Batman: Arkham Knight

Batman: Arkham Knight Marv Wolfman




Resenhas - Batman


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Samuel Simões 08/12/2016

Se voce jogou Arkham Knight, POR FAVOR não leia este livro. Péssimo.
Pra começar dizendo.. se você já jogou o jogo Arkham Knight ou pelo menos jogou ate a metade do jogo .. ( como eu ) na boa.. não perca seu tempo lendo este livro. O jogo explora muito melhor toda a trama. O autor aqui se perdeu em alguns momentos e principalmente em ambientações de cena.. a melhor coisa do livro é as cenas em que envolve o melhor Vilão de todos.. coringa. Apenas isso. Escrita fraca. Preguiçoso. Não recomendo.
Ariel 09/12/2016minha estante
E meu medo se tornou realidade kkkkkkkkkkkkkkkk costumo considerar bastante suas resenhas aqui porque bate muito com o que gosto de ler, se tu não curtiu esse livro provavelmente ele não será para mim tbm.


Samuel Simões 10/12/2016minha estante
Hsuahaujauahauaj ao menos os meus comentários são uteis de alguma forma mano e agradeço por ler! Kkkk e realmente.. é uma PORCARIA de livro, serio! So a edição que vale a pena ( darkside ) .. haha valeu mano!! E temos gostos parecidos mesmo pra leitura..




Marcel Sano 06/03/2017

Uma péssima novelização de um game...
Tantas histórias a serem contadas, tantas lacunas a serem preenchidas e Marv Wolfman fez apenas um resumo do game.

Nada foi adicionado, na verdade muita coisa foi até excluída nesta adaptação literária... Personagens com Charada e Duas-Caras que foram apenas citados. E mais injustiçada ainda foi Selina Kyle que foi completamente apagada da história.

É triste ver um dos melhores games produzidos virar uma "resenha" em forma de livro. Quem já passou horas na pele do homem-morcego, salvando Gotham e enfrentando seus arqui-inimigos vai se decepcionar com essa "novelização".
Avalon 12/04/2017minha estante
Novelização da história principal do game, não das side quests... Só entenda isso.


Matheus Alves Carmo 29/04/2017minha estante
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Vinicius 11/04/2016

Batman: Arkham Knight
Fazer uma resenha de um livro de super-herói é um pouco complicado. Estamos falando de um dos heróis mais conhecidos no mundo - talvez o mais popular de todos - e que faz parte da vida de muitas pessoas. Nós vamos envelhecendo e o Batman ganhando cada vez mais espaço.

O livro é a novelização do jogo de videogame que fez um sucesso estrondoso em 2015 que possui título idêntico ao livro.

A proposta é bem legal. A história gira em torno do cavaleiro das trevas e de um dos vilões mais conhecidos do universo da DC Comics, o Espantalho. Ele pretende, através de uma das emoções mais humanas, destruir Gotham City.

Falar qualquer coisa além disto seria estragar as surpresas da história

Fiquei bem entretido nos dias que esta obra me fez companhia. O livro te prende do começo ao fim e tem uma linguagem bem fácil de ser compreendida. Os capítulos curtos também ajudam a leitura ficar mais rápida. Além de que, existem diversos pontos de vista, incluindo a visão dos malvados.

Confesso que no começo fiquei um pouco entediado pelo Batman sempre conseguir bater (pois ele não mata) e neutralizar todos os seus inimigos, destruindo até tanques de guerra com a maior facilidade do mundo.

Tudo bem que estamos falando de um super-herói, mas como é dito durante o desenrolar dos fatos, todos somos humanos. E pra mim algumas cenas não desceram tão facilmente.

Na minha opinião quem se destaca são mesmo os vilões e eles aparecem aos montes: Hera Venenosa, Arlequina, Pinguim, o Espantalho. Mas quem rouba a cena mesmo é o Coringa. Ele tem um papel fundamental na história e, pra mim, foi mais protagonista que o próprio Batman.

A pequena participação da Arlequina também é digna de destaque. Ela é uma vilã perfeita. Fria, cruel e muito psicótica.

Tem muitos vilões? Sim. E é isso que faz Arkham Knight funcionar. Apesar de existir uma grande luta entre o bem e o mal, o lado dark, por poucas vezes, vai chegar até ajudar o Morcego.

O final é impactante e é uma grande surpresa. Mas a trama só vai se desenrolar mesmo lá pela página 200.

Fiquei chateado também pela Darkside ter pisado um pouco na bola com a revisão. Muitos erros de português e, pelo que me lembro, um de diagramação. Engraçado que a obra passou por dois revisores (Marlon Magno e Ulisses Teixeira) e erros básicos não foram arrumados.

Tirando isso, o livro está lindo. A fonte (inclusive o tamanho) e espaçamento estão maravilhosos.

Apesar de não ser um livro perfeito, vale muito a pena conhecer esta história e viajar neste mundo tão incrível.
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Leandro Matos 14/04/2016

Batman: Arkham Knight | Você precisa ZERAR este livro
Meses antes do lançamento do jogo no primeiro semestre de 2015, uma coisa ficava cada vez mais evidente: O Coringa estava realmente morto.

A consequência disso é o curioso aprofundamento do caos em Gotham City. Com ele na ativa, havia uma falsa ordem, uma aparente coesão entre os principais criminosos, gangues e facções pela cidade. Com a sua nêmesis fora do caminho, era fácil supor que o Cruzado de Capa pudesse respirar um pouco mais aliviado.

Ledo engano.

Com a cidade praticamente sitiada pela desordem e criminalidade, Gotham se vê diante de uma das suas piores ameaças. Reunindo os principais arqui-inimigos do Cavaleiro das Trevas, o Espantalho arquiteta a evacuação em massa da cidade com intuito de tomá-la de assalto através de uma super-toxina, que potencializa os piores medos de quem entra em contato com ela.

Para lidar com os políticos, mas não menos perigosos, Pinguim e Duas-Caras, uma apática Hera Venenosa e a psicótica Arlequina, Batman precisa utilizar todo o seu arsenal bélico e tecnológico para impedir a conclusão do plano geral do Espantalho.

Mas somente seus brinquedos não seriam suficientes para resolver e conciliar tanto conflito. Bruce Wayne nunca esteve sozinho e na resolução de alguns destes, recebe a ajuda do Asa Noturna (o primeiro Robin), do Oráculo (aliás, da Oráculo), do Detetive Gordon e dos poucos policiais que ainda permaneceram em Gotham e alguns outros que ainda buscam e idealizam dias de paz para a cidade.

Mas de alguma forma, o Coringa está vivo

Para quem não conhece o jogo, o livro reserva excelentes plots twist em sua narrativa que, aliás, me privo do direito de comentar para deixar a imersão pela leitura completa. Para os gamers, o título é um complemento obrigatório para compreensão e expansão do universo do Batman, dentro das plataformas dos respectivos consoles.

Do game original que lhe serviu de base, apresenta a dinâmica deste em complemento com a projeção e apelo visual de graphic novels e histórias em quadrinhos. Mantendo um fluxo narrativo constante e coeso, ora em off ora em terceira pessoa, o título é o exemplo claro de que a novelização de um game pode ser tão bom quanto.

Confesso que a mão do controle chega a tremer em determinados trechos. Resumindo, ao que se propõe Batman Arkham Knight é completo.

Marv Wolfman é veterano no meio da nona arte. O americano nos anos 80 criou o Blade para a Marvel e em 1985, foi o escritor do maior crossover e responsável por uma das maiores sagas das histórias em quadrinhos, Crise nas Infinitas Terras.

O livro possui analogias e curiosidades interessantes que fazem relação direta e indireta ao Universo DC como um todo. Games, animações, HQs e outros personagens são pontuados e encontrados durante a leitura de Batman Arkham Knight para aquele leitor mais atento.

Uma curiosidade à parte da publicação é que os eventos apresentados na história ocorreram na noite do Halloween, data mais que propícia para todo o desenrolar dos acontecimentos descritos e também data de aniversário da editora DarkSide Books.

A edição por sinal traz em capa dura, uma textura nova, estilizada, que aliada a uma padronização toda em verniz negro, agrega à edição, um ar imponente e chamativo.

Com uma narrativa absurdamente visual e perturbadoramente física, Batman: Arkham Knight se apresenta como uma ativa e dinâmica leitura. Um livro que traz em seu título uma dualidade, um jogo de palavras que instiga e desafia a compreensão do leitor que se dispõe a sua leitura.

No decorrer da leitura, o enredo caminha para uma inteligente e provocativa conclusão, que vista através dos games, impressiona antes de tudo pelo visual, porém a fantástica jogabilidade do primeiro, acompanhada pelas páginas de um livro, ganham uma dimensão e profundidade que somente sua imaginação é capaz de prover.

Li Batman: Arkham Knight como um desafio extra para um jogo já zerado, onde a única ajuda que precisei para finalizar essa fase foi iniciar sua leitura.

site: http://nerdpride.com.br/batman-arkham-knight/
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Cafecomtripas 26/04/2016

Arkham Knight é um livro recomendado pra qualquer um que se interesse por Batman, além de ser uma ótima dica pra quem se interessa pelo herói mas não sabe por onde começar. Mesmo com muitas tramas e muita informação é um livro fluido que consegue manter o leitor atento, sem perder de vista o morcego que se movimenta furtivamente pelas ruas de Gothan.

Leia a resenha completa no blog

site: http://cafecomtripas.blogspot.com.br/2016/04/literatura-batman-arkham-knight-marv.html
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Marc 16/05/2016

A trama é melhor do que no jogo
O grande trunfo é o embate psicológico da trama (que é um dos maiores fortes dos livros), além de incríveis reviravoltas.
Joguei antes de ler, narrativa superior ao game, pois ela foca nas partes principais da história, deixando de fora pontas desnecessárias de menor ou nenhuma importância. Você descobre por outra óptica o quão surpreendente e fascinante é.
Especialista em luta, mestre em tecnologias, homem mais inteligente do mundo, dentre outros fatores, não fazem de Batman o herói mais popular de todos, mas, sim, o lado psicológico conturbado e traumatizado. Juntamente com todos seus vilões que, "não batem bem da cabeça" (geralmente todos vão para um hospício ao ser capturados). O livro explora cada pedaço da psique insana de Bruce Wayne somada com a de Batman, além de muita ação e incontáveis surpresas.

Resultado.. Um livro nota 10! (e olha que não curto ler algo que já sei). Recomendado para quem já jogou e mais ainda para quem não jogou. Além de ser uma ótima porta de entrada para quem entende pouco ou não conhece o Cavaleiro das Trevas.
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Carol 30/05/2016

Insano e cheio de ação!
Tudo começa logo após a morte do Coringa, Gotham City passa por um período de estranha paz, os criminosos não atacaram logo após a queda do palhaço do crime e força policial de Gotham está tranquila. Mas eis que tudo que é bom dura pouco e uma nova ameaça surge aos cidadãos de Gotham, o Espantalho, ou Jonathan Crane, criou uma toxina que instila os medos mais profundos de cada pessoa.

Com essa ameaça no ar, o caos novamente surge pelas ruas de Gotham com sua população fugindo em massa para outro lugar seguro, e alguns poucos policiais continuam para tentar salvar a cidade, além de criminosos que tentam se aproveitar da oportunidade para conquistar a cidade. Mas Batman não deixará que a cidade caia nas mãos de criminosos como o Espantalho, Duas Caras e Pinguim, não a cidade em que cresceu e que seus pais lutaram para transformar em um lugar melhor.

Entretanto o surgimento de um novo vilão, intitulado Arkham Knight, que parece saber todos os pontos fracos do Cavaleiro das Trevas, deixa Bruce cada vez mais curioso sobre a identidade de quem se esconde atrás daquela máscara, e o reaparecimento do Coringa o faz duvidar de sua sanidade.

Mas se o palhaço do crime morreu, será que o surgimento dele pode ser uma consequência da toxina criada por Jonathan Crane ou a morte do Coringa é uma farsa? A cidade encontrará apoio em lugares menos esperados e inimigos desconhecidos. A narrativa nos leva a uma conclusão muito bem feita e inteligente.

Para quem já é fã do homem morcego esse livro é uma ótima leitura e até mesmo para quem ainda não possui nenhum conhecimento aprofundado sobre o universo da DC é um ótimo ponto de partida. Apesar de possuir muita história anterior, o autor conseguiu nos apresentar personagens famosos e explicar o passado de cada um. Desde o primeiro Robin, Dick Grayson, hoje conhecido como Asa Noturna, até o terceiro Robin, Tim Drake, e Bárbara Gordon, ex-Batgirl e Oráculo. Além de reunir vários dos maiores vilões de Gotham: Duas-Caras, Pinguim, Coringa, Arlequina, Hera Venenosa, etc.

A narrativa é envolvente e a história é perturbadora e provocativa. Uma história cheia de reviravoltas e insana do início ao fim. O autor não é iniciante e já possui um currículo extenso escrevendo quadrinhos e histórias de super heróis, tanto que foi responsável por uma das sagas mais famosas do universo DC, Crise nas Infinitas Terras.

A edição em capa dura está um show a parte! Como sempre a DarkSide Books e suas
edições maravilhosas, mas esse livro ficou diferente, sua textura é incrível e estilizada e chamativa, com todos os detalhes em alto relevo, mas tudo preto até a lombada das páginas, assim como o uniforme do homem morcego hehehe Uma edição caprichada para nenhum fã colocar defeito.

site: http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br/
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Gramatura Alta 02/06/2016

Decepcionante
Existem várias mídias onde se contar uma história, e uma delas é em um jogo para consoles ou computadores. Ao contrário do que muitos pensam, jogos não são apenas ações desencadeadas pelo apertar de botões. Quase todos possuem uma história que motiva o avanço de níveis. E algumas dessas histórias são fantásticas. Entretanto, elas são construídas levando em consideração onde serão contadas.

BATMAN: ARKHAM KNIGHT é, originalmente, o quarto jogo da série desenvolvida pela Rocksteady Studios. Os produtores resolveram levar o enredo para o meio literário e chamaram Marv Wolfman, escritor famoso de quadrinhos, responsável pela saga Crise nas Infinitas Terras, da DC, para adaptar a história.

O resultado? Decepcionante. Por quê? Vou tentar explicar.

O histórico de Marv Wolfman é composto por histórias em quadrinhos, onde o escritor escreve diálogos e explica como deseja a composição básica de cada página. Quem, realmente, fica responsável por transmitir sentimentos, é o desenhista. Assim, a narrativa de BATMAN: ARKHAM KNIGHT é fria, sem emoção. E quanto digo emoção, não me refiro a acontecimentos que surpreendem, que criam tensão ou que causem suspense. O que quero dizer é que, basicamente, ele descreve o que acontece no jogo, como se ele estive vendo alguém jogar, sem estabelecer sentimentos. Junto a isso, ele acrescenta alguns detalhes sobre cada personagem em foco, que acabam quebrando o próprio ritmo da ação.

E isso leva a outro problema. BATMAN: ARKHAM KNIGHT, o jogo, é extenso, tem muitas fases, desafios, heróis, vilões, lutas, perseguições e mais uma dezena de desafios. Tudo isso condensado em 260 páginas, fica excessivamente corrido, sem espaço para desenvolver o relacionamento de qualquer personagem. Com exceção dos principais, o leitor não se importa com o restante. Não há tempo para formar qualquer vínculo com eles. Acabamos lendo página atrás de página, como se alguém nos contasse um filme na pressa. Teria sido mais benéfico se tivessem cortado várias fases do jogo na adaptação, reunido apenas as principais, essenciais à trama, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens. Mas até missões secundárias estão no livro.

Na verdade, para quem jogou, não há nenhuma surpresa. Tudo está lá, sem qualquer diferença. Inclusive o final forçado.

Em resumo, BATMAN: ARKHAM KNIGHT, o livro, não consegue agradar quem joga, nem quem gosta de ler. Ele falha nos dois objetivos. O que vale como compensação, ou não, é que a edição segue a linha da editora Darkside e está bem caprichada. Pelo menos o livro ficará bonito na sua estante.

site: http://www.gettub.com.br/2016/05/batman-arkham-knight.html
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Leo 08/06/2016

Um Batman ainda mais problemático...
Quase um ano depois da morte do Coringa, é de se imaginar que a paz finalmente pairaria sobre Gotham City, mas, pacífica e equilibrada a cidade não seria palco de tamanhas insanidades que nós gostamos tanto de acompanhar.

Sim, o Coringa está morto, mas o efeito de sua morte é o contrario do que se espera. Aparentemente calma, Gotham ainda é berço de inúmeros criminosos e muitos deles, acreditam que o Coringa deixou um espaço em branco que deve ser preenchido o quanto antes. A frente desta trupe está o Espantalho, que ameaça a cidade com uma toxina capaz de ampliar o medo das pessoas, as levando a loucura. Após uma pequena demonstração do poder de sua invenção, o criminoso consegue fazer com que grande parcela da população fuja de Gotham, e as que ficaram a mercê de sua toxina entrem em um estado de delírio e comecem a atacar umas as outras, trazendo o caos de volta à Gotham.
No meio de toda essa desordem Batman, que mal teve tempo para respirar após a morte de Coringa, se vê dentro de um cenário mais que desafiador. É muito interessante o fato de nesse livro nós sermos apresentados a um lado mais humano e fragilizado do Batman. Em vários momentos são perceptíveis certos momentos de fraqueza do protagonista, além de algumas crises existenciais que na minha opinião geraram diálogos maravilhosos que contribuíram para que eu desse uma quebrada no gelo que era a minha relação com O Cavaleiro das Trevas.
[LEIA MAIS NO BLOG :D]

site: https://adoraveisdiasdecao.wordpress.com/2016/04/20/batman-arkham-knight/
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Dri - @oasisliterario 31/07/2016

Quando a Darkside anunciou o lançamento da adaptação literária de um dos meus jogos favoritos do ano passado, eu surtei!
A narrativa se inicia demonstrando o fim do icônico vilão Coringa e a libertação de Gotham City de um caos. Pelo menos é isso que todos pensavam.
Na realidade, esse seria apenas o início de um nova desordem prestes a ser instalada na cidade.
O Espantalho assume controle da cidade e causa o terror ao criar a toxina do medo que seria capaz de gerar alucinações e medos tão grandes que instigaria o lado assassino na população.
A maioria dos habitantes foge, gangues tomam conta das ruas e a cidade é deixada às ruínas.
Gordon e Wayne são os únicos que ainda se preocupavam em salvar Gotham e evitar que Espantalho a domine.
Como se não bastasse as ameaças do Espantalho, Batman deve enfrentar alguém que o conhece muito bem e sabe até quem ele é realmente.
Mesmo não sabendo quem seria aquele que chamam de Arkham Knight, Batman se vê obrigado a lutar contra ele.
Bruce Wayne também é atormentado por Coringa, mesmo após a cremação do grande vilão. Como? Para descobrir, você terá que ler essa história incrível!
Com a narração feita em terceira pessoa e cenários descritos de maneira detalhada, Marv Wolfman conseguiu proporcionar uma novelização maravilhosa de um jogo de grande sucesso do ano passado.
Para descobrir como a história se encerra e por que Batman vive uma constante batalha interna, você precisa ler esse livro incrível!
A editora Darkside também está de parabéns por essa edição impecável, amei cada detalhe!
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Leo 01/09/2016

Melhor Livro Baseado Em Games
Gotham corre perigo, o Espantalho ameaça a cidade com um gás que pode fazer as pessoas matarem umas às outras pensando que são monstros. Batgirl, depois de baleada pelo Coringa se torna o Óraculo para poder ajuda-lo, porém seu pai, o policial Gordon, mau sabe a vida de sua filha.
Coringa depois de aplicar seu sangue nas veias de Bruce, o Cavaleiro das Trevas sofre transtornos psíquicos de chegar a ressuscitar o Coringa em sua mente fazendo ele atrapalhar suas missões.
Muita confusão, muitas revelações, muitos heróis vão aparecer durante a história que vão deixa-lo surpreendidos e um mergulho na história de Batman desde o início.
A luta por Gotham City começa.
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LT 06/10/2016

Baseado no jogo de mesmo nome, o livro é fantástico!! O Espantalho espalhou o caos por toda Gotham e com o Coringa fora do páreo, todo bandido da cidade viu uma oportunidade de tomar seu lugar. Não existe momento de calmaria nessa história, acreditem no que digo, o ritmo é alucinante!! O autor consegue fazer o leitor se prender à história.

Com a participação de vários personagens queridos (e alguns não tão queridos assim), contando também com um personagem novo e misterioso (como se os vilões conhecidos já não fossem suficientes), o Cavaleiro de Arkham. Curti bastante esse novo vilão (sua real identidade que impressiona muito) e a participação dos velhos conhecidos, como Pinguim, Arlequina (que aprontou muito, acho que não é a primeira vez que falo dela numa resenha, sim, eu gosto da personagem), Hera Venenosa e o Espantalho que foi perfeito o livro todo.

Do lado dos heróis temos Robin, Oráculo e Asa Noturna, todos cruciais durante a confusão. Alguns segredos são revelados durante a aventura deixando o clima ainda mais tenso, não acho que tenha sido à toa essa trama ter ganho o prêmio de jogo do ano (Infelizmente não joguei ainda, mas pretendo.).

Apesar de morto, a influência do Coringa na história é enorme devido a uma série de fatores, ele acaba trazendo problemas pro morcego mesmo ausente, uma das cenas mais legais de Arlequina é por causa dele. Todo o clima sombrio de Ghotam é muito bem descrito no livro e o morcego da um show nas cenas de ação, tanto no "mano a mano" quanto com seus aparatos tecnológicos e o batmóvel. O comissário Gordon também é um dos destaques, visto uma história paralela que acontece com ele envolvendo sua família, trazendo mais drama.

Tenho que parabenizar a editora Darkside pelo padrão de qualidade do livro, capa dura, marcador próprio, o livro ficou bem bonito. Bom galera, como não há filme nem trailer, vou deixar o link com o trailer do game pra vocês conferirem

Recomendadíssimo! Vou ficando por aqui. Até a próxima, ;)

Resenhista: Julio César.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Nena 12/10/2016

História baseada no game q leva o mesmo nome, paguei para ver se valia a pena, tendo em vista q não gosto de games, mas gosto do Batman e já havia lido os quadrinhos Asilo Arkhan. Grata surpresa! O livro tem um ritmo de aventura intenso, daqueles q te prendem até o final. História bem contada e sem pontas soltas. Identidades como a da Mulher Gato e de Robin são reveladas. Personagens como Arlequina, Coringa, Comissário Gordon e Pinguim, são descritos em detalhes. Assim como o início e as motivações q levaram o Homem Morcego a ser quem é. Sem falar nos astutos vilões q Batman terá de enfrentar, Arkham Knight e Espantalho. Ideal para quem gosta de aventura aliada a quadrinhos, sem falar na produção da DarkSide Books como sempre primorosa.
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Maravilhosas Descobertas 25/10/2016

{Especial Halloween Dark}: Batman: Arkham Knight, de Marv Wolfman
Como bem sabemos, no dia 31 desse mês de outubro é comemorado o Dia das Bruxas, vulgo Halloween. E nós do MD não poderíamos deixar essa data tão obscura passar em branco, então vamos passar uma semana bem dark!

Do dia 23 ao dia 29, todos os dias iremos liberar uma resenha às 19 horas, com um conteúdo especial e bem dark. Podendo ser um Dark Romance, um Dark Horror, um Dark Para Gamers, um Dark Não Tão Dark, entre outros. O intuito dessas postagens, é fazer que você, nosso querido e amado leitor, tenha um pré-halloween literário bem especial. Sendo assim, sem mais delongas, vamos ao que interessa?


O livro Batman: Arkham Knight foi criado à partir de um game, e para aqueles que jogam e já acham o jogo maravilhoso, agora irão poder ver a história mais à fundo e rica em detalhes. E mesmo aqueles que não jogam ou não conhecem o jogo, a leitura também é super recomendada.

Se Batman e os policiais achavam que após a morte do Coringa, o mal não voltaria à assombrar às ruas de Gotham City, estavam extremamente enganados. O mal está a solta, e não está sozinho, ele vem acompanhado do Espantalho.

Com uma capa negra em linho, e o sinal do cavaleiro das trevas em relevo, a capa é excepcional e o livro é um Dark Para Gamers pra lá de recomendado.

Agora utilizando uma resolução maior do que a do seu pc, a sua imaginação, imagine que você é o próprio Batman e embarque nas trevas...

Já está encorporado no Batman? Então vamos lá! O Coringa morreu um ano atrás e Gotham City está calma como nunca, e claro, você está aproveitando essa suas "férias", enquanto os outros vilões da cidade armam algo. Até que o Espantalho espalha pela cidade uma toxina do medo, e os atingidos sofre alguns delírios bizarros que os fazem sair matando uns aos outros. E ninguém mais, ninguém menos do que você para encarar essa barra.

Com o constante auxílio de seu mordomo, e a ajuda de seus amigos Robin, Oráculo e Asa Noturna, vocês terão que enfrentar um assassino que se veste muito semelhante à você, que até parece que você está lutando contra o espelho. E para ajudar, teu velho inimigo também aparece, mas espere... Ele não estava morto há um ano?

site: http://www.maravilhosasdescobertas.com.br/2016/10/especial-halloween-dark-batman-arkham.html
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Daniel 17/11/2016

RESENHA: BATMAN, ARKHAM KNIGHT - DARKSIDE BOOKS
O jogo Batman Arkham Knight foi produzido pela Rocksteady Studios e lançado mundialmente 23 de Junho de 2015 pela Warner Bros, recebendo títulos como Game of the Year, Best Storytelling entre outros. Mas a ideia do jogo era parar por aí, resolveram procurar o escritor Marv Holfman para fazer uma novelização oficial do game.

Trazendo a história do game para as páginas de um livro, houve grande questionamentos, “Transformar num livro?" "Por que não uma HQ?" "Novelização de um jogo vai funcionar?" "Será que vale a pena?”

Até mesmo eu fiquei em dúvida sobre esse meio utilizado para transmitir as histórias do Batman, bem que poderia como sempre, utilizar o modo de origem dele, por HQ's.

Mas, a editora DarkSide Books resolveu apostar nessa novelização e trouxe para o Brasil uma edição não só desejada por seu conteúdo mas também pelo seu aspecto, sua beleza e todo o luxo que só essa editora é capaz de dar para um livro. Isso deu mais impulso (como sempre) para leitores fãs de variados estilos de literatura a comprar essa edição e apostar no escuro. Eu inclusive, um pouco receoso, comprei para ler em um dia qualquer e não logo, mas quando a edição chegou em minhas mãos, não teve como me livrar da curiosidade e da vontade de abrir e ler e conhecer todo esse planejamento de um jogo feito em palavras num livro.

Muitos que jogaram o jogo, dizem ser um jogo com a história mais bem elaborada que já jogaram e que realmente deveria ter um livro. Eu que nunca experimentei o jogo apenas queria ver se é realmente tudo isso mesmo que diziam e como funcionaria o livro.
Bem, a história é muito interessante, vale a pena sim apenas quando se lê a sinopse ou um resumo da mesma.

Batman, herói de Gotham City, se vê depois da morte do Coringa numa estrada que nunca terá fim, apenas desastre após desastres. A sua força para combater o mal nunca se dissipou (aleluia!) ou nunca foi deixada de lado. Sempre há mais um mal por aí e ele sabia disso.
Mas por um momento, a paz parecia querer se manter naquele lugar, quase todos estavam percebendo essa coisa estranha.
Bem, apenas nove meses foi o máximo, até outro mal assolar novamente Gotham City de modo bem aterrorizante.

"Acho que essas crianças estão crescendo sabendo um pouco demais sobre o quanto a humanidade pode ser podre. Sem perceberem que a vida não precisa ser uma latrina, que isso não deveria ser normal. Para mim, esse é o verdadeiro crime."

Coringa morrera, quem será agora o vilão mais poderoso daquele lugar? Quem irá conseguir um marco tão maléfico e diabólico, alguém tem que fazer não? Pinguim? Charada? Arlequina? Duas-caras? Bem, o Espantalho conseguiu primeiro, com sua forte toxina do medo trazer de volta todo terror, atingindo toda a Gotham e trazendo um desastre gritante.

Batman precisa lutar novamente, e mais que nunca, com um outro inimigo ou talvez com vários que irão aparecer querendo ser melhor que o outro. Será que ele conseguirá? Quase todos os cidadãos não estão mais querendo viver nesse lugar de loucura, valerá a pena Batman lutar, lutar e lutar para acabar com todo esse mal? E o mal que o persegue por dentro? Como ele irá aguentar retirar tudo o que o Coringa deixou com ele, como por exemplo o sangue do Coringa injetado em seu corpo, ele está ficando diferente, tendo reações esquisitas e se transformando no Coringa. Como será essa luta contra o mal dentro de Gotham City e dentro dele mesmo?

A informação de que o Coringa injetara o próprio sangue no Batman fica nos primeiros capítulos, ela é revelada de forma rápida pois ocorrera uns jogos antes deste, então os jogadores já deveriam saber e teriam noção do que poderia ter como efeito e por que o Coringa fez aquilo e os seus objetivos. Ao receber essa informação fui direto para internet e pesquisei mais sobre, descobri outros jogos do Batman, sendo este da novelização o terceiro e ultimo de três. Não entendi o porque de fazer a novelização apenas do último jogo, será que as informações seriam dadas dessa maneira e digeridas de qualquer forma? um exemplo (não foi bem isso que ocorreu no livro, apenas um exemplo meu) “Tenho no meu sangue também o sangue do Coringa circulando, tenho que me controlar senão ficarei louco como ele” apenas pensei "Ah, okay, vou pesquisar ali e entender tudo isso".
Então desde inicio já comecei a ficar desanimado com a leitura pensando que ela seria toda assim.

Por ser um jogo feito em palavras num livro, o escritor não pôde diminuir e nem acrescentar algo à história, o que deixou uma escrita seca, dando poucos detalhes mas precisos, sem necessidade de mais nem menos. Mas é palpável sua vontade de colocar mais coisas, de preencher, mas não podendo, ele aderiu a essa escassez de detalhes e sendo mais rápido em cada capitulo (muuuito rápido, cada capítulo passa voando).

Fiquei sentindo falta de uma história mais profunda para todos os lados, principalmente na parte dos personagens em cada capitulo, explicar mais profundamente suas atitudes e razões por estarem em algumas situações, suas maiores emoções, relatos passados para uma explicação mais ampla, mas infelizmente o escritor não pôde trazer isso. O livro é assim, pois o jogo foi assim. Okay, coloquei isso na minha cabeça e fui ler tendo mais noção disso e tentando não reclamar de mais alguma coisa.

Só que, surgiu novamente mais alguma coisa para reclamar.
O vilão parecia de desenhos animados :( nesse estilo: “Vão pegar esse maldito vivo e trazer para mim, vou torturá-lo e depois matá-lo! Odeio esse homem!” o cara tinha inúmeras chances para acabar com a vida do herói, mas preferia que ele fosse capturado e sofresse mais e outras coisinhas do tipo. Ainda existe esses vilões lerdos?, infelizmente nesse livro sim.
Talvez eu já tenha lido livros com esses mesmos tipos de vilões e adorado eles, mas acredito que os mesmos foram mais bem trabalhados pelos seus autores e que não deixou passar ou visível que eles eram esses vilões clichês.

Outra coisa foi o próprio Batman, até quase metade do livro, ele parecia um robô herói, salvar a cidade do caos, não importa sono, fome, descanso, dor, ir ao banheiro, NADA, ele não é humano, foi o que pareceu. Na mente dele era apenas fazer o seu trabalho, nada mais, tornou algo monótono, indo ali batendo em alguns capangas conseguindo mais informações, chegando mais perto do inimigo, conseguindo isso, conseguindo aquilo, trabalho, trabalho, trabalho, problema, problema solucionado, outro problema, problema solucionado e assim por diante.

Comecei a me cansar da leitura novamente, fui largando o livro e às vezes ficava mais de quatro dias sem ler uma linha.
Com grande esforço cheguei na metade e tudo melhorou. Mas o mais impressionante foi a peça que ajudou tudo melhorar, nada mais nada menos que a participação do grande e querido vilão, o Coringa.

O batman começa a ficar perturbado com os efeitos do sangue do Coringa, e começa a ter suas fraquezas (Aêê! É gente como a gente!) e a leitura começou a ficar mais instigante ativando todo meu interesse para com essa disputa do Batman com seu inimigo interno quando estava também tentando eliminar um inimigo que realmente existia em Gotham.
A batalha ficou excelente com esse detalhe, e a leitura fluiu.

Agora depois de ter mudado de ideia lendo o final do livro, vi que ele é até bom e vale a pena ser recomendado, especialmente para uma leitura rápida num final de semana, seria um ótimo entretenimento.

Confesso que não sou fã de HQ's, nunca li nada do Batman, não acho nada desses heróis da Dc ou da Marvel interessante (apenas não consegui gostar, desculpem) e com esse livro não esperava nada, ainda mais com um inicio desse. Mas quando terminei o livro vi que valeu a pena, uma leitura que deveria ser rápida pois o livro é super fino com poucas páginas e capítulos rápidos e surpreendentes pequenos.

E o meio e fim da história toda (como sempre) são os melhores, talvez depois de ter conhecimento dessa obra eu queira ver mais outras aventuras do Batman nessa linda Gotham City. Uma boa coisa foi trazer os conteúdos que deveriam estarem numa HQ para os livros, acho que deveria ter mais disso para ampliar o público através de diferentes plataformas com o mesmo conteúdo.

Essa resenha ela é curta, não tem outra forma de falar mais, tanto do autor e seu trabalho quanto da história em si, pois tudo foi planejado, houve regras e tal para escrever o livro.

Se falo "ah, o cara poderia ter acrescentado mais coisa" bem, não podia
"ah, escreveu muito rápido!" tinha outra opção? acho que acabaria afetando a história e sofreria alterações
"ah, a história poderia ter mais, a Hera Venenosa poderia fazer isso e aquilo" no jogo não teve isso, então no livro não ia mesmo ter.

Então é isso, em novelizações assim, meio que ficamos limitados ao resenhar, bem que apenas até aqui a resenha parece já está negativa boa o suficiente kkk

site: http://hookedblan.blogspot.com.br/2016/05/batman-arkham-knight-livro-marv-wolfman-resenha-vale-a-pena-darkside-books.html
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