Simon vs. a agenda Homo Sapiens

Simon vs. a agenda Homo Sapiens Becky Albertalli




Resenhas - Simon vs. a agenda Homo Sapiens


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raposisses 19/01/2016

5 estrelas em fofura
Simon vs A Agenda Homo Sapiens foi um dos primeiros livros que li em 2016, e imaginem minha surpresa e felicidade quando, após terminar o livro, descubro que ele já está com data para ser lançado no Brasil! Só faltou eu soltar uns fogos de artifício aqui, de tão feliz que estava. Falo sério quando digo que todo mundo merece ler esse livro.

Sinceramente, Simon vs A Agenda Homo Sapiens é tudo que eu queria que Aristóteles & Dante Descobrem o Segredo de Universo tivesse sido. É um livro bem YA, narrado em primeira pessoa, com tudo que uma voz de narrador adolescente implica: não só o estilo de escrita mais direto e simples, com várias referências à cultura pop, mas também todo o tema de ensino médio, grupinhos de amigos da escola, brigas com os pais, e dúvidas sobre quem ele realmente é ou quer ser. Porém, em nenhum momento o livro se torna bobo demais, ou o narrador se torna irritante com suas preocupações adolescentes. A autora consegue balancear o tom do livro com maestria, criando uma leitura leve e divertida mas que em nenhum momento se torna entediante ou irritante.

Grande parte do sucesso do livro está, é claro, em seus personagens. Simon é o protagonista ideal para um livro como esse: está cheio de dúvidas sobre sua vida, e comete erros como todo adolescente, mas é simpático e divertido; lendo o livro, você nunca se pergunta por que os personagens secundários o adoram tanto. E os personagens secundários, por sua vez, nunca parecem personagens secundários: eles tem sua própria história e trajetória a seguir, independente de Simon. Todos eles parecem humanos, e não apenas caricaturas criadas para preencher espaço no livro.

Falando em personagens humanos, me impressionei com a construção de Marvin, o personagem que chantageia Simon ao longo da história. Ele não é o típico bully que normalmente são os vilões desse tipo de história. Marvin é um humano como qualquer outro: tem suas qualidades e defeitos, seus pontos positivos e negativos. Em várias partes do livro, até mesmo Simon se percebe gostando de Marvin por alguns momentos; e apesar disso tudo, Marvin ainda é indiscutivelmente o antagonista do livro. Isso é algo muito importante, principalmente para os adolescentes que lerão Simon: muitas vezes, a pessoa que te faz mal não é um vilão típico de televisão, obviamente “malvado”. A pessoa homofóbica/racista/sexista é apenas uma pessoa, às vezes legal e simpática, com suas próprias qualidades…. e isso não torna o mal que ela faz menos terrível, ou mais digno de perdão. O desfecho entre Marvin e Simon foi perfeito nessa questão.

Quanto ao romance, estava preocupada que, por conta de Simon não saber quem Blue é durante boa parte do livro, o romance pareceria forçado. Porém, nada disso aconteceu: foi divertido tentar descobrir a identidade de Blue antes da revelação, e depois da revelação, é mais do que aparente o quão bem os dois funcionam como um casal. A parte de romance só é “concretizada” no final do livro, mas mesmo com um tempo tão curto, Simon e “Blue” já se tornaram um dos meus casais favoritos.

Simon vs A Agenda Homo Sapiens é o livro perfeito para quem quer uma leitura rápida, divertida, e positiva. Esse normalmente não é meu tipo de livro favorito, mas o peguei depois de ler três livros seguidos com finais depressivos e buscava algo para me animar; pensei que seria apenas algo leve para passar o tempo, mas me surpreendi com como me apaixonei pelo livro e seus personagens. Se você está a procura de um livro para se sentir feliz, essa é a escolha perfeita.

site: raposisses.wordpress.com
Artur 01/02/2016minha estante
Comassim vc não gostou de Aristóteles e Dante??? Aquele livro é um Amorzinho!!!


Lia Cavaliera 03/02/2016minha estante
Artur, estou tentando entender também. Eu AMO Aristóteles e Dante ?


sydney.grassmann 10/02/2016minha estante
:O Amo Aristóteles e Dante!


Elvis 20/02/2016minha estante
Super concordo. Terminei Aristoteles e Dante decepcionado, o que não aconteceu com Simon. Ao finaliza-lo senti falta dos personagens e aquela vontade de quero mais, preciso de mais. Amei esse livro. Me conquistou de um jeito que eu não esperava. Comcerteza um dos favoritos de 2016.


raposisses 22/02/2016minha estante
O caso de Ari e Dante é que não é que achei ruim, mas não conectou comigo, sabe? Não gostei do estilo de escrita, não gostei do Ari.... aí já viu huashdau simplesmente não fez meu estilo, apesar de várias outras pessoas amarem. Simonvs, ao contrário, foi amor do começo ao fim.


Marcus Lisboa 23/06/2016minha estante
O Ari não tem conflitos internos aparentes sobre sua sexualidade o que faz o livro ser um pouco chato para quem espera uma tematica homossexual, esse quesito fica nas entre linhas quase o tempo todo e só vem a tona nas 3 paginas finais.


Gustavo Almeida 17/07/2017minha estante
não acredito que existem pessoas que não gostam de Ari e Dante descobrem os segredos do universo, já estou querendo ler o outro livro do autor que também se passa em El Paso




De Olivato - @olivatobooks 05/03/2016

Esse seria um dos livros que eu levaria para uma ilha deserta, além de um livro sobre como sobreviver na ilha e como sair da ilha.
Este livro conta a história de Simon Spier que é um adolescente gay que não faz questão de viver o drama de sair ou não do armário, ele mantém um relacionamento secreto através de trocas de e-mail entre ele e um garoto que se identifica como Blue, mas que Simon não sabe realmente a verdadeira identidade, só sabe que estudam na mesma escola. Tudo estava bem até que um garoto descobre essas trocas de e-mail e chantageia o Simon a fazer o que ele quer ou ele vai revelar os e-mails para todos da escola.

(Ele falou sobre o oceano entre as pessoas. E que o objetivo de tudo é encontrar uma margem até a qual valha a pena nadar.)

Simon com medo de ter esse segredo revelado e de perder o contato para sempre com Blue começa a fazer o que Martin pede para ele. É nesse contexto que o livro começa a se desenrolar.

(Você derrubou o próprio muro. E talvez o meu também.)

A história é muito mais do que um romance de um adolescente gay que acha que não há necessidade de se assumir para a sociedade porque ela não tem nada a ver com sua vida, também fala sobre a amizade, sobre família e sobre aceitação. Durante o livro você vai rir e vai se emocionar com as trapalhadas de Simon.

(Com amor. Blue)

Eu reli esse livro esse ano porque ele é muito especial para mim, vocês não tem noção, vou contar um pequeno drama da vida: eu passei por uma coisa parecida que a do Simon, não sobre namorar alguém que não conheço, mas alguém me forçando a me assumir quando eu não me sentia preparado no momento, águas passadas, mas tem um cisco no meu olho ao escrever isso. E apesar de eu ter o físico do Ursinho Pooh, imaginei o Simon como eu.

No Skoob, eu dei 5 estrelas e favoritei, eu recomendo muito esse livro e inclusive ele vai virar filme, estejam atentos para me ver pirando em breve. Só leiam, vocês não irão se arrepender, é um livro para mudar sua maneira de ver o mundo.

site: https://www.instagram.com/p/BUKUAW-lGkw/
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Maria Fernanda 13/04/2016

Se Becky Albertalli existe, graças a deus, por que existe?
Sabe quando você olha para um livro e, antes mesmo de ler a sinopse, já tem a certeza de que ele vai se tornar um dos seus preferidos? Foi o que aconteceu comigo e Simon VS. A Agenda Homo Sapiens. E, graças aos deuses literários, eu não estava nem um pouco enganada.

Ainda assim, eu não esperava me apaixonar tão facilmente pela escrita da autora, muito menos por Simon, nosso protagonista, um garoto de 16 anos que vive a angústia de ainda não ter conseguido "sair do armário." Mas, eu juro para vocês que foi amor à primeira página. Sério! (As inúmeras referências a Harry Potter também ajudaram, não vou negar.)

Mesmo com um tema um tanto delicado para algumas pessoas, o enredo não é nem um pouco denso. Becky Albertalli conseguiu desenvolver a estória sem utilizar-se de maiores dramas, ambientado-a no ensino médio e dando aquele toque adolescente. Se for para fazer uma comparação, Simon VS. A Agenda Homo Sapiens é quase um "Para Todos os Garotos que Já Amei" gay, levando em conta o nível de fofura.

Acho que uma das razões para eu ter me apaixonado tanto por esse livro é que me identifiquei muito com o relacionamento virtual de Simon e Blue. Porque, há alguns anos, eu também passei um tempo trocando mensagens com um garoto misterioso da minha escola, só que, ao contrário do Simon, nunca descobri quem ele era. E, por falar em Blue, acho que a identidade verdadeira dele foi um tapa na cara do Simon, provando que nossa imaginação pode ser bastante eurocêntrica às vezes.

Ai, gente... Eu poderia escrever um tcc sobre esse livro, de tão grande que é a lista de coisas que tenho para falar dele... Aquece-me o coração ver livros lgbt sendo bem aceitos, de verdade. É muito importante que os leitores se identifiquem com seus livros, principalmente a minoria oprimida e hostilizada por sua orientação sexual. Todos devem ser livres para viver do jeito que preferirem, com quem preferirem. Simon VS. A Agenda Homo Sapiens é o tipo de livro que precisa ser discutido nas escolas.

site: http://instagram.com/_bookhunter
Lucas 15/04/2016minha estante
bicha pelo título a senhora é destruidora mesmo viu




Queria Estar Lendo 17/03/2018

Resenha: Simon vs. a Agenda Homo Sapiens
A literatura contemporânea tem muitos títulos que são a definição de raio de sol. Simon vs. A Agenda Homo Sapiens é exatamente isso; um livro feliz, cheio de amor e de mensagens esperançosas.

Simon é gay, mas por enquanto ninguém além de Blue sabe disso. Blue é seu amigo virtual e crush desconhecido que Simon encontrou sem querer em um Tumblr de fofocas da escola. Mesmo sem saber sua identidade, Simon se identifica com Blue e tem essas fantasias sobre o que o futuro pode reservar para os dois caso Blue aceite sair dos e-mails para a vida real. Em meio a essa comunicação misteriosa, Simon acaba sendo chantageado por um colega de turma - que viu seus e-mails - para aproximá-lo de sua melhor amiga. As confusões estão além da escola e até mesmo da família. Estão no coração e nas incertezas de decisões que podem mudar toda a realidade de Simon.

Aqui novamente temos o caso de o livro é tão bom que eu não sei resumi-lo. Prosseguindo.

Simon vs. A Agenda Homo Sapiens foi uma leitura alegre, divertida e que passou a sensação de que tudo vai ficar bem, não importam as circunstâncias. A Becky tem essa narrativa leve e fácil. Quando você vê, já passou por 200 páginas e não quer que a história termine. Os personagens são ricos, reais e todo o cenário carrega muita representação do que é o dia-a-dia dos adolescentes, seus medos e hesitações, seus sonhos e desejos.

Simon é um protagonista fantástico. Logo de cara me vi apaixonada pelo humor latente e esse jeito de se entregar à situação, mas não completamente. A questão sobre sua orientação sexual é tratada de maneira natural; não tem drama porque não é um livro sobre isso, mas também tem seus momentos sérios.

"Estou cansado de sair do armário. Tudo que eu faço é sair do armário. Tento não mudar, mas estou sempre vivendo essas pequenas mudanças. E, todas as vezes, preciso me reapresentar para o universo."

A relação do Simon com os outros personagens é construída em cima do seu carisma e da maneira com que ele reage às suas personalidades. Leah é sua melhor amiga desde sempre, mas ela anda muito afastada e com um humor pesado e Simon acaba se afastando dela sem querer. Abby, por outro lado - a crush do garoto que tem chantageado Simon - é enérgica e adorável e está presente para o protagonista quando ele precisa extravasar.

As melhores cenas dele, no entanto, foram com o Blue. E isso através de e-mails, veja bem. Quando o OTP é lindo ele funciona de qualquer jeito.

Blue é uma incógnita. Apesar de eu já saber da identidade dele porque o filme fez questão de divulgar abertamente - se você não quer descobrir, não olhe a página do IMDB! -, ainda assim a narrativa construiu um suspense ótimo. Dá vontade de descobrir mais sobre o Blue. Ele estuda na escola do Simon, mas pode ser qualquer um. Mesmo sabendo tanto sobre ele, uma vez que ele se abre com o Simon sobre a família, seus medos, seus sonhos, suas coisas favoritas, a história te instiga a continuar investigando para ver onde vai chegar.

"Ele estava certo: as pessoas são mesmo como casas de quartos grandes e janelas pequenas. E talvez seja mesmo uma coisa boa que a gente nunca pare de surpreender os outros."

E que fofura esses dois são. É um relacionamento à distância, mas é construído em cima de honestidade e aceitação. Eles se descobriram sem querer e de repente se tornaram tão importantes um para o outro. Você lê e torce para que dê tudo certo, torce para que o Blue resolva aparecer ou para que o Simon abra os olhos e perceba que ele sempre esteve ali.

A questão da chantagem envolvendo o colega de turma e a hesitação do Simon - uma vez que o garoto por trás da chantagem não dá a ver se vai realmente entregar o segredo do protagonista ou não - são a parte mais tensa do livro.

"Você não acha que todo mundo deveria sair do armário? Por que o comum é ser hétero? Todo mundo devia ter que declarar o que é; devia ser uma coisa bem constrangedora, não importa se você é hétero, gay, bi ou sei lá o quê. Só uma ideia."

A expectativa é de que dê tudo certo, mas, afinal, o que é dar certo? Ele continuar vivendo esse segredo? Ou dar um passo em frente e parar de se esconder? Simon tem uns ótimos questionamentos a respeito do que significa "sair do armário" e como o "normal" é uma colocação tão errada. Como considerar uma coisa padronizada nunca vai justificar a inferiorização que todo o resto sofre.

Em relação à família, Simon tem momentos maravilhosos com suas irmãs e seus pais. São relacionamentos realistas, como eu disse; muito críveis dentro do contexto da trama. Becky entrega personalidades vivas, com qualidades e defeitos que você pode encontrar em qualquer pessoa que conheça. Mesmo Simon não é perfeito. Mesmo o Blue não é o sonho de consumo sem nenhuma falha.

Simon vs. A Agenda Homo Sapiens é aquele tipo de livro para te deixar sorrindo e emocionada durante toda a leitura. É irreverente e simples. É real como todas as boas histórias costumam ser.

Lembrando que o livro foi adaptado e vai chegar aos cinemas dia 22 de Março!

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/03/resenha-simon-vs-agenda-homo-sapiens.html
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Felipe.Raul 08/03/2016

Simon vs a agenda homo sapiens
Sem duvidas estou apaixonado por Simon! Pode ser platônico, mas é real! A história do início ao fim é perfeita, brilhante e surpreendente! A única coisa ruim é que acaba! Quero mais livros como esse.

Felipe Raul Ziegler
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Line 23/09/2017

Fofo, mas esperava mais...
O livro já não me cativou muito no início, eu estava achando a história bem parada e não tava nem um pouco empolgada pra continuar a leitura. Mas achei que o problema fosse comigo, que eu estivesse de ressaca literária ou não estivesse no momento perfeito pra esse livro, já que todo mundo é apaixonado e fala horrores de bem dele. A história é divertida e gostosinha, boa pra passar o tempo, mas acho que coloquei expectativa demais pelo hype contido nele. Na verdade, achei um livro ok, mas nada demais. Não me emocionou nem me prendeu. A única coisa que me motivou a continuar lendo foi pensar no momento em que ia ser revelado o Blue, já que a troca de e-mails entre eles nos deixa com essa expectativa. Mas no fim das contas, também não me surpreendeu, preferia até que o Blue fosse outra pessoa, só pra ficar mais emocionante. A narrativa da autora é muito fluida, o que contribuiu pra que eu concluísse a leitura, então pretendo ler algum outro livro dela e torcer pra que dê certo comigo, já que esse não deu. :(
Grace 30/11/2017minha estante
Também não achei esse livro aquelas coisas, mas li os 27 crushes de Molly que é dá mesma autora e adorei.




Lucas 08/04/2016

UM DOS LIVROS MAIS FOFOS QUE EU JÁ LI. SIMOOOOOONNNNNNN :3
SIMON É GAY.

(Desculpa Simon)

É pq o Simon ainda está dentro do armário ainda e quem sabe dizendo isso ele tome coragem para se assumir.
:v

Simon é um rapaz de 17 anos e tá naquela: me assumo ou não? como eu vou me assumir?
Aqueles dilemas.
Eu: Nossa clichê gay aff

Maaaaasss, a autora é um amor e me fez pensar ao contrário: Não é um clichê gay. Na verdade é um livro que mostra o que muitos gays passam.

Tipo: Nossa, será que fulano é gay? Será que meus amigos vão me aceitar? Que desculpa eu vou inventar?
EU ME ESBALDEI. PRATO CHEIO.

Devorei esse livro.

(Não achei muitos defeitos nesse livro levando em consideração a história. MARAVILHOSO)

Além disse, a única pessoa que sabe que o Simon é gay é o Blue. Um amigo secreto onde a conversa deles é uma básica troca de e-mails. Ai eu: aff. odeio isso
Mas, é amor

Blue estuda na mesma escola de Simon e os dois tem meio que um trato de não revelar a identidade um do outro.
O livro inteiro acontecendo as coisas e eu: Deus, quem será o BLUE? Chegou uma hora que já tava na cara e foi LINDO PERFEITO MARAVILHOSO SOS.
BLUE EU TE AMO. CARA QUE SONHO...
QUERO UM BLUE PRA MIM AHHHHHHH

Simon ainda tem que dar um jeito no Martin ou "Martírio Abominável" que meio que está "chantageando" o Simon com prints das trocas de e-mail com Blue que em troca quer que e o Simon dê aquela "jeitinho" para ele ficar com a Abby, amiga de Simon.
KKKKKKKKKKK

É um livro gostoso. Se achar que tem desgraça e tudo aquele xororo nem pegue nesse livro.

Além disso, é livro é cheio de referências ao mundo pop. De Harry Potter a Kanye West. CARA EU AMO ESSE LIVRO SOS.

PQ A BECKY NÃO PODE FAZER UM SEGUNDO?????
Que escrita linda. Becky além por cima é psicológa
nossa amo.

Obrigado Intrínseca por trazer esse livro perfeito pra cá. Livros de temática gay no Brasil ainda é aquela coisa...
Espero que tomem vergonha na cara e publiquem mais livros gays.

(LIVRO GAY - COMO ESSE LÓGICO - É BEM MELHOR QUE AQUELES LIVRO ÁGUA COM ACUCAR AKA JOHN GREEN, VANTAGENS DE SER INVISÍVEL E ETC. Sou verdadeiro sinto muito. Quem gosta dos citados, posso fazer nada pq é minha simples opinião)

BECKY QUERO OUTRO LIVRO SEU.
5 ESTRELAS E FAV É POUCO.

MARAVILHOSO.

SIMOOOOONNNNNNNNNNNNNN AHHHHHHHHHHHHHHHH
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Cris Paiva 23/01/2017

Ja tinha visto vários youtubers falando desse bendito Simon vs a Agenda Homo sapiens, mas tinha algum receio de pegar para ler. Não por causa do tema LGBT, mas por causa do que envolve; bullying, dramas, preconceito e até violência. Não tenho estômago para essas coisas, eu costumo somatizar os sentimentos durante a leitura e algumas vezes, quando me apego demais aos personagens, acabo até passando um pouco mal.

Não foi o caso com o Simon. Ainda bem. Acho que a maior diferença entre esse e o tipo de livro que eu citei lá em cima é a época em que foi escrito. O Simon é um personagem dos dias atuais, não tem semelhança com os personagens gays dos anos 80 e 90 que carregavam uma carga muito grande de ódio e intolerância.

Simon tem se correspondido por email, de forma anônima com outro garoto gay, chamado de Blue, mas um colega de escola descobre o seu “namorado virtual” e ameaça espalhar para toda a escola que o Simon é gay, se ele não ajudá-lo a conquistar uma garota, amiga do Simon.

O Simon ainda tem um pouco de dificuldade para se assumir, mas acho que isso deriva mais do fato de que ele ainda não está muito certo do que está acontecendo com ele do que um medo da reação alheia, ou que isso gere uma onda de violência contra ele. Mas agora, com essas ameaças, ele está enfrentando a realidade pela primeira vez e tem decisões dificeis pela frente. O problema não é nem enfrentar a sua familia, que ele acha que o apoiam até um pouco demais, mas a escola e as reações dos colegas e o bullying que isso pode gerar. Ele não ia se sentir confortável com os olhos de toda a escola em cima dele. Enquanto isso ele tenta decidir como contar o fato para o Blue e descobrir quem é na realidade o seu “namorado virtual”.

É uma história fofa, com um personagem bem gente como a gente, sem grandes dramas existenciais e vontade de cortar os pulsos. Acho que é um bom livro de entrada para que quer se aventurar pelo tema.
Nil 19/02/2018minha estante
Amei a sua resenha, Cris.
Eu já estava lendo o livro quando vim marcar aqui no Skoob e me deparei com a sua resenha. Já estava pensando que teria que largar o livro (violência!), estou em uma fase ruim para dramas, quero ler coisas leves. Então, obrigada por me tranquilizar quanto ao livro. Vou lê-lo mais feliz agora. Bjs.




LauraaMachado 06/01/2018

Quase perfeito!
Esse é daqueles livros que eu já amava antes de começar a ler. Depois de saber do que se tratava e ver resenhas das pessoas cuja opinião eu mais confio, soube que seria do tipo de história que eu ia amar. E o livro realmente é ótimo, não me arrependo nem um pouco. Foi divertido, leve, interessante e cheio de momentos em que eu queria tirar as frases dele e espalhar pelo mundo. É exatamente do tipo de livro que todo mundo deveria ler, ainda mais adolescentes.

Mas não consigo colocá-lo entre meus favoritos e nem consigo achar que foi perfeito. Amei muitas das cenas, ri em várias e o final é tão adorável quanto precisava ser. Consegui adivinhar quem era o Blue logo no começo, mas acho que isso foi mais por eu ser também escritora e reconhecer as dicas que a autora foi deixando (que podem ser bem sutis para quem não tem esse mesmo instinto), mas isso não chegou em nenhum momento a atrapalhar a leitura, principalmente porque ele era quem eu achava que devia mesmo ser o Blue. Ou seja, mesmo se no final eu estivesse errada, ainda amaria esse personagem.

O romance é maravilhoso, mas ele, por causa do maior problema do livro, poderia ter sido bem mais. Eu adorei os e-mails, adorei essa interação deles, porque acho também que deve fazer muitos adolescentes se identificarem, mas a autora não aproveitou todo seu potencial. Uma relação assim dá bastante chance para criar ansiedade no leitor. Simon e Blue poderiam ter tentado se encontrar sem sucesso, poderiam ter trocado algum objeto de um jeito que fizesse o leitor pensar que finalmente veria o Blue, poderiam ter tido cenas na vida real, que mantivessem o anonimato, mas que deixassem o leitor ainda mais nervoso.

Esse é o meu problema com o livro todo. Ele é rápido demais, precisava ter mais conteúdo. Eu senti quase o tempo todo que precisava de uma prova da amizade dele com a Leah que fosse mais concreta e só deles, e não teve. E todo esse negócio de ir contra a agenda Homo Sapiens também foi um mero comentário, nunca chegou a virar uma questão grande no livro, o Simon nunca tomou alguma atitude em relação a isso. Na maior parte do tempo, ele deixou as coisas acontecerem com ele, e eu preferia que ele tivesse criado as mudanças e tudo o mais.

Mas, não me leve a mal, o Simon é ótimo, a personalidade dele é incrível, e eu ainda estou tentando me conformar com o fato de esse livro ter sido escrito por uma mulher! Além disso, todos os personagens têm personalidades bem criadas, diferentes e nada clichês, mesmo que suas histórias tenham sido meras ameaças de enredo (por exemplo toda a questão do Martin e da Abby).

Acho que faltou aqui profundidade, que faltou mais história, um desenvolvimento mais devagar até. O protagonista é divertido e interessante o suficiente, tem uma voz na narrativa que atrai o bastante para o livro ser um pouco maior e nunca ficar arrastado. Teria sido melhor ver a evolução dele e do enredo (se tivesse um enredo que alcançasse mais longe) com mais detalhes. A história foi mais rápida para mim do que precisava ser.

É claro que o livro continua sendo muito bom, cheio de ideologias válidas que todo mundo deveria ler! Me lembrou do livro The Getleman's Guide to Vice and Virtue (que a editora record vai lançar em 2018 mesmo), mas infelizmente, comparado a esse, Simon deixa a desejar. Não me decepcionou, mas poderia ter ganhado meu coração completamente! De qualquer jeito, estou ansiosa para o livro da Leah!
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filipersz 21/12/2017

Um romance cândido
Becky Albertalli é uma mulher incrível! Como pode alguém ter tanta empatia e saber se pôr no lugar do diferente dessa forma? Digo isso porque a sensação é de que o livro foi escrito por um autor gay e, aliás, a história de Simon reflete genuinamente uma fase de muitos gays, inclusive minha. Talvez ela tenha pesquisado muito e não perde crédito por isso. Gostei muito da história. Ela é contagiante, alegre e pode ser lida por pessoas de todas as idades.
Acho Simon sortudo, cabendo a quem ler o livro decifrar minhas palavras. Queria muito que todos os LGBTQ+s tivessem essa sorte, mesmo não sendo uma "sorte" perfeitamente justa. Porém, foi legal fechar, por um instante, os olhos para o Brasil sendo medievalizado. Há tanto por que lutar.
Identifiquei-me com os personagens durante várias passagens. Algumas vezes há clichês, mas eles não incomodam.
Marcelo 22/01/2018minha estante
Moço,você falou tudo o que tenho pra falar desss livro! Cada aprendizado e identificação com os personagens,tá sendo demais essa leitura!!! Fico feliz em encontrar alguém que teve as mesmas sensações com a leitura!!! ^^




Adonai 29/08/2016

Simon: apaixonante e real!
Becky soube colocar nesse belo livro alguns dos grandes processos e experiências que muitos garotos gays passam. Sou um desses garotos e por isso posso afirmar! Simon é um adolescente de 16 anos e sofre (assim como eu e muitos outros) com aquele medo de "assumir" seus verdadeiros desejos. Nessa história, Simon se vê obrigado a conviver com chantagens após Martin (aquele chatinho da turma) descobrir e-mails íntimos que Simon anda trocando com Blue (leia para descobrir quem é). Diante dessa situação problemática, Simon pretende descobrir a identidade de Blue, seu "namorado secreto", enquanto lida com diversas situações que vários gays passam durante a adolescência e juventude! Uma história engraçada e recheada de boas reflexões! Termino essa resenha com uma frase do próprio livro. Então pergunto: "Você já se sentiu preso dentro de si mesmo?" (p.56).
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Duda 28/12/2017

Leve, porém raso
Se você está procurando uma leitura leve e de fácil imersão, Simon vs a agenda Homo sapiens é o livro indicado. Com uma escrita bastante gostosa e informal, o livro aborda o tema da homossexualidade de forma simples e faz você devorar o livro rapidamente. Entretanto, tal simplicidade tem um preço: o pouco aprofundamento. O livro tenta ter uma pegada mais John Green ao tentar colocar umas frases filosóficas no meio de tanta informalidade, mas falha pois elas acabam sendo tão rasas que não surtem tanto efeito. Além disso, as questões mais dramáticas do tema da homossexualidade- como sair do armário- não são bem exploradas, já que o autor pouco descreve a reação da família. Por fim, algo que realmente me incomodou o livro todo e um dos principais fatos para ele não receber 4 estrelas, foi que o protagonista afirmou que relações homoafetivas entre duas meninas deve ser " mais fácil".
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Rafa 19/05/2016

Héteros e brancos também deveriam sair do armário!!!
Melhor citação...

Jacques para Blue

"Como comentário extra, você não acha que todo mundo devia ter que sair do armário? Por que o comum é ser hétero? Todo mundo devia ter que declarar o que é; devia ser uma coisa bem constrangedora, não importa se você é hétero, gay, bi ou sei lá o quê. Só uma ideia."

Livro fácil de ler, boa escrita, assunto sério, e um rapaz querendo ser o que ele é e enfrentando seus medos!

Amei a história! ?
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Leonardo 01/04/2016

Nada menos que cinco Oreo para Simon :)
O que dizer desde livro, além de magnífico??
Ontem, fui participar de um evento da Editora Intrínseca aqui em Teresina e um dos palestrantes apresentou este livro (pena que não o ganhei no sorteio :/ ) e fiquei muito curioso quando vi um vídeo da autora. Mesmo assim, fiquei com um pé atrás para lê-lo por que pensei que fosse ser uma história melosa e fútil com um dramazinho barato de um garoto de 17 anos (Desculpa Becky Albertalli).
Mas o que dizer deste livro.... Nooooossa, ele me surpreendeu em vários quesitos... Foi um verdadeiro vráaaa na minha cara e no meu "preconceito" na autora (por ser mulher e talvez não ser capaz de escrever sobre um tema que não tenha vivido (eu ainda não sabia que ela tinha toda uma experiência profissional voltada para jovens gays)). E ela não só soube desenvolver muito bem Simon e Blue, como também seus personagens secundários. Trazendo não apenas as dificuldades das relações interpessoais, mas também os questionamentos desse período da nossa vida tão complexa que é a adolescência.
Eu comecei a ler este livro ao meio-dia e ainda pouca, umas 22h, tava terminado de ler os agradecimentos (por que gente eu não consegui me desapegar.... shuashuahsua).... Super recomendo mesmo... ;)
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Franklin 01/07/2017

Simon é gay e por motivos pessoais prefere não revelar esse fato para ninguém. Quando seu colega Martin descobre e-mails que ele troca com outro menino gay da escola onde eles estudam, Simon se vê chantageado – ou ele ajuda Martin, ou terá os e-mails revelados, o que afeta tanto sua forma de lidar com a sexualidade como a relação que mantém com Blue, seu correspondente digital.

O livro de estréia de Albertalli é, em seu cerne, uma história sobre ansiedade juvenil. Em um ambiente de escola americana, o protagonista de dezesseis anos lida com os transtornos da adolescência e do medo diante dos possíveis julgamentos que advém de sua sexualidade. No processo de amadurecimento, Simon é obrigado a atravessar o complexo labirinto das expectativas que cria para os outros e para si mesmo, e a encarar a importância da comunicação.

A tentativa de uma exploração romântica propriamente dita na trama é breve, e as eventuais adversidades do enredo não exibem muito fôlego. Entretanto, não existem muitos pontos necessariamente negativos sobre o livro. A história é simples e previsível, mas também singela e genuína. Personagens de personalidades bem definidas agem de acordo com suas idades e papéis, e há uma progressão natural na relação de Simon com cada um deles. A força da obra se encontra nos detalhes – Simon é um personagem adorável, e a maneira como ele discorre sobre a vida e aqueles com quem se relaciona consegue ser cativante.

Simon vs. A Agenda Homo Sapiens é um livro despretensioso, que não traz novidades nem inovações no campo da literatura infantojuvenil LGBT. Contudo, é capaz de ganhar o leitor com uma narrativa acessível, leve e agradável.

site: franklinteixeira.com.br
Rafa Ferrante 01/07/2017minha estante
Concordo, nada de surpreendente mas a leitura é leve e gostosa.


Franklin 01/07/2017minha estante
Sim! Bem gostosinho de ler. Soube que vai virar filme, estou curioso pra ver como vai ficar.




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