Duff

Duff Kody Keplinger




Resenhas - Duff


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Day 22/05/2019

Somos todos Duffs
De forma cativante e rápida, a história ganha forma. Dois adolescentes que não possuem nada em comum se transformam em uma dupla perfeita cheia de imperfeições.
Seguindo um ritmo natural, a história tem seus dramas, momentos tristes e muita diversão.
Em um momento você está quase chorando, no outro rindo. Tem até um momento em que você ficará com raiva e outro para ficar ansioso.
Bianca Pipet é, sem dúvidas a pessoa perfeita para colocar Wesley Rush nos eixos. Enquanto Wesley, de fato, foi feito para Bianca.
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Bia 09/08/2017

Não é igual ao filme.
Li a "The Duff, na intensão me divertir, mas com a história, como é no filme.

Mas, para meu completo espanto, encontrei uma história carregada de acontecimentos.

No livro a Bianca é uma garota mais comum, e que estar passando por momentos difíceis.

O relacionamento da Bianca e do Wesley, é menos banal, como no filme. Existe uma profundidade.

E as amigas delas, são menos fútil.

Os estereótipos continuar.

Cara popular.
Garota feia/Comum.

Eu devo admitir que esperava mais do final, mas fiquei tão impressionada. Que acabou compensando.
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A Garota do Livro 02/08/2016

Geeeeente, não dá pra largar de jeito nenhum, eu devorei, sem mentira nenhuma na hora que comecei não consegui mais parar.

PERFEITO 🌟

Sabe aquele livro que você quer q todo mundo leia? Esse! Nao é um livro sobre bullying, sobre divórcio, sobre amizades e amor adolescente, é isso e muito mais.

Mas vamos com calma, o livro comta a história de Bianca, aquele tipo de guria anti social, em uma saída com as amigas quem se aproxima dela é o belo, rico, mulherengo e safado Wesley Rush (que por mim poderia ser primo do Rush da série "Sem limites"), e nada nunca a abalou tanto quanto o que Wesley disse , ele a chamou de Duff (amiga feia e gorda), aquela mais assim do grupo, ele se aproxima dela pra tentar convencer as amigas de Bianca a ficarem com ele (pra ver o nível de galinha), só que tão cheia de tudo é de todos ela precisa de um escape e acaba beijando Wesley 😱 Depois de serem uma dupla obrigados, a cética Bianca começa a "usá-lo" para esquecer dos problemas que está passando, como o divórcio dos pais e até mesmo a questão de se sentir feia. Wesley safado que é não reclama né. O problema é que as complicações vão aumentando na vida de Bianca, e ela acaba fugindo até do que não devia como as amigas. Os sentimentos que eram de ódio começam a ficar meio confusões. Sua paixonite de anos que é lindo, inteligente, educado e perfeito, parece para criar aquele triângulo que a gente ama. E bum!!! 😻

A escrita é leve, bem padrão YA que faz voce querer nao largar o livro nem para beber água !! Melhor livro do mês! Rpz na hora que vi esse ódio todo eu já tava shippando o casal, só tem o risco de acreditar que vai mudar todo carinha cachorro que encontrar por aí 👦
Obrigada Manu por me indicar esse livro e se a editora @globoalt quiser me enviar um marcador eu ia amar viu kk (vai que cola)

PS: Se você viu o filme esquece pq não tem nada haver um com o outro.
Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟 / Amei

site: http://a-garotadolivro.blogspot.com.br/2016/08/resenha-duff-kody-keplinger.html#more
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 21/05/2016

Já que escapar é impossível, porque não abraçar o caos?
Bianca Piper é uma Duff.
Não que a sua aparência seja comparável à um espantalho, mas, tendo em vista a aparência de suas amigas Casey e Jessica - loiras, corpo escultural, populares, desejadas e animadas - Bianca é sim uma Duff.
Mas ela não sabia disso até que Wesley Rush, o pegador da escola, o que mais transa do que respira, vem até ela e simplesmente a diz isso. Em plena festa. A reação de garotas normais? Correr, chorar, bater na pessoa, negar...
Mas Bianca Piper definitivamente não é normal.
Então para calar a boca do idiota, presunçoso, convencido e babaca Wesley Rush, ela faz algo que NUNCA sequer SONHOU fazer na vida:
Ela o beija.
E depois, bate nele.
Grita.
Corre.
Com sua família que até então era um pouco desconcertada, porém ainda existente, começa a desmoronar de forma que Bianca não sabe o que fazer, ela só quer fugir.
Quando sua professora a direciona para fazer uma resenha sobre uma vertente envolvida no livro “A letra escarlate” com ninguém mais, ninguém menos que Wesley BABACA Rush, eles marcam de se reunir na casa dela para fazer o dever.
É então que, quando Bianca acha que às coisas na sua casa não poderiam piorar, pioram, e pioram MUITO. Na hora ela liga avisando Wesley que irá até a casa dele para fazerem o dever. Mas quando ela chega, não consegue prestar atenção e nem focar em nada que não envolva aquele envelope pardo em cima da mesa de sua casa. Quando, por segundos, ela volta a realidade e vê aqueles braços musculosos, o sorrisinho cínico e os cabelos sedosos do garoto que se encontra à sua frente, ela encontra a sua rota de fuga. E, literalmente, SE JOGA nela.
A partir daí, Wesley e Bianca começam a ter relações escondidas de todos, dos pais, das melhores amigas... Na escola brigam igual gato e rato, mas depois do período letivo, não é bem isso que ocorre.
Estaria Bianca se contradizendo, certo? Afinal, ela é uma DUFF. E Duff’s não ficam por ficar, ainda mais com o cara mais galinha do colégio. Mas como diria a própria Bianca, todos precisamos de uma noite de cinismo uma vez na vida. (Vale ressaltar que no caso dela, foi bem mais que uma noite)

PRIMEIRO DE TUDO: O filme pode ser engraçado e fofo, mas o livro é INCRIVELMENTE MELHOR!
A escrita de Kody Keplinger é fantástica, leve e engraçada. História bem montada, personagens secundários desenvolvidos perfeitamente e uma narrativa cativante. Criou uma personagem LOUCA DE PEDRA, divertidíssima, com umas teorias pra lá de peculiares. A mente de Bianca funciona a mil por hora, criando hipóteses e questionamentos que qualquer adolescente tem. A história é incrível, em um ambiente totalmente convertido à temática, com profundidade suficiente que te faça sofrer e se emocionar com Piper.
Porque, não importa o quanto você se arrume, ou se esquive, ou se esconda...
Todos nós já fomos ou somos Duff.
Jeizy 23/05/2016minha estante
Pelo jeito é bem diferente do filme...


Kennia Santos | @LendoDePijamas 24/05/2016minha estante
MUITO, TOTAL E COMPLETAMENTE DIFERENTE




Alanna 04/05/2016

Somos todos DUFFs
Sou meio fissurada em filmes adolescentes. É, podem julgar, mas sempre achei legal esse clima de que tudo vai dar certo, de que todo mundo é do bem, e etc... Mas, sabe quando você assiste a um filme, e gosta muito do filme, tanto que parece que gruda na mente, e daí depois você descobre que TEM LIVRO?! Foi o que aconteceu com Duff. Mesmo tendo visto a campanha de divulgação na época do lançamento, nem me liguei de relacionar o filme ao livro, apesar do nome. E esse livro foi uma grata surpresa, porque me vi (mais uma vez) gostando mais do livro do que do filme.
Bianca é uma garota normal, que tem duas melhores amigas, que são tipo "lindas e perfeitas" perto de Bianca, o que leva a Wesley (simplesmente o garoto que ela mais odeia), a lhe dar o apelido de Duff (que seria algo como a amiga feia e gorda, numa tradução beeem literal). Junto com a ciencia de que Bianca é um patinho feio perto das amigas, um monte de coisas ruins começa a acontecer na vida dela, e ela acaba usando um jeito... bem, não tenho termo pra descrever como ela lida com isso. Só lendo mesmo.
Enfim, a narrativa é leve, mas tem algumas coisas que tiram boa parte do Q romance adolescente do livro. Os personagens evoluem na história, que na verdade fala sobre sermos quem queremos. O diferencial de Bianca é que ela não se importa de ser uma Duff, ela se importa com as implicações que isso trás: e na verdade, ela lida muito bem com isso.
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So 27/10/2019

Adorei!
Conheci o filme antes do livro e isso ao meu ver dificulta a leitura por já vir com uma visão feita. Mas eu adorei! Bem escrito, divertido, com pontos bem diferentes do filme mas não è decepcionante, é diferente de um jeito bom, recomendo!
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Shuwortz 13/07/2016

Inspiração
Esse livro simplismente toda garota que sofre um tipo de "preconceito" com a beleza deveria ler , é um ótimo incentivo a autoestima !

Todo grupo de garotas tem a chamada DUFF considerada pelos garotos a mais feia do grupinho , pela lógica se for legal com ela vc conquista as outras "bonitas" , mas e quando a DUFF se torna á mais bonita ? É ai que o jogo vira !
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Bruna C. 31/12/2016

É isso?
Quem me conhece sabe que eu amo um bom clichê, mas confesso que eu esperava mais de 'Duff'. Não que o livro seja ruim, provavelmente eu o teria achado incrível se o tivesse lido sem expectativas (como Belo Desastre e A Seleção), mas não foi o que aconteceu desta vez.

Pela sinopse, o livro prometia ser bem o meu tipo de clichê. Garota meio antissocial e tímida (ou, no caso da Bianca, esquentadinha), que odeia populares e panelinhas, se vê toda derretida pelo cara mais popular e charmoso da escola depois de conhecê-lo melhor. YEY... só que não.

Confesso que o livro trata a problemática do bullying muito bem e sem tragédia, como as resenhas sobre ele bem ressaltam, mas, na minha opinião, deixou a desejar no resto, principalmente no romance entre a Bianca e o Wes. Eles fazem tudo ao contrário: se pegam primeiro e só depois se conhecem. A romântica em mim não gostou muito dessa parte, mas quem dera fosse só essa a minha reclamação. Antipatizei da primeira até a última linha com a Bianca, que é muito chata para o meu gosto, lida mal demais com os problemas, tem amigas maravilhosas e fica escondendo tudo delas, aliás, tudo de todo mundo. E ainda tem o Wes, outra decepção. Ô, menino babaca! Charmoso e lindo sim, mas muito babaca. E o pior de tudo, ele só deixa de agir feito babaca, pelo menos pra mim, perto do final, mas a Bianca se derrete por ele muito antes disso, e o coitado do Toby ainda ficou preso lá no meio disso tudo...

Enfim, resumindo, eu esperei demais da história e acabei me desapontando em todos os aspectos. O fato de a Bianca ser uma antirromântica também não ajudou muito, ao invés de eu achar fofo quando ela revirava os olhos pras coisas que os meninos diziam ou faziam, ficava era com raiva mesmo. Não teve jeito!

No entanto, mesmo eu não tendo gostado muito do livro, acredito que ele mereça uma chance. A Kody escreve bem, nos passa lições importantes sobre julgar os outros e sobre quem sofre o bullying e o pratica, e a Bianca é uma boa pessoa apesar das raivas que nos faz passar na história. Sem falar que eu realmente gostei das conclusões a que ela chega no final e até um pouco do final em si - mas só um pouco, não sou muito fã de finais "não finais".

Por fim, não pretendo dispensar as futuras obras da Kody com que eu me deparar. Quem sabe? Posso acabar gostando da autora e revendo minhas opiniões sobre 'Duff'. Mas por enquanto permaneço com o desejo de ter lido sobre personagens mais clichês, narrados de um jeito menos clichê.
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Bela Lima 05/05/2017

Não existe problema em ser uma duff, não existe problema em ser como é.
Bianca Piper está bem consigo mesma, ela sabe que não é linda, mas também não é feia, é inteligente e não muito chata, mas quando Wesley Rush declara que ela é uma duff, isso é tudo que Bianca consegue pensar.

Duff é uma sigla em inglês para "Designated Ugly Fat Friend", que significa “amiga designada feia e gorda”. Segundo Wesley, todo grupo de amiga tem uma duff e Bianca é essa amiga.

Atormentada por essa palavra, por todos os conflitos que está tendo em casa, por seus pais estarem numa crise e o divórcio ser iminente, por seu pai poder voltar a beber, tudo que Bianca quer é não pensar, então ela beija o babaca que sempre disse que nunca iria fazer algo desse tipo. Ela beija Wesley Rush.

E pior: gosta!

“P.S.: Eu sei que você deve estar revirando os olhos agora, mas não ligo. Honestamente, sempre achei isso meio excitante.”

O filme nunca é parecido com o filme (estou acostumada com isso), e agora eu entendo as pessoas que assistem PJO e gostam, porque... Assistir o filme faz você achar que é maravilhoso, ler o livro faz você perceber o quanto o filme é fútil.

O filme de Duff não trata nem um assunto realmente, então fica fácil dizer que o livro tem muito mais conteúdo, além de que eu ficava me perguntando como Bianca era amiga das amigas que tinha, enquanto no livro você percebe que as amigas dela não são como parece a primeira vista, que não são superficiais e nem aproveitadoras. (Não muito...)

“-Sabe, B, você está lidando com essa história do Jake muito melhor do que eu esperava - disse ela. -
-Obrigada... acho.
-É que eu imaginei que, com Jake voltando a Hamilton com a noiva, você ia pirar. Eu esperava ligações aos prantos durante a madrugada e alguns bons e velhos ataques histéricos. Em vez disso, você está agindo normalmente... ou, você sabe, o mais normal que Bianca Piper pode ser.
-Eu retiro meus agradecimentos.”

Duff não é uma trama livre de clichês (personagens que se odeiam e depois estão no amor?), mas ele traz uma reflexão sobre se aceitar como é e não discriminar os outros por eles estarem fazendo isso, tudo de forma simples e direta e sem drama.

Bianca chega ao conflito de ser uma duff e sua aceitação sobre isso ao mesmo tempo que nós. Não existe problema em ser uma duff, não existe problema em ser como é.

“Chamar Vikki de vadia ou vagabunda era o mesmo que chamar alguém de Duff. Era uma coisa ofensiva de dizer e magoava profundamente. Era um desses rótulos que se alimentavam dos medos secretos que todas as meninas têm de tempos em tempos. Vadia, puta, puritana, cabeça de vento. Era tudo a mesma coisa. Toda garota já foi definida por esses adjetivos sexistas em alguma etapa da vida.Então, talvez, todas as garotas se sintam como uma Duff?”

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2017/05/resenha-duff.html
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Tracy.Helen 24/09/2019

Prefiro o filme :O
De modo geral, leio primeiro o livro para depois assistir o filme. Mas com DUFF eu só descobri que existia o livro depois que assisti. Não sei se por esse motivo, mas gostei mais da versão em filme. Não que o livro seja ruim, mas criei muito mais expectativa pra ele.
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Mariana 30/08/2016

Bianca é gente como a gente
Esse é um daqueles livros que devoramos durante as férias, sua estrutura geral é semelhante -semelhante viu! não igual- a apresentada no filme, de leitura fluida .
A trama gira em torno da vida de Bianca Pipper, que no final das contas é "gente como a gente" e possui amigas fiéis e uma vida pessoal delicada -algo que é evidenciado ao longo da leitura- e seu relacionamento com Wesley, que se inicia de maneira bem controversa, mas que ao fim é uma boa amizade colorida.
Não é um livro profundo, mas é uma história a ser contada, ao fim da leitura fica evidente como as pessoas são mais do que aparentam ser, possuem seus altos e baixos e seguem em frente.
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Nikolle - Paradise Books 06/12/2016

leitura rápida para descontrair
Bianca Piper é uma colegial normal, super inteligente, está sempre acompanhada de suas melhores amigas, que são maravilhosas, e nunca lingou para o que as pessoas diziam ou pensavam sobre suas atitudes ou estilo. Mas isto muda a partir do momento em que o garoto mais popular da escola, Wesley Rush, decide inesperadamente ser legal com ela. E Bianca vai descobrir que toda essa atitude dele era simplesmente pelo fato de ela ser a melhor amiga de duas garotas super gatas, revelando assim que ela era a DUFF do grupo. [DUFF - Designated Ugly Fat Friend, ou simplesmente, a amiga feia e gorda.]

Mesmo que nunca importasse com a opinião dos outros, esta simples descoberta vai mexer com os sentimentos de Bianca. Ela já sabia que não era a mais bonita do grupo, e nem um pouco perfeita, mas a partir do momento em que Wesley diz isto pra ela, a protagonista passa a ter dúvidas sobre si mesma, e agora todos os seus princípios estão em conflito. Para piorar ela já tem um grande drama em casa para lidar, a separação de seus pais. Sua mãe nunca foi tão presente, sempre viajando para fazer seminários e palestras, então tecnicamente seu cotidiano era com seu pai e suas melhores amigas, Jess e Casey.

Portanto sua vida já não estava muito boa. E complica um pouquinho mais, quando ela tem que fazer um trabalho de inglês com Wesley, uma pessoa que ela já odiava, e neste dia em um impulso louco de tentar fugir de todo esse caos, Bianca o beija. Uma perfeita distração no momento, que vai virar um vício e depois se transformar em relacionamento secreto. Porém tudo ainda bagunça mais, quando ela percebe que está gostando de verdade de Wesley. E temos a grande incógnita se ele realmente assumiria um namoro com uma DUFF, ou tudo o que eles estavam passando juntos longe dos olhos da escola, era apenas uma mentira.

Kody Keplinger tem uma escrita maravilhosa, leve, engraçada e sarcástica que flui super bem durante a leitura, as páginas passam e quando pisca já está no final. Bianca foi uma personagem interessante de se conhecer, primeiramente porque ela era largada, estilo "fodas pro mundo", mas depois de Wesley contar que ela seria a DUFF do grupo, a gente percebe a mudança da protagonista, pois ela já sabia que não era perfeita, mas ter um "rótulo" era uma coisa totalmente diferente. E é onde entra o grande drama do livro, que a autora trabalha muito bem, além de acrescentar as mudanças e escolhas na fase da adolescência.
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JannaF 27/12/2016

Somos todos DUFF'S
Não venha, como eu fiz, esperando por um livro com a mesma historia do filme, são duas historias completamente diferentes. Eu, particularmente, amei o filme, mas o livro é mil vezes melhor, com toda certeza.
O que eu mais amei nesse livro foi como a autora retratou adolescentes REAIS. Nada de pessoas maduras ou criançonas demais, são adolescentes que enfrentam problemas normais, querem se divertir,tem problemas com os pais, sofrem, choram, e principalmente, erram e sabem enfrentar as consequências de seus erros. Cheio de referencias de séries e outros livros, DUFF é um livro extremamente fácil de ler ao mesmo tempo que retrata temas importantes, assim, com uma escrita leve e fofa, faz com que o leitor não queria largar o livro até acabar (e depois se arrepender de ter lido tudo de uma só vez). Esse livro me mostrou que todos nós nos sentimos DUFFS em algum momento da vida e que isso não nos torna menos especial, mas sim, nos torna humanos e únicos do nosso próprio jeito. Amei cada página e, com certeza, foi um dos melhores livros que eu já li.
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Ana 03/06/2016

Duff
Super recomendo esse livro! Amo demais. Uns dos meus favoritos ? Leiam! Leiam!
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