Uma Noite Com Audrey Hepburn

Uma Noite Com Audrey Hepburn Lucy Holliday




Resenhas - Uma Noite Com Audrey Hepburn


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Jana 16/02/2020

Pra passar o tempo...
Eu comecei essa leitura sem esperar muito. Na verdade, acho que ele atendeu bem a proposta, que é divertir e entreter, mas sem marcar.

Eu gostei da Libby, apesar dela ser bem bobinha. A família é bem problemática, mas acho que ela se saiu até bem. A mãe e a irmã só se importam com elas mesmas, mas adorei certo momento na história em que elas meio que fazem as pazes... Foi um momento bacana. O pai é um lixo humano, como ficou provado no final. Nessa parte, acho que a autora trabalhou bem, pois citou o relacionamento da Audrey com o pai, que também foi problemático. Acho que deu um toque bacana.

No mais, achei o romance muito fraquinho, não convence nada... Também queria que o melhor amigo, Olly, tivesse mais espaço na história, porque em nenhum momento parece que eles são tão próximos como a autora deu a entender que eles são.

Enfim, não é uma grande história, mas não é Chick lit aborrecido e chato, dá pra curtir a leitura.
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Érica | @aquelacomlivros 30/04/2016

A Audrey deve estar se revirando no túmulo!
Nunca li um livro tão preguiçoso, cheio de furos e "is" sem os pingos. A começar pelo título que, ao contrário do que ele diz, a mocinha não tem uma, mas algumas noites com a Audrey Hepburn que, a meu ver, pareceu mais um desenho animado que surgia do nada sem dizer a que veio (acho que nem ela mesma sabia o que estava fazendo ali), e estava mais interessada no café expresso e nas novidades do século XXI do que nos tais conselhos à mocinha prometidos pela sinopse.

As crianças de 8 anos de hoje em dia tem mais maturidade em seus dedos mindinhos, do que a Libby de 29 anos tem em todo seu corpo! Com um pai ausente, uma mãe opressora e uma irmã vadia, a mocinha vive presa em uma bolha sucumbindo ao que a mãe a manda ser/fazer e cedendo aos caprichos da irmã que é a estrela da casa e, nitidamente, a favorita da mãe. O relacionamento entre a mocinha, sua irmã e mãe, é de enlouquecer! Ela não tem uma gota de vontade própria, ou orgulho próprio, além de ter a mente programada para relevar qualquer atrocidade que as duas façam com ela, porque elas são sua mãe e irmã, como se isso fosse um passe livre para "Podem pisar em mim se quiserem!".
Por consequência dessa péssima criação, Libby tem a personalidade fraca e, não só fica presa numa carreira frustrada de atriz que ela obviamente não quer seguir, como também, é alguém sem direção, sem objetivos, não sabe o que tá fazendo nesse mundo e nem se vai ter dinheiro pra comprar pão amanhã. Uma pessoa com baixa autoestima que não consegue perceber que o melhor amigo gosta dela nem quando ele a beija, e se choca quando o astro da TV parece estar flertando com ela, afinal de contas "Eu não sou uma supermodelo, não tenho aquela bunda, nem aquele cabelo, blá blá blá..."

Mesmo com uma personagem tão irritante, confesso que estava gostando de início. A história é leve, tem situações engraçadas que me arrancaram algumas risadas e por ser livre de temas profundos ou pesados, a leitura é rápida e não entedia. Já sabia que não daria 5 estrelas por causa da mocinha, 4 estrelas começou a parecer muita coisa, na metade do livro eu tinha certeza de que daria 3 estrelas pelos pontos citados acima, mas o final foi tão, mas tão cagado que não tive outra alternativa se não dar 2 estrelas.
O foco da autora estava no amadurecimento de Libby, nos tais conselhos que Audrey supostamente daria e faria com que ela começasse a viver e achar o seu lugar no mundo, mas isso não era tudo! A falta de atenção que a autora deu para os personagens secundários me incomodou demais!! No decorrer do livro, a mocinha diz ter dois melhores amigos, aqueles com quem ela se sente confortável e em casa, mas essa afirmativa dela é só o que recebemos, pois no enredo preguiçoso não tem espaço para eles. Houve uma tentativa frustrada de um triângulo amoroso que fez com que o romance ficasse MUITO mal desenvolvido, terminando de uma maneira covarde e podre! Não pude acreditar, quando cheguei ao fim, de que ali era o fim. Todas as questões que Libby estava começando a enfrentar, ou a viver, não tiveram um desfecho. O que eram aquelas aparições de Audrey? O que ela sente pelo Olly? O Dillon é confiável? Onde foram parar a mãe e a irmã? Ela chama isso de resolver as coisas com o pai? É isso o que ela quer fazer da vida? E QUE RAIO DE QUEIJO ERA AQUELE, AFINAL???

Enfim, terminei com uma sensação horrorosa de que ela ficou com o cara errado (drogado, galinha, infiel, falso!), não engoli MESMO aquela desculpinha patética que ele deu no final, mas pelo menos ela tá guardando o outro pra mais tarde porque o triângulo continua firme e forte! Danadinha, não?
Bom, não vou recomendar uma coisa que detestei, mas cada um recebe a história de uma maneira e pode ser que você ignore todas essas coisas que me causaram repulsa e até goste da história. Aos mais detalhistas só digo uma coisa, a minha veia crítica quase explodiu depois que terminei de ler!
OBS.: A capa é fofa, mas estamos falando em Audrey Hepburn e bonequinha de luxo, a capa COM CERTEZA deveria ser azul Tiffany!!!!
Andreza 01/05/2016minha estante
Aquele final foi difícil de engolir. :/
No início tava amando o livro, mas já planejava mesmo dar 4 estrelas, depois 3, mas com aquele final também dei 2 estrelas. Como assim, e o Olly nessa história toda?


Jeizy 02/05/2016minha estante
OMG a moça ta revoltada kkkkkk Olha meu dilema: tenho duas amigas uma me indica e a outra detesta severamente oque eu faço? (???)


Érica | @aquelacomlivros 02/05/2016minha estante
CLARO que você vai dar a ouvidos a MIM, sua gêmea! hahaha
Se eu bem te conheço amiga, você vai gostar pq o gênero te agrada e coisinhas que me incomodaram não vão te incomodar. Você vai valorizar mais a dinâmica e as atrapalhadas da mocinha, do que os detalhes que deixaram a desejar. PORÉM, não acredito que você dê 5 estrelas pq tenho quase certeza de que você não vai aprovar o romance, assim como eu. E se isso acontecer, você vai odiar o final igualmente a mim, então estou apostando que você daria 3 estrelas.


Jeizy 03/05/2016minha estante
Amiga vc gosta de mocinhas fortes, destemidas e é tudo que em um chick list não tem, nem adianta insistir, vc sempre as odiará, eu ate gosto pq na vida real oque menos tem é mulheres fortes, e é exatamente por isso que a Kenia sempre gosta tb kkkkkkk Agora esse final aí se é inacabado é pra cabar =/


Érica | @aquelacomlivros 03/05/2016minha estante
O final termina sem resolver nada! Mas o pior, para mim, foi o romance. A autora começa com uma ideia de triangulo amoroso, só que ela não desenvolve um deles e a mocinha acaba se envolvendo só com um. Aí o cara com quem ela se envolve faz tanta merda que, não só a mocinha, mas eu também perdi confiança nele e fiquei esperando que o outro entrasse em ação, mas nada acontece. A mocinha só fica "Eu me sinto segura com o fulano. A primeira pessoa que eu queria contar essa novidade era o fulano. Não sei porque eu não paro de pensar no beijo do fulano." E no fim ela fica com o beltrano, sem mais nem menos, numa situação bizarra que ele nitidamente estava usando ela. Aff! E pior de tudo, é que ela não resolve nada com o fulano, ela mesma não sabe no que vai dar com o beltrano, então deixou o fulano ali de stand-by...Enfim, eu acho que pela mocinha e as atrapalhadas dela, você vai curtir (até eu tava curtindo!), mas por causa desse romance, acho que vc vai concordar comigo!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 24/05/2016minha estante
olha só
tá sentindo a treta? falo nada viu!
NÃO FALA EM TIFFANY QUE TÔ TRAUMATIZADA CACETE KKKKKKKKKKKKKKKKK

Jeizy, talvez não ame igual eu, mas acho que vai gostar sim!


Ana Carla 24/05/2016minha estante
Bom, eu li e pesquisei depois. É o primeiro livro de uma trilogia. As próximas a passar a noite com a personagem principal serão Marilyn Monroe e Grace Kelly. Então, acho que essas perguntas poderiam ser respondidas nessas continuações.


Érica | @aquelacomlivros 08/06/2016minha estante
Kkkkkkkkkkkk...Ô Kennia, eu não li o da Tiffany então desse mal eu não sofro!
Ana Carla, se tem continuação então provavelmente essas perguntas serão respondidas mas eu não tenho a intenção de saber pq esse primeiro livro foi muito frustrante pra mim e, pelo visto, essa mocinha é muito louca pq tá vendo gente morta a torto e a direita! Kkkkkkk


Priscilla 08/07/2016minha estante
Talvez seja Pq o livro é uma trilogia e não acabou, eu simplesmente achei muito bom para o que se propõe, um livro de romance hilário. Para se distrair é uma boa, mas não vai mudar sua vida, para isso existe alta literatura e auto ajuda ahahahahahah. Dê uma chance para o livro, a Libby é muito fofa!


Juliana 28/10/2018minha estante
Entendo seus pontos de vista e até concordo, apesar de ter gostado bastante do livro. Ele é leve e engraçado. A Libby cheia de problemas e inseguranças deixou mais "real" ao meu ver. Eu entendo que ela seja desse jeito exatamente pela família bagunçada que tem. O final é meio previsível (ainda não li os outros 2 livros), mas dá para ter uma ideia do que vai acontecer. Entendo que ela tenha escolhido o Dillon no momento, já que o outro é amigo dela há muitos anos e ela tem um ator famoso e bonito interessado nela, fazendo com que ela se sinta alguém importante, bonita e interessate. Eu tento sempre ver pelo lado da história, que afinal é um chicklit cômico e para mim o livro cumpriu sua função. Ficaram pontos a esclarecer, mas acredito que seja preciso ler os outros livros para compreender, por exemplo, o que são essas aparições de famosos.




Dani 26/02/2020

Livro gostoso de ler, apesar de algumas pontas soltas (compreensíveis, já que se trata de uma trilogia). A personagem principal, Libby, irrita um pouco por ser tão passiva.
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Queria Estar Lendo 27/11/2018

Resenha: Uma noite com Audrey Hepburn
Uma noite com Audrey Hepburn foi escrito por Lucy Holliday e publicado pela editora Harper Collins. É o primeiro volume de uma trilogia e conta a história de Libby Lomax, uma mulher de 29 anos que se vê um pouco perdida na vida. Sempre esteve (contra sua vontade) no mundo das produções para TV e cinema à sombra da irmã que era quem realmente nasceu para isso.

A vida de Libby é um completo "me deixei levar, e agora?". Ela não sabe muito bem no que é boa, não teve tempo entre um teste e outro e uma figuração e outra para ter uma carreira diferente da de atriz. Ela é uma eterna figurante. Sua agente, a mãe dela, também não se esforça muito para mudar a situação. A atenção é sempre voltada para sua irmã, Cass, que é uma perfeita Barbie e extremamente fútil, a coitada não sabe de absolutamente mais nada que acontece além da sua bolha de celebridade. Libby acaba sendo a secretária de Cass em muitos momentos buscando vestidos pra premiações, esmaltes, compras e apesar de ser muito maltratada pela mãe e irmã, ela as ama e tem carinho por elas.

Já o pai de Libby é um completo panaca. Ele é um escritor e está há 20 anos escrevendo um livro que conta sobre a vida de algumas estrelas de cinema como Audrey Hepburn e nunca teve tempo para Libby na infância, muito menos agora. A única coisa boa que ele fez para Libby foi apresentá-la aos clássicos do cinema, ela vê e revê os filmes como se fosse a primeira vez, é uma válvula de escape.

Rodeada por gente fútil e babaca, Libby não tem uma vida muito fácil. Apesar disso leva tudo com muita leveza e vê graça em si mesma. Para salvar um pouco o ciclo de relacionamentos de Libby, temos Olly, o melhor amigo dela, um cozinheiro explêndido e como bom amigo está lá pra tudo que ela precisar. A irmã de Olly, Nora, também é muito amiga de Libby, porém mora em outra cidade e é médica, então não tem muito tempo e pouco aparece no livro, o que achei bem ruim. Realmente, na vida adulta as vezes não temos muito tempo para falar a todo momento, mas ela mal fala com Nora, achei a amizade pouco desenvolvida.

"- Foi ele? Foi Dillon O'Hara? Porque eu juro por Deus, Libby, vou esmagar o crânio dele com... com a maior panela Le Creuset que eu tenho!"

O livro começa quando Libby conhece Olly e Nora e logo no capítulo seguinte "pula" para o set de filmagens, anos depois, no qual ela é figurante e tem um papel horroroso. Não achei muito necessário o capítulo inicial, apesar de deixar bem claro como foi a infância e adolescência da Libby, poderia ter sido mostrado durante a história e teria o mesmo impacto. Foi um capítulo um pouco solto na história, assustei quando teve esse "pulo" no tempo.

Libby está tendo um dia particularmente ruim, descobriu que seu novo papel na série que é figurante é péssimo. O set de filmagens está uma loucura, a série terá o astro Dillon O'Hara no elenco e todos estão agitados. Libby não liga muito para isso, ela é um pouco "peixe fora d'água" naquele set, entende do mundo das celebridades mas não é do tipo que se deslumbra ou se importa. Como uma clássica londrina, Libby está furiosa por não começar logo as filmagens pela atraso do astro queridinho e já cria uma antipatia antes mesmo de conhecê-lo.

"- Estamos todos esperando que o Senhor Babaca-Mor decida se valemos o tempo dele ou não. Estou falando de Dillon O'Hara - acrescento, para esclarescer a parte do "Senhor Babaca-Mor"."

Como se não bastasse as chatices diárias, Libby acaba colocando fogo na fantasia do seu personagem por acidente, o que causa sua demissão. Ela não se abala muito, apesar de se preocupar ela tem coisas mais importantes e melhores para se apegar. Ela está mudando para um novo apartamento, só dela, e terá sua sonhada liberdade. Acontece que o apartamento não é como ela se lembrava, o dono reduziu ele pela metade! Nesse momento, pensei seriamente que nada podia piorar, mas sempre tem como, né? Depois de um dia de cão, ela só quer ver seu filme favorito em paz e coloca A Bonequinha de Luxo, eis que sua atriz favorita surge na sua sala, em carne e osso. Libby sempre sonhou em ter Audrey Hepburn como melhor amiga e conselheira, agora ela tem.

A autora começou um triângulo amoroso nesse volume, que espero que se desenvolva melhor nos próximos porque nesse início ele só tem um lado! Eu particularmente não gosto do Dillon, não engulo as desculpas que ele dá e se fosse a Libby já teria mandado ele pastar e se quisesse mesmo ter um relacionamento, que prove. Apesar de não gostar dele, dá pra entender o porquê Libby gosta e em alguns momentos me peguei torcendo para os dois ficarem juntos. O que eu acho um ponto positivo da escrita já que sacrifiquei o meu julgamento como leitora pela felicidade de uma personagem que gosto.

O livro é recheado de clichês, mas são bons clichês, não é forçado. Apesar de uma vida bem ruim, Libby resolve sempre ver o melhor lado da situação e deixa o livro bem leve e divertido, ela não é o tipo de personagem que fica se lamentando da vida horrorosa que tem. A autora fez diversas referências a cultura pop, coisa que eu amo nos livros e ver a Audrey nesse mundo novo com internet e twitter é muito divertido.

"- Oh, Libby, se eu achava que o Gmail era divertido, ele nem se compara ao Twitter! E é tão fácil depois que você pega o jeito. Acabei de criar uma conta para mim, - está vendo?"

Um detalhe carinhoso é que a divisão dentro dos capítulos combina com a máscara da capa e os capítulos tem em seu início o famoso sofá Chesterfield de Audrey Hepburn com ela e Libby sentadas. Adoro livro com pequenas ilustrações dentro, torna a leitura menos cansativa e são ótimos pontos para parar.

Se está precisando de um livro leve e divertido ou simplesmente ama bons clichês e bons chick-lits, recomendo a leitura. Se nunca leu um livro do gênero, recomendo começar com esse, é muito rápido de ler, dinâmico e não dá vontade de largar o livro. Meu coração não queria deixar Libby e Audrey!

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/11/resenha-uma-noite-com-audrey-hepburn.html
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Ivy (De repente, no último livro) 20/05/2020

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Uma noite com Audrey Hepburn parte de uma premissa mega interessante. Eu fiquei louca pra conferir como a autora iria moldar a personalidade da Audrey, se ela seria mais ou menos fiel ao que foi a verdadeira estrela ou criaria um personagem diferente, inteiramente idealizado. Eu gostei da sutileza da Audrey, a personagem consegue transmitir ao leitor a doçura da antiga Bonequinha de Luxo. E embora não seja uma cópia fiel da personalidade de Ms. Hepburn, acredito que a personagem consegue cativar e divertir.

A protagonista Libby também estaria ótima se não fosse tão absurdamente azarada e desastrada. Ficou forçado. Porque absolutamente tudo tem que dar errado pra Libby ou resultar em algum vexame?? Tem momentos que poderiam ter sido divertidos se a autora não tivesse pesado a mão, transformando a personagem quase numa imbecil. Libby não consegue ler nas entrelinhas e nem enxergar detalhes óbvios, ela tem uma ingenuidade que soa fake porque é excessiva, e se envolve em situações que só alguém incrivelmente estúpido se envolveria. Eu gostei da Libby, é aquele personagem bonachão, de coração grande, mas acho que faltou equílibrio, faltou a personagem ter mais atitude, faltou agir como uma mulher de 29 anos e menos como uma menininha. É como se Libby estivesse o tempo ensaiando pra uma daquelas comédias absurdas, fica difícil visualizar Libby como alguém real. Aliás, Hepburn estava mais crível do que a desastrosa Libby...

Os dois galãs da vez, Dillan e Olly acabaram ficando em secundário. Olly tem bastante momentos, mas faltou conhecê-lo mais a fundo pra que eu pudesse sentir empatia por ele. Nesta primeira parte tem pouca informação sobre ele, e Olly parece só estar lá como complemento a Libby e suas trapalhadas.

Dillan ficou bem caracterizado como a típica estrelinha que tem tudo mas queria ser reconhecido como mais do que é. Isso ficou bem explícito no personagem, mas ele ainda se revela um mistério também já que tem umas atitudes que fazem o leitor ora amar, ora detestar.

No geral, os personagens foram bons, mas a autora pecou por excesso, transformando justamente a protagonista em um clichê ambulante, cuja vida se resume a passar vexames e incômodos.

A trama é bem divertida, se lê depressa, mas me desapontei em ver que a Audrey Hepburn não é tão importante quanto parecia. A autora desperdiçou a idéia em certo momento. Eu achava que Audrey seria uma ajuda, que estaria ao lado de Libby como um fantasminha, se intrometendo e opinando. Mas não! A autora preferiu mostrar Audrey obcecada com a máquina de Nespresso enquanto Libby vai só metendo os pés pelas mãos em cada capítulo. Achei meio decepcionante tudo isso. Esperava uma trama bem mais dinâmica e cativante também. Não deu pra sentir aquela vontade de abraçar as personagens como as vezes acontece em um bom chick lit. Não surgiu aquela torcida eufórica pela mocinha e nem sofri com ela em seus maus momentos. Na verdade, apesar de ter sido legal, a sensação geral foi de apatia. Eu li, achei bacaninha, mas não me marcou de nenhuma maneira.

No geral, Uma noite com Audrey Hepburn é aquele livro morninho, aconchegante, que diverte, mas não cativa profundamente. A escrita de Lucy Holliday é leve e engraçada, mas os excessos da trama e da personagem colocam a perder parte do potencial que a estória poderia ter tido. Ficou aquela sensação de que foi bom, mas poderia ter sido infinitamente melhor.

site: www.derepentenoultimolivro.com
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Isa Breve 20/04/2020

Eu não entendo porque a Libby ficou tanto tempo tentando seguir a carreira de atriz, sendo que, da pra perceber claramente que ela odeia essa vida. Todas as vezes em que, sua irmã e mãe apareciam eu tinha uma enorme vontade de soca-las na parede, QUE PESSOAS MAIS CHATAS E APROVEITADORAS!!!! Fica aqui minha indignação com essas duas.
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 13/04/2016

Todo mundo tem pontos fortes. Até mesmo você. Especialmente você.
Libby Lomax sempre viveu às sombras. Na família, na carreira, no amor..
Seu pai largou a mãe para se dedicar à um livro. Sua mãe passou a não se importar com ela dando foco apenas à carreira cinematográfica de Cass, sua irmã mais nova linda, loira, e com corpão. E Cass... bem, Cass só tem tempo para si mesma.
Quando, milagrosamente Libby consegue um papel bem peculiar, disfarçada de alienígena verruguento com UMA (sim, UMA!) milagrosa fala durante a filmagem, ela começa a ter esperanças que sua carreira de até então, atriz fracassada, possa decolar. E então ela descobre que o astro Dillon OHara também irá estar presente: o modelomaníaco, famoso, tudo de bom costuma ser conhecido por suas noitadas com mulheres e eventos de suma importância no mundo da fama.
Libby o aborda sem querer, de forma muito, muito desagradável para uma primeira conversa, e quando ela acha que não pode piorar... bom, piora.
(Sabe aqueles dias que NADA dá certo, NADA?)
É então que acontece.
Ela está naquele momento fossa feminino, onde a mulher só quer assistir sua comédia romântica ou drama favorito e comer chocolate, quando de repente, quem aparece sentada, impecavelmente vestida da cabeça aos pés, exalando beleza, elegância e sofisticação.
Audrey Hepburn.
Sim, AUDREY-DIVA-HEPBURN.
Não vem ao caso descrever reações e pensamentos detalhados, mas é incrível a forma como Audrey é infiltrada da história e consegue dar um rumo á tudo, ajudar Libby em relações interpessoais, aparência, carreira...
Mas mergulhei de cabeça e dei o meu melhor, porque essa é a única maneira de uma mulher encontrar o seu lugar neste mundo.
Sim, você vai rir MUITO.
Libby é uma figura, com seu comportamento mirabolante e peculiar, e a Audrey é DIVA DAS DIVAS e usando toda sua experiência externa uma motivação incrível, juntas, vão fazer um estrago ou melhor, abalo, no mundo da TV.
É de onde você menos espera que surge a realização dos seus objetivos. De pessoas muito loucas (sejam fantasmas ou não) que surgem motivação e coragem para você dar passos que há pouco tempo atrás você nem sonharia em dar. E é da forma que você menos espera, que você pode conquistar aquilo ou quem, você nunca, mas NUNCA teria imaginado.
Lucy Holliday tem uma imaginação fértil e totalmente caracterizada para o gênero, com capacidade descritiva incrível e não-entediante, com situações hilárias que te fazem rir do início ao fim, e suspirar com fofuras fofíssimas de alguns personagens. Totalmente recomendo.
Érica | @aquelacomlivros 14/04/2016minha estante
Parece ótimo! Tô doida pra leerr


Cinthya 18/04/2016minha estante
Tô achando a Libby uma personagem tão preguiçosa e chata.


Kennia Santos | @LendoDePijamas 24/04/2016minha estante
Eu gostei muito do livro, e achei a Libby uma louca, adorei!




MiCandeloro 28/05/2016

Chorei de rir!
Liberty Lomax não é uma garota de sorte. Abandonada pelo pai quando pequena, vivendo com uma mãe negligente que só sabia explorá-la, cresceu à sombra da irmã, uma jovem petulante, esnobe, fútil, que só queria ser famosa, custasse o que custasse.

Libby passou a vida toda entre audições de espetáculos, televisão e cinema, disputando pequenas pontas e participações insignificantes apenas para satisfazer a sua agente, que por acaso era a sua mãe. Mas ela sabia que não havia nascido para isso, apesar de nunca ter feito nada para mudar a sua sina. O que ela gostava mesmo era de fazer bijuterias e de assistir a clássicos do cinema, gosto este herdado por seu pai, uma das poucas coisas boas deixadas à filha.

Até que Libby parecia estar passando por uma boa maré, já que finalmente havia conseguido alugar o seu próprio apartamento, conseguido móveis de um almoxarifado do estúdio em Pinewood para decorá-lo, que Olly, seu melhor amigo, lhe levaria mais tarde; e diria sua primeira fala, depois de cinco anos, em um seriado para o qual foi contratada para ser um ET verruguento.

Só que é claro que tudo tinha que dar errado, e em grande estilo Hollywoodiano.

Em apenas um dia Libby conheceu um ator famosérrimo que fez suas pernas tremerem e deu o maior vexame na frente dele, botou fogo no próprio cabelo e foi demitida. Além disso, o seu senhorio achou que seria melhor dividir seu já pequeno apartamento em dois, para lucrar com mais um inquilino e, assim, Libby se viu em um cubículo com parede de gesso e sem banheiro. Para piorar, os móveis que escolheu com tanto cuidado foram trocados por outros caindo aos pedaços e, ao final do dia, Libby estava em uma lata de sardinha, sozinha, cheia de caixas, com um único móvel composto por um sofá gigante Chesterfield fedendo à cachorro, com o cabelo mais parecendo um esfregão de privada.

Então, não podemos julgá-la por ter visto Audrey Hepburn em pessoa, ou em fantasma, bem na sua frente, certo?

Audrey sempre foi a sua diva. Desde criança Libby fantasiava sobre as conversas que as duas teriam e os conselhos que receberia de sua fada madrinha. E pelo visto seu desejo se realizou, já que as visitas de Audrey ao seu apartamento se tornaram frequentes.

Mas afinal, o que está acontecendo com Libby? Será que ela conseguirá dar um jeito nessa confusão que se tornou a sua vida?

Querem saber o que vai acontecer? Então leiam!

***

O livro me ganhou pela capa e por trazer em sua história esta pessoa tão icônica que é Audrey Hepburn, de quem me tornei fã depois de assistir ao filme Sabrina. Achei a premissa da obra fantástica e estava louca para saber como o enredo seria desenvolvido pela autora.

De início, senti um certo estranhamento com a narrativa, em primeira pessoa. A trama começa em 1999, quando a protagonista tinha somente 13 anos, e achei o texto tão adulto que não consegui associar a uma adolescente falando. Depois, pula para quando Libby já tem 29 anos, e nada na escrita de Lucy muda, me fazendo questionar a falta de amadurecimento da personagem ou uma mudança significativa em sua vida após um salto tão grande de tempo. Entretanto, na medida em que fui avançando na leitura, percebi que talvez a autora tenha feito isso de propósito, já que fica claro a estagnação na qual Libby se encontra.

Afora isso, preciso dizer que me matei de rir com este texto. Sou fanática por chick-lits e este não ficou nem um pouco aquém dos que costumam me agradar, já que possui humor, drama e romance na medida certa. Tá certo que Sophie Kinsella tem o hábito de construir personagens desastradas, mas tá para nascer alguém tão azarado quanto Libby.

As minhas cenas favoritas são, claro, as estreladas por Audrey Hepburn. Lucy foi muito criativa ao desenvolver os diálogos entre as personagens e as interações de Audrey com a tecnologia do século XXI, pela qual ficou fascinada. Ademais, as características marcantes da atriz estão tão presentes que juramos que ela voltou dos mortos de algum modo.

Odiei com todas as minhas força a família de Libby, eles representam tudo o que abomino em um ser humano, e amei demais Nora e Olly, seus melhores amigos. Pena que eles tiveram uma pequena participação no decorrer das páginas.

Quanto ao final, se eu não tivesse pesquisado e descoberto se tratar de uma trilogia, teria simplesmente surtado, porque ele acaba totalmente em aberto e não acontece exatamente o que eu queria. Só espero que a Editora não tarde a trazer a continuação, que será com Marilyn Monroe, para eu poder descobrir o que vai acontecer com Libby.

Uma noite com Audrey Hepburn é um livro para quem quer se divertir e passar o tempo. Tenho certeza de que muitos irão se identificar com os dilemas da protagonista, uma mulher que se acha feia, gorda, que não serve para nada e que nunca acredita que tem o direito de ser plenamente feliz, fazendo o que o seu coração mandar.

Leiam e embarquem nessa aventura cheia de emoções. Quem sabe depois disso vocês não recebem uma visita inesperada?

site: http://www.recantodami.com
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Kaylane Bautz 08/04/2020

'Uma noite com Audrey Hapburn' é aquele tipo de livro que você vai cometendo gula, e sem nem perceber, já está nas últimas páginas. O livro é muito engraçado e a leitura é bem leve, porém, tive alguns problemas com Libby Lomax. A atriz é muito passiva em vários momentos de sua vida, principalmente quando se trata de sua irmã e sua mãe.
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leia a resenha completa em: @nimbusliteraria, no Instagram.
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Meu Vício em Livros 04/08/2016

Este é aquele tipo de livro que faz você se sentir uma sortuda ao ver o que a protagonista passa. Ela é muito desastrada e me lembrou a Bridget Jones. Sabe aquele dia em que tudo dá errado? Você perde o emprego, queima o cabelo, passa vergonha na frente de um cara muito gato e ainda por cima o apartamento que você alugou não era nada daquilo que você esperava. Além da poltrona usada que você comprou não ser entregue, ao invés disto você recebe um sofá que toma o comodo inteiro e ainda fede a cachorro. Será que é o estresse que faz com que Libby tenha alucinações? É o que ela fica se perguntando todos os dias desde que apareceu na sua sala/cozinha minúscula, nada mais do que a sua ídola de todos os tempos, Audrey Hepburn. Ela chega vestida exatamente como no filme Bonequinha de Luxo e começa a bater papo como se ela fosse a sua amiga de longa data.LEIA A RESENHA COMPLETA EM: http://www.meuvicioemlivros.com/2016/06/desafio-fuxicando-sobre-chick-lits-uma.html

site: http://www.meuvicioemlivros.com/2016/06/desafio-fuxicando-sobre-chick-lits-uma.html
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Beta Oliveira 29/05/2016

Tem coisas que não precisam fazer sentido para a história funcionar. Não é 100%, mas entretém. E há dias que preciso de livros assim.

Veja o texto completo do lançamento da HarperCollins no Literatura de Mulherzinha.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2016/05/cap-1200-uma-noite-com-audrey-hepburn.html
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Amanda 17/05/2019

Para quem não entendeu o propósito do livro.
Vi muita gente por aqui criticando esse livro por diversos motivos e, apesar de cada um ter sua própria opinião, alguns aspectos devem ser ressaltados:

- O livro pertence ao gênero chick-lit, caracterizado por histórias leves e com temas cotidianos na vida das mulheres, assim apresentando, na maioria dos casos, personagens azaradas, pouco confiantes e desastradas. Falar que a Libby devia ser mais "ativa" é não entender todo o propósito do gênero.

- Como o objetivo do chick-lit é apresentar histórias de cunho leve e engraçado, é normal que os livros do gênero não possuam tramas complexas e cheias de reviravoltas. Por retratar o cotidiano, a história gira em torno da rotina da personagem, sem grandes momentos ou ações extraordinárias.

- Esse livro é o primeiro de uma trilogia, portanto não se pode esperar que todos os problemas e questionamentos sejam resolvidos ao final do primeiro livro, afinal, se isso acontecesse, não haveria sentido em ter mais dois livros pela frente.

Acho importante que o leitor tenha em mente tais pontos antes de adentrar uma história como a de Libby Lomax, para ter certeza que o livro seguirá o estilo esperado. Eu, particularmente, amei esse livro! Me rendeu boas risadas e distraiu minha cabeça em um momento tenso, ao mesmo tempo em que me fez ver um pedacinho de mim mesma estampado na protagonista e nas marés de azar que circulam sua vida.
Recomendo demais! Ansiosa para ler os próximos!

site: instagram.com/panicathebookshelf
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Rachel 16/02/2018

Uma Noite com Audrey Hepburn foi uma surpresa divertidíssima! Um livro despretensioso, que nos pega de jeito sem ao menos nos deixar perceber. Em um único dia é possível terminar as aventuras de Libby e pedir por mais. Além de mexer com o fanatismo de quem adora a Audrey Hepburn, também traz questões amorosas, familiares e sobre a vida depois dos vinte e poucos anos, mostrando como nem sempre o caminho que traçamos pela maior parte da vida tem que ser o certo.
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Bianca 11/03/2017

Um sofá de gargalhadas
Sabe aqueles dias em que nada, mas absolutamente nada dá certo? Libby tem dúzias desses durante o mês. Sua vida familiar, profissional e amorosa é um completo desastre. O pai largou a mãe pra se dedicar à um livro que até hoje não saiu do papel. A mãe resolveu que só a carreira de Cass (a irmã mais nova, mais linda, mais loira e mais gostosa .. e que não pensa em ninguém além dela) que valia seu precioso tempo.
E na vida profissional .. bem, ela finalmente tinha tido a oportunidade, mesmo que seu papel era de apenas uma fala e disfarçada como um verruguento e nojento alienígena mas era um papel né? Mas o nervosismo e a irritação a fazem abordar o astro do momento Dillon O?Hara da pior forma possível.
Então, aquele dia, tinha sido um dos piores, até o momento!

Mas como desgraça pouca e bobagem, ela chega no seu mais novo apartamento (um ovo mas fazer o que, ela já reclamou bastante durante o dia) e descobre que os móveis que ela escolheu com tanto cuidado e amor, foram trocados, e no lugar tem apenas caixas e mais caixas e um sofá gigante Chesterfield fedendo à cachorro molhado.

Então não seria nada estranho, a diva que ela idolatra desde a infância, Audrey Hepburn, aparecer em pessoa (ou seria fantasma) sentada de maneira majestosa no seu sofá. Não é?

Se sua vida já estava confusa, a partir daquele momento, ela não esperava ? nem se espantava ? com mais nada!

Audrey então assume meio que um papel de fada madrinha de Libby, que aos 29 anos, se encontra tão perdida que nem estranha ? tanto ? o fato da diva do passado, estar dando conselhos sobre o que fazer da vida. E todas as características que estamos acostumadas a presenciar nos filmes de Audrey, estão tão bem escritas nas páginas desse livro, que chega ser emocionante pensar como seria se ela estivesse viva até hoje.

? -Todo mundo tem pontos fortes. Até mesmo você. Especialmente você.?
Libby se encontra estagnada na vida, deixando tudo e todos passarem por cima dela, lutando por um carreira que, honestamente, eu acho que ela nem ama tanto assim.

Em paralelo, temos os outros personagens. A família de Libby é um desastre completo. Não sabia se odiava mais a mãe, a irmã ou o pai. A dupla feminina faz Libby de gato e sapato, enquanto o pai esquece completamente da sua presença. Misericórdia!
Mas ela pode contar com os amigos, e é aí que entra Nora e Olly, o casal de irmãos que ela conheceu quando tinha 13 anos em uma das audições e que viraram presenças indispensáveis em sua vida! Olly, te amamos!

E nesses altos e baixos, com amor e sem amor, e com sábios conselhos de Audrey, vamos acompanhando Libby e sua tentativa de tentar dar um rumo pra própria vida e ser feliz com os caminhos escolhidos.

A gente sabe que Sophie Kinsella é a rainha dos chick-lits e suas personagens desastradas já são conhecidas e amadas pelo público, mas Holly consegue nos prender em sua história, com uma personagem desastrada e agrada em cheios os fãs do gênero. As risadas são garantidas!

? ? E você sabe do que mais me orgulho? De não deixar nada me assustar. Eu não era qualificada para fazer par com Gregory Peck. Não era boa o suficiente para dançar com Fred Astaire. Mas mergulhei de cabeça e dei o meu melhor, porque essa é a única maneira de uma mulher encontrar o seu lugar neste mundo.?

Uma noite com Audrey Hepburn é uma ótima escolha pra quem ama o gênero e quer uma autora nova para se apaixonar.
A gente acaba se identificando com os conflitos da personagem porque são tão atuais e tão sinceros que é impossível você sair da leitura e não soltar um sorriso de identificação! A gente percebe que o dilema de se achar gorda demais, ou feia demais, de achar que tá fazendo tudo errado e que nunca vai ser feliz; não é exclusivamente nosso. Deu pra entender? Mais é aí, que a vida resolve surpreender, e a gente vai descobrindo que, a felicidade vem sim de onde a gente menos espera! Que recuar e se descobrir é saudável e não importa se você se acha velha demais pra isso. Que amizades e laços, surgem de onde a gente menos espera e que são essas pessoas que vão te encorajar a perseguir seus sonhos ou estarão apenas ali ao seu lado, em silêncio te fazendo companhia. Você pode ser feliz seguindo o coração, e não mal nenhum nisso!
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