Leviatã Desperta

Leviatã Desperta James S. A. Corey




Resenhas - Leviatã Desperta


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Josué Perini 24/02/2019

Ficção Científica Pé no Chão
Sou um leitor voraz de ficção científica (principalmente Perry Rhodan) e me surpreendi com o tom mais pé no chão dessa obra!! Nada de viagens acima da velocidade da Luz, Hiperespaço ou armas mirabolantes. Toda tecnologia descrita talvez exista daqui a 200 anos e com isso fica mais verossímil a narrativa e claro o drama policial e humano dessa ótima space-opera faz com que tudo fique ainda melhor!!

Recomendo fortemente a leitura e depois assistir a série de TV "The Expanse" baseada no livro.
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Bart 08/01/2019

Leviatã Desperta
James S. A. Corey

No rodapé da capa tem um singelo elogio de George R. R. Martin... concordo 100% com ele! Confesso que não sabia que existia esse gênero "espace-opera" p/mim, se tem espaço sideral, tem nave espacial e tem ?... é ficção científica!
Algumas são até chatas de se ler prq o autores perdem muito tempo descrevendo os termos tecnológicos e futurísticos...

"A privada-robô, onde o Omni-sensor decodifica que a pessoa já terminou o "trabalho" liberando assim, mãos robóticas munidas de lasers limpantes, enquanto uma 2ª mão, agilmente pincela uma loção hidratante, perfumada, auto-secante no "Ooooi"?do usuário, que agora só precisa colocar suas calças novamente!" (DEUS me livre de usar um troço desses) Isso é um saco, a o leitor acaba esquecendo o que a personagem foi fazer ali.

Mas em "Leviatã Desperta", o autor sabe trabalhar isso, ele nos situa no futuro, no espaço... mas o foco dele é na trama, qnd o policial Miller é convocado a investigar o desaparecimento de Julie uma exímia piloto, some à isso uma tripulação de cargueiro que vai atender um chamado de emergência no espaço profundo e várias intrigas entre planetas e raças.
A narrativa me lembra mt "Blade Runner" prq foca na investigação policial e "Senhor dos Anéis", com os seus focos narrativos bem divididos e acontecendo ao mesmo tempo!
Espero encontrar mais ficção científica escrita assim!
Leitura instigante!
Josué Perini 24/02/2019minha estante
Leio a muito tempo o gênero Space-Opera e acho uma das melhores vertentes da ficção científica. Outra obra de Space-Opera que recomendo ler é "Perry Rhodan", a maior e melhor ficção científica do mundo, que na Alemanha chegou na incrível marca de 3000 volumes publicados semanalmente desde os anos 1960.




etsilvio 31/12/2018

Uma space opera de tirar o fôlego!
Uma grata surpresa! Já estava feliz por ter visto a série televisiva (The Expanse) e estar com o livro em mãos, mas realmente não esperava gostar tanto. Personagens carismáticos e bem desenvolvidos, batalhas espaciais muito bem boladas e descritas. Vilões interessantes, profundos e variados. Espero de todo coração que as sequências sejam lançadas no Brasil. Um grata surpresa esse livro!
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Reinaldo (Estante X - @reeiih) 31/07/2018

Os monstros renascem
Lembro que eu estava bastante empolgado para começar a assistir a série quando ela estreou na Netflix, mas, logo que fiquei sabendo da publicação do livro, acabei adiando a série. Passou mais de um ano, acho, e finalmente decidi pegar o livro pra ler. Meu primeiro receio era de não gostar ou mesmo não ter “fôlego” para ler, já que são 600 e poucas páginas. Mas, participando do projeto #odisseiascifi, consegui ler completamente dentro de um mês. E que leitura gostosa. A trama é feita por dois pontos de vistas: a do investigador Miller e a do operador de nave Holden. Em certo ponto as duas histórias se cruzam, enquanto as conspirações só aumentam. Os capítulos são curtos e muito rápidos de se ler, e a narrativa flui de forma incrível. A revelação feita na trama também é muito bacana e me deixou curioso para saber o que vem a seguir. Aleph, por favor, publica a continuação? hehe

site: https://www.instagram.com/reeiih/
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Paulo 29/07/2018

A colonização do espaço é algo que sempre povoou a mente humana. Nessa última década tem surgido muitas obras de ficção científica tratando desse tema. Como o ser humano vai se adaptar ao espaço? Que tipos de relações surgirão? Estamos sozinhos no espaço? James S.A. Corey (pseudônimo usado por Ty Franck e Daniel Abraham) criaram uma história que nem se passa em um futuro tão distante e nem na atualidade. Fica ali no meio. Os seres humanos colonizaram Marte, usam o Cinturão de Kuiper para explorar minerais e começaram sua expansão pelos planetas exteriores. Os conflitos que parecem ter sido deixados para trás apenas mudaram de endereço: surgem tensões entre os avançados colonizadores em Marte, os trabalhadores braçais do cinturão e os distantes colonos exteriores. Tudo isso dá um caldo incrível que os autores vão saber explorar e criar uma história interessante repleta de intrigas e mistérios.

A obra é uma representante da nova space opera que vem ganhando cada vez mais espaço com outros trabalhos como Justiça Ancilar, de Ann Leckie e A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil, de Becky Chambers. O foco das histórias não é tanto na construção de mundo ou na mera aventura espacial, mas nas relações humanas, na maneira como o ser humano busca ampliar seus horizontes. É justamente isso que vamos ver na escrita de Corey ao longo dessas mais de seiscentas páginas: dois personagens tentando encontrar a si mesmos em um mundo em uma inexorável mutação. A temática da exploração espacial e da viagem ao desconhecido está ali, mas ela não é o mais importante. Na história, por exemplo, vemos como a desigualdade social continua presente e o que o homem apenas encontrou novas formas de implementá-la. A intolerância também está presente em um cenário em que uns são mais desprivilegiados do que outros. Onde a ambição de poucos consegue destruir a vida de muitos.

Para falar da escrita, eu preciso separar a escrita dos autores e talvez esse seja um dos pontos mais sensíveis da narrativa. Digo isso porque é bem claro a diferença entre os dois Pontos de Vista (POVs) presente aqui. Antes de falar mais especificamente, é preciso apontar que a narrativa está em terceira pessoa, em um discurso direto bem objetivo e simples de acompanhar. Os capítulos são bem curtinhos, alternando entre os pontos de vista bem rapidamente o que dá uma velocidade incrível à leitura. Existe uma alternância simples entre Holden e Miller, os protagonistas da história. Em determinados momentos eu achei até que não havia necessidade de criar capítulos específicos para ambos. Era possível manter o mesmo capítulo fazendo uma alternância no mesmo capítulo. O resultado teria sido igual. A trama, no geral, segue um ótimo padrão de momentos explosivos e de calmaria. Estes altos e baixos contribuem para manter a expectativa do leitor lá em cima. Consigo citar uns três ou quatro momentos muito maneiros espalhados equilibradamente pelo livro.

É muito legal falar dos autores separadamente porque parece que eles se ligam aos seus personagens. Holden é um idealista; aquele típico personagem desbravador do espaço, justo, embora falho. É um cara que já passou por poucas e boas em sua vida e estava em uma nave transportadora de gelo chamada Canterbury. Logo no primeiro capítulo ele presencia sua vida virando de pernas para o ar quando a nave onde ele trabalhava explode por causa de uma nave desconhecida. O personagem vai se envolver em uma série de problemas a partir daí que testarão os limites da sua integridade e a sua relação com sua tripulação. Vamos acompanhando o amadurecimento do personagem ao longo da narrativa e o quanto ele vai se colocando em uma posição de protagonismo sem fazer muito esforço.

Porém, os capítulos de Holden às vezes são muito cansativos. Ty Franck é o responsável por estes capítulos e o autor é o criador real do universo de The Expanse. Então muitas vezes os capítulos do Holden são dedicados a desenvolver o universo narrativo. Por essa razão em vários momentos eles possuem um caráter muito expositivo e descritivo. Enquanto os capítulos de Miller são mais dramáticos e passam bem rápido, os de Holden são mais travados e só ficam mais interessantes quando o autor se dedica a explorar as relações entre Holden, Amos, Alex e Naomi. Aliás, até a dinâmica com Miller depois é genial porque temos um contraste absoluto entre personalidades.

Já Miller é um policial que trabalha para uma empresa privada em Ceres, parte do cinturão. Sendo um cinturino, ou seja, um ser humano ligeiramente modificado por conta de sua vida em gravidade baixa, ele tem uma outra forma de pensar. Mais cético e insosso, ele enxerga o mundo em tons de cinza. Para mim, ele era o cara de Ceres; aquele que entendia como as coisas realmente funcionavam e que seria capaz de entender todo o ambiente ao seu redor apenas pelo gestual das pessoas. Porém, por conta de tudo o que ele já viu, ele consegue se autossabotar e tomar decisões completamente repreensíveis. Para um idealista como Holden, Miller é tudo o que ele visa combater. E, no entanto, Miller é um mal necessário. O pior é que o personagem tem consciência do erro de suas ações e sofre com isso, porém sua forma de pensar acaba sempre sendo a correta em um mundo que caminha para uma guerra sem limites.

Daniel Abraham impõe uma escrita noir em um ambiente espacial. Absolutamente genial. Concordo com aqueles que traçam semelhanças entre Abraham e Martin porque ambos tem formas parecidas de pensar a construção de personagens. Essa forma cinza de enxergar o mundo combina com um universo marcado por grandes explorações que no fundo controlam tudo o que está acontecendo entre as colônias. Admito ter um fraco por essa forma de abordar o mundo; apesar de eu ser um cara que é fissurado em space opera. Daniel Abraham conseguiu me conquistar com esse personagem e com a forma mesmo com a qual ele abordou o universo criado pelo seu parceiro.

Enfim, Leviatã Desperta é um livro delicioso de ser lido. Uma nova maneira de abordar a exploração espacial, mas a partir de um ponto de vista muito humano ao redor de todo o processo. Dê uma oportunidade à série criada pelos dois autores e eu tenho certeza que você será cativado por uma escrita engenhosa, personagens intrigantes e um universo em expansão.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Watching Comedies 06/03/2018

Um livrão da porra
É amigos, que livro. Já li faz mais de uma semana mas esqueci de dar o veredito aqui, mas agora vai.
O livro é bom demais, se passa só no espaço, só rajada de lazer, o trem aqui é diferente amigos.
Uma coisa que ajuda bastante quem vai ler, é o queijo. Sim manosn QUEIJO. Ainda vão entender.
Mas fora isso, o livro tem aquela pegada de detetive mesmo, são tipo uns Sherlock das galáxias, só que sem aquela abundância de inteligência, vide o detetive Miller.
Meu veredito vai ser like a G.R.R Martin: Uma puta space opera. Aliás eu quero que esse gordo lance logo o último livro, mas aí já é assunto pra outro livro...
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Acervo do Leitor 02/02/2018

Leviatã Desperta – James S. A. Corey | Resenha
*Esta análise foi feita com base na edição americana. Termos, frases e nomes podem estar citados de forma ligeiramente diferente do que a do tradutor brasileiro.

Você já participou de alguma viagem interplanetária? Singrar pelas estrelas, interagir com seres nascidos em outros planetas e usufruir de tecnologias nunca antes imaginadas? Percorrer toda essa distancia física e temporal para descobrir que independente do quão longe o homem vá no espaço sideral ele sempre será o mesmo cheio de falhas, ganância, corrupção e medo. Não há limites para a mente humana e tudo que ela deseja alcançar. Esta obra é um convite inimaginável, e irresistível, aos confins da galáxia. O futuro é agora, basta você estar abordo desta nave, ou seria desta história?


“Espaço-naves mortas, suas laterais rasgadas através de elevadas explosões, gravitando em suas orbitas irregulares como sepulcros. Ajuda médica como a “Roci” cheia de garotos e garotas com metade de sua idade sangrando, queimando e morrendo.”

Os planetas de nosso espaço sideral estão colonizados. O sistema solar se tornou uma populosa rede de colônias. Porem as colônias pertencentes a esse “cinturão” de planetas e asteroides estão constantemente ressentidas com a sombra militar, política e econômica exercida pela Terra e Marte.

“A Terra tem estado tão focada em seus próprios problemas que ignorou seus filhos distantes, a não ser quando exige sua parte no trabalho. Marte forçou sua população inteira a trabalhar para remodelar o planeta, transformando sua face vermelha em verde. Tentando criar uma nova “Terra” para encerra sua dependência da velha. E o “Cinturão” se tornou a favela do sistema solar. Todo mundo ocupado demais tentando sobreviver para reservar algum tempo na criação de algo novo.”

O idealista e otimista Jim Holden é o capitão de uma nave mineradora de gelo quando esta descobre uma pequena espaço-nave estranhamente abandonada que contem um segredo que pode dar início a uma guerra interestelar. Enquanto explora essa nave “fantasma” sua mineradora é atacada por uma nave que pertence a frota militar de Marte. Acreditando realmente na transparência do fluxo de informações e que a humanidade sabe o que fazer com todos os dados e verdade compartilhada ele notifica todo o espaço que foi atacado por Marcianos, assim acendendo a fagulha do “barril de pólvora” que se encontra a frágil convivência entre terráqueos, marcianos e os moradores do “cinturão”.

“Muita gente afirma acreditar em coisas. ‘Família é o mais importante’, mas irão queimar 50 dólares com uma prostituta no seu dia de pagamento. ‘O país primeiro,’ mas sonegam impostos. Não você. Você diz que todo mundo deve saber de tudo, e por Deus, você coloca dinheiro (aposta) em suas palavras.”

O cinico e niilista detetive Miller, um policial durão, quase alcoólatra na casa dos seus 50 anos que já está cansado de tanta violência e hipocrisia, vive em um astróide e é responsável pela sua segurança. Visando nada mais que um pouco de descanso e um bom whisky, sua vida vira de pernas para o ar quando ele é designado para achar uma jovem desaparecida filha de um casal milionário, Julie. Em sua busca incessante, ele acabará encontrando violência, sangue, podridão, morte e é claro, nosso precipitado capitão Jim Holden. Duas personalidade extremamente diferentes que estão “unidos” no meio de uma “crise espacial” que tem a capacidade de erradicar a vida como a conhecemos. Até onde vai o limite da ética? O que você seria capaz de fazer para salvar a humanidade?

SENTENÇA
James S.A. Corey (Daniel Abraham e Ty Franck) são os maestros desta encantadora “ópera espacial”. Um brilhante drama sideral composto de música e vozes. O som dos propulsores atômicos, torpedos, lamento da natureza dos planetas, raios e ranger de pistolas. Vozes de humanos, marcianos e todos os que se encontram no meio clamando por sobrevivência, amor e vingança. Trama e diálogos carregados de política, economia, suspense e porque não romance? Todas as suas notas perfeitamente harmonizadas. O público brasileiro precisava de uma obra de peso, e atual, como essa para levar seus leitores a desejarem mais. Mais das estrelas, mais do futuro e mais de si mesmo. Abra seus olhos, prepare seus ouvidos e deixe essa melodia te encantar. Bem vindo ao futuro.

site: http://acervodoleitor.com.br/leviata-desperta-resenha-editora-aleph/
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davidplmatias 01/02/2018

Ansioso pela continuação!
Uma narrativa que mistura terror, suspense policial noir e ficção científica space opera, muita ação, descrições imersivas, plot twists, e é apenas o início de uma série de sucesso que se complementa muito bem com a série de tv. Um dos melhores scifi que li nos últimos dois anos.

A editora Aleph está devendo mais uma continuação de série, nos viciou com Guerra do Velho e agora com esse livro e não lançou as continuações. Estamos no aguardo!
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Vagner 01/10/2017

Desbravando Leviatã Desperta
"É tudo muito divertido até que alguém atire de volta."

Chegando na metade do livro estava achando que seria mais uma obra comum, sem nada de novo para acrescentar, mas quando os dois personagens principais começam a interagir a coisa muda totalmente, como o próprio autor comenta numa entrevista ao final dessa edição: "Os dois estão certos e errados ao mesmo tempo. Ao juntá-los na história, posso fazer com que conversem um com o outro".

Acredito que nos próximos livros teremos um foco maior em batalhas especiais, já que esse aqui teve um foco bastante investigativo ao longo de quase toda a narrativa. Curti bastante e acredito ser um bom meio de me inserir ainda mais na ficção científica, gênero que comecei a apreciar bastante nos últimos 2 anos.

Holden e Miller com certeza tiveram momentos memoráveis nessa obra, e os personagens secundários também foram bem construídos.

site: http://desbravandolivros.blogspot.com.br/
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Izaias Teodoro 07/07/2017

Uma puta space opera.
Fui ler o livro porque assisti as duas temporadas da série The Expanse do canal SyFy e achei a série sensacional. Apesar de saber mais ou menos o que ia rolar, o livro é excelente, muito bem escrito e tem uma trama muito bem montada e muito bem desenvolvida. Aqui vemos uma ficção cientifica mais pé no chão, a humanidade só conquistou o sistema solar, não temos naves que saltam no hiperespaço e viajam na velocidade da luz, como em Star Wars, nem aliens verdes, teleporte, etc. É tudo mais dosado, como muita base cientifica. É realmente um futuro que poderia acontecer daqui a alguns anos. A trama politica da série é sensacional, temos sendo abordado toda uma questão de xenofobia, segregação, corrupção de governo e midia, megas corporações influenciando em decisões politicas. E aliado a isso ainda temos uma trama policial noir e até um pouco de terror. Enfim, super recomendo o livro e a série, com certeza um dos melhores livros de sci fi que eu li nos últimos anos.
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Daniel Felipe 21/06/2017

Meh
Queria muito ter adorado esse livro. Ele começa chutando traseiros, numa espacial muito legal.
Terra odeia Marte, Marte odeia a Terra, juntos odeiam os "favelados" do Cinturão, Os Cinturinos odeiam todo o resto.
O clima político é muito bem desenvolvido no começo.
Mas o livro vai se aprofundando e vai perdendo fôlego. No início eu estava felizão do livro ter suas 700 páginas, mas já do meio pro final eu não via a hora de acabar.
Os personagens se mostram totalmente unidimensionais. Um é o eterno good guy que quer fazer o certo o tempo todo. Outro é o eterno policial que a vida ferrou por ser policial. E ficam nisso o livro todo.
Sobre a trama, ok. Se perde um pouco mas dá pra levar.
No fim de tudo, queria que focasse na trama política. Creio que seria bem melhor.
3,5 estrelas.
Vitoria.Porto 17/06/2018minha estante
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Lit.em Pauta 13/06/2017

Literatura em Pauta: seu primeiro portal para críticas e notícias literárias!

"Parte noir, parte space opera, Leviatã Desperta é um romance de ficção científica eficiente: escrito por James S. A. Corey, o livro consegue equilibrar a celeridade de sua narrativa com o desenvolvimento de seus personagens e conceitos."

Participe da discussão, lendo a crítica completa em:

site: http://literaturaempauta.com.br/Livro-detail/leviathan-wakes-critica/
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