Manual de pintura e caligrafia

Manual de pintura e caligrafia José Saramago




Resenhas - Manual de Pintura e Caligrafia


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raquellruiz 08/04/2011

Aux armes, citoyens!
Ao Saramago faltava escrever (e faltava Pilar).
Essa busca por si mesmo é muito bem representada no livro, alguém que viveu durante muito uma vida que não condizia consigo mesmo, uma vida vazia e sem sentido. Aos poucos ele vai buscando e descobrindo a si mesmo, descobre (no sentido de revelar, de encontrar algo que existia mas estava escondido em si mesmo, coberto) um ideal e uma maneira de lutar por ele.
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Lista de Livros 23/12/2013

Lista de Livros: Manual de pintura e caligrafia – por José Saramago
Segue abaixo o link indicando os trechos mais interessantes/significativos desta obra.

site: http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2013/02/manual-de-pintura-e-caligrafia-por-jose.html
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RAVAGNANI 01/03/2009

O ultimo....
Livro de 1977, anterior às obras de sucesso de Saramago. Assim explica a "orelha" deste livro. Relançado apenas para aproveitar o sucesso do autor? Para mim significou o outro extremo, a decisão de não mais ler obras de Saramago. Como podem ver pela minha estante, não foram poucos os livros que lí deste autor. Basta!
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Wagner 12/09/2017

À ILUSÃO QUE O CALEIDOSCÓPIO MOSTRA...


(...) nenhum rosto humano se mostrará no jogo dos espelhos e dos fragmentos coloridos (...)

In: SARAMAGO, José. Manual de pintura e caligrafia. São Paulo: Companhia das Letras,1992.pp 229.
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Ernani.Maciel 27/03/2019

Exigente
Título coerente, realmente é um tratado sobre as artes da pintura e caligrafia. O texto do Saramago mais exigente de todos que li - seis até o momento, lerei tudo o que este publicou.
Em uma entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura Saramago sugere que todos devem ler autores desafiadores. Em outras palavras, aqueles que exigem mais da nossa capacidade de compreensão; sair da zona de conforto. Ele incluiu nesta recomendação inclusive as crianças. Peguei para mim este conselho e decidi desafiar-me. Comecei com o pé direito, este livro é, certamente, o mais desafiador de todos que li; e olha que já estou próximo de ler 200. São 280 páginas de muitas reflexões e pouquíssima história. Talvez a história não ocupe 100 páginas. Este livro não foi escrito, acredito, para nos deixar uma boa e recheada história, o foco são as divagações. Fiquei com a sensação que Saramago transpôs para o papel - tendo em vista que trata-se apenas do seu segundo romance publicado - suas dúvidas e certezas sobre as artes da pintura e caligrafia, especialmente caligrafia, tanto que algumas passagens são autobiográficas.

Terminei desejoso em relê-lo em breve.

Boa leitura para quem deseja desafiar-se.
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Paulo 13/11/2017

Saramago em 1977, há quarenta anos portanto, já mostrava ao que veio. Um robusto argumento desenvolvido de forma viril, sem deixar à solta pontas e fiapos. Um pintor que escreve, um escritor que pinta, um homem que não se deixa abater pelo desânimo frente ao negrume de uma noite que Portugal vivia há mais de quarenta anos. Só do meio do romance para a frente alguma menção há ao fétido ambiente dictatorial, quando este - ainda bem - começa finalmente a ruir, solapado por sua própria iniquidade. Grande romance, excelente livro.
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Volnei 18/09/2017

Manual de pintura e caligrafia
Esta não é uma das melhores obras deste autor . Não me prendeu como as demais leituras que já fiz deste mesmo autor
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