Duff

Duff Kody Keplinger




Resenhas - Duff


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Ana 09/04/2017

Para ser sincera, não consigo me lembrar o que me motivou a ler esse livro. Acho que eu estava buscando uma história leve, alguma coisa bem clichê só para passar o tempo mesmo, já que ultimamente tenho lido vários livros densos. Duff realmente cumpre com o que promete, tem uma narrativa suave e fluida, mas estaria mentindo se dissesse que caí de amores pela obra.

Aqui conhecemos Bianca Piper, uma garota que está no último ano do Ensino Médio que nunca se preocupa com a sua aparência, muito menos com o que as pessoas pensam dela. Bianca é a personificação da impulsividade e quase sempre é bem mal-humorada, mas é muito inteligente e leal às amigas. Tudo anda muito bem, obrigada, até que certo dia, em uma das vezes que é praticamente arrastada para uma boate pelas amigas, Wesley Rush, o maior galinha da escola, simplesmente a chama de Duff. Duff é uma sigla em inglês que significa designated ugly fat friend, ou seja, a amiga gorda e feia.

A partir daí, Bianca não consegue parar de pensar no que Wesley disse. Até aí tudo bem, imagina o cara chegar do nada e falar que, do seu grupo de amigas, você é aquela que "serve" para que as outras se sintam mais bonitas? Só que Bianca reage da forma mais contrária possível. Ao invés de se afastar do cara que a maltrata, ela vai lá e dá um beijo nele, no meio da baladinha. Por mais que Bianca jurasse que estava fazendo isso apenas para ocupar sua cabeça (além dos problemas de bullying, os pais da protagonista estão enfrentando um problema do casamento), não consigo aceitar o fato de uma pessoa ficar com uma pessoa tão babaca, sabendo que ela é babaca. Não bastasse isso, a medida que essa inimizade colorida evolui, já que ela passa o livro todo falando o quanto odeia Wesley, Bianca começa a mentir para as amigas dela, Jessica e Casey.

Eu sei que quando a gente é adolescente agimos de forma impulsiva, não conseguimos controlar direito as coisas que sentimos, mas eu quero deixar uma coisa clara: esse tipo de relacionamento não é normal, muito menos saudável. Não é saudável que as meninas que leiam o livro achem que o comportamento de Wesley é normal, muito menos que esteja tudo bem em aceitar tais atitudes do parceiro. Acho que tudo bem usar esse tipo de narrativa em livros, desde que seja para mostrar que é algo negativo. Isso não acontece em Duff porque Wesley só começa a mudar lá para o final, isso depois de Bianca dizer para ele que o nome a magoava e machucava.

Outra coisa que me chateou bastante durante a leitura foi as personagens usarem o termo "vadia" constantemente para se referirem às meninas da escola. Meu Deus do céu, meninas não são "putas", "vadias", "fáceis" e nem nada do gênero só porque ficam com pessoas! Meninas não são "putas", "vadias", "fáceis" e nem nada do gênero só porque gostam de fazer sexo com quem sentem vontade! Misericórdia, parem de chamar suas iguais desses nomes depreciativos!

Enfim, depois de falar tanto, imagino que vocês estejam pensando que esse é o pior livro que li na minha vida, mas não é. Kody Keplinger é uma ótima escritora, prova disso é que escreveu Duff enquanto ainda estava no último ano do Ensino Médio, e escreveu porque se sentia a amiga duff. Sinceramente, é difícil para mim aceitar que um termo que magoa tantas meninas ainda existe, mas eu queria dizer que todos nós somos duff's. Todos nós nos sentimos feios e estranhos e pra baixo uma vez na vida. Eu gostei muito da forma como a autora retratou esse tipo de bullying e gostei de como "acabou" com ele no final.

Também gostei bastante do drama familiar inserido na história, apesar e não achar que ele seja justificativa para certas atitudes de Bianca. Divórcios são sempre muito difíceis, independentemente da idade dos filhos, principalmente quando uma das partes ainda demonstra amor. Achei legal como Keplinger mostrou a importância da presença dos filhos, do apoio e tudo mais. E, claro, achei muito válido a forma como as coisas se resolveram no fim.

Duff é uma leitura válida, sim, se a pessoa tiver maturidade o suficiente para entender que certos tipos de relacionamentos não são saudáveis, e que certas atitudes não se justificam por causa de problemas familiares ou com amigos. Nunca, nunca se esqueçam que um relacionamento ideal é aquele onde as pessoas se amam e demonstram, são companheiras e, acima de tudo, se respeitam.
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Dany 05/02/2016

Resenha: Duff
Quando vi que ele seria lançado fiquei doida pra ler. Com o livro em mãos, já tenho que avisar que amei essa capa, amei o marcador, amei por ser na cor roxa, amei a história, amei a forma como a escritora escreve. Deu pra notar que o quanto gostei?

Bianca Piper tem 17 anos e não é como as demais garotas de sua idade, não acha que amor nasce de uma hora pra outra, mas sim que é construído ao longo do tempo, além de não gostar de demonstrações de afeto em publico e demais acontecimentos que as meninas de sua idade gostam do tipo, dançar, beber, se envolver com vários garotos e por aí vai.

Apesar de não ser muito romântica Bianca vivi de olho em Toby porém nunca falou com ele ou demostrou a ele seu interesse. As únicas pessoas que sabem disso são suas amigas inseparáveis Casey e Jessica.

Apesar de ser um pouco mal humorada e reclamar de tudo, Bianca tem uma personalidade muito forte. Até então estava tudo estabilizado em sua vida, mas és que em uma noite que saiu com as amigas e elas estavam dançando enquanto Bianca conversava com o garçom e bebia Coca Light Wesley balançou sua solidez. Digo balançou no sentido de que ao chamava de Duff, Bianca passou a encarar tudo ao seu redor de outra forma.

Mas que é Wesley? É apenas o cara mais rico da escola, mais bonito, pegador e usando as próprias palavras de Bianca: “Wesley é um babaca. (...) Dorme com qualquer coisa que se mexa e guarda o cérebro dentro da calça, o que significa que tudo ali é minúsculo.” Pág. 16.

Duff é uma sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend traduzindo seria a amiga feia e gorda. Wesley então lhe explica que para ele todo grupo de meninas tem uma amiga feia que é “usada” pra se conseguir sair com alguma das outras amigas bonitas. Ou seja, conversa com uma Duff abra a possibilidade de ele sair com algum das amigas bonitas.

A parti disso tudo começa a mudar. Tanto em relação à amizade de Bianca com suas amigas, quanto os seus conflitos internos e a relação de seus pais. É pra piorar ainda mais as coisas ela acaba tendo que passar um tempinho ao lado de Wesley por causa da escola.

A forma como tudo é contada de deixa tão envolvida com a história que é impossível largar o livro. Mesmo a Bianca sendo ranzinza às vezes não fez com que eu não gostasse dela, pelo contrário, só fez com que eu ficasse ainda mais viciada porque realmente a gente acaba se surpreendendo com suas atitudes. Bianca tem personalidade, não está disposta a mudar pra agradar ninguém, fala o que achar conveniente e além de tudo ela é incrível. Duff aborda a temática sobre o bullying, mas não daquele tipo tão escancarado, mas sim de uma forma velada que ela só veio enfim notar depois que Wesley lhe chamou. Outro ponto também e com relação a garotas que são chamadas de vadias, só porque preferem se envolver com vários garotos ao invés de apenas ter um namorado. Bianca se questiona sobre vários pontos, inclusive com relação ao relacionamento dos pais, o relacionamento com as amigas e com seus próprios sentimentos que acabaram entrando em conflitos com o que ela jugava “certo”. Bianca também encara o sexo com naturalidade e não se sente reprimida ou envergonhada por isso, ela sabe que isso é uma coisa natural do ser humano e toma seus devidos cuidados além de ser informada e consciente de tudo o que faz.

Eu indico sim Duff, até porque o livro vai te surpreender pode ter certeza. Se você achar que vai ser mais um daqueles livros infanto-juvenil bobo com o foco apenas em namorados e em romance está enganada, embora tenha os dois. Porém a forma como tudo é abordado, os outros temas que fazem ligação eseus aprofundamento, tudo fluí para se ter uma história envolve. Porque afinal, eu sou/fui uma Duff, provavelmente você também já foi/é uma Duff. Todos nós eu fomos ou seremos Duff e porque então não tirar proveito disso?

Depois de pensar nisso por um tempo, decidi que havia muitos benefícios em ser uma Duff.Benefício 1: não é preciso se preocupar com cabelo ou maquiagem.Benefício 2: não há pressão para ser descolada – não é para você que estão olhando.Benefício 3: sem problemas com garotos. Pág.74

Com relação ao filme.
Não posso deixar de fazer uma pequena espanada sobre o filme e comparar com o livro até porque pude conferir os dois. Assisti ao filme primeiro antes de saber que tinha o livro, agora que li o livro posso olhar para ambos e dizer que gostei dos dois por serem diferentes.

O filme pegou apenas o conceito de Duff e os nomes dos personagens, mas modificou quase que toda a trama, o que não ficou ruim, pelo contrário eu adorei. Achei super divertido apesar dos clichês.

O livro é mais profundo com relação aos sentimentos da Bianca e de tudo que acontece ao seu redor, tem mais história e é mais envolvente.

Eu diria que um é o complemento do outro. Enquanto no filme é puxado mais por lado engraçado, no livro o foco é um pouco denso.

Só sei que vai te deixar com um sorriso bobo ao terminar de conferir ambos.
Vale ressaltar que no livro não temos uma vilã declarada a Bianca igual temos no filme, nem muitos menos as cenas de bullying são tão explicitar como no filme do tipo de filmar determinada coisa e postar na internet. No livro esse tipo de assunto é mais interno, Bianca passar a analisar suas próprias atitudes com relação aos que estão ao seu redor.

site: http://recolhendopalavras.blogspot.com.br/2016/02/resenha-duff.html
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LidiRSantos 08/12/2016

Bianca e Wesley
Iniciei o livro crendo que se tratava apenas de mais um livro onde um casal que não tem nada a ver se apaixonam e passam a viver suas aventuras e desventuras amorosas. Mas sem aprofundar Kody retrata diversos temas incluído a fuga da realidade, os medos e vícios que nos fazem fugir do novo. A questão da sexualidade e as consequências e falada de uma forma bem natural e sua consequências. Mostra como às vezes nos rendemos aos títulos e definições que muitas pessoas, que nem nos conhecem e não sabem o que vivemos, tenta nos costurar. Como ainda vivemos num Mundo onde precisamos nos sentir especiais e únicos mas ao mesmo tempo a sociedade tenta nos colocar num molde onde tudo e todos devem se encaixar. A forma que a historia é contada me pareceu uma novela que realmente queremos acompanhar e saber as fofocas rsrs. Gostei bastante de Bianca e Wesley.
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Daia @contandocapitulos 07/04/2017

Livro Incrível!
Mais uma leitura concluída e o que ficou ao final foi uma dúvida imensa sobre qual a relação existente entre o livro e o filme.


Quando adicionei Duff aos desejados, me falaram que o livro era incrível e o filme uma merda. Isso me deixou curiosa, pois eu tinha amado o filme. Achei uma comédia super atual e divertida. Aí está o grande problema: Transformaram um livro incrível em uma adaptação fútil e boba.


O livro é uma contradição absoluta ao filme, enquanto na adaptação o drama de Bianca era o apelido "DUFF", No livro ela tem problemas sérios em família, que são os responsáveis que a levaram para próximo de Wesley.

No filme Bianca parece muito mais insegura e Wesley muito mais babaca.


Já vi muitas reclamações sobre adaptações de livros para o cinema. Partes cruciais que não foram abordadas, mudanças nos personagens e afins, Mas isso nunca me incomodou, por se tratar de adaptações nunca esperei que fossem exatamente iguais. O que me deixou incomodada foi que o filme não tem nada a ver com o livro, a única coisa igual é o nome dos personagens.


Me apaixonei pela leitura. Geralmente os YA tem uma pegada meio bobinha, sonsa e infantil. DUFF é o contrário de tudo isso. Uma narrativa atual, sensual e divertida que trata de dramas que acontecem com muitas pessoas todos os dias.


Amo o filme, acho uma comédia super legal. Amei o livro, foi o melhor YA que já li. Mas fazendo uma comparação entre os dois, não posso deixar de admitir: O livro é incrível e o filme é uma porcaria.

site: https://www.instagram.com/p/BShcO6ejwv9/?taken-by=tchelivros
Amanda Campelo | @booksdaamanda 07/04/2017minha estante
Concordo!!




Carol Santos 03/05/2016

A D O R E I
Duff conta a história da Bianca Piper, uma garota que tem duas amigas lindas em sua visão. Esperta e segura daquilo que acha , vê sua segurança e seu mundo desmoronar quando lhe acontece várias coisas no núcleo familiar e na sua vida. Para piorar Wesley Rush, o cara popular da escola, lhe apelida de Duff dentre suas amigas. Na certa isso gera confusão.

Eu me surpreendi muito. Já tenho ideia por ter visto o filme e me lembrar dele, mas não esperava que a diferença fosse enorme. O filme se utilizou unicamente dos termos e só. O que vem ser tratado no livro é bem mais amplo. Aqui vamos ler sobre bullying, problemas familiares, alcoolismo, amizades e amor. Bianca, ao tentar fugir de seus problemas, se vê presa fisicamente com o Wesley. E os dois juntos, tentam superar seus problemas pessoais. Com humor, sagacidade, o cotidiano da vida dos jovens, Kody fez o livro certo para agradar essa faixa etária.

" Depois de pensar nisso por um tempo decidi que havia muitas vantagens em ser uma Duff. Benefício 1: não é preciso se preocupar com cabelo ou maquiagem. Benefício 2: não há pressão para ser descolada - não é para você que estão olhando. Benefício 3: sem problemas com garotos. " pág. 74

Falar da personalidade da nossa protagonista é ver o quanto ela foi bem construída. Em nenhum momento Pipper muda suas convicções, apesar de sua insegurança em alguns momentos aparecer. E Rush, mesmo sendo o típico canalha e pegador de todas, tem seus méritos no seu caráter. Uma das partes mais legais foi quando a interação dos dois deixou por um momento de ser carnal para ser de cumplicidade. Aqui ambos os sentimentos evoluíram e lhe foram forçado a ter coragem para enfrentar seus problemas. Aliás a autora trata a relação sexual de uma forma honesta e limpa.

Também é tratado aquela certa dúvida e indecisão que sempre está presente na garotada. Vemos em uma pequena parte um triângulo amoroso, mas que retrata aquilo que falei em cima, a dúvida e indecisão da nossa personagem.

" Wesley Rush não tenta conquistar garotas, mas eu estou tentando conquistar você. " pág. 281

É um típico tema de adolescente? Sim! Porém ele tem muita coisa a nos acrescentar. São temas bem atuais os abordados e vale a pena a leitura. Tem um tempinho que não lia um livro que na superfície parece tratar de um assunto ameno e bobo, entretanto tem bastante coisa para pensar. Recomendo! Sua diagramação é bem encaixada, parece que é grande, mas em uma sentada você lê, divertido, com o humor sarcástico típico da faixa etária, tem tudo para ser um grande sucesso. O ponto de vista é da Pipper, em 1° pessoa.

" Chamar Vikki de vadia ou vagabundo era o mesmo que chamar alguém de Duff. Era uma coisa ofensiva de dizer e magoava profundamente. Era um desses rótulos que se alimentavam dos medos secretos que todas as meninas têm de tempos em tempos. Vadia, puta, puritana, cabeça de vento. Era tudo a mesma coisa. Toda garota já foi definida por esses adjetivos sexista em alguma etapa da vida. " pág.296

site: http://diariasleituras.blogspot.com.br/2016/05/resenha-duff.html
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Lane @juntodoslivros 12/03/2016

Todos Acabamos Sendo Uma DUFF
Duff apesar de ser um livro young adult bem leve, trás um assunto bem complicado pelo menos ao meu ponto de vista.

Bianca Piper é uma garota comum de 17 anos. Comum, mas nada boba. O sarcasmo está sempre por perto. Sempre uma resposta afiada na ponta da língua, principalmente quando se trata de Wesley Rush. O cara mais pegador do colégio que faz as meninas se jogaem em seus braços e em sua cama.

Em uma festa no Nest, Bianca fica sentada no balcão do bar sozinha e tudo o que ela quer é ser deixada em paz enquanto observa suas amigas Casey e Jessica dançando animadamente na pista de dança. A música e o ambiente não lhe agradam, mas ela é a carona das amigas. Tudo transcorre bem até Wesley surgir e lhe dizer que ela é uma DUFF:

“– [...] designated, ugly, fat e friend, ou seja, a amiga feia e gorda. – explicou ele. – Sem querer ofender, é isso que você é.” Página 13

Apesar de ser uma garota decidida e não ligar para o que os outros pensam dela, isso acaba deixando Bianca abalada. Para completar, descobre que seu ex-namorado está de volta à cidade e sua própria família está se desfazendo. Isso ela já esperava, mas seu pai não está reagindo bem à separação, o que a deixa preocupada.

Bianca é uma garota que não chama atenção dos garotos, mas gosta de falar o que pensa. Ainda assim é bastante reservada quanto aos seus próprios sentimentos. Ela acaba passando por situações que exigem momentos de desabafo. Porém, guardar tudo dentro de si é o que ela acaba fazendo. Em algum momento a dor tem que ser liberada, somos humanos e os sentimentos não podem ser abafados. No caso de Bianca, a maneira como ela resolve abafar seu turbilhão de sentimentos não é nada convencional. E aqui se estabelece as perguntas que me perseguem desde que iniciei a leitura: Isso faz dela algo que ela não é? Precisa ser rotulada? Acho que não. O corpo de cada um diz respeito apenas a cada um. Não concordo com seus métodos, mas respeito sua vontade.

Em meio ao drama de sua vida, Bianca acaba se envolvendo com o cara mais improvável: Wesley Rush. Tudo o que Bianca quer é esquecer, nem que seja por um momento, tudo de ruim que está acontecendo e Wesley serve como válvula de escape.

O livro abre nossa mente para questões sobre sexualidade, impulsos adolescentes, rótulos abusivos e questões sobre quem você é realmente.

Para quem não sabe, existe um filme e esse é bem diferente do livro. O filme passa uma Bianca superficial que fica muito brava com as amigas por fazerem dela uma Duff. No livro, Bianca apesar de ficar incomodada por isso, não torna isso algo como ponto principal de sua vida. Apesar de gostar do filme como uma comédia romântica fofa, o livro é bem mais que isso.
Leiam e assistam. Tirem suas próprias conclusões. ;D


site: http://www.lagarota.com.br/2016/03/resenha-livro-duff-filme-inspirado-kody-kplinger.html#comment-form
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Laris @larisreads 03/06/2018

DUFF
Designated
Ugly
Fat
Friend

Em outras palavras, a amiga feia e gorda.

Bianca Piper é uma Duff, e descobre isso de Wesley Rush, o passador-de-rodo-catraca-livre-pegador-supremo da escola. Bianca tem amigas lindas e magras, enquanto ela é pequena e não se acha nem um pouco atraente

Saber que é uma Duff apenas destaca essa diferença para ela, porém Bianca toca um "dane-se" e segue sua vida como se essa informação não significasse nada para ela, mas fica claro que a palavra a assombra e o fato de Wesley, (quem ela fervorosamente afirma odiar apesar do óbvio crush que ela tem nele), a chamar assim sempre que possível não ajuda nem um pouco. Mas as circunstâncias acabam unindo Bianca e Wesley de uma maneira que eles jamais teriam imaginado possível.

Esse é um livro muito interessante, mas não consegui simpatizar muito com a protagonista por um bom tempo durante a leitura. Não sei se é porque estou velha demais para esse tipo de drama de high school ou se o problema é com ela mesmo.

Mas apesar de previsível (famosa moral de livro sobre estereótipos: todos temos defeitos, ninguém é perfeito, rótulos são uma bobagem, no fundo todo mundo é Duff, etc), esse livro tem muitos méritos, fala sobre amizade, aceitação e sobre como esses rótulos deveriam ser apenas isso: rótulos, e não a definição de quem somos.
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rapha 13/07/2018

(Livro x Filme) Designed Ugly Fat Friend
"— Eu, na verdade, preciso da sua ajuda. Olha, suas amigas são gatas. E você, querida, é uma Duff.
— E isso significa alguma coisa?
— Uma sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, ou seja, a amiga feia e gorda — explicou ele. — Sem querer ofender, é isso que você é.
— Eu não sou uma...!
— Ei, não fique na defensiva. Não que você seja uma ogra ou coisa assim, mas comparada a elas... Olha só, você tem amigas lindas... Amigas muito lindas. O lance é que os cientistas já provaram que todo grupo de meninas tem um ponto fraco, a Duff. E garotas bonitas tendem a se dar bem com garotos que se enturmam com as suas Duffs."

Bianca Pipper, adolescente do ensino médio que odeia adolescentes do ensino médio, é a nossa DUFF. Amiga desde sempre das maravilhosas Casey e Jessica (loiras, altas, populares, simpáticas que atraíam a atenção de todos os caras), nunca percebera problema nenhum até que Wesley Rush, o capitão do time de futebol mais babaca e mulherengo que ela já conheceu, lhe informar que ela era a amiga gorda e feia, que só servia para ressaltar ainda mais a beleza das outras duas. A partir daí, mergulhamos na história bem comum sobre autoconhecimento que costuma caracterizar essa idade, mas nem por isso se torna chata ou repetitiva. Narrado em primeira pessoa, Bianca com o seu humor ácido nos cativa logo nas primeiras páginas. É a típica adolescente que odeia e se irrita com tudo, e está sempre revirando os olhos.

Wesley Rush, o babaca, chega nela um dia no bar com intenção de virar ‘amigo’ dela, apenas para que ela fale bem dele para suas amigas. Ele quem a apresenta ao ‘mundo DUFF’, e ela começa a partir daí a ficar paranoica com a possibilidade dele ter razão.

Bianca então se afasta das amigas, criando picuinhas na cabeça de que realmente ela só está ali para inflar o ego delas. Ao mesmo tempo, a situação em sua casa também não poderia estar pior: seus pais estão com o casamento totalmente desequilibrado, e ela tem medo que um possível divórcio venha destruir a sobriedade de seu pai, que foi alcoólatra antes dela nascer. Nesse turbilhão de emoções e péssimas escolhas, ela vai atrás de ajuda nos piores lugares.

O filme (lançado em 2015) eu já havia assistido, e foi ele quem me motivou a ler o livro, inclusive. Engraçado e fofo, com personagens de várias cores e raças, um ótimo exemplo de comédia romântica daquelas bem Sessão da Tarde pra assistir com sua mãe ou irmã. Porém, não se trata daquela obra 100% fiel ao livro (em partes, até que é bom porque no livro tem muitas transas, não daria pra assistir isso na TV da sala de casa).

Primeiro que Bianca e Wesley são vizinhos e se conhecem desde sempre; apesar dela não gostar muito dele, não tem como a gente que assiste não gostar (afinal é interpretado pelo príncipe do Robbie né meninas, que pedaço de homem)! Mesmo sendo mulherengo sem vergonha, desde o começo ele é todo engraçadinho e fofo com a Bianca. No livro, eles são da mesma escola, frequentam algumas aulas juntos e só. Antes do dia do bar, ele nunca havia falado nada diretamente pra ela, o que só aumenta a canalhice e te deixa com ranço do personagem.

Casey e Jessica também mudam quase que da água pro vinho; no livro elas são muito mais aprofundadas, enquanto no filme elas mal aparecem. Estão o tempo todo preocupadas com a Bianca, que do nada se afasta e começa a esconder tudo delas e até a evitá-las. Achei bem bacana o relacionamento delas e senti falta disso no filme.

E a própria Bianca. Talvez a mudança que mais me incomodou, as outras a gente releva. A personagem principal sofre de ansiedade. O casamento abalado dos pais é algo que a preocupa constantemente e ela não fala disso com ninguém, vai só engolindo as angústias e fugindo da situação. Você sente quase que na pele todo o sofrimento dela.

No filme, nada disso acontece: seu pai (que nem aparece) não mora com ela há muito tempo e sua mãe está engajando em novos relacionamentos. Fica mais na questão DUFF mesmo, o que eu achei que poderia ser tratado melhor: ela pede ajuda ao Wesley para mudar seu status de DUFF, e todo o enredo se caminha a partir daí. No livro esse nome começa a pesar muito na sua vida e a deixa muito mal. Não é só um apelido ou piada.

A grande surpresa do filme para quem acabou de terminar o livro é a Madison. Talvez inspirada na Vikki do original, Madison é a típica vilã dessas histórias adolescentes: a aluna desejada por todos, rainha do baile, roupas e cabelos maravilhosos e má. Mas eu não gostei. Ninguém é assim caricato de verdade né? Até a Vikki tem mais profundidade que isso, mesmo aparecendo em só algumas páginas.

A autora é novinha (26 anos) e faz uma pontinha no filme no estilo Stan Lee da Marvel. Possui mais dois livros nessa pegada Young Adult, e fiquei bem curiosa para ler o Shut Out, que fala sobre rivalidade e competição entre os times escolares de futebol americano e futebol.

Tirando a Madison, o filme é uma delícia. Claro que depois que você lê o livro, dá aquela sensação de quero mais, ou quero direito. Meu conselho é que você primeiro assista, e depois leia. Não vai estragar o seu final, nem o meio e vai te deixar gostar mais do filme.

site: https://elefantenaestante.wixsite.com/blog/inicio/livro-x-filme-duff-kody-keplinger
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Elida | @elilendo 20/02/2018

Maravilhoso, melhor livro.
Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, nem entre as duas amigas lindas dela, porém é inteligente e não se importa com que os outros pensam dela... Ou pelo menos é o que ela acha acreditar.

Wesley Rush é um dos caras mais populares, bonitos e bom em tudo da escola. Mas quando ele apelida a Bianca de "DUFF" ? Designated Ugly Fat Friend ? dizendo que ela é a garota menos atraente do grupo de amigas, ela passa a enxergar as coisas de um outro jeito.

Esse livro foi adaptado para filme. E como era de se esperar de adaptação, ela não é fiel ao filme. Porem, tem várias coisas que foram criadas só para colocar no filmes. E apesar de eu não ter lido o livro antes de assistir (e amar) o filme três vezes, acabei comprando e agora que terminei de ler, ainda amo a adaptação, mesmo sabendo das trocas de cenas e personagens que eles fizeram.

Uma coisa muito boa de ler esse livro, é a parte não explorada no filme que é o relacionamento de Bianca e Wesley. Eles tem uma relação boa, engraçada e amorosa. Apesar de Wesley ser um safado de primeira linha, ele sofre com a família do mesmo jeito que a Bianca. Quando os pais de Bianca se separam, ela entra em um pânico interno e acaba tendo como distração, Wesley. É isso faz com que a relação deles entre em uma coisa mais profunda e diferente do que se passa no livro. Tudo é explicado, tudo tem uma razão. E Bianca ajuda a Wesley e ele faz o mesmo.

Os personagens que aparecem no filmes, uns que até senti raiva, no livro foi explicado porque eles agiram assim. Porém, foi feita de uma maneira totalmente diferente é que fosse de realmente você achar o personagem banal, sendo que ele não é. Como Toby, ele não é aquele idiota que é retratado no filme. Até as amigas de Bianca são diferentes, o pai também aparece no livro (porque o pai da Bianca não apareceu no filme? Ele é de bastante importância.)
Não é bem considerado um spoiler, mas são informações que fazem você querer ler o livro para saber o porquê do que aconteceu no filme.

Eu amei o livro e apesar da adaptação do filme ser diferente, eu amo o filme. Recomendo ambos para ler/assistir, porque são ótimos. Livro para sim, reler sempre que sentir saudades.
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Reniére 21/04/2016

DUFF, por Kody Keplinger
Ambientes escolares e problemáticas adolescentes são temáticas muito abordadas nos livros Jovem Adulto. Contudo, Duff contém um elemento-chave diferencial que tornou a leitura menos mais do mesmo para mim: a protagonista.

Bianca não é do estilo baladeira, prefere ficar em casa ao ir para as festas com suas duas melhores amigas. Amigas estas que, Bianca sabe, são seu completo oposto: belas e esbeltas, as meninas não têm problemas com os rapazes. Não que ela pense haver algum problema em não conquistar meninos por onde passa. Ao contrário disso, a protagonista tem plena consciência de quem é e de como é e não faz o mínimo esforço para mudar essa realidade.

Até que um dia, Wesley Rush, o cara pegador e detestável do colégio, a encontra em uma festa (que ela normalmente vai para agradar suas amigas) a decide fazer de Bianca o pretexto perfeito para aproximar-se de suas amigas, intitulando-a Duff. Basicamente, ele afirma que ela é a garota mais feia do grupo de amigas o que ela já sabia antes de ele abrir a boca, obrigada -, mas o que ela não esperava era o efeito negativo que as palavras causariam nela.

Além de aceitar a realidade de ser uma Duff e fingir que isso não a incomoda, Bianca também precisa lidar com a mãe ausente e com o fato de seu pai estar lidando com o fim de seu casamento da pior forma possível. Para completar, seu ex-namorado que a magoou e enganou está de volta à cidade com sua noiva. Bianca encontra-se ocupada por tantos problemas que encontra uma válvula de escape na pessoa mais improvável de sua vida.

É a partir de então que toda a vida da adolescente tem uma reviravolta inesperada. Ela tenta ao máximo enfrentar tudo da melhor maneira possível, mas está certa de que encontrou um vício para si ao se encontrar secretamente com Wesley, além de estar ciente das mentiras que conta para as amigas a fim de acobertar seu segredo sujo, mas já sabemos que as coisas não irão seguir por essa linha por muito tempo.

O livro, por ser jovem adulto e possuir tal premissa, demonstra sim ser um romance bobinho passatempo para os adolescentes, mas ao meu ver, o livro aborda temáticas realmente muito interessantes, como a questão dos padrões estéticos, a autoaceitação, a clareza e objetividade ao lidar com problemas e a importância de haver pessoas confiáveis para enfrentá-los de maneira sensata.

Me identifiquei muito com Bianca em alguns aspectos e, com outros, fui surpreendida. Nossa protagonista adolescente é cheia de si, é madura e bem resolvida e não precisa que as outras pessoas a enalteça. Mas também não é de ferro e sente na pele quando seus sentimentos são feridos. Mais humana impossível! Me pareceu o modelo perfeito de protagonista a ser idealizada pelos leitores público-alvo do livro.

Acredito que a autora acertou em cheio com as temáticas abordadas e a mensagem implícita de não julgarmos os outros por sua aparência, bem como nos aceitarmos pelo que somos. Principalmente para os adolescentes, o livro tem sua importância, além de ser uma leitura leve, rápida e gostosa de ser feita. Realmente recomendo.

site: www.palavrasradioativas.com
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Greice.Fins 05/03/2016

DUFF
The Duff gira em torno de Bianca Piper e o seus problemas, que não são poucos. Bianca tem 17 anos e diferente da maioria das garotas ela é cínica, pessimista, cheia de teorias e principalmente não se importa com o que pensam ou dizem ao seu respeito. Sua teoria mais ‘mirabolante’ é a que os adolescentes não se apaixonam e que para amar alguém de verdade é necessário tempo e conhecimento.

Bianca sempre odiou Wesley Ruch, o maior playboy mulherengo da sua escola. Logo no começo do livro ela se recusa a ajudar Welsley a conquistar uma de suas melhores amigas e ele a rotula de Duff. Duff só tem sentindo em inglês e significa: Designated, Ugly, Fat, Friend (Designada, Feia, Gorda, Amiga) parte da teoria que, em um grupo de amigas sempre haverá uma garota que será a ultima a ser notada pelos rapazes, isso é a Duff. Ofendida – quem não ficaria? – ela joga sua Coca nele e daí em diante as coisas só melhoram, certo dia por impulso ela beija Wesley e descobre que quando eles estão juntos, ela consegue desligar a mente de todos os seus problemas. Wesley funciona como sua válvula de escape.

Como se não bastasse ser chamada de feia e gorda. Bianca ainda tem que lidar com separação dos pais. Em consequência da separação, seu pai volta a beber depois de dezoito anos e isso mostrar ser mais um desafio para ela. Conforme a história avança Bianca e Welsley começam a se encontrar com cada vez mais e logo um sentimento começa a crescer entre eles, sem que ela perceba. E eles acabam descobrir que têm mais em comum do que imaginam.

Diferente da maioria dos mulherengos safados Welsley até que tem algum conteúdo, apesar de todo seu ar prepotente, ele se mostra bastante inteligente e um bom ouvinte. Bianca é uma personagem muito forte e realista, em algumas situações é possível realmente se identificar com algumas coisas do seu dia a dia. Uma coisa que eu não gostei nela foi o fato de como ela lidou com o problema do seu pai e a bebida, ela simplesmente achava que isso iria passar e tudo ficaria bem. O que eu achei que a autora pecou um pouco nesse sentido, pois podia ter explorado mais a parte do alcoolismo do pai.

A autora acertou em abordar temas envolvendo problemas com amigos, escola e sexo, sem deixar nada cansativo. Apesar de The Duff ser um jovem adulto, ele me lembrou bastante de alguns livros como Metrica / Belo Desastre / No limite da atração. Talvez seja pelo fato do relacionamento, de ambos os personagens dos livros, ser intenso e bastante conturbado. A leitura é bastante rápida e divertida. Como o livro é narrado por Bianca, toda estória fica mais engraçada.

"...Tanto drama! Se eu fosse uma rica snob de Manhattan, podia ter sido uma personagem em Gossip Girl. (Não que eu assista essa série inútil... frequentemente... da qual minhas amigas sabem...) Por que minha vida não podia ser uma comédia? Então de novo, mesmo o pessoal do Friends tinha problemas..."

O filme assisti no começo desse ano e não não possui nenhuma fonte de ligação com o livro, são historias totalmente distintas apenas pela denominação de DUFF que nesse caso se encaixa. Acredito que todas nós meninas já nos sentimos como uma DUFF não importa em quase fase da vida nos sentimos assim. Mas nem sempre ser uma DUFF é necessariamente ser algo negativo.

um livro sobre como julgar as pessoas pela aparância pode ser desafiador!

Recomendo esse livro a todas as meninas !!!
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Valéria 25/10/2017

DUFF - Young adult real
Se você quer relembrar a adolescência, aqui vai! Li o livro com 23 anos, o que me fez relembrar aquela fase estranha e maluca que é adolescência, quando os nervos estão a flor da pele e o julgamento externo importa tanto. Foi divertido olhar por um novo ponto de vista, o que todos nós já passamos! Adorei o ritmo de escrita, que não é puxado demais no romance ao ponto de ser piegas. È fácil, é simples, com lágrimas, um pouco corrido e divertido, exatamente como um primeiro amor de verdade deve ser!
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Mel Trabach 26/12/2018

Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela.
Ou é o que ela procura acreditar.

Quando Wesley Rush, um dos caras mais populares da escola a apelidado de DUFF - sigla em inglês para: designated Ugly Fat Friend, a menina menos atraente de seu grupo de amigas - ela passa a se enxergar de outra maneira.

A princípio Pode parecer só mais um livro sobre bullying na escola, mas a narrativa também toca em outros assuntos muito sensíveis como: divórcio, alcoolismo e violência doméstica.

A autora aborda assuntos bem complexos mas de forma bem leve e descontraída, e tudo surge de maneira bem natural ao longo da narrativa.

Você vai se reconhecer em vários aspectos de Bianca e de cada um dos personagens, vai perceber que todos nós temos nossa bagagem interior, e que nossas ações sejam elas boas ou ruins influenciam todos aqueles a nossa volta.

Bianca é inteligente, esperta, divertida, e Wesley também é tudo isso, porém se esconde atrás da fachada de Bad Boy da escola, e o que parecia uma combinação improvável, vai gerar ótimos diálogos e te arrancar bons questionamentos.

O livro tem sim uma pegada de romance, mas isso nem de longe é o tema principal da história, além de todos os temas mencionados acima como: bullying, família... o livro também vai falar sobre aceitação, sobre autoestima, enfim problemas que todos nós enfrentamos uma vez ou outra na vida.

A leitura me emocionou bastante, e com certeza eu recomendo esse livro, mas principalmente recomendo ele para jovens pois acredito que esse livro tem muito a ensinar.
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