Menina Má

Menina Má William March




Resenhas - Menina má


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AmadosLivros 15/08/2017

"O que você me dá em troca se eu te der uma cesta de beijinhos?"

Hoje vou falar sobre duas obras maravilhosas que tive o prazer de ler e assistir durante essa segunda semana de junho. Primeiro, vou contar pra vocês sobre o lançamento do mês de maio da diva Darkside Books, Menina Má, de autoria de William March. E depois fazer algumas comparações com a adaptação cinematográfica, The Bad Seed, traduzido aqui no Brasil como "A Tara Maldita".

"Ela não tinha nenhuma das culpas e medos comuns da infância; e, era claro, não tinha qualquer capacidade de afeto, preocupando-se somente consigo mesma. Mas talvez o traço mais notável nela fosse sua inesgotável cobiça."

O livro - publicado originalmente em 1954, sendo o último trabalho do autor - narra a história da família Penmark, formada pelo pai, Kenneth Penmark, um coronel do exército que vai passar um tempo fora de casa a trabalho, Christine Penmark, esposa, mãe e dona de casa dedicada, e Rhoda Penmark, a adorável filhinha de 8 anos do casal. A menina fica ora sob os cuidados da mãe ora sob os cuidados da vizinha do andar de cima, Monica Breedlove, uma senhora solteira e bem falante, que adora analisar psicologicamente as pessoas; mora com o irmão Emory, também solteiro e mais reservado que a irmã. Rhoda parece ser a filha perfeita, com suas duas trancinhas e seus vestidinhos de boneca, educada, alegre, organizada, que nunca se suja ou nunca desarruma o seu quarto. Mas a menina esconde o capeta em forma de guri.

"'Eu sei que, no fundo, você está muito triste, minha linda.' Rhoda encaixou uma peça do quebra-cabeça em seu devido lugar e então, voltando-se para a mãe, disse, em tom surpreso: 'Não sei do que você está falando, mãe. Não sinto nada.'"

A mãe só começa a notar que a filhinha tem algo de estranho após um acidente fatal envolvendo um colega de sala da menina, num piquenique organizado pela escola. O garoto, Claude Daigle, alguns dias antes, havia ganhado uma medalha de melhor caligrafia num concurso, prêmio que Rhoda creditava para si e deixava bem claro que não suportava a ideia de que a medalha não havia sido para ela. Ao que parece, a última criança a ver o menino vivo teria sido Rhoda, que antes do suposto acidente, foi vista perturbando o garoto, querendo tirar-lhe a medalha.

Após a morte do garoto Daigle, Rhoda chega em casa e se mostra completamente indiferente ao acidente, como se nada houvesse acontecido de tão grave e horrível. A partir desse dia, Christine começa a achar que tem algo de errado com a filha, principalmente depois que ela solta a pérola: "Por que eu deveria sentir pena? Foi Claude Daigle quem se afogou, não eu". Pasmem! A mãe começa a investigar sobre esse tema delicado e mal sabe ela que isso pode levar a descobertas sobre até mesmo seu próprio passado.

"Christine, observando-a, pensou: 'Ela não tem a menor capacidade de sentir remorso nem culpa. Ela é completamente despreocupada.'"

De personagens importantes, ainda temos a mãe do garoto, Mrs. Daigle, que ficou super arrasada com a morte do filho, e aos poucos também começa a desconfiar de Rhoda; e o zelador LeRoy, um homem sinistro que percebe que Rhoda é uma garota peculiarmente sinistra como ele, e começa a perturbar a menina quando descobre que ela foi a última a ver o garoto morto. Mal sabe ele o quanto ela pode ser ainda pior do que si.

"Eu achei que conhecesse meninas más, mas você é a pior de todas."

Quanto ao filme, ele segue a mesma ideia. Algumas pequenas diferenças no desenrolar da história, por exemplo, o pai Kenneth Penmark (William Hopper), mesmo afastado da família, se mostra mais presente no filme que no livro, vemos mais cenas com ele. O avô da menina, Richard Bravo (Paul Fix), que não aparece no livro, aparece no filme. E claro, o final do filme é completamente diferente do livro, que eu não vou contar aqui né, vocês vão ter que descobrir os dois finais e as outras surpresas da história por conta própria.

Preciso parabenizar Patty McCommark pela brilhante atuação no papel de Rhoda, seu semblante passa de menina meiga e boazinha para uma psicopata num piscar de olhos. Para uma criança interpretar uma sociopata tão bem assim é difícil. Merecia ter levado o Oscar de melhor atriz coadjuvante que concorreu. Nancy Kelly (Christine Penmark) também conseguiu passar todo o drama que a mãe da menina transmite no livro, pode esperar muito drama da parte dela. Meus parabéns a Eileen Heckart, que interpreta Mrs. Daigle, atuou muito bem também, uma mãe arrasada, completamente bêbada, de luto, obcecada pela medalha do filho que misteriosamente sumiu; e a Henry Jones que interpreta LeRoy, o sinistro jardineiro / zelador do condomínio onde eles vivem. O filme concorreu a mais três Oscar, melhor atriz coadjuvante para Eileen Heckart (que ganhou o Globo de Ouro pelo mesmo papel), melhor atriz para Nancy Kelly e melhor diretor de fotografia para Harold Rosson.

A edição da Darkside Books está, como sempre, impecavelmente perfeita. Acho que no momento é o livro mais lindo de minha estante, como você pode visualizar nas fotos. Os detalhes da capa, acabamento, imagens, tudo muito perfeito, parabéns. No mais, não é uma história de terror. Se estava com medo de ler/assistir essa obra por esse motivo, não se preocupe mais. O livro tem um misto de drama e suspense, assim como o filme. O curioso é que esse filme foi o primeiro a trazer uma criança como um ser maligno, servindo de base para todos os outros que conhecemos, A Profecia, Chucky, Annabelle, A Órfã, O Chamado, etc. Até Dexter também foi influenciado por Rhoda, pois sua psicopatia é notada justamente na infância. O mais interessante é a pergunta final que fica para o leitor/espectador: uma criança assassina é produto do meio-ambiente que vive, ou existe mesmo a tal semente do mal? Boa leitura e bom filme!

"Será a maldade uma espécie de semente que carregamos dentro de nós, capaz de brotar na mais adorável das criaturas?"

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2016/06/livro-menina-ma-filme-bad-seed-tara.html
Vinny Britto 15/08/2017minha estante
Resenha copiada? A mesma se refere ao livro como lançamento, coisa que não é.


AmadosLivros 15/08/2017minha estante
Sim, a resenha foi publicada no blog, como consta no link anexada a mesma ao final.




Diae 17/07/2017

Resenha exclusiva do blog Da Imaginação à Escrita
Para o quinto tema do Desafio 12 Meses Literários, escolhi Menina Má, um clássico do autor William March e publicado pela editora Darkside. Menina Má é um suspense psicológico bastante envolvente e até curto por assim dizer, com pouco menos de 300 paginas, mas a escrita fluida do autor também faz com que o leitor adentre na trama tão profundamente que a leitura passa em um piscar de olhos, eu até gostaria que tivesse mais páginas pois mesmo gostando muito da leitura acredito que faltou uma profundidade mais abrangente e mais peso na pegada do suspense.

Não nego que este clássico de 1954 seja um bom livro e que traz uma história arrepiante, no entanto eu esperava um pouquinho mais. Rhoda Penmark é uma doce menina que encanta a todos, com seus modos perfeitos e maduros para sua idade, Rhoda consegue tudo que deseja, mesmo que para isso precise matar. Quem vê a menina jamais imaginaria o mal que se esconde nas sombras de seus olhos, Rhoda tem uma frieza calculista e não se incomoda de matar um ser humano. Christine tenta de todas as formas aplacar o mal de sua filha, é preciso fazer alguma coisa, ela precisa proteger a filha e também aqueles ao redor de Rhoda. Tentando compreender os motivos que tornaram sua pequena menina uma assassina a sangue frio, Christine em barca em um segredo do passado, algo tão terrível que a consome dia após dias.

Apesar do título e da sinopse, Menina Má não é um livro assustador, ou de um suspense pra lá de amedrontador, na verdade é muito tranquilo de ler, mesmo com a pegada mais violenta e mostrando uma criança na pele do assassino, não espere uma historia de terror ou algo parecido, o ponto alto de Menina Má ao meu ver são os mistérios apontados no enredo e que levaram Christine a conclusão do porque de Rhoda ser como é. Sem dúvidas a trama de William March é cativante, original e nem um pouco clichê, este é um livro que inspirou muitas outras obras e que abordou um tema que quase não se via na época que foi lançado. Por se um clássico do suspense psicológico, é uma leitura que vai agradar muitos leitores, a escrita de William é ótima e a trama segue em um ritmo incrível, só peca um pouco no desfecho e alguns outros pontos que citei anteriormente.

No entanto, se é um livro para prender sua atenção que você queira, Menina Má consegue esse feito com perfeição, tanto Rhoda como os demais personagens são bem interessantes, assim como a ligação que Christine começa a compor em relação a filha, gostei especialmente deste mistério e para aqueles que também apreciam um bom segredo, creio que vão se envolver com Menina Má, que aliás é um ótimo livro para os leitores que queiram começar a ler livros de suspense ou thrillers psicológicos, mesmo com a atmosférica sombria e sangrenta, Menina Má é uma leitura tranquila e rápida, perfeita para quem ainda não leu nada do gênero e queria aderir.


site: http://www.daimaginacaoaescrita.com/2017/05/resenha-menina-ma-william-march.html
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molduraliteraria 16/07/2017

Que livro!
A primeira vista pode parecer uma narrativa pesada. Tenho que confessar que nas primeiras paginas senti uma certa dificuldade na leitura, porém nada que umas lidas e força não ajude a melhorar. Deu tão certo que no final já estava amando a escrita e a narração em terceira pessoa e com muita participação do ponto de vista da personagem principal.
Além disso, a história te envolve de tal forma que é possível imaginar e sentir cada situação apresentada. •
Esse é um livro maravilhoso para quem gosta de uma história que mexe com o psicológico.
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Cris 09/07/2017

Impressionante!
“Mas naquele momento, escreveu Christine, queria mesmo era poder não saber a verdade, poder continuar acreditando, apesar de seu senso comum mediano, na ínfima chance de a filha ser inocente.” Pág. 184

Quando comecei a ler este livro, achei que se trataria de um livro de terror, daqueles que te dá um medinho ao ler. Mas o livro não é narrado de uma forma que te cause horror, e se trata de um caso de suspense e mistério.

A narrativa em terceira pessoa causa um pouco de estranhamento, porque foi escrita na década de 1950, e podemos perceber um vocabulário diferente que era característico da época. Os personagens são apresentados de forma que mostram o que há de pior em cada um: a vizinha fofoqueira, a professora que se preocupa só com as aparências, o zelador com tendências pedófilas...

Neste livro acompanhamos a história da menina Rhoda e sua mãe Christine, que mudam de cidade enquanto o marido e pai da criança trabalha no exterior. A mãe faz de tudo para cuidar bem da filha apesar da ausência do pai, mas percebemos que esta ausência causa consequências na vida da mãe e da filha.

Christine percebe algumas atitudes estranhas na filha desde que ela é bem pequena: ela é manipuladora e dissimulada. Porém, a mãe tenta ignorar essas atitudes achando que se trata de algo passageiro. Conforme a criança vai crescendo, alguns “acidentes” ocorrem sempre que ela está por perto e isso leva a sua mãe a desconfiar cada vez mais.

O livro nos mostra como se forma a mente de uma criança com tendências psicopatas e eu imagino o tabu que tenha sido na época em que foi lançado. Fiquei chocada com as atitudes da Rhoda, mas também com algumas atitudes dos adultos, inclusive da mãe dela. Mas ao mesmo tempo, me senti compadecida da Christine, pois ela teve a difícil tarefa de criar sozinha uma criança tão difícil em uma sociedade cheia de preconceitos.

A história por trás das tendências assassinas da Rhoda é revelada aos poucos e termina com um final impressionante! Mais uma vez, a edição da Editora Darkside é impecável.


site: http://instagram.com/li_numlivro
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Carolina.Czizek 06/07/2017

Esperava Mais
Esperava muito mais desse livro.
Gosto do tema, mas achava que ele seria mais pesado, Não que ler algo sobre psicopata seja algo leve, Mas talvez pelo fato de ter um narrador eu não me senti tão dentro da história.
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livia rosa 28/06/2017

Menina má
Leitura empolgante e viciante. Vontade de falar do final, mas se quiser saber, tem que ler e tirar suas próprias conclusões.
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livia rosa 28/06/2017

Menina má
Leitura empolgante e viciante. Vontade de falar do final, mas se quiser saber, tem que ler e tirar suas próprias conclusões.
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Ingrid.Mayara 26/06/2017

Resenha do livro Menina Má (The Bad Seed)
Narrado em terceira pessoa, Menina Má conta a história de Rhoda, uma menina de oito anos aparentemente boazinha, porém, com tendências psicopatas. A temática do livro foi bastante inovadora para a época (1954), e mesmo na atualidade ainda pode ser considerada tabu.
Rhoda e sua mãe mudam-se de cidade com o intuito de começar uma nova vida onde ninguém as conheça (enquanto o pai está trabalhando no exterior). Na nova escola, Rhoda espera ganhar uma medalha dada pela professora ao estudante que melhor aperfeiçoar a caligrafia, mas o prêmio vai para um colega de classe chamado Claude Daigle, o que causa uma inveja doentia na menina.
Seguindo uma tradição, a escola realiza uma excursão para um piquenique nas proximidades da praia de Benedict, local onde o cadáver do menino premiado com a medalha é encontrado, sendo Rhoda a principal suspeita.
Christine começa a perceber a potencial atuação da filha devido às contradições de suas atitudes (manipulando a todos quando algo lhe interessa). No desenvolvimento da narrativa ocorrem outros óbitos, deixando Christine cada vez mais desconfiada da maldade de Rhoda, relembrando o passado e imaginando o futuro, trazendo questionamentos a quem está lendo: a maldade pode ser hereditária ou depende do ambiente e das experiências de cada pessoa? Qual é o limite para a proteção de um filho?

Após terminar o livro, cheguei à conclusão de que a mãe estava mais preocupada com o impacto social advindo da descoberta das maldades cometidas pela filha e suas consequências do que com as maldades em si – o que geraria uma narração mais verossímil se fosse inteiramente escrita em primeira pessoa.

Basicamente a história é boa, mas parece que a obra perde a fluidez em alguns momentos, como se os diálogos fossem forçados, com personagens rasos. Confesso que a capa e a diagramação da edição de 2016, lançada pela Darkside, me impressionaram bem mais que o conteúdo.

site: https://www.wattpad.com/story/107658371-mercy-di%C3%A1rio-de-uma-l%C3%A9sbica
Cássia 26/06/2017minha estante
Eu esperava mais desse livro.




Jaqueline.Santos 26/06/2017

A Menina Má
Um livro muito bem escrito, que nos leva a perceber até onde uma mãe é capaz de chegar por amar e querer proteger um filho, mesmo diante de todos os fatos ..
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Maria Carolina Costa 13/06/2017

Esse tipo de história nunca fez muito o meu estilo, nem as outras obras que usaram o livro, originalmente publicado em 1954, como inspiração: Chuck, o boneco assassino; o serial killer Dexter; o personagem do Macaulay Culkin em Anjo Malvado; Samara (O Chamado); Annabelle.

Mas a curiosidade falou mais alto e eu tive que ler esse livro. E no final, até gostei. Para quem não sabe, “Menina Má” é, como o próprio nome diz, sobre uma criança má, uma psicopata. Já foi peça de teatro se tornou um filme (“A Tara Maldita” – 1956) que surpreendeu por ser o primeiro a colocar uma criança como assassina e vilã. O que obviamente causou um impacto enorme na época do lançamento.

[..]

A Darkside acertou e muito em “ressuscitar” uma excelente história. Para quem ama suspense, psicopatas e serial killers, é um excelente livro. Eu fiquei surpresa por eu ter gostado, acreditava que iria abandonar o livro. Mas a cada página ficava curiosa, querendo saber o que a Rhonda iria aprontar, o que iria acontecer, por isso, a leitura foi bem rápida. Gostei também que o autor não esconde nada, não de palavras, apresenta tudo para a gente com uma naturalidade. O narrador entrega a verdade nua e crua sobre Rhonda. E eu adorei o final!

site: http://www.mcarolina.com.br/2017/06/resenha-menina-ma/
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Dani 08/06/2017

Talvez seja um livro que precise de uma certa maturidade para aprecia-lo. Se você pegar esse livro achando que irá ler um livro de terror\suspense, está enganado. Ele é uma drama psicológico.
As pessoas também devem levar em consideração a época que a obra foi escrita (que é a época que a estória se passa), era um contexto social completamente diferente.

Eu acho Monica Breedlove a personagem mais incrivel do livro. Ela tem opinião própria, não deixa ninguém a diminuir porque ela mulher, vai aonde bem entender, bebe, recebe amigos em casa, faz tudo que lhe dá na telha. Para a época que se passa o livro, isso é incrivel demais, ousado.
Achei bacana o autor abordar esse assunto de como as mulheres eram vistas e tratadas na época pela sociedade, e colocar uma personagem que briga por igualdade.

O final achei sensacional, eu não esperava!!!!!! Gosto de finais que me surpreendam, e esse me surpreendeu!
O ponto negativo do livro é ele ser tão extenso sem necessidade, chega alguns momentos que parece que o autor está “enchendo linguiça”.

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Thaís. 29/05/2017

Menina Má
Menina Má é um terror psicológico publicado originalmente em abril de 1954 e escrito por William March. O livro é, com certeza, um marco quando falamos de histórias envolvendo crianças psicopatas, servindo de inspiração para outras obras tão conhecidas, tais como Chuck e Anebelle. A obra fez grande sucesso e também ganhou uma peça teatral e um filme. A edição lançada no ano passado pela DarkSide Books está maravilhosa, com capa dura, páginas amareladas e excelentes ilustrações. Na trama em questão, somos apresentados à Rhoda Penmark, uma menininha peculiar, mas que encanta a todos por seu carisma e modos tão maduros e diferentes das crianças de sua idade. Enquanto as demais estão preocupadas com brincadeiras, birras e aproveitar a infância, ela acha isso tudo muito entediante e sabe se portar, principalmente, perante pessoas mais velhas.

Isso cria um fascínio nos demais personagens e eles realmente se apegam à criança, exceto Leroy que tem suas desconfianças acerca dela. Como pode Rhoda ser tão madura para uma criança de oito anos? Por que as demais também não o são? Mesmo assim, ela não consegue ficar muito tempo em uma escola. Sempre acontece algo que faz com as diretoras a expulsem, pois sabem que existe algo errado com ela, mesmo que não tenham certeza do que é. A narrativa do livro nos deixa curiosos em descobrir o que há de errado com a garota, e o que realmente me fez gostar da história foi justamente esse ponto: qual a linha da maldade? Pode, uma criança, agir de forma tão fria assim? Quem plantou essa semente? Ela herdou isso?

A narrativa de Menina Má não cansa e conforme avança a leitura somos apresentados a acontecimentos que deixam a vontade de descobrir mais sobre a história. Principalmente pois, Rhoda aos poucos, vai deixando desconfianças para sua mãe. Christine então, é levada ao poder da dúvida, de tentar descobrir o que se passa com sua filha e para isso, ela fará também descobertas sombrias sobre o seu passado. Essas descobertas dão um toque de suspense ao livro, fazendo com que o leitor devore cada página e se envolva cada vez mais.

Leia a resenha completa no blog: http://www.janeladesorrisos.com/menina-ma/

site: http://www.janeladesorrisos.com/menina-ma/
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desiree.barbosa.5 21/05/2017

Menina Má
Rhoda é apenas uma menina, linda e adorável que cativa todos a sua volta, menos Leroy que diz saber qual a verdadeira face da criança. Entretanto essa trama trata-se bem mais do que a vida de uma menina segura de si e autossuficiente. Christine sua mãe, após a morte de um coleguinha de Rhoda durante um passeio escolar, acaba por olhar para o passado da filha com outros olhos. Tudo ocorre de forma que a leve a questionar o comportamento de Rhoda, sua frieza e indiferença com o próximo. Com todos os acontecimentos decorrentes, Christine começa a investigar crimes e psicopatas, o que a leva a um passado não tão distante, repleto de lacunas, segredos e descobertas surpreendentes.
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Torpor Niilista 28/04/2017

Menina Má, de William March
olá, leitores! Trago para vocês mais uma resenha de um título que adquiri recentemente na Amazon, publicado pela DarkSide Books. Trata-se do livro Menina Má, escrito em 1954 por William March. A história fala sobre Rhoda Penmark, uma menina aparentemente dócil e educada que se mudou há pouco tempo para uma pequena cidade, mas o pai vive viajando devido ao seu trabalho. Christine vai tentar uma vaga numa escola renomada para sua filha, mas logo percebe que algumas coisas incomuns e uma atmosfera hostil envolvem o circulo social de sua filha...

As pessoas parecem evitar a pequena Rhoda. Desde muito cedo seus pais perceberam que ela era diferente de outras crianças, meio apática até, não demonstrando afeto e amorosidade, a não ser em alguns momentos demasiadamente calculados... Rhoda é também uma criança ambiciosa e por vezes egoísta, e esse comportamento frio e racional para uma menina de 8 anos acaba causando estranheza e certa aversão por parte das pessoas do local onde moram, exceto uma ou outra pessoa, que se encanta com seu jeito polido.

leia mais em

site: http://torporniilista.blogspot.com.br/2017/04/menina-ma-de-william-march.html
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Emanuelle 28/04/2017

O livro começa devagar, engata em uma narrativa maravilhosa e envolvente e termina com um final previsível e decepcionante.
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