O Fantasma da Ópera

O Fantasma da Ópera William Shakespeare
Gaston Leroux




Resenhas - O Fantasma da Ópera


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Carlos Nunes 14/01/2020

Bem diferente do musical
Existem livros que são bem mais conhecidos por suas adaptações do que pela própria leitura. Graças ao teatro, ao cinema, à TV, algumas obras entram de tal forma no imaginário popular que acabam se tornando clássicas, muito embora pouca gente hoje em dia conheça a história na sua própria fonte. Esse também é o caso de O Fantasma da Ópera. Sucesso desde seu lançamento, através de inúmeras adaptações e referências, o livro hoje é quase desconhecido e muito pouco lido. Recentemente, através da adaptação musical de maior sucesso da História e sua versão cinematográfica, a obra se tornou a "queridinha" de muita gente que procura viver com o livro o mesmo que viu no teatro/cinema. A decepção é quase certa, na contramão do que normalmente acontece (o livro ser melhor). As adaptações geralmente amenizam bastante o clima da trama e as atitudes do Fantasma, visando principalmente o público feminino, que ainda vê no personagem um desvalido da sorte com o rosto deformado, que faz de tudo para ter o amor da mocinha - esquecendo suas atitudes machistas, dominadoras agressivas e totalmente questionáveis (famoso caso de "explica, mas não justifica"). A narrativa do livro é interessante, embora um pouco fragmentada, e na maior parte do livro, não consegue prender totalmente a atenção. Narrada como se fosse uma investigação policial, o autor tenta a todo momento nos convencer que é tudo verdade, mesclando fatos reais com ficção, inclusive utilizado notas de rodapé igualmente fictícias. No terço final, porém, a ação se acelera, o clima pesa, a narrativa fica mais sombria, e a obra ganha fôlego. Uma leitura bastante válida, especialmente por se tratar de um clássico, mas não deve ser feita objetivando uma comparação com a versão musical. Mais detalhes (inclusive sobre a trama) na resenha em vídeo.

site: https://youtu.be/0PPIMR3vYqU
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Guilherme Oliveira 01/01/2020

O livro possui uma mistura de romance com terror psicológico, deixando o leitor aflito perante os acontecimentos e, tudo isso, num ritmo característico de um thriller. Entretanto, é relevante ressaltar que, na minha opinião, em alguns momentos a narrativa torna-se muito romântica, o que - de maneira alguma - torna o livro ruim, apenas não agradará alguns tipos de leitores em certos episódios.


Aninha | @pactoliterario 08/10/2019

Acho que a maioria das pessoas conhecem um pouco da história do Fantasma da Ópera, se não conhecem, pelo menos já ouviram falar. Esse é um livro que eu sempre quis ler, além da história ser super aclamada, tem aquele quê de suspense que eu adoro. Meu receio foi eu não me acostumar com a linguagem, já que é um livro bem antigo. Mas mesmo assim, quando eu vi que a Luna do blog Luna de Lua iria realizar uma leitura coletiva do livro, eu não perdi a chance e fui correndo participar.

Pouco eu sabia sobre a história, então os fatos apresentados eram completamente novos. Aqui iremos conhecer o temido Fantasma da Ópera, aquele que ninguém vê, com exceção de uma pessoa, mas todos temem. O Fantasma faz exigências para os donos daquela ópera, e quem seria o insano que não iria atender aos seus pedidos?

Christine é nossa personagem principal, aquela por quem o Fantasma jura todo o seu amor, ele é o Anjo da Música para ela. Só ela conhece seu verdadeiro nome, aquela pessoa possessiva e misteriosa chama-se Erik.

Christine é dona de uma voz exuberante que encanta a todos, e é com aquela voz que ela atiça as memórias de Raoul de Chagny, seu melhor amigo de infância. Eles não se viam há anos, mas mesmo assim Raoul corre ao camarim de Christine para relembrar a ela quem ele é. Mesmo que tente fingir, o amor dos dois vem a tona, e isso causa muitas complicações.

Erick não irá gostar nada daquelas cenas em que eles juram amor eterno um ao outro ou até mesmo quando eles falam a respeito de um noivado. Christine irá ter que escolher: Erick ou Raoul? Uma vida com uma voz incrível ao lado do Fantasma ou uma vida ao lado daquele a qual ela realmente ama, mas que irá viver sem a sua voz exuberante?

Eu vejo várias pessoas falando a respeito do Fantasma, a maioria das opiniões a respeito desse personagem são extremamente positivas, mas acontece que eu vi apenas maldade em Erick. No final o autor nos traz páginas em que é possível ter certa compaixão pelo personagem, uma pessoa mal compreendida e que nunca foi amada verdadeiramente, mas foi só nas últimas páginas que eu tive esse sentimento pelo personagem, achei que nada justifica o que ele fazia.

Eu torci por Raoul e Christine o tempo todo, queria que o romance deles desse certo, achei que com todas as situações que eles enfrentaram, deveriam ter um "felizes para sempre". O autor não decepciona, pelo contrário o final me apresentou coisas que eu não achei que seria possível, como aquela cena do Fantasma com o Persa.

A narrativa do autor é fluída e nos deixa curiosos a todo momento para sabermos o que as páginas nos reserva. Repleto de ação e suspense, é impossível sentir-se entendiado em algum momento lendo o livro.

Quanto ao linguajar do livro, que eu julguei que não iria me acostumar, não vi problema nenhum. Não tive dificuldade em nenhum momento para realizar a leitura e fiquei feliz com isso.

Estou louca para assistir as adaptações do livro, vejo comentários super positivos a respeito de alguns filmes e quero conferi-los o quanto antes para ter uma ideia a mais do cenário que é apresentado no livro.
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Cheiro de Livro 19/09/2019

m que o autor desta obra singular revela ao leitor como se convenceu de que o Fantasma da Ópera existiu de verdade

Essas são as primeiras linhas do livro “O Fantasma da Ópera”, de Gaston Leroux, que ganhou uma edição linda da Zahar, que conta com uma capa deslumbrante e apresentação de Rodrigo Casarin.
Decidi começar essa resenha destacando as primeiras palavras do livro por duas razões: a primeira é que eu não me lembrava de o livro começar assim. Quando li “O Fantasma da Ópera” pela primeira vez, tinha 14 anos e já era apaixonada pela história. Amava o musical da Broadway (mesmo sem tê-lo visto ao vivo. Só fui ao musical com 15 anos e, desde então, já repeti a dose outras 3 vezes, sendo duas em São Paulo), tinha visto todas as adaptações para o cinema, inclusive a primeira, ainda muda e estrelada pelo incrível Lon Chaney, mas nunca tinha lido o livro. Desde meus 14 anos, li o Fantasma mais duas vezes, uma delas durante a minha pesquisa para escrever a minha versão da história para o livro “Criaturas e criadores: histórias para noites de terror” (Record). Mas ainda assim, não me lembrava desse início.

Ao receber essa edição belíssima da nossa editora parceira Zahar, decidi começar do início: pela a apresentação de Rodrigo Casarin. E foi lá que lembrei de informações que também havia esquecido e uma delas é a segunda razão para ter escolhido começar a resenha como comecei: Leroux foi advogado, mas acabou ganhando a vida escrevendo para jornais, fazendo coberturas de importantes acontecimentos e crimes, além de escrever romances e romances sequenciados para diversos veículos da imprensa. E isso tem muita importância para os leitores de “O Fantasma da Ópera” porque valoriza ainda mais não somente a escrita de Leroux, mas também a história em si. História essa que tem parte baseada em fatos reais. Quais? Bem … você vai ter que ler para descobrir.

Quem não conhece a história da paixão de um homem deformado, obrigado a morar escondido da sociedade, por uma jovem soprano? Parece romântico – um gênio, um compositor talentoso, mas colocado como pária por sua aparência e uma mulher linda, bela e frágil -, mas não, não é romântico. É tóxico e isso foi o que abordei na minha versão da história e é o que Leroux coloca em seu livro, mas sem o rótulo que o século XXI deu. Porque é isso: O Fantasma da Ópera é a história clássica de um homem que foi transformado em um monstro pela falta de noção da sociedade, mas que usa isso para justificar seu comportamento doentio e criminoso. Mas sim, ele ajuda Christine a desaflorar como cantora e ela, por sua vez, faz o que qualquer mocinha do século XIX faria por pura falta de escolha (tiradas por uma sociedade patriarcal e machista): casa-se com o amor de infância, pois só outro homem para poder salvá-la, não é mesmo? (spoiler: minha versão é diferente. Heheheh).

Mas então, por que amo tanto uma história tão tóxica? Porque essa história ainda é cantada, encenada e ovacionada em pleno 2019? Talvez porque a gente queira acreditar que hoje em dia, Christine teria outras opções e o Fantasma – Erik – seria mais bem tratado pela sociedade?

Eu amo essa história assim como amo histórias como Dracula, Franskenstein, Lobisomem, … eu amo monstros porque gosto de pensar que vejo além deles. Gosto de pensar que, se estivesse no lugar da mocinha dessas histórias, entenderia o lado deles e os ajudaria ao invés de fugir. Gosto de pensar que não seria parte da angry mob que levanta tochas e berra “MATEM A BESTA”, mas sim que olha no fundo dos olhos dos párias e entende. Não, não justifico comportamento abusivo nem tóxico, mas gosto de pensar nesses monstros como criaturas que poderiam ter tido uma vida diferente tivessem eles sido tratados diferentes. E isso me torna uma pessoa melhor. Esperançosa, talvez, mas gosto de pensar assim.

Para quem ainda não conhece a história de Erik, Raoul e Christine, fica a dica de levar para a casa a edição linda da Zahar. Até então, as capas do Fantasma estavam deixando a desejar ou as edições não tinham o cuidado e a quantidade de informações que esta tem. Aliás, leiam as notas de rodapé também, pois elas adicionam a narrativa. Aqui, toda linha importa. Saborei-as tendo em mente que o Fantasma da Ópera foi publicado em partes em um jornal antes de virar livro e isso justifica alguns leves furos na narrativa.

Se o Fantasma da Ópera realmente existiu eu não sei, mas aí está parte do mistério que torna a narrativa imortal.

site: http://cheirodelivro.com/o-fantasma-da-opera/
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Ju Almeida | @bibliotecadajuju 15/09/2019

Uma viagem à Paris
?O Fantasma da Ópera? está entre meus romances favoritos, após eu assistir à peça pela primeira vez em Janeiro de 2019. No livro vemos o lado gênio-louco de Erik que não foi tão explorado na peça, a qual lhe dá um ar mais romântico. Todos os personagens foram muito bem construídos e tem seu peso no livro. Gostaria de deixar um destaque para uma personagem-chave da história: Mme. Giry, que ajuda o Fantasma, seja por temê-lo, admirá-lo ou compreendê-lo. O romance entre Cristine e Raoul é puro, ingênuo e ganha maturidade ao longo do livro, muito diferente da obsessão que Erik sente por ela, que mostra o lado doentio de sua genialidade. Sobre a escrita, o autor nos transporta no tempo, e me sentia como se estivesse na própria Ópera de Paris durante a. leitura. A edição da @editorazahar está impecável, em capa dura, com uma folha de guarda linda, ilustrações e comentários, que deixam a história ainda mais interessante! ?None will ever be a true Parisian who has not learned to wear a mask of gaiety over his sorrows and one of sadness, boredom, or indifference over his inward joy?
Instagram: @bibliotecadajuju
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Calixta 30/08/2019

O amor e a música são imortais.
Um livro que segue a narração de uma investigação. O fantasma da ópera é um romance sobre um triângulo amoroso entre a talentosa Christine Daaé, o ingênuo Visconde de Chagny e o Érik, mais conhecido como o fantasma da ópera. Por mais que o livro se trate de um romance, ele se concentra no fantasma e com razão. Érik é um homem feio com vários talentos, desde arquitetura à música. Ele se viu obrigado a ficar isolado na parte inferior da ópera, onde conheceu Christine e criou uma paixão obsessiva. Ele apenas queria ser como todos, mas os seus valores estéticos não lhe permitiram isso.
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Minha Velha Estante 28/08/2019

Resenha da Mylena Suarez
“ Não! Não! O Fantasma não era um mito!”

Depois de ter o coração dilacerado pelo Corcunda e por Esmeralda, chegou a vez do trio Raoul, Christine e Fantasma terminarem de completar o serviço e destroçarem de vez meu pobre coraçãozinho já sofrido. Sou apaixonada pelas músicas da ópera apesar de só tê-la visto na TV e amo demais o filme inspirado nesta tragédia romântica. Não vou me ater à história pois a sinopse já traz os elementos essenciais da trama, vou focar mais na minha experiência de leitura.

Primeiro falar que jamais imaginei ser um romance histórico, já conhecia a inspiração que vem da Ópera de Paris mas nunca imaginei a riqueza de detalhes culturais, sociais e históricos usados de forma clara e bem descrita pelo autor. Gaston Leroux apresenta nomes de artistas e momentos reais de tal forma que você acredita que todo o relato é real também. Ele consegue transportar o leitor para aquele universo em meado do século XIX e faz sentir na pele todas as questões relacionadas ao fantasma e seu mito.



Segundo, também não imaginei ser, de certa forma, um romance policial que o escritor foi influenciado por, nada mais nada menos que, Arthur Conan Doyle e é narrado exatamente por um investigador que desarquiva um processo relacionado a todos os acontecimentos misteriosos que afligiram a Ópera e geraram a lenda do Fantasma. Cada elemento é apresentado na hora certa para causar certa tensão e suspense e impactar a mente do leitor.

Terceiro que eu sempre fui fã incondicional do Fantasma e nunca tive grandes empatias pelo casal principal mas, durante a leitura, pude perceber de forma mais forte todas consequências dos atos do vilão, entender toda a pureza e razão de ser do amor dos três personagens, e chegar à conclusão de que, como diria padre Joãozinho, não importa tanto como você pensa sobre uma questão e sim o que você faz concretamente com o que você pensa. O Fantasma realmente aprontou muito e, mesmo tendo se redimido e o investigador ter ido a fundo para explicar o comportamento dele, minha empatia diminuiu consideravelmente (uma pena), mas meu amor pela história aumentou exponencialmente.



“Tinham a mesma alminha sonhadora e serena.”

Quarto e não menos importante, falar sobre essa edição belíssima: de todas as capas que já vi essa é, para mim, a mais perfeita para o livro e adoro as edições comentadas da Zahar justamente por poder entender o pretexto e o contexto da obra e poder experimentar com mais profundidade e clareza toda a situação.

“ Nunca será parisiense aquele que não aprender a pespegar uma máscara de alegria sobre seus desgostos e o véu da tristeza, do tédio ou da indiferença sobre sua alegria íntima.”



Esta edição conta com sumário, apresentação feita por Rodrigo Casarin, prólogo, epílogo e cronologia da vida e obra de Gaston Leroux.

5/5 estrelinhas sonhadoras, chorosas e suspirantes para este livro.



site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2019/08/o-fantasma-da-opera-gaston-leroux.html
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Nathalie.Murcia 26/08/2019

Edição primorosa de um clássico
Um clássico que há tempos eu queria ler, e não perdi a oportunidade quando a Zahar lançou essa edição, uma das mais lindas da coleção. A história superou minhas expectativas, pois as adaptações que eu havia assistido, inclusive a do musical, no teatro, não correspondem ao original. Em verdade, após a leitura, descobrimos que o fantasma não era um fantasma. Trata-se de um homem enigmático, sagaz, marcado por uma feiúra abissal, e com um passado obscuro. Erik, o nome por ele adotado, habita os porões da ópera, e é versado nas artes do canto, do ilusionismo, da construção de alçapões, entre outras.

Tive sentimentos de ambivalência em relação a Erik. É um personagem deveras extraordinário, que alterna momentos de perversidade e humanidade, mas direciona suas ações para conquistar o amor da cantora Christine Daeé, a qual ama o Conde de Chagny. O momento da catarse final de Erik é surpreendente. Além do insólito triângulo amoroso, o livro possui dados históricos e personagens reais (as notas de rodapé auxiliam nesse desiderato) e envolve, outrossim, muito mistério e investigação, em decorrência dos crimes ocorridos na ópera, incluindo assassinatos e o sequestro de Christine.

Erik só desejava ser amado, a exemplo de Franskenstein, uma outra obra atemporal e magnífica!

Mais resenhas no meu Instagram.

site: http://.instagram.com/nathaliemurcia/?hl=pt-br
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Mari 22/08/2019

Narrativa de tirar o fôlego
Não dá para parar de ler, o F. Da Ó. pode estar no seu encalço. Essa foi a sensação que tive ao ler esta fantástica história.
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Mylena @gataleitora 16/08/2019

“ Não! Não! O Fantasma não era um mito!”
Depois de ter o coração dilacerado pelo Corcunda e por Esmeralda, chegou a vez do trio Raoul, Christine e Fantasma terminarem de completar o serviço e destroçarem de vez meu pobre coraçãozinho já sofrido. Sou apaixonada pelas músicas da ópera apesar de só tê-la visto na TV e amo demais o filme inspirado nesta tragédia romântica. Não vou me ater à história pois a sinopse já traz os elementos essenciais da trama, vou focar mais na minha experiência de leitura.



Primeiro falar que jamais imaginei ser um romance histórico, já conhecia a inspiração que vem da Ópera de Paris mas nunca imaginei a riqueza de detalhes culturais, sociais e históricos usados de forma clara e bem descrita pelo autor. Gaston Leroux apresenta nomes de artistas reais e momentos reais de tal forma que você acredita que todo o relato é real também. Ele consegue transportar o leitor para aquele universo em meado do século XIX e faz sentir na pele todas as questões relacionadas ao fantasma e seu mito.



Segundo, também não imaginei ser de certa forma um romance policial que o escritor foi influenciado por nada mais nada menos que Arthur Conan Doyle e é narrado exatamente por um investigador que desarquiva o processo relacionado a todos os acontecimentos misteriosos que afligiram a Ópera e geraram a lenda do Fantasma. Cada elemento é apresentado na hora certa para causar certa tensão e suspense e impactar na mente do leitor.



Terceiro que eu sempre fui fã incondicional do Fantasma e nunca tive grandes empatias pelo casal principal mas durante a leitura pude perceber de forma mais forte todas consequências dos atos do vilão, entender toda a pureza e razão de ser do amor dos três personagens. E chegar a conclusão de que como diria padre Joãozinho não importa tanto como você pensa sobre uma questão e sim o que você faz concretamente com o que você pensa. O Fantasma realmente aprontou muito e mesmo tendo se redimido e o investigador ter ido a fundo para explicar o comportamento dele, minha empatia diminuiu consideravelmente ( uma pena) mas meu amor pela história aumentou exponencialmente.



“Tinham a mesma alminha sonhadora e serena.”

Quarto e não menos importante, falar sobre essa edição belíssima: de todas as capas que já vi essa é para mim a mais perfeita para o livro e adoro as edições comentadas da Zahar justamente por poder entender o pretexto e o contexto da obra e poder experimentar com mais profundidade e clareza toda a situação.

“ Nunca será parisiense aquele que não aprender a pespegar uma máscara de alegria sobre seus desgostos e o véu da tristeza, do tédio ou da indiferença sobre sua alegria íntima.”

Esta edição conta com sumário, apresentação feita por Rodrigo Casarin, prólogo, epílogo e cronologia da vida e obra de Gaston Leroux.

5/5 estrelinhas sonhadoras, chorosas e suspirantes para este livro.

site: http://www.minhavelhaestante.com.br
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bell 03/07/2019

O amor obsessivo
O músical e as canções são tão famosas que fica meio complicado resenhar esse livro do Gaston Leroux uma das histórias de amor mais apavorantes da época.o fantasma da ópera que de terror para mim não tem nada mescla um triângulo amoroso com suspense.esse romance que descreve desde a infância até os fatos narrados entre
a jovem cantora Christine e o Visconde Raoul e o obcecado gênio da música e da engenharia Erik vulgo fantasma.
O livro e narrado e nos descritos por um jornalista/historiador aos poucos como se estivesse montando um quebra cabeça e nos levando para os acontecimentos da época e costumes dos bastidores da ópera.
Vale apena conferir essa história que foi escrita a mas de cem anos e ainda hoje tem o músical traduzido para o mundo todo.
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Elow 10/06/2019

Aplausos
Adorei o livro. Ainda que tenha lido a versão adaptada. O livro não é um clássico a toa. Narrativa cheia de mistério, instigante, bem sequenciada nos fatos e linguagem sem rebuscamento. Conclui a leitura em dois dias de tão envolvida e curiosa que fiquei com a história.
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