Uma História Incomum Sobre Livros e Magia

Uma História Incomum Sobre Livros e Magia Lisa Papademetriou




Resenhas - Uma História Incomum Sobre Livros e Magia


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Mariana 09/03/2017

Que leitura interessante! Eu consideraria ele um livro infanto-juvenil, e como tal ele se saiu muito bem. A autora nos mostra uma cultura totalmente nova, a do Paquistão, que pra mim já foi muito interessante, imagina para uma criança de 10, 12 anos descobrindo coisas do outro lado do mundo! Nesse ponto, pra mim o que faltou foi a tradução de algumas expressões em urdu que eles usam, mas entendo a dificuldade de trazê-las em um livro. Em relação ao enredo, outro ponto interessante, não é tão óbvio assim, é até complicado de se conectar alguns pontos. Muito bom mesmo.
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Beatriz 09/03/2017

A magia dos livros
Uma delícia de leitura! Assim classifico esse livro tão fofo e surpreendente.
A forma que a autora conduz a história é mágica. Tudo flui sem forçar nada.
No fim, você acaba acreditando que tudo pode sim estar conectado e pronto para a mágica acontecer.
Indico para +10
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Attraverso le Pagine 06/03/2017

Uma História Incomum sobre Livros e Magia nos mostra que duas histórias que a princípio parecem não se ligarem, no final se ligam e de maneira nada forçada, mas sim de uma forma que me deixou louca para saber o que acontece depois da última página, mas o livro é único, muito triste isso!
Bom, vamos lá. Esse livro nos conta a história de três personagens, a Kai que vive nos EUA, a Leila que foi passar as férias no Paquistão (obs.: incrível aprender sobre a cultura do Paquistão, amei!) e o Ralph, que vocês irão descobrir quem é somente lendo, não vou contar aqui!
Ah sim! Temos muitas personagens secundárias que são geniais para o enredo, com destaque para a Doodle, amiga de Kai.
Este livro é bem difícil de resenhar pelo fato de que quase tudo que eu lhes contar ser spoiler, então perdão se algum escapar!
Kai e Leila não se conhecem, o que liga as duas, sem que elas saibam, é um livro, onde cada uma encontra um exemplar, o chamado Cadáver Excêntrico. Kai encontra ele na casa de Lavínea, sua tia-avó, e acha intrigante o livro não ter nada escrito, como se fosse um diário em branco, desta forma, começa a escrever nele, e logo, para seu espanto, recebe a resposta do livro, mas quem responde é Ralph, que a partir das perguntas de Kai, começa a lhe contar sua história de amor e segredos da família dele e de sua amada Edwina Pickle, ao mesmo tempo em que Leila lê tudo que aparece e onde ela também escreve!
O livro interage com as duas, respondendo suas perguntas, elas não sabem da existência uma da outra, não imaginam que o que aparece escrito também é o que a outra escreve, desta forma cada uma pensa que é somente ela e o livro.
Pelas páginas de Uma História Incomum sobre Livros e Magia conhecemos um pouco da cultura do Paquistão e um pouco sobre Lepidopterologia, que é o estudo sobre as mariposas.
Aos poucos vamos descobrindo o que Ralph, através do Cadáver Excêntrico, quer contar para as duas meninas, revelando a ligação delas com ele e com Edwina; é um desabafo para revelar segredos surpreendentes, com vilões e mais!

(Resenha por Naila)

site: http://attraverso-le-pagine.blogspot.com.br/2016/08/recensione-livro-uma-historia-incomum.html
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Giu 22/02/2017

Leila e Kai são duas adolescentes que vivem em locais bem distantes uma da outra, já que uma está no Texas e a outra se encontra no Paquistão. Mesmo não se conhecendo e aparentemente não tendo nada em comum, seus caminhos estão ligados de alguma forma.

Kai tem doze anos e viaja para o Texas para visitar sua avó e, em uma busca pela biblioteca da avó, a garota encontra um livro antigo que logo lhe chama atenção por causa de seu título, O Cadáver Excêntrico. O livro não tem nenhuma informação ou história, o que deixa Kai frustrada. Ela apenas escreve uma frase e guarda-o novamente na prateleira.

Já Leila está passando férias com os tios paternos no Paquistão e seu sonho é ser tratada como um princesa e acredita que nessa viajem, irá viver diversas aventuras, assim como em seu livro favorito. Mas como ela não conhece muito os hábitos e a cultura de seus familiares, a garota prefere visitar a biblioteca dos tios e,e por isso, prefere ler e assim como Kai, ela também encontra um exemplar de O Cadáver Excêntrico.

E surpreendentemente, o livro passa a interagir com as duas garotas e reage a cada frase que elas escrevem em suas páginas, criando uma história de amor inesperada. Em lugares diferentes do mundo, Kai e Leila se interessam pela história de Ralph e Edwina e torcem para um final feliz dos dois. Elas apenas escrevem pequenas frases e o livro se encarrega de preencher o resto da história.

Porém, junto com a história, começam a aparecer algumas notas no livro, deixando as garotas intrigadas e curiosas para saber as respostas e o mistério por trás do livro que se escrever sozinho.

A cada detalhe que é contado sobre a vida do casal, as respostas vão sendo respondidas e, apesar de toda a magia que o livro contém, a história pode parecer bem mais real do que elas imaginam, já que indiretamente, a história começa a entrelaçar as vidas de Kai e Leila.

Os capítulos são intercalados entre as duas garotas e, apesar de viverem mundos completamente opostos, o modo de pensar e agir de Kai e Leila são muito semelhantes. As duas são sonhadoras e querem explorar o mundo, mas também têm medo de decepcionar alguém, já que são bem ligadas à família. E eu devo comentar que adorei o Ralph!

Fazia bastante tempo que eu não lia uma história clichê, e acabei gostando bastante de Uma história incomum sobre livros e magia, apesar de ter demorado bastante para entrar no ritmo da história, já que o começo do livro não me agradou muito. Mas eu continuei a ler e achei que a autora fez um ótimo trabalho. Como as histórias alternam entre as personagens, o livro flui bem mais rápido do que eu imaginava e foi uma leitura agradável e leve. Achei que alguns pontos poderiam ser melhores desenvolvidos, mas mesmo assim, a história não deixa de ser ótima.

site: http://meucontodefada.blogspot.com.br/2017/02/resenha-uma-historia-incomum-sobre.html
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Michele B. 14/02/2017

Kai e Leila são duas garotas que não se conhecem, mas que têm mais em comum do que se poderia pensar à primeira vista. Enquanto Kai passa o verão no Texas com sua tia-avó, Leila se encontra no Paquistão visitando a família do seu pai. Ambas estão distantes de casa e de seus costumes, visitando parentes e sentindo-se um tanto quanto inseguras e deslocadas, afinal tudo é novo e fora do contexto que ambas estavam acostumadas a seguir.

Kai fica completamente sem jeito pela autonomia e possibilidades que sua tia-avó fornece, tendo em vista que sua mãe autoritária jamais iria permitir tanta liberdade de escolhas, bem como a capacidade de transitar livremente. Enquanto isso, Leila aflige-se com os costumes locais no Paquistão ou em fazer algo que esteja fora das regras culturais daquele país.

E o que as histórias possuem em comum? Ambas descobrem um livro incomum nas casas que estão hospedadas, chamado de O cadáver Excêntrico. O que o livro tinha de especial? Ele era repleto de páginas em branco. Assim, motivadas pela curiosidade, Kai e Leila começam a escrever no livro, é então moçada que a história realmente começa... As palavras de Kai aparecem no livro de Leila e pasmem vocês, as palavras de Leila aparecem no livro de Kai. Para mais espanto, frases começam a brotar por vontade própria, revelando uma história intrigante que relaciona a vida de Keila e Leila de maneira extraordinária.

[...] Kai passou a mão pelas letras douradas da capa. Sentiu uma onda de tristeza, embora não soubesse por quê. Não sabia que, às vezes, encontrar um amigo de verdade pode nos fazer perceber melhor a solidão que há na nossa vida até aquele momento [...].

Leia o restante no Blog:

site: http://www.lostgirlygirl.com/2016/06/resenha-922-uma-historia-incomum-sobre.html
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Nicole 03/02/2017

Kai e Leila não se conhecem, mas partilham algo em comum: ambas estão fora visitando seus parentes. Enquanto Kai está no Texas, Leila está do outro lado do mundo, no Paquistão. Exceto por isso elas não têm mais nada em comum, certo? Errado.

"Ela nem sempre precisava compreender o que estava acontecendo para continuar avançar."

Ambas encontram um exemplar de um livro misterioso chamado O Cadáver Excêntrico, que parece ter vida própria ao escrever sozinho a história de um jovem casal, Ralph e Edwina.

Enquanto cada uma dessas duas meninas vão vivendo suas próprias aventuras, elas vão descobrindo mais sobre a mágica história que reage a cada frase que elas adicionam no livro, que apesar de não parecer, envolve a vida de cada uma.

" - Tudo é mágico - disse - O céu, as estrelas, o mundo inteiro. É uma milagre, se a gente pensar bem."

Em primeiro lugar, eu gostaria de compartilhar com vocês que eu simplesmente amei a capa e a diagramação do livro! É simples e tão linda ao mesmo tempo que é impossível não ficar admirando cada detalhe por um bom tempo.

Outra coisa que me encantou, foi o fato da narradora falar com o leitor. Isso faz com que nos aproximemo-nos mais da história, que já é cativante por si só. Os capítulos são alternados entre a Leila e a Kai, e no final deles, há a continuação da história de Ralph e Edwina.

" - Algumas coisas são mais mágicas do que outras."

No começo, eu me perguntei várias vezes qual o sentido da Leila na trama, pois para mim só havia conexão com a história da Kai. Mas eu estava muitoooo enganada rs. Tudo tem seu tempo certo e consequentemente tudo se amarra no final.

Enfim, o livro todo é muito encantador; a história flui de uma maneira bem rápida e simples e recomendo a todos que gostam de uma pitada de magia ;)

Até mais e Foca na Leitura!

site: http://choqueliterario.blogspot.com.br/2016/04/falando-sobre-uma-historia-incomum.html
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CuraLeitura 31/01/2017

Kai e Leila são duas adolescentes que desejam fazer grandes coisas. Kai, diferente das pessoas da sua idade, a esquisitona da escola, ama tocar violino e quer realizar o sonho de seu falecido pai: entrar para uma orquestra e ser uma violinista "de verdade". Já Leila, sempre à sombra da irmã, Nádia, deseja ter suas próprias aventuras e o orgulho e reconhecimento dos seus pais. Kai e Leila não se conhecem.
Tanto no Texas quanto no Paquistão, onde Kai e Leila estão, respectivamente, existe um livro que chama a atenção das duas meninas: O cadáver excêntrico. De letras douradas e páginas em branco, o livro é um mistério.
Quando Kai, frustrada, escreve nele, a história começa a se desenvolver. Tanto no livro quanto na vida de ambas as garotas. O cadáver excêntrico, usando das frases deixadas pelas meninas (só as que interessam ao livro, claro, pois ele é inteligente) começa a narrar a história de Ralph Flabbergast e, futuramente, de seu romance com Edwina Pickle.
Violino, música, mariposas, Caixão Americano. Tudo vai se encaixando ao longo do livro em uma história surpreendente. O final é i-n-c-r-í-v-e-l!

Inaceitável. Quero um final feliz.

E nós temos um final feliz. Não posso dizer qual é, mas quem quiser saber se Ralph e Edwina ficaram juntos, o que aconteceu com Kai e Leila e a revelação bombástica é só ler o livro. Ele é pequeno (só 190 páginas) e muito gostoso de ler. É mágico, é lindo, é fantástico! Dá para ler em um dia ou dois.
O que eu posso falar é que é um livro tão bom que devia ser lido por todos, independente da idade. Afinal, não existe idade para a magia, não é?
E eu tenho um livro mágico!

site: www.curaleitura.com.br
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04/01/2017

Sabe aqueles livros fofos que gostamos de ler em uma tarde chuvosa ou quando estamos à procura de uma leitura relaxante e sem compromisso? Uma História Incomum sobre Livros e Magia, UHILM, como vou chamá-lo daqui para frente, cumpre muito o bem o seu papel de história delicinha!
Kai e Leila são duas jovens que estão praticamente em lados opostos do globo. Elas nunca se conheceram. A única coisa que as une, mesmo que indiretamente, é um misterioso e mágico livro que começa a lhes contar uma história que já aconteceu há algum tempo.
Kai está passando um tempo com a tia-avó, uma mulher bastante peculiar, mas com a qual pode descansar um pouco de sua mãe e da perda de seu pai. Já Leila está no Paquistão com os tios, mas sente-se deslocada por não saber a língua nativa e, muitas vezes, boiar na conversa dos familiares.
Ambas as garotas tem suas vidas completamente diferentes, mas algo nelas começa a mudar quando se deparam com O Cadáver Excêntrico. Não bastasse o título estranho do livro, ele está completamente em branco.
Kai é a primeira a interagir com o exemplar, quando ele começa a lhe contar a história de Ralph Flabbergast e como ele conheceu Ewina Pickle, há muitos anos, no mesmo lugar onde Kai agora vive. Ansiosa para conhecer mais detalhes sobre a vida destes personagens, ela se arrisca a "continuar" a história, embora o livro não a obedeça e continue no seu próprio ritmo.
Leila, por outro lado, primeiro tenta se livrar do livro, mas, ao perceber que ele reaparece a todo momento perto de si, fica quase impossível ignorá-lo. Ela começa a acompanhar a história dos mesmos personagens e as intervenções de Kai, sem que ela nem faça ideia de que outra menina também está lendo o mesmo livro.
Cada uma tem suas próprias aventuras e descobertas, mas senti durante todo o livro que Kai ganhou muito mais destaque e desenvoltura do que Leila. Para mim, ela não passou de mera expectadora da história. Kai foi quem realmente cresceu.
Agora, você deve estar pensando: "Ok, na capa temos a silhueta da cidade de Kai, a silhueta da cidade de Leila, arabescos que lembram a cultura paquistanesa, dois braços de meninas sobre um mesmo livro...mas o que aquela borboleta tem a ver com a história?". Eu digo: muita coisa! A mariposa-celestial é um dos pontos mais abordados no livro, principalmente porque trata-se de um inseto que teria desaparecido da região de Kai, mas que é muito citado n'O Cadáver Excêntrico. Por quê? Ora, se eu contar muito, a surpresa estraga!
Toda a história tem um quê de mágica, mas sem grandes surpresas. O ponto alto de UHILM é a descoberta de como essas duas meninas, aparentemente, sem nada em comum, na verdade tem um papel importante diretamente relacionado a O Cadáver Excêntrico.
Como mencionei antes, Kai, notoriamente, tem um destaque e evolução muito maiores do livro do que Leila, o que eu achei um pouco injusto, já que a menina também tinha grande potencial de se desenvolver. Algumas cenas com ela, inclusive, acabaram ficando um pouco exageradas, como se a autora quisesse dar emoção à personagem, mas eu acho que ela pedia um pouco mais de destaque e não de emoção.
O final é uma fofura, ele não deixa aberto para continuações, mas, ao mesmo tempo, convida o leitor a imaginar o que viria dali para frente. Todas as pontas soltas são amarradas e O Cadáver Excêntrico acaba tornando-se uma ótima ideia de jogo para fazer com os amigos. Afinal, que história criada por tantas cabeças não poderia ser divertida?
Embora em certos momentos você sinta raiva da família de Leila, ao perceber que a irmã mais nova sempre a ofusca e, como se não bastasse, a própria história de Papademetriou também a ofusca, é impossível não torcer para que ela também tenha seu próprio final feliz.
A edição da Arqueiro está linda, a capa tem um toque aveludado que eu simplesmente amo nos livros! A diagramação está confortável e o trabalho artístico nas páginas dá todo um toque delicado à leitura.
Realmente é um livro para ler a qualquer momento e guardar sempre perto do coração. Talvez você não o ache a história mais revolucionária de todas, pode até achar um pouco bobinha. Mas é aquele bobinho que nós procuramos sempre que precisamos de alguma história aconchegante. E Uma História Incomum sobre Livros e Magia é uma história super aconchegante!

site: http://www.onlythestrong-survive.com.br/2016/08/resenha-uma-historia-incomum-sobre.html
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Universo de utopia 21/12/2016

O que falar desse livro maravilhoso que me encantou apenas pela nota da autora?
Geralmente não costumava dar atenção a essa parte dos romances, mas confesso que depois do livro ?Feiticeiro de Terramar?, tem sido uma das partes mais preferidas para mim. É gostoso ver os desafios que o escritor passa para tornar real seu sonho e conquistar seus leitores com uma história incrivelmente peculiar e envolvente.
Com essa obra não foi diferente,a Lisa Papademetriou aborda sobre uma lenda chinesa ? a do fio vermelho do destino ? para explicar como a magia é revelada por esses fios. A primeira através de um livro de contos de fadas que ajudou a superar o período de separação dos pais, volume este doado a sua avó pelo seu bisavô que percorreu vários lugares até chegar as suas mãos; e a segunda pelo encontro/reencontro, para quem acredita em reencarnação, de uma americana com seu amor em Lahore, no Paquistão.
E seu trabalho trata exatamente sobre como ela acontece em nossas vidas de forma tão simples que o encanto acaba passando despercebido, até para os mais espertos. Na sua narrativa somos apresentados a Kai e Leila, duas garotas pré-adolescentes que vivem em mundos aparentemente muito diferentes entre si. E embora cada uma cada uma com suas personalidades, aventuras e novas descobertas em separado, parecem unidas magicamente por uma história de amor, revelado num diário com um nome estranho ? O Cadáver Excêntrico - que interage com leitor e molda o futuro de outras pessoas.
As histórias são contadas paralelamente: no Texas, no Paquistão e a pelas memórias Ralph, um cara desiludido e curioso por magia e embora despretensiosamente distantes, seus caminhos estão predestinados com um passe mágica, e quando cito dela acredite da melhor maneira possível. Em meio a tanta fofura, a autora consegue ainda abordar temas como: escolhas do futuro, independência do adolescente e amadurecimento pessoal.
Com uma diagramação perfeita, possui ainda uma narrativa envolvente que nos aproxima muito a leitura e nos faz participar da história de ficção, que poderia muito bem ser realidade e até deixa uma pulga na orelha se existe conexão com a vida real, ou não.
Sempre cultivei dentro de mim a crença de melhorias num bom livro, num pó de brilho e na magia em si e essa experiência só veio fortalecer toda essa teoria!
Mariana 09/03/2017minha estante
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Pri 15/11/2016

{Resenha} Uma história incomum sobre livros e magia - Blog As Meninas que leem livros
Se me perguntarem: “Pri, qual foi o melhor livro que você leu esse ano, até agora?”

Eu responderia: “Uma história incomum sobre livros e magia”.

Por quê?

Sabe o que todo autor sente quando está preso a um livro? Aquela sensação gostosa de estar em uma realidade diferente ou na companhia de alguém que sabe mesmo contar uma história, de modo que seus olhos nem piscam enquanto você ouve e ainda diz: “Uau!”? É o que Lisa Papademetriou lhe oferece neste livro.


As personagens são apaixonantes, delicadas... Cuidadosamente pensadas para se parecer com qualquer um de nós, leitores. Primeiro somos apresentados a Lavínia – uma velha senhora, tia avó distante de Kai – e já digo: quando chegar aos meus 87 anos, quero ser como ela: calçando All Star, falando tudo o que me vier à mente sem me preocupar muito com o que os outros vão achar, com uma casa legal e que todos vão achar esquisita. É uma alma doce que tenta ao máximo fazer o bem sem olhar a quem. Realmente me vejo como ela nessa idade... Adoraria. Porém ainda me vejo como uma velha resmungona (admito que resmungo muito, infelizmente).
[...]
Continue lendo no blog!

site: http://www.asmeninasqueleemlivros.com/2016/04/uma-historia-incomum-sobre-livros-e.html
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Rebeca 13/10/2016

De incomum...
A única coisa que realmente me prendeu no livro foi, de fato, o livro mágico. Esse elemento foi o ponto mais alto do livro inteirinho! Achei fraco de conteúdo e acessível na linguagem. A história poderia ter sido melhor elaborada? COM CERTEZA! Mas, já que é isso que temos, avalio como regular já que me ajudou a passar o tempo nas filas intermináveis de bancos rs
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Raffafust 31/07/2016

Esse é o tipo de livro fofinho. O que seria um livro assim? Aquele livro sessão da tarde que não tem maldade, que é para qualquer idade e que a linguagem é bem assimilada, fazendo com que facilmente seja lido de uma tacada só.
Aqui a autora nos mostra 3 personagens e sua visão da história: Kai, Leila e Ralph. Vamos conhecendo por cada capítulo narrado ora por um, ora por outro, a vida deles.
Kai por exemplo, é uma menina de 12 anos, que não tem pai, que sofreu uma decepção e que ama tocar seu violino, pra tentar se animar ela viaja pro Texas para encontrar sua tia avó, só que ela não achará só a tia, além de fazer uma nova amizade - com Doodle- ela também descobre que um livro de capa preta e sem nada escrito dentro, que surrealmente quando ela escreve algumas palavras nele as coisas acontecem e o mesmo passa a contar o resto da história sozinho. Inacreditável? Também achei.
Bem longe dos EUA está Leila, que é um pouco mais velha que Kai, no Paquistão ela está de passagem visitando sua família quando encontra o mesmo livro e descobre que acontece a mesma coisa. Como se ambas participassem de livros interativos reais, as meninas vão preenchendo e as histórias vão se completando. Confesso que curti muito a parte de Leila, amo histórias contadas naquele país. Leila está à procura de si, ou seja, não sabe ainda o que quer da vida e conforme a história vai passando ela vai amadurecendo na nossa frente. É na biblioteca dos tios que ela encontra o exempla de O Cadáver Excêntrico.
E onde entra Ralph? Ele é o garoto do livro, que tem sua história contada nele. Então assim que Kai escreve algo no livro a vida do menino muda de acordo com o inventado por ela. Ele veio de família humilde e ainda criança teve seu primeiro contato com a magia. Dali para frente começam as aventuras vividas por ele mas também pelas meninas.

Gostei de como os personagens vão se interligando e da escrita da autora. Amei ler o livro dentro do livro. A aventura, a magia, os 3 personagens ( ok, tinha também a Edwina, mas essa não posso falar muito para não estragar a surpresa) e tudo que li foi tão gostoso que me diverti bastante com o resultado.

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2016/07/resenha-uma-historia-incomum-sobre.html
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Carla Brandão 26/06/2016

Você acredita em magia? Talvez Kai e Leila também tivessem suas dúvidas na hora de responder a essa pergunta, mas um estranho e misterioso livro acabou com todas elas. O volume entrou na vida das meninas no mesmo período, ainda que elas estivessem separadas por muitos quilômetros e sequer soubessem da existência uma da outra. E você aí duvidando da magia...

Kai está no comecinho da adolescência, é orfã de pai e mora com sua mãe, por quem é superprotegida. Sua viagem de férias para a casa de sua tia-avó Lavínia, no Texas, acaba se tornando um período de muitas descobertas. Lá ela conhece Doodle, uma menina apaixonada por mariposas que inclui Kai em sua busca por uma espécie específica extinta há muito tempo por ali. É lá também que ela encontra um exemplar de O cadáver excêntrico.

Bem longe dali está Leila. Motivada pelo desejo de viver aventuras como as de sua irmã Nadia e das personagens de sua série de livros favorita, ela vai para a casa da família de seu pai, no Paquistão. Com muitos passeios programados em sua cabeça, acaba sendo levada apenas para saídas sem tanta graça. Num momento de tédio visita a biblioteca do tio, e sua atenção é logo fisgada pelo título O cadáver excêntrico.

Se você está se perguntando onde está a magia, eu te conto. Aparentemente o livro que as meninas acharam estava em branco, mas isso mudou quando Kai resolveu escrever nele uma simples frase. Desse momento em diante, o livro começou a contar a história de Ralph Flabbergast e Edwina Pickle a partir das coisas escritas pelas meninas. Cada vez que uma delas acrescentava qualquer coisa no livro, uma nova parte da história de amor do casal era revelada.

Como é possível existir um livro que se escreve sozinho? Quem são aquelas pessoas cujas histórias são contadas em suas páginas? Pouco a pouco respostas são dadas e as novas informações acabam ligando o conteúdo do livro com a vida de Kai e de Leila.

O livro é narrado em terceira pessoa e intercala capítulos de Kai e de Leila. Em alguns momentos o narrador tece comentários e fala diretamente com o leitor, dando um ar descontraído à trama, que já é bem leve. De linguagem simples e com um enredo que mantém o mistério sem enrolar muito, Uma história incomum sobre livros e magia é uma leitura fluida e rápida.

As protagonistas são carismáticas, apesar dos capítulos de Kai serem mais interessantes por sua vida estar - de uma forma que ela e nós só saberemos no final - mais entrelaçada à de Ralph Flabbergast e Edwina Pickle. As histórias de Ralph e de Edwina são contadas em pequenos trechos, que bastam para prender a atenção e gerar curiosidade no leitor.

O final traz a maior parte das respostas e, apesar de ter sido um pouquinho corrido, revela informações importantes para as meninas, liga todos os pontos e explica todo o mistério por trás do exemplar tão peculiar. Acho que a intenção da autora era mesmo não se aprofundar nos detalhes, e sim contar uma história capaz de encantar.

O livro tem aquele ar ingênuo e gostoso de obras escritas para pessoas mais jovens, sem tocar em temas pesados e sem mistérios obscuros. O enredo é criativo e otimista. Indicado para todos que acreditam em magia e em finais felizes!

site: https://blog-entre-aspas.blogspot.com.br/2016/06/resenha-uma-historia-incomum-sobre.html
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Resenhas Teen. 03/06/2016

Uma História Incomum Sobre Livros e Magia
Olá pessoal, tudo bem? Hoje estou aqui para fazer resenha desse livro que embora seja pequeno, trás uma história grandiosa. Uma história incomum sobre livros e magias, vai contar sobre duas garotas completamente diferentes e que vivem em lugares completamente diferentes, Kai e Leila, porém embora separadas e sem se conhecer as garotas acabam vivendo uma incrível aventura, tudo por causa de um livro que ambas encontram, chamado O cadáver excêntrico, um livro aparentemente em branco mas que aos poucos começa a se revelar, e a reagir a cada frase apresentada pelas garotas. Ou seja, quando Kai escreve no livro, a Leila que está do outro lado do mundo pode lê-la e vice-versa, surgindo assim a história de Ralph e Edwina. Porém o que ninguem sabe é que essa história de amor é muito mais que história, é sim uma realidade que aconteceu a muito tempo. Um livro lindo e envolvente, que embora curto faz com que a gente queira viver intensamente cada página. Com certeza recomendo, ainda mais pra quem é fã de fantasia como eu.

site: www.resenhasteen.blogspot.com
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*Rô Bernas 31/05/2016

Não é um livro ruim...longe disso.. tentei mais uma vez e percebi que não sou mesmo muito chegada a este tipo de leitura .. então prefiro não opinar. :)
Heidi Gisele Borges (Celly) 31/05/2016minha estante
Vc não curte juvenil, né? hehehe Tb tenho livro que não gosto (autoajuda, hot...), se eu ler, sei que não vou curtir. rsrsrs


*Rô Bernas 02/06/2016minha estante
Celly, eu curto muito juvenil...o que não curto muito é fantasia. :(




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