Espada de Vidro

Espada de Vidro Victoria Aveyard




Resenhas - Espada de Vidro


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Queria Estar Lendo 15/03/2016

Resenha: Espada de Vidro
Rainha Vermelha não me impressionou, fato. Tão fato que deixou as minhas expectativas para com o segundo livro muito baixas; Espada de Vidro me impressionou. Muito. Diferente da maioria das séries, onde a continuação costuma não impressionar tanto quanto o seu princípio, esse volume dois foi tudo que há de bom em uma distopia. Foi uma das minhas melhores leituras em muito tempo. Foi eletrizante, desesperador e absolutamente bem trabalhado. Victoria Aveyard enfim mostrou a que veio!

Mare é uma fugitiva. Depois de escapar das garras tiranas de Maven, ela já não sabe mais qual o seu lugar; só sabe que não é Prateada nem Vermelha, mas uma sanguenova. Determinada a ajudar e proteger outros como ela - porque existem centenas deles perdidos em Norta - Mare se une à Guarda Escarlate e prepara o que pode ser o início de uma grande revolução. Todo mundo pode trair todo mundo; Mare não confia em mais ninguém, nem nela mesma. Mas ainda há Vermelhos e Prateados que não se curvam ao governo de Maven e de sua horrenda mãe, Elara. Vermelhos e Prateados subjugados pelo poder daqueles que reinam sobre o seu país. Caídos que se erguerão, como a aurora.

"Os reis do fogo contra os reis do inverno, ambos com seus súditos prateados e vermelhos. Mas a aurora, ao que parece, vai surgir para ambos."

O desenvolvimento dessa obra é de cair o queixo. Espada de Vidro compensou a rapidez e não total fluidez do primeiro volume da série. Neste livro, a Victoria conseguiu pegar cada mínimo detalhe, cada intrincado medo dentro da mente de cada personagem e dar voz a eles de tal maneira que você se sentia inserido dentro desse mundo pavoroso. O que pode ser o estopim de uma guerra ou o fim de uma luta contra a tirania é também o pavor do desconhecido e o que as ações de Mare no primeiro volume trarão para ela nessa sequência. A traição, principalmente, cai sobre os ombros da protagonista e em cada passo que ela dá rumo a um destino incerto. Mare está traumatizada; pela punhalada nas costas que recebeu do príncipe e agora rei, pelas coisas terríveis que teve de enfrentar na arena para escapar viva, pela própria força e coragem. Mare é destemida e impulsiva e absolutamente feroz, e usa essas dores como o seu gatilho para continuar lutando. Ela não é o tipo de protagonista altruísta, tampouco a heroína pensando no bem de uma maioria. Ela foi injustiçada, e ela quer vingança. Ela quer sangue prateado derramado no chão, tal como o vermelho pingou por tantos anos. Mare quer que os tiranos paguem pela dor que causaram, quer que a elite se curve diante dos oprimidos. Ela enxerga, nos sanguenovos, uma maneira de alavancar o poder dos Vermelhos. Com uma lista de nomes especiais em mãos, Mare parte em busca de salvar outros como ela, Vermelhos que nasceram agraciados com dons Prateados. Pessoas comuns que podem fazer a diferença em uma frente de batalha; ela é movida por essa sede insaciável de poder, mas não está tão ciente disso quanto as pessoas ao seu redor. A traição remexeu tanto em sua mente que a vingança se torna o seu único caminho, a única maneira de encontrar a paz.

"A garota que vejo é, ao mesmo tempo, familiar e estranha - Mare, Mareena, garota elétrica, rainha vermelha - e ninguém ao mesmo tempo. Não é prateada. Não é vermelha. Não é humana. Um símbolo da Guarda Escarlate, um rosto num cartaz de procurados, a perdição de um príncipe, uma ladra... Uma assassina. uma boneca que assume qualquer forma, menos a própria."

Eu amo isso! Amo como a Victoria não escondeu a Mare dentro de interesses heroicos; amo como ela deixou a personagem ser totalmente humana e absolutamente perigosa como uma arma. Mare é a própria arma, é uma tempestade se arrulhando em volta de um mundo manchado por sangue vermelho, uma voz esperando o momento de gritar. Ela é um perigo para si mesma e para os outros exatamente por trabalhar em cima dessa frieza, essa necessidade de se fazer útil para impedir que outros vivam o que ela viveu. Os seus poderes são imensuráveis e crescem de acordo com a sua vontade de lutar; ela sabe usar o que tem. Sabe lutar com aquilo que a torna tão indestrutível. Mare não confia em ninguém, não tenta confiar em ninguém. O seu coração é de pedra e ela fortifica essa muralha conforme a leitura avança e novas atrocidades surgem diante dos seus olhos. A Guarda Vermelha. O reinado de Maven. Os sanguenovos que a seguem. Tudo isso é parte de Mare e parte do seu ódio e da sua força; ela é o tipo de líder que uma rebelião precisa, mas também o tipo perigoso de rosto a ser seguido e adorado. A Victoria arrasou completamente no crescimento dos seus medos e angústias, e estou ansiosa, especialmente pelo final do livro, para ver como os traumas se abaterão sobre Mare no próximo volume.

"- Vejo o que você pode se tornar: não apenas um relâmpago, mas uma tempestade. A tempestade que vai engolir o mundo inteiro."

O príncipe Cal é outra figura de destaque. Ele não tem tanta da minha atenção, apesar de ser muito bem trabalhado, porque faz o perfil soldado fiel e realeza protetora demais para o meu gosto. Apesar de ser principesco, Cal agora é um exilado. Foi forçado a abandonar tudo que conhecia, se tornou um assassino aos olhos de todo o reino e precisa se curvar a uma rebelião Vermelha para escapar da fúria Prateada. Apesar de estarmos dentro da mente da Mare, vemos perfeitamente o quanto isso afeta Cal. Ele é um guerreiro, impiedoso e furioso, e seu sangue é prata num mar rubi revoltoso. A autora trabalha perfeitamente seus pavores e sua determinação, a fidelidade ainda prateada que nunca vai abandonar a mente de Cal. Mare pensa, diversas vezes, em como aquela não é a guerra dele, em como vai perdê-lo no instante em que a rebelião acabar. Não vejo, de forma alguma, Cal permanecendo ao lado dos Vermelhos quando a guerra realmente estourar. Ele pode ser um exilado, mas sua herança ainda grita prata. Ele ainda é um príncipe da elite. Ainda é um filho dos opressores.

"- Sou o seu rei legítimo, filho de uma família prateada secular - ele afirma, fervendo. - A única razão para você ainda respirar é o fato de eu não ser capaz de queimar o oxigênio desta cela."

Cal e Mare são fogo e raio, são opostos que se atraem e se entendem por terem sofrido a mesma dor de perda e traição, mas não estão destinados a pertencerem um ao outro. Victoria não força nenhum tipo de romance, graças aos céus. O livro é todo sobre a Mare, sobre o seu empoderamento e a aceitação de que precisa esquecer as emoções para vencer uma guerra.

Outros rostos ganham grande destaque no segundo volume; Farley, a rebelde Vermelha, cujo passado se intrinca à existência da Guarda Escarlate. Ela é furiosa e uma guerreira nata, mas suas emoções transparecem conforme a história avança e sua humanidade se sobressai à postura indestrutível. Farley é uma mulher quebrada, mas pronta para se reconstruir com o apoio de pessoas boas à ela. Ela perdeu muito e ganhou um pouco em troca, e se mostra grata a isso conforme as páginas avançam. Farley é um sorriso esquecido que pode ser recuperado. Shade, o irmão de Mare, é outro personagem muito importante à história. Sua presença radiante oposta à fechada da irmã dá um pouco de vida às missões e às cenas soturnas protagonizadas por Mare. Ele é o sol e ela é a noite. Shade é o protetor querido, um abraço familiar, e Mare, apesar de fria, o ama profundamente. Duas cenas envolvendo os dois, em especial, me fizeram chorar igual uma criancinha. A cena final me quebrou em mil pedaços.

Kilorn, o melhor amigo de Mare, se mostra um companheiro fiel e determinado. O apaixonado pescador de Palafitas é o braço direito de Mare, aquele com quem ela pode contar mesmo quando está completamente desestruturada e indisponível para qualquer outra pessoa. Kilorn é divertido mesmo quando a diversão é desnecessária. É o guerreiro presente e corajoso em meio a um bando de sanguenovos e seus poderes especiais. Um humano simplório destemido a ponto de entrar em uma batalha de prateados e sanguenovos com apenas uma arma em mãos. Eu tinha medo que Kilorn acabasse ganhando aquela típica vaga de "melhor amigo apaixonado da protagonista", mas ele está longe disso. Ele também é uma causa, também tem uma história e um gatilho que o move para essa luta. Ele está ali ao lado da Mare porque quer, porque sabe que ela precisa dele. O seu amor é só um detalhe, não é um motivo.

"Não importa o que eu faça, não importa o quanto eu tente ser um deles, os sanguenovos me enxergam como algo à parte. Seja líder ou leprosa, sou sempre uma estranha. Sempre separada."

Outros sanguenovos têm bastante importância na trama, como a querida Nanny e sua habilidade de mudar de forma, Gareth e seu poder telecinético, a perigosa e indestrutível Cameron, que chega aos quarenta e cinco do segundo tempo para acrescentar um coeficiente de tensão absurdo na história. Jon, que vê o futuro e as terríveis coisas escondidas nele. A parte das descobertas e do desenvolvimento desses sanguenovos foi bem escrita pela Victoria; ainda que eu queira saber mais a fundo sobre a sua existência, adoro como eles são a própria arma, como são parte das duas castas existentes em Norta e ao mesmo tempo, uma nova opção.

"Vejo Maven em cada forma retorcida, em cada contorno escuro. Ele me disse uma vez que era a sombra da chama. Agora tenho medo de que tenha virado a sombra da minha mente; pior que um caçador, pior que um fantasma."

Por fim, falando do outro lado da moeda, temos Maven. O traidor de sangue prateado e frio, absolutamente perigoso e instável. Guiado pela mãe, a fria rainha Elara, e pela própria crueldade, Maven é um obstáculo na guerra. Mare tem o coração dividido pelo garoto amável que ele era e pelo rosto medonho que ele se mostrou ser. Maven não aparece muito, mas a sua presença está em toda cena, em cada cidade, em cada sanguenovo resgatado ou perdido. Maven ainda é uma sombra, mas uma sombra que engole os passos de Mare a cada segundo. Mare quer derrubá-lo, quer matá-lo, quer se vingar por todo o medo que ele impôs à ela, mas ainda existe uma faísca, um resquício de esperança. O medo de ter perdido completamente aquele garoto bondoso e doce, de ter entregado o seu coração a alguém que não pode voltar a existir, tudo isso pesa muito sobre a Mare. E estamos tão incertos quanto ela a respeito das intenções de Maven - ele é mesmo só um rei cruel, só um tirano controlador, ou ainda existe um pedaço de Maven que pode ser salvo? Uma luz dentro dele que não foi engolida pela própria escuridão? O final não deixa dúvidas de que o próximo volume pode responder essas perguntas, e eu tenho TANTO MEDO DO QUE PODE SER A RESPOSTA.

"Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar."

A escrita fluida transforma as quase 500 páginas em um borrão. Você lê e devora e de repente acabou o livro e precisa de mais, muito mais. A Seguinte caprichou primorosamente nessa edição - a capa metálica é o tipo que você quer ficar tocando e olhando para sempre. A diagramação está perfeita e não encontrei nenhum erro de revisão; é uma edição linda da capa até a contracapa.

Se por acaso leu Rainha Vermelha e se decepcionou, vá correndo para Espada de Vidro. Se por acaso leu Rainha Vermelha e amou, vá correndo para Espada de Vidro. Se por acaso ainda não leu o primeiro volume, compre os dois correndo e termine Espada de Vidro. O final não é tão chocante quanto me venderam, mas é impactante. Um marco para a jornada de libertação da Mare e um passo para uma história muito mais densa e perturbadora, com certeza. Já estou separando o dinheiro para comprar o próximo livro assim que ele for para as livrarias; que os deuses abençoem Victoria Aveyard para que a história de Rainha Vermelha continue tão grandiosa quanto se mostrou.
Mari 22/03/2016minha estante
Nossa concordo muito com você, o primeiro livro não foi tão bom mas o segundo, a muito tempo não ficava assim com um segundo livro mas esse foi muito eletrizante, e o final de prender a respiração.super ansiosa pela continuação. Sua resenha é muito boa parabéns!


Barbara.Francisco 31/05/2016minha estante
Adorei sua resenha, ainda não li espada de vidro, acabei de terminar a rainha vermelha e fiquei muito interessada para saber como vai ser essa continuação e com essa resenha fiquei estemamente empolgada para compra a espada de vidro. Vou comprar hoje mesmo. Obrigada


Michelle 18/07/2016minha estante
Concordo com você, o primeiro livro foi devagar, sendo o final mais impactante, mas o segundo livro já começa com ritmo acelerado. Eu amo o fato de que a personagem principal não é aquele ideal de pessoa, ela já se conformou com o fato de que não é boa, por isso vai fazer o necessário para seguir em frente, mesmo perdendo pedaços de si mesma. Adorei sua resenha.


Jessa 03/08/2016minha estante
Pode me tirar uma dúvida? Eu realmente estava louca para começar a trilogia (acho que é uma) antes de ter lançado no Brasil, mas eu sou muito fresca em relação a casais... E vi uma resenha de que tinha o típico clichê de "Eu amo um, mas sou obrigada a ficar com outro que odeio". Eu totalmente odeio esse tipo de coisa, então li sua resenha e vi que poderia ter esperança de que não fosse assim. Dependendo de sua resposta vou começar a ler imediatamente! Kkkkk


Queria Estar Lendo 27/10/2016minha estante
laraemaria, então, no primeiro livro tem um pouco do triângulo amoroso famoso em séries assim, mas o plot twist do final unido à personalidade dos dois interesses da Mare meio que quebra esse clichê. Eu esperava uma coisa e fiquei totalmente boquiaberta com os caminhos tomados pela autora; em Espada de Vidro então, fiquei no chão! As nuances do romance e das incertezas no coração da Mare são bem diferentes de tudo o que eu li até hoje. Vale a pena você dar uma chance pra série sim!


Duda 28/12/2018minha estante
CONTÉM MUITO SPOILER!!!!









Eu acabei de ler hoje, e sinceramente eu estou olhando para a "A Prisão do Rei" e pensando seriamente se leio agora ou não... Eu estou mega triste com a morte de Shade, eu não consigo acreditar que realmente dessa vez ele se foi. No primeiro livro " A Rainha Vermelha", eu não tinha desenvolvido muito altruísmo pelos personagens que já tinham aparecido pessoalmente. Mas que estranho, através de apenas uma descrição de Mare sobre Shade eu super fiquei ansiosa para que ele aparecesse logo na estória(com os demais irmãos de Mare também, mas Shade foi mais). Quando Mare e sua família receberam a notícia que Shade tinha falecido eu fiquei muito triste porque não teria a oportunidade de conhecer meu personagem preferido em cena. E agora Victoria Aveyard faz isso... Eu nunca fiquei tão triste pela morte de um personagem fictício( Quem sabe seja porque esse é apenas o segundo livro que um dos protagonistas morrem. Sim, eu considero Shade protagonista, pra mim sem ele a série "A Rainha Vermelha" não será mais a mesma.)




Jaqueline 26/02/2016

Mare: Seje Menas
Segundo livro dessa série que pega o melhor das distopias e as une com traços de X-Men, "Espada de Vidro" nos apresenta uma Mare cheia de si, um Cal confuso, um Kilorn "#friendzone4ever", uma Farley rebelde e um Maven mau, muito mau.

O livro começa praticamente de onde o primeiro livro da série ("A Rainha Vermelha") parou: Mare e Cal resgatados do Ossário pela Guarda Escarlate (não vou contar quem é que está consolando a Mare quando ela acorda, mas já aviso: fortes emoções por causa deste personagem em específico). Mare descobre que a guarda é sim muito maior do que ela imaginava mas, infelizmente, nem todos a vêem como uma maravilha da natureza e, inclusive, alguns destes a chamam de "aberração".

Já de início, Mare cai em mais uma cilada (claro!) mas esse é o estopim para iniciar uma aventura/ação impecável. Mare e seus amigos (não resisti) saem em busca dos outros vermelhos que, assim como ela, possuem poderes (impossível não comparar a Mare ao Professor Xavier) e, ao longo desta busca, eles descobrem vermelhos com poderes incríveis mas com personalidades diversas. O objetivo de Mare é não apenas salvá-los do rei mas, também, uni-los em uma espécie de exército para, quem sabe assim, derrubarem sua majestade prateada.

Claro que esta não seria apenas uma busca tranquila e favorável: sempre atento aos passos de Mare, o rei Maven também está atrás dos "sanguenovos" para eliminá-los e, com essas supostas eliminações, enviar um recado à Mare que é algo como "quanto mais tempo você passar brincando de gato e rato comigo, mais pessoas vão morrer por sua causa" (livre tradução by Jaque).

E, assim, "Espada de Vidro" se desenrola em tramas e reviravoltas de tirar o folego e já podemos dar um troféu para a autora de melhores finais em livros, uma vez que este segundo volume da série não deixou a desejar e mostrou um final surpreendente com gostinho de quero mais.

Sobre os personagens:
*Mare precisa de umas aulas de humildade! Ela aprendeu a se comportar como uma lady, mas a humildade ficou esquecida. Está duvidando? Leia esse trecho:

"Quem é ele para questionar minhas ordens? Um ninguém. Um pescador que conta com a sorte e comigo para protegê-lo."

(A partir desse momento comecei a torcer pelo Maven assim como você torce para o Iceberg bater logo no Titanic quando você assiste ao filme pela milésima vez.)

*Cal continua sendo um dos melhores personagens do livro. Ele não mudou seu caráter e suas convicções e, apesar de tudo, ainda respeita o sangue que corre pelas suas veias. Como bom soldado, ele se mostrou essencial em vários momentos.

*Kilorn foi uma boa surpresa, apesar de se mostrar chato em alguns momentos mas, ainda assim, mostrou amadurecimento ao longo da história, o que é muito bom!

*Farley empunhou a bandeira do movimento rebelde e realmente se rebelou (trocadilhos!) contra o mundo, se jogando nessa louca disputa de poderes (literalmente) empunhando apenas uma arma e, mesmo assim, saiu viva no final! (O mesmo pode-se dizer do Kilorn)

*Maven é mau. Menino mau, muito mau ("é falta de uns tapas", diria minha mãe). Mas é sim o centro do livro, é o antagonista perfeito, é o dono da p... toda e domina geral sim! Incrível como um personagem que, durante todo o livro, apareceu acho que umas 3 vezes em cenas muito rápidas (mas intensas) e que, ainda assim, domina tudo e todos! A autora está de parabéns pela construção do arco Mare - Cal - Maven - Elara.

Para finalizar, devo dizer que "Espada de Vidro" foi melhor do que o primeiro livro (na minha humilde opinião, claro) pois mostrou mais ação, mas "realismo" (dentro do contexto da história) e mais intensidade. Soube manter a tensão que o final do primeiro livro acionou e, como se fosse possível, triplicou essa tensão.

Recomendo a leitura!
Lua @epigraph9 01/03/2016minha estante
Maven até agora é dono dessa série. Os livros praticamente giram em torno dele. Me lembrou o Darkling da trilogia Grisha, que mal aparece, mas é super temido por todos. Adorei a resenha.


Carol 08/03/2016minha estante
sim essa série lembra muito a trilogia grisha, mas acho que o darkling é muito melhor.


Patrícia 26/03/2016minha estante
Depois da sua resenha fiquei até curiosa para ler! Confesso que o primeiro livro não me conquistou/convenceu, mas vou dar uma chance para a Espada de Vidro




Gui_Margutti 18/02/2016

5 Pontos que me incomodaram em Espada de Vidro.
Olá Conectados!

Quem me acompanha na fanpage viu que postei uma foto do livro a Rainha Vermelha da Victoria Aveyard fazendo uma declaração, um tanto polêmica, aos super mega ultra fãs da série. Eu disse que dava 3 *** para o livro e que não achei aquilo tudo que diziam. OMG! Eu já sinto você me julgando!





Eu sei que dizer isso é uma facada no peito, se esse foi seu queridinho de 2015. Contudo, aqui é um espaço para falar sinceridades, não é? Eu achei um livro bem comercial. Uma salada de várias histórias de outros livros, com uma capa lindíssima, uma diagramação maravilhosa e uma narrativa bem atraente. Porém, nada original e com várias coisas que me deixaram frustrada.

Ah, mas vale à pena embarcar nessa história? Claro que vale!




No entanto, vim falar de "Espada de Vidro" e não de " A Rainha Vermelha", mesmo que alguns ganchos sejam necessários.

Eu dou 3 *** para essa sequência. Mas, já insisto em dizer que o livro não é ruim. Apenas está longe de ser um livro sensacional e "OMG que livro uauuuuuu!!" Mas, a campanha feita para ele foi incrível, tanto que fui fisgada.


Creio que para não surtar ou passar mal com esse segundo livro seria necessário que todo mundo fosse anteriormente preparado psicologicamente para lê-lo. Como comprei minha edição no dia em que foi lançado no Brasil, não pude ler ou ouvir nenhuma resenha antecipadamente sobre ele. O que eu gostaria de ter feito, já que esse livro me deixou com ressaca literária e desconcertada.

Tudo que eu esperava que acontecesse nessa segunda história, não aconteceu. Mesmo aquilo que aconteceu de bom para a história eu não esperava que acontecesse nesse livro. Eu esperava para o próximo.
Eu tinha muitas expectativas, assim como no primeiro, e por isso o tamanho grande da minha chateação. Vou enumerar os pontos que me desapontaram.



01 - Mare Barrow Mudou Muito.

Saiba que a Mare que conhecemos na história 01 já não é mais a mesma. Eu pensei que conhecia a personagem quando terminei a Rainha Vermelha e estava enganada. A Mare está muito mais do tipo "os fins justificam os meios" e isso me chateou profundamente. Eu queria sentir aquela confiança de que minha heroína estava acima do bem e do mal, ou mais para o bem.. sei lá. Mas, ela passa por cima como um trator de quem se opuser a ela. #MagoeiMãe

Outra coisa que me desconcerta é que a Victória não tem dó de matar personagens. Ela vai lá e risca da história e você fica com aquele: No way! Como assim!??!?! Aquela morte do Rei no primeiro já achei "To Much". E no segundo tem morte desconcertante também, mas nao posso contar quem, obvio.

02 - Senti falta de Cal

Nessa sequência senti Cal como um personagem totalmente apagado e sem voz. Mesmo sendo um livro sobre a Mare, me fez falta o Cal como um personagem maior nesse livro. Principalmente pelas minhas expectativas de romance em relação aos dois, desde o primeiro livro. Se eles ficam juntos ou não, também não vou contar. Mas, ele está apagadão. #Frustrante

03 - Nada Do Que Eu Esperava Aconteceu

Infelizmente tudo que eu torcia para acontecer na História não aconteceu. Eu não tive razão em nada. O que eu torcia muito não aconteceu e aquilo que pensei que ficaria para o próximo livro já aconteceu nesse. Mas, o fato de ter acontecido não deixa a história ruim. Acontece o contrário, deixa boa. Mas, o livro é arrastado e os capítulos são todos parecidos. Não senti nada de novo e nenhuma grande surpresa. Parecia que era o tempo todo só procurando pela lista e aquilo nunca acabava. Não havia outro gancho para descansar, somente à procura exaustiva pelos nomes da lista do livro anterior.

04 - Romance Romântico Meia Boca

Obvio que aqui é minha opinião. Mas, eu adoro me apaixonar pelo casal e torcer com todas as minhas forças para que eles fiquem juntos. Adoro acreditar que um sem o outro não é ninguém. Para mim, não há um grande amor. Não cola esse amor por Maven e nem por Cal. Não consegui acreditar que Mare amasse, verdadeiramente, algum dos príncipes , nem nesse e nem no outro livro.

O único que parecia dar sinais de amar alguém foi Kilorn, que aparece mais nesse livro. Fiquei na torcida, no primeiro, para que ela ficasse com Cal, que não passou de uma possibilidade de romance não concretizada. No segundo pensava que ela ficaria de vez com Kilorn ou Cal. Não posso ser spoiler, mas achei superficial demais e quase irrelevante o amor em Espada de Vidro. E acreditar que alguém amava alguém desesperadamente fez falta para que a leitura fosse mais divertida.

Torci tanto por Mare e Cal, desde o primeiro instante na primeira história, que fiquei arrasada quando nada rolou no primeiro livro. Nesse, já comecei o livro descrente. Ah, e fazendo um adendo: Para mim era super previsível que Maven era falso e não a amava verdadeiramente, apesar de muitos terem se dito surpresos.


06 - Final Comercial

Em geral, estou achando a história toda, desde o primeiro livro, muito comercial. Mas, talvez esse seja um problema meu. Eu não gosto de livros que não tem final com coisas resolvidas, ou uma parte delas. Livros que te obrigam a ler o próximo para que você saber o que acontece. Eu gosto de livros com HP que cada história é um problema e não aquele fim que te irrita. Se o final do primeiro te irritou, prepare-se para ficar com ressaca literária e totalmente estressado com esse.

Bom, conectados, essas sao as minhas impressões e terei que ler o próximo livro para ver o que acontece. #Raiva Mas, como disse não é um livro ruim. É um livro legal, mas tem que ter uma dose de paciência com alguns pontos e para esperar mais um ano ou dois para saber o que acontece e eu não gosto disso.

Por hoje é só. Boa leitura! Ah, e me conte se já leu. Quero saber a sua opinião.

Bjs


site: www.historiasdeumacoffeelover.com.br
Erika.Oliveira 19/02/2016minha estante
ME-U DE-US!
Você disse quase tudo que eu pensei e que não conseguiria traduzir numa resenha kkk
Achei esse livro X-Men demais, Katniss demais, e a Mare chata demaaaais!
Não sei se conseguirei terminar o livro depois dessa morte e do momento Katniss dela!
Falta 10% e to me arrastando... nem sei se terei saco pra ler o próximo.
Gostei bem mais do primeiro, mas não quero romance dela com ninguém, ninguém merece ela, Cal e Kilorn merecem pessoas melhores, assim como desejo um final feliz pra Farley *-*

E não te julgo, também dei 3 estrelas! hahaha
Bjs!


Carol 26/02/2016minha estante
eu também tive essa impressão do 1 livro é um misto de A seleção, trilogia grisha(essa muito em relação aos poderes da protagnista), o proprio jogos vorazes etc


Cátia 21/03/2016minha estante
Eu concordo realmente a Mare esta insuportável nesse livro, confusa demais, usando as pessoas ,enfim tive vontade de dar uns bons tapas nela. Eu amooo o Cal ,desde o primeiro livro,esperava um romance deles tb e que ele aparecesse mais, isso me decepcionou um pouco, por não ter mais detalhe da relação deles no pouco tempo q estavam juntos. E o final? eu odieiii !! não gosto de nada inacabado, dei 5 estrelas e favoritei pq acho genial a escrita dela, e como o livro é cheio de ação e te prende até a ultima pagina rsrs
Ps: não entendi esse amor pelo Maven. ficou bem confuso num momento ela nutre sentimentos por ele, depois gosta do Kirlon tb, e ama o Cal realmente ficou muito confuso.


Gui_Margutti 23/03/2016minha estante
Uau! Vou acrescentar os comentários de vcs a essa resenha! Pq foi exatamente do jeito que me senti. Erika, vc arrasou! Carol disse tudo! Cátia, concordo que nao deu para entender nenhum pouco aquele amor dela pelo Maven! Beijos meninas!


Bete 01/06/2016minha estante
É muito legal chegar aqui e ver uma resenha diferente daquelas de sempre, onde o pessoal sai distribuindo 5 estrelas para todo e qualquer livro sem de fato analisá-lo.
Para mim, a Mare é uma pessoa frustrante também. Ela não tem opiniões definitivas sobre as pessoas, é como se agora o céu fosse rosa, daqui 5 minutos, ele é azul de listras amarelas (Isso é pelas opiniões que ela tem do Cal, Marven, o Coronel, os meio sangues...).
Independentemente de ser um personagem principal bom ou mau, o ideal seria que ele ganhasse o leitor, conquistasse, se tornasse amigo, te fazendo compreender o pq de suas ações, nem que seja no final do livro... Mas a Mare é confusa... Um misto de sentimentos que se alteram, em relação a tudo e todos...
Marven é um vilão fodástico, com super nome mas sem nenhum poder que de fato o faça tão temível.... O único vilão que tinha esse potencial era a rainha má e não foi muito bem valorizado.
Como já ouvi falar, esse livro é uma mistura de várias coisas que deram certo, mas não me parece um livro bem construído... Também não vejo ele trazendo nenhuma grande mensagem para o leitor..
Basicamente, isso é o que mais me incomoda, resumidamente.


Carol 16/06/2016minha estante
X-Men demais... kkk, pensei a msm coisa!

Também não achei o livro tudo isso e digo o msm sobre o primeiro. A diferença é que pra Rainha Vermelha eu tinha grandes expectativas; não cometi o msm erro com Espada de Vidro e não me surpreendi.
Achei arrastado, só fica emocionante lá pra depois do meio. Mas o que me deixa mais frustrada msm são todas as passagens que me lembram Jogos Vorazes, que não são poucas =/

A Mare mudou muito msm e a morte desse livro me parece só mais um motivo pra ela poder mudar mais um pouquinho na sequência... Ela não é cativante e, na minha opinião, nem o Cal. Adoro me apaixonar por um personagem e isso não aconteceu. Não comprei o romance deles, mas até acho que eles se merecem.
O Kilorn não, ele é bom demais pra ela, kk


RAner 20/06/2016minha estante
Eletrizante!!!
O segundo volume melhor ainda.
Só não gostei é de ter constatado que o fim da estória ainda não aconteceu. Se soubesse que haveria um terceiro ou quarto ou quinto volumes, não teria começado a ler...

Até hoje ainda espero a continuação de Game of Thrones...
Sem contar outras séries que nunca terminaram nem terminarão.

Espero que esta seja concluida...


Val 12/07/2016minha estante
Amei sua resenha porque é absolutamente tudo que pensei e achei dos dois livros.


Tami 26/10/2016minha estante
Olá, brotinho. Um dos tópicos que mais me chamou atenção foi o da mudança drástica da Mare. Quando comecei o livro pensei que fosse me deparar com a menina Mare que conhecemos no primeiro livro, porém a Vic desconstruiu aquela garota e colocou uma totalmente egocêntrica e prepotente, e isso num intervalo de um livro para o outro, alem de ser no começo, é como se aquela Mare que a Vic nos apresentou não passasse de uma fachada, o que eu achei que foi rápido demais, poderia ter acontecido no final do livro dela se mostrar assim, ou mostrar indícios de mudança, mas infelizmente não foi o que aconteceu.


Duda 28/12/2018minha estante
Tami, acho que se Mare só fosse demonstrar o que realmente ela é um tempo depois, iria ficar algo repetitivo não acha? Já que o nosso querido Maven fez isso... Eu particularmente gostei que ela deixou transparecer gradativamente quem realmente ela é, gostei muito dela ter sido honesta consigo mesma muitas vezes em reconhecer seu erros, e de ser transparente. Mas ela não é meu personagem preferido, mas sim Shade(pra vcs que já leram, nem imaginam como eu tô aqui...).




Aione 04/02/2016

Espada de Vidro é a aguardada continuação de A Rainha Vermelha, best-seller de Victoria Aveyard que será lançado no próximo dia 12 de fevereiro. Como fiz a leitura através da prova disponibilizada pela editora Seguinte, que publica a série no Brasil, já posso compartilhar minhas impressões com vocês.

A história aqui se inicia no exato ponto em que A Rainha Vermelha terminou, narrada, como no primeiro livro, pela protagonista Mare Barrow. Depois de todas as reviravoltas vividas pela personagem, Mare está mais desconfiada do que nunca de tudo ao seu redor, e ainda mais certa da necessidade da luta dos vermelhos. Para isso, precisará unir forças, e somente com a ajuda dos semelhantes a ela, terá a chance de vencer seus opressores prateados.

O livro é tão eletrizante quanto o primeiro – sem jogos de palavras! A ação e a adrenalina estão em alta do começo ao fim, bem como a dose de reviravoltas foi novamente bem aplicada por Victoria Aveyard. Ainda, as novas descobertas no quesito “superpoderes” foram bastante interessantes, visto que é curioso, no mínimo, ver o que cada personagem é capaz de fazer. Sobre o romance, ele aparece de forma muito branda e sutil, o que foi positivo a meu ver, já que esse não é o foco da história.

Apesar de toda ação e adrenalina, Espada de Vidro me prendeu bem menos do que eu esperava, e certamente me agradou menos do que seu antecessor. Não senti a mesma angústia e interesse sentidos no primeiro livro, e muitas vezes me pegava desconcentrada da leitura. Também, o próprio final, em partes, já havia sido imaginado por mim, então não finalizei a obra, dessa vez, chocada com o que li – mesmo que eu tenha, sim, mantido minha curiosidade pelo final da trilogia.

Ainda assim, gostei de como a autora trabalhou os pontos abordados, principalmente no que se refere à personalidade de Mare – completamente em conflito entre seus princípios e deveres -, e às divisões estabelecidas pela cor do sangue de cada habitante da sociedade em questão. Mesmo com toda a fantasia que envolve o enredo, esses elementos certamente se aproximam da realidade e cumprem a função de crítica comum aos livros distópicos. E também como em obras do gênero, as mortes estão presentes, então é bom estar preparado para não se apegar demais a algumas personagens!

Em linhas gerais, Espada de Vidro não foi uma leitura tão prazerosa para mim quanto seu antecessor, que me conquistou e prendeu, talvez, principalmente por causa de toda novidade nele contida. Dizem que os segundos volumes de uma trilogia costumam ser os mais difíceis de serem escritos, justamente porque os primeiros apresentam o enredo, os terceiros os finalizam, e os segundos precisam mantê-los, o que nem sempre é fácil. Comigo, a leitura poderia ter sido mais bem aproveitada, mas acredito que Espada de Vidro não decepcionará os fãs da série, de um modo geral! Vale lembrar que quando Espada de Vidro estava em produção, a autora anunciou um novo livro para a série, que agora terá quatro volumes, além do spin-off Coroa Cruel.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2016/02/03/resenha-espada-de-vidro-victoria-aveyard/
Aurora 04/02/2016minha estante
eu necessito muito ler esse livro


Mariana 22/02/2016minha estante
Estou na metade do livro e com a mesma sensação que a sua: o primeiro livro me prendeu absurdamente mais! Além disso, estou um pouco incomodada com o "se achismo" da Mare. Mas, no geral estou adorando e super ansiosa pra acabá-lo e ver o que vai acontecer da metade pro fim!!




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Ana 05/10/2016

Abandonado.
Não são todos que traem o mundo e o fim do mundo, tá bem?! Urff. Não consigo mais ler essa frase de traição que permeia o livro inteiro.

Aliás, não consigo mais suportar as atitudes de Mare. E por ser uma narrativa em primeira pessoa, não tem como fingir não notar o quanto sua maneira de ver a realidade e defender seus ideais tem se tornado cada vez mais insensível e distorcido, até mesmo confuso. Mesmo que eu tenha tentado acompanhar o máximo essa estória e a personagem, sinto que ela só tem se perdido, se tornado mais fria e abandonado intencionalmente toneladas de oportunidades de amadurecer. Mare parece se concentrar em decisões cada vez mais egoístas que a afastam do leitor e de todo o resto. Quero dizer, desde quando ela precisa se focar em seu poder "super extraordinário" para resolver uma situação difícil e vencer? Parece que qualquer outra alternativa que não seja usar de um super poder é débil e estúpida. Como se ela nunca houvesse sido uma "vermelha" antes. Como se agora realmente houvesse uma superioridade entre pessoas e aqueles inferiores a se lidar e tirar do caminho...

Espera, ela não estava desde o início lutando contra esse conceito?

Vou esperar para ver a reação dos leitores para com o próximo livro. Talvez eu continue lendo essa série algum dia futuro. Mas, por ora, sinto que não tenho crescido nada com essa leitura e tenho perdido outras estórias incríveis.

É isso aí. Quem sabe eu volte nessa corrida mais tarde.
Queren.Hapuque 02/12/2016minha estante
Nossa, achei que somente eu havia percebido isso. Uma escrita extremamente repetitiva, o que me fez cansar do livro, e perder a simpatia pela protagonista. A cada capítulo repetindo as mesmas emoções em cada situação. Mesmo que a história seja em demasiado interessante, a escrita realmente é irritante.




Thuus 02/11/2017

" E vamos levantar vermelho como a aurora"
Dando sequência a "A rainha vermelha", Espada de vidro narra a busca de Mare e Cal  pelos sangues novos antes que o governo os encontre primeiro. Caçados pelo rei de Norta a procura por pessoas de um novo tipo de sangue se torna cada vez mais difícil e perigosa. Após ser traída e usada Mare precisa lutar com seus sentimentos e responsabilidades, com o peso da culpa, com olhares hostis e principalmente com Maven. Numa jornada cheia de perigos, a garota elétrica vai se tornando numa nova pessoa, ou talvez em quem ela sempre foi.

O QUE EU ACHEI

Sei que muita gente amou esse livro mas para mim ele simplesmente só fez sentido no final, achei meio desnecessário um livro tão grande para tão pouca ação. Li outras resenhas e o pessoal achou a narrativa eletrizante e com muita ação. Já eu não vi isso, as coisas aconteceram mas acho que 75% do livro poderia ter sido resumida em um capítulo, me parece que esse livro só encheu espaço mas não teve lá um grande propósito. Tem também o fato de eu achar a protagonista bem antipática e os pensamentos que ela tem só me fazem gostar menos ainda dela. O desenvolvimento da personagem pra mim foi zero, e a arrogância dela é insuportável. Outra personagem que não ajuda é a Farley, tão chata quanto a Mare. Os únicos que se salvam para mim são o Cal e o Shade.

O livro é bom e bem escrito reconheço, reconheço também que eu apenas não me encontrei nele e isso vai de gosto pessoal. Não tenho o que reclamar da escrita nem da história. Foi uma leitura ok, não foi incrível e nem mexeu com os meus sentimentos.

A parte física é bem parecida com a do primeiro livro da série, só mudando a capa para um tom mais azulado. Confesso que achei esse livro bem difícil de fotografar ele reflete muito. Preciso praticar mais.

site: https://vieeclairee.wordpress.com/2018/07/04/espada-de-vidro-resenha/
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 15/02/2016

Mas onde o gelo derrete, fica apenas o vazio.
Mare Barrow, após conseguir fugir de Maven e sua mãe, a Rainha Elara, encontra abrigo com Farley, líder da Guarda Escarlate. O que ela não imaginava, era que a Guarda Escarlate não se resumia a uma ou duas regiões, mas sim expandia-se em continentes, com vários líderes e um comando geral. Quando, juntamente com Cal, é transportada para Tuck, um abrigo rebelde, além de reencontrar sua família e Kilorn, ela conhece o general, descobrindo posteriormente que seus princípios não se coincidem, pois o mesmo trancafia Cal, deserda Farley e trata alguns membros de forma não igual.
Quando conseguem fugir (Mare, Cal, Shade, Farley e Kilorn) têm um objetivo: encontrar os sanguenovos (pessoas com sangue vermelho e poder prateado) para protegê-los das garras de Maven e Elara, e com isso, formar um exército para atacar o palácio, com poderes incalculáveis e impossíveis de conter.
Claro, na jornada existem muitas desavenças e contradições de ideias, mas apesar disso, juntos conseguem descobrir o paradeiro dos sanguenovos e tentam convencê-los a se juntarem à ela – ou à Guarda- para reforços contra Maven.
Pra quem leu Rainha vermelha e estava acostumado a uma surpresa atrás da outra, ação, descobertas, lutas... se prepare para Espada de vidro, pois o foco dele é outra coisa: treinamento. Para os sanguenovos, obviamente, pois aqueles que aceitam ficar precisam ser preparados tanto físico quanto psicologicamente para o que há de vir (a tentativa de libertação daqueles com mutações sanguíneas já pegos por Maven), para aqueles que não tem costume à guerra –Kilorn– e para aqueles que, por mais que tenham sofrido, ainda mantém algum elo com o inimigo –Mare e Cal.
Mare é estremamente egoísta nesse livro, não consegue se alocar em algo sem prejudicar outro, o trauma que a traição de Maven causou nela ainda a persegue diariamente, impedindo-a de confiar em todos que estão à sua volta, até mesmo Shade que é seu irmão, ou Cal que a salvou e protegeu inúmeras vezes no Palacete. A cada decisão dela causa desentendimento, ela se acha a última bolacha do pacote, do tipo “sou a garota elétrica e vocês provarão do meu poder” e isso irrita demais, porque apesar de ser ela quem toma as rédeas em algumas situações, ela não é TUDO na história.
Cal continua extremamente inteligente, e muito muito fofo. Quase não houveram cenas românticas no livro, senti falta disso sim, espero que no próximo a Victoria seja mais específica nesse aspecto. Ele, pra mim, foi quem mais sofreu na história, o que carrega o maior peso, a maior perda e maior dor, e nem por isso é estúpido igual a Mare ou simplesmente ignora a dor dos outros como ela começou a fazer.
Farley e Shade são totalmente eficazes com suas virtudes, Shade com seu poder de saltar longas distâncias/alturas e se teletransportar salva os planos do grupo várias vezes e Farley apesar de não ser uma sanguenova, utiliza seus contatos como antiga Capitã da Guarda para favorecer da melhor forma possível.
E sim, a Victoria tinha que fazer um final CHOCANTE, para deixar o leitor MORRENDO pela continuação, inventando supostas continuações e desfechos. Dei quatro estrelas porque a Mare é idiota (pela milésima vez), mas diferente de outras continuações que tenho lido ultimamente, esse livro foi bom sim, e NÃO VEJO a hora de sair o próximo.
VAMOS NOS LEVANTAR, VERMELHOS COMO A AURORA.
Gui_Margutti 18/02/2016minha estante
Hahahha ADorei o MAre é idiotada (pela milésima vez) rsss Concordo muitooo! Queria bater nela rsss Otima resenha!


Luanna 23/02/2016minha estante
Ansiosa p ler ?


Kennia Santos | @LendoDePijamas 29/02/2016minha estante
Obrigadoooooo, Mari bobona, que raivaaaaaa :@


Carol 12/03/2016minha estante
Concordo em gênero, numero e grau. E dei 3 estrelas por causa da raiva que a Mare me fez passar.. hahaha.
Achei a Mare contraditória demais, ela mesmo se colocou num pedestal inatingível, acho que faltou humildade e humanidade, o que fez ficar bem difícil se identificar com os problemas que ela tinha. Tentei manter em mente que ela é só uma garota de 17 anos, mas teve momento que não dava pra justificar o comportamento da bonita, uma hora se colocava a frente dando uma de líder e querendo ser obedecida, mas nos momentos que ela devia agir como uma não "conseguia" e dava pra trás e eu não conseguia saber se era por soberba, insegurança, frescura ou tudo isso junto. Resumindo: minha vontade o livro todo era de dar na cara dela.
Aliás, alguém consegue me explicar essa obsessão cega dela pelo Maven? Porque né, o cara tenta matar ela não sei quantas vezes, é responsável indiretamente pela morte de um personagem importante pra ela (que não sei nem descrever meu choque ao ler), mata mais trocentas pessoas inocentes para atingir ela e MESMO ASSIM ELA FICA LEMBRANDO DO CARA O TEMPO TODO?! OI?!
E o Cal, judiação, que merecia muitoo mais crédito fica em segundo plano, sem falar que a sensação que me passou foi que ela mais usou ele que outra coisa. A raiva foi tanta que nem consegui ter dó dela no final, achei é pouco e bem feito.


Kennia Santos | @LendoDePijamas 13/03/2016minha estante
Exatamente, Carol!
Eu até compreendi algumas atitudes idiotas dela em A rainha vermelha, porque né, haja capacidade de adaptação, mas depois de tudo que aconteceu, ela vir com toda essas contradições, NÃO EXISTE ISSO.
Irritou do início ao fim, ela fica relembrando do Maven toda hora como se ele já tivesse sido o centro do universo dela sendo que na verdade ele foi só um ponto de escape (ou não).
Gosta de justificar as atitudes se fazendo de vítima como a garota que mais perdeu, mais se ferrou, sendo que na verdade quem mais perdeu e se machucou foi o Cal, e nem por isso ele ficava dramatizando e fazendo uma merda atrás da outra. Quando se precisava de decisão ele tomava e quando precisava de ideias ele tinha, atitudes de um líder nato.
No final eu também não tive pena dela, confesso que me choquei um pouco, mas pena não tive. Me deixou loucamente ansiosa pelo terceiro, espero vê-la evoluir (até porque não tem muito pra onde piorar) e ver mais as forças de guerra em ação. Dei quatro estrelas porque apesar de tudo, achei a escrita e o enredo plausíveis, o que me irritou foi a infantilidade da personagem.


Cátia 21/03/2016minha estante
Isso mesmo meninas! tb não consegui entender a obsessão pelo Maven muito doido isso espero que o proximo seja melhor nesse aspecto.


Kennia Santos | @LendoDePijamas 22/03/2016minha estante
Cátia, não é? desnecessário isso, aquele ser é insano




Amanda Medeiros 19/05/2016

Uma Mare insensível e controladora. Quase uma prateada
Primeiramente preciso dizer que esta leitura foi um pouco arrastada e não foi por causa do tempo. Sinceramente esperava mais da leitura do livro já que há quase 1 ano esperava ansiosamente pela continuação. Na leitura me deparei com uma narrativa seca, frases curtas e sem empolgação. Apesar das diversas cenas de muita ação, Mare está enrrigecida e a narrativa em primeira pessoa não passou a emoção que existia no primeiro livro. Sei que muitas pessoas gostaram da sequência de Rainha Vermelha, mas achei apenas um bom livro e este não me surpreendeu tanto quanto o primeiro.

Em "Espada de vidro", Mare passa de uma garota insegura para uma mulher arrogante e antipática, que pensa apenas nos seus interesses e não na verdadeira causa: igualdade de direitos entre vermelhos e prateados. A protagonista arrasta consigo sanguenovos, dando descupa a si mesma de que Maven os mataria se não a seguissem. Vimos no decorrer do livro que estava errada e que todas as mortes provocadas por ela foram apenas para saciar a sua vontade de vingança.

Mare, se fecha em si mesma e não percebe o que acontece ao seu redor. Se torna egoísta com seus próprios desejos e não consegue nem ao menos chorar pela morte de seus familiares. Critica tanto as atitudes de Maven e Elara mas não percebe que ela própria age sem misericórdia para com os seus e os prateados.

A grande frase do livro anterior "TODO MUNDO PODE TRAIR TODO MUNDO" se perde neste livro e no geral não encontramos grandes traições no decorrer da narrativa, deixando de surpreender o leitor que a todo momento imagina se tem algum personagem que não é o que parece.

De qualquer forma, é um livro bom, uma boa continuação e um prato cheio para quem gosta de ação do início ao fim. Porém, deixou a desejar nas reviravoltas que encontramos na trama anterior. Agora vamos aguardar o próximo livro para ver como essa história toda termina.

Será que Mare se tornará uma Rainha? Será que casará com Maven? Mare passará a ser mais humana na próxima narrativa? Cal a perdoará por suas atitudes? Ficam as perguntas para serem respondidas ano que vem. Vamos aguardar!

site: http://saberes-literarios.blogspot.com.br/2016/05/resenha-espada-de-vidro-victoria-aveyard.html
Nayara 17/02/2017minha estante
Concordo com vc, a leitura se seguiu arrastada pra mim tbm, exceto quando se chegou mais para o final do livro, em que comecei a sentir um pouco mais de emoção. Não gostei muito do desenvolvimento da Mare, muito dona da razão.
Mas ainda quero saber o que está por vir!




Isabella 03/04/2016

Todo poder tem seu preço.
Espada de Vidro começa onde a Rainha Vermelha parou. No início tive algumas dificuldades com a leitura porque li A Rainha Vermelha há muitos meses atrás e fiquei um pouco perdida na história, não esqueci toda a história mas alguns acontecimentos e personagens fugiram a minha memória, mas nada muito importante. Tive duas dificuldades com a leitura no início, a primeira, por ser o segundo livro de uma trilogia, ainda mais sendo uma distopia, fiquei com um pé atrás com esse livro, imaginando que seria apenas uma ponte para a conclusão da trilogia, o que ocasionaria um livro enfadonho, e a outra dificuldade foi porque A Rainha Vermelha, na minha opinião, foi um livro muito bom que eu gostei bastante,então logo imaginei que o segundo livro poderia ser uma decepção.

O início do livro foi muito enfadonho, com muitas cenas de ação, o que poderia ser algo interessante mas eram cenas maçantes de se ler, essas cenas não prendiam o leitor. Não sei se o defeito está no próprio arranjo da cena ou na escrita da autora ou na própria leitora. A história só começa a ganhar consistência lá pelas duzentas páginas, não deixando de frisar, é claro, que algumas cenas e diálogos anteriores eram muito interessantes.

Uma coisa que a autora acertou em cheio foi colocar cenas mais leves e divertidas para contrapor com o clima pesado do livro.Fez toda a diferença e nos deu um olhar mais amplo sobre os personagens. Em questão de estrutura, como eu disse, só melhora a partir das duzentas páginas, com novos personagens sendo adicionados a estória saiu do ciclo de apenas algumas pessoas e trouxe uma visão mais ampla, apesar de ser narrado em primeira pessoa. Num livro como A Espada de Vidro que conteve muito mais ação que a A Rainha Vermelha, era preciso equilibrar as ações com as cenas mais estratégicas, enigmáticas e outras mais emocionantes.

A personagem principal, Mare, caiu muito no meu conceito. Eu nutria certa simpatia por ela no primeiro livro que se desfez quase totalmente no segundo livro. Eu só conseguia ver uma personagem chata demais (muito chata!), não consegui ver sinceridade em suas emoções, ela pelas condições em que estava, era de se imaginar que ficaria mais cruel e arrogante. Mas ficou arrogante até demais. O que seria interessante da autora afirmar, é parar de colocar a Mare como centro de todo livro (tudo bem, sei que ela é a protagonista, mas no universo que a autora criou com tantos outros personagens tão fortes quanto a Mare - vide Cameron - ela não precisaria ser o centro de tudo.), só deixou o livro mais do mesmo. Parecido um pouco com outras séries que vemos por aí.

Em relação ao romance, Cal e Mare perderam os holofotes para outro casal que começou discretamente mas se mostrou sólido:Shade e Farley.Apesar dos apesares, e das cenas rápidas entre eles, só um leitor que lê as entrelinhas poderá observar que eles formavam um lindo casal. E eu espero que tenha algum conto deles, pro meu pobre coração.

O romance entre Cal e Mare continuou se mostrando através de como ambos se protegiam, novamente, o leitor precisa estar atento as descrições do autor. Cal é um dos meus personagens preferidos, depois de tudo que sofreu e passou, se mostrou mais frio e distante porém algumas cenas demonstrava seu medo e sua dor.É muito merecido que os leitores tenham algum conto ou ponto de vista do Cal. A visão fica muito pobre quando há apenas um personagem narrando.

O prêmio de melhores personagens vão para Cal, Shade, Farley e Kilorn.Cal, que eu não gostava no primeiro livro se tornou um grande querido, Shade com sua simpatia e seu humor, sempre disposto a proteger e ajudar também teve o seu brilho, e Farley e Kilorn apesar de não terem poderes,foram mais corajosos até do quem tinha. A bravura e a lealdade deles é algo de se elogiar e aplaudir. Muitos comentam sobre o "triângulo amoroso", se o livro não deu tanto espaço para o romance, imagine para um triângulo amoroso então. Kilorn se mostra leal a Mare independente do que ela pensa a respeito dele. A amizade de ambos é linda demais para ser considerada um romance, mas espero que Kilorn tenha um final feliz ao lado de uma menina que seja ideal pra ele, o que Mare não é.

O final foi inesperado, não sei exatamente o que esperar do terceiro livro, com todos os acontecimentos do final, a autora vai acertar se focar mais no lado político e estratégico do que nas próprias guerras e lutas em si. Foi um livro bom mas que poderia ter sido melhor, poderia ter desenvolvido melhor os personagens mas encerrou bem,deu um panorama sobre alguns personagens e não terminou abruptamente.

Confesso que acho que a escrita da autora não é excelente, é um pouco vazia, muito descritiva, como se fosse um livro técnico.Mas pretendo ler o terceiro o livro e aguardar a conclusão dessa série tão aclamada. Espero que não termine do mesmo jeito que a maioria das distopias terminam, mas que a autora tenha um final conclusivo e decente.

Por Isabella Pires.
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Amanda Gaia 27/08/2016

"Espada de Vidro" = Muita ação e nenhum carisma.

Dois mil e dezesseis está sendo um ano de leituras incríveis, principalmente as do gênero fantasia. Li muitas histórias sensacionais desde "A Rainha Vermelha", e justamente por isso meu padrão de excelência subiu. Acho que se fizesse hoje uma releitura do primeiro volume da série de Victoria Aveyard, talvez minha opinião não fosse tão generosa quanto foi à época (quatro estrelas).

Na ocasião, remei contra a correnteza e me opus às críticas da maioria dos leitores que não curtiram o fato da autora se inspirar tanto em obras já consagradas. Ignorei a sensação de dèjá vu e apostei minhas fichas, afinal, a leitura fluiu de forma dinâmica e me instigou, apesar de eu ter sentido muita falta de romance.

Hoje, olhando em retrospecto, vejo que a trama não somente deixou a desejar no quesito relacionamento amoroso (insosso e quase inexistente), mas também em outros aspectos, os quais só consegui identificar com precisão após a leitura de "Espada de Vidro": empatia pelos personagens (a falta dela) e os diálogos (fracos).

Não consegui sentir empatia por nenhum personagem. Todos muito distantes, sem presença, sem sal, sem carisma. O fato da história ser narrada em primeira pessoa não ajuda muito, porque a protagonista, a garota elétrica, estava mais para IDIOTA ELÉTRICA. Sério. Em determinados momentos (e não foram poucos) eu parava de ler só para bufar e/ou revirar os olhos, porque eu simplesmente não acreditava nas M* que ela estava pensando, falando ou fazendo. À medida que a trama avança ela fica mais e mais intragável, convencida e babaca. Ela deixa literalmente o poder subir à cabeça e começa a enxergar os vermelhos comuns da mesma forma que os prateados, como se fossem inferiores. Vibrei quando ralharam e jogaram umas boas verdades na cara dela. Se eu estivesse lá faria coro e bateria palmas.

Os diálogos contribuíram para essa falta de empatia. São diretos, sem nenhum traço de sarcasmo ou humor, bem arroz com feijão, básicos demais.

O ponto alto da trama continua sendo as "cenas" de ação. Victoria trabalha muito bem com embates, situações de conflito, estresse e perigo, tudo em sequência, sem dar tempo de respirar. É muito fácil visualizar a coisa toda acontecendo e acho que muito disso se deve ao fato dela ser roteirista. A narrativa segue num ritmo frenético e a leitura flui com facilidade.

Entretanto, no geral, não funcionou para mim. Não é um livro ruim, mas também não é ótimo. É o tipo de história que entretém, mas que depois que a última página é virada, é facilmente esquecida, não deixa saudade. Tenho a pretensão de ler o próximo volume, mas mais por não gostar de deixar nada em aberto do que por curiosidade.

IG literário: livrodegaia
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Clara.Grangeiro 07/03/2017minha estante
Teve momentos que também não simpatizei nem um pouco com essa protagonista. Achei ela muito egoísta e egocêntrica. O segundo livro piorou minha impressão. Espero que o terceiro seja melhor...


Isma 19/12/2017minha estante
Odeio essa protagonista, o pior de tudo que ela passa quase a maioria do livro dizendo que ela é preciosa, que é a mais importante e todo mundo tem medo dela. Que saco!


Clara.Grangeiro 15/02/2018minha estante
Isma, tenho a mesma opinião.




Raffafust 13/02/2016

Toda vez que chega uma continuação eu puxo pela memória relendo a resenha que fiz para o livro anterior. Foi assim que percebi que A Espada de Vidro, volume 2 da série de A Rainha Vermelha, confiram a resenha aqui) começa logo após o como terminou o primeiro livro e claro, não perde o ritmo.
Uma das coisas que mais havia gostado na história de Victoria Aveyard se repete nessa continuação, a protagonista não mede esforços para lutar pelo que deseja e agora vê que é inevitável uma guerra entre os vermelhos contra os que os oprimem. Para quem está pedido nessa resenha, eu ajudo: lembram que o mundo em que ela vive é dividido por pessoas de sangue vermelho e de sangue prateado. Mare Barrow já notou que tem poderes como os de sangue prata e os usa quando acha necessário . Dessa vez ela descobre que não é a única nessa situação e cisma de ir atrás de outras pessoas que assim como ela tenham os poderes. O bacana dessa história é que os coadjuvantes são fantásticos e sem eles não teria tanta graça ler esse livro. Nessa busca pelas pessoas são eles que fazem a diferença a ajudando a encontrar quem ela procura.
Ah sim, desculpe se isso for considerado spoiler, mas vale a pena notar que ela está em fuga do príncipe Maven porque ele descobriu seu segredo, o legal é que ela consegue libertar juntamente com Cal das garras dele.
A nossa heroína de apenas 17 anos aprende na pele que cada dia é um novo desafio e que mortes e sustos fazem parte de seu cotidiano. Se você está se perguntando onde está o romance nessa história, nosso suposto casal luta por lados diferentes mas por vingança e isso claro poderá uni-los, achei interessante a autora deixar no ar certas coisas e não forçar cenas românticas para agradar o público da idade da protagonista. Pontos para ela.

Na busca por sangue novos, Mare conhecerá novos personagens, enfrentará seus medos, reconhecerá sua força e nos fará ter ainda mas vontade de ler a continuação.

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2016/02/resenha-espada-de-vidro-editoraseguinte.html
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Giovana 12/03/2016

X-Men, dias de uma Mare p* da vida
Espada de Vidro começa diretamente a partir do final do livro anterior Mare está fugindo de ataques de Maven junto com Cal, alguns segredos da Guarda Escarlate foram pelo ralo, portanto o pessoal tem que ser criativo e usar as habilidades de Cal como general e Shade ("Shade Barrow is alive") para ao menos saírem vivos. Eles vão parar no refúgio do coronel, essa estadia é um tiroteio de plot twists até a autora definir o rumo da história, e ela deixa bem claro que a Guarda Escarlate é mais influente do que parece.

Um time incomum é formado e mesmo indo de forma fora da lei vão em busca dos X-Men, aka sanguenovos, que tem poderes diversos e desconhecidos, são iguais a Mare, vermelhos e prateados, seus poderes são incrivelmente superiores aos dos prateados não apenas pela amplitude do poder, mas porque são desconhecidos e o reino não sabe o que esperar deles e nem está preparados para eles.

Nessa caça aos sanguenovos vamos nos aprofundando a divisão territorial do continente e como é a população, e entender que nem em todo lugar há domínio prateado, só na maioria. As estratégias de busca não são das mais ricas, mas são das mais eficientes e sempre a sombra de Maven, que está sempre querendo afetar a garota elétrica.

Mare não está 100% nem psicologicamente nem fisicamente, e percebe-se a petulância da sanguenova, ela virou uma líder, porém não ganhou a simpatia de mais ninguém na história. Quando retrucava as coisas metade soava como um tapa na cara dos outros e metade era tapa na cara dela mesmo, mas ao menos ela tem objetivos, nem tão claros, mas tem.

A autora deixou um triângulo amoroso mega sutil na história, por não deixar o leitor lembrar disso e não ter tempo na trama para isso, o romance é quase zero na história (obrigada?!). Todos os personagens do time fora da lei e dos sanguenovos são determinados a um bem maior à sua maneira, ninguém recua depois de fazer suas decisões. Os poderes dos sanguenovos são incríveis e bem verossímeis com X-men, eu que não conheço muito bem a franquia de filmes nem as HQs senti várias semelhanças.

Quando anunciaram que essa série teria quatro livros eu não tinha levado muito a sério, pois o ritmo do primeiro não dava a sensação de levar a isso, mas ao finalizar Espada de Vidro eu tinha a certeza que merecia! Enquanto A Rainha Vermelha é um livro bom por ser uma novidade (mesmo rica em coisas que já vemos por aí), Espada de Vidro é bom porque tem vários elementos f*da! A protagonista não é para ser das mais queridas, mas todo o resto vale e muito a pena.

site: http://deiumjeito.blogspot.com.br/2016/03/livros-espada-de-vidro-victoria-aveyard.html
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Luana 24/01/2017

desenxabido
li o primeiro sabendo que se tratava de uma cópia barata de jogos vorazes, no entando não esperava que fosse tão barata assim a ponto de vir com defeitos e falhas. Não pretendo me prolongar, apenas deixar claro que foi um dos livros que eu definitivamente detestei. Não consegui sentir verdade em nada do que a personagem principal pensa, diz e faz, totalmente sem sal e contraditória, personagens quase completamente mal construídos além da falta de originalidade do enredo, quando li parecia que estava vendo uma grande junção de ojgos vorazes, divergente e maze runner em um livro só. Bom, a leitura me entediou ao ponto de compará-la a uma fanfic de adolescente, tão tosca e imatura quanto.
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