Menina Má

Menina Má William March




Resenhas - Menina má


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desiree.barbosa.5 21/05/2017

Menina Má
Rhoda é apenas uma menina, linda e adorável que cativa todos a sua volta, menos Leroy que diz saber qual a verdadeira face da criança. Entretanto essa trama trata-se bem mais do que a vida de uma menina segura de si e autossuficiente. Christine sua mãe, após a morte de um coleguinha de Rhoda durante um passeio escolar, acaba por olhar para o passado da filha com outros olhos. Tudo ocorre de forma que a leve a questionar o comportamento de Rhoda, sua frieza e indiferença com o próximo. Com todos os acontecimentos decorrentes, Christine começa a investigar crimes e psicopatas, o que a leva a um passado não tão distante, repleto de lacunas, segredos e descobertas surpreendentes.
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Torpor Niilista 28/04/2017

Menina Má, de William March
olá, leitores! Trago para vocês mais uma resenha de um título que adquiri recentemente na Amazon, publicado pela DarkSide Books. Trata-se do livro Menina Má, escrito em 1954 por William March. A história fala sobre Rhoda Penmark, uma menina aparentemente dócil e educada que se mudou há pouco tempo para uma pequena cidade, mas o pai vive viajando devido ao seu trabalho. Christine vai tentar uma vaga numa escola renomada para sua filha, mas logo percebe que algumas coisas incomuns e uma atmosfera hostil envolvem o circulo social de sua filha...

As pessoas parecem evitar a pequena Rhoda. Desde muito cedo seus pais perceberam que ela era diferente de outras crianças, meio apática até, não demonstrando afeto e amorosidade, a não ser em alguns momentos demasiadamente calculados... Rhoda é também uma criança ambiciosa e por vezes egoísta, e esse comportamento frio e racional para uma menina de 8 anos acaba causando estranheza e certa aversão por parte das pessoas do local onde moram, exceto uma ou outra pessoa, que se encanta com seu jeito polido.

leia mais em

site: http://torporniilista.blogspot.com.br/2017/04/menina-ma-de-william-march.html
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Emanuelle 28/04/2017

O livro começa devagar, engata em uma narrativa maravilhosa e envolvente e termina com um final previsível e decepcionante.
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Leandro 23/04/2017

Agoniante e real!
Fiquei um pouco cansado no começo da leitura, mas isso é normal. Quanto mais você avança no desenrolar da história e vê aquela doçura de menina se transformar na maldade em pessoa, o queixo chega a cair! É impressionante como apesar de ser uma ficção os personagens são desenhados de forma real e convincente. Recomendadíssimo!

P.S.: Se você se cansar da leitura, é só ficar uns dias olhando pra capa que logo o interesse volta! Que edição linda, obrigado Darkside!

site: dicadoleandro.wordpress.com
Vanessa.Biedermann 24/04/2017minha estante
Kkkk gostei do PS


Leandro 24/04/2017minha estante
Não é? É uma edição maravilhosa :)


Vanessa.Biedermann 25/04/2017minha estante
Quero ler! Ainda não tenho....




Andressa 13/04/2017

Eu terminei este livro ontem e estou com uma dificuldade enorme de qualificá-lo. Antes de March nos contar sua história, essa edição da DarkSide nos trás uma introdução falando do autor e sua obra. O livro foi lançado pela primeira vez na década de 50 e foi um marco na literatura. Naquela época, não se falava de psicopatia infantil e isso, fez o livro de March um grande sucesso.

Após a leitura, tentei analisar o livro por esse lado. Hoje, estamos tão acostumados com o tema “crianças psicopatas” em livros e principalmente em filmes que o tema não parece ser mais novidade. Mas eu sempre tinha que voltar o raciocínio e me lembrar de que este livro é de décadas atrás.

Então, Menina Má é um livro incrível? Sim.
Com certeza a obra de March inspirou muita coisa relacionado ao tema que veio muito depois como os filmes “O Anjo Malvado” e “Sem Saída”.

Mesmo que seja mencionado na introdução que o próprio March confessou que o livro foi escrito sem cuidado algum, minha única reclamação a respeito do livro é que nas últimas páginas, parece que o autor ligou os dedinhos no 220 e escreveu muita coisa sem nenhum detalhe.

[Spoiler a seguir]
Quando os vizinhos encontram Christine morta e Rhoda inconsciente, parece que em uma página tudo se resolveu. Christine foi velada e enterrada, Rhoda foi internada e se recuperou, o marido voltou para casa. Parece que foi tudo vomitado e eu não gostei nada disso!
[Fim do Spoiler]

Apesar de tudo, eu gostei do livro. Como eu disse no inicio, se Menina Má fosse uma obra contemporânea talvez eu não teria achado tão maravilhoso assim. Mas falar de psicopatia infantil na década de 50, deve ter sido um grande estouro.
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Karol 10/04/2017

Menina Má - Um dos mais perturbadores que eu já li
Pensei muito em como escrever essa resenha e como passar o impacto que eu senti lendo Menina Má. Ao começar a leitura esperava um livro que apenas retratasse um crime e não todo um questionamento que acredito que até hoje nos fazemos.

"Será a maldade uma espécie de semente que carregamos dentro de nós, capaz de brotar na mais adorável das crianças?"

Esse questionamento acima se encontra na contracapa do livro e gostaria de acrescentar um dos meus próprios questionamentos: essa semente pode ser hereditária?

Rhoda é por fora uma menina inocente,carinhosa,educada e independente, mas por dentro é extremamente calculista e incapaz de sentir qualquer coisa a não ser ganancia. Talvez o fato dela ter apenas 8 anos a fez um dos personagens mais assustadores dos muitos livros que eu li, não o número em si mas a inocência que associamos a quem tem essa idade. Apesar de em certos aspectos ser ingênua, Rhoda é assustadoramente inteligente e consegue calcular suas ações de acordo com o que deseja no momento. A mãe de Rhoda, Christine, muitas vezes tentou justificar os atos da filha e que de alguma forma ela poderia ser controlada, provavelmente muitos leitores irão julga-la como fraca e eu em um primeiro momento realmente fiz isso, aí veio na minha mente o fato dela ser mãe. Eu não tenho filhos mas sinto o amor da minha mãe por mim e de muitas outras mães para os seus filhos e o que elas são capazes por eles. Com o decorrer da leitura fui percebendo o quanto a Christine é forte de certa forma, ela é capaz de aguentar Monica Breedlove uma mulher que não conseguiu nem um pouco minha simpatia, intrometida, se considera muito esperta e não sabe de nada,não me irritou tanto quanto Leroy mas quase isso. Leroy é um homem muito nojento, claro que ele nunca foi capaz de dar vida ao seus pensamentos mas só eles foram suficientes para me causar impacto tão negativo.

"O que você me dá se eu der para você uma cesta de beijinhos?"

Algo que é mencionado na introdução do livro sobre as mulheres serem as "vilãs" na história é claramente percebido durante a minha leitura, elas sempre são culpadas, até mesmo pelo o que o homem faz isso ao que parece se deve mais ao o trauma do autor na sua vida.

"As vezes é difícil entender por que tem de haver tanta dor e crueldade nesse mundo.Mas é algo que todos temos que enfrentar."

Vocês devem estar se perguntando o porque do livro ser classificado apenas com 4 estrelas se me causou tanto impacto. O grande motivo foi a rapidez em que os fatos aconteciam especialmente o final, para mim o livro deveria ser bem maior e ele realmente teria espaço para muitos outros questionamentos e assuntos.Fora isso não tenho nada para reclamar, a DarkSide nunca decepciona.

Espero que com a minha opinião vocês tenham o interesse de ler esse incrível livro.
Beijos da Karol.

"Rhoda vai destruir a todos nós. Na verdade, eu também não escapei. Na hora certa ela vai nos destruir, a todos."

site: http://euamigavel.blogspot.com.br/
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Falk 10/04/2017

Nada angelical no rosto de Rhoda
Considerar que uma criança pudesse ser psicopata me deixou curioso e fui pegando, aos poucos, umas produções que abordam o tema, como A Órfã (2009) e Precisamos falar sobre o Kevin (2011). Inclusive, nesse tempo, voltou à tona o documentário A Ira de um Anjo (Child of rage - 1992), que conta o caso de Beth Thomas, abusada sexualmente enquanto criança que desenvolveu comportamentos relacionados à psicopatia.

No meio do mistério de causas e consequências, me vi de cara com o livro de 1954 de William March, Menina Má, que possui uma adaptação cinematográfica bastante icônica de 1956. O livro, com edição brasileira realizada pela DarkSide Books, gira em torno de Rhoda, uma menina de 8 anos extremamente independente, coisa que os adultos simplesmente adoram e vivem dizendo: “Essa menina tem 8 anos e já parece ser muito bem capaz de cuidar de si mesma, o que não é nada comum em nenhuma idade.”

A todo momento, Rhoda se sente orgulhosa de si, não importa o que tenha feito. O extremo orgulho resulta em arrogância, ira e inveja disfarçadas de mero interesse. Absurdamente sagaz e inteligente, Rhoda passa a perna no pais várias vezes. E, se ela é capaz de fazer isso com as pessoas que a criou, o que faria, então, com outras crianças, indefesas e inocentes? E mais: o que faria com adultos cheios de fraquezas e inseguranças?

Observando as pessoas, Rhoda sabe exatamente com quem usar suas habilidades de persuasão e manipulação de forma explícita. Na frente de Christine, a mãe de Rhoda, e de amigos da família, a menina é calada e tímida, ainda que vire um pavão quando comentam seu bom comportamento. Com os pais, não demonstra afeto, a não ser em casos específicos em que sabe que irá ganhar algo como recompensa: desde apenas atenção até roupas e brinquedos.

O mistério todo se desenrola quando um menino da escola de Rhoda morre afogado e some uma medalha que ele ganhara por boas notas. Rhoda falara inúmeras vezes com a mãe e com as amigas da mãe acerca do quanto queria ganhar a medalha e o quanto tinha certeza de que ganharia, pois sempre tirava boas notas.

A narração da história acontece sempre pelo ponto de vista de alguém, sempre em terceira pessoa. É na mente de Christine que entramos e percebemos, junto dela, que existe algo de errado com as atitudes, pensamentos e sentimentos da filha. Ao mesmo tempo em que Christine associa fatos e lembranças e argumenta sobre como todos os atos da menina são inaceitáveis, quem está de fora enxerga em Rhoda somente a menina comportada, adorável, madura e independente.

Mais impressões no Desfalk.

site: http://desfalk.com.br/rhoda-8-anos-psicopata-assassina/
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Natalie 02/04/2017

Para quem busca um livro ficcional sobre psicopatia, Menina Má é uma boa opção, embora haja melhores. Publicado em 1954, quando a psicologia e, principalmente, a psicanálise estavam no auge do interesse da mídia, o grande sucesso escrito por William March sobreviveu por décadas, sendo chamado de aterrorizante.

Rhoda é uma criança de hábitos impecáveis. Organizada e extremamente asseada, é considerada por toda a vizinhança o modelo perfeito de menina. Enquanto o pai trabalha no Chile para prover a família, a mãe fica responsável por sua educação. Por trás do belo sorriso e da covinha rasa do seu rostinho, a mãe reconhece a frieza e dissimulação. Mortes estranhas acontecem na presença de Rhoda - que as "assiste" sem nenhum tipo de reação, o que leva a genitora a ligar todos os eventos.

É aí que mora o problema de Menina Má e impediu um desfecho melhor. Apesar de o autor nos mostrar as característica dos serial killers de uma forma bastante discreta dentro do enredo, deixando o clima propositalmente mais denso, o fato de Christine conectar os dados tão facilmente não é verossímil. O que poderia ser um grande final não passou da mediocridade.
Marcelo Caniato 02/04/2017minha estante
A descrição me lembrou um pouco um filme antigo com o MacCauley Culkin, acho que chamava Anjo Mau. Mesma coisa, criança aparentemente bondosa (no filme era um menino), mas no fundo era perversa. Mas lembro muito pouco do filme, não lembro se o menino ficava indiferente às maldades que ele fazia.


Natalie 03/04/2017minha estante
Segundo a descrição do livro na introdução, ele influenciou várias obras posteriores. Talvez esse filme seja uma delas. :)


Daniel 03/04/2017minha estante
Não acho que ela "conectou os dados tão facilmente". Eram vários casos fatais em torno de Rhoda; além do que, a decisão da diretora da escola, o caso da medalha e as lembranças recuperadas também influíram bastante na descoberta.
O que me pareceu inverossímil mesmo foi o grupo de leitura que é citado no livro, cujos membros (todos eles) não veem nenhuma possibilidade de salvação para a mãe do caso analisado.
Outro detalhe que me incomodou foi a morte do Leroy, que me pareceu fácil demais. Não me convenceu rs


Thiago 03/04/2017minha estante
Eu não gosto das capas dessa editora, até o momento a única que eu gostei e talvez, mas talvez mesmo, eu acabe comprando seria a do Frankstein.


Natalie 03/04/2017minha estante
Acho que ela conectou tudo muito facilmente, pois uma mãe prefere, muitas vezes, esconder a verdade de si pra não ter que aceitar um filho como perigoso. Ela já tinha certeza mesmo antes de encontrar a medalha, falar com a diretora ou "recuperar a memória". Aliás, essas lembranças recuperadas foram a pior coisa que o autor poderia colocar no livro. Se até ali ele pretendeu dar ares realísticos, esse "acaso" foi muito forçado, pois ao invés de instigar o leitor a pensar se a psicopatia é transmitida geneticamente ou não, empurra isso goela abaixo.
Quanto à possibilidade de salvação da mãe, apesar de não ter gostado do modo como se operou seu fim (sem o drama necessário que o enredo pedia), acredito que foi coerente com a época em que o livro foi escrito. Dadas as circunstâncias sociais daquele momento, Christine tinha a responsabilidade de manter a estabilidade familiar e boa criação/educação da filha. Sentia-se culpada pelos danos irremediáveis causados por Rhoda.
A morte de Leroy também é uma lacuna, muito mal elaborada. :)


Natalie 03/04/2017minha estante
Thiago, eu também não gosto. Acho muito exageradas.


Daniel 03/04/2017minha estante
Penso que se Christine tivesse aceitado assim tão "facilmente", não teria hesitado tanto em deter Rhoda, enquanto a via da janela (na cena do ataque a Leroy). Para mim, foi este último crime que a convenceu de vez. Seu constante sofrimento revela/espera haver ainda alguma esperança em relação a filha. Sobre o grupo de leitura, o que não aceitei é que todos os membros tivessem exatamente a mesma opinião rs. Questionável, não?


Formigoni 03/04/2017minha estante
É bom!?




Rapha Donadio 01/04/2017

The Bad Seed funciona muito melhor do que Menina Má
Aqui vemos a história de Rhoda, uma menina tão simpática e sociável que aos olhos de (quase) todos passa despercebido sua psicopatia, certo? Errado! Na verdade, não de todo errado, pois essa é mesmo Rhoda, mas ao ler o titulo "Menina Má" da-se a falsa impressão que a história vai ser voltada para Rhoda, porém é a sua mãe que tem um destaque maior na trama.

Dai que The Bad Seed se torna melhor aos olhos do leitor, pois o maior enfoque não se da em como a menina se comporta, mas nos questionamentos de sua mãe, que começa a sentir medo do que sua filha está se tornando, revendo aspectos de sua educação com a filha ou até mesmo de seu passado para verificar qual foi o erro cometido para que Rhoda pudesse ser tão maligna.

Eis o único ponto negativo da história: o título nos passa uma ideia errada de como a história vai tomar seu rumo. Porém, tirando isso, a leitura é boa, os personagens são interessantes de forma que é possível verificar a importância de cada um deles na construção da história. Além disso, mostra que a psicopatia não é uma construção social, mas sim um aspecto psicológico que vem junto com você, um dom vertente ao mal. Uma semente má que se planta, cresce e forma raizes fortes, acompanhando o crescimento do ser.
Nessa 02/04/2017minha estante
Tenho esse livro fiquei super empolgada, sendo q não li até hj, mas dps de lê sua resenha voltou o interesse. ?




Greice 31/03/2017

Se eu te der uma cesta de beijinhos, o que você me dá?
Menina Má não é um livro para nos deixar com medo e sim, levantar algumas discussões sobre a origem da maldade e tendências a psicopatia infantil: sou facinada por histórias sobre crianças psicopatas. Será que nascemos maus ou somos corrompidos?Sabemos que a violência é uma característica nata do ser humano, mas por que algumas pessoas são incapazes de controlar os seus instintos e acabam por cometer as piores atrocidades, muitas vezes, por motivos banais?
Adorei o livro, e achei a solução que a mãe da garotinha achou para resolver o "problema" meia drástica...e como já dizia minha vó " o tiro saiu pela culatra" ??
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Jeh Asato 30/03/2017

Eu achei que conhecesse meninas más, mas você é a pior de todas.
RESENHAS
RESENHA | MENINA MÁ :: WILLIAM MARCH
30 de março de 2017

Eesperei muito tempo para postar a resenha do livro Menina Má, publicado pela DarkSide® Books. Eu tive a oportunidade de lê-lo ano passado, ano de sua publicação, mas de alguma forma misteriosa (ok, não tão misteriosa assim) eu consegui atrasar a resenha para hoje.

Menina Má foi um misto de surpresa e preocupação, haja visto que desde que sou mãe eu me coloco inteiramente na vida das protagonistas maternas. Nesse livro não é diferente e eu pude sentir a tensão e desespero da sra. Penmark do início ao fim.




MENINA MÁ (THE BAD SEED)
AUTOR: WILLIAM MARCH
ANO: 2016
PÁGINAS: 272
EDITORA: DARKSIDE® BOOKS
AMAZON FNAC LIVRARIA CULTURA SARAIVA

Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.
Créditos: Skoob

Rhoda é uma garotinha maravilhosa, singular. Os adjetivos mais usados por todos ao falar dela eram “singular”, “modesta” ou tradicional; e a sra. Penmark só podia concordar, imaginando de onde a menina poderia ter herdado sua compostura, seu asseio, sua autossuficiência fleumática. Mas quem diria que Rhoda, umacriança de natureza tão extraordinária, poderia atormentar a vida de Christine.
O 7 de junho, dia do piquenique da Escola Primária Fern, fora o dia em que Christine sentiu felicidade pela última vez, pois, desde então, nunca mais soubera o que era alegria ou paz.

O piquenique tinha tudo para ser mais uma atividade regular da Escola Fern, que trouxesse relaxamento para as mães e diversão para os filhos. Mas ao saber que uma criança, que participava do piquenique, sofreu um afogamento acidental no mar, a sra. Penmark na verdade não tinha ideia que um desespero tão grande a tomaria por completo, pois saberia que nunca encontraria uma saída. O corpo encontrado era de Claude Daigle, filho único do senhor e da senhora Dwight Daigle. Há apenas alguns dias, o menino Claude Daigle havia ganhado uma medalha de ouro no encerramento do ano letivo da escola Fern. Da última vez que foi visto, ele estava usando a peça, porém, quando o corpo foi encontrado, ela estava ausente. Pensava-se que a medalha havia se soltado da camisa, mas ela foi procurada no local do afogamento e não foi encontrada.

Ah… tudo o que Christine mais queria no mundo era conversar com outra pessoa sobre sua filha, mas sabia que não podia, com certeza não nesse momento. A indiferença da menina faz com que Christine comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos ela consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

Resenha completa no blog:

site: http://www.maegnifica.com.br/resenha-menina-ma-william-march
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Carminha Pires 29/03/2017

Que livro é este??? Impactante!!
Mexe totalmente com seu psicológico ... a mãe da menina má é uma mulher extremamente marcada pelo seu passado repleto de conflitos e marcas que após adulta e como mãe foram descobertas por ela mesma!
Um livro que o seu emocional é revelado por cada um dos personagens envolvidos na trama.
Vale a pena ler e reler esta história.
"Querido Papai. Eu não sou uma menina má, apenas não gosto de emprestar ou dividir algo que é só meu. Com amor de sua bonequinha. Rhonda."
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Vi 27/03/2017

"Rhoda é mesmo capaz de qualquer coisa, isso é certo."
Com apenas uma semana de diferença entre sua saída de Baltimore e a chegada em uma nova cidade, Christine Penmark é uma mulher jovem e bonita, cujo marido fora transferido para a América do Sul a trabalho e vive na companhia de sua filha Rhoda - uma criança descrita como sendo "singular" "modesta" ou "tradicional" - num condomínio próximo a escola onde a garota estudava.

Para Rhoda sempre fora fácil conquistar o coração e a simpatia dos mais velhos, ao contrário das crianças da sua idade, a qual era vista como uma estranha no ninho e não possuía amigos. Mas nada disso lhe valeu quando todo o seu esforço fora desperdiçado, ao perder uma pequena competição de caligrafia para um colega da escola, instigando na menina de oito anos, um sentimento de revolta e raiva que pode desencadear proporções bem maiores do que sua mãe poderia imaginar, dividindo Christine Penmark em proteger a filha do futuro que a reserva, ou decidir contar o que sabe ao seu marido.

Então, esse livro...caramba, eu não sei nem o que tenho para falar dele, basicamente Rhoda é uma versão feminina de Kevin (precisamos falar sobre Kevin) com a diferença de que ela não irrita a mãe (e nem outras coisas que se eu falar aqui é capaz de serem spoilers sobre o filme ou o livro) e até acho que eles se dariam muito bem caso se encontrassem algum dia. Rhoda perde a competição de caligrafia para Claude Daigle, um garoto franzino e assustado com tudo, que acaba tendo um fim trágico que afeta principalmente sua mãe, que assume a figura de consciência pesada e choque de realidade na vida de Christine, que se conforta com as cartas que escreve ao marido, mas que nunca envia.

Quando Christine começa a suspeitar que a morte de Claude tem mais a ver com sua filha do que possa parecer, descobre que não só seu passado, mas como o futuro da filha, estão tão entrelaçados quanto as tranças que formam o penteado de Rhoda, levando-a numa dança que envolve aflições, noites sem dormir e eventos da cidade de Baltimore que ela acreditava ter sido um caso isolado, apesar da desconfiança de personagens secundários da história.

É aquele tipo de história que você chega no final, e ou se frustra com Christine, ou fica chocada com a genialidade de William March, ou até mesmo se bestializa com as atitudes de Rhoda, que ao meu ver, poderia fingir tristeza para se tornar mais "acreditável" do que já é.
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Nanny 25/03/2017

Bad Seed
... Querido papai, eu não sou uma menina má, apenas não gosto de emprestar ou dividir algo que é só meu. Com amor de sua bonequinha - Rhoda ...
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Daniele.Pontes 22/03/2017

Leia!
No comecinho, primeiro capitulo eu diria, se você for como eu, que não gosta de certos termos dirigidos a nós mulheres, você vai pensar: "mas que idiota ter isso em um livro escrito a décadas atras". Mas se você parar e pensar, a décadas atras, as mulheres eram menos que nada em algumas sociedades, na verdade, hoje ainda existe muito disso. Mas o livro na se remete a isso, só quem como eu for conservadora, em determinados contextos relacionados a mulher, pode se assustar. Só por favor, continue a leitura! ELA VAI TE PRENDER! Super, mega, recomendo! Chega muito próximo da nota maxima para uma história como está. Boa leitura!
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