Cidade de Vidro

Cidade de Vidro Cassandra Clare


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Resenhas - Cidade de Vidro


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Jéssica 10/05/2011

Cuidado! Trecho do Livro Abaixo que Contém Spoilers.

"... E então eu descobri que a razão para eu me sentir dessa maneira – como se você fosse alguma parte de mim que eu tinha perdido e nunca nem mesmo sabia que eu estava perdendo, até que eu vi você de novo – que a razão era que você era minha irmã, isso pareceu com algum tipo de piada cósmica. Como se Deus estivesse cuspindo em mim. Eu nem mesmo sei pelo que – por pensar que eu pudesse na verdade ter você, que eu merecesse algo como isso, por ter aquela felicidade. Eu não podia imaginar o que era que eu tinha feito para estar sendo punido...”
“Se você está sendo punido, “Clary disse, “então eu também estou. Porque todas as coisas que você sente, eu sinto também, mas não podemos... nós temos que parar de nos sentir dessa maneira, pois é a nossa única chance.”
[...]
“E eu sei que você acha que eu só quero ficar com você para...para mostrar a mim mesmo que monstro eu sou,” ele disse. “E talvez eu seja um monstro. Eu não sei a resposta para isso. Mas o que eu sei é que mesmo que haja sangue de demônio dentro de mim, há sangue humano dentro de mim também; e eu não poderia amar você como eu amo se eu não fosse pelo menos um pouco humano. Por que demônios querem. Mas eles não amam. E eu...”
[...]
“Eu não quis dizer isso assim,” ele disse. “eu não vou tocar você, não se você não me quiser. Eu sei que é errado – Deus, de todos os tipos de erro – mas eu só quero deitar com você e acordar com você, só uma vez, só uma vez em minha vida.” Havia desespero em sua voz. “É só por esta noite. No grande esquema das coisas, o quanto uma noite pode importar?"
"Por que pense em como nós iremos nos sentir de manhã. Pense no quanto pior será fingir que nós não significamos nada um para o outro na frente dos outros depois de nós termos passado a noite juntos, mesmo se tudo que nós fizermos seja dormir. É como ter apenas um pouquinho de uma droga...que apenas faz você querer mais."
Mas esse era o porquê ele tinha dito para ela o que ele tinha, ela percebeu. Por que não era verdade, não para ele; nada havia que pudesse fazer isso pior, apenas como nada havia que poderia fazer isso melhor. O que ele sentia era tão definitivo quanto uma prisão perpétua, e ela podia realmente dizer que isso era tão diferente para ela? E mesmo se ela esperasse que fosse, mesmo se ela esperasse que pudesse algum dia ser persuadida pelo tempo, ou razão, ou desgaste
gradual, a não sentir daquele modo mais, isso não importava.
Não havia nada que ela tinha desejado em sua vida mais do que ela queria esta noite com Jace.
“Feche as cortinas, em seguida, antes de você vir para a cama,” ela disse. “Eu não posso dormir com tanta luz no quarto.”
O olhar que varreu sobre seu rosto era de pura incredulidade.
Ele realmente não tinha esperado que ela dissesse sim, Clary percebeu em surpresa, e um momento depois, ele a tinha segurado e a abraçado, seu rosto enterrado em seu cabelo sempre-bagunçado-pelo-sono. “Clary...”

*.*

Se eu não tivesse me apaixonado por essa série, por esses personagens antes. Lá no primeiro livro. Bem, essa teria sido a parte do livro em que eu me renderia.
A dor, a confusão... A complexidade da personalidade dos personagens estão expressos nesse trecho de uma forma que, para mim, foi como se eu compartilhasse seus sentimentos.

Jace e Clary. *.*

Não tenho muito para falar sobre esse livro, mas essa série já se tornou uma das minhas favoritas. :)
E Jace... Bem, ele já tem seu lugarzinho especial na minha prateleira, assim como no meu coração.
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Desi Gusson 02/11/2011

OMJ(ace)
Confesso, estava doente para ler Cidade de Vidro desde que li Cidade das Cinzas (quando lançou). Na verdade sempre estive tendo coisas para ler esses livros, mesmo antes de Cidade dos Ossos chegar aqui no Brasil. Sabe aqueles livros cuja fama o precede? Então! Mas quer saber a melhor parte? Ele supera expectativas.
Foi assim com Cidade dos Ossos, depois com Cidade das Cinzas, agora com Cidade de Vidro e eu me recuso a acreditar que poderá ser diferente com City of Fallen Angels! Well, para quem não conhece a série, vou dar uma introdução. Ela é contada por Clary, uma ruivinha de 16 anos mal-humorada e impetuosa, e se passa em NY. Clary está com o amigo Simon em uma boate para tentar se divertir um pouco e, tirando a claustrofobia e irritação, está tudo correndo bem. Até que ela vê um grupo de adolescentes armados perseguindo outro cara. Um grupo de adolescentes que ninguém mais vê! Lógico que ela vai atrás. Por isso ela acaba testemunhando um assassinato a sangue frio, os três adolescentes (dois gatos, digo, garotos e uma menina) acabaram com o rapaz.

Depois disso a vida dela sofre uma reviravolta total. Os assassinos, Jace, Alec e Isabelle, não vão simplesmente sair de cena. Pelo contrário, há muitos outros iguais a eles (bem, não exatamente iguais ao Jace, mas, se houver um lugar assim tipo a Jacelândia, estou me mudando para lá agora!) e eles não são assassinos, são Caçadores de Sombras, lutam contra demônios e fazem o controle de outros seres do Submundo. Já viu, né?

Bem, em Cidade de Vidro Clary está indo à Alicante encontrar o feiticeiro que pode reverter o coma de sua mãe. Enquanto isso Jace está tentando esquecer a irmã, e está fazendo isso tirando a roupa de outra Caçadora de Sombras, Aline, uma menina muito antipática se vocês querem saber. Com Aline aparece Sebastian, o primo dela e Caçador de Sombras em Paris. O charmoso rapaz logo despeja todas as suas atenções para Clary, mesmo tendo alguma resistência.

Simon, o vampiro que não teme o Sol, acabou indo junto para Idris, foi preso pela Clave, está sendo torturado e, se isso não bastasse como problema, a Cidade de Vidro, a cidade mais invulnerável do mundo, está prestes a cair. Valentin se provou mais esperto que todos eles.

Nesse volume temos a solução de alguns mistérios e na mesma medida, o surgimento de outros. Não adianta eu ficar falando o quanto ele é bom e fluído, Clary é uma das minhas mocinhas preferidas. Ela não fica dizendo ‘Oh, como sou rebelde’, ela para, considera e decide, independente do que os outros querem. Se não fosse assim provavelmente a série beiraria a chatice. Thank God it isn’t!

Tô quase lendo o 4º no PC mesmo, e quem me conhece sabe o que isso significa: amei esse livro, estou numa profunda DPL (depressão pós leitura) e preciso saber o que acontece em seguida, pelo bem do mundo e o futuro da humanidade!!

Bem… cof, cof… livro recomendadíssimo!

P.S. sobre a arte da capa (pule se não estiver com paciência): Cidade dos Ossos tinha detalhes na capa e na lombada que me lembram aqueles selos holográficos de VHSs menores de 14 me ignorem brilhantes! Em Cidade das Cinzas o pessoal do marketing resolveu economizar e cortou os brilhinhos da lombada.

Agora Cidade de Vidro parece um discoglobe! EU AMEI!! Estou ficando vesga por não conseguir parar de girar ele de um lado pro outro!

#megusta
Nalice 04/10/2012minha estante
Suuuuuuuper resenha! *---* Falou tudo!
Também me apaixonei pela série assim que li Cidade dos ossos. Dois dias depois estava lendo Cidade das Cinzas e segundos depois de terminar de lê-lo já estava começando Cidade de Vidro (baixei os dois juntos para não ter que ficar na agonia esperando pra saber o que acontece depois). Depois foi a vez do prequel, Anjo mecânico (perfeeeeito), pelo qual me apaixonei totalmente também... Cassandra Clare é diva demais... Simplesmente amo todos os livros dela *---*


Karine 19/04/2013minha estante
Adorei sua resenha. Mas a série não é contada por Clary =)




Camila Ramos 28/02/2012

Provavelmente contém spoilers dos livros anteriores e DESSE LIVRO TAMBÉM. Então, não me responsabilizo se alguém ler alguma coisa que não queria.

Cidade de Vidro... O que falar numa resenha de um livro que você simplesmente só tem elogios? Então, vou avisando, só vão aqui coisas boas... Não vai ser exatamente uma resenha... Vai ser uma coisa de fã mesmo!

Cara se tem um livro onde seu coração ameaça parar de tanta emoção, esse livro é Cidade de Vidro. Primeiro que estamos todos ansiosos pra ver como a estória de Clary e Jace vai se resolver. E como vão deter Valentim.
MUITOS segredos são revelados aqui. E muitos deles mudam quase tudo. Nem preciso dizer que não tem uma pagina onde alguma coisa esteja acontecendo não é?! É Cassandra Clare, ela não deixa nosso coração relaxar em nenhum momento. Eu não conseguia largar o livro.

Teve o Simon sendo preso. Coitado, eu não gostava dele, mas passei a amar em Cidade de Vidro. E o livro é narrado por ele também, o que eu adorei. Apareceu um novo personagem, o Sebastian que eu odeio a cada página desde o começo. Isso porque eu SEMPRE desconfio de personagens que são bonzinhos demais... Mesmo se ele prove ser perfeitamente bom, eu continuo desconfiando (paranóia). A relação do Alec e Magnus (eu adoro esses dois) fica mais intensa. Tem uma cena que o Alec salva o Magnus... OOOOOOOOH, achei tão fofo! ADORO esse dois! E o Alec narra um pouco da estória, o que também adorei. E claro, as cenas da Clary e do Jace... Todas de tirar o fôlego. Tem uma em especial, quando eles se entregam... GENTE, é de matar!

Mas, o livro também cenas tristes. O Max, o irmãozinho mais novo do Alec e da Izy... Chorei nessa parte. E, enfim, a mãe da Clary acorda. E GRAÇAS AO BOM DEUS, ela voltou pra resolver tudo! Ela esclarece tudo e eu amei ela por isso. Mas é claro, não termina tudo tão fácil assim... Tem o vilão da estória... Ou, OS vilões... :x
O final que o Valentim teve, eu adorei. Muito bem bolado... Eu ainda esperava que ele se redimisse, confesso... Mas né... Fazer o que. Mas teve uma coisinha a mais aí na estória... ‘Me segurando pra não soltar mais spoilers’

Voltado a falar do casal principal né, o Jace está mais perfeito do que nunca. Ele parece que está mais apaixonado pela Clary. E com isso vemos ele demonstrar muito mais seus sentimentos, o que achei lindo. A Clary me surpreendeu. As atitudes dela estavam diferentes, ela estava mais madura e muito corajosa. Tem uma cena onde ela me deixou bem orgulhosa...
O amor desses dois nesse livro é muito mais forte que os anteriores. Realmente foi tudo muito intenso. Com todos os acontecimentos, parece que só fortaleceu os sentimentos entre eles dois, cresceu tanto que parece que explodiu de uma só vez! Eu amei isso. Foi tudo muito lindo.

Bom, essa tentativa de resenha já foi bem longe. Já soltei spoilers e deu pra ver que não tenho crítica nenhuma pra o livro. Mais perfeito impossível. Eu achei que teve um final maravilhoso e que não precisava de outros livros. Mas... Não acho ruim também continuar lendo sobre esse casal lindo e esse mundo maravilhoso que a Cassandra criou. Ela virou uma de minhas autoras preferidas. Pra mim a Cassandra é a nova J.K. Ela é um gênio!
Então, se alguém não leu essa série ainda (ONDE VOCÊ VIVE MEU AMIGO?) LEIA LOGO! RÁPIDO! CORRA! LEIA! :D

PS: Que resenha sem noção. Não falei coisa com coisa né! Mas é que a esse livro me deixou sem sentidos! xD
tiffany 27/02/2014minha estante
Adorei sua resenha e fiquei muito curiosa para saber como valentim termina




Queria Estar Lendo 24/10/2016

Resenha: Cidade de Vidro
Essa resenha de Cidade de Vidro está uns cinco anos atrasadas, mas ainda assim vale a pena -- especialmente se você está pensando em pegar os livros depois de ter assistido a série Shadowhunters.

Cidade de Vidro é o terceiro volume de Os Instrumentos Mortais. Por ter sido primeiramente concebido como uma trilogia, esse livro traz um sentimento de fechamento ao fim, embora deixe algumas perguntas no ar para serem respondidas na sequência -- Cidade dos Anjos Caídos.

Aqui, Clary Fray precisa encontrar uma forma de acordar a mãe e impedir que o pai, o cruel Valentim Morgernstern, comece uma Guerra Civil no Mundo das Sombras. Usando seus poderes para viajar ilegalmente até Idris, Clary acaba descobrindo mais do que estava preparada para lidar.

O país é um lugar tipicamente caçador de sombras, com pessoas frias e sistemáticas e uma beleza perigosa, como se pertencesse a outra era. Também um lugar cheio de história e passado. Por lá ela encontra o que restou da antiga mansão Fairchild e, junto do irmão, Jace, procura respostas sobre o que o pai pretende e suas próprias origens.

"Uma pessoa pode dizer o que quiser a outra, se achar que nunca mais vai vê-la novamente."

Cidade de Vidro é, como os outros livros que encerram as séries da Cassandra Clare, uma história cheia de revelações e corridas contra o tempo. A ameaça que paira sobre o mundo das sombras pode ser pior do que eles imaginaram e somente uma liança improvável pode salvar os caçadores de sombras dos planos de Valentim -- agora que, aparentemente, ele se encontra no poder de todos os três instrumentos mortais.

Além da ação, também conhecemos mais sobre a política dos Caçadores de Sombra, especialmente com a guerra iminente. Personagens como Alec Lightwood ganham destaque, uma vez que ele é o único dos amigos com idade suficiente para se pronunciar no Gard e exigir a atenção dos adultos. Cidade de Vidro é especialmente importante para Alec, que enfrenta uma jornada de auto-conhecimento que envolve não apenas os seus sentimentos por Magnus, o Alto Feiticeiro do Brooklyn, mas também a descoberta sobre a pessoa que ele quer se tornar no futuro.

"Meu coração me diz que esse é o maior e melhor sentimento que já tive. Mas a minha mente sabe a diferença entre querer o que você não pode ter e querer o que você não deveria querer. E eu não deveria querer você."

Outro arco que ganha um twist interessante é o de Simon, que desde o momento em que se tornou um diurno -- um vampiro que pode caminhar no sol -- angaria a hostilidade de seus companheiros vampiros e transita entre o mundo dos caçadores de sombras e o humano, sem realmente se encaixar em lugar algum. O livro deixou alguns ganchos interessantes para o Simon em Cidade dos Anjos Caídos.

Cassandra Clare também proporciona que o leitor conheça um pouco mais sobre os rituais dos caçadores, como a formação do conclave, o luto e os casamentos. Além de oferecer uma solução mirabolante para os sentimentos que atormentam Jace e Clary desde o fim de Cidade dos Ossos.

"Eu amo você, e vou amar até morrer, e se houver vida depois disso, vou amar também."

Cidade de Vidro cumpre seu papel muito bem ao oferecer um desembrulhar de mistérios e também um assalto a emoção alheia. Particularmente, é um dos meus livros preferidos da série, porque quebra um pouco o drama Clace para que possamos nos concentrar em outros personagens e no desenrolar da trama.

Também é um livro que dita bastante a forma como a Cassandra virá a escrever os próximos livros e os limites que ela está disposta a cruzar -- ou não -- com a história, o que é excelente para ajustar as nossas expectativas.
Ela partiu o meu coração diversas vezes ao longo dessas páginas. Misturou tristeza e felicidade e nos deu um fim agridoce. Ela trouxe uma guerra que cobrou um preço alto para alguns e fez uma grande alegoria sobre preconceito que ecoa no nosso próprio mundo. Cassandra provou que toda fantasia pode trazer uma crítica ao mundo real sem precisar sair de seu universo próprio.

"Qual era a importância em chorar quando não havia ninguém para confortar você? E o que era pior, quando você nem mesmo podia confortar a si mesmo?"

Para quem já chegou até aqui na leitura, vai adorar o livro e o desenvolvimento das personagens e de seus arcos. Mais do que recomendo dar a sequencia na leitura.
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ka macedo 06/03/2013

Cidade de Vidro
Ahhh, esse livro... essa série, para ser mais exata. Ela tem a capacidade de me fazer ficar com o coração na boca, ficar à beira das lágrimas, suspirar com a delicadeza de certas cenas, sentir meu coração inchar de orgulho pelos personagens e arfar de surpresa com as revelações. E isso, em todas as vezes que eu o leio. Não importa se é a primeira ou a quinta vez, todas essas sensações se repetem, mesmo eu já sabendo tudo que vai acontecer e como vai acontecer.

Nesse livro, Clary finalmente tem a pista que precisava para ir atrás do que irá salvar sua mãe: ir à Idris – a cidade de vidro, o país dos Caçadores de Sombra, onde ninguém sem permissão pode entrar. Mas, claro, em meio a contratempos, planos mal feitos, teimosia e instinto protetor as coisas acabam dando um pouco errado e Clary chega a Idris ilegalmente. Então nós deixamos a paisagem cinzenta de New York, para conhecermos a tão comentada Idris.

Conhecer Idris é único. O lugar é maravilhoso e adorei como Cassandra o criou. Nada do que eu poderia ter imaginado antes. É um daqueles lugares que você imagina e quer desesperadamente conhecer pessoalmente.

Eu já falei do meu amor pelos dois primeiros livros dessa série, mas, apesar dos dois serem maravilhosos, esse é o melhor dos três. Eu sei, é difícil acreditar que ela tenha ficado ainda melhor, mas ficou. Cidade de Vidro é cheio de tensão, ação, surpresas e revelações.

É nesse livro que todos os acontecimentos dos outros dois culminam e, claro, nada poderia ser resolvido sem uma batalha final e mortes indesejadas. E eu, como amante de ação, não poderia ter me deliciado mais com todos os obstáculos, as cenas de luta e o medo de ver algum dos meus personagens amados morrendo.

E as personagens, claro, continuam fiéis as suas personalidades. Clary impulsiva e decidida como sempre. Jace mostrou mais seu lado sensível e protetor. Confesso que, pela primeira vez, ele me irritou levemente, por que estava agindo como achava que deveria, não como ele mesmo, e isso, por mais estranho que pareça, só mostra ainda mais sobre o verdadeiro ele. Simon mudou muito da metade de Cidade das Cinzas até esse ponto e pareceu melhorar cada vez mais. Ele foi forte, soube enfrentar tudo o que precisou e ainda ganhou duas admiradoras.


"Sei que é errado, meu Deus, como é errado, mas só quero me deitar com você, e acordar com você, só uma vez, uma única vez na vida."


Nós conhecemos também um novo personagem, Sebastian, um Caçador de Sombras que está hospedado na mesma casa que Jace, Isabelle e Alec. Ele e Clary têm uma ligação inegável e, por mais passageiro que seja, vemos um pequeno romance nascer entre os dois enquanto ele a ajuda a encontrar a cura para sua mãe.

Esse livro não te dá tempo para respirar. Uma situação de tirar o fôlego te leva à outra ainda mais emocionante e você se vê devorando-o sem querer que realmente acabe. O final deixa algumas poucas coisas em aberto, mas, você pode muito bem deixar a série acabar aqui. Foi um final perfeito e bem resolvido para uma série completamente maravilhosa. Mas tenho certeza que ninguém agüentará parar por aqui sabendo que há outros três livros para sair. Por que, como eu já disse antes, é impossível não se apaixonar por esse equilíbrio perfeito que a Cassandra tem na hora de escrever.


http://blogminha-bagunca.blogspot.com.br/2012/01/resenha-cidade-de-vidro.html
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Rai Lira 01/03/2010

Maravilhoso!!! Fiquei com depressão pós livro... e agora? Como vou encontrar outro tão bom para ler??? SUPER INDICADO!!!
Lu 13/09/2010minha estante
Já dá pra encontrar o Clockwork Angel. Essa autora é ótima!




Klebio 28/04/2013

tá ligado mlk
http://www.klebiodamas.com/2013/04/cidade-de-vidro-cassandra-clare-resenha.html
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Sasarete 31/01/2013

Arrepios - http://adoravelsasarete.blogspot.com.br/
Esse livro, diferente dos outros, passa em grande parte na Cidade de Vidro, especificadamente em Idris, Alicante. O lar tão falado pelos Caçadores de Sombras, principalmente por Jace. Essa ida a cidade natal dos shadow hunter's é motivada pela Clave e sobre os próximos ataques de Valentim. Isso envolve Acordos, Ascensão e criaturas do Submundo.

O que devo dizer de Cidade de Vidro? Um dos melhores livros que já li, me arrisco a falar que é um dos melhores de 2013. A narrativa é viciante, praticamente você pega o livro e não larga mais, fui dormir várias vezes de madrugada porque não queria fechá-lo e ler no dia seguinte. Já disse que adoro a alternância que a autora tem entre as visões dos personagens. A narrativa de 3ª pessoa da Cassie é perfeita!

Os personagens sofreram um amadurecimento tanto no início da série de Os Instrumentos Mortais, quanto do início de Cidade de Vidro. Gostei de todos: Simon, que se mostrou corajoso e sarcástico, Maia, Isabelle, Sebastian, entre outros. A apresentação destes foi bem calculada e muito bem feita.

O decorrer do livro é cercado de surpresas sem intervalos. A cada final de um capítulo, eu virava a página boqui aberta porque a autora não tem pena do meu pobre coração mundano. Bom, mas pra quem já leu os dois primeiros livros da saga, sabe muito bem que Cassandra Clare é uma autora que se encaixa na característica troll. Praticamente você lê com um pé atrás só pra não desmoronar com os choques proporcionados.

Uma palavra pra descrever esse livro? Montanha russa. Você uma hora tá chorando, no fundo do poço porque a autora decidiu que o personagem que você gosta tem que sofrer e na outra você está rindo das tiradas de todos os personagens e de como eles lidam com essa situação.

Outra coisa sobre Cassandra Clare: Ela não tem pena nem do leitor nem dos personagens, se ela decide que um vai morrer, não hesita nem pensa duas vezes antes de fazê-lo.

O desfecho foi épico. Sim, essa é a palavra certa e adequada para fazer uso. O mesmo vem com um ar tão "the end" que, mesmo você sabendo que a série foi estendida e terá no total seis volumes, você fica totalmente desolado e só tem aquela sensação de que quer mais e mais!

Bom, a resenha ficou gigante! Espero que você não tenha ficado com preguiça de lê-la. Recomendo todos os livros da autora e claro, recomendo o Jace.
Ray 07/02/2013minha estante
Resenha maravilhosa :)




Gabrielle | @gabrielleverni 03/02/2014

"O tipo de amor que pode incinerar o mundo ou erguê-lo em glória"
O primeiro livro da série foi bom. O segundo angustiante. O terceiro de partir o coração.

Em "Cidade de Vidro" as aventuras de Clary atingem o clímax da história. Quando o leitor pensa que as coisas finalmente irão se resolver... Vem a surpresa e, logo em seguida, a angústia. Os perigos aumentam e o romance - sempre acompanhado do sofrimento ardente de Clary e Jace - também.

No terceiro livro da série Os Instrumentos Mortais, Clary finalmente vai à tão adorada e famosa Idris, a cidade dos Caçadores de Sombras - mesmo sendo impedida anteriormente por Jace. Lá, tudo que ela esperava encontrar vai por água abaixo: seus amigos não a recebem calorosamente e a menina tem sua tentativa de salvar a mãe, frustrada, ao encontrar morto o único feiticeiro que poderia salvá-la.

E apesar de mal ter tempo para respirar, Clary e Jace ainda descobrirão, juntos, segredos mais profundos do que esperavam encontrar. Segredos que os uniriam de maneira inimaginável e que provariam com maior consistência o quão maligno e insano é Valentim - apesar de que, se o leitor prender a atenção aos pormenores, desde o primeiro livro, é perfeitamente capaz de deduzir a "grande surpresa" com facilidade.

Devo dizer que, deveria ter suspendido minha leitura da série neste terceiro livro. Quem for ler - ou quem já leu - pode confirmar isso: a historia poderia, muito bem, ter terminado em "Cidade de Vidro". E teria terminado muito bem se tivesse parado por ai. Mas, não parou; Cassandra Clare quis acrescentar mais três livros à sua trilogia original - fato que, para mim, estragou com aquela trama encantadora.
tiffany 27/02/2014minha estante
O que acontece com a sequencia de cassandra é ruim ou o que?


Gabrielle | @gabrielleverni 05/03/2014minha estante
Então, Tiffany, eu achei que ficou forçado demais. A Cassandra passou a inventar umas coisas que não encaixaram muito bem na história, pelo menos na minha concepção.




Carolina 01/05/2011

Não sei muito bem o que aconteceu com a Cassandra Clare, mas nesse último volume da saga Os Instrumentos Mortais, ela se superou! A Cidade de Vidro, como volume final, procura responder a todas às questões pendentes que surgiram durante os outros dois, além de dar os finais para cada personagens. E de surgirem novos!

O que mais me impressionou foi a melhora na escrita dela. Estou bem longe de ser expert nesse tipo de assunto, mas a narrativa dela me prendeu (e muito)! Os adjetivos meio esquisitos que ela era adepta (como comentei na resenha do segundo volume) se foram, e os diálogos estavam, sem dúvida, bem melhores! Até o Simon ficou mais interessante!!

Claro que ainda tinha umas partes meio dispensáveis, mas aí acho que vai do gosto pessoal de cada um. Eu particularmente gostei das cenas onde houve alguma ação. Elas fluíram bem e não ficaram meio quebradas ou sem sentido como acontece em algumas narrativas.

Ao meu ver, o personagem principal de toda a saga foi o Jace. Já estava gritante isso no segundo volume e no terceiro ele só se confirmou! Clare ainda tentou dar uma importânciazinha a mais para a Clary, mas não ofuscou nem um pouco o papel do Jace. Ela foi só complementar no livro inteiro. Óbvio está que sem ela não haveria estória, mas ela não convenceu como personagem principal.

Agora, o Magnus! Adoro ele!! Achei muito legal o seu final. Combinou bem. Na verdade, gostei do final de todos, embora alguns tenham sido previsíveis e outros não.

Bom, esse livro foi o melhor da série pra mim. Mais bem escrito, mais maduro no que toca aos personagens e suas características... Enfim, valeu à pena.
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Roberta 21/05/2013

Não leia se sua intenção for dormir!
ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS PARA QUEM AINDA NÃO LEU "CIDADE DOS OSSOS" E "CIDADE DAS CINZAS", SE ESTE FOR O SEU CASO, PARE JÁ!

Cidade de Vidro é o terceiro volume da série "Os Instrumentos Mortais", por isso, se eu não tivesse lido os dois primeiros e fosse você, pararia neste exato momento. Resenhas de continuações são relativamente complicadas de se fazer porque de uma forma ou de outra spoilers dos volumes anteriores terão de serem dados. Mas da obra em questão não haverão spoilers: isso eu agarantchu.

O livro narra a história basicamente de onde o segundo, Cidade das Cinzas, parou: Clary descobre uma possível forma de salvar sua mãe do seu coma magicamente induzido e para que isso acontecesse ela teria de ir à Cidade de Vidro conversar com um feiticeiro de nome Ragnor Fell. Os poderes de Clary estão cada dia mais sofisticados e ela aos poucos vai aprendendo a lidar com isso, mesmo sem saber o porquê (que é revelado no livro) desses seus "dons especiais". Pra ter uma noção, e isso não é um spoiler porque consta na sinopse do livro, ela se vê capaz de criar um portal à Alicante através de um símbolo que ela sequer sabia que existia.

Nesse terceiro volume, Simon se torna uma peça completamente importante a história. Percebe - se nitidamente o amadurecimento que ele teve em relação ao primeiro livro, principalmente no seu lado psicológico. Me pareceu que ele soube lidar muito mais com os desafios que sua nova condição lhe impôs e até mesmo sua relação para com as pessoas ficou muito mais "madura", digamos.

Outra coisa completamente perceptível foi a evolução que a Cassandra Clare teve ao longo da série. Ela soube trabalhar cada vez mais os detalhes e as emoções que estes causavam nos personagens tornando a leitura extremamente agradável. Uma dica: se você costuma ler antes de dormir, como eu, prepare - se para entrar madrugada a dentro, porque parar vais ser quase impossível. Por um lado porque a história está super bem escrita, mas por outro pela quantidade de ação que o livro contém. Sério. É muita coisa. Você fica sem fôlego inúmeras vezes durante a leitura e dona Cassie nos dá alguns sustinhos que, ai!

http://pilhadecultura.blogspot.com.br/2013/05/resenha-cidade-de-vidro-cassandra-clare.html#more
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Keila 05/08/2012

Após a confusão que se desenvolveu em Cidade das Cinzas Clare, Jace e seus amigos já sabem que Valentim está buscando o terceiro instrumento mortal e não está disposto a deixar que nada o detenha. Além disso, Clare descobre que há uma forma de salvar sua mãe e também não medirá esforços para conseguir o seu objetivo, porém para isso ela terá que ir para Idris e procurar um mago. Mas ir para a Cidade de Vidro não será fácil. Primeiro porque Clary precisa do consentimento da Clave e segundo porque Jace, seu "irmão", quer protegê-la de qualquer forma...do que estar por vim.

Mas a única forma de Jocelyn acordar é Clary ir pessoalmente falar com o feiticeiro. Então não há alternativas. Clary fará de tudo para conseguir ir, mesmo Jace fazendo tudo ao seu alcance para impossibilitar essa viagem perigosa.

Novos personagens irão aparecer nesse livro e serão parte fundamental da história e finalmente somos apresentados a Idris, a cidade dos caçadores de sombras, de uma maneira mais aprofundada, o que antes conhecíamos apenas pelos comentários dos personagens agora é explorado e ambienta os acontecimentos.

O livro conta com um aspecto emocional forte de conflitos...Até agora, este é o livro da série em que os personagens mais sofrem – mas também é o livro em que estão mais sinceros e mais dispostos a fazerem suas relações darem certo.

E a amizade que Clary tem com Simon... é lindo cada momento deles, uma amizade perfeita.

Ação, romance, suspense e muitas surpresas...é um livro muito viciante!

"Podia ter pedido qualquer coisa no mundo, e pediu a mim...
...Por mais que estivesse imundo, coberto de sangue e terra, era a coisa mais linda que já tinha visto.
- Mas não quero mais nada no mundo." Jace e Clary - página 440

Recomendadíssimo!!!
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dru 10/09/2013

Entre os três primeiros, esse é o melhor.
É 01:30 da manhã e eu estou acordada porque acabei de ler Cidade de Vidro e não consigo parar de chorar. Sinto uma vontade enorme de falar com alguém sobre esse livro, mas nenhuma das pessoas que eu conheço conhece a maravilha que é a escrita de Cassandra Clare.

O que eu mais admiro na Cassanda é que ela não apenas criou um mundo, mas também criou pessoas. Não apenas personagens. Ela criou pessoas. A Clary é um bom exemplo; compreensiva no primeiro livro, louca e temerosa no segundo, decidida e afiada no terceiro. O Jace também passou por mudanças, perdeu um pouco do seu ar cético e irônico de menino e ficou sério como um homem deve ser. Sério e determinado, devo acrescentar. Simon também ficou mais adulto no decorrer da metade do segundo livro e o mesmo aconteceu com Isabelle e Alec. Falando em Alec... sua relação com o Magnus me fas perder o ar! Toda vez que alguém - Simon, Jace, Clary - perguntava ao Alec sobre o Magnus, eu meio que prendia a respiração esperando o Alec soltar os cachorros, mas ele segurava a barra. E, bem, eu achei muito bonitinho quando o Alec deu o grande passo final... Fiquei orgulhosa da coragem do meu menino homem!

Outros personagens entram na jogada, entre ele estão Amatis, Aline e Sebastian. Já no início eu entendi qual era a vibe da Amatis e logo senti pena dela - as pessoas da família do Luke sofrem bastante, né? Aline eu descarto por ser uma personagem desnecessária. No começo eu a achei um pouco interessante por ser oriental, mas eu logo notei que a menina parece ter merda na cabeça. Já o Sebastian... Bem, o problema do Sebastian é que ele não enganou ninguém. Eu sempre achei que havia algo maligno nele (algo que fosse de mentira, fingido, roubado), mas não achei que o cara fosse quem fosse. Ele me pareceu ser pior que o Valentin. Porue o Valentin fez o que fez porque tinha objetivos (ser o maioral, o manda chuva, o dono do pedaço), mas o Sebastian é mal porque é mal mesmo, porque isso é da natureza dele, a semente do mal cresceu dentro das entranhas dele e já era.

No meio de tudo, Valentin da um ultimato e ou a Clave se rende ou luta ao lado dos Seres do Submundo. E aí rola a maior briga e a Clary faz algo de muita utilidade usando seu poder com as runas... Não vou falar muito sobre isso para não cortar a emoção de quem ainda vai ler.

Em Cidade de Vidro há tanta emoção que mal da tempo de você respirar. É tipo um tapa na cara depois de um soco no estômago. Tem alguns momentos quentes, tem cenas tristes, partes que te deixaram sem palavras... Mas o melhot de tudo é ver as coisas dando certo para alguns casais. É realmente encantador ver a maneira como a Cassandra fez pessoas tão diferentes se amarem tanto (e, pelo Anjo, não estou falando de Jace e Clary).

Resumindo, esse livro me deixou doida. É sério, eu chorei loucamente. Escrevi metade dessa resenha chorando! Isso nunca aconteceu comigo. Estou até temerosa em ler Cidade dos Anjos Caídos porque sei que nenhum dos outros livros fará com que eu me sinta assim.
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Ivaldo 28/11/2011

A União Fez a Diferença
História excelente da continuação da série "Os Instrumentos Mortais". Cativante e com uma trama que nos leva a analisar a amizade,familia,amor,poder,perda,..., vários valores e, principalmente nos mostra que a união entre as pessoas de diferentes ideologias é possível e o amor sempre prevalece.
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