O Regresso

O Regresso Michael Punke




Resenhas - O Regresso


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Mauricio.Alcides 26/01/2016

Muito alem da vingança
Eu não sou um critico literário e sei que pouco entendo sobre o assunto, mas não paro de me perguntar. Como não fui apresentado a essa obra antes de ouvir falar do filme?

O regresso trata de assunto muito mais profundos do que a vingança, é um monumento sobre a superação da vida, sobre os limites de um perdão. É das melhores narrativas que já tive acesso.

Lançado originalmente em 2002 por Michael Punke a historia retrata uma das maiores historias de sobrevivência relatadas, contra tudo e com as menores chances que se possa ter Hugh Glass simplesmente insiste em não morrer talvez por já estar morto e não saber.

O livro é isso, simples assim. Mas só que passou por suas paginas ira poder imaginar o sofrimento e as barreiras derrubadas por Glass em sua jornada. Espero mesmo que o filme de Alejandro González Iñárritu atenda as minhas expectativas (Que estão demasiada altas) e espero que com a chegada desse filme esse livro passe a ganhar um posto entre os Clássicos, pq certamente é lá que ele deveria estar!

Nota: 9,3
Gonçalves 25/10/2016minha estante
Adorei seu comentário foi direto em tudo que eu penso do livro parabéns pela resenha Mauricio.Alcides




Fox 29/09/2020

Incrível como uma historia 80% fictícia (já que há poucas informações sobre vários trechos da historia) consegue ser tão impactante mesmo que o assunto já seja batido nas histórias de aventuras do século XIX nos EUA.
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Marcela.Simao 11/06/2020

O regresso é uma notável história de obsessão, sobre um homem cuja vida foi ao mesmo tempo salva e condenada pela sede de vingança. A narrativa ficou muito bem contada, sua linguagem é calma e a narrativa é fluente. Assim que terminei o livro, eu fui ver o filme. E vale a pena!
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José Vitor - @paginas_literarias 22/05/2020

Leitura: 10/04/16
Essa é a primeira vez que leio um livro desse jeito, tipo, com vingança e no ano de 1800 e pouco, não estou acostuma com livros de ação, por isso demorei um pouco pra ler (1 mês e 3 dias kkkkkk), por que não estava na minha zona de conforto haha
Gostei do livro, não foi o melhor do mundo, mas também não foi o pior.
Achei interessante os detalhes da história, isso que amei na escrita do Michael Punke.
Achei o final meio ??? mas depois que li o "Notas Históricas" eu entendi o que aconteceu de verdade, o que, na história, era fictício ou real.
Vou dar 4 estrelas por que não achei um livro tão ruim. Agora só falta assistir o filme hahaha
Recomendo pra quem gosta de livros de ação, guerra, vingança, entre outros.
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Larissa Wilde 28/06/2020

Muito bom!
A adaptação cinematográfica acrescentou alguns fatos que tornam a vingança ainda mais necessária e iminente, nesse caso, prefiro a história contada através dos rumos do filme, mas essa é uma história que vale a pena ver outros percalços tomados na vida de Glass.
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Karime 06/02/2020

.
Só não dei 5 estrelas por causa da caça, mas que livro! Enrolei pra começar achando que seria monótono e fui surpreendida. Bem rico em detalhes na descrição das cenas e paisagens, e também nas informações sobre a época. Torci contra, torci a favor... é um baita de um perrengue.
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Helder 23/02/2016

Um livro de aventura
Primeiro vamos rever a propaganda. O Regresso não é um livro sobre vingança. Isso é o filme, que foi somente “baseado” no livro. Aqui o que importa é a sobrevivência, e como acreditei na propaganda, talvez tenha me frustrado um pouco, pois pela primeira vez, preferi um filme a um livro.
Como uma estória de vingança, o livro é muito fraco, pois não existe um grande motivo para o personagem principal se vingar, afinal, o que você faria no lugar dos “amigos” dele que o abandonam achando que em breve ele estará morto? E tem ainda o final , que no quesito vingança, é totalmente decepcionante para quem espera uma catarse.
Mas como estória de sobrevivência é incrível, e difícil acreditar que tenha um fundo de veracidade naquilo tudo. Diversas vezes pensei que estava lendo sobre o Coiote do Papa Leguas: Putz, este cara não morre nunca??!!
E haja percalços. Hugh Glass é um ex marinheiro cuja maior motivação na vida é conhecer novos lugares. NO começo vê esta chance no mar, onde começa como marinheiro e acaba virando até pirata, mas no fim descobre que sua motivação pode estar em terra, desbravando o interior dos EUA, que ainda era habitado essencialmente por índios, alguns até canibais.
Para isso, Glass consegue um contrato como caçador e guia para uma empresa que caça animais para retirar a pele e vende-la, um negócio aparentemente tão rentável quanto veio a ser o petróleo no futuro. Este grupo é liderado pelo Capitão Henry e possui homens com diferentes estórias, sendo um deles o desajustado Fitzgerald.
Subindo sempre para o norte dos EUA seguindo por rios que até então nem haviam sido mapeados, o grupo tem a intenção de juntar peles e montar postos de comercio pelos rios.
Porém, numa destas expedições, Glass é atacado por um urso em uma cena descrita magistralmente no livro, e fica quase morto. O capitão preza por seus homens e não aceita deixar para trás um homem ainda vivo. Porém o terreno é inóspito e as ameaças são muitas, principalmente as diversas tribos que ainda não aceitam o homem branco, então o Capitão oferece dinheiro a dois membros da equipe para acompanharem Glass até seus momentos finais, que pareciam próximo, e lhe oferecerem um enterro digno.
Porem um destes é Fitzgerald, que está mais interessado no dinheiro do que na vida do companheiro, e logo se cansa daquele cara que insiste em não morrer e simulando a presença de índios, convence o outro rapaz a ir embora e deixar Glass ali sozinho para morrer. E já que este seria o futuro próximo de Glass, Fitz resolve levar também seus pertences principais, que para a época narrada eram como um carro hoje: Suas armas, rifle e facas.
Porém o Coiote, ops, Glass, não morre e com o objetivo de reencontrar Fitzgerald ele começa a lutar por sua sobrevivência. E como sobreviver num lugar onde o inverno se aproxima e sem armas para caçar e se proteger? Ai o coiote mostra seu lado meio MacGyver. Mata cobras com pedras, faz armadilhas para caçar ratos e coelhos, come carcaças de animais mortos, luta com lobos por carne e come muito mato. Tudo isso enquanto se arrasta (Sim, uma de suas pernas foi quebrada) por um terreno inóspito, onde pode sempre haver um índio à espreita.
Lendo assim parece tudo nojento e maçante, mas não é não. O autor tem uma escrita bem interessante e nos faz participar das vitorias de Glass e torcer para que ele consiga seguir em frente, mas são tantas tragédias pelo caminho que diversas vezes pensamos que não vai dar. O livro chega até a ser meio adolescente, de tantas aventuras vividas por Glass. E é muito interessante a versão que traz sobre o início da colonização americana. Difícil imaginar tal passado para um pais tão evoluído como os EUA atual
Por fim, fica um pensamento: Como o homem evoluiu! E o que levava aqueles homens a aceitar aquela vida medíocre e perigosa? Se eu fosse Glass, não tinha livro, pois morria logo no início. Não espere nenhum mega livro, mas se estiver afim de um pouco de aventura, embarque nessa em um sábado à tarde na rede. Dá para se divertir.
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Quecia 22/09/2020

Bom.
Um ponto importante da trama é que ele se passa em 1823 e tem bastante fato histórico sobre a população indígena dos Estados Unidos. Além disso, a maior parte do livro se passa numa floresta, o que traz muita informação para quem nunca fez camping, por exemplo.

Os vários pontos de vistas e personagens são interessantes, se não fosse isso eu provavelmente teria abandonado o livro, pois é nessa troca de ponto de vista que a trama realmente fluía.
Além disso, a perseverança do Hugh foi inspiradora, me peguei pensando várias vezes em como ele ainda estava vivo hahaha

Entretanto, a escrita do livro é muito pesada e lenta, o que me fez demorar bastante para terminar de ler. Esse com certeza NÃO é um livro para se ler em um dia, apesar da pouca quantidade de páginas.

Para mim, o final poderia ter sido bem mais desenvolvido e coerente. Tudo terminou de forma abrupta e sem sentido. Esperava mais...
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Dri Fernandes 10/04/2020

É bom, mas...
Comecei o livro sem saber nada sobre, confesso que achei cheio de detalhes, um pouco arrastado e quase o abandonei. No final quando li o contexto historico e vi que se trata de uma historia real eu entendi. Quem for ler não espere um livro cheio de ação, violência ou uma vingança ferrenha, pois não tem, encaro ele mais como um relato de uma parte da história americana. E por se tratar de uma historia não cabe a mim dizer se é boa ou não. Recomendo a leitura, mas não espere algo extraordinário.
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Patty 09/02/2016

Nervoso
Quando terminei de ler O Regresso o que me veio a mente foi: quanta sofrência meu Deus!
Mas o que torna tudo mais interessante é saber que realmente o Hugh Glass existiu e boa parte de todo esse drama foi real.
Michael Punke soube exatamente balancear realidade com ficção criando um livro super intrigante que te faz ficar com o coração na mão em vários momentos!!
Ainda não vi o filme, mas se ele for pelo menos metade do que é o livro, já dá pra entender o porque dele ser o favorito ao Oscar desse ano!
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Anderson.Leonardo 13/04/2020

Positivo
Leitura agradável, ótimo início e desenvolvimento cativante, porém falha com um final no meu ponto de vista fraco, esperava mais !
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Clarinha 30/09/2020

Simplesmente perfeito!!!
Não sei como vi o filme sem ter lido essa obra de arte antes. Achei muito bem detalhado todos os eventos da história, e a leitura me prendeu do início ao fim.
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Thunder Wave 10/02/2016

O Regresso é baseado na vida de Hugh Glass, um caçador que foi brutalmente atacado por um urso, abandonado por seus colegas e sobreviveu graças ao seu desejo de vingança. Segundo o próprio autor, Michael Punke, a história foi escrita segundo relatos verdadeiros sobre a vida de Glass e seus companheiros, com algumas liberdades literárias em momentos onde os fatos não eram precisos. Isso tudo é detalhadamente explicado no final da obra, na parte de notas históricas e complementado com a citação das fontes de pesquisa.

Acompanhamos cerca de dez meses da vida de Glass, focados principalmente em sua sofrida luta por sobrevivência. Como mencionei acima, Glass é atacado por um urso e por muito pouco não perde sua vida. O ataque destruiu quase todo seu corpo, feridas graves como o couro cabeludo quase completamente separado do crânio, cortes muito profundos nas costas e sua garganta quase inteira aberta pelas garras do animal. O capitão é quem mais tem interesse em mantê-lo vivo, por isso cuidou de suas feridas da maneira que pôde ( vale lembrar que isso se passou em 1823, não existia nenhum tipo de tecnologia ou meio de transporte rápido para resgatar feridos) e tentou levá-lo ao seu forte, mas o caminho não permitiu. Todos imaginavam que Glass iria morrer, por isso o capitão ofereceu uma quantia em dinheiro para duas pessoas ficarem com ele até sua morte e dar um enterro justo. Fitzgerald e o jovem Bridger ficam encarregados disso, mas o medo de sofrer um ataque de índios faz com que fujam e acabam deixando Glass largado, porém, Fitzgerald, que não era uma boa pessoa, rouba tudo que o moribundo possuía, deixando-o completamente indefeso e isso desencadeia um forte desejo de vingança em Glass.
A partir disso o livro se resume em mostrar como Glass conseguiu sobreviver e percorrer o caminho até o forte, assim como as muitas pessoas o auxiliaram. É tudo muito detalhado e explicado, dando ao leitor uma enorme noção de como os atos foram realizados, e uma boa aula de como era o comercio de peles e a relação dos ” Homens Brancos” com Índios na época. É realmente fascinante ver o quanto Punke pesquisou para escrever esse livro. Para ajudar, essa noção toda deixa a obra ofegante, conseguimos sentir na pele o sofrimentos de Glass.

Mas como nem tudo é perfeito, o mesmo fator que impressiona na escrita de O Regresso, consegue também prejudicá-la. A riqueza de detalhes nas lutas, criação de fogueiras e explicação do passado dos personagem pode deixar a leitura um pouco cansativa em alguns momentos.

Veja mais no link

site: http://thunderwave.com.br/resenha-o-regresso-michael-punke/
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Leila 01/03/2016

A história é bem estruturada, somente o final que achei que faltou alguma coisa. O autor não dá um destino específico para os personagens, simplesmente termina a narração, fica faltando , na minha opinião, um final. Na achei que foi uma história de vingança, inclusive no final o personagem principal perdoa seu desafeto. Considerei o livro como uma história de superação, aí sim, uma luta pela sobrevivência, com muitas dificuldades, transtornos, sofrimento, enfim, uma vida de luta e batalhas para superar cada dia vivido.
Beth 01/04/2016minha estante
Acho que o autor não teve habilidade para desenvolver o tema. Teria dado uma grande história.




Grumpy Readers 22/01/2017

É bom, mas não é ótimo
O autor fez uma pesquisa extensa e abusa nas descrições - não que isso seja ruim, mas contribui para tornar o começo um tanto arrastado.
As cenas de ação, porém, quando acontecem, são excelentes.
O grande ponto negativo para mim foi o final que, em grande parte criado pelo autor (pois ele deixa bem claro que é inspirado na história real de Hugh Glass e não um relato histórico acurado), foi um dos mais astroclimáticos que já li.
No final das contas, é uma história sobre a jornada de um homem para sobreviver muito mais que sobre vingança. Um bom livro, mas esperava mais.

site: http://grumpyreaders.blogspot.com/2017/01/resenha-o-regresso-michael-punke.html
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