Os 13 Porquês

Os 13 Porquês Jay Asher




Resenhas - Os 13 porquês


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Caio Pereira 12/07/2020

Eu, particularmente, prefiro a série (mais especificamente a primeira temporada, que é do que o livro trata). Aqui, pelo menos, embora o Clay Jensen não apronte tudo como fez na série, impondo justiça, a gente consegue ouvir o que ele ouviu nas fitas, com as palavras da Hannah
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Ashley.Porto 12/07/2020

Poderia ser melhor
Coloquei como um livro de 3 estrelas, por pontos 3 motivos
1- achei o livro meio parado, em nenhum momento o livro me cativou a ler mais, foi muito cansativa a leitura(claro que é só minha opinião) não sei se isso foi proposital, mas eu não gostei.
2- Me confundi muito lendo o livro por conta da escrita, o fato do Clay cortar a fala da Hanna direto meio que confundia na minha cabeça, tive que ler e reler várias partes por conta disso.
3- também acho que o tema poderia ser abordado de uma forma mais pesada que me fizesse sentir o que Hanna sentiu, porque durante toda a narrativa parecia que os fatos não afetavam ela.
(Essa foi só minha opinião masss entre tanto eu recomendo o livro sim é um livro muito bom para pensar na suas atitudes e saber que você afeta as pessoas da mesma forma que elas te afetam, a leitura não foi uma perda de tempo porém poderia ser mais cativante ao meu ver).
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Maria 09/07/2020

Os 13 porquês
Foi uma leitura fácil, rápida, envolvente pois o leitor o leitor permanece até o final no intuito de querer saber mais, no entanto está longe de ser um livro apto a entrar nos favoritos.

Apesar se ser bom, achei um pouco fraco, não recomendaria.
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Dessah 08/07/2020

O que dizer sobre Jay Asher?
Alguém que te leva para o mundo de Clay Jensen e suas infinitas perguntas sobre Hannah Baker, mas não só isso, fiquei presa até o final e encontrei a inspiração que precisava para meu livro.

É como se eu pudesse visitar cada lugar, acompanhando Clay com aqueles fones de ouvido atrelados a nós dois. Como se pudesse compartilhar cada agonia de uma pergunta não respondida, sim, eu precisava tanto quanto ele saber os porquês.
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Priscila 07/07/2020

Os 13 porquês.
Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com fitas cassetes narradas por uma colega de classe, nas quais ela explica por que cometeu suici?dio. Ele precisa ouvir tudo para descobrir como contribuiu para esse tra?gico acontecimento.

Depois de muito tempo em que eu assisti a primeira temporada da série, eu resolvi dar uma chance ao livro. Admito que espera muito mais emoção no livro, como senti na série. Porém, isso não retira a importância do livro. Ele me prendeu de começo ao fil, e eu compartilhei das angústias do Clay escutando as fitas a todo momento. Recomendo o livro como uma forma de reflexão, assim como recomendo a primeira temporada sa série.
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Geek.Moderno 06/07/2020

Incrível
Gostei bastante da narrativa do autor, e como trouxe problemas que podem ser "nada" para algumas pessoas, mas que para outras podem ser um grande gatilho para um suicídio.
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Na 04/07/2020

Muito bom!
O livro trata de vários temas importantes com uma narrativa diferente. Achei certas cenas fortes, por motivos óbvios, mas acabei não me emocionando tanto quanto achei que me emocionaria. Ainda assim, é um livro que eu recomendo muito, por tratar de temas que ainda hoje são difíceis de se falar.

site: https://www.youtube.com/watch?v=z4mYvQ0-OJo
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renatooooooo 28/06/2020

Menos pesado e mais profundo
Muito legal o livro, é o tipo de leitura que flui bem fácil. No final das contas é bem menos pesado que eu imaginava e também muito mais profundo. Fez pensar muito sobre como nossas atitudes podem impactar as pessoas.
Recomendo a leitura.
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leiturasmari 27/06/2020

Fantástico, direto e perigoso
O que você sentiria se chegasse da escola e recebesse uma caixa com 13 fitas cassetes decoradas e um mapa? E, em seguida, começasse as ouvir e descobrisse que aquelas fitas eram a carta de suicídio de uma garota pelo qual você estivera levemente apaixonado? E pior? Você recebeu essa caixa por ser um dos motivos, uma das treze pessoas, um dos treze porquês? Assustador não é?

Esse sentimento, Clay Jensen sentiu na pele após alguns dias do suicídio de Hannah Baker. Sua colega de trabalho. Sua colega de escola. E sua paixonite.

O livro, através de capítulos curtos, nos mostra a perspectiva e os pensamentos de Clay ao ouvir estas fitas e com uma narrativa dupla nos apresenta as próprias fitas e nos faz acompanhar a bola de neve que se tornou a vida de Hannah. Uma bola de neve de dor e confusão que derreteu em um caloroso fim trágico.

Explicando minha frase inicial, este livro é direto pois de modo rápido e sem rodeios nos narra as 13 histórias, as sensações de Clay sobre elas e mostra os fatos crus e abertos. Mostrando como fazer e não fazer nada são maneiras de ajudar a destruir alguém.

Fantástico por dibersas razões. Uma delas é a escrita maravilhosa do autor e outra é o fato de nos fazer pensar na maneira como tratamos as pessoas e como isso pode sim acabar com a vida delas.

E perigoso porque em diversas histórias reconheci-as na minha vida e até certo ponto do livro comecei a pensar em seguir os passos de Hannah. Mas graças ao bom senso percebi que não deveria ouvir meu lado auto depreciativo e ser forte? Temo que outros leitores não tenham essa mesma força.

Mas ao terminar a leitura pensei em algumas ideias para colocar em mente:

1) Não acreditar nas mentiras que dizem sobre nós. Sabemos a verdade e é o que importa.

2) Não se afunde. Seja sua própria ancora e ame a si mesmo. Lute por você!

3) Por mais que pareça difícil e por razões do universo tudo comece a ruir, o suicídio não é uma saída? Há sempre outra saída.

4) Se você não está passando por nenhum problema relacionado à isso, olhe ao seu redor e reaja!

"Tenha coragem e seja gentil."

? Cinderela, 2015.

Ajude! Existem milhares de vidas ansiando por uma salvação, por uma esperança? Aviste-as em um corredor de tormento e tente salvá-las.
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Luiz Pereira Júnior 26/06/2020

Quantos porquês vale uma vida humana?
Pensei muito antes de fazer esta resenha por causa de seu tema polêmico, mas é justamente esse o mérito do livro: fazer-nos refletir sobre um tema tão terrível. Considero outro mérito a forma encontrada pelo autor de contar a história: uma forma mais complexa do que aquela normalmente utilizada na literatura para adolescentes, não linear, mas que, após algumas páginas, não apresenta grandes problemas em ser seguida.

(E, antes que eu esqueça: apenas leia, concorde ou discorde. Você é livre para pensar o que quiser, assim como eu também o sou. Não entrarei em debates, como já disse em outras resenhas que escrevi.)

E quais seriam os porquês do suicídio de Hannah Baker?

1) Não, Hannah não tem uma doença fatal e/ou paralisante (isso me lembra “A Teoria de Tudo” e, em nenhum momento do filme, o protagonista pensa em suicídio, mesmo sabendo que, com toda a enorme inteligência que possui, nada pode fazer para deter a doença);

2) Não, Hannah não tem surtos psicóticos com vozes que a incitem ao suicídio (isso me lembra “Uma Mente Brilhante”, em que o protagonista tem a plena consciência de seus transtornos mentais e que precisará conviver com eles durante toda a vida, mas não lembro de haver um incitamento ao suicídio por tais motivos);

3) Não, Hannah não se encontra na penúria, a ponto de passar fome (isso me lembra “Em Busca da Felicidade”, em que o protagonista chega a isso, junto ao filho menor e dá a volta por cima);

4) Não, Hannah não apresenta quaisquer problemas de relacionamento familiar (o que ocorre em dezenas e mais dezenas de filmes, sem que haja um argumento para que o protagonista se suicide);

5) Não, Hannah não sofre por amor e parece não se interessar, profundamente, por ninguém (idem o que escrevi no item 4);

6) Não, Hannah não tem pensamentos impuros a ponto de querer acabar com a vida (sem comentários a esse respeito).

Desse modo, confesso que foi difícil ter alguma empatia pela personagem e, ainda mais, pelo fato de o livro não apresentar um motivo de superação. Detalhe: percebeu que os personagens de meus exemplos foram pessoas reais, que viveram situações apavorantes, mas que não desistiram da vida e fizeram de sua existência um motivo para tornar um mundo melhor? Por que o livro não nos deu isso ao final?
Vejamos (tentarei não dar spoiller):

1) um shopping é inaugurado e seus pais vêm a possibilidade real de perder a sustentação de sua família (isso aconteceu comigo em minha juventude), mas a protagonista sente-se triste porque os pais não perceberam que ela cortou o cabelo (no mundo real, os pais devem ter percebido, sim, mas não comentaram o fato para não magoar a filha). No mesmo instante em que estava lendo, lembrei-me de uma canção (“Você culpa seus pais por tudo...”);

2) o filho adolescente de seu vizinho aponta o celular para a janela do seu quarto. Você o vê, mas resolve deixar a janela entreaberta para ver a lua e as estrelas, enquanto ele tira (ou tem a possibilidade de tirar) fotos. No dia seguinte, você chama uma colega com quem não tem intimidade alguma e a convida para ir a seu quarto flagrar o rapaz (até que não é má ideia!). No entanto, ao perceberem que estão sendo vistas e fotografadas, resolvem fazer um joguinho de massagens supostamente “sensuais” ou seja lá o que isso signifique, e deixam-se fotografar, em vez de chamar a polícia e armar um escândalo (e bem que o rapaz merece!);

3) você resolve marcar um primeiro encontro com um colega e ele toma uma atitude profundamente desrespeitosa. Até que não foi má ideia empurrá-lo de forma a ele se estatelar no chão da lanchonete. Mais uma vez: por que você não verbalizou o desrespeito dele para que todos ao redor soubessem o que ele fez?;

4) na sua escola, há uma brincadeira em que seu número privado de celular será divulgado para todos os alunos. O “interessante” é que o joguinho dá autorização para que todos possam ligar para você, na suposição de que “dará match”. Você divulga seu número de celular para estranhos a fim de que um deles lhe dê match?;

5) faça de conta que você é professor (como eu sou há mais de vinte anos). Na (boa) intenção de promover maior comunicação entre seus alunos, você cria a seguinte dinâmica: deixa pequenas caixas abertas para que seus alunos coloquem recadinhos de incentivo aos seus colegas, mas você não tem controle algum sobre esse material (deixa os alunos colocarem dentro da caixa os recados que bem entenderem). Será que você, professor, não sabe que críticas, ofensas e obscenidades podem ser (e serão) colocadas nessas caixas a fim de ofender os donos delas? E, antes que você diga que eles podem colocar o que quiserem, lembro a você que o adulto da relação é você, professor, e a responsabilidade pelo que acontecer, sim, também é sua;

6) sua melhor amiga está passando por uma fase difícil e você tenta ajudá-la. No entanto, ela se vira contra você (com quatro pedras na mão, como se diz) e te expulsa do local, sem falar mais contigo nos dias seguintes – embora você tente sempre conversar com ela. E eu pergunto mais uma vez: a culpa é sua ou da sua amiga que não aceitou sua ajuda?;

7) você descobre que gosta de poesia, mas vai a um local em que, embora seja anunciado como promovendo poesia feliz, apresenta apenas poemas depressivos, angustiantes e macabros, que são lidos, escritos e debatidos. Você diz detestar tudo isso, mas volta lá por mais três ou quatro vezes. E toda a culpa é de quem estava promovendo esses encontros?;

8) você tem um carro e sabe dirigir. Uma moça que jamais falou com você pede para você ir a uma festa. Você a leva e também fica na festa. É sua obrigação ficar na festa inteira com essa moça que lhe pediu carona? Será que você é tão ingênua que não percebe que o interesse era a carona, e não sua amizade? Não desconfiou de nada? E você, também nunca agiu assim quando precisou de alguém?);

9) você presencia um ato de tremendo horror. Não grita, não chama pelos outros, não relata aos pais ou à polícia. Enfim, não age e deixa o ato permanecer como está. Como os outros iriam adivinhar pelo que você passou se a única testemunha do fato é você?;

10) sim, concordo com você: bullying dói, e é eterno. Não nascemos com uma tecla DEL para esquecer o que passamos em nossa juventude e em nossa infância. Eu também fiz parte de uma lista maldosa (fui eleito o rapaz mais feio da minha turma). Claro que eu sofri, mas, graças a Deus, não me matei e é tão bom quando meus antigos colegas veem minha foto no Face, no Whatsapp, no Skoob e dizem: “Nossa, como você mudou!”...

Uma das primeiras frases que me chamou a atenção no livro foi a afirmação de que é costume culpar a vítima. Não culpo Hannah, mas não vejo nos 13 porquês motivo real de suicídio (nem mesmo o acidente automobilístico foi culpa dela – e talvez seja o único dos porquês em que ela agiu de forma acertada) (e eu me pergunto: será que existe motivo real para alguém se matar?). Vejo que ela sabe apontar o dedo para os outros muito bem, chegando a perceber que muito do que ela sente vem dela mesma. Mas, ao não colocar um motivo assustador para o suicídio, o autor glamouriza o ato para muitos leitores que podem passar a ver o suicídio como um resultado para o bullying que sofre na escola (e o sofrimento dos pais? Será que Hannah não pensou neles?).


Lembro também de uma frase célebre de Bart Simpson afirmando que deprimir adolescente é como pescar em um barril cheio de peixes (algo assim). Concordo com Bart, mas, se a intenção do autor de “Os 13 Porquês” foi deprimir adolescentes, devo dizer que ele foi tremendamente irresponsável ao contar uma história com um tema tão sério.


No final, a pergunta de sempre: vale a pena ler? Vale, mas tenha o senso crítico aberto o tempo inteiro. Não existe razão válida para alguém se matar (faça a si mesmo a simples pergunta: se o suicídio fosse permitido, você deixaria que sua mãe se matasse?) e nem mesmo 13, 50, 1000 ou 1 milhão de porquês valem uma vida humana...
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just.a.reader 24/06/2020

Bom, dentro do que se propõe
Tenho este livro há bastante tempo, quando ainda não se falava na série. Comprei por ser um tema que, na época, me interessava. Comecei e abandonei. Passado bastante tempo, ainda sem ter assistido a série, me propus a lê-lo.

Pelo tipo de livro e de público a qual se destina, o autor conseguiu trabalhar assuntos delicados como suicídio, bullying, assédio, entre outros, com uma linguagem acessível e que nos convida a prestar atenção nas pessoas a nossa volta e de nosso convívio, sendo essa, ao meu ver, a mensagem que o autor quis passar, não envolvendo muitos aspectos teóricos/psicológicos acerca do tema. Mesmo assim, confesso que esperava um aprofundamento um pouco maior.

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July Coelho 24/06/2020

Não entrem só pela série
Li por conta da série e gostei bem mais.
A leitura vale a pena, prende, e o final é mais agradável e realista com o que acontece no livro.
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@oraculws - Instagram 22/06/2020

Não entre achando, leia
Se você acha que vai entender depressão e suas consequências lendo apenas esse livro, você está muito enganado. Como também estará enganado se menosprezar achando que o autor romantizou tudo. Já passei por situações iguais a da Hannah e não como mulher que ela era, mas como pessoas que somos entendo. E mais pessoas precisam ler esse livro e prestar atenção no marketing que o livro real traz: VEJA OS SINAIS DAS PESSOAS AONDE VOCÊ ESTÁ E VAI. É um livro muito bom, mas nada demais. Acredito que se não tivesse visto a série antes, teria virado um favorito. Mas por agora, obrigado hannah.
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Giovana 20/06/2020

Sufocante
Incrível como Jay Asher consegue tratar de assuntos tão complicados, como bullying e assédio sexual, de maneira tão realista. Sua escrita nos gera identificação com os personagens e seus dramas (como não se identificar com o desespero de Hannah ou a agonia de Clay?), nos aproximando de suas histórias. Um livro certamente forte que nos instiga a prestar mais atenção nos detalhes e a termos mais responsabilidade sobre nossas ações e seus impactos na vida de outras pessoas.
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