A Garota Perfeita

A Garota Perfeita Mary Kubica




Resenhas - A Garota Perfeita


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@caixa.postal 27/08/2019

Um pouco previsível...
Mia tem 24 anos, é professora de artes em um colégio e mora em Chicago. Seu pai é James Dennet, um juiz famoso que se preocupa somente com sua reputação e em manter as aparências, e sua mãe é Eve. Eles não tem uma boa relação.

Após Mia não ir trabalhar, sua amiga e também companheira de trabalho Ayanna, entra em contato com Eve querendo saber se tem notícias de Mia. Após alguns dias, é dado por certo que ela foi sequestrada. Colin, o sequestrador, leva Mia para uma cabana no meio do nada em Minnesota, e não pede resgate por ela. O detetive Gabe Hoffman fica obcecado pelo caso e não pára até acha-la e quando a encontra depois de três meses Mia está em choque e com amnésia, não se lembra de nada e acha que seu nome é Chloe - além de parecer outra pessoa, está insegura, vazia e muito distante.

O livro é narrado por Eve, Gabe e Colin - alternando entre o antes e depois do sequestro. Apesar de já ter sacado no começo como seria o final, a autora conseguiu me prender e eu gostei. Por mais doente e louca que seja a situação, foi interessante tentar entender a cabeça do Colin e também da Mia. Recomendo!!!

site: https://www.instagram.com/caixa.postal/
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antribeiro 14/08/2019

Surpreendente
Confesso que eu não dava nada por esse livro , mais ao ler realmente me impressionei com o que encontrei , o enredo a história e a escrita da escritora realmente vale a pena , sem se falar no final surpreendente que nos pega de surpresa .
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Angel Yaly 05/08/2019

Um Thriller psicológico envolvente e reflexivo
Resenha
Mia Denetti é uma jovem de 25 anos, que foi sequestrada em um bar de Chicago, em uma quinta-feira qualquer. Os mistérios que envolvem o seu desaparecimento, sua falta de memória e os segredos de seu ambicioso pai, são o fio condutor desse thriller psicológico impressionante.
A história é narrada em primeira pessoa, por três personagens – Eve, a mãe de Mia, Gabe, o detetive responsável pelo caso e Colin, o sequestrador. Gostei da escolha e da forma como o foco narrativo é dividido em capítulos pequenos, intercalando o presente e o passado, deixando o leitor intrigado e curioso para o desfecho.
Os personagens são complexos e refletem bastante pessoas do nosso cotidiano – mulheres que abdicaram de suas personalidades por causa de um casamento, filhos que desejam acima de tudo se parecer com os pais, disputas familiares, competições entre irmãos, ambição, vingança e as dificuldades da vida.
A cereja do bolo em relação aos personagens fica por conta da abordagem à Síndrome de Estolcomo, muito bem trabalhada, de forma simples, clara e muito didática para que qualquer um entenda como aconteceu tudo. Mia na verdade, é um personagem muito complexo, uma mulher linda, bem-sucedida, porém, totalmente infeliz em relação ao seu pai, com muita sede de vingança e que tem em mente destruir esse homem que tanto a magoou de diversas formas.
Com um final surpreendente, o livro vale a leitura, os títulos de Best-seller que recebeu e a autora tem realmente uma escrita fluida, envolvente e de fácil leitura.
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Juliana Failli 26/07/2019

Mia tem 24 anos, é professora de artes em um colégio e mora em Chicago. Seu pai é James Dennet, um juiz famoso que se preocupa somente com sua reputação e em manter as aparências, e sua mãe é Eve. Eles não tem uma boa relação.
Após Mia não ir trabalhar, sua amiga e também companheira de trabalho Ayanna, entra em contato com Eve querendo saber se tem notícias de Mia. Após alguns dias, é dado por certo que ela foi sequestrada. Colin, o sequestrador, leva Mia para uma cabana no meio do nada em Minnesota, e não pede resgate por ela. O detetive Gabe Hoffman fica obcecado pelo caso e não pára até acha-la e quando a encontra depois de três meses Mia está em choque e com amnésia, não se lembra de nada e acha que seu nome é Chloe - além de parecer outra pessoa, está insegura, vazia e muito distante.
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O livro é narrado por Eve, Gabe e Colin - alternando entre o antes e depois do sequestro. Apesar de já ter sacado no começo como seria o final, a autora conseguiu me prender e eu gostei. Por mais doente e louca que seja a situação, foi interessante tentar entender a cabeça do Colin e também da Mia. Recomendo!!!
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Aline 18/07/2019

Surpreendente
Cês não sabem como fico feliz quando leio um livro que tem um final perfeito que me surpreende. Ahhh eu fico feliz!!!

É um bom livro. Na metade quase chega a ficar mais do mesmo. Mas só por algumas páginas. Até que... BAM! Começa a ficar um ritmo alucinante e o final... ahhhhhhhh esse final.

5 estrelinhas com louvor e a vontade de ler outros livros da autora.
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Vaninha 26/06/2019

Dois dedos de prosa sobre A Garota Perfeita, de Mary Kubica.
O livro conta a história de Mia, a filha mais nova de um proeminente Juiz que foi sequestrada. Só que o sequestrador deveria entregá-la para um outro homem mas na última hora desiste e foge com ela (ela foi sequestrada do seu próprio sequestro. Pensa na loucura!) Não, isso não é spoiler, está na sinopse do livro. O detetive do caso além de tentar encontrar pistas que possam levá-lo ao cativeiro da garota, precisa lidar também com a pressão do Juiz, um homem arrogante, que é amigo do seu chefe.

Esse foi um livro diferente de todos os outros do gênero policial que eu já li. Nesses livros, geralmente, você acompanha a história do ponto de vista da vítima, mas não nesse. Aqui a trama é contada pelos pontos de vista do detetive, da mãe de Mia, Eve, e do sequestrador. Ao mesmo tempo que isso permite que você entenda o que se passa na cabeça das pessoas que são de alguma forma atingidas pelo fato, também impede que você crie uma maior empatia com a vítima.

No livro todo, apenas um capítulo é narrado por Mia. Eu achei muito interessante essa ideia da autora e no final você entende um pouco o porquê de ela ter escolhido contar a história dessa forma e eu ainda estou em dúvida e pensando sobre alguns pontos. Não foi um dos melhores livros que eu li mas ainda vale a leitura porque ele prende a atenção. De qualquer modo, leia e forme sua própria opinião.
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Roberto Ramalho 16/05/2019

O final não me convenceu.
O livro é interessante, bem escrito, bem elaborado, apesar de alguns erros de edição terem passado (curioso, já que não foram um ou dois). A trama é construída na modinha do momento, com cada capítulo dedicado à visão de três personagens importantes. Palmas para a autora, que, no meio de tudo isso, também entremeou narrativas de "antes" e "depois" do evento principal se desdobrar, sem se deixar perder. A ideia principal, a espinha dorsal do romance é interessante: uma moça sequestrada que é encontrada meses depois isolada numa cabana no meio do nada, quase morrendo de frio, no inverno rigoroso quase entre a divisa Estados Unidos/Canada. No entanto, a narrativa torna-se arrastada mais ou menos na metade do livro, principalmente porque praticamente todas as cartas já estão na mesa do leitor desde o começo da história (escolha arriscada). Ainda assim o final consegue apresentar um surpreendente plot twist. O grande problema é que, a meu ver, o epílogo faz com que muito da trama, quando repensada, torna-se um enorme buraco negro de furos.
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@leituratodososdias 04/05/2019

A garota perfeita

Me considero romântica, amo ler romances e adoro thrille. Quando iniciei a leitura fiquei apaixonada com a narrativa pois a história se envolve entre antes e depois de encontrarem Mia, eu particularmente adoro essa narrativa intercalada mas nesse caso só me deixou aflita e com vontade de descobrir qual seria a sequência de acontecimentos.
O que me deixou surpresa foi não ter Mia como narradora, vamos conhecendo ela através das pessoas que a acercam, o livro é narrado por 3 pessoas, Eve sua mãe, Gabe o detetive e Colin, o que nos faz entender a mente de um sequestrador.

A autora me surpreendeu muito deixando um grande desfecho para o final, sério! Fiquei muito chocada e com certa raiva devido a certos acontecimentos você começa odiando o Colin e acaba odiando Mia, pelo menos comigo foi assim.
Mia Dennett é filha de um juiz muito importante de Chicago, sempre sentiu falta do afeto do pai nunca se sentiu amada por ele, isso fez com que saísse logo de casa, logo que entrou para a faculdade fez questão de sair da mansão de sua família e começou a dar aulas de artes na periferia da cidade, apesar de ser alguém muito sonhadora não tem muita sorte com relacionamentos.
Ao marcar um encontro com seu namorado leva mais um bolo e acaba conhecendo Colin Thatcher, seu sequestrador. Colin já a conhece através de suas pesquisas, mas quando a vê alguma coisa muda, ao invés de entregá la para Dalmar ele resolve levá la para uma cabana.
Quando Eve se dá conta do sumiço da filha percebe que não sabe nada da filha e começa a se arrepender de não ter demonstrado mais amor.
James sempre dá a entender que a filha sumiu de propósito e está aprontando mais alguma, pois não é a primeira vez que ela apronta e não dá a mínima para o detetive Gabe.
Gabe por sua vez não irá descansar até solucionar o caso, faz isso pela Eve, pela Ema e por ele mesmo.
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Tayana Alvez 27/03/2019

Um livro ambíguo.
Acho que esse é a minha melhor definição para "A garota perfeita". Nas primeiras páginas do livro recebemos a informação de que a filha do juiz James Dennett está desaparecida, informação dada por uma colega de trabalho da doce, responsável e amável Mia, e é assim que mesmo sob protestos do juiz se inicia a busca por Mia Dennett.

O devetive designado para o caso é Gabe Hoffman, um homem de meia idade e todos os preconceitos que você possa imaginar, mas que mesmo contra a vontade de James, investiga o caso com todo o seu esforço e também fica ao lado de Eve, mãe de Mia, quando o juiz Dennett resolve deixar claro que Mia não era uma boa menina e há apenas alguns anos era uma adolescente rebelde que fugia esporadicamente e logo reapareceria.

As afirmações do juiz colocam Mia sob nossos atentos olhos, será que Mia era a jovem adulta amável e responsável ou a adolescente mimada que o pai tanto queria nos fazer acreditar que era?

Contrariando as expectativas do Juiz Dennett Mia é resgatada de seu cativeiro alguns meses depois. No entanto, ela não responde mais pelo nome de Mia, seu nome agora é Chloe.

Sabendo que Mia está viva e em casa, nossa busca é entender o que tinha, de fato, acontecido com ela.
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A narração intercalada entre presente e passado nos traz vislumbres da vida de Mia em seu cativeiro com Colin Thatcher, um jovem destruído pela vida que lutou com todas as forças para não se perder, porém, não conseguiu. E também, da luta de sua mãe para não perder as esperanças de encontrar a filha que ela tinha se permitido abandonar num passado não tão distante.

A garota perfeita tirou meu fôlego em alguns momentos, arrancou algumas lágrimas de mim no final e me deu momentos muito prazerosos dentro de uma cabana no meio do nada.
Por mais que tenha lutado contra, torci por Chloe e Owen mais do que gostaria de assumir.

Dou um total de 3,5 🌟, Mary Kubica me conquistou e a história vale 4 🌟 de longe, mas a edição que está disponível para e-book não foi tão bem cuidada pela editora, equívocos de tradução e falhas de revisão me cansaram ao longo da leitura e me fizeram tirar meia estrelinha. Mas, eu super indico!
#resenhasdatay @tayanaalvez
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Marcos 14/03/2019

Mia Dennett esta em um relacionamento conturbado. Filha de um juiz de direito, ela resolve trair o seu namorado, que lhe trata muito mal e de quem está cansada de tudo, com um desconhecido que encontra em um bar. Papo vai, papo vem, ambos resolvem ir até o apartamento dele para prolongar a noite. Colin é, aparentemente,, um cara gente boa, mas logo Mia descobre que ele foi mandado para o bar para sequestrá-la. Quando estão prestes a chegar ao cativeiro para onde iriam, ele resolve não a entregar ao seu algoz e levá-la para distante dali. É então que começará a se desenvolver uma história entre os dois.

A Garota Perfeita é o livro de estreia de Mary Kubica e traz um thriller psicológico mesclado com romance e com lleves pitadas de drama. A trama aborda um pouco a questão da Síndrome de Estocolmo, em que uma pessoa sequestrada acaba se apaixonando por seu sequestrador. O livro traz capítulos intercalados, com pontos de vista dos personagens.

Confesso que esperava um pouco mais desse livro, uma vez que a premissa traz possibilidades interessantíssimas de desenvolvimento da trama. Porém, não foi nada disso que li. O plot principal é muito forçado, por vezes é como se estivéssemos lendo uma novela mexicana mal feita, com dramalhões exagerados e situações forçadas.

Por ser um thriller psicológico, achei que a autora iria abordar mais esse aspecto, o que foi algo que não aconteceu. Os personagens não foram bem construídos e se perdem em suas personalidades ao longo da trama.

No mais, acredito que seja uma leitura apenas para se ver do que se trata, uma vez que esse livro já foi muto falado no meio literário mundial.
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Elisabete Bastos @betebooks 13/02/2019

Suspense psicológico
Mia, jovem, 25 anos professora de artes, linda é a filha de um juiz bem sucedido e ganancioso.
Ela mora sozinha desde os 18 anos e não tem contatos com os pais. Ela está namorando, mas o cara está sempre desmarcando os encontros. Ela está no bar e outra vez o namorado não a encontra, mas ela encontra um homem bonito. Este homem, no entanto, irá modificar a vida dela. Sequestra e a leva em uma cabana, em local inóspito e muito frio, por vários meses. Ela volta para a casa dos pais, modificada, com medo e amnésia. Afinal, o que ocorreu com Mia na cabana?
O detetive Gab e sua a mãe Eve farão de tudo para construir este passado obscuro.
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tai 23/01/2019

A surpresa perfeita
A garota perfeita é narrado em primeira pessoa, porém alternando os capítulos em três pontos de vista: de Eve, a mãe de Mia; de Gabe, o detetive e de Colin, o sequestrador. Mas nunca o de Mia, o que me deixou extremamente instigada desde o começo. Além disso o livro se desenvolve em duas linhas do tempo, uma durante a investigação e outra já depois de Mia ter sido encontrada e durante o decorrer do livro o leitor passa pela experiência de "juntar os pedaços" pra tentar desvendar o que de fato aconteceu e o por quê.

Não sendo eu familiarizada com o gênero, gosto de narrativas instigantes e que me capturam logo no início, como a de Mary. Suspenses exigem um tempo maior para que os fatos se desenrolem, ou não seria suspense, mas gosto da forma como a autora manteve o mistério sem deixar a estória cansativa ou lenta demais. Adorei, inclusive, a divisão dos capítulos e da linha do tempo, ficou muito mais interessante e me deixou faminta de curiosidade pra descobrir tudo.

Os personagens de Eve e Gabe talvez mereciam mais profundidade, porém Mia e Colin são personalidades fascinantes de acompanhar. Por mais doentia que a situação seja, foi no mínimo interessante acompanhar parte da estória de dentro da cabeça do sequestrador e enxergar por seus olhos. A diferença de classes, a falta de afeto, os passados discrepantes entre os dois... até que ponto os meios justificam o fim?

A quem se interessar possa, o livro traz questões e temas polêmicos e muito necessários e que eu só não vou dizer a fim de não estragar a experiência de vocês. Quanto ao final, a autora me surpreendeu em níveis inimagináveis, nem nos meus sonhos teria pensado algo parecido e isso me fez gostar tanto do livro que é mais um na lista dos que eu pretendo reler. Começando o ano com chave de ouro, amei a leitura.

site: http://www.tocageeky.com/2019/01/a-garota-perfeita-mary-kubica.html
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Mari M. 08/01/2019

Pra mim foi manjado...
A autora escreve bem, porém saquei TUDO oq ia rolar...mesmo assim continuei com a esperança de estar errada e rolar um plot twist dos grandes, mas não.Eu acertei, e foi só isso.Pra quem ama trhiler não indico.
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*SPOILER SPOILER SPOILER
Ela mesma planejou seu sequestro.Soube disso de cara.E o romance que rolou com o " sequestrador" foi previsilvel tb.
Faltou segredos, reviravoltas, misterio!
Sara 18/04/2019minha estante
Aconteceu o mesmo comigo, no primeiro "a culpa foi minha" já deu pra sacar q ela tinha planejado o próprio sequestro. Tbm li até o final já que diziam ser um final "surpreendente" mas que não surpreendeu em nada.


Mari M. 23/04/2019minha estante
Pois é! Pra mim não rolou tb




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