Férias

Férias Marian Keyes




Resenhas - Férias!


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Gislei Moura 22/06/2020

Não é um romance fácil, na verdade, como a história é em primeira pessoa, o monólogo em alguns momentos é bastante cansativo. Demorei a me empolgar com a história. Entretanto, após um tempo, as coisas começam a tomar forma e assuntos importantes são abordados, como, por exemplo, o modo como as situações que vivemos no decorrer da infância ou os medos que ficam no insconsciente podem influenciar nossas ações na vida adulta. Mesmo que haja um ?final feliz?, a protagonista vivência muitos percalços até chegar a ele, de maneira bastante realista.
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Natália 14/06/2020

Estágios da aceitação
O livro conta a história da irmã Walsh do meio, Rachel, que tem pouco destaque na família, em relação às irmãs - senti isso, não só nesse livro, como nos outros que já li - e, segundo si mesma, usa drogas apenas para recreação. Até acontecer um acidente e Rachel acabar no hospital com uma suposta ?overdose?, então sua vida em Nova York despenca e ela volta pra Irlanda, onde o pai quer interná-la num centro de reabilitação.
A história, que é muito divertida em algumas partes, me fez refletir muito sobre a minha própria vida e como as pessoas tendem a negar um fato para não lidar de frente com ele. Gostaria de mais detalhes no final e não dei 5 estrelas por sentir alguns momentos meio arrastados, mas indico muito a leitura. Ainda mais para quem se interessa sobre o vício e os estágios para aceitá-lo.
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Veviis 09/06/2020

Comecei a ler acha do que era tão bom quanto Melancia, já que é da mesma autora e meio que é uma sequência dele, vai contar a história de uma das irmãs. Mas pra.mim não deu... Li na marra e terminei arrastada!
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Ana Simão 22/05/2020

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Obra ótima de Marian Keyes. Mostra os conflitos internos da personagem Rachel, que é tomada por um turbilhão de acontecimentos que levam à sua internação em uma clínica de reabilitação. Narrado em primeira pessoa, de forma muito bem humorada e bem elaborada. A autora constrói a história de forma que o leitor vai descobrindo junto com a personagem que as coisas não são exatamente do jeito que ela pensava de início e que sua visão dos fatos era um tanto quanto deturpada, culminando com sua emocionante transformação pessoal.
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Vic 20/05/2020

Comecei a ler esse livro em 2011, mas não passei dos primeiros capítulos. Agora durante a quarentena, resolvi ler ele, por inteiro. É um livro incrível, que te faz viajar pelos detalhes e pelas histórias de Rachel. Agora quero ler todos os livros das irmãs Walsh!
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Geovanna 20/05/2020

Eu devorei o livro
Eu acabei virando a noite e terminando o livro, mesmo sem intenção de fazer isso! Mas quando Rachel finalmente foi o assunto principal das sessões em grupo foi impossível parar, minha antipatia por ela era tanta que cheguei a torcer por Josephine ("Isso! Desse a lenha Josephine! " cheguei a dizer quando ela finalmente abordou a baixa autoestima da Rachel) Isso tudo por que Rachel era uma pessoa detestável, mas foi maravilhoso ver seus terríveis traços de personalidade desconstruidos em terapia e finalmente sumir.
Eu tive medo que traços tão tóxicos quanto os dela fossem normalizados devido a época de lançamento do livro, mas graças a Deus não foram. Ainda assim o livro envelheceu mal, cheio de homofobia, gordofobia e machismo, mas o que me deixou horrorizada mesmo foi a forma como tratou o estupro, primeiro tratando como se fosse nada demais e depois quando uma interna fala sobre ter sido "currada por um grupo de homem" ainda fala que todos os homens internos pareciam querer estar entre os que a curraram.
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Paula 23/04/2020

O enredo é necessário, apesar dos pesares
Antes de começar a ler esse livro você tem que estar ciente de uma coisa:

Ele é muito datado e por conta disso envelheceu mal.
Você irá ver frases machistas, competição feminina, ninguém chocado por uma pessoa "ser currada" e ser de boas os personagens masculinos desejarem estar na ocasião, racismo , gordofobia e homofobia.
É tenso ver como muitas dessas falas eram normais nos anos 90. E é bom ver como esse tipo de coisa é absurda nos dias de hoje.


Visto isso, o livro tem um enredo bem legal sobre o processo de reabilitação. O livro mostra todas fases, a dinâmica de ouvir o espelho do outro pra reconhecer os próprios erros. Esse ponto achei muito bom.

Quanto a protagonista, ela é insuportável. Com ou sem drogas, durante 90% do livro ela é uma pessoa horrível. Lance de ser assim desde os 3 anos de idade. Ela é uma mau caráter desde sempre. Sempre com a necessidade de julgar, caçoar e debochar dos outros. O tempo todo com uma competição feminina absurda. Fiquei até me perguntando se ela e a autora odiavam mulheres.

Até entendo a situação psicológica da Rachel, mas não consegui ter empatia de tão desnecessariamente podre ele era. Uma mulher de 27 anos infantil, invejosa, competitiva. Ela se sentia superior a todo mundo e ficava revoltada pelas pessoas não enxergarem isso. Ficava revoltada num nível insuportável.
Sei que viciados em drogas não são amores,mas é surreal o quão babaca ela era.

Bem no finalzinho ela se redimiu e isso fez minha nota aumentar. Acho que esse livro fosse reescrito e adaptado pra realidade dos dias de hoje, acho que esse desvio de caráter dela seria corrigido. As coisas mais pesadas saiam dessa personagem.

Último comentário : LUKE É TÃO AMORZINHO QUE CARREGA PARTE DO LIVRO NAS COSTAS
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Suh Oliveira 12/04/2020

Recomendo!
Um livro divertido e que fala de problemas reais... A Rachel é uma graça! Mesmo com tudo o que acontece ao longo de sua jornada ela não consegue deixar de ser encantadora!
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Cidiane 04/04/2020

Férias
Escrito de maneira muito agradável à leitura, o livro te faz mergulhar no mundo da protagonista e sentir, com ela, o complexo psicológico no qual ela está inserida. A partir disso, te convida a participar de todo o processo, de maneira bastante dramática e emocionante, de seu autoconhecimento e de sua nova vida após as suas inesquecíveis "férias"...
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Victor 01/04/2020

Gostei bastante! Estava um pouco com o pé atrás. O tema é bem profundo e me fez pensar em várias coisas durante a leitura, e apesar da seriedade do assunto a autora conseguiu colocar passagens bem engraçadasa, as quais me peguei rindo várias vezes!
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Halves 25/03/2020

Minha opinião
A verdade é que demorei muitos anos para engatar a leitura desse livro, comecei umas três vezes até ter apenas ele para ler. Já tinha lido outros livros da autora mas esse foi difícil. Os temas abordados não me chamaram atenção de primeira e até o meio do livro não sentia empatia pelos personagens até a trama da Rachel se desenvolver, e conseguir entender o seu comportamento. Os capítulos finas são ótimos de ler e me fizeram criar uma aproximação com a personagem e a história. Mesmo tendo imaginado outro final, gostei do final da Rachel.
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Amanda 12/02/2020

Decepcionante!
Fui levada pelas opiniões que afirmavam que ?Férias!? é um livro hilário e à altura de chick-lits clássicos como as sagas de Becky Bloom e Bridget Jones. O resultado foi uma enorme decepção.
O tema abordado pelo livro é muito interessante: uma dependente química que se recusa a enxergar e aceitar seu vício e vai para uma clínica de reabilitação apenas por acreditar que sua estadia seria algo como um mês de folga em um spa.
No entanto, a maneira como a personagem lida com as coisas tira qualquer leitor do sério; Rachel é uma mulher arrogante que, apesar da baixa autoestima, se acha superior a tudo e todos a sua volta e dona do direito de ridicularizar as pessoas e até emitir alguns comentários fundados em preconceitos. Por isso, ler o livro sob sua perspectiva é algo extremamente maçante. A personagem de recusa s enxergar coisas óbvias sobre sua vida e não poupa comentários sobre sua o quanto ela é diferente de todos os ?viciados? internados na clínica.
É impossível, em 80% do livro, sentir qualquer tipo de empatia pela personagem, muito pelo contrário, me vi desejando que algo acontecesse para que essa ?caísse na real?.
Com isso, a abordagem de um tema sensível como o vício se torna extremamente problemática, pois somos levados a esquecer, em vários momentos, que o vício não é uma escolha de quem o possui e que o precisado de reconhecimento do problema é longo e tortuoso. A arrogância da personagem principal nos leva até a culpabilizá-la por seus problemas e torna difícil a identificação com a situação da mesma.
Foi um livro decepcionante que teve a intenção de garantir risadas e conscientizar sobre um assunto sério, mas que na verdade causou apenas apatia em mim durante a leitura.
Paula 22/04/2020minha estante
Tô nos 80% e me identifiquei bastante com teu comentário.
Eu não consigo ter empatia nenhuma por ela. Parece que ela é mau caráter desde os 3 anos de idade. Ela sempre culpabiliza o outro . Ela sempre ofende o outro.
E como esse livro envelheceu mal. Cada coisa absurda ditas pela Rachel.




Adriana 29/10/2019

Diferente
O que é bem legal é a visão de um viciado, que nunca admite que é viciado e sempre justifica suas ações....
De forma leve trata de um assunto sério
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Dri F. @viajecomlivros 19/09/2019

Esse é um livro que estava parado na minha estante a uns 10 anos já. Eu sempre adiava a leitura porque apareciam dezenas de outras coisas antes, mas esse ano resolvi fazer uma limpa na estante para doar o que não quero mais, e estou colocando essas leituras em dia.
Férias é o segundo livro da série das irmãs Walsh. Melancia foi o primeiro, eu o li há anos atrás. Fiz a releitura e não gostei tanto quanto gostei da primeira vez (tem resenha aqui já!).
?Férias? segue bem parecido com Melancia. Ele traz a história de Rachel, a terceira das cinco irmãs. Ela saiu da Irlanda a 8 anos atrás e vive hoje em Nova York, onde divide um apartamento com sua amiga Brigit.
Rachel tem séries problemas com álcool e drogas, mas ela não se vê como uma viciada. Até o momento em que vai parar em um hospital por uma falsa tentativa de suicidio, e é obrigada por seus pais a se internar em um clínica.

Esse é o segundo livro de Marian Keys que eu leio, e confesso que ainda não me apaixonei por nenhuma protagonista da autora. Essa é uma história que se foca totalmente no quanto uma pessoa com sérios problemas com vícios pode negar suas dificuldades. Rachel simplesmente não se vê com nenhum problema com drogas, e a história toda é sobre a negação tanto dela quanto dos seus companheiros da clínica. Foi mais interessante do que Melancia, a história traz algumas situações bem divertidas, mas ainda assim é difícil gostar de alguém da família Walsh. Rachel é imatura em muitos momentos, egoísta é bem chatinha as vezes. Acho que a história traz momentos bacanas, mas ainda parece um livro que poderia ter metade de suas páginas e a história ainda seria bem contada. A escrita da autora acaba se tornando muito repetitiva em muitos momentos e parece que a gente está sempre lendo as mesmas situações.
Gostei mais de Férias do que do primeiro livro que li da autora e como tenho ainda mais um e-book das irmãs, vou tentar ler mais alguma coisa da autora para ver se me empolgo. Se você já leu algo dela que gostou, me conta aqui nos comentários? Quero indicações da autora para ver se tiro o ranço das personagens dela heheheh

site: Instagram @viajecomlivros
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