Cidade de Vidro

Cidade de Vidro Cassandra Clare




Resenhas - Cidade de Vidro


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Pamela Florentino 09/07/2018

Encantada
A série instrumentos mortais nasceu como uma trilogia, mas depois ganhou mais livros.
Até agora esse é o meu livro favorito da série, completamente cheio de ação. As cenas são simplesmente incríveis!
Alicante é uma cidade gloriosa, o tempo todo eu queria entrar no livro e achar uma casinha para mim lá.
Cheio de revelações bombásticas que deixam o leitor de boca aberta.
Me apaixonei por esse universo, mal tenho palavras para dizer o que sinto por esse mundo.
O final foi incrível, deixa um gostinho de quero mais, provavelmente foi por isso que surgiram mais três livros que completam a série.
A história mostra como o companheirismo é importante para enfrentar desafios.
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Mily 30/06/2018

...?
De todos que eu li até agora esse é o melhor, é o que tem mais coisas, mas continuo nessa de capas com pessoas(são muito feiaaaass) e como assim ainda tem MAIS livros? Já tá tudo certo na vida da Clary, os problemas já foram solucionados e tals, não vejo como a história pode se desenrolar mais ainda, acho q vou parar por aqui, não sei.
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Deb 22/05/2018

Amei Cidade de Vidro em especial porquê entra muito na mitologia que a autora tão sabiamente criou. É detalhada, conhecemos de perto o mundo dos caçadores de sombras, com uma emoção atrás da outra diante dos dramas pessoais das personagens e o perigo geral que vai crescendo.
Gritei e chorei bastante principalmente nas últimas páginas, as revelações e acontecimentos são A+++
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Kristine Albuquerque 02/05/2018

Os Instrumentos Mortais #3 - (o melhor!)
X Não possui spoilers dos livros anteriores X

Este é o melhor livro dessa trilogia de seis, é verdade (mas eu só li até o terceiro, então podem considerar que é o melhor dessa primeira parte, pelo menos). A escrita da Cassandra me prendeu totalmente aqui, tanto pelo nível crescente em qualidade desde o primeiro quanto pelas cenas de ação e pelas reviravoltas. Sério, não tem uma única página em que algo não esteja acontecendo.

Nesta sequência nós finalmente conhecemos Idris, o país natal dos shadowhunters (mas se você já conhece esse mundo provavelmente já deduziu isso pelo título do livro). Isso foi um ponto forte para mim, já que o país e sua capital, Alicante, foram tão citados e enaltecidos nos livros anteriores. A descrição de cada lugar foi feita de maneira bem nítida e não deixou a desejar em nenhum momento.

Irei manter o foco aqui nos personagens da série mais que nas situações e circunstâncias, apenas para evitar spoilers.

Gosto de como os personagens foram apresentados na série e consegui me ligar com eles. Mas não consigo não pensar que eles poderiam ter sido trabalhados de forma mais consistente em seu desenvolvimento (me refiro principalmente a Jace e Clary). É claro que tem uma base clichê, no geral, e isso nem incomoda tanto quando consegue bem trabalhado, mas nem é essa a questão. É só a forma como alguns deles são descritos que não condiz com o que vemos durante a narrativa, pelo menos para mim. Mas isso não me faz gostar menos da série, de verdade.

Velhos e novos personagens surgem aqui, e nenhum deles soa aleatório para a trama. Mais um ponto forte é que os personagens secundários, que haviam ficado mesmo em segundo plano no livro anterior, assumem aqui posições essenciais. E teve uma morte específica que me deixou muito triste em meio a tudo isso. Mas esse ponto leva a outro que é positivo, de forma indireta. A autora trabalha o conceito de famílias de uma forma muito bonita e sensível. Isso está presente desde o primeiro livro, mas aqui se torna ainda mais concreto. Pode parecer dispensável para alguns ressaltar isso, mas é inegável a sua importância.

Como não poderia deixar de ser, venho falar mais uma vez de forma entusiasta sobre Magnus e Alec. As cenas protagonizadas por ambos me deixaram eufóricas e com um sorriso no rosto, e uma cena específica me fez gritar de alegria. Pouco maduro de minha parte, eu sei, mas relevem por favor.

O livro apresenta todas as revelações esperadas, não sem antes surgirem novas complicações. As partes estratégicas e todo o caminho até a batalha final e seu desfecho foi muito bem desenvolvido. Seria ótimo se fosse o final de uma trilogia, de verdade. E, embora queira ler todos os outros livros, tenho um pouco de medo de que eles sejam sem propósito (além do financeiro, claro). Espero sinceramente que esse novo arco da estória seja tão interessante quanto esse que acabou.
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Augusto 13/04/2018

RESENHA - I. M. Cidade de Vidro
? Esse post contém spoilers para quem ainda não leu Cidade dos Ossos e Cidade de Cinzas ?

Então, assim como Cidade das Cinzas, Cidade de Vidro começa pouco depois do final do último livro, onde Clary descobre que há uma maneira de acordar a mãe do coma, mas para isso ela precisará ir para Alicante, a capital de Idris, o país origem dos Caçadores de Sombras procurar por um misterioso feiticeiro.

Claro que Jace não quer que ela vá para Alicante, afinal, de acordo com as últimas investidas de Valentim em ter todos os Instrumentos Mortais, o próximo item encontra-se em Alicante, porém ninguém sabe onde exatamente. Porém, além desse empecilho, Clary precisa também da aprovação da Clave para entrar em Idris, que precisa aprovar a abertura de um portal para a viagem.

Sabendo dos poderes diferenciados de Jace e Clary, claro que ela consegue chegar lá, mas como é que é o problema. Chegando à Idris, o ritmo do livro torna-se muito mais rápido e toda a trama muda-se para Alicante e seus arredores, deixando Nova Iorque para trás, o que em parte é muito bom, afinal podemos conhecer as paisagens apenas descritas por Jace e Luke. Nesse livro conhecemos novos personagens, como Sebastian Verlac que vêm para colocar mais lenha na fogueira, é claro!
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Cris.Terto 15/03/2018

"Amei-te, então arrastei estas correntes de homens para minhas mãos e escrevi minha vontade pelo céu com estrelas."


Eu estou apaixonada, encantada e viciada!

É uma série que me prendeu desde o primeiro livro, esse em questão na minha opinião foi um dos melhores, confirmou o que eu desconfiava e fez prevalecer aquele torcida que eu tinha com alguns personagens.

O desenvolvimento de cada um é muito bom, apesar de ter uns e outros que sinceramente não iria fazer falta se não existissem. Tipo ah "Maia" da vida...

Sou apaixonada por Izzie, Alec, Simon, Luke, sem falar no feiticeiro fofo Magnus.

Clary até gosto, mas tem horas que ela me irrita profundamente enfim...

Porém meu amorzinho inegável é por Jace, ele pode ser exibido, sarcástico e até mal humorado...mas é um anjo apaixonante.
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acmdo 03/03/2018

O melhor livro da saga até então
Para mim o melhor livro de toda a saga, bem desenvolvido, o desenrolar da história é ótimo e preenche lacunas dos dois livros anteriores

Clary finalmente conhece a cidade dos Caçadores das Sombras, mesmo ela não sendo uma protagonista digna do nome, vamos convir, Cassandra poderia ter se empenhado mais no dessenvolvimento dela... ela é extremamente irritante e egoísta

E ainda com esse ponto fraco de ela ser uma péssima protagonista, o livro ainda é um dos melhores, com a ida deles a corte seele que é uma das minhas partes prediletas

A batalha tem seu apelo e o desenvolvimento da mesma é maravilhoso... um excelente livro
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Rafael 13/02/2018

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LauraaMachado 11/02/2018

Precisava de uma protagonista melhor
Eu não sou a maior fã dessa série. Não gostei muito do primeiro livro e acabei lendo o segundo em seguida, o que não me ajudou a gostar dele também. Esse terceiro eu deixei para ler bem para a frente, seis meses depois, para ter certeza de que não me deixaria influenciar pelo desgosto em relação aos outros dois (mentira, era porque eu não tinha a menor vontade de continuar a série, mas realmente acho que isso ajudou!). Esse é o melhor dos três primeiros, é verdade. Em questão de enredo, ele é quase ótimo, só deixa a desejar em alguns detalhes, que infelizmente eu não posso falar sem dar spoilers (se você quiser conversar sobre esse livro comigo, pode me mandar mensagem!). O livro tem um ritmo bom, complicações interessantes, revelações super válidas e uma certa conexão com os anteriores que fez a história parecer completa.

Mas eu tenho duas críticas mais básicas e uma bem importante a fazer. A primeira delas vai contra a última coisa que eu falei, da conexão com os outros livros. Muitas vezes nesse daqui eu senti que a autora tinha planejado a história inteira e estava só seguindo seu caminho. A parte do Sebastian, em compensação, me pareceu aleatória, uma ideia tida já depois do segundo livro que a autora resolveu usar de última hora. O próprio personagem não me convenceu muito durante o livro todo e estou apostando que ele só existe para os próximos três livros.

Aliás, uma crítica que eu nem esperava fazer é sobre o Valentine. Não sei de onde a autora tirou a criação dele (ops, provavelmente do Harry Potter, né), mas ele sempre foi caricato demais para mim. Ele é O malzão, sempre o malzão, o grande vilão. Isso deixa a história um pouco infantil (não que ela seja realmente infantil, mas é um toque que não precisava ter). Prefiro livros em que os protagonistas lutam contra algo, e não alguém. Ou talvez as semelhanças enormes dessa série e principalmente do Valentine com a série do Harry Potter me impeçam de acreditar nele como um problema válido para três livros inteiros.

Mas essas nem são minhas piores críticas. Essas são as básicas. A mais importante é em relação à Clary.

Quero deixar bem claro aqui que o problema obviamente está no que a autora fez e que eu nem gosto de criticar personagens femininas, mas odeio ainda mais autores que criam em seus livros garotas estúpidas e inúteis que só servem para propagar o estereótipo de que mulher só estraga tudo.

A Clary é, infelizmente, a típica protagonista de livros adolescentes que saíram da era Crepúsculo. Ela não tem nada, absolutamente nada de especial, nem tem personalidade, nem beleza (sério, se ela fosse considerada maravilhosa fisicamente, juro que já ajudaria muito), mas mesmo assim tem dois caras completamente apaixonados por ela. Um deles, o Simon, faz mais sentido, porque ele a conhece faz anos. Mas eu nunca vou entender o que fez o Jace se apaixonar por ela (à primeira vista, aliás, o que é mil vezes pior) e nunca vou acreditar nesse amor. Por causa disso acho que não me importo muito se eles ficam juntos ou não. (E olha que uma grande questão da história é esse amor 'proibido'.)

Mas esse defeito dela seria muito fácil de superar e nem estragaria a série, se não fosse pelo fato de ela ser completamente burra. Burra. Ela é muito burra, e eu juro que não uso essa palavra à toa. A autora lhe fez um desfavor enorme quando a criou, porque ela é burra como uma porta. Tudo precisa ser explicado para ela nos mínimos detalhes. Mínimos, mesmo que seja coisa que todo mundo já percebeu, porque, bem, ESTAVA ÓBVIO e explicar fica redundante a ponto de me fazer querer pular linhas (não pulo, vai contra minha religião, mas mesmo assim). Não sei se a autora realmente vê a Clary como uma garota burra que precisa que alguém sempre pense por ela ou ela acha que seus leitores são assim e colocou a protagonista desse jeito para ajudá-los, só sei que ela ser burra foi algo terrível para mim. Ela literalmente chega a ter a solução para um problema na manga do seu casaco e nem pensa naquilo quando as pessoas tentam decidir o que fazer. Ela tem um poder único, e nem tenta aprender a melhorar nele e estudar seus limites para ver se pode fazer alguma coisa para ajudar.

Infelizmente, além de burra, ela é inútil. Desde os livros anteriores ela vem sempre falando que "quer brigar também", mas chega na hora e não consegue dar um soco antes de levar um e ficar desacordada (fazendo os outros terem que se preocupar com ela, aliás). Além disso, ela toma todas as suas decisões do nada, sem pensar por dois segundos. Eu mesma odeio pessoas indecisas, mas tem uma grande diferença entre não saber se decidir e pensar minimamente antes para ter alguma segurança de que está fazendo a coisa certa. Ela é muito inconsequente, mesmo no meio do que é literalmente uma guerra. O ápice disso foi o final, quando ela quer resolver tudo ela mesma e acaba virando refém antes mesmo de saber se chegou onde queria. Muito idiota da parte dela, sério. Ela é bem do tipo de protagonista que não sabe fazer nada sozinha, que sempre precisa de alguém pensando por ela, tomando atitudes por ela e, pior do que tudo, a salvando. Me peguei muitas vezes a imaginando correndo desesperadamente como um bebê que destrói tudo em seu caminho, com todos os outros personagens correndo atrás dela, limpando sua bagunça e a salvando no último segundo de algo sem volta.

Vou dizer aqui que, sim, ela tem um papel importante no livro, que é basicamente desenhar, mas ele acaba se tornando muito pequeno comparado à adoração que ela recebe por simplesmente existir, principalmente levando em conta todos os problemas que ela essencialmente causou para quem estava em volta. Eu odeio livros que têm protagonistas femininas assim, vivo por aqueles sobre garotas incríveis, sejam elas fortes ou fracas, feias ou bonitas, bobas ou espertas. A Clary foi mal feita e, ainda que a autora tivesse convicção de que criar uma personagem assim era uma boa ideia (ignorando o estereótipo que ela passa), nunca que ela deveria ser a protagonista.

Uma série precisa de um protagonista minimamente interessante e inteligente, que pelo menos não obrigue a narrativa a ficar repetindo explicações ou usando todas as palavras possíveis para que ela entenda. Por exemplo, usando aquela série na qual a Cassandra Clare claramente se inspirou, Harry Potter. Não faria o menor sentido contar toda aquela história pelo ponto de vista de um personagem qualquer que não fosse ele. De fato, nem faria sentido contar pelo ponto de vista do Neville. E ninguém pode negar que ele teve um papel recorrentemente importante durante a série. Ele só não tinha calibre para ser protagonista.

E, não, o Harry Potter não é o melhor protagonista que já existiu. De fato, ele é o mínimo que um protagonista deve ser. A Clary não é nem isso. Instrumentos Mortais teria sido uma série excelente com uma protagonista melhor trabalhada, e nada me entristece mais do que ver uma história boa ser desperdiçada porque a autora não queria criar sua protagonista direito.

Uma parte do livro me fez rir. Rir. Quando dizem que o Jace vê a Clary como forte, quando o Simon diz que ela mataria o Jace se ele a machucasse. Foi preguiça da autora só falar essas coisas e em nenhuma, absolutamente nenhuma cena dos três livros provar que ela é assim? Ou ela realmente queria que eu risse?

Só para lembrar, o livro é bom, se você conseguir relevar a protagonista. Não sofri para ler como nos dois anteriores e estou mais animada para os próximos. Mas eu nunca vou conseguir gostar muito dessa série.
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Man 09/02/2018

Dos três primeiros pra mim é o melhor!
Gostei muito de saber mais sobre Idris e as outras familias de Nephilim.
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Aline 14/01/2018

O melhor!
Estou lendo Os Instrumentos Mortais pela primeira vez. Como dito em minha resenha do livro 1 da série, me decepcionei um pouco com o início porque criei expectativas demais... Porém, continuei com a leitura e até o momento, Cidade de Vidro foi o MELHOR livro da série!!! Cheio de dramas, suspense, boa fantasia e enigmas, o livro foi ótimo do início ao fim. confesso que o último capítulo, em especial, ganhou meu coração!!!
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Carol M 10/01/2018

Cidade de Vidro
Finalmente o cenário principal é Alicante, a cidade de vidro, capital de Idris. Estou ouvido um coro de aleluia aí? Esse volume é cheio de adrenalina e de nuances na história principal que deixam o livro cada vez mais interessante. Diferente dos dois primeiros volumes da série, apesar de introduzir personagens novos a cada momento da mesma maneira, a história tem um tom de encerramento, afinal a saga dos Instrumentos Mortais foi inicialmente idealizada pra ser uma trilogia.

Quando digo que tem um tom de finalização, quero dizer que, a tão aguardada guerra chega. Porém até chegar lá, MUITAS E MUITAS coisas acontecem. Uma das coisas que percebi nesse livro, que achei mais forte do que nos outros, é que, apesar de sempre terem tido muito espaço, os personagens secundários ganham muito terreno e protagonismo.

A única coisa que me prendeu ao Jace e a Clary foi realmente a história principal, porque eu amo muito mais os coadjuvantes do que os dois. Agora PARA TUDO! Vamos falar sobre SEBASTIAN por favor!! Na minha humilde opinião, amei ele desde a primeira cena, amei todas as cenas e amei tudo que ele faz. Ou seja, meu personagem preferido e não ligo pra quem não gosta dele, beijo, abraço e não vamos mais falar dele porque posso dar spoiler.
Esse livro tem um fechamento bem redondinho, nos fazendo questionar “o que será que vai acontecer daqui pra frente?” eu particularmente tenho um pouco medo dessas continuações que não foram programadas para existir, normalmente ficam um pouco capenga e um tanto arrastadas, mas só lendo pra comentar. Vamos confiar no dom de Cassandra Clare meus caros.

E vocês, o que acharam desse terceiro volume? Comente aqui em baixo qual é o seu personagem favorito da série!

Até a próxima

Para essa e outras resenhas, acesse o link abaixo

site: www.blogcontracapa.com.br
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SMiletic 07/01/2018

Hora de conhecer Alicante
Depois de sobreviver aos acontecimentos no barco, Clary deixará as ruas de Nova Iorque na busca da única forma de salvar sua mãe. Em Alicante, a capital de Idris, a terra dos Caçadores de Sombras, ela acabará no meio da guerra provocada por Valentim e será surpreendida por muitas revelações.

Começando o ano voltando para o mundo dos Caçadores de Sombras e não poderia ter sido de melhor maneira.

As descrições de Idris e Alicante, e das batalhas que lá ocorrem, são muito boas, causando dor no coração lembrar que no caso da série optou-se por mostra tão pouco delas.

Além disso, ao nos contar mais sobre o passado de Jocelyn, Valentim, Luke e os Lightwood, a autora amarra pontas e tira do escuro tanto os personagens principais quanto nós, leitores. Com certeza o melhor da trilogia que deveria encerrar (dois anos depois Cassandra continuaria com histórias deste mundo), ele tem um ritmo melhor e permite que alguns personagens secundários ganhem mais espaço - além de nos apresentar novos bastante interessantes.

Sim, a gente ainda quer bater na Clary (e fica na dúvida se a escolha da atriz para a série na verdade não foi um tremendo acerto de escalação), mas ela também amadurece um pouco. #livros #livros2018 #euamolerkindle
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