Qualquer outro lugar

Qualquer outro lugar A. G. Howard




Resenhas - Qualquer outro lugar


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Queria Estar Lendo 28/06/2016

Resenha: Qualquer outro lugar
O volume final da trilogia Splintered, que reconta a magia por trás do País das Maravilhas, traz um inteligente, louco e incrivelmente satisfatório fechamento para uma história criativa. A.G. Howard finaliza a sua série com pontos importantes, revelações inesperadas e decisões imutáveis, e aquele que de loucura que só Alyssa e o seu mundo mágico têm.

Jeb e Morfeu foram arrastados para as terras sombrias e incontroláveis de Qualquer Outro Lugar, sua mãe, para o País das Maravilhas, e Alyssa é sua única chance de salvação. O problema é que todas as entradas estão lacradas e a única pessoa que conhece uma nova passagem não tem lembranças de sua vida do outro lado do espelho. Disposta a tudo para salvar e proteger quem ela ama, Alyssa decide investigar as memórias do pai, devolvendo-lhe o seu passado sombrio, e investiga também as lembranças da Rainha Vermelha, sua arqui-inimiga, em busca de uma fórmula para deter o avanço dela sobre o País das Maravilhas. A corrida contra o tempo para salvar as terras loucas e fantásticas começa, e Alyssa, como rainha, tem um dever para com os intraterrenos. Só ela pode salvá-los de um destino horrendo.

"O País das Maravilhas é violento e bizarro, mas tem seu charme. Qualquer Outro Lugar está em outro nível de crueldade. Um hospício descontrolado."

Como volume final, Qualquer Outro Lugar fez o seu papel excelentemente, mas também como uma história arrebatadora e surpreendente. A.G. Howard trabalhou todos os pontos deixados em abertos nas obras anteriores, e também apresentou soluções novas e loucuras ainda mais inesperadas conforme a trama avançava para o seu fim. O bom dessa história é que nada é súbito demais, nada é louco demais; você sempre espera algum momento mais "o que acabou de acontecer?".

"- Pensar duas vezes a cada passo restringe o ímpeto de avançar. Confie em si mesma, perdoe-se e siga adiante."

A jornada da Alyssa encontra seu ponto chave no amor que ela tem pelas pessoas à sua volta, por seu reino e por ela mesma. Ela é uma rainha, mas também uma garota assustada e uma mestiça disposta a se encorajar para manter sua família, seus amantes e seu povo sob sua proteção. Alyssa age de acordo com a lei do País das Maravilhas, o que significa: loucura, egoísmo e muita pouca cautela. Por isso ela se encaixa tão bem no mundo intraterreno, Alyssa é parte dele. Sempre será. Independente da sua linhagem amaldiçoada, ela é muito mais do que isso. É a salvadora, a protetora e a governante. Alyssa é indomável e impiedosa quando precisa, amorosa e dedicada quando necessário. Ela é aquilo que acreditar ser melhor para o momento, equilibrando insanidade à razão.

"Os nós combinam bem, pois é assim que me sinto por dentro: caótica, mas exaurida. A metade intraterrena de meu coração se expande para se libertar das emoções humanas não enredadas."

Seu amor pelos pais, por Jeb e por Morfeu é o principal gatilho de suas atitudes. Viajar até Qualquer Outro Lugar é de um risco mortífero, enfrentar a Vermelha em um embate mental é pior ainda, mas ela está ali, e ela vai fazer o que for preciso para livrar todos da condenação.

Jeb sofreu muito ao ser arrastado para o mundo além do espelho. Apesar do meu desgosto pelo personagem, não dá para negar a evolução que ele sofreu no decorrer das páginas. A loucura do País das Maravilhas combina muito bem com ele; um pintor insano que, tragado por magia, consegue dar vida ao que suas tintas criam. Qualquer Outro Lugar mexe com a cabeça dele, com sua sanidade, e também com seu coração. Alyssa precisa agir com cautela quando se trata desse novo Jeb, porque o anterior, aquele a quem pertence o seu coração, pode estar inalcançável demais para a salvação.

"Jeb é uma âncora; ele me mantém conectada à minha humanidade e compaixão. Mas Morfeu é o vento; mesmo me debatendo e gritando, ele me arrasta para o precipício mais alto, me empurra e fica me observando voar com asas de intraterrena."

Morfeu, por outro lado, sempre a parte sombria intrínseca de Alyssa. Sempre o louco, o arriscado, o intraterreno que desperta nela os sentimentos mais ardentes e descontrolados. Eu amo a química dos dois, especialmente pela evolução da Alyssa no que concerne à ela. Morfeu a entende e Alyssa o entende e os dois trabalham incrivelmente bem juntos; eles estão destinados, independente do lado humano do coração dela ser só de Jeb. A magia do mundo intraterreno chama por Morfeu e Alyssa, e ela finalmente entende que nunca vai poder deixar esse lado para trás. Que abraçá-lo é a melhor maneira de entendê-lo e subjugá-lo aos seus próprios desejos. Alyssa finalmente manipula o poder ancestral que vinha manipulando seu coração.

"- Ele é glória e reprovação - a luz do sol e as sombras -, o escapulir de um escorpião e a melodia de um rouxinol. A respiração do mar e a canhonada de uma tempestade. Pode falar essas coisas com sua língua?"

Quanto ao País das Maravilhas e a guerra interna por seu controle, muito do que foi profetizado nos outros livros se cumpre aqui. A Rainha Vermelha ainda quer seu trono e Alyssa é a chave para ela conquistá-lo. A Rainha de Copas ganha grande participação nesse volume, sentenciada ao exílio eterno em Qualquer Outro Lugar. Outros personagens icônicos retornam, novos aparecem, e a luta entre o bem e o mal, ambos igualmente insanos, se desenvolve em um surpreendente final. Um final agradável para ambos os lados, para o coração humano e para o sombrio, para a Alyssa do mundo real e do mundo intraterreno.

"É incrível como os humanos têm vivido lado a lado com o mundo mágico sem que a maioria não tenha a mínima ideia de que ele existe."

Como fez com os outros volumes, a editora Novo Conceito caprichou na diagramação e na edição deste livro. A capa é a minha segunda favorita - porque a de Atrás do Espelho tem o Morfeu e claro que é a minha preferida - e não encontrei erros de revisão em nenhum momento.

"A falta de magia é o que leva os humanos a fantasiar, em primeiro lugar. E, Alyssa, que força maravilhosa e cheia de poder a imaginação pode ser..."

Com um toque de loucura, porque as pessoas loucas são as melhores, já dizia o Chapeleiro, Qualquer Outro Lugar encerra a jornada de Alyssa em busca do equilíbrio insano que o País das Maravilhas sempre pediu.
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Anna Laitano 15/04/2016

Uma ótima finalização para uma trilogia maravilhosa
Preciso começar dizendo que esta esta é uma das minhas trilogias favoritas dos últimos tempos. Se você gosta de Alice, provavelmente se sentirá assim também... E se não gosta do clássico de Carroll, talvez goste dessa releitura mais gótica e moderna.

Seguindo os acontecimentos do Baile, Alyssa deve arriscar-se em Qualquer Outro Lugar para resgatar Morfeu e Jeb, e restaurar a ordem no País das Maravilhas, derrotando a Vermelha. Contudo, as coisas estão prestes a tomar rumos totalmente inesperados. Afinal, nada em Qualquer Outro Lugar é totalmente estável desde suas paisagens, até seus habitantes. E em meio ao caos, ela ficará ainda mais dividida entre aceitar sua loucura Intraterrena ou escolher a sua Humanidade.

Uma coisa interessante a se notar, é que as capas entregam o foco da história. No País das Maravilhas, tudo era sobre Alyssa, a descoberta do local e do legado de sua família. Já o segundo volume foi mais focado em Morfeu, sua dualidade e sua ida ao Reino Humano. Da mesma forma, o terceiro livro agora põe Jeb em foco.

Apesar de eu ter uma quedinha declarada por Morfeu e suas tiradas rápidas, seu jeito convencido e todo o mistério que o envolve... Jebediah é apaixonante de uma forma mais realística; ele simplesmente tem um coração bonito, bondoso. Aliás, as cenas entre os dois rapazes resultam em diálogos divertidos e ácidos, com muitas alfinetadas, mas também uma estranha e bela ligação. Mesmo com todo o drama de Atrás do Espelho e com a personalidade inicialmente sombria de Jeb em Qualquer Outro Lugar, finalmente vamos conhecendo-o mais profundamente e tendo a chance de desvendar suas camadas, inclusive, vislumbrando a sua tão citada infância traumática... Dá até para entender porque Alyssa não consegue decidir a quem o seu coração verdadeiramente pertence.

O que vocês talvez queiram saber é sobre o desfecho do triângulo amoroso, não é? Obviamente, não posso contar detalhes, para não estragar a leitura alheia. Mas o que posso adiantar é que há grandes chances da resolução te agradar. Ouso até mesmo dizer que a saída criada por Howard foi uma das mais criativas e satisfatórias que já li. Apenas mais um quesito no qual ela me deixou impressionada.

A. G. Howard definitivamente me tem na palma de sua mão após esta trilogia. Ela se tornou a autora de quem eu "leria até a lista de compras". Além de criar uma releitura digna que faz uma bela homenagem ao clássico, sem deixar de ser original , a autora não abandona nenhuma ponta solta. Cada palavra usada no texto, ao longo dos três livros, está lá por um motivo. Não existe uma cena despropositada, um diálogo inútil. Howard é um gênio que conecta tudo em um intrincado complexo, mas sempre inebriante e fascinante, que fará o leitor perder o fôlego e se encantar cada vez mais por seu talento como contadora de histórias.

Sou fã da Novo Conceito e já tive a honra de ser parceira e, mesmo assim, acho que nunca fui tão grata quanto eu sou por terem trazido esta obra ao Brasil. Esta trilogia foi parar na minha lista de favoritos da vida! A. G. Howard criou uma história fascinante e totalmente must-read. Seja o que for que você esteja procurando, esta trilogia é uma boa pedida: Com doses de inteligência, romance, ficção, personagens profundos, protagonista forte, finais redondos... O que você ainda está esperando? Eu sei que já recomendei aos quatro ventos, mas continuarei repetindo entusiasticamente: Leia. Pare tudo agora mesmo e vá comprar o seu exemplar, porque você não vai se arrepender.

site: http://tecendopalavras.com.br/
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Lanny 03/06/2017

Os fins NÃO justificam os meios
Há algum tempo eu deixei de comprar livros "pela capa" por não ter mais onde colocar e também porque alguns que eu comprava, quando lia, eu pensava "Eu bem poderia ter economizado esse dinheiro". Daí vieram os ebooks... comprei meu leitor digital e daí só comprava aqueles livros que eu gostava muito mesmo para poder ler e reler quando quisesse. (Tá, claro que eu posso fazer isso com livros digitais, mas qual a graça?) Até agora essa estratégia vinha dando certo...até agora...até essa série.

Li "O lado Mais Sombrio" e fiquei de queixo no chão com a história, a química entre Alyssa e Jeb era impressionante. A cena final em que eles invertem os papéis do que aconteceu durante o livro me deixou maravilhada com essa história e eu fui rapidamente comprei toda a série para ler logo o livro físico. Antes tivesse lido a série inteira e me poupado desse gasto, ou talvez eu só comprasse o livro e considerasse como história única.

Qual o problema? Um ser intraterreno egoísta, manipulador, mentiroso, de cabelo azul, chamado Morfeu.

Depois de construir tão lindamente a história de Jeb e Alyssa, me parece que a autora ou quis compensar as coisas pro lado de Morfeu, ou quis agradar fãs que gostaram do personagem (porque hoje em dia o mundo tá de cabeça pra baixo e gente que mente pra chegar onde quer, o famoso "os fins justificam os meios" ganham a simpatia das pessoas - menos a minha) e deu um destaque ainda maior a ele rebaixando o humano.

Coisas que me indignaram nesse livro... haverá spoilers:

1. Jeb não acreditar que Alyssa fosse a Qualquer Outro Lugar para buscá-lo. Isso já foi feito para manchar a imagem de Jeb, já que Morfeu não tinha mais onde ser manchado.

2. Morfeu contar a Jeb que ele quase matou Alyssa quando estava sob o efeito do suco Tumtum e sob a promessa de vida que fez a ele, manipulando a cabeça de Jeb para ele acreditar que as criações dele vinham do ódio por Alyssa, assim fazendo com que Jeb desistisse dele mesmo e por tabela de Alyssa e mesmo assim ter a desfaçatez de se indignar pelo fato de Alyssa ainda amar Jeb depois dele tê-la magoado. Eu fico estarrecida como uma pessoa em sã consciência (Morfeu é maluco), ache que isso é absurdo, mas é absolutamente normal amar a ele (Morfeu) depois de todas as manipulações e mentiras que ele fez que colocou em perigo a vida da própria Alyssa, de Jeb (a quem ela ama) e dos pais dela.

3. Como a vida de Alyssa e Jeb juntos foi totalmente abolida do livro. Não foi contado nem como ela foi embora do País das Maravilhas com ele, como ele a pediu em casamento novamente, como foi o casamento, a lua de mel, os filhos, etc... Mas pulou tudo isso para o reencontro de Alyssa e Morfeu, ainda contando um pouco como foi a cerimônia de casamento. (Sei que essas coisas ficaram para o livro de contos, mas até lá a narrativa foi reduzida, muito simples, enquanto as cenas de Alyssa e Morfeu eram detalhistas ao extremo, só faltou fazer uma cena a la 50 tons de cinza)

4. Para um louco, mentiroso, manipulador e egoísta, Morfeu ficou com a melhor parte da barganha. Vamos lá, incluindo o livro de contos, Morfeu...

a. Induziu a mãe de Alyssa a ir ao País das Maravilhas colocando o vizinho no caminho dela
b. Invadiu os sonhos de Alyssa quando criança para que ela se habituasse ao País
c. Mentiu sobre o objetivo das provas, fazendo com que ela chegasse ao trono sem saber que era esse o objetivo
d. Prendeu a rainha de Marfim na caixa Linguardarte o que causou Jeb ser preso, aliás, o próprio Jeb já tinha sido preso pelo próprio Morfeu sendo usado como chantagem para Alyssa fazer o que ele queria
e. Causou uma inundação que quase matou Alyssa
f. Sequestrou Jeb para que ele repintasse os mosaicos de Alyssa, dando a ele suco Tumtum que o dominou e fez com que ele quase matasse Al
g. Fez um acordo com a Vermelha para que ela possuísse o corpo de Alyssa, novamente colocando-a em risco

E mais outras coisas que agora não me recordo e no fim ele passou mais de 60 anos nos sonhos de Alyssa- mesmo que de forma platônica, mas estava lá - e depois que ela foi ficar com ele no País, foi pra sempre. O que isso ensina? Que você pode mentir, roubar, manipular, colocar seus próprios interesses acima de todos que você terá sua recompensa no final, e será muito boa.

Entendo que para cada uma dessas coisas, ele fez algo de bom para "compensar", mas consertar os erros que cometeu não apaga o fato que ele foi responsável por essas coisas terem acontecido e me abala profundamente o fato de apenas Jeb ter sido prejudicado nessa história. Ele perdeu sua arte em favor do adorado País do idiota, e teve que viver sua vida inteira sabendo que quando dormia, sua esposa se encontrava com o verme, e que após sua morte era pra ele que ela iria.

Ele disse que não era diferente de uma mulher que casa após a morte do marido. Isso é relativo. Um marido não sabe se ele morrerá primeiro que a esposa, e se isso acontecer, ele não sabe de antemão que tem alguém a esperar por ela. Jeb viveu sabendo que tinha alguém esperando por Alyssa e que se algo acontecesse ao corpo dela, ele a perderia antes mesmo dele morrer. Agora eu pergunto... o que foi que Jeb fez de tão errado que merecia um destino desse?

Eu já listei o que Morfeu fez de errado e o que ele perdeu de verdade por causa de tudo isso? 63 anos da vida de Alyssa? O que são 63 anos quando se tem a eternidade para viver? Principalmente para alguém que passou 75 num casulo fazendo nada? Além do mais, ele não passou 63 anos sem ver Alyssa, ele a via todas as noites. Como se isso tudo não bastasse, ela ainda fez questão de salientar que assumindo a forma que tinha aos 16 anos, Alyssa era virgem novamente. Até isso ela tirou de Jeb,

"Ah, mas ele teve que ver Alyssa com Jeb"... Jeb estava disposto a abrir mão dela quando soube que ela amava Morfeu. Ele disse "Se é ele que você quer, eu não vou ficar no seu caminho", enquanto Morfeu dizia "Você me ama, fique comigo" e como ela mesma disse, ele só aceitou esse "trato" porque ele sabia que no fim ela voltaria para ele. Ele nunca abriu mão dela, não de verdade.

A melhor parte para mim foi quando ela achou que Jeb tinha morrido e ela pegou Morfeu pela garganta e disse que iria matá-lo.

Essa solução que a autora encontrou para o triangulo Jeb-Alyssa-Morfeu, só foi benéfico para os dois últimos. Jeb recebeu o tratamento de migalhas pela sua colaboração com a história toda. A autora deveria ter mostrado um pouco mais de respeito pela sua própria criação e ter:

1. Mostrado mais detalhes da vida dos dois.
2. Ter deixado Morfeu realmente de fora da vida deles. O fato dele ter tentado estragar o casamento foi ridículo de todas as formas
3. Ter amenizado nos detalhes da vida de Morfeu-Alyssa, ou pelo menos ter acrescentado mais influência dele na vida de Alyssa
4. Ou ter feito com que Alyssa se dividisse em duas de verdade. A metade humana casando, envelhecendo e morrendo com Jeb e a intraterrena ficando com Morfeu.

Terminei o livro na base do "Que remédio amargo de engolir!" Muito decepcionada.
Lah 04/04/2019minha estante
Eu cheguei a achar que a solução ia ser dividir a Alyssa de verdade mesmo! Não sei COMO que eu gostei do Morfeu na primeira vez que li o livro. Pra ler o último livro, re-li os dois primeiros e OLHA foi difícil de engolir o Morfeu. Poxa, queria que ela tivesse matado o insetão.


Lidia 23/05/2020minha estante
" Jeb viveu sabendo que tinha alguém esperando por Alyssa e que se algo acontecesse ao corpo dela, ele a perderia antes mesmo dele morrer. Agora eu pergunto... o que foi que Jeb fez de tão errado que merecia um destino desse?"


EXATAMENTE. Gente, eu não gosto do Jeb, (nem odeio), mas sério, eu DETESTEI o destino que a autora deu pra ele. Ele merece alguém melhor que a Alyssa. Depois de tudo que ele fez por ela, (e ela falsa do jeito que é), eu queria um final mias justo pra ele.




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Nathália 26/02/2020

Apenas o que achei
Eu só queria deixar registrado aqui a minha indignação com esse final: pra mim essa Alyssa é uma traíra e o Jeb é um otário por aceitar o que ela fez e o que faria depois da sua morte, ele merecia mais. Um final com a Alyssa se dividindo em duas (como já vi alguém comentando aqui) teria sido, ao meu ver, um final bem melhor do que esse, mas eu recomendo a leitura.
Também queria deixar registrado que acho que nunca passei tanto ÓDIO na minha vida lendo um livro por conta de personagem tão filho da puta quanto esse Morfeu... se eu pudesse entrar no livro certeza que eu tinha matado ele!
Lidia 24/05/2020minha estante
Alyssa é uma das protagonistas mais chatas que tive o desprazer de conhecer.

" pra mim essa Alyssa é uma traíra e o Jeb é um otário por aceitar o que ela fez e o que faria depois da sua morte, ele merecia mais."

AMÉM. Só li verdades.





Carol Proença 07/07/2020

Que final perfeito!
Eu nunca imaginei esse final! Uau!
Este livro fechou a trilogia de maneira perfeita e com direito a um final INIMAGINÁVEL.
5 Estrelas e entrou para minha lista de favoritos da vida , toda a trilogia.
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Kerol Castro 28/02/2020

Último de uma trilogia
Comecei a ler o último livro da trilogia Splintered depois de ter passado no mínimo 1 ano depois de ter lido o Atrás do Espelho. Não lembrava de muita coisa, mas assim que passei dos primeiros capítulos lembrei de tudo e essa trilogia tem um local especial no meu coração.
Quando eu era pequena minha história preferida era Alice no País das Maravilhas, cresci e continuou sendo (tanto que tenho várias edições diferentes) e encontrar uma trilogia que me fez ver a história da Alice com um novo olhar e fez eu me apaixonar novamente pela história da Alice não sei nem como colocar em palavras.
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Audoeme 02/04/2020

O fim de uma trilogia
Após nos mostrar as diversas facetas e cenários do País das Maravilhas, Alyssa finaliza suas aventuras e soluciona os mistérios de uma forma maluca como só ela consegue através das suas loucuras e com muito amor.
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Vinicius.Correa 15/02/2020

Recebi esse livro em parceria com a editora Novo Conceito e como ele é o terceiro e último livro da trilogia Splitered, comecei a ler os outros livros antes de iniciar a leitura desse. O primeiro livro é o O Lado Mais Sombrio e o segundo é Atrás do Espelho, ambos já resenhados aqui no blog. Nessas leituras pude perceber o quanto a A. G. Howard evoluiu em sua escrita e em seu modo de conduzir a história. Os dois primeiros livros foram bons, mas nem se comparam com o terceiro. O final da série não poderia ser melhor, a autora a finalizou perfeitamente, conduzindo os acontecimentos com maestria, nos presenteando com muita ação e aventura misturado ao típico sentimentalismo da protagonista.

A história tem uma continuação quase que imediata partindo do final do segundo livro. Alyssa após todos os acontecimentos que ocorreram no baile de formatura, vai parar em um sanatório, o mesmo em que sua mãe estava durante o primeiro livro. Lá ela abraçou de vez a loucura e arquitetou um plano super louco para salvar sua mãe, e as suas duas paixões (por mais que uma ela ainda não tenha admitido): Jeb e Morfeu.

Sua mãe foi mandada para o País das Maravilhas e está trancada lá, já que a passagem da toca do coelho encontra-se obstruída. Já o Jeb e o Morfeu foram sugados para "Qualquer Outro Lugar". Uma dimensão ligada ao País das Maravilhas conhecida por abrigar as piores criaturas que já viveram lá. Comparado ao inferno ou ao tártaro no mundo fantástico da série.

"O País das Maravilhas é violento e bizarro, mas tem seu charme. Qualquer Outro Lugar está em outro nível de crueldade. Um hospício descontrolado."

E para salvar as pessoas que ama, Alyssa conta com a ajuda de seu pai, que era um simples humano sem ligação nenhuma com toda a loucura do País das Maravilhas nos primeiros livros, mas que demonstrou, neste terceiro livro, ser muito mais do que pensávamos. Sua família é a responsável por cuidar dos portões de Qualquer Outro Lugar, e ele estava destinado a ser um cavaleiro protetor destes portões, juntamente com seus irmãos e outros parentes. Mas ele deixou esse provável futuro para trás ao ser capturado pela Irmã Dois há muito tempo atrás, perdendo também todas memórias que fizessem alguma relação à isso.

Só que com a ajuda de Alyssa ele as recupera e juntos eles vão para o sombrio e cruel Qualquer Outro Lugar, que mostra ser um ambiente ideal para uma batalha sangrenta e muitas reviravoltas inesperadas. Como é também um lugar perfeito, ou melhor, o pior lugar, para se ter um coração dividido (Meio que literalmente no caso da Alyssa). Lá o dilema que acompanha a protagonista desde o primeiro livro só se intensifica. A disputa por Jeb - Morfeu ou Mundo Humano - País das Maravilhas fica ainda mais acirrada, tornando as decisões da personagem ainda mais difíceis de serem feitas. Afinal, será ela uma verdadeira Rainha e se sacrificará pelo seu reino ou será ela uma simples adolescente que viverá sua história de amor com seu artista humano?

“Jeb é uma âncora; ele me mantém conectada á minha humanidade e compaixão. Mas Morfeu é o vento; mesmo me debatendo e gritando, ele me arrasta para o precipício mais alto, me empurra e fica me observando voar com asas de intraterrena. Quando Jeb está ao meu lado, o mundo é um quadro – imaculado e acolhedor, quando estou com Morfeu, é um playground insano – malévolo e viciante.”

Um dos fatores que me levou a gostar mais deste livro do que dos anteriores é que neste livro a Alyssa demonstrou ser muito mais madura do que nos outros. Ela foi muito mais racional fazendo as coisas certas movidas pela razão e não só pelo coração. Confesso que no primeiro livro eu detestei a personagem, ela comentava o quanto amava o Jeb a cada 5 minutos. "Jeb, isso, Jeb aquilo...", enfim, nada legal. No segundo livro não mudou muita coisa, pelo contrário, chegou o Morfeu para de fato causar ainda mais intrigas no casal e mexer ainda mais com a mente apaixonada da personagem. Para quem gosta de um romance, tudo bem. Para quem não gosta, incomoda um pouco. Mas nada de muito grave, visto que o terceiro livro acabou de vez com isso. As cenas de ação nos mostraram um lado bem mais selvagem da protagonista intercalando com os momentos (quase) românticos, resultando em uma mistura equilibrada e gostosa.

Sobre o acabamento, ele é excelente. As letras são de um tamanho agradável, as folhas são amarelas e todas as páginas possuem um detalhe nos cantos. Só não gostei muito da capa, seilah, achei muito laranja uheuehueeu. Enfim, no geral, esse foi um ótimo livro! Me surpreendeu do começo ao fim. O final foi bem definido, mas ainda assim deixando pontas soltas para uma possível continuação, se assim quiser a autora. Recomendo a leitura para os interessado, tenho certeza que não irão se arrepender.

site: http://decidindose.blogspot.com/2016/07/resenha-qualquer-outro-lugar-3-g-howard.html
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Isa Falcone 20/05/2020

Esse foi o pior dos 3 livros da saga. A história não se desenvolve e eu pensei seriamente em abandonar a leitura. Mas o final é bom, e meio que valeu a pena ter lido.
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Liri 15/05/2020

Resenha curta
Parece que você alcançou as profundezas do mar, mas não valeu a pena.
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Thaira.Corpes 07/02/2017minha estante
Preferia mil vezes apenas Morfeu, Chorei na última frase " para todo o sempre " s2


Carol 08/02/2017minha estante
Que bom que não é só eu que acho o Jeb um chato!


rayaneenny 09/04/2017minha estante
Amo o Morfeu e acho o Jeb bem apagadinhooo


Bia 28/05/2018minha estante
Eu acho (e sempre achei) o Jeb um chatoooo, o Morfeu é meu bebê que eu vou amar e proteger para sempre, e super concordo com você, parece que ela queria agradar aos fãs mas não me agradou nenhum pouco com o final, os dois se odiavam por três livros e depois concordam aquilo? Não me convenci nenhum pouco




Gaby Schunk 09/05/2020

Sendo o 3 livro da série ele se mostra bem fraco em relação aos outros 2,no início a história é interessante mas acontecimentos meramente repetidos e com finais previsíveis começam a acontecer,saturando a história e a tornando chata nos últimos capítulos dando alto contraste com início do livro
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