Uma Noite Com Audrey Hepburn

Uma Noite Com Audrey Hepburn Lucy Holliday




Resenhas - Uma Noite Com Audrey Hepburn


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Ivy (De repente, no último livro) 20/05/2020

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Uma noite com Audrey Hepburn parte de uma premissa mega interessante. Eu fiquei louca pra conferir como a autora iria moldar a personalidade da Audrey, se ela seria mais ou menos fiel ao que foi a verdadeira estrela ou criaria um personagem diferente, inteiramente idealizado. Eu gostei da sutileza da Audrey, a personagem consegue transmitir ao leitor a doçura da antiga Bonequinha de Luxo. E embora não seja uma cópia fiel da personalidade de Ms. Hepburn, acredito que a personagem consegue cativar e divertir.

A protagonista Libby também estaria ótima se não fosse tão absurdamente azarada e desastrada. Ficou forçado. Porque absolutamente tudo tem que dar errado pra Libby ou resultar em algum vexame?? Tem momentos que poderiam ter sido divertidos se a autora não tivesse pesado a mão, transformando a personagem quase numa imbecil. Libby não consegue ler nas entrelinhas e nem enxergar detalhes óbvios, ela tem uma ingenuidade que soa fake porque é excessiva, e se envolve em situações que só alguém incrivelmente estúpido se envolveria. Eu gostei da Libby, é aquele personagem bonachão, de coração grande, mas acho que faltou equílibrio, faltou a personagem ter mais atitude, faltou agir como uma mulher de 29 anos e menos como uma menininha. É como se Libby estivesse o tempo ensaiando pra uma daquelas comédias absurdas, fica difícil visualizar Libby como alguém real. Aliás, Hepburn estava mais crível do que a desastrosa Libby...

Os dois galãs da vez, Dillan e Olly acabaram ficando em secundário. Olly tem bastante momentos, mas faltou conhecê-lo mais a fundo pra que eu pudesse sentir empatia por ele. Nesta primeira parte tem pouca informação sobre ele, e Olly parece só estar lá como complemento a Libby e suas trapalhadas.

Dillan ficou bem caracterizado como a típica estrelinha que tem tudo mas queria ser reconhecido como mais do que é. Isso ficou bem explícito no personagem, mas ele ainda se revela um mistério também já que tem umas atitudes que fazem o leitor ora amar, ora detestar.

No geral, os personagens foram bons, mas a autora pecou por excesso, transformando justamente a protagonista em um clichê ambulante, cuja vida se resume a passar vexames e incômodos.

A trama é bem divertida, se lê depressa, mas me desapontei em ver que a Audrey Hepburn não é tão importante quanto parecia. A autora desperdiçou a idéia em certo momento. Eu achava que Audrey seria uma ajuda, que estaria ao lado de Libby como um fantasminha, se intrometendo e opinando. Mas não! A autora preferiu mostrar Audrey obcecada com a máquina de Nespresso enquanto Libby vai só metendo os pés pelas mãos em cada capítulo. Achei meio decepcionante tudo isso. Esperava uma trama bem mais dinâmica e cativante também. Não deu pra sentir aquela vontade de abraçar as personagens como as vezes acontece em um bom chick lit. Não surgiu aquela torcida eufórica pela mocinha e nem sofri com ela em seus maus momentos. Na verdade, apesar de ter sido legal, a sensação geral foi de apatia. Eu li, achei bacaninha, mas não me marcou de nenhuma maneira.

No geral, Uma noite com Audrey Hepburn é aquele livro morninho, aconchegante, que diverte, mas não cativa profundamente. A escrita de Lucy Holliday é leve e engraçada, mas os excessos da trama e da personagem colocam a perder parte do potencial que a estória poderia ter tido. Ficou aquela sensação de que foi bom, mas poderia ter sido infinitamente melhor.

site: www.derepentenoultimolivro.com
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Bella 12/05/2020

Bem leve
Uma livro bem leve que me deixo muito incomodada pois começa no ponto de vista dela criança e muda para ela com quase trinta anos, bem clichê porem pra quem busca uma série leve e em algumas partes divertidas vai gosta
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Isa Breve 20/04/2020

Eu não entendo porque a Libby ficou tanto tempo tentando seguir a carreira de atriz, sendo que, da pra perceber claramente que ela odeia essa vida. Todas as vezes em que, sua irmã e mãe apareciam eu tinha uma enorme vontade de soca-las na parede, QUE PESSOAS MAIS CHATAS E APROVEITADORAS!!!! Fica aqui minha indignação com essas duas.
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Isa Breve 20/04/2020

Eu não entendo porque a Libby ficou tanto tempo tentando seguir a carreira de atriz, sendo que, da pra perceber claramente que ela odeia essa vida. Todas as vezes em que, sua irmã e mãe apareciam eu tinha uma enorme vontade de soca-las na parede, QUE PESSOAS MAIS CHATAS E APROVEITADORAS!!!! Fica aqui minha indignação com essas duas.
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Kaylane Bautz 08/04/2020

'Uma noite com Audrey Hapburn' é aquele tipo de livro que você vai cometendo gula, e sem nem perceber, já está nas últimas páginas. O livro é muito engraçado e a leitura é bem leve, porém, tive alguns problemas com Libby Lomax. A atriz é muito passiva em vários momentos de sua vida, principalmente quando se trata de sua irmã e sua mãe.
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leia a resenha completa em: @nimbusliteraria, no Instagram.
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Pri 31/03/2020

Como um filme divertido
Leitura leve, divertida e agradável pra passar o tempo, muito gostoso de ler, apesar de eu ter demorado uns dois capítulos pra engrenar...
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Tay 29/02/2020

Livro do mês de janeiro do nosso clube de leitura. Não sei se por ser fã da Audrey ou mais fã ainda de comédias românticas água com açúcar, eu esperava mais. Não me conquistou.
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Dani 26/02/2020

Livro gostoso de ler, apesar de algumas pontas soltas (compreensíveis, já que se trata de uma trilogia). A personagem principal, Libby, irrita um pouco por ser tão passiva.
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Jana 16/02/2020

Pra passar o tempo...
Eu comecei essa leitura sem esperar muito. Na verdade, acho que ele atendeu bem a proposta, que é divertir e entreter, mas sem marcar.

Eu gostei da Libby, apesar dela ser bem bobinha. A família é bem problemática, mas acho que ela se saiu até bem. A mãe e a irmã só se importam com elas mesmas, mas adorei certo momento na história em que elas meio que fazem as pazes... Foi um momento bacana. O pai é um lixo humano, como ficou provado no final. Nessa parte, acho que a autora trabalhou bem, pois citou o relacionamento da Audrey com o pai, que também foi problemático. Acho que deu um toque bacana.

No mais, achei o romance muito fraquinho, não convence nada... Também queria que o melhor amigo, Olly, tivesse mais espaço na história, porque em nenhum momento parece que eles são tão próximos como a autora deu a entender que eles são.

Enfim, não é uma grande história, mas não é Chick lit aborrecido e chato, dá pra curtir a leitura.
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Bruna 13/01/2020

Muito engraçado e leve, o melhor que era o que eu estava precisando, e ter a Audrey ali... Ahhhhh sinceramente? Delicioso! Aquela áurea de sofisticação e charme! Como eu queria também!
Simplesmente perfeitinho. Aquele tipo de livro que você vai cometendo gula sem nem perceber, e em um instante está nas últimas páginas.
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 07/10/2019

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
O que me chamou atenção nessa trilogia da Lucy Holliday foi a presença de mulheres que causaram grande impacto não somente no cinema, mas em todo um estilo de vida. Começamos com Audrey Hepburn, a eterna bonequinha de luxo que deveria ser lembrada também por suas obras sociais.

Uma Noite com Audrey Hepburn foi um livro rápido de se ler, porém tive muitos problemas com Libby Lomax. A aspirante a atriz é muito passiva em vários aspectos de sua vida, principalmente quando se trata de sua mãe e sua irmã. Em certos momentos, eu só quis dar na cara dela e gritar ACORDA PRA VIDA, GAROTA! Porém, foram em pequenas demonstrações que Libby mostrou que tem potencial e consegue ser bem mais que um capacho da mãe e da irmã.

As interações de Libby com Audrey são bem engraçadas. Libby achando que está ficando doida e Audrey encantada com alguns apetrechos tecnológicos do século XXI geram boas interações. Audrey quase sempre nunca aparece quando Libby precisa, mas seus conselhos sempre vem na hora certa.

Sobre os personagens secundários, destaco a participação de Bodgan, filho de Bodgan. Sei que ele pode ter sido inserido mais como alívio cômico, porém gostei muito de sua amizade (?) com Libby. Olly, amigo de Libby, também parece ser um bom homem e claramente já sabemos como ele vai acabar. Infelizmente teremos que esperar até o terceiro livro para isso…

Quanto à mãe e irmã de Libby, sinceramente.. As duas tratam a mulher pior que cachorro sarnento e isso significa muita coisa. OK que Libby poderia ter uma voz mais ativa (ela tem 28 anos), mas ela sempre foi diminuída pela mãe, que nem tenta esconder a preferência pela filha mais nova. Então, é até compreensível Libby sempre se colocar pra baixo e desistir de tentar com que sua mãe a tratasse como a irmã. Em certos momentos, me deu vontade de entrar no livro, pegar a Libby pela mão e dizer “minha filha, vamos embora que você não é obrigada a isso”.

O livro é um tanto curto e com a escrita da autora bem gostosinha, a leitura pode ser feita rapidamente, porém esse detalhe também é um ponto negativo. O relacionamento de Libby e Dillon não tem lá um grande desenvolvimento e queria bem mais participações de Audrey. Quanto ao segundo item, nada se pode fazer, mas em relação ao primeiro creio que ainda terá um pouco mais de foco no segundo livro.

Uma Noite com Audrey Hepburn tem lá seus defeitos, principalmente em relação à protagonista, mas tanto ela quanto a história tem potencial. Por ser uma leitura rápida, continuarei a me aventurar pela vida de Libby Lomax.

site: https://balaiodebabados.blogspot.com/2019/10/resenha-436-uma-noite-com-audrey-hepburn.html
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Amanda 17/05/2019

Para quem não entendeu o propósito do livro.
Vi muita gente por aqui criticando esse livro por diversos motivos e, apesar de cada um ter sua própria opinião, alguns aspectos devem ser ressaltados:

- O livro pertence ao gênero chick-lit, caracterizado por histórias leves e com temas cotidianos na vida das mulheres, assim apresentando, na maioria dos casos, personagens azaradas, pouco confiantes e desastradas. Falar que a Libby devia ser mais "ativa" é não entender todo o propósito do gênero.

- Como o objetivo do chick-lit é apresentar histórias de cunho leve e engraçado, é normal que os livros do gênero não possuam tramas complexas e cheias de reviravoltas. Por retratar o cotidiano, a história gira em torno da rotina da personagem, sem grandes momentos ou ações extraordinárias.

- Esse livro é o primeiro de uma trilogia, portanto não se pode esperar que todos os problemas e questionamentos sejam resolvidos ao final do primeiro livro, afinal, se isso acontecesse, não haveria sentido em ter mais dois livros pela frente.

Acho importante que o leitor tenha em mente tais pontos antes de adentrar uma história como a de Libby Lomax, para ter certeza que o livro seguirá o estilo esperado. Eu, particularmente, amei esse livro! Me rendeu boas risadas e distraiu minha cabeça em um momento tenso, ao mesmo tempo em que me fez ver um pedacinho de mim mesma estampado na protagonista e nas marés de azar que circulam sua vida.
Recomendo demais! Ansiosa para ler os próximos!

site: instagram.com/panicathebookshelf
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Dri F. @viajecomlivros 04/05/2019

Essa foi a leitura que escolhi para relaxar depois que terminei "As Brumas de Avalon".
Estava precisando muito de um livro tranquilo e relax para sair da minha ressaca literária.
Encontrei esse na biblioteca municipal e me chamou a atenção que a história tinha Audrey Hepburn na capa, já que adoro os filmes dessa atriz que alem de símbolo de elegância na sua época, era linda demais.

A história se passa em Londres, e traz Libby Lomax como protagonista. Ela é figurante de filmes, já que sua mãe coloca ela e a irmã desde a infância delas, para fazer isso.
Libby não se dá muito bem nas pontas que faz, se metendo em confusões indescritíveis. E é em uma dessas figurações que ela conhece o galã bad boy e gato Dillon O´hara. Óbvio que muita coisa vai acontecer com ela a partir daí.

Esse é um daqueles romances chick-lit bem clichês. Ela é absurdamente atrapalhada, em um nível que quase irrita por às vezes ela ser tão tola. Ela tem um melhor amigo super gente boa e que sinaliza que há algo mais ali. E passa por situações inverossímeis.
Me lembrou demais, demais mesmo, os romances de Sophie Kinsella. Foi uma leitura muito tranquila e gostosa de fazer, ágil e cheia de bons momentos que renderam altas risadas em alguns momentos.
Se você curte esse gênero, embora esse não seja um livro famoso ou super bombado no momento, recomendo muito viu! Adoro encontrar boas surpresas mais antigas, sempre legal sair um pouco do que todo mundo está falando e conhecer novas histórias.
Ah e quando terminei a leitura, descobri que na verdade essa história é uma série, o próximo número é Uma noite com Marilyn Monroe. Já quero ler pra saber o que mais vai acontecer...


site: instagram @viajecomlivros
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Lucy 27/03/2019

Clichê com foco nas mudanças da vida e enxergar o lado positivo
Libby tem pouca personalidade, as únicas pessoas com as quais se permite ser ela mesma é sua amiga Nora (que agora mora distante) e o Oliver irmão de Nora.
Seu pai sempre foi ausente e sumiu após o divórcio com sua mãe. Sua mãe sempre a usou como uma coadjuvante da filha mais nova e mais talentosa para o show business, mais loira, com mais corpo e mais drama. A irmã sempre viu Libby assim como a mãe a fez ser: seu suporte, Libby tem que participar das mesmas audições pra papeis menores, arrumar roupa, maquiagem, etc. Libby se quer sabe o que ela gostaria de fazer da vida pois isso foi tudo que sempre lhe foi apresentado, ela não tem ideia se gostaria de trabalhar em outra coisa, mas tem certeza que precisa se desvincular da família e decide, após conseguir um papel fixo, em mudar para um apartamento pequeno.

Assim começa a história dela, em clima de mudança, sendo despedida do emprego, sem ter esperanças de pagar o aluguel, recebendo móveis errados para o apartamento já minúsculo e sem perspectiva do futuro, um dia de cão.

E aí aparece magicamente a Audrey em seu sofá, conversando como se fosse uma amiga.

E as dicas da Audrey apesar de parecer algumas meio malucas, vão ajudando a Libby a se encontrar, a se definir e entender melhor sobre si mesma. Ficamos com aquela dúvida se a Libby pirou, se a Audrey é um fantasma ou sei lá.

O importante é que tudo começa se encaixar. O ruim é que o livro acaba com tantas coisas em aberto.

Fiquei com vontade de ler o próximo livro com a Marylin Monroe, só pra ver meu shipp acontecer, se é que vai acontecer. Pois o romance do primeiro livro não gostei do casal e torci pelo amigo.

No geral o livro é superficial, sem grandes questões para debate, só uma jovem perdida que encontra em um fantasma famoso um suporte para ver que precisava se atirar mais, ousar mais, viver mais.
Rende algumas risadas.
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@alvorecerliterario 09/02/2019

Chick-lit hollywoodiano | @apequenabiblioteca
Libby Lomax nunca se encaixou no padrão ?beldades/coelhinhas? - era apenas uma mulher sem curvas de cabelos escuros com gosto para o vintage - e cresceu acompanhando sua irmã, uma estrela dos palcos e das câmeras ainda não reconhecida, nas audições de peças e programas de TV - obrigada pela mãe, e não por vontade própria. Aliás, durante a vida inteira Libby era um tipo de elenco de apoio no filme estrelado por sua irmã e dirigido por sua mãe. Para se refugiar de suas frustrações, nada era melhor do que assistir ao seu filme favorito, "Bonequinha de Luxo", e imaginar que Audrey Hepburn, com toda sua graça, era sua melhor amiga. Até que um desastre acontece no set de filmagens e, no sofá de sua sala, uma visita inesperada aparece: a própria e única existente, Audrey Hepburn, cortando o cabelo chamuscado da protagonista, fazendo o papel de uma barista especializada em capuccino em cápsulas e conselheira. Seria um devaneio por conta do queijo fedido naquele buraco que chamava de apartamento, uma ressaca forte por conta das garrafas de vinho, um tumor... ou a realidade?

No primeiro livro da trilogia protagonizada pela Libby, nos é apresentado um enredo engraçado, bem chick-lit e com referências à era hollywoodiana clássica. Apesar de ter um enredo e referências que tinham tudo pra me agradar (afinal, sou apaixonada pela história e personalidade - e graça, estilo... - de Audrey), a experiência foi bem ruim pra mim por conta de um detalhe: a protagonista está SEMPRE reclamando. Reclama da mãe e da irmã que a tratam mais como uma assistente do que família, reclama que a vida amorosa não está bem, reclama do trabalho, reclama e se diminui O. Tempo. Todo. Além disso, vive citando o quanto as outras mulheres são lindas e não são levadas a sério. Já estamos em 2019 e esse assunto está mais que batido. MAS nada disso impede de ter um bom aproveitamento se você simplesmente se jogar na estória.

site: https://www.instagram.com/p/BtqlPfWBqMn/
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