Linha M

Linha M Patti Smith




Resenhas - Linha M


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Paty 22/06/2020

É a mente de uma artista, e não tem preço visitar esse espaço tão raro, tão criativo, tão incrível.
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janíssima 01/06/2020

Não me conectei
Muitos anos atrás li Só Garotos e amei. Fiquei fascinada pela Patti e pelo Robert. Quis ser artista também. Eu meio que sou, mas não assim, em tempo integral, e fiquei com esse fascínio pela alma do artista.
Não sou fã da música da Patti, escuto uma ou outra, depois esqueço e não escuto mais. Quando peguei Linha M para ler, imaginei mais inspiração sobre a vida de uma artista completa, e não foi bem isso. Patti Smith perdeu o marido Fred, o irmão, e está bastante solitária. Ela viaja sozinha, visita túmulos e narra sonhos. Ela bebe muito café, e eu fiquei preocupada com a alimentação dela (ela só bebeu café ou está comendo também?). Ela menciona os filhos mas não os encontra. Ela passa o Ano Novo sozinha. Ela perde muitos objetos. Não consegui relacionar bem todas as passagens, tem um fio que conecta tudo? Mas fiquei triste que quando ela enfim encontra um brilho de futuro, uma motivação, vem um furacão e derruba tudo. É um livro que é para ser melancólico e solitário, inspirador de um jeito diferente, mas não consegui me envolver com a melancolia dela. Por não ser fã? Por que eu esperava algo na linha de Só Garotos? Um pouco, mas também porque, do que era narrado, a maior parte do que eu li me gerou um desconforto sem compaixão. Não entendi o propósito da Patti, e não me conectei com ela.
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Matheus 21/05/2020

Belíssimo
Algo na escrita da Patti Smith me trás uma paz de espírito que mais ninguém consegue fazer. A escrita dela consegue ser tão natural e tão linda, parece que ela nem se esforça pra poder escrever, de tão fluida.

Esse livro tem um objetivo totalmente de Só Garotos, que foi minha outra leitura dela. Esse tem um papel de ser uma espécie de diário aberto como público, onde ela coloca suas reflexões sobre amor, coisas perdidas, vaaarios livros, séries policiais, viagens e principalmente sobre o café na vida dela. Também senti um quê de falar sobre o tempo, mas não de forma explícita, mas sim narrando algumas memórias e como ela está na atualidade; a mudança de velhos estabelecimentos também pode ser visto como isso de ?novos tempos?.

Queria muito entender como ela consegue escrever tão bem, sério, eu poderia ler ela indo fazer compras no mercado ou sei lá, dando banho nos gatos dela que ainda assim seria muito agradável de ler. É como se ela trouxesse uma luz pro cotidiano. Quero ler tudo dela.
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Nata 15/04/2020

Perfeita poesia, nesse passeio por mais alguns anos da vida dessa lenda viva, que é Patti Smith.
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aline.vito 02/04/2020

Linha M de Patti Smith. Cada livro que leio dessa mulher me faz querer entrar na mente dela e olhar o mundo como o seu olhar. Amei ?
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Julio.Gurgel 14/03/2020

Ah, Patti...
Esse livro é mais ?avoante? que o incrível ?Só Garotos?. Aqui Patti fala de seus sonhos, cafés, literaturas, países, Nova York e uma casinha no Rockaways.
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Maria.Printes 12/02/2020

Patti Smith - Linha M
Patti Smith consegue levar o leitor ao seu mundo de uma forma inexplicável, é algo único.
É incrível ver alguém dando extremo valor para coisas tão simples!
Ah, e neste livro descobri que ela muito venera café, eu idem. Rsrs
É uma leitura fantástica!
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Paula 04/02/2020

Quotes do livro

"Me ocorreu que de fato às vezes eclipsamos nossos sonhos com a realidade."
(página 41)

"Nem todos os sonhos precisam ser concretizados."
(página 76)

"Essas coisas acontecem, só isso, o inegável efeito dominó de estar vivo."
(página 93)

"Por que será que perdemos as coisas que amamos, enquanto coisas arrogantes se agarram a nós e se tornarão a medida do nosso valor quando tivermos partido?"
(página 197)
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Atrolhado 20/01/2020

Um sabor especial.
Linha M

Mais um livro autobiográfico lido, da minha onda atual de aprender a viver.

Dessa vez da autora Patti Smith, que desconhecia e ainda desconheço. (acredito que parte da diversão da leitura foi estar lidando com uma total estranha, e ir conhecendo-a aos poucos)

No início não estava gostando muito do livro, acho que por conta de estar desacostumado com a fria escrita americana, mas depois de um tempo fui captando sua essência.

A começar, Patti Smith é uma artista com mente de artista. É muito interessante apreciar sua maneira de ver o mundo e as coisas, e suas divagações e relatos.

Como artista, demonstra sensibilidade e emoções intensamente, e com a cabeça e a alma abertas para o papel.

Me pegou o fato de Patti ser uma solitária reclusa, algo que se pode dizer de mim, ainda estou absorvendo essa condição.

No mais, recomendo a leitura acompanhada de uma boa bebida quente e de longas pausas entre os parágrafos para imersão total em si mesmo(a).

5/5
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Otavio Contente 13/04/2019

"Ah, renascer nas páginas de um livro". (Pg 81)
Esqueça o dia frio e o bom lugar para ler este livro. Pode ser no calor dentro de um ônibus indo para o trabalho ou em uma noite fria de inverno. Patti Smith nos leva de forma sentimental, onírica, poética e magistral pelas suas memórias. As dores das perdas, sejam estas quais forem, se equilibram com as descobertas mais simples e confortantes sobre situações, recordações, desejos e objetos e assim, com toda essa memória poética, você consegue renascer nas páginas de um livro e experimentar a poesia de suas próprias memórias.
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leonardo camargo 31/07/2018

A personificação das palavras
Conheci os escritos de Patti Smith por meio de “Só garotos” e após essa leitura um tipo de sentimento se intensificou em mim como leitor. Em “Linha M”, Patricia pega em sua mão delicadamente e o leva para o seus lugares preferidos e te mostra objetos cheios de história.

A simplicidade é a característica mais encantadora do livro. A forma como os capítulos trazem os seus sentimentos, as divagações sobre a vida e o que ela viu com suas experiências, fazem com que a narrativa ganhe ares de conversa, como se a mesa preferida de Patti no Café 'Ino tivesse uma cadeira reservada para você.

Toda essa proximidade que o livro nos coloca acabou despertando em mim o melhor sentimento que um leitor pode ter com a sua obra: a amizade. O livro se tornou o meu companheiro de tardes, a salvação das minhas insônias e aquele que eu queria ouvir quando o pensar sobre a vida se esgota.

“Linha M” é um livro memória que engrandece a imaginação, pela simplicidade na qual ela existe. Patti Smith coloca todo o seu sentir no ato de pensar, prática que torna o cotidiano algo curioso e cheio de significados. Entre sonhos e objetos perdidos, Patti Smith está ali, te esperando para conversar e tomar uma xícara de café.
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Milla.Gurgel 21/06/2018

Dolorosamente belo
Perdas, livros, solidão e séries de detetive. "Não é fácil escrever sobre nada", mas Patti Smith faz com perfeição.
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Biblioteca Álvaro Guerra 10/05/2018

Linha M
Patti Smith, ícone punk e autora de Só garotos, volta a narrar suas memórias neste doloroso e espetacular Linha M.

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788535926934
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Delirium Nerd 29/01/2018

A solidão poética de Patti Smith
Em Linha M, livro mais recente de Patti Smith, a leitora é transportada para um universo não-linear, reflexivo e, vez ou outra, metalinguístico. Por diversos momentos, a escrita da autora se debruça sobre as próprias auguras da arte de escrever – e traz também preciosas dicas de outras obras a serem lidas. “Escritores e seus processos. Escritores e seus livros. Não posso supor que o leitor conhecerá todos eles, mas afinal será que o leitor me conhece? Será que o leitor deseja isso? Só posso almejar isso, enquanto ofereço meu mundo numa bandeja cheia de ilusões”, elucubra a multifacetada artista.


Sucessor do celebrado Só Garotos, o livro é como uma longa viagem com destino incerto feita por meios terrestres: um convite para que o olhar pouse sobre a beleza da paisagem e não que busque, no horizonte, indícios específicos sobre os rumos do trajeto. Da música à literatura, Patti Smith molda palavras com poética maestria e, em Linha M, mostra ao público a melancolia de uma mulher que está viva, pulsante e criativa ao mesmo tempo em que, enquanto ícone, é memória.

E é memória também por estar aqui, neste mundo, após tantas perdas e transformações:

“Desejamos coisas que não podemos ter. Tentamos conservar certos momentos, sons, sensações. Quero ouvir a voz da minha mãe. Quero vez meus filhos ainda crianças. Mãozinhas pequenas, pés ligeiros. Tudo muda. Garoto crescido, pai morto, filha mais alta que eu, chorando por causa de um sonho ruim. Por favor, fiquem aqui para sempre, digo para as coisas. Não vão embora. Não cresçam.”

Leia a resenha completa no link abaixo:

site: http://deliriumnerd.com/2017/10/10/literatura-linha-m-patti-smith/
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isa.dantas 21/01/2018

Uma delícia poder vagar pelas memórias de Patti Smith, escritas de forma tão bela!
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