do livro. Então, foi neste momento que houve a ''Grande Virada''. Veja bem, eu estava gostando de ler e tal, mas aquela velha sensação de ''fanfic Draco&Gina do universo de Harry Potter'' meio que continuava no fundo do meu cérebro. Até que as coisas começaram a esquentar DE VERDADE, e tudo o que eu conseguia pensar era ''Oh, Meu Deus!'', ou ''Saí daí!'' ou ''Não!!! F#deu...''.
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E isto me deixou MUITO feliz. Por quê, finalmente, eu estava vendo as páginas queimarem na minha frente, e eu não conseguia largar o livro. Tanto é que eu li as 200 últimas páginas em uma talagada só. Quando virei a última página, eu me sentia em paz. E bastante surpreso, pois eu não tinha acabado o livro de mal com ele, como havia acontecido com o primeiro da série. É claro que a lembrança das primeiras páginas deste ainda estavam presentes na lembrança, mas o final tinha me dado uma nova perspectiva sobre tudo. E era bem melhor, sem sombra de dúvidas.
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Mas, apesar de toda a empolgação, o meu lado racional não me deixou em paz. Ainda não me considero um fã da série, e acho até que se eu dissesse algo como ''entusiasta'' estaria soando falso para mim. Entretanto, esta minha leitura de ''Cidade das Cinzas'' serviu para me mostrar (e PROVAR) que, por mais que recusemos, todos merecem uma segunda chance para se redimir. E até que a Cassandra Clare começou bem. Vamos ver nos próximos...

Henri B. Neto
''Na Minha Estante''
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Carolina 04/02/2011

O segundo volume da série Os Instrumentos Mortais trouxe Clary, Jace e Cia em novas aventuras e perigos, a maioria proporcionados por Valentine.

Jace foi (a meu ver) o personagem principal nesse livro. A Clave começa a suspeitar dele depois que descobrem quem é realmente o seu pai (e não vou dizer quem é) e Jace fica mais rebelde do que nunca. Eu até que gosto da rebeldia dele, além de suas respostas serem as melhores.

Agora, Simon!
Não adianta. Não consigo gostar do garoto! E durante a leitura, o meu antagonismo por ele só fez crescer. Suas tiradas eram, na maioria das vezes infantis e de nada acrescentavam aos diálogos.

Mas fiquei contente com o destaque que a autora deu ao feiticeiro Magnus Bane. Adoro ele! É um dos personagens mais carismáticos da série, além de trazer uma certa leveza à cena toda vez que ele chega com seus glitters...

Clare mostrou que tem potencial imaginativo, mas ela precisa encontrar uma melhor maneira de usá-lo. Houveram situações durante a história que eram absolutamente desnecessárias, além de algumas serem extremamente forçadas.

Isso sem contar na sua maneira peculiar de descrever seus personagens que algumas vezes me levavam ao riso.
Ex.: "Pele verde venenosa." Âh? Como?

Cassandra Clare fez o seu dever de casa direitinho ao escrever essa continuação. O livro dá explicações, acrescenta novos mistérios e modifica radicalmente a vida de alguns personagens, além de acrecentar novos. Mas ela ainda tem arestas para aparar. Além de encontrar sua própria maneira de escrever, de se expressar. E não acredito que adjetivando seus personagens de maneira não muito ortodoxa seja o melhor caminho.
Lari 09/04/2011minha estante
PELE VERDE VENENOSA! HASUSAHUISAHSAUI

Uma coisa que me irritou no 1º, foi que em cada página a autora descrevia como a luz de determinado ambiente deixava o cabelo do Jace dourado e a pele de tal tom...


Carolina 09/04/2011minha estante
Hehehehe Sei exatamente do que você está falando... O pior é que ela ainda descreve como a luz afeta a cor do cabelo de Jace nos outros dois livros ¬¬
Mas sabe, acabei de ler o terceiro volume e a meneira como ela escreve melhorou muito!!! Mas muito MESMO! Tinha umas partes que eu simplesmente não conseguia parar de ler! XD


Faabi! 09/07/2011minha estante
rs verdade totaal!


Jully 25/07/2012minha estante
Aaah, os meus personagens preferidos são o Jace e o Magnus Bane *-* adoro o Magnus sz




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Lune Alves 09/02/2014

Minha humilde opinião!
Fazendo uma breve comparação com o livro anterior, é menos interessante.Não que vá me fazer perder o interesse na serie mas não aconteceu do jeito que eu queria.Mas eu gostei da escrita da autora, não é nada cansativo e te prende do começo ao fim.Ele foi um livro de cabeceira que não me deixou dormir ate terminar.
Desculpe, fui um pouco contraditória mas sim o livro me prendeu do começo ao fim mas não foi do jeito que eu esperava.Daqui alguns dias vou ler a continuação mas acho que a autora tá começando a entrar em um ciclo vicioso só me resta aguardar.Recentemente recebi um spoiler por isso me surgiu essa ideia, mas espero que ela prove ao contrario.
Se você gostou do primeiro talvez goste mas para saber só lendo. :)
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Rafael Palone 13/10/2014

*ATENÇÃO! Este post contém spoilers do primeiro livro da saga Os Instrumentos Mortais, Cidade dos Ossos.


Cidade dos Ossos foi um livro que dividiu opiniões. Vi pouquíssimas pessoas dizendo que o livro é regular. Quem gostou, gostou muito. Quem não gostou, odiou. Eu enxerguei o primeiro livro como uma história em formação, que talvez não estivesse tão bem idealizada quando colocada no papel. De toda forma, o segundo livro ajusta para que a história encaminhe direito, com um contexto muito melhor estruturado, personagens mais bem construídos e um contato direto com o leitor.

Cidade das Cinzas é aquele tipo de livro no qual as coisas, de fato, acontecem. Apesar dos dramas, romances e adolescência à flor da pele, a aposta é em um ritmo não só recheado com bons momentos de ação, mas também diálogos que fluem ao desenrolar ou enrolar dos mistérios e segredos.

Os personagens secundários estão bem mais aprofundados. As singularidades de cada um estão traçadas mais efetivamente: Magnus Bane, uma diva. Alec Lightwood, o rabugento sensível. Isabelle, poderosa quase o tempo todo. Luke, o paizão. Até mesmo os personagens passageiros, como a Inquisidora e Maryse, têm uma história por trás de cada forma de agir ou reagir. Mas, o grande destaque vai para Simon. Com uma reviravolta do primeiro livro, o personagem roubou a cena - o que foi muito bom e prejudicial ao mesmo tempo. Muito bom porque quebrou o estereótipo do primeiro livro de mundano nerd atrapalhado, prejudicial porque os protagonistas, Clary e Jace, ficaram mais em segundo plano em relação ao primeiro livro.

Por conta do fim do primeiro, o casal principal começa Cidade das Cinzas com as pernas quebradas. Não só descobriram depois de ter se pegado muito que são irmãos (!) como também descobriram que o pai deles é um Hitler do submundo. A distância necessária entre eles é o que veta o clima romântico do livro, apesar da premissa de amor proibido.

O valor da família é um dos pontos mais explorados no livro. São levantados questionamentos como: qual o conceito de família, afinal? É preciso correr o mesmo sangue nas veias para ser irmão de alguém? Até que ponto um pai se arrisca por um filho ou até que ponto um filho deve abrir mão dos seus ideais para favorecer ao pai?

Em Cidade das Cinzas, o vilão Valentim continua na sua missão de exterminar os membros do submundo. Para isso, ele busca o segundo Instrumento Mortal. Uma espada que, ao ser banhada no sangue de um lobisomem, um vampiro, uma fada e um feiticeiro, concede a ele poder de invocação sobre todos os demônios. Assim, a guerra entre os ideais de Valentim e os da Clave está travada.
Glaudson 20/07/2016minha estante
Muito boa, sua resenha..




Jules 13/05/2011

Resenha – “Cidade das Cinzas” [http://up-brasil.com/]
“Cidade das Cinzas” é o segundo volume da série Os Instrumentos Mortais, que chegou às livrarias brasileiras neste mês de maio. Para aqueles que curtiram “Cidade dos Ossos” – primeiro livro – certamente vão gostar deste volume.

Em “Cidade dos Ossos” há muitas descobertas e coisas que devem ser entendidas pelo leitor. Um conflito se iniciou e agora, o mundo dos Caçadores de Sombras precisa lidar com Valentim e impedi-lo de destruir a Clave e assumir o poder.

“Cidade das Cinzas” segue um ritmo de leitura ainda mais eletrizante que o primeiro. Cassandra Clare tem uma escrita envolvente e a circuito de acontecimentos vai deixando o leitor ainda mais vidrado nas páginas do livro. Ansioso pelo que virá a frente.

Clary e Jace estão com enormes dificuldades em lidar com o fato de que são irmãos. Parece injusto que o destino tenha se encarregado de que ambos se apaixonassem para que só então fosse feito esse revelação – que por sinal, deixa todos nós chocados no final de “Cidade dos Ossos”. Mas, Clary esta decidida a lutar contra seus sentimentos e para isso, o pobre Simon entra em cena, fazendo um papel de bom amigo que é, e talvez, algo mais.

Uma das coisas que me incomoda bastante é o fato de Simon sempre ser a segunda opção. Ele é um cara extremamente legal e um personagem cativante. Mas, seus esforços nunca são o suficiente para que Clary olhe para ele e o veja como ele a vê. Simon entra de cabeça em um mundo ao qual ele não pertence e se submete a riscos mortais pelo mero fato de querer ser parte da vida de Clary. Como falei anteriormente, pobre Simon. A vida nem sempre parece justa e Simon irá ter que ponderar se todo esse esforço realmente vale a pena.

Com a descoberta de que Valentim é seu pai, a vida de Jace Wayland vira de pernas para o ar. Os Lightwood estão de volta ao Instituto, mas, parece que Maryse não esta contente em descobrir que seu filho adotivo é na verdade, filho do homem responsável por seu exílio. Agora, Jace enfrenta a rejeição de seus pais adotivos e precisa lidar com a Inquisidora, que parece determinada a tornar a sua vida um inferno. Além desses problemas, o garoto ainda tem que lidar com o fato de Clary estar ignorando-o.

Jace é letal, perigoso e adora irritar as pessoas. É um dos melhores Caçadores de Sombras da sua idade, mas mesmo assim, ele é humano e possui fraquezas. Seu mundo, mais uma vez – depois de “perder” o pai – esta desabando. E Valentim se aproveita desde momento de fragilidade para propor a Jace que se junte a ele em sua batalha para derrubar a Clave. Prometendo que poupará a vida de todos aqueles com quem Jace se importa. Especialmente Clary. Valentim conseguiu o segundo Instrumento Mortal e convocou um exercito de demônios para ajudá-lo a tomar o poder. Jace terá de tomar partido. Qual será a sua escolha?

Há uma batalha iminente, pessoas vão morrer e segredos virão a tona. Mas, Clary e Jace vão descobrir que ambos possuem algo de diferente dos outros Caçadores de Sombras. Valentim fez alguma coisa quando eles eram muito pequenos, algo que os mudou, os tornou distintos. O que será?

Neste segundo volume, temos a aparição de novos personagens e pontos que serão o gancho para “Cidade de Vidro”, o próximo volume de Os Instrumentos Mortais. Outra coisa interessante é que o feiticeiro Magnus Bane tem uma maior participação neste livro e fica claro que algo esta rolando entre ele e Alec. Mas será que Alec esta preparado para encarar isso?

“Cidade das Cinzas” não me desapontou em nada. Pelo contrário, cada página, cada cena, cada revelação só me fez ver o quanto a série é boa e o quanto eu gosto dela.
Carol 31/08/2011minha estante
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Camila 04/05/2011

Cidade das Cinzas
Com certeza esse livro é uma continuação perfeita para Cidade de Ossos! O final do primeiro livro traz uma informação chocante, que é bem mais explorada nesse segundo livro! Mas eu ainda duvido que seja verdade!! E acho que minhas suspeitas vão se confirmar no terceiro livro!! rs... Jace está ainda melhor e Clary já não está tão boninha!! rs... Mas quem me irritou mesmo foi o Simon! rs...
O único problema desse livro é que a continuação ainda não foi lançada e vou ficar ansiosa para saber o desfecho dessa história!

www.leitoracompulsiva.com.br
Carol 31/08/2011minha estante
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Raah Istvan 01/04/2013

Opinião! kkk
Não gosto do Jace, não gosto da Clary, não gosto do Alec, não gosto do Luke, não gosto do Magnos Bane!
Os Melhores da serie são Isabelle, Valentine, e Church (o gato..)
Cassandra adora analogias com bandas de rock antigas, animes, e RPG D&D, oque poderia ser
considerada uma boa coisa, se não fosse o desespero para mostrar as coisas que a propia escritora curte!
O livro é clixê sim! ‘Triangulo amoroso, climazinho dark, os personagens apaixonados descobrirem que são irmãos, amores não correspondidos, a parefernalha toda que eu já li em vários outros livros, apenas mudando o tema!
Mais tenho que admitir, que ela teve que usar o mínimo de criatividade pra criar o enredo, então dou um pouco de crédito!
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Ju ^^ 22/07/2014

Cidade dos Ossos terminou de uma maneira tão surpreendente que quando olhei o Cidade das Cinzas não consegui segurar e disse:
- Ei, psiu! Venha cá seu lindo, eu preciso ler você... tipo agora!!!!

O desenrolar da história que deixou vários mistérios no ar no primeiro livro, se desenvolve e se intensifica no decorrer do livro.
O que antes parecia ser complicado, agora tinha um grande empecilho que o tornava praticamente impossível de acontecer. Essa é a definição para o relacionamento de Jace e Clary depois de descobrirem um fato que mudou totalmente o que pensavam.

Cassandra Clare guia-nos novamente para um misto de ação,romance, mistérios e revelações.
A história começa com uma série de assassinatos de jovens do Submundo e novamente Clary, Jace, Isabelle, Alec e Simon irão se meter em várias encrencas para descobrirem o que(ou quem) está por trás dessa façanha.
Após o roubo do Cálice Mortal(1° Instrumento Mortal), valentim foge novamente, deixando todos eufóricos para saberem qual será o seu próximo passo. Jace(seu filho) está sendo acusado de ser um espião no Instituto,pois ele se recusou a ir com Valentim para Idris.Para provar que está falando a verdade e tirar todas as acusações que tá recebendo, ele se supõe a um julgamento da Clave, este que será feito com uma inquisidora( Imogen Herondale) juntamente com Espada da Alma( segundo instrumento mortal), que pode revelar se um Caçador de Sombras está mentindo, mas assim que a espada desaparece,a inquisidora - que tem um temperamento cruel e sádica - não espera pelo julgamento e manda Jace para a prisão da cidade do silêncio (onde se encontram os piores tipos de assassinos, criaturas do Submundo e Caçadores de Sombras), onde acredita que em apenas uma noite ele aprenderá a lição em ser mais cooperativo.

Confesso que essa inquisidora me tirou do sério durante a leitura, se eu pudesse entrar no livro, não sei nem o que eu fazia com ela. Nossa, ela maltratou o Jace demais, ele não merecia aquilo,já estava passando por uma barra e tanto por conta da revelação que teve no primeiro livro.

Quanto a Clary, ela continua aquela personagem forte e decidida(apesar de algumas vezes fazer algumas escolhas erradas), e como teve o seu relacionamento com Jace proibido,devido a uma revelação que não vou revelar aqui rs, ela tenta seguir adiante tentando ignorar os seus verdadeiros sentimentos,e é uma dessas que ela começa a ter uma aproximação(o que não gostei) com o seu amigo Simon, este que é um personagem que vai ter várias aventuras nesse livro, e uma vai ter um resultado bem significativo na sua vida.

O livro já se inicia bem dinâmico, prendendo a atenção do início ao fim, sempre com as doses certas de humor,tensão e ação em cada momento.Ele é narrado pelo ponto de vista de diversos personagens, o que faz com que conheçamos um pouco mais sobre cada um, já que em cidade dos ossos o livro é narrado por Clary!

A introdução de novos personagens contribui bastante para que história fique melhor ainda.
Temos uma participação bem maior do personagem Magnus Bane, o que fez eu gostar mais ainda pois, apesar daquele jeitão dele, é bem divertido.

Uma viagem ao mundo mágico das fadas, ao mundo selvagem dos licantropes e ao mundo noturno dos Vampiros, cada um apresentando características mitológicas bem desenvolvidas.

Um dos momentos que mais gostei do livro(quem ja leu vai saber o porquê) foi aquele que aconteceu no mundo das fadas, na Corte Seelie. Tem vários outros momentos também,mas se eu for falar pra vocês, as surpresas serão reveladas, e não serão mais surpresas.




site: http://emsintoniacomoslivros.blogspot.com.br/2012/07/cidade-das-cinzas-os-instrumentos.html
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Carissinha 13/12/2013

É uma dificuldade escrever sobre o segundo livro da saga “Os instrumentos mortais” sem dar spoiler, mas vou tentar, dando minhas impressões e fazendo uma leve comparação entre os dois livros.

Li Cidade dos Ossos e devorei o livro, apesar de ter achado que a autora deixa de desenvolver personagens muito bons e foca demais no Jace, personagem amado por muitos, mas não por mim. Além disso também fiquei incomodada com o excesso de seres sobrenaturais.


Ao pegar Cidade das Cinzas confesso que além de me agradar com sua escrita – eu realmente acho que ela sabe prender o leitor, – a autora conseguiu dar destaque para o Alec, Isabelle, Simon e Magnus, personagens muito bons e que mereciam ser bem explorados. Ela também insere novos personagens e outros que conhecíamos apenas por nome.

E se em Cidade dos Ossos o Jace me fez querer bater nele o tempo inteiro, em Cidade das Cinzas eu fiquei realmente sensibilizada com os problemas que ele enfrenta. Apesar de prepotente, chato e ter mais uma série de defeitos, ele é apenas um garoto que já sofreu bastante.

O livro tem mais ação que o anterior, algumas revelações bombásticas e muitas questões abertas. A Cassandra é tão boa que faz a gente chegar a torcer pelo que é moralmente errado. Chego a lembrar da sensação que tenho ao ler As Brumas de Avalon, onde eu realmente torço por coisas que considero moralmente repugnantes. Ela domina o leitor e faz ele sentir o que ela deseja. Isso exige talento.

Ainda me incomodo com o excesso de seres sobrenaturais, já que ela ainda coloca novos em Cidade das Cinzas, mas ela parece não se perder com esse exagero.

O livro é a prova de que um bom escritor sempre pode melhorar e eu espero ficar satisfeita com o próximo livro.

site: www.carissavieira.com
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CooltureNews 21/05/2011

Por: Junior Nascimento
Acho que a minha resenha do primeiro volume deixou claro que virei fã dessa série, e isso torna ainda mais difícil de resenha-la. Porém o segundo livro não me envolveu tanto quanto o primeiro, senti falta de ver, assim como no primeiro livro, nossos personagens em aventuras juntos. Até entendo que depois de toda a reviravolta e descobertas que encerrou o primeiro volume, seria impossível continuar da mesma forma. Achei que continuaria, o que não é de todo mal, afinal a série me surpreendeu, e adoro isso.

Ah, antes de continuar, essa resenha pode ter algum spoiler para quem não leu o primeiro livro, tentarei me policiar, mas se tratando de uma continuação é praticamente impossível. Aproveite e de uma lida na resenha de Cidade dos Ossos. Não vou me prender em contar sobre a estória, afinal os pontos principais já estão relatados na sinopse no início do post.

Logo de inicio, achei que a série tinha caido de qualidade, porém minhas expectativas estavam muito altas, e em Cidade das Cinzas a ação demora um pouco mais para aparecer, e como sou completamente afobado tive esse pensamento injusto sobre o livro (sorry!). Sabe o que disse de reviravoltas no primeiro livro? Esse não deixa a desejar em nada, alem de finalmente podermos ver Clary se transformando em uma Caçadora das Sombras, e sem contar que Jace continuou durante todo o livro um mistério para mim, e apesar de tudo confesso que ainda tenho um pé muito atrás em relação a ele, mesmo que pareça que o destino de ambos já esta sendo traçado eu não tenho mais a ilusão de tentar descobrir o futuro dos personagens.

No segundo volume, além de termos uma Clary mais forte e obstinada, conseguimos visualizar um pouco mais sobre o submundo e o mundo dos Caçadores das Sombras, além de que achei muito interessante o gancho que a autora deu a um dos personagens que mais gostei no primeiro volume, e era basicamente um coringa, Simon. Assim como a introdução de novos personagens e de finalmente conhecermos alguns, como os pais de Alec e Isabelle.

Algo que acho super interessante na série é a forma com que os personagens são construidos, Cassandra nos dá pouquíssimas informações sobre o passado de nossos personagens, e só com isso conseguimos identificar todas as qualidades e defeitos deles. Por isso ler os livros da série Instrumentos Mortais não é cansativo, apesar de ser detalhada em muitas coisas, é somente nas partes essenciais. E sabe qual é o grande problema que verifiquei nos livros da série Instrumentos Mortais? Em ambos os livros eu li com uma rapidez impressionante, e agora vou ficar angustiado um bom tempo esperando a continuação, e isso não é nada justo.
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