O Fantasma da Ópera

O Fantasma da Ópera William Shakespeare
Gaston Leroux




Resenhas - O Fantasma da Ópera


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Aline Maia 09/02/2011

"Para mim, é impossível continuar a viver assim, no fundo da terra, num buraco, como uma toupeira! Don Juan triunfante está terminado, agora eu quero viver como toda gente.
Você está chorando? Tem medo de mim?
No fundo, entretanto, eu não sou mau! Ame-me e verá! Só me faltou ser amado para ser bom! Se você me amasse, eu seria doce como um cordeiro e você faria de mim o que quisesse!"

"Christine já não estava mais chorando... só eu estava chorando... daroga, daroga... Se Christine cumprir o juramento, voltará logo!"

O Fantasma da Ópera é um título que carrega grande fama, já vimos muuuitas adaptações para ele, tanto em peças, como em filmes.Eu particularmente sou apaixonada pela versão musical do livro (tanto em filme quanto em peça), mas o que me chamou mais atenção no livro é a dor e a solidão do Fantasma.

Erik é mais velho no livro, e suas falas são encantadoras e te passam toda a complexidade e tristeza que ele sente. Ele tem a voz maravilhosa, é o Anjo da Música de Christine. No princípio o vimos como um monstro que rapta a cantora de ópera Christine Daaé, mas ao decorrer do livro nós descobrimos seu lado humano. Ele era um gênio! Um gênio que teve que se esconder e aplicar golpes pra exercer seu grande talento; apenas porque era feio, deformado. A Ópera era seu mundo, e ele tinha controle sobre isso. Por ser desfigurado, Erik se mantém escondido nos fundos de uma ópera. Foi enlouquecendo, e oscila entre monstro e figura fascinante... apenas lhe faltou ser amado. A paixão que chega a ser obsessiva e o ciúme doentio que ele tem por Christine chegam a fascinar. Ela sente compaixão por ele e significa amor pra ele.

Comparo Raoul com nós leitores. Ele está perdido, não entende quem é Erik, mas principalmente não consegue entender o que acontece com Christine. Ela está sempre em constante medo, desespero e tristeza. Gaston Leuroux consegue passar muito bem isso. As falas e a ações de Christine mostram como o medo e compaixão que ela sente por Erik a consumem. Parece que ela está se definhando.

A forma que o livro é escrito passa a impressão de ser uma história real. É uma história de mistério e paixão, muito envolvente. Uma história imortal.


Rafaela B 15/09/2009

A fascinação que o Fantasma da Ópera causa em mim.
Li o livro pela primeira vez quando tinha uns 14/15 anos. me apaixonei pela história e até cheguei a acreditar que a história era real pela forma que foi escrita. Mas me apaixonei e passou a figurar como um dos meus livros favoritos. Depois de muitos anos assisti o filme do Andrew Lloyd Webber e me apaixonei pelo filme tb. Comprei o livro e li inumeras vezes além de comprar mais 4 filmes baseados na grande obra de Gaston Leroux. É uma obra imortal. Linda e envolvente e recomendo a todos.


Lima Neto 24/03/2009

um belíssimo livro, uma história fascinante que desperta a curiosidade dos leitores desde a sua primeira publicação.
tal como "Drácula", de Bram Stoker, em "O Fantasma da Ópera", talvez sua fama leve o leitor a imaginar algo completamente diferente do que o livro realmente é, inúmeras são as adaptações para o cinema, teatros, musicais, etc.
o livro em si é muito bom, com personagens bem caracterizados, agora a fama que o nome "O Fantasma da Ópera" tem talvez faça com que o leitor tenha uma idéia diferente do livro, que virá a encontrar, e talvez por isso gere uma expectativa muito elevada e acabe por se decepcionar, em parte, com o que realmente o livro é.
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SakuraUchiha 22/03/2015

Intrigante e sensacional.
"Ninguém o vê, mas cedo ou tarde todos sentem — e temem — sua presença."

Este é um incrível romance de brilho puro misturado com densas trevas.
Esta história é de um gênio desfigurado levado a insanidade que engloba seus leitores em uma atmosfera de grandeza e terror, amor e traição, e o sabor imortal de uma era que tem passado. Este romance me convenceu de que realmente era um Fantasma da Ópera.
Ele vai lhe atrair para o mundo do Erik, sua inteligência e seu amor não correspondido pela bela Christine Daae. Em um instante, o leitor teme Erik, o Fantasma, e no momento seguinte o leitor está chorando por ele. Ele seduz não só Christine, mas o público também.
É uma história verdadeiramente original que nunca diminui. Os personagens são realisticamente maravilhosos. A estória é trágica e memorável.
O Fantasma da Ópera é uma estória verdadeiramente original que nunca diminui. O autor fez um grande trabalho de manter a leitura em suspense e horror. Além disso, ele ilustra a tristeza que o amor pode trazer. Tenho que admitir que o começo é meio lento, mas conforme vai lendo, vai se interessando. O fim é apenas fantástico. Eu recomendo que você leia este livro ou até mesmo o presenteie a alguém.
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Agulha3al 21/07/2009

Quem ama o feio?
À luz da moderna estética, o feio toma assento definitivo entre as categorias estéticas. quem ama o feio? e como você pode considerar algo belo sem ter um noção do seu contrário?Sempre fui atraido como uma mariposa por certos contos de tragédia... Ainda mais com um anti-héroi deformado. Desejo boa leitura acompanhando a tragédia de Eric...

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Vitória 24/05/2014

O Anjo da Música!
O Fantasma da Ópera é precedido pela sua reputação. Sucesso no cinema, teatro e, até, em musicais muito bem sucedidos, está é uma daquelas obras que todos já ouviram falar, mesmo que não saibam, de fato, sobre o que se trata o dito livro. (Isso quando o bendito sabe que existe um livro). É muito comum as pessoas pararem você para dizer: "tem um musical!", quando percebem que você está lendo o livro, como se você não o soubesse. Como se tivesse dinheiro para ir a Broadway ou tivesse permanecido trancado em uma caverna nos últimos cem anos.

Este é um romance que não tem como principal atrativo o romance em si. Claro que há aquelas doses excessivas de juras de amor, culpa de Raoul e Christine que não calam a boca afetuosa um só minuto quando estão em presença um do outro (aliás essa é a única parte no livro em que eu sentia vontade de me jogar de uma ponte para não ouvir/ler tanta bobeira). Mas, de qualquer forma, o romance pueril entre os dois jovens é total e completamente ofuscado pelo mistério d'O Fantasma da Ópera. O mistério que ronda a boca de todos aqueles que frequentam a Ópera de Paris no século XIX.

Erik é um personagem emblemático, misterioso, inteligente, possessivo, mau-compreendido e excessivamente apaixonante. O Fantasma/Amante de Alçapões/Anjo da Música/Erik adotou este nome por falta de um outro, não que lhe faltem títulos que facilmente substituiriam um nome tão comum quanto este. O sombrio personagem é apresentado por diversas perspectivas tornando assim toda a aura ao seu redor instigante. No início é uma lenda, depois uma assombração, finalmente, um ser divino e, posteriormente, um gênio amaldiçoado pela lastimável aparência de sua face.

Como disse o próprio fantasma: "Só me faltou ser amado para ser bom!" Embora seja comprovado que o dito fantasma seria o autor de terríveis crimes (como o próprio sequestro da tolinha da Christine Daaé), ainda fica a sensação de que ele não teve melhores chances da vida, tudo por conta de sua feiúra, é claro.

Durante a leitura é impossível não se perguntar sobre o que seria de Erik se ele fosse bonito. Um renomado arquiteto? Um respeitável mágico? Alguém que, com toda certeza, seria facilmente reconhecido pela sua genialidade e não precisaria se esconder debaixo da ópera por ser desagradável aos olhos das pessoas. O retrato de Erik é uma versão sombria da intolerância da nossa sociedade desde épocas remotas. Faz muito tempo que as pessoas se preocupam demais com o exterior e esquecem-se completamente do interior.

Dentro da caveira deformada do fantasma havia uma voz que embebia a todos, um gênio que domava todas as portas, um pobre infeliz que sofria por um amor do qual nunca poderia desfrutar porque era feio. Erik é o início, meio e fim deste livro, seu mistério envolve cada palavra contida durante toda a obra. É, de fato, difícil parar até a última página.

O Fantasma da Ópera é marcado por personagens marcantes e instigantes, como o Persa e a sra. Giry, e acontecimentos tragicamente divertidos como o são todas as artimanhas tramadas (ou não) pelo fantasma no intuito de mostrar aos novos diretores, Moncharmin e Richard, quem é que realmente manda na Ópera de Paris.

Com deliciosas narrativas em ambientes escuros e sombrios, esse livro pode facilmente ser considerado como sendo uma obra gótica, por misturar com tanta destreza romance, horror, ficção, mistério, tragédia e o ingrediente secreto que é a narrativa jornalística de Leroux. Para quem gosta de um bom mistério e um amor tragicamente belo, esse livro é perfeito!

site: http://chuva-poetica.blogspot.com.br/
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Briena 16/08/2012

Ao meu ver, o que torna essa obra tão inesquecível é a fascinação que a figura do fantasma causa nas pessoas, a mesma fascinação que causou em mim. Porque para ser sincera, a escrita do autor não é nada de especial, e os personagens que complementam a história não conseguiram me cativar da mesma maneira que Erik conseguiu. Christine e Raoul são interessantes de certa maneira, mas não carismáticos e misteriosos como o fantasma.
Eu ainda fico me perguntando como deveria ser a vida de uma pessoa que vivia literalmente na escuridão, nos subsolos de uma ópera, dedicando sua vida apenas a sua obra e desistindo do mundo e das pessoas.
O engraçado é que a medida que você vai lendo, vemos as pessoas se referir a Erik como monstro ou demônio, mas eu não o consegui sentir esse tipo de repugnância em nenhum momento, pelo contrário, minha compaixão e interesse por aquela figura só aumentavam. Queria sair correndo e me enfiar nos subsolos de paris e pedir para ele cantar pra mim seu don juan triunfante (coisa que ele não faria)e me contar sobre sua vida. Resumindo, um fangirl.
Minhas quatros estrelas vão somente para Erik, o amigo dos subsolos, o monstro, o demônio, o fantasma da ópera.


Tifany 07/08/2012

O fantasma...
O livro conta a história de Erik, um fantasma que vive no subterrâneo da Ópera de Paris, e exige dos administradores um pequena quantia para que os espetáculos possam ser exbidos e o mais importante, que lhe reservem o camarote número cinco. Do outro lado da moeda, existe uma bailarina Christine Daeé que acredita ser guiada pelo "anjo da música". Consegue destacar-se no palco após substituir Carlotta, a diva do espetáculo. Christine conquista os corações da audiência na sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.
Logo, Christine percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera. Descobre também que o Fantasma é fisicamente deformado, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua deformidade. Vendo a verdadeira imagem de Erik, ela entra em choque, e Erik decide prendê-la no seu mundo, dizendo que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria.
Christine enfrenta uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo gênio da personagem do Fantasma, e decide se casar com Raoul em segredo e fugir de Paris e do alcance do Fantasma. No entanto, o seu plano é descoberto e, durante uma atuação da Ópera Fausto de Charles Gounod, é raptada do palco e levada para os labirintos embaixo da Ópera.
Nos aposentos de Erik ocorre o confronto final entre ele, Christine e o Visconde Raoul de Chagny. O Visconde tenta salvar Christine com a ajuda do Persa, através dos subterrâneos da Ópera, passando pela câmara dos súplicios, e onde Christine está sendo forçada a fazer uma escolha, entre Erik e Raoul. Christine escolhe Erik, com o intuito de salvar a vida das pessoas da Ópera, dizendo ao fantasma que concordará em ser sua esposa se ele libertar o Persa e Raoul. Erik leva o Persa de volta para sua casa, mas mantém Raoul como refém e o encarcera no local mais longínquo dos subterrâneos da Ópera.
Quando Erik retorna para Christine, ela o está esperando como uma verdadeira noiva; ele então se atreve a dar-lhe um beijo na testa, o qual ela aceita sem rejeitá-lo ou demonstrar horror. Esse ato simples traz a Erik uma alegria imensa, já que, que pela primeira vez na vida foi tratado como uma pessoa comum. É nesse momento que Erik muda de ideia, diz a Christine que ela pode ir embora e se casar com Raoul, e que ele, Erik, não passava de um cachorro aos seus pés, pronto para morrer por ela. A única coisa que ele pede é que, quando morrer, ela o enterre junto com o anel que lhe havia dado...


Serei obrigada a parar por aqui, caso contrário, contarei a vocês o final da história.
Bom, a história é bem sombria, tem inúmeros pontos onde me deixou até com um pouco de medo...Porém não deixa nem um pouco a desejar...Demonstra romance, aventura....Li esse livro em apenas dois dias, de tão bom que é...Inclui inúmeros detalhes não incluidos nos filmes, prende nossa atenção com o suspense de tão boa qualidade demonstrado nele...
Para quem gostou dos filmes ou dos musicais, recomendo que leiam "O Fantasma da Ópera", vocês verão um outro lado do tão aclamado romance. Gaston Leroux, narra a história de uma maneira tão envolvente que nos faz questionar o que, na verdade, é fictício e o que é real....Leiam!
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JH 13/08/2010

Uma boa história, mas não um bom livro.
Embora tenha dado origem ao fantástico musical da Broadway homônimo, o livro O Fantasma da Ópera não pode ser considerado uma grande obra. Gaston Leroux, o autor, narra o livro como um investigador, talvez um jornalista, que, instigado pela curiosidade, apresenta o resultado de relatos e pesquisas relacionadas aos curiosos acontecimentos em torno do misterioso personagem principal, um suposto "fantasma", que teria assombrado a Ópera de Paris por volta do começo do século XIX.
Se o livro não pode atrair o leitor pela desenvoltura da narrativa, ao menos pode chamar a atenção pela estória.
A personagem principal, Christine Daae, é um promissora atriz, que começa a ganhar destaque na glamurosa e frequentadíssima Ópera de Paris. No entanto, corre pelos bastidores, entre os artistas e demais funcionários do lugar, que seu talento seja resultado das frequentes visitas do amedrontador "Fantasma da Ópera", um furtivo ser sobrenatural, que domina a Ópera e pune aqueles que não obedecem suas ordens e tentam se sobrepor à sua autoridade no local. A jovem atriz acredita que ele seja um anjo - "O Anjo da Música" -, e que seria a forma espiritual de seu finado pai vindo visitá-la e inspirar-lhe o dom do canto.
A relação do fantasma e da atriz começa a desandar quando surge Raoul de Chagny, irmão do conde que financia os espetáculos da Ópera. Raoul é um amigo de infância de Christine, e apaixona-se pela beleza e talento da moça assim que a reencontra. Insuflado pelo ciúme, o Fantasma passa a assombrar Christine com chantagens descabidas, como obrigá-la a casar-se com ele em troca da vida e segurança de seu amado Raoul.
Ao final, descobre-se que o Fantasma não passa de um simples, porém genial ser humano: Erik, um homem que vive nos subterrâneos e nas passagens secretas da Ópera, para esconder sua terrível aparência deformada e para compôr, livre do repúdio da sociedade, suas maravilhosas obras musicais e suas temíveis armadilhas e engenhocas.

Parece interessante, não é? Mas eu recomendaria mais o espetáculo ou, ao menos, o filme de 2004, pois nestas adaptações a obra é retratada como uma história de amor e sentimentos, e não como uma história de terror. Além do mais, o musical é composto por lindas canções e representações artísticas.


Choi 24/11/2018

O fantasma da ópera
Quem nunca ouviu falar do fantasma da ópera? É uma obra que nós praticamente crescemos ouvindo, mesmo que nunca tendo visto. A figura do fantasma se personifica de maneiras diferentes em cada cabeça, mas é em Erik que ele está. Erik, extremamente inteligente e criativo, porém feio na mesma medida. Sem sombra de duvidas, um dos personagens mais incríveis que já tive o prazer de encontrar. Sua personalidade apaixonada e forte, ao mesmo tempo que ingênua. Seu estilo de vida que literalmente incorpora a arte e o drama. Uma caricatura perfeita. Até agora posso imaginar sua bela voz ressoando em meus ouvidos, que como Daaé, me encantaram e me assustaram. Vive o drama dela, senti sua compaixão. “Pobre Erik”, nunca uma frase fez tanto sentido. Nunca senti tanta pena de um personagem que mais poderia ser um vilão, se visto apenas pelos olhos de quem não o compreendia. Privado das mais simples coisas, por uma sociedade que não poderia equilibrar a feiura externa a sua genialidade. Um clássico!
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Evelyn Ruani 06/01/2019

Fantástico
Terminei de ler ontem esse livro fantástico e meu coração e sentimentos se dividem entre admiração, tristeza e pesar por Erik, o Fantasma da Ópera, assim como por Heathcliff de O Morro dos Ventos Uivantes. Ambos tem as almas torturadas e nunca conheceram o significado da palavra amor e compaixão.

A história é narrada pelo autor como se fosse um personagem, o que faz o livro parecer ainda mais real. Os fatos e acontecimentos vão sendo narrados de forma muito envolvente e você quer mergulhar nos mistérios e cada vez mais conhecer a história do fantasma que assombra o teatro em Paris, a princípio um monstro, que comete crimes hediondos, mas conforme a leitura vai se desenrolando você descobre um gênio de talento sem igual, com um segredo que carrega no rosto e um sofrimento terrível. Todo mundo sabe da minha predileção por "vilões" e eu sempre soube que o fantasma tinha uma história triste, que obviamente não justifica os assassinatos, mas explica as influencias que transformaram sua alma torturada e seu coração tão amargurado. Há sempre muita dor e sofrimento por trás de atos que julgamos imperdoáveis.

Assim como por Heathcliff, eu senti ternura e vontade de abraçar Erik em muitos momentos. Torci por ele também em relação a Christine (e diferente da Catherine de O Morro dos Ventos Uivantes, eu não a odeio). Acredito que tudo aconteceu como tinha de acontecer numa história trágica e monumental. Do meu número, costumo brincar. São essas histórias de amor, ódio, sentimentos HUMANOS verdadeiros e sem fantasias e máscaras, que me encantam e entram para os favoritos da vida.

Sem sombra de dúvida essa história não iria ficar de fora. Recomendo muitíssimo a leitura, que traz em maiores detalhes a história de Erik e acontecimentos fantásticos e terríveis. Mas também aconselho assistir a peça teatral que retrata quase fielmente esta obra nos palcos do Teatro Renault em São Paulo.

site: https://wp.me/p56sJ-29n
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Hazuki 28/01/2010

Eu lembro que na época em que eu comprei o livro eu não tinha visto o filme para não estragar uma possível imagem que eu tivesse do livro, mas pensando bem, talvez eu devesse ter visto o filme antes de ter começado a leitura. Acho que parei de lê-lo duas ou três vezes simplesmente porque achei-o muito maçante. Desde o começo do livro meu personagem preferido foi o fantasma e, por algum motivo, desde o começo eu odiei o amigo de infância da Christine. Talvez isso tenha contribuído para eu não ter gostado do livro.

Tudo bem, eu sei que julgar o livro por favoritismo a um certo personagem não é legal, mas não deu pra evitar. Achei que o Fantasma foi um personagem muito bem construído, mas o romance central não me agradou e a "taxa de glicose" dos dois me enjoou.

Talvez eu tenha lido este livro com o humor errado e, agora que eu vi o filme, talvez eu pense diferente se resolver lê-lo uma segunda vez. É um livro bom para os bons apreciadores de um romance clássico, mas simplesmente não foi do meu gosto.


Lili 03/12/2018

O Fantasma da Ópera
Após assistir ao musical e me apaixonar perdidamente, resolvi ler o livro. O livro é também muito bom, mas de uma maneira diferente. Tem uma atmosfera de mistério e suspense, e menos de romance. Gostei bastante de ler e me senti mais próxima dos personagens. Além de entender melhor a história do Fantasma.

Recomendo!


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